De CGA, EGA e Video Componente (RGB e YPbPr) para VGA

Eu não comprei porque não tenho nenhuma aplicação para isto no momento. Mas é o tipo de coisa de que um técnico em eletrônica pode precisar um dia. E por USD30, não parece caro.

 

8 comentários
  • Tom Taborda

    precisa tudo isso :S ? Eu tenho este adaptador (VGA male – RGB female) e funcionava perfeitamente.
    Era como eu enviava o sinal componente do DVD-Player para um antigo projetor (InFocus X1) que só tinha entradas VGA, S-Video e Video-composto. O adaptador permitia: The connector panel features a single VGA port through which you may feed either computer SVGA or XGA signals, as well as HDTV 1080i, 720p, and component 480p
    No Google Images, além de adaptadores e cabos, tem até o esquema.

    • Você respondeu à sua pergunta no seu próprio quote:

      “features a single VGA port through which you may feed either computer SVGA or XGA signals, as well as HDTV 1080i, 720p, and component 480p”

      A entrada VGA do projetor (isso é comum em projetores) é especial. Você já experimentou usar esse seu cabo para conectar o DVD player a um monitor? Aposto que não.

  • Tom Taborda

    Só estava esperando seus esclarecimentos, Jeff. Valeu!
    É claro que “ganhou a aposta”, nunca experimentei. Como funcionava na entrada VGA, imaginei ser característica de todas as entradas VGA (aquela frase não permite supor que fosse um atributo apenas daquele projetor; mais parecia ser uma observação dos recursos possíveis de uma entrada VGA).
    Falando nisso: e a entrada VGA destas novas TVs, têm o mesmo atributo do projetor, ou as limitações do monitor?

    • e a entrada VGA destas novas TVs, têm o mesmo atributo do projetor, ou as limitações do monitor?

      O que o projetor faz é uma “gambiarra” para economizar espaço e/ou ganhar dinheiro vendendo cabos específicos. É possível, mas pouco provável que as TVs adotem isso.

  • Respondendo à dúvida de alguém por e-mail, acabei esbarrando em mais uma utilidade para esta placa: conectar um TK90X a um monitor VGA moderno. Deve funcionar para qualquer outra fonte que opere a 15KHz.

  • Fábio

    Tem outra utilidade também: converter alguns tipos de arcades antigos que só funcionavam em monitores de baixa resolução para monitores VGA atuais. Procure no Mercado Livre por Conversor Cga / Vga Lcd.

  • Bruno

    Tava em busca de algo um pouco diferente, um conversor de HDMI (meu note so tem saida HDMI) para VGA (meu projetor so tem entrada VGA, video composto e componente). Na DX tem varios cabos na faixa de U$10 a U$15 mas nenhuma garantia de funcionamento. Dai achei este por U$22:

    http://cloud.faout.com/E/201205/goods-img/1338171039391-P-284349.jpg 

    Se tiverem alguma outra sugestão de adaptador HDMI para VGA eu agradeço 


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Microcontroladores: Módulos de Portas Seriais Bluetooth

Estes módulos foram adquiridos na Goodluckbuy e chegaram em junho de 2011. Só consegui testar na semana passada (imagine a quantidade de coisas atrasadas que tenho aqui) e agora estou registrando.
Slave USD 10.40
Master USD 10.40

Os dois módulos são praticamente idênticos. Mudam alguns componentes na placa base e a programação na placa bluetooth (que você não pode mudar facilmente). O que basicamente diferencia o Master é a presença do botão ( o retângulo rotulado “K1” na placa). Note que o segundo chip é uma memória flash de 1MB (MXIC MX29LV800 no slave). Essas coisinhas minúsculas tem firmware, que é diferente em cada papel. Não adianta colocar os componentes que faltam no módulo slave e esperar que funcione como master.

Na maior parte dos casos você pode ignorar os pinos STATE e WAKE/ON/OFF. Só os pinos VCC, GND, TXD e RXD são indispensáveis.

