Só o que se salva em Thor: Ragnarok é Cate Blanchett

Definitivamente o pior filme da série por larga vantagem.

Nos primeiros cinco minutos eu já estava incomodado com o humor exagerado mas a coisa só piorou.

  • O substituto de Heindall é um personagem ridículo (o que ele fazia com um Shake Weight a não ser chocar a audiência?) que não aproveita nada de Karl Urban;
  • O momento em que Thor se dá conta de que Loki está no lugar de Odin não teve nem de longe o peso que deveria ter. Foi como “Ahhh, Loki, seu menino maroto, cadê o papai?” e eu esperava uma fúria semelhante ao momento em que ele viu sua mãe ser esfaqueada;
  • A morte de Odin foi igualmente brochante;
  • Idiotizaram o Hulk e imbecilizaram Bruce Banner. Aliás, prefiro esquecer que vi Mark Ruffalo nesse filme;
  • Hela precisa da espada para concretizar seus planos, mas quando está mais perto dela do que do castelo, volta para este para disputar quem tem o pinto maior com Thor;
  • Então “Asgard é o povo e não um lugar”, mas para deter Hela, que extrai seus poderes de Asgard, destrói-se o lugar. Tá, entendi tudinho…
  • Tudo o que é necessário para garantir a destruição de Asgard é colocar uma certa coroa numa certa chama. E Thor guardou essa coroa no mesmo lugar que a chama? um recinto tão seguro que foi invadido pelo inimigo nos outros dois filmes? E Hela também não se dá conta disso apesar de ter reconhecido a coroa?
  • Numa das cenas em que vemos o povo de Asgard entrar na nave, parece até que eles estão subindo num navio de cruzeiro tamanha a calma. Nem parece que é a única chance de salvação deles.

Roteiro ruim, direção maluca, personagens desperdiçados…

 

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Blade Runner 2049 é o melhor filme que vi no último ano

É do tipo que eu mais gosto: o que mesmo sem ser pretensioso faz você pensar e te obriga a prestar atenção senão você perde alguma coisa.

Eu me surpreendi ao reconhecer Gaff idoso e depois notar sua semelhança com Edward James Olmos. Fiquei mas espantado ainda ao descobrir que o mesmo ator fez o papel em 1982. Eu nunca notara qualquer semelhança entre Gaff e o Comandante Adama.

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  • Jefferson - 5.210 Comentários

    No filme original o tema da escravidão quase não era notado por causa da ênfase no fato de que Deckard caçava seres perigosos. O filme já começa com um dos replicantes matando um humano violentamente e pelo que me recordo o ponto de vista da estória é basicamente o dos humanos. Já BR2049 é praticamente do ponto de vista dos replicantes e o tema da escravidão é explicito. Até quando Wallace chama suas criações de “anjos” isso parece ter uma ambiguidade proposital. No início você pensa que ele as chama assim por serem mulheres lindas ou algo assim, mas quando você se dá conta de que ele almeja ser (ou superar) Deus, fica claro o duplo sentido. Afinal anjos não são “escravos” também?

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  • VR5 - 304 Comentários

    Assisti entre ontem e hoje: realmente muito bom. Apenas acho que o personagem de Gosling (K) deveria ter um pouco mais de emoção… sei que foi proposital, mas ele ficou “sisudo” demais no filme. No mais ele retratou magistralmente o mundo tecnológico, mas ao mesmo tempo “retrô” e decadente que a humanidade se transformou… um mundo onde paradoxalmente a personagem mais “humana” é justamente uma IA holográfica (Joi)… e viu que bacana a recriação digital de Rachel (Sean Young)?

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    • Jefferson - 5.210 Comentários

      Apenas acho que o personagem de Gosling (K) deveria ter um pouco mais de emoção… sei que foi proposital, mas ele ficou “sisudo” demais no filme.

      Eu não me incomodei porque acho apropriado. Nesse universo emoção é algo praticamente restrito aos replicantes ilegais.

