Windows travando entre 10 e 15 minutos após login

Windows XP. A queixa do cliente era de que não conseguia enviar email pelo outlook.com apesar de conseguir ler e que não conseguia imprimir mais que três documentos locais quaisquer. Assim que cheguei o computador estava ligado mas com o Windows inoperante. Não respondia ao teclado nem a cliques do mouse. Após reiniciar, no meu primeiro teste eu consegui tanto enviar email quanto fazer impressões normalmente mas depois de algum tempo de uso o Explorer travou. A primeira coisa que fiz após reiniciar foi eliminar o malware da GAS que estava instalado na máquina, mas não surtiu efeito. O Explorer travava aparentemente de forma aleatória.

Levei mais de uma hora e meia para perceber o padrão. Era o tempo. Após pouco mais de 10 minutos a internet era bloqueada (daí a impossibilidade de enviar email), pouco tempo depois a barra de tarefas congelava e logo você não conseguia fazer mais nada no computador. Apenas apertar o botão de reset resolvia, por mais 10 minutos.

Três horas depois de começar o serviço eu aparentemente cheguei ao culpado. O problema parece ter sumido depois de ter desinstalado o Avast Internet Security. Até o acesso ao youtube, que estava funcionando aos trancos, ficou normal.  Em retrospecto, eu deveria ter começado por ele logo quando percebi que o acesso à internet estava sendo bloqueado, mas os travamentos que ocorriam logo em seguida me colocaram no caminho errado.

 

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Excel ignorando formatação de data nas células

O cliente apresentou o problema da seguinte forma: ele tinha uma planilha com uma coluna preenchida com datas na forma:

01/01/2018

E queria mudar tudo para o formato:

01/01/18

Eu olhei a formatação das células e estava do jeito que ele queria. Mudei para outra formatação e isso continuou sendo ignorado pelo programa. Mas digitando uma data na célula ao dar ENTER ela era convertida para o formato desejado.

Desconfiei de que o que estava vendo ali apesar de parecer uma data não era uma. Perguntei à funcionária que criou a planilha como ela havia digitado aquilo e ela me disse que havia sido importado de uma aplicação web.

Na mosca. Possivelmente os caracteres estão em Unicode ou algo assim. O problema se manifesta no Excel XP e 2007. No 2007 fica ainda mais evidente que se trata de um bug, porque se eu clicar numa célula com o problema, depois clicar no campo edição e der ENTER, o formato se corrige o que quer dizer que em uma das operações (copiar da célula para o campo de edição ou colar do campo de edição para a célula) o Excel 2007 percebe o problema e demonstra que sabe lidar com ele.

O modo mais “simples” que encontrei para corrigir um número grande de células sem me cansar de dar click e ENTER foi:

  • Selecione todas as células com o problema em uma dada coluna
  • CTRL+C
  • Abra o Bloco de Notas
  • CTRL+V
  • Selecione tudo que você acabou de colar
  • CTRL+C
  • Selecione a primeira célula com o problema na planilha
  • CTRL+V

O que isso faz é usar o Bloco de Notas para “filtrar” os caracteres invisíveis. Seria útil se o Excel tivesse essa função embutida, mas eu não achei.

 

 

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  • Claudio - 9 Comentários

    Jefferson, o problema pode nem ser os caracteres da entrada. Ocorre que o conteúdo de uma célula é armazenado de uma forma se for “texto puro” e de outra forma se for uma data ou número.

    Um teste simples:

    – Sete a formatação de uma coluna vazia para “texto”
    – Entre algumas datas nessa coluna
    – Mude a formatação da coluna para um formato de data
    – Note que os dados na coluna não acompanham a formatação, seguem sendo tratados como texto
    – Edite algumas das células e observe que agora passam a ser tratadas como data

    Um campo de texto é armazenado como uma string internamente. Uma data é um número inteiro em “epoch format” (experimente mudar o formato da coluna para “número” para ver, e números tem representações diferentes dependendo de serem inteiros ou ponto flutuante.

    O motivo da simples mudança não ter efeito na planilha do seu cliente é porque no momento da importação aquela coluna foi tratada como texto.

    Se você estiver importando de um arquivo CSV e tiver paciência de não clicar “next, next next” no wizard, a última etapa do importador permite escolher o tipo de dado para cada coluna do arquivo de origem; se você não escolher, os dados são importados como texto (afinal, CSV não tem informação de tipo de dado).