Para entender o propósito e aplicação desses módulos, basta assimilar o seguinte:

  • O master só pode se comunicar com um (e apenas um) slave;
  • O slave pode se comunicar com um (e apenas um) master ou um (e apenas um) computador com suporte bluetooth, que nesse caso atua como master;
  • Não pode haver comunicação entre dois slaves ou dois masters. É preciso um de cada. Salvo engano, é uma limitação do protocolo BT;
  • Tanto o master quanto o slave podem ser conectados fisicamente a qualquer coisa que ofereça uma porta serial RS232 TTL. Isso pode ser um computador com um adaptador USB – serial TTL ou microcontroladores e dispositivos prontos que tenham portas seriais, mesmo se forem “caixas pretas”. Se a porta é RS232, deve funcionar;

Funcionamento do módulo master
É preciso prestar atenção ao LED:

  • Piscando rapidamente (várias vezes por segundo): O master nunca foi pareado com um slave;
  • Piscando devagar (aprox. uma vez por segundo): O master “lembra” de ter pareado com um dispositivo, mas não está pareado no momento;
  • Aceso: pareado

Uma vez que o master nunca tenha sido pareado com um slave, o pareamento ocorrerá automaticamente quando um slave for ligado no alcance dele. Ele sempre lembrará desse slave pelo seu endereço MAC e não pareará com nenhum outro que apareça, a não ser que se aperte o botão, que apagará o MAC gravado (você pensou que o botão servia para parear, né? Eu também!).

Funcionamento do módulo slave

  • LED piscando: a porta não está “aberta” ainda. Simplesmente parear não adianta;
  • LED aceso: porta serial aberta

Uso no PC

Você pode usar tanto o master quanto o slave no PC, desde que use um adaptador USB ou algo do gênero. A vantagem de usar esses módulos no PC é que o computador nem precisa saber o que é BT, livrando você de se envolver com configurações do stack, pareamento, etc. Nada de mexer com Bluesoleil ou com o stack padrão do Windows. Só é preciso instalar o driver do adaptador que você escolheu, que vai criar uma porta serial que você vai usar. Mas para o caso de você querer economizar um módulo, eis o que eu fiz:

  • Liguei o slave nas proximidades do computador;
  • No meu PC rodando XP e já preparado para comunicação bluetooth eu iniciei o Bluesoleil e mandei procurar novos dispositivos;
  • Achou um de propósito deconhecido (simbolizado com uma interrogação);
  • Mandei fazer o pairing e usei como passcode (no chute) “1234”. Funcionou;
  • Feito o pairing, fiz um “Refresh Services” e o Bluesoleil mostrou que havia uma porta serial disponível;
  • Pedi para usá-la e uma porta COM6 foi criada no meu PC (O bluesoleil informa qual é a porta).

Depois de tudo isso o LED do slave ainda pisca vermelho. É normal. No PC você vai agora abrir um programa para se conectar a essa porta serial criada. Você ira se comunicar com o que quer que seja que esteja conectado fisicamente ao slave.

No Seven, usando o stack do próprio Windows, o processo foi mais enrolado. Vou deixar registrado aqui porque pode ser útil:

  • Mandei procurar dispositivos. O Seven encontrou o “linvor”;
  • Cliquei com o botão direito e pedi Propriedades;
  • Cliquei em Serviços;
  • Habilitei “Serial Port (SPP) ‘Dev B'” (é o único que aparece). O Windows diz que é COM15;
  • Até aí, eu estava achando estranho porque faltava parear;
  • Abri o programa de comunicação, pedi para abrir a mesma COM15. Foi nesse momento que o Seven me perguntou se eu dava permissão de acesso a Bluetoth. Eu autorizei e só então foi perguntado o passcode. Entrei “1234”.

Daí em diante passou a funcionar.

Note que essas diferenças de comportamento são “de matar” se você precisar dar suporte, o que já justifica plugar um módulo BT especifico no computador.