      Note que no Blade Runner original Rachel era supostamente o único replicante “legal” que vimos em todo o filme e sua falta de emoção também era de um contraste claro com os replicantes ilegais.

      e viu que bacana a recriação digital de Rachel (Sean Young)?

      Certamente foi melhor que a da Princesa Leia e aquela coisa grotesca que fizeram com Tarkin em Rogue One. Mas note que a falta de emoção de Rachel ajuda.

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Continuo gostando de Alien Nation (Nação Alien, 1988)

Ter assistido a Bright me fez querer assistir a Alien Nation outra vez. Mesmo sendo uma ficção científica com quase trinta anos o filme envelheceu bem. Algumas cenas poderiam ter sido melhor dirigidas, mas para algo que foi produzido provavelmente com um orçamento pequeno na década de 80, dá para ignorar.

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Apesar dos problemas eu gostei de Spectral 2016

É difícil assistir a Spectral e não lembrar de Final Fantasy: The Spirits Whitin. O filme é no geral bom, mas eu fiquei incomodado com o excesso de mortes de soldados no roteiro, a maioria das quais por decisões estúpidas, e com as soluções “MacGyverianas”.

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  • Jefferson - 5.210 Comentários

    Esqueci de mencionar o enorme buraco no roteiro envolvendo o círculo de proteção em torno da fábrica, como em várias cenas os soldados pareciam poder ver os espectros sem ajuda e a cena em que os dois soldados com péssima pontaria conseguiram sobreviver a um espectro com agilidade sobre humana por vários minutos, mesmo depois de não poder mais enxergá-lo.

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Apesar dos muitos problemas no roteiro eu gostei de Bright

Bright se passa em uma realidade alternativa onde personagens de fantasia como orcs, elfos, centauros e fadas são parte da sociedade e dois mil anos atrás em vez de Jesus Cristo (“The Lord”) o mundo conheceu (e derrotou) um elfo maligno chamado Dark Lord. O filme é rico em detalhes e cheio de possibilidades. Gostei da maquiagem, dos efeitos especiais, da música, da fotografia e dos personagens mas parte do roteiro, em especial as partes relacionadas com a varinha mágica, é um desastre de lógica que arrisca descarrilar nossa imersão o tempo todo.

Nota: eu acho que a tradução oficial de “magic wand” como “varinha mágica” é infeliz, já trazendo o peso de uma conotação infantil, apesar de wand ser um objeto real que essencialmente nada tem a ver com crianças. Mas para quem não gosta de fantasia isso não faz diferença mesmo porque todo o conceito vai parecer infantil de qualquer forma.

Os críticos detonaram o filme, mas como o modelo de mercado da Netflix não se importa com isso já foi anunciada a produção de Bright 2. Eu espero que nessa continuação eles evitem responder a grande questão que ficou no ar ao final de Bright: “como é que os orcs se reproduzem?”. :lol:

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  • VR5 - 304 Comentários

    Teria tido como certa inspiração o filme (e a série homônima) “Alien Nation”?

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  • Jefferson - 5.210 Comentários

    Eu vou apontar os vários problemas de roteiro relacionados com a varinha. SPOILER ALERT: Se pretende assistir ao filme, não leia.

    Tikka claramente faz um carro explodir (acidentalmente) com a varinha. E no final do filme todo mundo fica surpreso ao saber que ela é uma Bright? Sim, ela está usando luvas quando isso acontece, mas como então ela explodiu o carro?

    Tikka tem o treinamento para criar uma obra de arte pós-moderna com o corpo de sua perseguidora, regenerar o corpo de Jakoby e trazê-lo de volta à vida usando a varinha, mas não para fugir da polícia?

    Se a varinha é um artefato tão poderoso e raro por que Leilah a entregou a outra elfo para caçar Tikka com ela. Não é que Leilah gostasse dessa outra elfo, pela forma como a matou. E a varinha não pode sequer ficar alguns minutos de carro longe de sua “dona” então que sentido faz delegar uma missão com ela?

    Por que Tikka se rende e entrega a varinha à policia, mesmo tendo ficado claro no final que ela não confiava na polícia?