    Para a importação da web o procedimento deve ser similar, desde que seja usado o wizard, não um mero COPY+PASTE (se bem que mesmo o COPY+PASTE pode funcionar se você tiver o cuidado de setar o tipo das colunas antes de colar).

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      – Sete a formatação de uma coluna vazia para “texto”
      – Entre algumas datas nessa coluna
      – Mude a formatação da coluna para um formato de data
      – Note que os dados na coluna não acompanham a formatação, seguem sendo tratados como texto
      – Edite algumas das células e observe que agora passam a ser tratadas como data

      Sim, acontece como você descreveu.

      O motivo da simples mudança não ter efeito na planilha do seu cliente é porque no momento da importação aquela coluna foi tratada como texto.

      Para mim isso é contra-intuitivo. Eu não uso planilhas e por isso posso não estar a par de algum conceito que torne esse comportamento intuitivo. Do ponto de vista de um usuário que executa um comando de formatação, eu espero que haja uma mudança visual imediata se existir uma diferença visual. Em outras palavras, eu espero que as células sejam atualizadas.

      Existe algum comando de “refresh” que eu deveria dar para atualizar a visualização da tabela?

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  • Claudio - 9 Comentários

    Refresh que re-interprete o conteúdo da coluna até onde eu saiba não (mas poderia ser implementado como uma macro). O problema aqui é a ambiguidade: se no momento em que os dados foram importados você disse que era texto (o default se não especificar), como decidir se 4/1/18 refere-se a 4/Jan/2018, a 1/Abr/2018, ou se é uma marcação de texto (código interno, sei lá) e não uma data?

    Por isso é importante sempre definir os tipos de cada coluna no momento da importação, para não ter ambiguidade. nesse momento o wizard te deixa não apenas selecionar o tipo “data” como informar a máscara (dd/mm/yyyy, mm/dd/yyyy ou outras). É o caminho mais tranquilo, mas envolve treinar os usuários para ir devagar nessa etapa, e não simplesmente clicar “próximo, próximo, finalizar” :-)

    Mas, dando o braço a torcer, bem que o wizard de importação poderia se comportar de forma diferente, e resolveria esse problema:

    – Em vez de o tipo de dado default de uma coluna ser “texto”, usar como default algo como “unspecified”
    – Ao importar dados, se o tipo da coluna é “unspecifiedf”, usar a mesma regra da entrada manual de texto na célula: se parece uma data, fazer o parsing usando o locale do sistema (dd/mm/yyyy ou mm/dd/yyyy); se parece um número ou moeda, tratar como tal …

    Algo assim geraria menos frustração.

    Mas isso nunca vai ser feito porque a MS não pode quebrar a compatibilidade do wizard de importação, porque isso afetaria usuários atuais :-(

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PCs com memória RAM utilizável muito inferior à fisicamente instalada.

Há meses eu venho esbarrando nesse problema e ainda não tenho solução ou mesmo uma explicação para ele. Estou publicando para documentar e porque é possível que algum de meus leitores saiba explicar isso.

Exemplos:

Meu “melhor” caso é o de um desktop Lenovo S510 onde são perdidos “apenas” 1.4GB:

 

Em um computador montado com Placa MSI AM1I perdemos 1.54GB:

 

 

E por fim o desktop Positivo Master C100 onde 1.83GB desaparecem:

 

 

A única coisa em comum entre as três máquinas é que são modernas (perceba que os i3 são de 5a e 6a geração), compradas a menos de dois anos, com processadores de 64 bits, usando o Windows 8.1 pro de 32 bits. Eu não sei ainda que motherboards usam o Lenovo e o Positivo (Intel) mas certamente não é a MSI AM1I (AMD).

Uma quantidade de RAM usável mais baixa que a RAM fisicamente instalada é normal até um certo ponto. Eu diria que é razoável perder até 500MB (na minha eu perco 300MB). Mas nesses casos o usuário está perdendo mais de 1.4GB. Isso poderia ocorrer por alguns motivos:

  • Definição de um limite de uso de RAM nas configurações do Windows – Está em “auto”;
  • O uso de uma versão do Windows que propositalmente não usa toda a RAM, como a starter – Não é o caso;
  • Alguma configuração no BIOS – Não consigo imaginar o que seja. E mexi em muita coisa;
  • Bug no BIOS – Não procurei updates ainda.