Comandos

Quando o módulo não está pareado, você pode mandar alguns comandos AT para ele. Esses comandos variam dependendo da empresa que criou o firmware e muito do que você vai encontrar por aí (inlcuindo os links que vou fornecer) não funciona com estes módulos específicos. Os seguintes foram comandos que funcionaram comigo:

Comando AT+NAME : muda o nome com que o módulo se apresenta. Default desses módulos: “linvor”.

Exemplo: AT+NAMEBTslaveGLB

Resposta: OKsetname

Muda o nome para “BTslaveGLB”

OBS: Talvez seja necessário apagar algum cache no bluesoleil para que a mudança fique visível;
Comando AT+PIN: muda o PIN (senha do pareamento)

Exemplo: AT+PIN1234
Resposta: OKsetPIN

Muda a senha BT para 1234

Comando AT+VERSION : Diz a versão do firmware. Pode ser útil para checar se dois módulos são “compatíveis” quando algo não estiver funcionando;

Exemplo: AT+VERSION
Resposta: OKlinvorV1.5

Links úteis

21 comentários
  • Intruder_A6

    Dá para usar o modulo slave sem precisar do master em micro com bluetooth ? Se for é realmente um dispositivo bem interessante. Acho que pode ser muito útil como uma serial sem fio.

  • Se você quer dizer colocar o módulo slave em um micro que já tem bluetooth, sim, pode.

     

    Inclusive foi assim que testei o módulo slave, conectando com o adaptador BT do mesmo computador. E duas instâncias do mesmo programa de comunicação serial ligadas nas reepectivas portas.

  • Intruder_A6

    Veja isto aqui => http://www.ebay.com/itm/New-Ultra-U12-40929-X-Connect-Wireless-USB-Data-Kit-/230760823279?pt=LH_DefaultDomain_0&hash=item35ba6ab9ef , comprei um destes para mim no ebay neste mesmo vendedor.
    Isto é um adaptador usb sem fio, que serve para ligar quase qualquer coisa (existem algumas restrições) USB 1.0 ou 2.0 no computador sem precisar de fio, mas nem tudo é perfeito, por exemplo: além do custo alto o alcance é pequeno (não consegui conexão com uma coluna de concreto no meio do caminho), mas se estiver no alcance dá para ligar até um HD externo USB e transferir arquivos com boa velocidade (no padrão USB2.0), praticamente como se estivesse conectado diretamente na interface USB do micro, e infelizmente precisa instalar um driver, acho que ele não funciona no Linux (não testei isto ainda).
    Este seu aparelho tem um funcionamento semelhante, mas tem uma grande vantagem, o protocolo é aberto (bluetooth), o que acaba sendo uma grande vantagem, seria ótimo se conseguisse algo parecido usando USB (bluetooth para USB ou USB para bluetooth). Imagino que até possa existir, mas até agora não encontrei nada.

  • Esses módulos são programados para serem um link RS232 sem fio. Nada mais. Tem mais utilidade em aplicações comerciais e industriais que para o usuário comum, embora, teoricamente*, fosse possível até fazer a recuperação do firmware de um DVD player Mediatek via BT com eles.

    *Se já é difícil fazer o cabo com fio funcionar direito, imagine sem fio. 

     

     

  • A DX tem o módulo slave um pouco mais barato.

     

    E para quem precisar conectar diretamente a uma porta RS232, a DX tem uma solução completa, por um preço razoável.

    null

    Falta entender qual é o seu papel. Como tem um botão eu suponho que seja master. Mas seria legal se pudesse operar nos dois.

    O problema é a demora da DX para postar.

    Mas barato mesmo é usar apenas a placa base, que custa apenas USD 6.60 na DX. Você basicamente só precisa lembrar que a aplaca opera a 3.3V, incluindo TX e RX. Lembrando que o Arduino também fornece essa tensão e se não me engano já reconhece 3.3V como HIGH.