    Se a varinha é um artefato tão poderoso, como a posse dela por uma elfo maligna como Leilah não gerou caos no mundo? Afinal o agente Kandomere diz que a está caçando há 20 anos.

    Muitos problemas podem ser explicados se for estabelecido que usar a varinha tem “um preço”. Isso fica mais ou menos implícito depois que Tikka ressuscita Jakoby (não está claro, porque Tikka pode ter ficado doente por ter usado a varinha que já está “ligada” a outro Bright (Leilah), mas o roteiro precisa estabelecer esse preço, que aparentemente deve ser menor quando se usa a varinha para matar/destruir ou depende da experiência do usuário, o que pode também explicar porque a própria Leilah não podia ser o “Dark Lord” mas apenas um de seus seguidores.

    Isso é do que me lembro agora, uma semana depois de ter assistido. Se eu assistir outra vez devo poder citar outros problemas.

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E não é que é possível mesmo dividir uma bala em movimento com uma espada?

Eu achava que isso era puro exagero dos filmes de ação retratando guerreiros japoneses até ver por acaso um episódio de Iron & Fire (A Ferro e Fogo) no canal H2 onde os participantes tinham que forjar espadas. Um dos testes de dureza usado no reality show consiste justamente de prender a espada firmemente em um torno e disparar uma bala cuidadosamente mirada por laser no fio da lâmina. A explicação é que uma espada mal forjada pode sofrer um dano no fio ou até se despedaçar, mas eu imagino que o teste seja feito especificamente assim pelo efeito “UAU”.

Todas as espadas passaram no teste dividindo a bala em pedaços. Uma delas praticamente nem foi riscada pela bala!

E você nem precisa de uma espada para isso. Dá para dividir uma bala com uma faca!

Então eu pensei “Ahhh, mas um espadachim não teria a velocidade para fazer isso”. Aparentemente errei de novo, como mostra o vídeo abaixo.

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  • Luciano - 343 Comentários

    Bem… a minha pergunta seria, quantas CENTENAS de vezes eles precisaram repetir a cena para o samurai moderno corta o projetil ao meio.

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    • Jefferson - 5.210 Comentários

      Eu pensei algo similar quando vi a cena, até mesmo porque ele só faz uma vez. Por isso eu disse “aparentemente” no texto. Tem gente que faz qualquer coisa por cliques e esse truque de tentar dezenas de vezes e só mostrar a cena onde deu certo é velho.

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    • Jefferson - 5.210 Comentários

      Mas… uma espada pode comprovadamente cortar uma bala. E foi pensando nisso que escrevi o texto.

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  • maximusgambiarra - 21 Comentários

    Eu, que nem sou capaz de rebater uma bolinha com um taco, achei muito interessante a técnica de apontar a arma com um laser colocado na ponta do cano. “Seus problemas acabaram!”
    Agora, interessante mesmo é descobrir porque a “doutora” escolhida para testemunhar a peripécia do samurai é uma autora de livros de psicologia.

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Adorei Valerian and the City of a Thousand Planets

Depois de ver uma ou outra reportagem dizendo que o filme tinha sido um fracasso ou “desapontamento” de bilheteria e constatar as baixas pontuações no Rotten Tomatoes (49%) e IMDB (6.6) eu cheguei a achar que Luc Besson dessa vez tivesse desapontado mesmo. Mas que nada! O filme é um espetáculo visual e divertido. O enredo pode ser fraco e se gasta mais tempo exibindo efeitos visuais do que desenvolvendo personagens mas o balanço ainda assim é positivo. No início eu achei que não ia gostar dos dois atores principais mas acabei adorando tanto isoladamente quanto a interação entre eles. Dou no mínimo nota 8.