 

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  • Marcio - 11 Comentários

    Partindo do principio que as duas máquinas estão usando a GPU embutida no processador, uma parte disso deve estar sendo reservado como memória de vídeo, mas nunca vi uma gpu embutida reservar mais de 1gb.
    Como o windows é 32 bits, o espaço de endereçamento de memória é meio limitado, pode haver algum outro dispositivo reservando espaço de endereçamento, diminuindo o que sobra para endereçar memória.
    Concordo que é bem estranho.

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      Quase 100% das máquinas com que lido tem GPU embutida e nunca vira isso acontecer antes. E sempre que tive que lidar com pouca RAM eu podia ir no setup e reduzir a quantidade de memória compartilhada com a GPU. Essa configuração não parece existir nessas máquinas.

      E por falar nisso, uma quantidade irreal de memória RAM compartilhada com a GPU poderia explicar esse problema, mas o comportamento ainda assim seria bizarro. A máquina que tem uma placa MSI tem dois módulos de 2GB e se eu tiro um deles eu fico com aproximadamente 1.5GB de RAM usável (não lembro o valor agora). Ou seja: com 2GB eu perco 0.5GB e com 4GB eu perco 1.5GB. Seria o BIOS auto reservando RAM para a GPU? O usuário deveria ter controle sobre esse comportamento. Em nenhuma dessas máquinas eu preciso de mais que 256MB de memória para o vídeo, considerando que um framebuffer fullHD de 32 bits requer míseros 8MB de RAM.

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Acrescentei ao texto a informação que faltava sobre o desktop Lenovo.

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    As GPUs das máquinas são:

    • Positivo Master C100: Intel HD Graphics;
    • Lenovo S510: Intel HD Graphics ou Nvidia NVIDIA® GeForce® GT720 (não tenho acesso à máquina agora);
    • MSI AM1I: Radeon R3
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  • VR5 - 297 Comentários

    Jefferson, é um off-topic, mas não encontrei nada semelhante no seu blog: qual sua opinião sobre usar em PCs armazenamento SSD? Falo isso porque aqui na empresa troquei o computador do nosso diretor e ao invés de optar um com HD coloquei um com um SSD de 240 GB para o Windows w Office (os demais programas ERP e os arquivos ficam no servidor). Ela carrega o Windows 10 em menos de 10 segundos! Você tem experiência nesse ponto? Seria uma tendência para o futuro? Para um PC caseiro, por exemplo, ter um SSD para os principais programas e o SO + um HD para os demais arquivos? Se o assunto for muito complexo podes abrir um tópico novo? Abraços…

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    • Marcio - 11 Comentários

      Um SSD é simplesmente o melhor upgrade que alguém pode fazer em um pc. Se você nunca usou não sabe o que está perdendo.
      Como os preços ainda estão meio altos, a minha recomendação é um de 250gb onde vc vai instalar o windows e os programas e jogos que você usa diariamente, e um HD de 1TB ou mais onde você coloca os seus arquivos e jogos que você não joga muito.
      Se você se preocupa com o limite de ciclos de escrita da memória flash, o problema não é grave como algumas pessoas falam, uso um samsung já a uns 4 anos em uso intenso e ele ainda está bem saudável de acordo com o SMART.
      Um detalhe importante se você está pensando em comprar um, é que os mais baratos não possuem memória RAM onboard que serve para varias funções internas do SSD, esses são mais baratos e um pouco mais lentos e acho que a vida útil seja menor por não ter a RAM pra fazer cache, é bom dar uma pesquisada boa antes de comprar.
      AS melhores marcas (das que você acha no brasil) são samsung, intel, Hyperx (a linha premium da kingston).
      Os mais baratos são os Western digital, kingston e sandisk, esses alguns modelos tem DRAM interna e outros não, tem que dar uma pesquisada.

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    • Jorge Mendonça - 30 Comentários

      O grande problema em usar SSD na empresa é que SSD quando quebra morre de vez e HDD, caso dê algum problema, a chance de recuperar o conteúdo é grande. Se não precisar manter arquivos essenciais para a empresa salvos na máquina acho um excelente investimento. O ideal seria SO e programas no SSD e documentos em um HD, utilizando os dois na mesma máquina. Na minha humilde opinião claro.

