Impressora Brother HL-1112 (HL-1110). Não consegue instalar ou desinstalar.

Resumo da solução: Não escolha “português” no instalador. Escolha “English (United States)” e tudo vai funcionar como deveria.

Minha experiência com impressoras Brother é quase zero e isso estava me dando uma surra hoje. Todas as tentativas de reinstalar o driver da impressora no Windows 8.1 32 bits usando a única versão disponível online acusavam isto:

Dizer que “não há itens adicionais a serem instalados” me parece uma declaração estúpida. Mas mais estúpido ainda é não dar a opção de prosseguir assim mesmo. Se já está instalado e o usuário tenta instalar é quase certo que esteja havendo um problema. Já comecei questionando a competência da Brother.

Procurei um desinstalador em “Desinstalar ou alterar um programa” e não havia nenhum. Baixei o desinstalador disponível no mesmo link e rodei quatro vezes. Em cada uma delas o programa reportou que o driver tinha sido desinstalado com sucesso, mas tentar instalar acusava o mesmo erro e ao rodar o desinstalador de novo a impressora aparecia listada novamente. Mais uma razão para duvidar da competência da Brother.

Com o Voidtools Everything procurei por todas as ocorrências de “brother” no sistema de arquivos e apaguei. Não surtiu efeito algum. E somente depois que eu fiz isso descobri que na seção “utilitários” da instalação eu poderia encontrar o desinstalador.

Eu já estava pensando em procurar o CD original de instalação ou partir para remover a impressora Registro na marra (arriscado) quando pensei em tentar instalar em inglês. Aí a coisa realmente mudou. O instalador continuou acusando que o driver já estava instalado, mas desta vez me deu a opção de desinstalar:

Cliquei em “Sim” e alguns segundos depois, aparentemente mais um bug, o desinstalador veio em português:

Cliquei em OK e o driver foi desinstalado, me permitindo prosseguir com a instalação. O que resolveu o problema que o cliente tinha.

Notar que o fato de funcionar em inglês mas não funcionar em português não é surpresa para mim. Foi por isso que testei em inglês. O meu último problema com isso fora o DSL-2740e com firmware Totolink, que não consegue terminar a configuração do modo Repetidor se estiver configurado para português.

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  • Snow_man - 142 Comentários

    Caramba, Jeff, que bronca! graças a Deus que resolveu e obrigado por postar, tenho cliente que usa Brother.

    Ontem fui resolver problema com HP 8610; notebook foi formatado tem uns 15 dias com Win 10 home, e tinha instalado essa impressora normalmente: em rede com fio, com ip fixo.Daí na quinta parou de receber impressão; em vez de olhar o driver, parti pra remover e reinstalar. O que aconteceu? não finalizada a instalação.

    Parti para uma nova instalação via cabo usb, mesmo erro. Nos fóruns da HP e pesquisando, fiz alterações via Gpedit e no registro, além de uma alteração de driver no Gerenciador de Dispositivos (item Controlador de USB). Tudo dando errado.

    Mas depois de alguma dessas alterações, aceitou a instalação por usb; aí tentei adicionar impressora de rede. NADA. Aí a solução: pegar a instalada usb, e mudar a porta para o endereço ip. Deus é bom! aceitou e finalmente às 15h pude ir almoçar.

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Jogar Starcraft 2 agora é gratuito, desde o dia 14 de novembro

Ainda bem que eu perdi a promoção em setembro. Mas é só a primeira campanha, Wings of Liberty, que é free.

A Blizzard usa a expressão “free-to-play” e eu tive que consultar a Wikipedia para entender qual a diferença para “free”. Supostamente ele é apenas parcialmente gratuito mas eu não consegui ver nada nas condições da oferta que fosse questionável. Eu baixei os 24GB do jogo e estou jogando a campanha normalmente. Aparentemente posso até jogar online com outros sem pagar nada.

Não, não é por isso que eu passei duas semanas sem postar :)

Você não precisa esperar baixar os 24GB para jogar. O instalador permite que você comece a jogar já depois de ter baixado uns 3GB.

O instalador dá a opção de português, mas desde que eu tive o desprazer de jogar a versão brasileira de Starcraft 1 (publicada pela Tectoy) eu não jogo com áudio em português se eu puder evitar.

Inicialmente o jogo tinha uma aparência bem antiquada, mas isso foi porque ao não encontrar uma placa de vídeo “decente” na máquina o instalador escolheu configurações exageradamente  conservadoras apesar de eu ter um Core i3 com 12GB de RAM. Depois de alguns ajustes a aparência ficou bem melhor.

A única coisa que está me enchendo o saco é a necessidade de estar conectado à internet para jogar até mesmo a campanha. Supostamente é possível jogar completamente offline, ao menos por algum tempo, mas toda vez que dá um “tilt” no meu provedor de acesso o Starcraft2 se recusa a rodar. Me dá a opção de jogar offline mas clicar nela não adianta nada.

E hoje houve um update obrigatório de 500MB que enquanto eu não baixasse não poderia jogar nem mesmo a campanha. Eu entendo a necessidade de atualizar para jogar na Battle.net, mas por que isso no modo single-player? Como eu não paguei nada pelo jogo esses são problemas menores mas se eu tivesse pago estaria indignado.

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  • Snow_man - 142 Comentários

    “Não, não é por isso que eu passei duas semanas sem postar”

    Não some, Jeff; todo dia visitando pra ler as postagens e comentários recentes :yahoo:

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“Você está ficando mais velho. Não está ficando mais novo.”

Um comentário de Ygor Almeida em outro post me fez achar interessante contar isto.

Por volta dos 30 anos eu comecei a sentir dores nas pernas e nas plantas dos pés. Minha primeira consulta foi com um ortopedista, que depois de tirar uma radiografia dos meus pés e não ver nada de errado me mandou consultar um neurologista. Esse neurologista me mandou para um segundo neurologista para fazer uma eletroneuromiografia. Até então, mesmo tendo trabalhado a vida toda com eletricidade eu nunca tinha tomado tanto choque na vida. Ô exame desagradável!

Esse segundo neurologista não encontrou nada de errado comigo e me mandou consultar um angiologista. Este, assim que olhou meus pés deu o diagnóstico:

“Você tem pés chatos.”

E eu respondi:

“Eu sei, mas isso nunca foi problema, doutor.”

Ao que ele retrucou:

“Você está ficando mais velho. Não está ficando mais novo.”

Eu gostaria de ter visto a minha cara. Ele tinha razão e eu não tinha elementos para discutir. O angiologista me mandou de volta para o ortopedista. Desta vez fui atendido por um outro médico, que provavelmente era professor porque estava com dois alunos no consultório. Eu expliquei meu problema sem comentar nada sobre o diagnóstico do angiologista, mas ele me colocou de pé sobre um pedestal de vidro transparente e imediatamente deu o mesmo diagnóstico: meu problema era provocado pela falta de curvatura nos meus pés. E enquanto explicava para mim explicava também aos alunos. Mas eu só me convenci mesmo quando ele começou a contar a estória da minha vida:

“Você se cansa com facilidade ao correr. Só joga bola se for o dono. Cai com facilidade…”

Novamente, eu gostaria de ter visto a minha cara. Eu nunca tinha visto o homem e ele parecia me conhecer melhor que meus pais. Notar que o primeiro ortopedista nem com uma radiografia foi capaz de enxergar o que até o angiologista pôde ver a olho nu.

Ele explicou também que isso é operável, mas é uma operação complicada, com uma recuperação muito sofrida e me recomendou conviver com o problema, que é o que tenho feito há 16 anos.

Mas a frase do angiologista eu nunca vou esquecer. Os efeitos da idade são inescapáveis e você pode até retardar vários deles mas com um esforço pessoal progressivamente maior. Notem que um problema de nascença, que eu passei 30 anos achando que era um “não-problema”, sempre foi um problema sem que eu percebesse até repentinamente adicionar dor. Imaginem os problemas “ocultos” com os quais a gente nasce.

A propósito: o problema das minhas pernas não tinha nada a ver com os pés. Eu achei que tinha porque começou na mesma época. Eu sempre tive coxas grossas (herança genética) e na época eu tinha uma cintura manequim 38 e passava no mínimo dez horas diárias de calças jeans, várias das quais sentado. Toda calça que ficava certa na minha cintura ficava apertada nas coxas e era essa pressão que estava provocando a dor, provavelmente por atrapalhar a circulação. Hoje, como estou gordo com uma cintura 42, escolher calças não é mais problemático.

 

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  • Luciano - 337 Comentários

    Hmmmmmm… usar um Vibram Five Fingers então pra você deve ser complicado né? E olha a coincidência, acabei de entrar a uns minutos atrás no “momento banana” no mercado livre e comprei mais um par, pois o que eu comprei a dois anos atrás já estão desgastado, com a sola quase sumindo.

    Como eu conheci o Vibram? Com o fisioterapeuta que eu fiz o tratamento quando quebrei o tornozelo, ele me recomendou andar bastante descalço, pra recuperar os movimentos, mas como eu não gosto de andar descalço, nem me lembro como eu fui descobrir o vibram five fingers…

    Se não sabe o que é… então vai lá… é esse diacho aqui:

    Gostei tanto e me adaptei bem que já estou no terceiro par. :)

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Eu me sinto mais confortável descalço. Supostamente eu poderia usar um calçado ou palmilha especial, mas nunca me senti à vontade com a idéia.

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O quanto dói levar um tiro vestindo colete à prova de balas?

Esses dois fabricantes de coletes tentam dar uma idéia de como é a sensação. Não veja o segundo vídeo se não agüentar ver um homem crescido fazendo cara de quem vai chorar.

Depois imagine como é a sensação sem o colete.

Note que com exceção do disparo de rifle, o garrafão de 20kg (20 litros) permaneceu na mesma posição. Pense nisso quando os filmes de ação mostrarem pessoas de 70kg ou mais  sendo jogadas para trás balançando o corpo (ou até mesmo voando).

