Nota mínima para o MEC

Desde a adolescência eu ouço piadas sobre cursos onde é tão fácil passar que se você souber assinar seu nome na prova já está aprovado. Pois o MEC no atual governo fez a realidade superar a comédia com o conceito de “nota mínima”. De fato, basta assinar seu nome para se ter uma nota.

E a justificativa do Inep(to) é de um coitadismo incompatível com um país que deseja ser grande, mas bem típico do pensamento de um grupo que quer ver o povo grunhindo e mugindo:

“uma pessoa que erra todas as questões recebe o valor mínimo do teste, e não uma nota zero, pois não pode-se afirmar a partir do teste que ela possui zero conhecimento”.

Eu estaria dando risada, se morasse no Canadá, Nova Zelândia…

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  • Bruno Favaretto

    Fora que dizer “não pode-se” em nota oficial é, no mínimo, ridículo. Nota zero em gramática pra eles. 

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  • Fábio

    http://en.wikipedia.org/wiki/Item_response_theory

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    • http://en.wikipedia.org/wiki/Item_response_theory

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      Esse artigo é absolutamente incompreensível para qualquer pessoa que não seja da área. E não sou só eu que estou dizendo: basta ler a página de discussão.Eu me considero razoavelmente inteligente e não consigo compreender nada além do primeiro parágrafo.

      O que, aliás, combina bem com o atual governo federal. Obfuscamento e mistificação não podem faltar.

       

       

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O navio de Lula ainda está no estaleiro

Lembram de quando eu falei do navio que Lula veio aqui em Recife “inaugurar” quando ainda era presidente e que não saiu ainda do estaleiro? A Revista Época desta semana traz uma nota de esclarecimento de página inteira do Estaleiro Atlântico Sul que afirma que uma nova matéria de Veja sobre o problema (dezembro) é mentira, mas curiosamente confirma que o navio que já deveria estar no mar há muito tempo ainda está em “fase final de acabamento”.

Eu só acredito nessa conversa mole quando o navio estiver no mar, cheio de petróleo.

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  • pimpolho

    essa administração é uma desgraça ao estaleiro atlantico sul. só faz bobagens, mente e maltrata as pessoa. como se não precisase delas. dizem que vão demitir todo mundo até esse mes e retomar depois com a casa arumada. vão da desculpa que é normal, que houve entrega. e os outros 14 navios? e as sonda? tudo mentira pra ganhar tempo e desgraçar ainda mais nosso estaleiro. vai detonar a industria como todo, manchar a reputação do pernambucano e dos brasileiro. e os acionista, não vem isso. se não, alguma coisa maior tem ai

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Quem acha como eu que a Guerra das…

Quem acha (como eu) que a Guerra das Malvinas foi uma atitude patética, fruto da arrogância dos militares argentinos, ainda não viu nada. Como a Argentina (por enquanto) é uma democracia e duas democracias não entram em guerra há muito tempo (alguém lembra a última vez?), a alternativa é partir para o comportamento birrento e com a ajuda de outras “democracias estranhas” dificultar a vida dos moradores das Malvinas.

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/12/brasil-e-outros-paises-do-mercosul-proibem-navios-das-malvinas-em-seus-portos.html

O que a Argentina ganha com isso? Nada de bom, claro. Os habitantes das Malvinas (ou Falklands) já declararam que preferem estar sob a bandeira inglesa.

E com a Cretina Cristina Kirchner no poder, eu também preferiria.

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  • Eu tenho uma teoria que a China é um adversário muito perigoso numa guerra, pois poderia vencê-la sem disparar um único tiro, basta mandar uns 200 milhões de chineses atravessar a fronteira. Já ganharia por ocupação.

    Brincadeiras a parte, a Argentina poderia tratar esse assunto com uma certa inteligência. Poderia acabar com todas as animosidades, se oferecer para mandar turistas, suprimentos, serviços, etc. Na mais pura das boas intenções.

    Com o tempo qual o país que seria mais importante para a ilha? A Argentina ou a Inglaterra? Uma questão de logística…

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Caçadores de Indenização?