    [img]http://ryan.com.br/blogs/quicktalk/wp-content/uploads/2012/03/sku_80711_1.jpg[/img]

  • Intruder A6

    Fiquei realmente curioso, encomendei um para testar (o preço é muito baixo), um destes pode até servir como uma forma de ter uma interface serial numa máquina em que isto não está disponível (já tive este problema, atualmente tenho uma serial numa placa PCIE para monitorar um nobreak SMS antigo). O melhor é que ainda é sem fio e ainda usa um protocolo aberto, melhor impossível.
    Como é a fonte de energia dele ? é pela serial ?

    • Não. Você precisa providenciar 3.3V para alimentação. Do lado do PC isso não é problema porque como você vai obrigatoriamente conectar através de um adaptador USB-SERIAL, os 3.3V devem estar disponíveis em algum dos fios do adaptador. Eu recomendo um como este.

       

      [img]http://ryan.com.br/blogs/quicktalk/wp-content/uploads/2012/03/cp2102-6pin-module_01.jpg[/img]

    • hummm… posso ter entendido errado.

      Imagino agora que você tenha comprado apenas um slave, para ligar do lado do nobreak, e fazer o link com o PC usando um adaptador BT genérico.

      Nesse caso você vai precisar usar mais conhecimentos de eletrônica. Se o nobreak opera dentro da norma, a tensão na sua porta RS232 pode variar em todos os terminais de +12V a -12V. O módulo BT vai fritar se você tentar plugá-lo diretamente.

      E preciso instalar o módulo antes da seção RS232 do nobreak, quando o sinal ainda é TTL.

      Ou você pode usar a solução completa da DX.

       

  • Intruder A6

    O conversor é este null,

    imagino que ele seja seja feito para conectar numa serial padrão.

    • Sim, esse será o mais fácil de usar na sua aplicação. Porém é bem provável que você tenha que providenciar alimentação externa, porque a não ser que a porta serial do nobreak tenha uma capacidade de corrente acima do determinado pelo padrão, não irá conseguir alimentar um módulo BT.

      Perceba o conector de 4 pinos no fundo. Dois deles estão marcados + e -. Eu suponho que é por aí que a alimentação externa deverá entrar.

       

  • Julião

    Neste site tem algumas informações interessantes sobre o módulo Bluetooth que tem nessas placas: http://byron76.blogspot.com

  • ljunior

    Olá tenho mt curiosidade sobre o assunto, ja tenho os modulos mais queria saber se ha como fazer uma comunicação entre 2 uC cada com 1 modulo bluetooth, tipo para usar em uma automatização qualquer sem fio! Ja teve alguma experiencia sobre isso?? Ate breve!!

  • tomas

    Bom dia comprei dois modulos bluetooth estou querendo ligar numa placa de carrinho de controle remoto,um modulo na do controle e um na do carrinho,mas nao vai ter um visor.
    Gostaria de saber se tem como fazer eles se sincronizar sem pedir uma senha,mas so se conectaria o modulo que queria um certo nome.tem como? 

  • É possível realizar a configuração automática da taxa de transmissão do modem bluetooth para 19200 bps (mais rápido). O tutorial e os programas estão disponíveis no link:https://dl.dropbox.com/u/101922388/ModemBluetooth19200.zip e no link:https://dl.dropbox.com/u/101922388/sanusbee.zipLigações dos pinos:JY-MCU——–ArduinoRX————— PINO 3TX—————-PINO 2GND—————GNDVCC—————–5V

  • Diego

    Boa tarde

    Adquiri um modulo bluetooth slave e gostaria de saber como entro em modo AT, este esta ativo por default?
    Em outro módulo que adquiri que é máster tenho que alterar o estado do pino 34 para nível alto para que ele entre em modo AT.

    Grato pela atenção

  • wagner

    Jefferson, note que ambas as plaquinhas, master e slave, possuem o chip de memória flash 28LV800, é que no master está mais escondido de ler o código do chip.