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Pela primeira vez usando o Android 7

O meu Samsung A5 2016 ofereceu o update e eu permiti. Não posso dizer que aprovei o resultado.

Problemas / O que não gostei

  • Aumentando sozinho o ajuste de brilho da tela. Mesmo com brilho automático desligado;
  • Já flagrei a lanterna ligando sozinha duas vezes. Sempre acontece depois que coloco o telefone no bolso. Isso além de esquentar o telefone drena a bateria;
  • Maldita economia de pixels! Eu detesto essas interfaces “clean”;
  • A carga da bateria foi consumida rapidamente de forma inesperada duas vezes. Uma quando estava usando Waze no carro. Ao chegar em casa o aparelho estava morto e eu não ouvira nenhuma mensagem de carga baixa. A outra foi ao ir dormir. Eu deixei o telefone com aproximadamente 23% de bateria e no dia seguinte estava morto de novo. Em condições normais o telefone deveria consumir não mais que 1% de bateria por hora durante a noite;
  • Várias operações agora requerem mais toques do que antes. Por exemplo, antes bastava eu abrir o menu superior para ver em que rede Wi-Fi eu estava conectado. Isso foi removido e agora eu preciso segurar o ícone do Wi-Fi para entrar nas configurações;
  • O Chamada Certa endoidou. Quase não consigo fazer uma ligação importante porque o CC identificava que meu contato tinha um número mais apropriado para o chip que eu estava usando e não me deixava ligar para o número que eu queria. Isso aconteceu apenas uma vez.

Os primeiros dois problemas talvez estejam ocorrendo porque agora é possível mexer em todo o menu superior sem desbloquear a tela. Eu acho que na versão anterior eu não podia fazer isso.

O que eu gostei

  • Agora a busca pelo nome da app é nativa;
  • Agora é possível buscar por um texto nas configurações.
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  • José Carneiro - 187 Comentários

    Jefferson, a lanterna ligar só pode estar relacionado a algum comando por gestos, o meu g4 tem alguns, uso muito o da lanterna e o da camera, um é ativado pelo balanço e o outro pelo giro do telefone.
    Em relação ao chamada certa, recomendo o plano controle + da tim, estou usando desde agosto e gostei muito, chamadas ilimitadas para qualquer telefone incluindo roaming nacional, 3Gb de internet sem descontar whatsapp por R$54,90. Não tem pegadinha e meu chip é de outro estado. Bom lembrar que eu não trabalho na TIM rrsrsrssrsrsr

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Eu pensei nos gestos mas se o problema for esse é palhaçada da Samsung, porque eu procurei configuração de gestos para isso e não achei.

      Eu não uso o Chamada Certa para ligar. Eu uso apenas porque ele periodicamente atualiza as operadoras dos números na agenda. Mas só quando foi instalado o Android 7 o Chamada Certa “deu as caras” na hora de ligar interferindo com minha capacidade de discar.

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  • VR5 - 291 Comentários

    Você usa Waze? Muita gente fala bem dele, mas minha esposa testou e logo no primeiro endereço que ela colocou mandou para um local errado Ou não encontrou, não me lembro agora). Minha irmã usa nos EUA (como boa parte da população lá) e eu uso aqui o original do Android, o Google Maps… perfeito (pelo menos para minhas necessidades…)!

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Eu uso Waze há anos. Se você não sabe para onde vai, nenhum aplicativo ou mapa vai ajudar. No mês passado eu mandei minha localização exata no mapa para uma visita pelo Whatsapp e mesmo assim ela foi parar em outro bairro a mais de 10km depois do meu. Ela disse que estava usando o Google Maps. Eu pedi para ver o telefone dela porque eu queria entender como algo assim poderia ter ocorrido, mas ela mudou de assunto.

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      • Snow_man - 142 Comentários

        aí, meu amigo, pode ter sido problema de BIOS da sua visita :D :lol:

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Cabo flexível Volcom: Selo do Inmetro falsificado?

Estávamos à procura de cabo para uma construção nova e no armazém aqui do bairro ofereceram à minha mãe essa marca, da qual eu nunca ouvira falar, por um preço razoavelmente mais baixo que os das marcas que conheço.

O problema é que eu não pude checar a idoneidade do fabricante, porque a única referência, o selo do Inmetro, estava convenientemente ilegível.

Não é estranho que toda a etiqueta esteja claramente legível mas o selo do Inmetro esteja borrado? No site do Inmetro é possível consultar o número de registro de um produto, que deveria estar visível bem no meio da imagem acima. Outra coisa “interessante” é que o número embaixo do código de barras não é um número de registro do Inmetro nem parece ser um código válido para o comércio brasileiro (não tem 13 dígitos nem começa com “789” ou “790”).

Para completar, não há qualquer referência a “VOLCOM” no registro do Inmetro.

Mandei devolver o produto.

 

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  • Marcio - 8 Comentários

    Acho que você fez bem em devolver.

    Já vi alguns cabos suspeitos, onde economizam no cobre e o cabo acaba tendo uma seção menor do que a anunciada, no seu caso por exemplo em vez de 2,5 o cabo tinha 2,0 por exemplo, isso é fácil de perceber pelo peso, nesse seu rolo ai tá dizendo que tem 2,7kg, 100m desse fio deveria ter perto de 3kg, a diferença não parece muita mas pode ser bem significativa na pratica.

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Mesmo que o peso estivesse certo eu não usaria porque existem outros problemas. O revestimento incorreto pode propagar chama e não ter resistência ao atrito na passagem do cabo, “desencapando” dentro da tubulação. E acredito que o cobre de má qualidade pode trazer outros problemas.

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  • Elder Teixeira - 3 Comentários

    Trabalhei no Ipem MG durante muito tempo, hoje os regulamentos foram revisados (na minha época só os cabos das normas NM 247 e NBR’s 13249 e 7288 tinham certificação compulsória, fui rever hoje e aumentou bastante o escopo, vide regulando anexo a Portaria Inmetro n.º 640/2012) , aparentemente essa norma desse cabo, NBR 11853, não tem certificação compulsória (numa googlada é um cabo para autos, o site da ABNT não está funcionando no meu celular agora) supondo que eu esteja certo, na minha época era o típico caso de uso irregular da marca do Inmetro, recolhia uma amostra para evidenciar a irregularidade é convidada o possuidor a destruir os selos do Inmetro, senão recolhia tudo. Sugiro verificar os documentos disponíveis em: http://www.inmetro.gov.br/legislacao/rtac/pdf/RTAC001938.pdf, http://www.inmetro.gov.br/qualidade/rtepac/compulsorios.asp e pesquisa no Google “procedimento fiscalização fios cabos site:inmetro.gov.br” , não encontrei os procedimentos de fiscalização atualizados, mas já vai dar pra ter uma ideia, ao invés desse mecanismo de pesquisa que você usou sugiro o link http://www.inmetro.gov.br/prodcert/produtos/busca.asp , era o que usávamos antigamente, nele dá pra pesquisar por empresa, certificado, produto, mas também não sei se isso está ativo.

    Abraço e parabéns pelo trabalho

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Nunca me passou pela cabeça encontrar em um armazém de materiais de construção um cabo para uso automotivo. Eu não sei o que dizem as normas (você participou dessa discussão), mas o fato de existirem normas diferentes mais o fato de que requerimentos automotivos são diferentes (para começar, 12VCC não é como 220VAC) me dizem que usar um cabo automotivo em uma residência são uma idéia ruim, ainda que esteja tudo certo com ele.

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Por dentro do Roteador Wi-Fi Siroco EVO-W301AR

Esse roteador foi assunto quente (171 comentários) no meu Buzz em 2011.

Oficialmente a alimentação é 9VDC x 0.85A.

Principais componentes:

  • O conversor DC-DC é um 34063 que suporta de 3 a 40V. Porém os capacitores na entrada (2 x 470uF) são de 16V o que só garante o uso seguro de até 9V.
  • Zentel A3S56D40FTP – Memória RAM DDR 256Mbit (32MB)
  • cFeon (antiga eon) EN25F32-100HIP – Memória flash serial de 32Mbit  (4MB)

Não há componentes no fundo.

 

Outro dia eu irei falar sobre a porta serial e firmwares. Mas vou adiantando que descobriram faz tempo que esse é um TP-Link TL-WR741ND v1 remarcado e é possível instalar DD-WRT, OpenWRT e Gorgoyle nele.

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  • Snow_man - 142 Comentários

    Jeff, não sou dos que curtem (ou entendem) de eletrônica, mas gosto desse tipo de postagem. Eu considero como bastante útil.

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Por dentro do DVR de 16 canais HDCVI Intelbras 1016 G2

Principais características:

  • Suporte a câmeras HDCVI, IP (apenas duas) e analógicas;
  • Suporte a 1HDD de até 8TB;
  • Alimentação 12V;
  • Acesso remoto facilitado pelo serviço de “cloud” da Intelbras, mas com suporte a acesso tradicional.

Pontos negativos

  • O formato compacto faz com que os conectores estejam muito próximos e seja muito difícil plugar e desplugar câmeras individuais, requerendo o que chamam por aí de “chave extratora de BNC”;
  • O DVR demora bastante a inicializar e muitas vezes você fica achando que pifou;
  • O LED frontal de rede apaga quando a rede está conectada e acende quando desconectada. Os outros dois LEDs estão acesos em condições normais de uso. Se você entender a lógica me avise porque eu não consigo;
  • Enche o saco dizendo que você precisa usar um HDD Western Digital Purple. Eu compreendo que um DVR abusa mais do HDD que uma aplicação normal em desktop e a série púrpura é específica para uso em DVRs mas eu ficaria menos incomodado se a Intelbras recomendasse também outros modelos, de outros fabricantes.