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  • VR5 - 304 Comentários

    Uma as partes mais espetaculares (na minha opinião) foi o início, mostrando o desenvolvimento de Alpha (ou “City of a Thousand Planets”) ao som de Space Oddity, de David Bowie… sem falar que a Cara Delevingne é uma gata! :)

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  • VR5 - 304 Comentários

    Estava pensando: você que gosta de listar os “furos” (ou as coisas mais, digamos, “forçadas”) dos filmes se esqueceu (ou relevou) uma coisa: quando Valerian começa uma perseguição aos raptores do comandante ele literalmente “atravessou” várias paredes e ecossistemas, incluindo um gasoso, um aquático, etc. para no final até ir até parar o vácuo do espeço. Já pensou o prejuízo e até o dano que isso poderia causar (até matando espécies) para a estação Alpha? E no final, quando a nave dos Pearls literalmente destrói uma parede e se lança ao espaço? Como o ambiente que ficou para trás estava hermeticamente fechado? Só estou falando isso porque sei que você é bastante (um termo aqui da minha terra RS) “cri-cri” com esses “detalhes”… :-P

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    • Jefferson - 5.210 Comentários

      ele literalmente “atravessou” várias paredes e ecossistemas, incluindo um gasoso, um aquático, etc. para no final até ir até parar o vácuo do espaço. Já pensou o prejuízo e até o dano que isso poderia causar (até matando espécies) para a estação Alpha?

      Quando ele atravessou a parede do mundo aquático eu pensei: “pode isso?”.

      para no final até ir até parar o vácuo do espaço.

      Você notou que ele fica em queda livre quando perfura a última parede e sai no espaço?

      E no final, quando a nave dos Pearls literalmente destrói uma parede e se lança ao espaço?

      “Uma” parede? Supostamente os Pearls estava escondidos bem no meio de Alpha. Se o filme fosse mais sério isso teria dado perda total na estação.

      “cri-cri” com esses “detalhes”… :-P

      E olha que eu noto pouca coisa. Eu costumava olhar a seção “goofs” do IMDB e me espantar com a quantidade de coisas que eu não notara. O engraçado é que eu aparentemente fiquei mais atento justamente depois de começar a ler sobre os erros.

      Tem também algumas coisas do filme que até podem ter explicação, mas o diretor não ofereceu nenhuma até agora:

      1) Por que Laureline precisou entrar no Big Market por outro caminho, em vez de entrar junto com Valerian?

      2) Por que Valerian não desativou imediatamente sua transmatter box ao recuperar o conversor e a pérola? Ele teria deixado a dimensão do Big Market e saído tranqüilamente do mesmo jeito que Laureline.

      3) Por que os Pearls fugiram com o comandante pelo lado de fora da estação Alpha, em uma nave, se o refúgio deles era no interior da estação?

      4) Por que as unidades K-Tron foram tão facilmente eliminadas? Durante o filme foi se construindo um suspense em torno delas que me fez pensar que elas eram muito mais formidáveis. A bomba atômica era um “traco de massa”.

      5) Por que os Pearl contrataram um bandido para roubar o conversor? Não era evidente que qualquer um que roubasse algo tão extraordinário capaz de duplicar riqueza não iria querer se desfazer dele? Isso só funcionaria se o conversor só pudesse ser ativado por um Pearl, mas não foi isso que o filme mostrou.

      6) Por que a raça de Bubble não tinha um papel muito melhor (ou assustador) na sociedade, como espiões ou algo assim?

      7) No início eu não entendi o que danado significava o “U” ter que estar verde. Mas depois de assistir pela segunda vez eu entendi que os portais indicavam as áreas do Big Market que eram seguras para cada raça. Mas ainda acho que o roteiro poderia ter deixado isso mais claro.

      Isso é o que eu me lembro agora. Se eu puxar mais da memória vem mais coisas.

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    • Jefferson - 5.210 Comentários

      Mais uma:

      Não é esclarecido o que aconteceu com as supostas várias unidades enviadas para lidar com a ameaça no centro de Alpha que nunca voltaram. Ficou estabelecido que os Pearl não matavam ninguém, então… o comandante conseguiu convencer todo mundo que dúzias de soldados que nunca existiram sumiram?

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    • Jefferson - 5.210 Comentários

      Acabei esquecendo de responder a primeira parte de sua “questão”.