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      • Marcio - 11 Comentários

        As experiências que tive um HDs falhando foram bem diversas, alguns deram sinais de problemas e deu tempo de copiar o conteúdo mas já tive casos de HDs que morreram de uma hora para outra.
        O negocio em empresas é ter um pequeno servidor de arquivos que tenha algum sistema de backup automático preparado.

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  • Claudio - 9 Comentários

    Sinto-me sortudo :-)

    Processor lntel(R) Core(TM) i7-4810MQ CPU @ 2.80GHz 2.80 GHz
    Installed memory (RAM): 24,0 GB (23,7 GB usable)

    Notebook HP ZBook 15, além dessa memória toda eu coloquei um SSD de 256GB, e movi o HDD de 500GB para a baia do disco ótico, que virou disco externo USB (raramente uso).

    É um foguete!

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  • José Carneiro - 188 Comentários

    Jefferson, creio que o problema maior é o sistema ser de 32bits. Experimenta usar um sistema 64, mesmo que seja live só para ver como fica nessas máquinas. Tem sistema que só lê 3GB o que explicaria o problema que você está tendo nesse caso aqui:

    “E por falar nisso, uma quantidade irreal de memória RAM compartilhada com a GPU poderia explicar esse problema, mas o comportamento ainda assim seria bizarro. A máquina que tem uma placa MSI tem dois módulos de 2GB e se eu tiro um deles eu fico com aproximadamente 1.5GB de RAM usável (não lembro o valor agora). Ou seja: com 2GB eu perco 0.5GB e com 4GB eu perco 1.5GB. Seria o BIOS auto reservando RAM para a GPU? O usuário deveria ter controle sobre esse comportamento. Em nenhuma dessas máquinas eu preciso de mais que 256MB de memória para o vídeo, considerando que um framebuffer fullHD de 32 bits requer míseros 8MB de RAM.”

    Perceba que na verdade você continua “perdendo” 0.5GB, já que o limite seria de 3GB e menos 0,5GB, temos 2,5GB.

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  • Eduardo - 5 Comentários

    sistema 32bits só gerencia até 2,75 de RAM e a diferença ainda deve estar reservada pra GPU.

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      sistema 32bits só gerencia até 2,75 de RAM

      Eu não sei de onde você tirou essa idéia.

      A imagem acima foi obtida no notebook Semp Toshiba (STI) IS1442.

      Sistemas operacionais de 32 bits gerenciam até 4GB de RAM. Devido a outros fatores relacionados com hardware o sistema de 32 bits pode ser levado a enxergar apenas algo entre 2.5 e 3.5GB de RAM. Esse é um problema documentado e eu estava acostumado a ver cerca de 500MB perdidos, porém eu não sei por que eu só comecei a esbarrar nos casos extremos recentemente, com hardware moderno.

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  • Jorge Mendonça - 30 Comentários

    Estava com esse problema um tempo atras usando windows 7 32bits. Troquei pelo de 64bits e aumentou consideravelmente a memoria utilizável. Isso já tem mais de 2 anos, não lembro exatamente quanto tinha e quanto passou a ter.

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  • Matuto - 63 Comentários

    Eu acredito que o problema é da RAM compartilhada com a GPU. Eu peguei alguns casos parecidos em notebooks e no SETUP não tinha opção para modificar a “Shared Memory” do desgraçado. É como se o BIOS compartilhasse mais memória pra vídeo, a partir do momento que ele enxerga mais memória RAM disponível. Sem se importar com o uso que o usuário vai fazer. Me dá saudade dos tempos que tu poderia colocar só 8mb pra vídeo nas placas-mãe da Asus e Gigabyte.

    Jefferson, se eu tivesse no teu lugar eu faria o seguinte teste: Colocaria um HD meu, instalaria o Windows 7 – 64bits e verificaria se muda alguma coisa. Só pra ter certeza que o problema não é na “bela bosta” do Windows 8.

    Coincidentemente estou agora com um notebook Acer Aspire 5733-6432, com Windows 7 Professional – 64bits que vem de fábrica com 2gb DDR3. Estava uma carroça! Coloquei 2gb meus, de testes, e aqui mostra que dos 4gb, 3,68 estão utilizáveis.

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Eu tenho explicações preliminares para os dois problemas levantados no post: Por que isso acontece e por que eu não notara antes.