É importante frisar que 16 câmeras HDCVI 720p a 2Mbps cada demandam um fluxo constante de gravação de meros 32Mbps (4MB/s).  Um valor baixo até para um HDD USB2.0 (23-30MB/s) e risível para um HDD SATA relativamente moderno (60-100MB/s) então o problema não é desempenho.

As fotos tem qualidade e resolução limitadas porque eu só tinha o meu Samsung A5 disponível na hora.

Os quatro maiores chips, marcados DH9920A (“DH” provavelmente vem de “DAHUA”), são receptores HDCVI. A quantidade sugere que cada um lida com 4 câmeras. Note o footprint para um conector SATA extra, ao lado dele o footprint para um flat cable e dos dois lados conectores de propósito desconhecido de 6 e 18 pinos.

O chip de RAM no centro da foto, identificado como R04D6Y6M supostamente é DDR de 4Gb (512MB) . O firmware está no chip de 8 pinos U19/U18. Abaixo e à direita da RAM temos os conectores de 4 pinos J11 e J12 que podem ser uma porta serial.  Mais à direita, J13 possivelmente é para um cooler extra.

 

 

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Seu DVR pifou? Substitua por um com suporte a HDCVI, HDTVI ou AHD

As três são tecnologias digitais concorrentes que aproveitam o mesmo cabo usado nas câmeras analógicas para transportar áudio e vídeo com uma qualidade muito superior. E as câmeras não custam os olhos da cara: você pode comprar uma câmera que suporta as três tecnologias digitais e a analógica (4 em 1) como a Intelbras VHD 1010 G3 por a partir de R$80 no Mercado Livre. E a qualidade da imagem é impressionante. Em várias situações é difícil de distinguir de uma câmera IP.

Todos os DVRs digitais suportam também câmeras analógicas por isso a troca é praticamente plug-and-play e você pode  deixar para trocar câmeras apenas onde fizer diferença. Embora alguns modelos como os da Intelbras suportem apenas a tecnologia digital HDCVI, você pode encontrar vários modelos no mercado que suportam mais de uma.

A única “desvantagem” é que ao usar câmeras digitais você precisa de HDDs de maior capacidade. Um HDD de 1TB em DVR HDCVI de 16 canais da Intelbras só suporta uns cinco dias de gravação usando 16 câmeras de 720p VHD1010, que tem uma bitrate padrão de 2Mbps.

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  • Paulo - 21 Comentários

    Jefferson, uma curiosidade: quem usa essas câmeras de monitoramento, geralmente assiste aos vídeos todo dia pra ver se aconteceu alguma coisa e depois exclui pra liberar espaço? Ou só assiste se desconfia de que algo aconteceu?
    É que nunca lidei com isso. Imagino que sejam gerados arquivos avi ou mkv, fazendo com que o dono do estabelecimento tenha um trabalho diário de ver o(s) vídeo(s).
    Seria menos trabalhoso se o sistema gravasse só quando houvesse movimento de pessoas, o que encurtaria o tempo de gravação, em muitos casos.

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Jefferson, uma curiosidade: quem usa essas câmeras de monitoramento, geralmente assiste aos vídeos todo dia pra ver se aconteceu alguma coisa e depois exclui pra liberar espaço? Ou só assiste se desconfia de que algo aconteceu?

      Tem louco para tudo, mas normalmente a gravação só é vista quando se está procurando por algo.

      Imagino que sejam gerados arquivos avi ou mkv, fazendo com que o dono do estabelecimento tenha um trabalho diário de ver o(s) vídeo(s).

      Um DVR não usa “arquivos”. A filmagem é gravada em um grande stream no disco rígido. Quando o usuário precisa preservar uma cena aí sim esse stream é recortado e gravado em um pendrive na forma de um arquivo. O DVR automaticamente grava por cima do espaço já ocupado quando chega ao final do HDD.

      Seria menos trabalhoso se o sistema gravasse só quando houvesse movimento de pessoas, o que encurtaria o tempo de gravação, em muitos casos.

      Todos os DVRs tem gravação por detecção de movimento. Mas eu não confio nesse recurso. Ainda.

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Gente morre por menos que isso. Com certeza.

Isso aconteceu um ano atrás, em novembro de 2016.

A “ação” ocorre aos 3min33s. A altura era de aproximadamente 3,20m. O impacto foi praticamente todo no pulso direito e nas nádegas, mas mãos, pés e cotovelos também sentiram. Dezesseis radiografias depois chegaram à conclusão no hospital de que eu não tinha quebrado nenhum osso, mas nos dias seguintes eu tinha dificuldade para andar e não podia dirigir, passei mais alguns dias sem poder usar uma chave de fenda, semanas com dificuldade para dirigir, meses com o pulso sequer capaz de suportar meu peso e passado um ano ainda não estou 100% recuperado, mas tenho certeza de que eu e minha mãe, cuja mão poderia ter sido decepada, tivemos muita sorte.

A única explicação que consigo imaginar para o acidente é que as travas do segundo lance da escada não devem ter abraçado o degrau adjacente do primeiro lance, como deveriam. Eu pensara em usar a escada em algo muito, muito mais perigoso que isso e desisti por outra preocupação de segurança. Nem me passou pela cabeça que a escada poderia simplesmente descer sozinha, o que teria provocado um acidente espetacular se eu não tivesse desistido.

O vídeo original é muito mais amplo e de melhor qualidade, mas cortei o que não era essencial para preservar um mínimo de privacidade.

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  • Walter - 117 Comentários

    Você deu MUITA sorte. Mas MUITA sorte mesmo…

    No começo de agosto eu escorreguei em uma rampa de um pier e caí sobre a minha mão esquerda. Fratura total do rádio terminal, o tratamento conservador (redução e gesso) não resolveu e tive que me submeter a uma cirurgia com a colocação de dois fios de kirschner. Hoje ainda estou com os movimentos limitados e fazendo fisioterapia, e não tenho a garantia de recuperar 100% dos movimentos. Isso com um tombo besta, mas eu já havia caído há alguns anos atrás sobre a mesma mão, sem fratura, fiquei 15 dias com gesso, mas tenho certeza que esse primeiro episódio enfraqueceu de alguma forma o rádio.

    Dobre os cuidados para não voltar a cair.

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Acidentes como o seu são similares ao meu em um ponto: é difícil prever.

      O meu acidente supostamente ocorreu porque eu não sabia que havia a possibilidade do mecanismo de trava de uma escada profissional ficar em um estado “nem para cá, nem para lá”. Eu não sabia que apesar de ter ouvido o ruído da trava, tinha que conferir. Agora eu sei disso, mas a quantidade de coisas que eu não sei vai continuar sendo muito superior a quantidade de coisas que sei. Se eu tivesse subido com o cinto paraquedista (e eu tenho um) o acidente poderia ter sido pior.

      A descrição do seu acidente sugere uma daquelas quedas que acontecem “do nada” ou de uma falha de julgamento de um segundo. Eu já levei umas quatro quedas desse tipo sendo a mais recente uma semana depois que caí da escada. A casa estava em reforma e tínhamos acabado de trocar o piso do banheiro. Eu estava lavando o chão do mesmo e consegui algo duplamente inédito para mim: dar uma rasteira em mim mesmo e cair no banheiro. Conforme determina Murphy a única mão que eu podia usar para deter a queda era justamente a mão que eu machucara uma semana antes. Fiquei estendido no chão do banheiro, segurando meu pulso e pensando em muitas coisas menos na “graça” da situação. A minha falha de julgamento foi ficar de um pé só no piso molhado enquanto usava o outro como rodo, amplificada pelo piso novo, bonito, que não tolera esse tipo de erro. Notar que essa parte do banheiro normalmente não fica molhada e só estava cheia de água porque eu estava removendo a sujeira deixada pelo pedreiro.

      Outra queda, mais parecida com a sua, ocorreu quando o amigo !3runo (aquele dos firmwares do DVP642) que é da Paraíba me pediu um favor que envolvia ir à sede da Sudene aqui em Recife. O prédio, mal conservado, estava com áreas escorregadias no pátio. Por sorte o “preço” foi só uma bunda dolorida por algum tempo.

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      • Walter - 117 Comentários

        Já li em algum lugar que os acidentes domésticos mais frequentes acontecem no banheiro. E é uma situação de extremo risco, uma vez que todo mundo preserva a privacidade nesse cômodo. O socorro pode demorar para chegar. E quedas bobas como essa vão se tornando mais perigosas com a idade e alguma condições físicas (sobrepeso, diabetes, dieta inadequada, etc).

        Meu sogro, que tem 78 anos e saúde debilitada, quebrou o pé em uma queda no banheiro do hospital, quando estava internado para tratamento cardíaco. Quando ele estava quase recuperado, sofreu outra queda em casa, e quebrou os dedos do pé.

        É claro que são imprevistos, mas a gente tem que tentar cada vez mais eliminar os fatores de risco para evitar esse tipo de coisa. No meu caso, uma queda anterior deve ter enfraquecido o rádio, e eu fui muito imprudente ao andar naquela rampa, o limo era visível no chão. Meu peso de 105kg e meus quase 50 anos devem ter contribuído também.

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  • Luciano - 337 Comentários

    Bem… você deve se lembrar que a uns 6 anos eu fiquei de molho em casa, com o pé engessado por um acidente bem similar. No eu caso foi uma grade de madeira que fechava a entrada para o acesso ao forro (lage), a porcaria ao ser encaixada no suporte, escapou e caiu, eu no reflexo natural de desviar, dei um giro em cima da escada. Resultado? cerca de 80 quilos caindo de 2 metros de altura em pé, com o peso todo sobre o pé esquerdo. No cair torci o pé e quebrei a pontinha (uma fratura de uns 2cm) da tíbia.. esqueci o nome daquele ponto, mas é uma pontinha minúscula. E como doeu… nem gosto de lembrar. Então, com escadas, todo cuidado é muito pouco.

    Quando fiz a elétrica e o telhado da oficina, fui um tal de duplo e triplo check de escada que não teve tamanho. Mas pelo menos correu tudo bem.