      Estava pensando: você que gosta de listar os “furos” (ou as coisas mais, digamos, “forçadas”) dos filmes se esqueceu (ou relevou) uma coisa:

      Eu relevei. Eu adorei o filme apesar de ter visto todos esse problemas já enquanto assistia pela primeira vez. Tem gente que trata tudo que gosta como “divino” (se você apontar um problema ou defeito a pessoa age como se fosse uma agressão) mas eu não sou assim. Eu aprecio as coisas mesmo com um olho nos defeitos. Quando eu insisto que algo não é um defeito eu apresento argumentos nos quais realmente acredito.

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    • Jefferson - 5.210 Comentários

      Mais uma: em perseguição á nave dos Pearls Valerian dispara contra eles em áreas densamente ocupadas e, pior ainda, dentro da estação. Isso só não seria um problema com munição inteligente que se torne inócua ao não atingir o alvo pré determinado, mas munição assim inteligente iria atrás do alvo, não?

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    • Jefferson - 5.210 Comentários

      Mais uma: supostamente a raça dos Pearl só existia naquele planeta. De onde veio aquele último conversor Mul? Acharam vagando pelo espaço?

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  • Jefferson - 5.210 Comentários

    ahhh… e um dois maiores WTF! está no fato dos Pearl terem sobrevivido à destruição do planeta inteiro protegidos dentro de uma nave humana semi-destruída.

    Além de terem um cérebro privilegiado (isso o roteiro lembrou de esclarecer) eles devem ser quase indestrutíveis e mágicos, para estender a invulnerabilidade deles à nave humana.

    E ainda tem o fato da quantidade deles parecer ser muito maior do que o número que entrou na nave. Apesar de terem se passado “apenas” 30 anos se imediatamente eles tomaram a decisão “make babies!” e parte dos sobreviventes são filhos dos originais isso até pode colar. Mas o roteiro deveria ter explorado isso.

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  • VR5 - 304 Comentários

    Fiquei matutando depois: pena que o conceito da estação Alpha (desconheço se ela realmente existe no universo dos quadrinhos Valerian) foi concebida apenas para esse filme: imagine realizar uma série explorando todos os ecossistemas e todas as raças existentes ali e suas relações… uma espécie de “Babylon 5” muitas vezes maior e mais complexa… se fosse feito com a seriedade necessária e ainda usando os efeitos apresentados no filme seria uma verdadeira obra-prima da ficção científica! :)

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    • Jefferson - 5.210 Comentários

      Eles ainda podem explorar isso em outros filmes ou em uma série. O único problema é a dificuldade para encontrar financiamento quando o filme “fracassa”, mas dependendo do custo a Netflix é perfeita para financiar isso, porque o modelo de negócio dela não se preocupa com conceitos tradicionais de “popularidade”.

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  • Jefferson - 5.210 Comentários

    Além dos personagens principais eu gostei da unidade militar que os recebeu no planeta do Big Market. Se houver uma continuação seria bom ver eles de novo, o que é possível já que a “morte” deles só ficou implícita. O filme ode começar com o resgate do sargento Cooper.

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Gostei de Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales (A Vingança de Salazar)

E fiquei bastante surpreso com isso.

Eu já não gostara do filme anterior e depois da crítica ter massacrado este eu estava com uma expectativa baixíssima. Fiquei o tempo todo esperando pela cena que ia me fazer dizer “não, isso é idiota demais!” mas ela não veio. Sim, o filme tem absurdos do começo ao fim e alguns problemas de enredo que se removidos deixariam o filme melhor mas, apesar de eu também não ter gostado do “novo casal”, conseguiu me entreter.

Eu sei que é complicado falar de problemas de roteiro em um filme que tem tubarões zumbi que dão saltos acrobáticos no ar mas vamos lá:

  • Como é que o navio do então jovem Jack Sparrow pôde surpreender Salazar? Ele estava inteiro, com todos os mastros e as velas infladas. Não é possível que a tripulação de Salazar pudesse ter achado que o navio tinha sido destruído na batalha;
  • Barbossa diz que o Pérola Negra é o mais rápido dos navios, mas eles são alcançados por Salazar, pela marinha inglesa e, muito pior, pela tripulação de Jack em um bote a remo.