    Também que na plaquinha “master” (figura abaixo) existe um resistor a mais que talvez esteja conectando +5V ao pino 18. Quem sabe você possa conferir com multimetro. Se estiver, então essa é a explicação que existe em alguns websites, que é o que converte a placa de slave (sem resistor) para master (com resistor). Veja que na plaquinha slave esse resistor não está instalado.

    • Wagner,

       

      Desculpe, esqueci seu comentário na fila de moderação.

       

      Sim, eu percebi tudo isso. Mas os firmwares de ambos ainda podem ser completamente diferentes. Pode não ser o bastante fazer essas modificações para transformar um modelo em outro.

  • Will Lima

    srsrrs

    postei a pergunta no tópico errado!! Foi MAL!!

    Cara uma duvida,
    é possível fazer 2 módulos conversarem? Tipo tenho dois desse módulos será que consigo fazer os dois se comunicarem sem a necessidade de um celular ou notebook?

  • ALBERTO C GOMES

    OLÁ BOM DIA!

    SÃO REALMENTE MUITO DIDÁTICOS E ÚTEIS OS SEUS POSTS.
    GOSTARIA DE SABER SE EXISTE ALGUMA LITERATURA A RESPEITO DE COMO PROGRAMAR UM DISPOSITIVO MASTER E SLAVE PORQUE PRECISO UTILIZÁ-LOS EM UM PROJETO DE COMUNICAÇÃO SEM FIO, DEIXAR UM BT LIGADO SOMENTE A UM OUTRO BT NO CASO SLAVE.
    JA TENTEI PEGAR ALGUNS PROGRAMAS NA NET MAS NÃO CONSEGUI FAZER NENHUM FUNCIONAR!
    OBRIGADO E PARABENS PELO BELO TRABALHO!

    • Você não “programa” esses dispositivos. Você os “usa”.

      Como vai fazer isso depende do resto do seu hardware. Se é um arduino você precisa saber programar comunicação serial em um arduino. Se for outro microcontrolador você precisa saber como usá-lo.

      Não escreva em maiúsculas. Isso é considerado GRITAR e portanto falta de educação.


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Arduino Ultrasonic module HC SR04 distance sensor NEW…

Arduino Ultrasonic module HC-SR04 distance sensor NEW

http://cgi.ebay.com/ws/eBayISAPI.dll?ViewItem&item=270873093751

USD $3.85

Chegou em apenas 17 dias.

A biblioteca “ping” que vem com o ambiente Arduino não tem suporte a este sensor, porque este tem pinos separados para trigger e Echo enquanto o tal “sensor ping” usa o mesmo pino para ambos (o que é vantajoso quando você está com “as entradas contadas”).

Para usar o sensor você precisa desta biblioteca, que já vem com um exemplo.

O sensor funciona espantosamente bem para algo que custa menos de R$8 entregue na sua porta. O único “problema” (dependendo da aplicação é vantagem) é que o ângulo de “visão” é amplo. O sensor acaba detectando objetos que claramente não estão no caminho dele. No caso da caixa dágua, por exemplo, é necessário que a caixa seja suficientemente larga para as paredes não atrapalharem a medição. Medir a profundidade de um poço artesiano? Nem pensar.

7 comentários
  • Jefferson

    Um problema curioso que tive, que me desapontou bastante: por uma razão desconhecida quando o shield ethernet Wiznet está conectado ao Arduino é impossível usar o sensor. Este sempre acusa uma distância de 4 a 5cm, mesmo quando o obstáculo está a 166cm. Eu medi com o osciloscópio e mesmo com o fio Echo desconectado do Arduino a largura do pulso de medição fica limitada a 192us, quando o normal seria em torno de 9.6ms.

    • Não adianta usar outros pinos do Arduino.
    • Não adianta dobrar os pinos de 0 a 7 para que eles não tenham qualquer conexão com o shield Wiznet e usá-los.
    • Não é preciso que o shield Wiznet esteja em uso (que alguma biblioteca relacionada esteja carregada). Basta estar plugado.