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  • Diogo - 8 Comentários

    Nunca pensei que essas escadas poderiam se soltar desse jeito. Vou levar esse assunto pro DDS da empresa, nós usamos muito esse tipo de escada.

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  • Ygor Almeida - 117 Comentários

    Caraca…
    E eu pensando que meu acidente foi feio.

    Sempre tive pra mim que os idosos eram os maiores na questão risco e consequências. Já descobri que não.

    Em junho desse ano uma queda no banheiro ( sai do banho e escorreguei no tapete) abri um espacate o que rendeu o rompimento da musculatura da coxa esquerda.

    Segundo médico rasguei o músculo internamente, numa escala de 1 a 5 (sendo 5 o pior) o meu foi 5. Isso rendeu uma bela infecção consequência de uma diabetes que desconhecia. 1 semana internado gastos enormes não previstos. Fiquei sem andar em consequência do estrago. Fiz uma micro cirurgia no local pra retirar o hematoma enorme que se formou na musculatura abaixo do glúteo.

    Isso fez com que ficasse de cama de maio até setembro com movimento restrito. Berrava de dor. Agora fiz fisioterapia pra recuperar estou bem melhor. Mas ainda tenho dores e várias outras coisas.

    Ainda tem a questão da diabetes que descobri… Tratamento em andamento. E lógico pra quem está parado a quase 2 anos sem a carteira assinada… Na semana que me ferrei perdi o emprego que tanto aguardava o rh até tentou me ajudar mas não existia a menor possibilidade de fazer exame médico pra entrar estava de cama completamente.

    Esse ano que já quase acabou… Acabou comigo. Agora são 2 anos desempregado. Com baixo índice de trabalhos e muitas contas. Afinal pagar fisioterapia ultrassom e outras coisas. Foram 67 dias de antibiótico de 6 em 6 horas. 2 tipos…

    Conselho não tenho mais tapete. Não tomo banho com banheiro trancado e agora tenho faixas anti-derrapantes uma barra no banheiro pra ajudar a apoiar.

    E só 33 anos… Acho que se eu fosse mais velho ia ser bem pior.

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    • Walter - 117 Comentários

      Lamento pelo seu acidente, foi bem feio mesmo. Como eu disse, a maior parte dos acidentes domésticos graves acontece no banheiro. Se você tivesse mais idade, provavelmente estaria de cama até agora.

      Boa recuperação e não desanime, logo encontra um trabalho.

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Acho que se eu fosse mais velho ia ser bem pior.

      Provavelmente. Principalmente para os sedentários.

      A mãe idosa de uma cliente minha caiu no banheiro. Era uma senhora ativa, que usava um computador para fazer traduções para ganhar um dinheiro extra. Passou uns dez anos na cama, dependendo de enfermeira 24h, até morrer. Além de ter perdido o resto de vida que ainda tinha, virou a vida das filhas do avesso por uma década.

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  • Jorge Mendonça - 26 Comentários

    Em casa coloquei piso poroso no banheiro para não escorregar ou pelo menos reduzir ao máximo o risco. Cerâmica lisa é um perigo enorme.

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    • Luiz Roberto Ligiera Jr - 3 Comentários

      Caraca Jefferson, que bom que não foi mais grave!

      Algumas escadas dessas não possuem uma corda para destravar o que também serve de trava de segurança quando bem amarrada na própria escada?

      Ou no caso da sua é diferente?

      Eu tenho uma dobrável, mas confesso que toda vez que subo nela penso nas travas…

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  • Snow_man - 142 Comentários

    Caramba, que perigo!
    Deus é muito bom, pelas imagens, poderia ter sido sim muito pior.

    Que sirva a experiência para todos.

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Escolher uma senha forte para o email não é só para proteger a conversa

Eu admito: algumas vezes eu acho que uma conta de email é tão “irrelevante” que não me preocupo com criar uma senha complicada para ela, mas pela segunda vez eu me arrependi por ter feito isso. Spammers estão sempre tentando descobrir a senha de contas reais porque isso aumenta as suas chances de passar pelos filtros de spam. Em teoria você deveria ser capaz de perceber rapidamente o problema por causa dos inevitáveis “bounces” caindo na conta, mas os dois casos que me morderam foram contas que abri para clientes e o problema é que os bounces são quase sempre em inglês e os clientes tendem a ignorá-los.

Assim acaba ocorrendo o problema com o qual me deparei hoje: desde o dia 10 a conta havia sido comprometida e estava recebendo bounces mas o cliente só me informou hoje, quando o número de bounces tinha chegado a centenas por dia, o provedor de email já estava bloqueando o envio de mensagens legítimas de toda a empresa porque o spammer estava enviando mais de 500 mensagens por hora e provavelmente essa conta já havia sido marcada como a conta de um spammer por centenas de filtros pelo mundo todo.

Lição aprendida: sempre usar uma senha complexa mesmo em contas de pouquíssima importância. A senha tinha 9 caracteres, sendo cinco letras e quatro números, mas ainda assim era fácil de adivinhar.

 

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E não é que é possível mesmo dividir uma bala em movimento com uma espada?

Eu achava que isso era puro exagero dos filmes de ação retratando guerreiros japoneses até ver por acaso um episódio de Iron & Fire (A Ferro e Fogo) no canal H2 onde os participantes tinham que forjar espadas. Um dos testes de dureza usado no reality show consiste justamente de prender a espada firmemente em um torno e disparar uma bala cuidadosamente mirada por laser no fio da lâmina. A explicação é que uma espada mal forjada pode sofrer um dano no fio ou até se despedaçar, mas eu imagino que o teste seja feito especificamente assim pelo efeito “UAU”.

Todas as espadas passaram no teste dividindo a bala em pedaços. Uma delas praticamente nem foi riscada pela bala!

E você nem precisa de uma espada para isso. Dá para dividir uma bala com uma faca!

Então eu pensei “Ahhh, mas um espadachim não teria a velocidade para fazer isso”. Aparentemente errei de novo, como mostra o vídeo abaixo.

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  • Luciano - 337 Comentários

    Bem… a minha pergunta seria, quantas CENTENAS de vezes eles precisaram repetir a cena para o samurai moderno corta o projetil ao meio.

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Eu pensei algo similar quando vi a cena, até mesmo porque ele só faz uma vez. Por isso eu disse “aparentemente” no texto. Tem gente que faz qualquer coisa por cliques e esse truque de tentar dezenas de vezes e só mostrar a cena onde deu certo é velho.

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Mas… uma espada pode comprovadamente cortar uma bala. E foi pensando nisso que escrevi o texto.

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  • maximusgambiarra - 21 Comentários

    Eu, que nem sou capaz de rebater uma bolinha com um taco, achei muito interessante a técnica de apontar a arma com um laser colocado na ponta do cano. “Seus problemas acabaram!”
    Agora, interessante mesmo é descobrir porque a “doutora” escolhida para testemunhar a peripécia do samurai é uma autora de livros de psicologia.

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Adorei Valerian and the City of a Thousand Planets

Depois de ver uma ou outra reportagem dizendo que o filme tinha sido um fracasso ou “desapontamento” de bilheteria e constatar as baixas pontuações no Rotten Tomatoes (49%) e IMDB (6.6) eu cheguei a achar que Luc Besson dessa vez tivesse desapontado mesmo. Mas que nada! O filme é um espetáculo visual e divertido. O enredo pode ser fraco e se gasta mais tempo exibindo efeitos visuais do que desenvolvendo personagens mas o balanço ainda assim é positivo. No início eu achei que não ia gostar dos dois atores principais mas acabei adorando tanto isoladamente quanto a interação entre eles. Dou no mínimo nota 8.

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  • VR5 - 291 Comentários

    Uma as partes mais espetaculares (na minha opinião) foi o início, mostrando o desenvolvimento de Alpha (ou “City of a Thousand Planets”) ao som de Space Oddity, de David Bowie… sem falar que a Cara Delevingne é uma gata! :)

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  • VR5 - 291 Comentários

    Estava pensando: você que gosta de listar os “furos” (ou as coisas mais, digamos, “forçadas”) dos filmes se esqueceu (ou relevou) uma coisa: quando Valerian começa uma perseguição aos raptores do comandante ele literalmente “atravessou” várias paredes e ecossistemas, incluindo um gasoso, um aquático, etc. para no final até ir até parar o vácuo do espeço. Já pensou o prejuízo e até o dano que isso poderia causar (até matando espécies) para a estação Alpha? E no final, quando a nave dos Pearls literalmente destrói uma parede e se lança ao espaço? Como o ambiente que ficou para trás estava hermeticamente fechado? Só estou falando isso porque sei que você é bastante (um termo aqui da minha terra RS) “cri-cri” com esses “detalhes”… :-P

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      ele literalmente “atravessou” várias paredes e ecossistemas, incluindo um gasoso, um aquático, etc. para no final até ir até parar o vácuo do espaço. Já pensou o prejuízo e até o dano que isso poderia causar (até matando espécies) para a estação Alpha?

      Quando ele atravessou a parede do mundo aquático eu pensei: “pode isso?”.

      para no final até ir até parar o vácuo do espaço.

      Você notou que ele fica em queda livre quando perfura a última parede e sai no espaço?

      E no final, quando a nave dos Pearls literalmente destrói uma parede e se lança ao espaço?

      “Uma” parede? Supostamente os Pearls estava escondidos bem no meio de Alpha. Se o filme fosse mais sério isso teria dado perda total na estação.

      “cri-cri” com esses “detalhes”… :-P

      E olha que eu noto pouca coisa. Eu costumava olhar a seção “goofs” do IMDB e me espantar com a quantidade de coisas que eu não notara. O engraçado é que eu aparentemente fiquei mais atento justamente depois de começar a ler sobre os erros.

      Tem também algumas coisas do filme que até podem ter explicação, mas o diretor não ofereceu nenhuma até agora:

      1) Por que Laureline precisou entrar no Big Market por outro caminho, em vez de entrar junto com Valerian?