Quem passa hoje pelos primeiros quilômetros da BR232, no trecho em torno da entrada para o Totó, estranha a grande quantidade de pequenos estabelecimentos comerciais que foram construídos de uma hora para a outra, em um terreno que supostamente pertence à União. Há um armazém de construção, equipadora de veículos, residências…

Além de ser uma margem de rodovia, fica debaixo das linhas de transmissão da CHESF, onde supostamente nada poderia ser construído.

Aí eu ouvi uma referência na TV a um suposto projeto de quadruplicação da BR232 e comecei a entender. Sou capaz de apostar que são “caçadores de indenização” em ação.

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  • saulobenigno

    Falando nisso, e a nova favela ali no início do viaduto tancredo neves na saída de Boa Viagem para Imbiribeira, ao lado direito? Em menos de 1 mês está tudo montadinho… impressionante.

    Não vi nada e ninguem chegar lá resolver

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  • Magno Lima

    Gefferson, nao existe indenizacao para quem edifica em terreno publico (Uniao, Estados ou Municipios). Em momento oportuno, a uniao entrara com acao para “limpar o terreno” (sem qualquer tipo de indenizacao, pode apostar). Havera “pressao social” para que os entes publicos vejam uma alternativa para moverem os que la estao para alhures ou para serem incluidos em projeto social, como o “minha casa minha vida”, e.g. Amplexo.

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Pela lei do usucapião a calçada já…

“Pela lei do usucapião, a calçada já é minha”.

Foi o que declarou o dono de um bar em Recife que há 30 anos (palavras dele) ocupa irregularmente a calçada em frente ao seu estabelecimento com cadeiras e mesas, atrapalhando a passagem dos pedestres.

Fonte: Diário de Pernambuco de hoje, página C5

Olha, eu até entendo que as mesas do lado de fora dêem um certo “charme” à cidade. Mas é preciso que haja alguma disciplina. O proprietário de bar que ocupa a calçada precisa dar uma contrapartida, como zelar pela calçada, pela rua, etc. E é preciso haver regras. Porque o que mais vemos aqui no Recife são os comportamentos abusivos, quando o dono do bar depois de ocupar a calçada já começa a ocupar a própria rua. Muitas vezes é por pura falta de educação, mas outras vezes é gente arrogante que tem a cara de pau de dar uma declaração dessas.

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  • Elder

    Sá pra constar, não sei se o infeliz dono do bar falou sério sobre o usucapião ou se é brincadeira, a lei sobre usucapião é a 10.257/2001 – Estatuto da Cidade – que em seu artigo 9º menciona claramente:

    “Aquele que possuir como sua área ou edificação urbana de até duzentos e cinqüenta metros quadrados, por cinco anos, ininterruptamente e sem oposição, utilizando-a para sua moradia ou de sua família, adquirir-lhe-á o domínio, desde que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural.”

    Ou seja o mecanismo do usucapião só vale quando o terreno for utilizado para “sua moradia ou de sua família”, que não é o caso. Repito: não há usucapião para o caso citado!

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    • Jefferson

      Talvez não seja a lei do usucapião, mas pode existir algum outro dispositivo legal.

      Eu lembro vagamente do caso relatado no livro “O guia dos seus direitos” (acho que foi nele) . Um cara invadiu um terreno particular e montou uma banca de revistas. Ficou assim durante anos até o proprietário decidir usar o terreno. Espertamente o proprietário convenceu o invasor a retirar a banca prometendo um espaço melhor no final. O invasor retirou e perdeu tudo. Segundo quem conta a estória, se o proprietário fosse brigar com o invasor, seria obrigado a pagar indenização.

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      • Bem, calçada é área pública, como tal, não é possível o usucapião desta, usucapião via de regra só cabe áreas particulares.

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  • Camilo

    Um bom exemplo de regramento é o que foi implantado na cidade de São José dos Campos , SP – Guia de Calçadas

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Não era comigo…

Vale a pena ler isto aqui:

http://shankas.blogspot.com/2008/09/no-era-nada-comigo.html

É um cenário que vem se repetindo com freqüência cada vez maior aqui no lisarb.

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  • Sony Santos

    Senti falta de o link ser clicável.

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  • Sony Santos

    Muito bom o texto!!! :lol:
    Sobre a clicabilidade do link, talvez haja um plugin pra fazer isso automaticamente.

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