    Isso jogou um balde de água fria nos meus planos de monitorar a caixa d’agua via rede. Ainda é possível, mas vou precisar de um computador próximo, ligado 24/7.

  • Alexandre

    Sim, e é algo que se encaixa na utilidade de quem tem empresa e precisa monitorar caixas d´agua e outros… Mas, existe varias formas de fazer…. e pretendo futuramente fazer algo similar para monitorar a caixa d´agua tambem, mas recebendo dados no celular e na minha pagina pessoa.. isso vai ser um bom passa tempo!!!

  • Cesar Machado

    Jefferson saiu hoje, 12 de fevereiro de 2012, uma boa matéria sobre ARDUINO, no Estadão – SP, publicado também no site LINK ( que eu acho que é do grupo Estado).
    A matéria é de fácil compreensão inclusive para quem não é técnico, mas gostaria de conhecer um pouco mais da plataforma aberta de hardware livre. Acho que vale a pena dar uma olhada, principalmente aqueles como eu, que gosta do assunto, mas sem muita intimidade com a matéria.
    http://blogs.estadao.com.br/link/esse-tal-de-arduino/ 
     


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Não dá para usar o sensor ultra-sônico na caixa d’água

Sobre o uso de sensor ultra-sônico para medir o nível da caixa d’água (como comentado no Buzz).

Recebi o meu, mas encontrei um possível problema. A umidade dentro da caixa é tamanha que a tampa da caixa fica cheia de grossas gotas. Eu imagino a situação do sensor, que naturalmente não pode ter os transdutores vedados.

Vou sacrificar esse de qualquer forma. Vamos ver quanto tempo dura.

50 comentários
  • Jefferson

    Confirmado. Não dá para usar um sensor ultra-sônico.

    Retirei o sensor do local de montagem hoje, pouco mais de uma semana exposto à umidade, e fui testar. Completamente “cego”, dando uma leitura permanente de 4cm. Depois de bater o sensor várias vezes na perna para derrubar “o grosso” da água dentro dele (deixou várias manchas úmidas na minha bermuda) e alguns minutos na frente do ventilador, voltou a funcionar. Mas há um claro sinal de ferrugem no interior de um dos transdutores, o que sugere que mais tempo de exposição pode levar a um dando permanente.

    • Cíntia Tavares

      Jefferson, tudo bem? Ainda sobre usar o sensor ultrassônico para obter níveis de água. Se ele for exposto a uma umidade menor ou até mesmo utilizar um a prova d’água, ele apresenta uma boa precisão? Como seria o funcionamento? E enquanto as interferências que podem ocorrer? Desde já, obrigada!

      • Cintia, eu desisti de usar o sensor quando esbarrei no problema da umidade. Não fiz nenhum outro teste de funcionamento e hoje eu uso sensores de pressão. São relativamente baratos (uns R$100), extremamente confiáveis e precisos.

        • Cíntia Tavares

          Entendo Jefferson, obrigada! Quando você fez o teste utilizou o arduino? Você ainda teria o código da programação? Se sim e puder me disponibilizar o arquivo, por favor. Desde já, obrigada!

  • Já pensou em usar piezo para medir a diferença de pressão?  :D

    • Você quer dizer, o peso da caixa?

      Se está falando de pressão de coluna d’agua, acho que você não acompanhou os posts do meu Buzz sobre o assunto.

  • realmente somente li os únicos dois posts que tinham tag “arduino” neste blog. mas tentei passear pelo seu buzz e não encontrei mais nada… tem como postar o link dos posts anteriores para que eu possa me interar?

  • Começou aqui

     

    Os outros são menores e mais difíceis de achar.