      2) Por que Valerian não desativou imediatamente sua transmatter box ao recuperar o conversor e a pérola? Ele teria deixado a dimensão do Big Market e saído tranqüilamente do mesmo jeito que Laureline.

      3) Por que os Pearls fugiram com o comandante pelo lado de fora da estação Alpha, em uma nave, se o refúgio deles era no interior da estação?

      4) Por que as unidades K-Tron foram tão facilmente eliminadas? Durante o filme foi se construindo um suspense em torno delas que me fez pensar que elas eram muito mais formidáveis. A bomba atômica era um “traco de massa”.

      5) Por que os Pearl contrataram um bandido para roubar o conversor? Não era evidente que qualquer um que roubasse algo tão extraordinário capaz de duplicar riqueza não iria querer se desfazer dele? Isso só funcionaria se o conversor só pudesse ser ativado por um Pearl, mas não foi isso que o filme mostrou.

      6) Por que a raça de Bubble não tinha um papel muito melhor (ou assustador) na sociedade, como espiões ou algo assim?

      7) No início eu não entendi o que danado significava o “U” ter que estar verde. Mas depois de assistir pela segunda vez eu entendi que os portais indicavam as áreas do Big Market que eram seguras para cada raça. Mas ainda acho que o roteiro poderia ter deixado isso mais claro.

      Isso é o que eu me lembro agora. Se eu puxar mais da memória vem mais coisas.

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Mais uma:

      Não é esclarecido o que aconteceu com as supostas várias unidades enviadas para lidar com a ameaça no centro de Alpha que nunca voltaram. Ficou estabelecido que os Pearl não matavam ninguém, então… o comandante conseguiu convencer todo mundo que dúzias de soldados que nunca existiram sumiram?

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Acabei esquecendo de responder a primeira parte de sua “questão”.

      Estava pensando: você que gosta de listar os “furos” (ou as coisas mais, digamos, “forçadas”) dos filmes se esqueceu (ou relevou) uma coisa:

      Eu relevei. Eu adorei o filme apesar de ter visto todos esse problemas já enquanto assistia pela primeira vez. Tem gente que trata tudo que gosta como “divino” (se você apontar um problema ou defeito a pessoa age como se fosse uma agressão) mas eu não sou assim. Eu aprecio as coisas mesmo com um olho nos defeitos. Quando eu insisto que algo não é um defeito eu apresento argumentos nos quais realmente acredito.

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Mais uma: em perseguição á nave dos Pearls Valerian dispara contra eles em áreas densamente ocupadas e, pior ainda, dentro da estação. Isso só não seria um problema com munição inteligente que se torne inócua ao não atingir o alvo pré determinado, mas munição assim inteligente iria atrás do alvo, não?

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Mais uma: supostamente a raça dos Pearl só existia naquele planeta. De onde veio aquele último conversor Mul? Acharam vagando pelo espaço?

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  • Jefferson - 5.093 Comentários

    ahhh… e um dois maiores WTF! está no fato dos Pearl terem sobrevivido à destruição do planeta inteiro protegidos dentro de uma nave humana semi-destruída.

    Além de terem um cérebro privilegiado (isso o roteiro lembrou de esclarecer) eles devem ser quase indestrutíveis e mágicos, para estender a invulnerabilidade deles à nave humana.

    E ainda tem o fato da quantidade deles parecer ser muito maior do que o número que entrou na nave. Apesar de terem se passado “apenas” 30 anos se imediatamente eles tomaram a decisão “make babies!” e parte dos sobreviventes são filhos dos originais isso até pode colar. Mas o roteiro deveria ter explorado isso.

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  • VR5 - 291 Comentários

    Fiquei matutando depois: pena que o conceito da estação Alpha (desconheço se ela realmente existe no universo dos quadrinhos Valerian) foi concebida apenas para esse filme: imagine realizar uma série explorando todos os ecossistemas e todas as raças existentes ali e suas relações… uma espécie de “Babylon 5” muitas vezes maior e mais complexa… se fosse feito com a seriedade necessária e ainda usando os efeitos apresentados no filme seria uma verdadeira obra-prima da ficção científica! :)

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Eles ainda podem explorar isso em outros filmes ou em uma série. O único problema é a dificuldade para encontrar financiamento quando o filme “fracassa”, mas dependendo do custo a Netflix é perfeita para financiar isso, porque o modelo de negócio dela não se preocupa com conceitos tradicionais de “popularidade”.

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  • Jefferson - 5.093 Comentários

    Além dos personagens principais eu gostei da unidade militar que os recebeu no planeta do Big Market. Se houver uma continuação seria bom ver eles de novo, o que é possível já que a “morte” deles só ficou implícita. O filme ode começar com o resgate do sargento Cooper.

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Como descobrir a senha de um banco de dados ACCESS (.mdb)

Não há muito o que escrever sobre isso. Basta usar mais um utilitário da Nirsoft: Access Passview.

Limitações conhecidas:

  • Em arquivos ACCESS 2000/XP não consegue recuperar senhas que tenham mais de 18 caracteres;
  • Mostra apenas a senha principal do banco de dados. Não consegue exibir senhas de usuário.

Com ele fui capaz de descobrir a senha do banco de dados do programa Cobrança Itaú (SISCOB) 4.08: ITAUBANCO e assim visualizar as tabelas.

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  • Snow_man - 142 Comentários

    Quem não adora os materiais da Nirsoft? :D

    obs: estava sem comentar esses dias por conta de trabalho, mas sempre visitando o blog.

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E isso porque eu nunca quis estar lá

Eu acho que não é todo mundo que saí do exército com um desses na mão:

E levando em conta que eu estava lá contra a minha vontade, que eu dizia isso para todo mundo que me perguntasse incluindo meus superiores e que para mim era um castigo por ter sido tolo, fiquei surpreso ao receber isso junto com o certificado de reservista ao finalmente conseguir minha liberdade de volta.

O documento evidentemente foi editado onde eu achei importante para preservar minha privacidade e a de outros envolvidos.

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  • Mezzenga - 2 Comentários

    Também tenho um desses! Concordo que não é comum, só eu e mais um receberam um desses.

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Switch gerenciável Gigabit de 8 portas por R$140? 16 portas por R$300?

Depende de como você define “gerenciável”.

Eu notei isso meses atrás ao olhar anúncios no mercado livre. Um monte de vendedores anunciando switches gigabit “gerenciáveis” por a partir de R$140. Pensei “nossa… como o preço caiu”, mas não dei maior atenção.

Ontem, como o assunto de outro post mencionou o protocolo STP, que supostamente é considerado “default” em switches gerenciáveis eu fui dar uma olhada nos manuais dos switches anunciados para checar isso. Acabei descobrindo que a maior parte do que que está sendo anunciado como “gerenciável” no ML não é definido assim nem pelo fabricante.

Você pode checar isso facilmente até visitando o site brasileiro (não precisa saber inglês) da TP-LINK. O que a empresa fez foi acrescentar uma série de opções de configuração a seus switches gigabit e denominou essa linha de “Easy Smart Switches“. Uma linha que custa quase o dobro do preço é chamada de “Smart Switches” e tem recursos bem semelhantes aos de um switch gerenciável. Os “Switches Gerenciáveis” mesmo são uma linha ainda mais cara, que só pela diferença nos tamanhos dos manuais você já percebe que tem muito mais funcionalidade mesmo.

Exemplo:

Não é uma diferença pequena.

Não quer dizer que esses “easy smart switches” não sejam úteis. Estas são as principais funcionalidades que eles agregam, segundo o manual:

  • Definição de VLANs – O que permite isolar os clientes, aumentando a segurança em certas aplicações;
  • QoS;
  • Controle de Banda;
  • Teste de cabos – Indicando a quantos metros se encontra o problema;
  • Detecção de loop – Para evitar tempestades de pacotes;
  • Monitoramento – Você pode acompanhar em tempo real o uso de banda de cada porta;
  • Espelhamento de portas – Útil para debugar/auditar a comunicação de uma das portas usando o wireshark, por exemplo. O que normalmente não é possível com um switch qualquer.

Funções que já fazem o switch ser bem mais útil que um switch burro em uma empresa. O problema é anunciar como “gerenciável”, que é um termo já atribuído a outra classe de switches. E se o preço vale a pena quando comparado com o de um gerenciável “de verdade”, porque este tem tudo isso ai e muito mais.

Voltando ao assunto do protocolo STP, os “easy smart switches” da TP-LINK nem mencionam isso no manual. Existe uma proteção contra loop chamada “storm control” mas sua descrição parece significativamente diferente do esperado.

Já o manual do modelo de 8 portas da linha smart declara suporte a STP, chama especificamente a detecção de loop de “Loopback Detection” e sua descrição se parece mais com o que se espera disso. O mesmo switch incorpora o tal “storm control” como outro recurso, que precisa ser coordenado com “Loopback Detection”. E o recurso BPDU Guard também está presente com o nome de “BPDU Protect”. Só que este switch, caros leitores, custa a partir de R$240. Por apenas 8 portas. O modelo de 8 portas que é “gerenciável mesmo” custa a partir de R$370.

Em resumo, a TP-LINK fabrica switches gerenciáveis mas eles não custam nem perto de R$140. E os vendedores ou são ignorantes (plausível) ou simplesmente desonestos.

E ainda há outra armadilha que você precisa conhecer, mas esta é culpa da TP-LINK.

Hoje a lista de Smart Switches no site brasileiro da TP-LINK tem estes 11 modelos:

A lista no site global tem esses 12 switches e mais estes 7 modelos, chamados de “Web Smart”, que a julgar pelos manuais deveriam estar na lista “Easy Smart” porque sequer tem suporte a STP e aparentemente não tem interface por linha de comando (CLI). Os cinco primeiros compartilham este manual e os dois últimos compartilham este.