    Por que acontece:

    É uma combinação de um problema de hardware existente há mais de uma década que provoca perdas de RAM que variam de 1.25GB no pior caso a 0.25GB no melhor com uma reserva abusiva e na maioria das vezes sem sentido (video 2D funciona com míseros 8MB) de memória RAM para a GPU.

    Por que eu não notara antes:

    1) A reserva abusiva de RAM para a GPU sem opção de configuração no BIOS pode ser um problema recente, de alguns fabricantes desleixados.

    2) Os fabricantes de PCs que saiam de fábrica com 4GB de RAM e sistema de 32 bits tomavam o cuidado de escolher um hardware com um menor desperdício de RAM para evitar um problema com os compradores. O hardware mais desleixado era vendido em máquinas saindo de fábrica com apenas 2 ou 3GB.

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Impressora Brother HL-1112 (HL-1110). Não consegue instalar ou desinstalar.

Resumo da solução: Não escolha “português” no instalador. Escolha “English (United States)” e tudo vai funcionar como deveria.

Minha experiência com impressoras Brother é quase zero e isso estava me dando uma surra hoje. Todas as tentativas de reinstalar o driver da impressora no Windows 8.1 32 bits usando a única versão disponível online acusavam isto:

Dizer que “não há itens adicionais a serem instalados” me parece uma declaração estúpida. Mas mais estúpido ainda é não dar a opção de prosseguir assim mesmo. Se já está instalado e o usuário tenta instalar é quase certo que esteja havendo um problema. Já comecei questionando a competência da Brother.

Procurei um desinstalador em “Desinstalar ou alterar um programa” e não havia nenhum. Baixei o desinstalador disponível no mesmo link e rodei quatro vezes. Em cada uma delas o programa reportou que o driver tinha sido desinstalado com sucesso, mas tentar instalar acusava o mesmo erro e ao rodar o desinstalador de novo a impressora aparecia listada novamente. Mais uma razão para duvidar da competência da Brother.

Com o Voidtools Everything procurei por todas as ocorrências de “brother” no sistema de arquivos e apaguei. Não surtiu efeito algum. E somente depois que eu fiz isso descobri que na seção “utilitários” da instalação eu poderia encontrar o desinstalador.

Eu já estava pensando em procurar o CD original de instalação ou partir para remover a impressora do Registro na marra (arriscado) quando pensei em tentar instalar em inglês. Aí a coisa realmente mudou. O instalador continuou acusando que o driver já estava instalado, mas desta vez me deu a opção de desinstalar:

Cliquei em “Sim” e alguns segundos depois, aparentemente mais um bug, o desinstalador veio em português:

Cliquei em OK e o driver foi desinstalado, me permitindo prosseguir com a instalação. O que resolveu o problema que o cliente tinha.

Notar que o fato de funcionar em inglês mas não funcionar em português não é surpresa para mim. Foi por isso que testei em inglês. O meu último problema com isso fora o DSL-2740e com firmware Totolink, que não consegue terminar a configuração do modo Repetidor se estiver configurado para português.

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  • Snow_man - 144 Comentários

    Caramba, Jeff, que bronca! graças a Deus que resolveu e obrigado por postar, tenho cliente que usa Brother.

    Ontem fui resolver problema com HP 8610; notebook foi formatado tem uns 15 dias com Win 10 home, e tinha instalado essa impressora normalmente: em rede com fio, com ip fixo.Daí na quinta parou de receber impressão; em vez de olhar o driver, parti pra remover e reinstalar. O que aconteceu? não finalizada a instalação.

    Parti para uma nova instalação via cabo usb, mesmo erro. Nos fóruns da HP e pesquisando, fiz alterações via Gpedit e no registro, além de uma alteração de driver no Gerenciador de Dispositivos (item Controlador de USB). Tudo dando errado.

    Mas depois de alguma dessas alterações, aceitou a instalação por usb; aí tentei adicionar impressora de rede. NADA. Aí a solução: pegar a instalada usb, e mudar a porta para o endereço ip. Deus é bom! aceitou e finalmente às 15h pude ir almoçar.