  • Eu faria com o MPX5100DP, colocando um tubo de silicone de 4mm até no fundo da caixa (se começar a entrar água no tubo pode colocar um bulbo – pode ser uma bexxiga). Ao subir o nível a pressao do tubo eleva. Como o sensor mencionado acima já é amplificado dispensa a confecção de placa com Opamp. E tem uma resolução de 45,0 mV/kPa. Ou seja, num conversor A/D de 8bits você tem aproximadamente a resolução de 5cm. Podendo ler uma coluna de aproximadamente 10m.

    •  

      Se usar 10bits de resolução com o MPX5050DP passa a ter uma resolução de 5mm e coluna máxima de 5m. Acho que não precisa tanto, mas como não haverá diferenças nos custos, pode te ajudar a medir o consumo “normal”, para diagnosticar os possíveis vazamentos.

       

      • A máxima coluna d’água que vou ter é 90cm. O que me importa mesmo é ter a máxima resolução. 5cm é melhor do que nada, mas eu prefiro ficar com 5mm. Isso me dá, ignorando o formato da caixa, 11 litros de resolução em uma caixa de 2000l e 90cm. O que ainda é bem alto, mas muito melhor do que 55 litros.

         

        Obrigado pelas dicas. O MPX2010DP já foi comprado (não foi postado ainda), mas vou comprar o MPX5050DP também.

        • Entao use o MPX5010DP (1m), suigeri o 5050 pq imaginei que a  coluna fosse de 1,5m. Assim em 10bits tem resolução de aproximadamente 1mm (~2,2 litros). 

          Você ainda pode medir a vazão instantânea pela diferença de pressão dos dois lados de um estrangulamento. http://www.mspc.eng.br/fldetc/fluid_0310.shtml#plac_orif

          Catalogo de uma caixa d’água:
          http://www.fortlev.com.br/externos/produto/catalogo/suporte_20101222104823.pdf  

          • Obrigado pelas dicas!

            Tentei escolher lendo as tabelas comparativas e catálogos mas fiquei perdido. Eu sabia que queria um sensor “compensated” e “differential” e mais nada.

            Acho que vou pegar ambos. Eu tenho planos para medir a quantidade de água no nosso poço e para isso 1m é pouco. Nesse caso eu não preciso de precisão, pois é só para saber os melhores momentos para ligar e desligar a bomba.

             

        • tanto o 5050 quanto o 5010 tem na farnell, em estoque no brasil por menos de 40 reais cada.

          • O preço está bom, mas da última vez que comprei na Farnell, há mais de seis anos, eles só enviavam por Sedex. E qualquer Sedex de SP a PE custa pelo menos R$50.
            Eu vou tentar a Goodluckbuy, porque sai por esse preço entregue na minha porta.

          • Acabo de conferir que agora eles tem a opção de transportadora por R$28. Bem melhor que Sedex, mas ainda está caro. Só valeria a pena se eu tivesse pressa.

          • tem uma transportadora agora, mais barato que sedex, entregam em 3 dias… se pegar uma peça de cada vai sair quase o mesmo preço e final de semana que vem ja tem o que fazer… rsrsrsrsrs.

  • Ronaldo

    Porque não usa um sensor ultrasonico a prova d’agua?
     

  • Os sensores MPX5010DP e MPX5050DP chegaram ontem. Só falta tempo para testar.

  • pino 1 (Vout) tem um detalhe, a entrada de pressao mais proxima do pino 1 é o a menor pressao (atmosferica) o mais proximo do pino 6 é a maior pressao (agua). pino 2 gnd, pino 3 vcc

  • Ágio Felipe

    OLá, gostaria de saber se esse projeto foi concluído, qual o melhor sensor encontrado?

    Obrigado.

    • Eu coloquei o projeto em andamento usando o sensor de pressão, mas continuo com um problema: a pressão indicada pelo sensor vai caindo com o tempo mesmo sem alteração na coluna dágua. Não parece ser defeito sensor, porque comprei 10. Ainda preciso investigar a causa disso.