  • TL-SG2109WEB – 8-Port Gigabit Web Smart Switch with 1 SFP Slot
  • TL-SL2210WEB – 8-Port 10/100Mbps + 2-Port Gigabit Web Smart Switch
  • TL-SL2218WEB – 16-Port 10/100Mbps + 2-Port Gigabit Web Smart Switch
  • TL-SL2428WEB – 24-Port 10/100Mbps + 4-Port Gigabit Web Smart Switch
  • TL-SL2452WEB – 48-Port 10/100Mbps + 4-Port Gigabit Web Smart Switch
  • TL-SG2224WEB  – 24-Port Gigabit Web Smart Switch with 2 Combo SFP Slots
  • TL-SG2216WEB  – 16-Port Gigabit Web Smart Switch with 2 Combo SFP Slots

A TP-LINK não esclarece em lugar algum qual a diferença, mas só pela comparação do número de páginas do manual do TL-SL2210 (157) mais as do do seu guia da referência da CLI (179)  com o manual do TL-SL2210WEB (75) já fica evidente que a série “Web Smart” é uma versão “capada” da série “Smart” de switches. É preciso tomar cuidado porque esses “Web Smart” apesar de aparecerem apenas no site global também estão à venda no Brasil. É possível que a diferença seja apenas na ausência de uma CLI e se for somente isso, o web smart pode ser uma alternativa atraente, mas a diferença de preços nos anúncios no ML não faz sentido. É preciso ficar atento.

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  • Jefferson - 5.093 Comentários

    AVISO: Se você leu este post antes das 13h40 do domingo por favor releia. Eu publiquei com sérios erros por ter seguido um link errado e levei uma meia hora para notar.

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  • Jefferson - 5.093 Comentários

    E há ainda outro problema: nem sempre o switch anunciado como “gigabit” tem todas as portas gigabit. Muitos switches “gigabit” tem apenas uma ou duas portas desse tipo, para você usar como porta uplink, e o resto é 10/100. Mas aí não é exatamente culpa do vendedor porque o fabricante também chama assim.

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  • Jefferson - 5.093 Comentários

    Errata: eu havia mencionado que a linha “Easy Smart” tinha definição de uma tabela de MAC estática. Eu devia estar olhando outro manual quando li isso porque eles não tem.

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Como transformar um roteador wireless (Wi-Fi) em Access Point (ou switch)

Isso, claro, se o firmware do seu roteador já não tiver um modo “AP” ou “bridge”.

Eu já havia falado sobre isso no Buzz em 2011, mas como o método que uso hoje é ligeiramente diferente e o título do post é sobre outro assunto, decidi fazer um novo post.

  • Dentro da faixa de IPs da sua rede, escolha um IP fixo para atribuir ao roteador, fora da faixa do seu pool DHCP. Anote esse endereço em algum lugar. Eu mantenho uma lista de meus IPs fixos em um arquivo texto, mas também colo uma etiqueta com o endereço e as credenciais de acesso;
  • Conecte-se ao roteador por um cabo em qualquer porta LAN;
  • No setup do roteador, desligue o servidor DHCP. Não reinicie ainda;
  • Atribua ao roteador o endereço IP que você escolheu para ele;
  • Conecte o cabo que você normalmente conectaria à porta WAN a uma porta qualquer “LAN” do roteador;
  • Salve, reinicie e certifique-se de que você obteve um endereço IP na faixa normal da sua rede e é capaz de conectar ao roteador usando agora o endereço IP que você atribuiu;
  • Feche a porta WAN com fita adesiva, para que ninguém tente usá-la de novo por engano (não vai funcionar);
  • Normalmente eu também escrevo na etiqueta no roteador “DHCP: OFF” para me lembrar disso.

Colocar o roteador com um IP fixo dentro da sua faixa IP, ao contrário do que eu sugeria fazer antes, permite que você facilmente, sem mudar o IP da sua máquina, possa gerenciar o roteador. Isso é útil mesmo quando o roteador está funcionando como switch porque você tem acesso à lista de dispositivos conectados via Wi-Fi e às whitelists e blacklists.

Mas se você prefere que curiosos na sua rede sequer consigam ver esses aparelhos em uma varredura, o método que expliquei antes favorece isso. Eu não conheço nenhum método automatizado simples de varrer todos as possíveis faixas de endereçamento IP privado à procura de um dispositivo. Não significa que não exista.

 

 

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Um cabo ligado errado pode derrubar toda a sua rede (e te deixar maluco)

Era para eu ter escrito sobre isso desde que escrevi meu texto sobre uma das vulnerabilidades do Wi-Fi. E como estou baixando o sarrafo no Wi-Fi esta semana acho justo lembrar que cuidar de redes cabeadas, principalmente grandes, não é nenhum “melzinho na chupeta”.

O fenômeno é chamado de “tempestade de pacotes” ou “tempestade de broadcast” (broadcast storm) e ocorre quando acidentalmente (ou propositalmente) as duas pontas de um mesmo cabo de rede  são ligadas ao mesmo segmento de rede. Geralmente, no mesmo switch.

Imagine que você está no rack tentando diagnosticar um problema menor na rede e desconecta um ou mais cabos do switch e depois de religá-los um novo problema surge, ainda pior. De toda parte da empresa começam a chegar recados de que tudo (internet, email, sistema comercial, câmeras IP, etc) parou e ninguém consegue usar a rede. O seu primeiro impulso é achar que você desconectou algo mas tudo parece estar como deveria. Você procura por uma luz apagada mas todas estão acesas. Acesas até demais!

Isso porque ao reconectar os cabos você não percebeu que conectou um a mais, a ponta solta de um cabo cuja outra ponta já estava conectada ao switch. Isso cria um “loop” no equipamento e o efeito é quase imediato. Quando o switch recebe o primeiro pacote de dados para broadcast vindo de qualquer um dos dispositivos ligados a ele, encaminha para todas as outras portas, como de costume; mas como existe um loop esse encaminhamento volta por outra porta como se fosse um pacote de broadcast novo e é novamente retransmitido para todas as portas, que volta pelo loop e assim continua até esgotar toda a capacidade de processamento do switch.

Pior que isso: a tempestade se propaga para todos os switches no mesmo segmento de rede (o mesmo “domínio de broadcast”) paralisando todos eles em segundos.

Às vezes você pode notar que se trata disso pelo padrão frenético de piscadas de todos os LEDs do switch, mas nem sempre.

Acha improvável isso acontecer? Pois aconteceu comigo e até hoje eu não sei como, em um rack onde supostamente somente eu mexo, a outra ponta do cabo podia estar numa posição tal que me permitiu fazer a confusão. Já quando você está lidando com switches que são ligados de qualquer maneira em cima da mesa ou até pelo chão criar um loop acidental é muuuuito mais fácil de acontecer. Por sorte, só fiz isso uma vez também, até porque nesse caso eu geralmente tomo o cuidado de olhar para onde o cabo vai antes de plugá-lo no switch (algo muito difícil de checar em um rack). No total eu já “levei um banho” em duas tempestades criadas por mim.

Quando você reconhece os sintomas e percebe que foi você que provocou é fácil resolver. Basta respirar fundo e refazer as conexões no switch onde você está/estava mexendo. Problema mesmo é quando isso foi feito acidentalmente ou propositalmente em outro lugar da rede e você não faz idéia de onde. Se proposital é pior ainda porque pode ter sido feito em mais de um lugar e se você não estiver preparado para isso vai levar um loooongo tempo quebrando a cabeça, porque você solta um cabo que vai a um local sabotado e o problema não desaparece porque existe outro local sabotado, aí você recoloca o cabo e repete o procedimento com os outros cabos mas usando esse método de teste não vai achar nunca. E torça para o sabotador não ter a capacidade de se mover pela rede sem ser notado e não ser uma conspiração, tirando e colocando loops.

Switches gerenciáveis supostamente ajudam nessa tarefa, mas nenhum de meus clientes usa por isso não tenho experiência com eles.

Em teoria, até switches não gerenciáveis poderiam ter pelo menos uma sinalização do tipo “está havendo uma tempestade aqui”. Por exemplo, este switch vagabundérrimo da Encore é baseado no chip Realtek RTL9308SB cujo datasheet informa que existe uma função opcional de detecção de loop com um LED para indicar sua existência. Mas isso não é implementado pelo fabricante do switch. E esse desinteresse em implementar uma função disponível também ocorre nos switches grandes, mais caros. Este switch de rack é baseado no chip Realtek RTL8324, cujo datasheet informa que existe uma função para isso (não menciona ser opcional) que pode acender um LED ou informar um dispositivo de controle. Também não foi implementado pelo fabricante.

Ao responsável pela rede resta torcer para que nunca aconteça e estar preparado com uma estratégia para quando acontecer.

 

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  • Walter - 117 Comentários

    Se as duas pontas dos cabos estiverem bem identificadas não ajuda a detectar o problema mais rapidamente? Cores diferentes para cada ponta, por exemplo.

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Sim, poderia evitar os acidentes. Mas não existe uma identificação desse tipo no padrão ethernet (esse é o maior empecilho para que dê certo)e você pode fazer isso no rack que você montou mas não pode esperar isso nos outros. E requer disciplina de todo mundo que mexe na rede.

      De qualquer forma, não é uma má idéia.

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      • Luciano - 337 Comentários

        Cores não, mas anilhas podem ser de grande ajuda neste caso! Ou algo que eu faço aqui e já vi em muitas redes de alto padrão. Um papelzinho impresso com o numero do ponto e com espaguete termo-retrátil transparente por cima.

        No caso de um switch grande, ainda vi que colocam etiquetas nas portas, pra identificar cada cabo onde vai, uma mera formalidade, mas que pode facilitar nessa hora, basta olhar se a etiqueta do cabo corresponde a que está na porta, se não estiver, significa que alguém mexeu ali.

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        • Walter - 117 Comentários

          As redes com as quais eu já trabalhei nunca foram muito grandes, mas eu sempre fiz isso, colocar uma etiqueta em cada ponta. E também faço isso no cabeamento de som do meu HT. E olha que eu nem sou técnico.