Mas o cabelo de Salazar não deixa você pensar em outra coisa :)

 

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O melhor de Justice League: Crisis On Two Earths é o Batman genocida


Não encontrei trailer legendado.

Convenhamos, os mocinhos enchem o saco. Em Justice League: Crisis On Two Earths (Liga da Justiça: Crise em Duas Terras, 2010) James Woods  dá voz a uma versão paralela ainda mais insana do Batman (você não acha que o “nosso” Batman é “normal”, acha?) que merecia ainda mais tempo de tela. Ouvir os diálogos dele com a “namorada” e depois com o Batman é o melhor do filme.

Mas os poucos segundos da versão paralela do Coringa também são memoráveis e a qualidade da animação está acima da média das produções direto-para-DVD. Recomendo!

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Gostei de Batman: Mask of the Phantasm (A Máscara do Fantasma, 1993)

Mask of the Phantasm é um filme “velho”, pós “Ano Um“, que não se encaixa em nenhuma “storyline” do Batman da qual eu me recordo. Mas nele a estória tem mais destaque que as lutas e você sempre pode encará-lo como uma estória de “universo alternativo”. A animação é boa, melhor até do que a de muitos filmes novos, e tem um bom elenco, incluindo Mark Hamill (Star Wars) dando voz ao coringa.

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Batman and Harley Quinn (Batman e Arlequina, 2017) é muito engraçado

Na maior parte do filme eu devo ter ficado com um sorriso no rosto sem perceber, mas na metade eu estava mesmo dando gargalhadas. Tem alguns diálogos e situações memoráveis. A animação tem boa qualidade e embora a voz de Melissa Raunch (The Big Bang Theory) pareça estranha em Harley Quinn no início, tem horas que você acha que é a voz perfeita para a personagem. Gostei também da música.

Mas quem é fanboy do Batman, do tipo que fica alfinetando fãs do Superman no Youtube, provavelmente não vai gostar. Não é um filme para se levar a sério.

 

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What Happened to Monday (Onde Está Segunda?, 2017) é muito bom

Poderia ser excelente, se não fossem os vários buracos no roteiro. Por exemplo (cuidado, spoilers):

  • A espantosa demora para invadir o apartamento de Karen não apenas uma, mas duas vezes;
  • E depois da primeira invasão, quem removeu os miolos do porteiro da parede para Adrian não ter visto quando subiu?
  • E os outros moradores? Karen era a única moradora de todo o prédio em um país com excesso de população? E precisava de porteiro?
  • Quarta teve uma grande idéia que a permitiu usar uma arma e mesmo sabendo que ainda não tinha se livrado dos perseguidores joga a arma fora?
  • Como Adrian pôde testemunhar um procedimento que supostamente era altamente secreto? Eu entendo que ele entrou no lugar de outro agente, mas eles só checam a identidade do defunto?
  • Se Sábado era virgem, como Adrian não notou se ele já tinha relações sexuais habituais com Segunda? A propósito, essa tradução dos nomes é de doer.
  • Como depois daquela explosão e do fogo o corpo de sexta sai em um pedaço só e reconhecível?
  • E a queda dentro da lixeira vazia? É feita de borracha?
  • Como ninguém nunca suspeitou que a criogenia era conversa fiada? Sustentar uma mentira dessas por 30 anos requer uma conspiração muito grande. E gente demais “do baixo escalão” parecia saber.

Mas gostei da direção (exceto na cena da captura inicial de uma criança, que foi muito mal encenada), da interpretação múltipla de Noomi Rapace e até da originalidade do roteiro.

 

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Superman: Doomsday (A Morte do Superman, 2007) é fraquinho

Mas vale a pena assistir por retratar um dos eventos mais conhecidos do universo DC.