  • Ágio Felipe

    Você colocou o sensor em contato com a água ou fez dessa forma

    http://cache.freescale.com/files/sensors/doc/app_note/AN1950.pdf 

  • Marcio

    Jeferson, boa noite!! Uma idéia interessante para medições de líquidos!
    http://howmuchsnow.com/waterlevel/
    Abs!

  • Claudio Fernandes

    Bom dia,

    Como anda as experiências com o sensor de pressão.

  • jeferson

    Olá , tb comecei a semana passsada fazer um projeto para medir agua de uma caixa de 18.000 litros e tb comecei pelo ultrassonico mas imaginei o fracasso, verifiquei teu post, consegui fazer com algum equipamento por ultrasom, espero que tenha sucesso grande abraço.

  • Luciano

    Olá amigo,

    Sobre a leitura do nível de água com sensor MPX5050DP, você descobriu porque a pressão indicada pelo sensor vai caindo com o tempo?

    Era a mangueira de silicone que estava com problema?

    Agradeço a atenção

    • Não. Infelizmente se passaram dois anos e ainda não parei para investigar isso.

    • Eu já resolvi esse problema há algum tempo. Eu fiz três mudanças:

      1)Agora eu instalo a mangueira fazendo um furo a alguns centímetros do fundo da caixa em vez de mergulhar uma mangueira dentro da água;
      2)Graças a isso, agora a mangueira que uso tem no máximo 5cm, reduzindo a quantidade de ar (que é compressível) entre a água e o sensor;
      3)Eu uso um arduino pro-mini montado a apenas alguns centímetros do sensor, para minimizar a degradação do sinal analógico.

      Eu acredito que o que resolveu mesmo o problema foi a redução da mangueira, mas ainda não fiz simulações para comprovar isso.

  • Gabriela Nascimento

    Olá,

    Gostaria de saber se vocês conseguiram adaptar o sensor à prova d’água na placa do HC SR04. Preciso de ajuda não estou conseguindo medir a velocidade do som na água com os sensores comuns.

    Att.,

  • Victor

    Estou utilizando o sensor mpx5050dp em um projeto do Senai .
    Gostaria de saber como vocês fizeram para que o sensor não tivesse contato com a água, somente a pressão que realmente interessa.

    ATT.

  • Carlos

    Boa tarde.
    Instalei ontem o HC-SR04, e as medidas estão pulando….estranho

  • Jefferson, esbarrei nesse site e lembrei desse seu projeto.
    Pra mim, é um produto caro, mas como não consegui entender exatamente como o sensor funciona, fiquei curioso.

    Ele diz que não é por contato com o líquido (faz sentido, pois diz que mede o nível de óleo, não condutivo) e também fiquei em dúvida se é por pressão no sensor: segundo o faq, uma fina camada de água sobre o sensor pode influenciar a medida. Será que é algo parecido com um sensor capacitivo?

  • andre

    Olá você conseguiu adaptar os sensores de carro ao Arduíno ?

  • Deusivan Ferreira

    Olá Pessoal, conseguiram desenvolver a automaçao com sensor ultrasonico? estou tentando desenvolver para um tanque de combustivel q abastece um grupo gerador de 3MW.

  • Marina

    GOSTARIA DE SABER SE PELO MENOS O SENSOR ULTRASSÔNICO CONSEGUE DETECTAR A ÁGUA

  • Carlos Campos

    Olá Jefferson! Sou eng. eletrotécnico e hoje estou aposentado. Sou iniciante em eletrônica/Arduino e desejo controlar o nível de água de minha residência com Arduino dentre outras automações residenciais que farei em breve. Vou encarar este desafio! Localizei suas trocas de experiências e me interessei. Em sua opinião qual a melhor forma (mais econômica e de baixa manutenção) para eu efetuar o controle da quantidade de água de minha caixa (POLIETILENO com 1.000 litros, altura da caixa aprox. 0,60 metros e geometria irregular)? Sensor de pressão? Sensor ultrassônico a prova de água?, etc, etc…Muito obrigado!


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