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  • Jefferson - 5.093 Comentários

    Outro cenário que vale a pena ter em mente: na minha rede, cinco segundos depois de criar um loop em um switch eu já não tenho mais imagem de nenhuma das minhas câmeras IP. Para alguém que já está dentro da propriedade desejando fazer um malfeito, colocar um loop em um switch é muito mais eficiente do que danificar o mesmo switch.

    É um ponto contra os NVRs e a favor dos DVRs. Claro, dificultar ao máximo o acesso a todos os switches minimiza (mas não elimina) o problema.

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  • Jefferson - 5.093 Comentários

    Eu acabei esquecendo do motivo que me fez lembrar de escrever este post. Roteadores Wi-Fi levam uma vantagem sobre APs nesse caso porque as tempestades são naturalmente limitadas aos respectivos domínios de broadcast e WAN e LAN estão em domínios diferentes (broadcasts não são propagados pela porta WAN). Dividir a rede em segmentos assim ajuda a minimizar os efeitos dessa ocorrência porque o loop colocado no switch de um roteador só paralisa todos os dispositivos ligados a ele.

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  • Jefferson - 5.093 Comentários

    Como eu disse no post, não tenho experiência com switches gerenciáveis, mas isso é o que conheço da teoria:

    Praticamente todos os os switches gerenciáveis hoje suportam um protocolo chamado Spanning Tree Protocol (STP) que permite que switches sejam instalados de forma a permitir redundância (isto é, se um switch falha, automaticamente o tráfego vai por outro), o que não pode ser feito com switches comuns porque causa loops. E uma função natural do STP é justamente a detecção de loops. Assim que uma porta no switch é ativada (quado você pluga algo nela), antes dela ser conectada às outras é verificada a existência de loops e se isso for detectado a porta permanece desabilitada

    Mas STP só detecta um loop no mesmo switch. Existe um outro problema que é você ligar um switch burro a um gerenciável e criar um loop no burro. A tempestade não vai ser detectada como um loop pelo switch gerenciável porque vai afetar apenas uma porta deste mas vai inundar a rede assim mesmo. Como mesmo em uma rede 100% composta de switches gerenciáveis um usuário qualquer pode trazer um switch burro e criar um loop (acidentalmente ou não) é requerida outra proteção chamada “BPDU guard” que não estou certo que todo switch gerenciável suporte. Essa proteção consegue distinguir uma tempestade enviando pacotes especiais em todas as portas e se o pacote voltar pela mesma porta por onde foi enviado é porque há um loop mais à frente e esta porta é desabilitada.

    STP faz com que o switch demore um pouco a ativar cada porta, por isso muitos administradores de rede, sem saber para que serve, deasabilitam a função e ficam vulneráveis a loops mesmo usando switches gerenciáveis.

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Essa proteção consegue distinguir uma tempestade enviando pacotes especiais em todas as portas e se o pacote voltar pela mesma porta por onde foi enviado é porque há um loop mais à frente e esta porta é desabilitada.

      Isso não está inteiramente correto. Frames BPDU são usados na operação normal do STP para comunicação entre switches e todas as portas que sabidamente não foram conectadas a outros switches gerenciáveis (“EDGE ports”) não tem porque receber esses frames e se receberem é ou porque alguém ligou um switch gerenciável nela ou provocou um loop. Mas para a proteção funcionar é preciso definir a porta como “Edge Port” e declarar que você quer a proteção porque em algumas configurações uma “Edge port” se autoconfigura automaticamente como “non-Edge” ao detectar um frame BPDU.

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  • Jefferson - 5.093 Comentários

    Imagine um provedor de acesso desses de bairro que passam cabos ethernet até a casa de cada cliente usando switches burros por todo o caminho.

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Sugestão de presente para quem gosta de pôr a mão na massa: Martelete

Mas só para aqueles que não precisam pedir autorização a “dona encrenca” para tudo :lol:

É sério: foi amor ao primeiro rasgo na parede.

O amigo José Carneiro comprou no final do ano passado uma furadeira Makita profissional  (um brinquedo de R$500) que “de bônus” tinha essa função secundária: martelete.

Nem ele nem eu fazíamos idéia de para que isso servia, já que no kit só vem brocas e nessa função o mandril não gira, apenas bate. Foi só quando um pedreiro esteve aqui em casa com uma máquina similar da Bosch que eu entendi. É preciso comprar uma talhadeira para martelete (no caso da Makita, com encaixe SDS plus) que colocada no lugar da broca faz com que o trabalho de rasgar paredes para colocar tubulação se torne até divertido! Serviços que pareciam no mínimo incrivelmente tediosos e cansativos, para não lembrar o número de vezes que eu acertei a minha mão com o martelo ao usar talhadeira manual, ficaram fáceis, rápidos e seguros. Aí é só aprender a usar cimento e/ou gesso e dar uma banana pro pedreiro!

Exemplo de uso:

E olhe que na furadeira Makita o martelete é uma função secundária. Fiquei imaginando o que uma ferramenta criada especificamente para isso, o martelo rompedor, é capaz de fazer!

Só que este custa R$3500! Eu me contento com a Makita de R$500 :lol:

 

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  • Walter - 117 Comentários

    Me xingue por ser “politicamente correto” se quiser, mas por que tem que ser um “homem que põe a mão na massa”? Uma mulher não pode se divertir de montão com um martelete desses? Conheço várias que iriam pirar e sair detonando as paredes da casa. Seria legal se o título fosse “Sugestão de presente para uma pessoa que põe a mão na massa: Martelete”.

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Rapaz, me chame de preconceituoso, mas isso não parece realista porque não conheço nenhuma :lol:

      Mas adoraria conhecer

      Para mim os estereótipos são assim:

      Mulher que gosta de pôr a mão na massa faz bolo.
      Homem que gosta de pôr a mão na massa vira cimento.

      Mulher, até por impulso sem saber quando e se vai usar, compra sapatos.
      Homem, até por impulso sem saber quando e se vai usar, compra ferramentas.

      E não, eu não presentearia uma mulher nem com uma pá nem com uma forma de bolo. Isso pelo menos eu consegui aprender :lol:

      Mas em respeito às exatas zero garotas que acompanham meus blogs eu vou mudar o título (mas não o link) :lol:

      Mas falando sério agora, o martelete é uma ferramenta pesada. A maioria das mulheres que conheço não tem o físico nem para segurá-lo na posição desligado e muito menos para absorver os impactos da operação. Mas tendo dito isso, aqui em casa minha mãe de 72 anos faz cimento e assenta tijolos.

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      • Walter - 117 Comentários

        Pois, são raras mesmo. Mas eu conheço algumas. Que inclusive enchem laje. Cosidiloco!

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  • Luciano - 337 Comentários

    Isso é uma coisa que está na minha lista de ferramentas a comprar faz um tempo. A saber as cinco primeiras dessa lista que está por pouco pra ser reciclada:

    1) Compressor de ar (tenho um pra reformar, comprei no mercado livre)
    2) Serra circular manual de 7″ (estou com uma by “shopping center” só aguardando o induzido voltar do rebobinamento)
    3) Plaina elétrica (comprei duas detonadas no ML, consertei uma, vou vender e consertar a outra pra ficar)
    4) Martelo rompedor ou martele (ainda em desejo)
    5) Tupia manual (ainda em desejo)

    Aqui quando fiz toda a tubulação, como a obra estava vazia, fiz todos os cortes de tubulações com uma esmerilhadeira angular e disco diamantado. Faz um poeirão dos diabos, mas também fica moleza! Basta dois cortes na distancia exata que quer o buraco e depois vir destacando o bloco com uma talhadeira fina, basta encaixar e fazer alavanca.

    O martelete está nas posição de próxima compra, tem um servicinho aqui que não estou nem um pouco a fim de fazer na talhadeira e marreta.

    Como meu uso não é profissional e em constante, eu estou de olho neste aqui já faz um tempo:

    https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-912236686-martelete-furadeira-rompedor-profissional-850w-sh-110v-_JM

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Você editou este comentário, certo?

      Porque eu achei ele agora na lista de moderação, dois dias depois de você ter comentado. Mas ele não havia sido sinalizado assim quando você postou. Isso geralmente ocorre quando o comentário é editado.

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      • Luciano - 337 Comentários

        Sim, foi editado pois a besta aqui tinha colado link errado. Mas bizarramente, o comentário aparecia aqui pra mim.

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      “SONGHE TOOLS”?

      Você tem experiência com essa marca?

      Uma vez eu vi o teste de uma esmerilhadeira chinesa no balcão de uma loja daqui e me espantou como aquilo pode ser chamado de esmerilhadeira. Só pelo barulho que ela fazia ligada já dava para perceber que era um brinquedo para dar de presente ao Ken (ou à Barbie, se preferir). Agora fico desconfiado de toda ferramenta de marca que não conheço.

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      • Luciano - 337 Comentários

        Já vi uma furadeira com essa marca e não achei ruim, como eu disse e uso muito pouco, não acho vantajoso investir R$500,00 num martelete Makita, pra ficar a maior parte do tempo na prateleira aqui pegando poeira.

        Mas o que você quis dizer com: “perceber que era um brinquedo para dar de presente ao Ken (ou à Barbie, se preferir)”???

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        • Jefferson - 5.093 Comentários

          Eu acho que o presente seria mais apropriado para o Ken, mas se você compartilhar a opinião de Walter, pode presentear sua namorada Barbie. :D

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    • maximusgambiarra - 21 Comentários

      Eu ainda vejo mais utilidade na “furadeira king size” que no martelete dedicado, mas pelo baixo preço dessas ferramentas chinesas, acho que pode-se tentar ter os dois.
      Quanto à tupia da lista de desejos, uma dica: eu tenho uma Black and Decker de coluna com 1.300 W, mas acho pesada e forte demais. Tudo precisa estar bem fixado a uma base horizontal, eu uso as duas mãos na tupia e ainda acho difícil manter bom controle. Também não consigo fazer nada na vertical, como um rasgo para fechadura.
      Para minhas atividades de marcenaria como hobby, acho que uma pequena, que chamam de “trimadeira” ou “tupia laminadora” seria mais adequada.