O roteiro desse filme consegue ser muito mais absurdo que a estória em quadrinhos original. Pelo menos considerando o que me lembro do original. A pior parte são as batalhas inicial e final onde Superman (logo ele) parece acreditar que todos os prédios de Metrópolis são apenas decoração, não existindo ninguém dentro deles. E a baixa qualidade da animação chega a ser ridícula em alguns momentos.

Cenas memoráveis:

  • Superman faz uma cirurgia cerebral (memorável até por ser tão absurda);
  • Lex Luthor suja as mãos inesperadamente.
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Justice League: The Flashpoint Paradox (2013) é impressionante

Assim como Gods and Monsters, essa não é uma animação típica, mas The Flashpoint Paradox é melhor em quase tudo. Animação, roteiro, direção, vozes… A estória se passa em uma linha de tempo alternativa onde Bruce Wayne morreu, Superman nunca existiu, a liga da justiça nunca se formou e uma guerra entre Atlantis e as Amazonas lideradas por uma Diana que de Mulher Maravilha não tem nada devastou a Europa, provocando mais de 100 milhões de mortes. Heróis e super-heróis morrem como moscas. Essa é seguramente um das melhores animações do universo DC.

O fato de toda a batalha se passar no gigantesco cemitério europeu torna a estória ainda mais fácil de digerir. Além do fato de já começarmos com o realismo de milhões de mortos não é preciso aturar aquelas batalhas absurdas de animações típicas como em Superman: Doomsday.

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Adorei Justice League: Gods and Monsters (Liga da Justiça: Deuses e Monstros, 2015)


Não encontrei trailer legendado

Esta não é uma animação de “super heróis” típica. A classificação de PG-13 não é à toa, porque dificilmente você vai querer que seu filho de 8 anos assista a tanta violência. O filme não chega a fazer questão de ser brutal e certas mortes são apenas “sugeridas”, mas o que não falta são pessoas sendo atravessadas por espadas e queimadas vivas.

É um estória de “universo alternativo” onde Batman, Wonder Woman e Superman são significativamente diferentes. A qualidade da animação é a básica que se espera de uma produção direto-para-DVD, mas gostei da direção, dos personagens e do roteiro, embora ache que o objetivo do vilão poderia ter sido melhor elaborado. Muito melhor uso do meu tempo que aquele desastre que é Wonder Woman 2017. Claro, eu julgo animações com outro conjunto de critérios e certas situações eu poderia rejeitar em um filme com atores de carne e osso.

Juntamente com o filme, uma série chamada “Justice League: Gods and Monsters – Chronicles” com três curtas de 6 minutos cada foi disponibilizada de graça no Youtube. O de Batman está bem no “espírito” do longa e é o único onde dá para entender o que se passa mesmo sem legendas. Eu nunca vira uma Harley Quinn assim.

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  • VR5 - 304 Comentários

    No Legendas.tv tem as legendas tanto para o longa quanto para a série.

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    • Jefferson - 5.210 Comentários

      Faz tempo que não assisto nada com legendas em português mas hoje eu estava na casa de um amigo e esbarrei no S11E03 de The Big Bang Theory que eu não havia visto. Estava com legendas em português e logo nos primeiros minutos o personagem diz que eles precisam escolher um fim de semana tedioso e sem eventos para o casamento e a legenda diz o oposto. E olha que segundos depois a legenda anunciava orgulhosamente que se tratava de um “trabalho em equipe”.

      Quem depende de legendas “não oficiais” em português não faz idéia do quanto elas distorcem o enredo.

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      • VR5 - 304 Comentários

        Existem legendas & legendas, legenders & legenders, equipes & equipes: tempos atrás uma equipe de legendadores “amadores” PROVARAM que as legendas deles para um filme (não me lembro mais qual) eram MELHORES que as “oficiais”… e também que empresas estavam usando suas legendas em filmes deles na hora de legendar… existem excelentes equipes. A gente com o tempo acaba conhecendo e pegando confiança nas pessoas/equipes certas.

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Consegui assistir a Transfomers: The Last Knight (O Último Cavaleiro, 2017) até o final.

É inacreditável. Não pensei que conseguiria. Acho que “o truque” foi ter começado com a expectativa bem baixa e considerando o filme nada além de uma comédia.