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  • Intruder_A6 - 141 Comentários

    Eu me encaixo no padrão, também tenho uma certa “tara” por ferramentas, que no final ficam guardadas no armário, e fiquei interessado na furadeira com rompedor, mesmo que não tenha a menor ideia quando precisarei desta função (já precisei uma vez e consegui uma dedicada emprestada). E uma coisa bem rara é encontrar mulher que goste de eletrônica.

    Se eu morasse numa casa (tivesse espaço) já teria uma furadeira de bancada, talvez uma pequena fresa, e mais algumas coisas!

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:) :( ;) O_o B) :lol: :huh: :S :D :-P 8-O :yahoo: :rtfm: :dashhead1: :clapping: more »

A diferença entre Access Point (AP) e roteador Wi-Fi. E qual usar?

Eu não lembro se já falei sobre isso aqui mas como freqüentemente eu cometo o erro de repetir a terminologia leiga acho melhor esclarecer logo a diferença (por alto).

  • O “Access Point” (AP) é pouco mais que um switch ethernet que em vez de portas LAN tem uma antena. Ele não tem conceito de “portas”, “encaminhamento”, “DMZ”, etc. Um AP não tem o conceito de “WAN” e por isso é mais fácil de instalar, menos problemático no uso, tem muito menor tendência a precisar ser reiniciado a cada x dias, etc. Em resumo um AP é mais “confiável”.
  • O “Roteador Wi-Fi” é essencialmente um AP ao qual se agrega um roteador com fio. A etapa roteador dá mais “segurança” em certas aplicações (quando você não deseja que quem está no segmento WAN enxergue quem está no segmento LAN, por exemplo) e é mais “útil” em geral, mas isso tem um preço em confiabilidade.

O que vou dizer a seguir é baseado apenas na minha experiência e na minha limitada compreensão de como redes funcionam. Pode estar errado.

Se o AP é mais confiável e você não precisa da isolação entre os segmentos não seria mais sensato trocar todos os roteadores por APs? Ainda não tenho uma resposta definitiva para isso mas eu ajo como se fosse e em geral já uso mesmo todo roteador como AP. Mas toda rede que tem acesso à internet precisa de um roteador no “último gateway” em algum lugar e geralmente é no modem. Se o modem for ligado em bridge você é obrigado a ter um roteador/gateway antes dele. Você pode ter liberado os roteadores Wi-Fi da carga de ter que memorizar um monte de conexões ao transformá-los em APs, mas todas essas conexões ainda vão ter que ser memorizadas por esse gateway mais externo da rede. E isso é verdade mesmo antes da transformação em APs porque todo roteador tem que memorizar o que “roteia”.  A diferença é que quando você usa um roteador Wi-Fi e conecta uma dúzia de clientes nele o gateway mais externo só enxerga um cliente fazendo o total das conexões de todos eles.  Ao mudar o roteador para AP o gateway mais externo  vai passar a enxergar todos os clientes e criar listas separadas para cada um.

Explicando de outra maneira, se você tem um roteador A com 12 clientes fazendo ao todo 200 conexões com a internet e um roteador B com 10 clientes fazendo 150 conexões com a internet e ambos estão ligados ao modem/roteador C, C tem na memória 350 conexões feitas por dois clientes (os roteadores A e B). Ao transformar A e B em APs, no mesmo cenário, nenhum dos dois tem uma memória das conexões porque não estão roteando nada, mas o roteador C tem na memória 350 conexões de 22 clientes.

Faz diferença para C estar memorizando 10x mais clientes se o número de conexões é o mesmo? Isso eu não sei dizer, mas uma coisa me parece certa: ao usar apenas APs você só vai precisar resetar periodicamente um equipamento. E se for de boa qualidade, preparado para a tarefa, nem isso. Ao usar roteadores você pode precisar ter que dar manutenção periódica em todos eles e no modem.

 

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  • Pedro Pires - 2 Comentários

    Uma coisa peculiar que tenho percebido nos últimos tempos é o sumiço do termo “modem” e “gateway” entre leigos e até mesmo pessoas da área. Hoje em dia tem gente que fala que não tem modem em casa, mas “roteador wifi”, como se aquela funcionalidade de converter um sinal vindo do cabo telefônico em internet fosse uma peça de museu dos anos 80. Para um punhado de gente, parece que ligando o “roteador wifi” na energia e espetar um cabo LAN numa porta a internet vai brotar magicamente do aparelho. Partindo dessa ignorância considerações sobre diferenças entre APs, roteadores, switches, etc. ficam realmente esotéricos pro usuário final.

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      É justamente essa a razão do meu post. Como chamar tudo de “roteador” ficou generalizado e se você falar em “Access Point” o usuário geralmente vai fazer aquela cara de perdido eu acabei me acostumando a usar a terminologia leiga para me fazer entender. Só que aqui no blog eu preciso tomar cuidado com isso porque às vezes a diferença faz diferença no que estou dizendo. O termo “genérico” que eu (e todo mundo) deveria usar é “AP”, na falta de necessidade de roteamento para a explicação.

      Sobre o sumiço do termo “modem”, esta semana um cliente, provavelmente justamente por isso, cansado dos problemas com o “roteador” da GVT, foi no comércio e comprou um roteador Wi-Fi novo para fazer ele mesmo a troca. É claro que não funcionou. Eu tive que explicar a ele que mesmo que ele tivesse comprado especificamente um “modem roteador Wi-Fi” ainda teria que configurar para a GVT. Não é só plugar e usar.

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      • Luciano - 337 Comentários

        Aqui pelo menos eu ouço muito o termo “modem com Wi-Fi”, pelo menos fica mais visível que é roteador um AP Wi-Fi e modem integrado.

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  • Daniel Plácido - 36 Comentários

    Mas um Access Point funciona tanto como “servidor” (recebe a internet por cabo e compartilha por wifi), como “cliente” (receber a internet wifi e transmitir via cabo), já um Roteador não funciona como Cliente.

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Somente o AP que tem “modo cliente”, Daniel. Eu não estou certo de que esse modo seja algo garantido em todo equipamento vendido como AP.

      E por outro lado, existe “roteador” que tem modo cliente pois é uma função do firmware e não do hardware. O DLINK DSL-2740e por exemplo, com firmware original da GVT não tem, mas quando você instala o firmware Totolink passa a ter.

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      • Luciano - 337 Comentários

        Não é garantido mesmo, eu já vi e continuo vendo uma pá de roteadores Wi-Fi que não tem o modo cliente.

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        • Jefferson - 5.093 Comentários

          No “roteador” isso é incomum. No “AP” é que eu suponho que o “modo cliente” não é garantido, apesar de poder ser mais “comum”.

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  • Jefferson - 5.093 Comentários

    Eu esqueci de mencionar umas coisas no texto.

    1)Um roteador Wi-Fi pode funcionar como access point “oficialmente” (o firmware tem opção para isso) ou “na marra” (desligando o servidor DHCP e não usando a porta WAN). Mas nenhum AP pode funcionar como roteador.

    2)Pelo fato de “access point” aparecer como uma função em alguns roteadores algumas pessoas podem ignorar que o access point existe como um produto separado. O danado é que como muitas vezes um AP custa o mesmo que um roteador Wi-Fi ou até mais caro e o fabricante não se esforça para explicar a razão, acabamos comprando um roteador Wi-Fi para usar como AP. Mesmo que seja “na marra”. A lógica diz que o AP que custa o mesmo que o roteador deve ser melhor que este, mas na falta de evidência é uma escolha difícil.

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  • Jefferson - 5.093 Comentários

    Como todo roteador é esencialmente um gateway eu mudei os termos usados no post para evitar confusão.

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  • Victor - 7 Comentários

    Vou deixar minha experiencia aqui:

    Tenho 3 equipamentos de rede atualmente na minha residencia. um roteador, puramente dito, um switch e um roteador+ wifi+switch integrado. Nem preciso dizer qual o que trava CONSTANTEMENTE.

    Enquanto o roteador (um mikrotik rb750 a saber) tem uptime que ultrapassa os 30d, o switch só travou UMA UNICA VEZ nos mais de 1 ano de uso, essa bomba de roteador+wifi+switch trava religiosamente todos os dias, as vezes mais de uma vez por dia. Minha próxima aquisição em redes é um Ubiquiti Unifi AP. Depois que entrei no mundo dos equipamentos específicos faço questao de nao voltar pros “faz tudo-em-um” de baixo-custo.

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    • Jefferson - 5.093 Comentários

      Um switch comum travar uma vez em um ano eu já considero muito, mesmo se tratando de um switch barato. O normal é você esquecer que o switch existe. Mas sim, isso acontece. Minha primeira desconfiança seria fonte de alimentação.

      Agora, o seu roteador Wi-Fi residencial travar todo dia é um exagero no outro extremo. Você está fazendo torrent por ele? O protocolo BitTorrent é o culpado número um da exaustão de memória em roteadores.

      Ele está ligado como roteador ou como AP? Mesmo usando torrent, simplesmente usá-lo como AP pode acabar com os travamentos. Se como AP continuar travando é porque o aparelho tem um defeito. Isso não é normal mesmo em aparelhos baratos.

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      • Victor - 7 Comentários

        Tenho um RPi rodando um servidor de torrent e midia, mas ele esta no switch que esta no roteador. O roteador wireless esta como AP, mas mesmo estando so com os telefones ele trava religiosamente todos os dias. Acho que a qualidade dos roteadores wireless tem caido muito ultimamente, esse eh o segundo e continua do mesmo jeito. Minha proxima tentativa vai ser um AP de fato.

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