Não, isso não significa que eu “gostei”.

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Gostei de Baby Driver (Em Ritmo de Fuga, 2017)

Tem um monte de coisas que não fazem sentido na trama, mas eu fiquei entretido o bastante para não me incomodar. Gostei da direção, da música, do elenco e dos personagens.

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  • VR5 - 304 Comentários

    Principalmente quando começa a tocar “Hocus Pocus”, da banda holandesa Focus… :)

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    • Gustavo Sarmento - 10 Comentários

      MAIS UM filme que toca esta música? :D

      Acredito que o mais recente tenha sido o reboot do Robocop, mas a lista é grande…

      Bem… bom pro pessoal da banda! Deve dar uns caraminguás a mais.

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The Hitman’s Bodyguard (Dupla Explosiva – 2017) é divertido

 

Gostei da comédia e da interação entre os dois personagens principais. Já a direção me incomodou nas cenas de luta, mas se você assistir como comédia não vai se incomodar tanto, até porque tem situações absurdas demais para você levar o filme a sério.

O trecho onde o personagem de Samuel L. Jackson questiona qual dos dois seria o cara “mau” aos olhos de Deus é inspirador. E Salma Hayek está envelhecendo muito bem o_O. O engraçado é que eu assisti ao filme inteiro achando que o ditador era “parecido” com Gary Oldman e só vi agora que é o próprio. Ele está diferente.

Aproveitando para criticar a idiotice tupiniquim, a versão em português do título é ridícula. Existem títulos que são quase intraduzíveis porque só um nativo vai entender, mas esse não é um deles. “O guarda-costas do matador” explica exatamente do que se trata e o público brasileiro vai entender, além de preservar a singularidade do enredo.

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  • Snow_man - 146 Comentários

    Dupla explosiva realmente é nome pra outro filme.
    Gostei desse, mas realmente tem que levar apenas como comédia.

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Gostei de Lockout (Seqüestro no Espaço – 2012)

O filme é cheio de situações altamente improváveis mas é interessante e divertido e a melhor parte fica por conta dos personagens de Guy Pearce e os dois vilões! O ator que interpreta o maluco é muito convincente.

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  • VR5 - 304 Comentários

    Seria uma mistura de “Fuga de Nova Iorque” com “A Fortaleza II”?

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  • Alexandre Prestes - 7 Comentários

    Na verdade este filme está mais para Duro de Matar no espaço. E é sim divertido pra caramba.

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Os russos estão caprichando nos efeitos especiais

Mas ainda precisam melhorar no roteiro, direção, elenco…

Guardians – 2017 – Esse eu tentei assistir por alguns minutos e desisti.

Attraction – 2017 – Só vi o trailer, mas dá algumas dicas de que também é fraco.

 

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  • VR5 - 304 Comentários

    Pois é, eu sempre me pergunto: POR QUE o Brasil não consegue fazer uma ficção científica decente? Por aqui só rola biografias, dramas existencialistas e comédias “enlatadas”…

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    • Jefferson - 5.210 Comentários

      Você esqueceu de Tropa de Elite.

      Cinco dos muitos motivos:

      1)A pirataria aqui é generalizada. Gente que troca de carro todo ano (modelo de 150 mil) faz questão de comprar pirata no tabuleiro do camelô e/ou comprar receptor de satélite clandestino. Seria preciso fazer em inglês para tentar vender lá fora;
      2)Ter uma empresa aqui é muito mais complicado do que lá fora. Entre outras coisas ter o governo como seu principal sócio é um grande empecilho à produtividade;
      3)Importar os equipamentos e softwares necessários é mais caro do que lá fora
      4)Não temos gente qualificada o bastante com nossa educação sofrível;
      5)Não há incentivo à inteligência neste país.

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    • Jefferson - 5.210 Comentários

      A propósito, você foi bloqueado por causa do filtro de SPAM burro que implicou com a palavra “existencialistas”.

      Tive que editar o código fonte do plugin para remover “cialis” da lista.

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