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Escolher uma senha forte para o email não é só para proteger a conversa

Eu admito: algumas vezes eu acho que uma conta de email é tão “irrelevante” que não me preocupo com criar uma senha complicada para ela, mas pela segunda vez eu me arrependi por ter feito isso. Spammers estão sempre tentando descobrir a senha de contas reais porque isso aumenta as suas chances de passar pelos filtros de spam. Em teoria você deveria ser capaz de perceber rapidamente o problema por causa dos inevitáveis “bounces” caindo na conta, mas os dois casos que me morderam foram contas que abri para clientes e o problema é que os bounces são quase sempre em inglês e os clientes tendem a ignorá-los.

Assim acaba ocorrendo o problema com o qual me deparei hoje: desde o dia 10 a conta havia sido comprometida e estava recebendo bounces mas o cliente só me informou hoje, quando o número de bounces tinha chegado a centenas por dia, o provedor de email já estava bloqueando o envio de mensagens legítimas de toda a empresa porque o spammer estava enviando mais de 500 mensagens por hora e provavelmente essa conta já havia sido marcada como a conta de um spammer por centenas de filtros pelo mundo todo.

Lição aprendida: sempre usar uma senha complexa mesmo em contas de pouquíssima importância. A senha tinha 9 caracteres, sendo cinco letras e quatro números, mas ainda assim era fácil de adivinhar.

 

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Um cabo ligado errado pode derrubar toda a sua rede (e te deixar maluco)

Era para eu ter escrito sobre isso desde que escrevi meu texto sobre uma das vulnerabilidades do Wi-Fi. E como estou baixando o sarrafo no Wi-Fi esta semana acho justo lembrar que cuidar de redes cabeadas, principalmente grandes, não é nenhum “melzinho na chupeta”.

O fenômeno é chamado de “tempestade de pacotes” ou “tempestade de broadcast” (broadcast storm) e ocorre quando acidentalmente (ou propositalmente) as duas pontas de um mesmo cabo de rede  são ligadas ao mesmo segmento de rede. Geralmente, no mesmo switch.

Imagine que você está no rack tentando diagnosticar um problema menor na rede e desconecta um ou mais cabos do switch e depois de religá-los um novo problema surge, ainda pior. De toda parte da empresa começam a chegar recados de que tudo (internet, email, sistema comercial, câmeras IP, etc) parou e ninguém consegue usar a rede. O seu primeiro impulso é achar que você desconectou algo mas tudo parece estar como deveria. Você procura por uma luz apagada mas todas estão acesas. Acesas até demais!

Isso porque ao reconectar os cabos você não percebeu que conectou um a mais, a ponta solta de um cabo cuja outra ponta já estava conectada ao switch. Isso cria um “loop” no equipamento e o efeito é quase imediato. Quando o switch recebe o primeiro pacote de dados para broadcast vindo de qualquer um dos dispositivos ligados a ele, encaminha para todas as outras portas, como de costume; mas como existe um loop esse encaminhamento volta por outra porta como se fosse um pacote de broadcast novo e é novamente retransmitido para todas as portas, que volta pelo loop e assim continua até esgotar toda a capacidade de processamento do switch.

Pior que isso: a tempestade se propaga para todos os switches no mesmo segmento de rede (o mesmo “domínio de broadcast”) paralisando todos eles em segundos.

Às vezes você pode notar que se trata disso pelo padrão frenético de piscadas de todos os LEDs do switch, mas nem sempre.

Acha improvável isso acontecer? Pois aconteceu comigo e até hoje eu não sei como, em um rack onde supostamente somente eu mexo, a outra ponta do cabo podia estar numa posição tal que me permitiu fazer a confusão. Já quando você está lidando com switches que são ligados de qualquer maneira em cima da mesa ou até pelo chão criar um loop acidental é muuuuito mais fácil de acontecer. Por sorte, só fiz isso uma vez também, até porque nesse caso eu geralmente tomo o cuidado de olhar para onde o cabo vai antes de plugá-lo no switch (algo muito difícil de checar em um rack). No total eu já “levei um banho” em duas tempestades criadas por mim.

Quando você reconhece os sintomas e percebe que foi você que provocou é fácil resolver. Basta respirar fundo e refazer as conexões no switch onde você está/estava mexendo. Problema mesmo é quando isso foi feito acidentalmente ou propositalmente em outro lugar da rede e você não faz idéia de onde. Se proposital é pior ainda porque pode ter sido feito em mais de um lugar e se você não estiver preparado para isso vai levar um loooongo tempo quebrando a cabeça, porque você solta um cabo que vai a um local sabotado e o problema não desaparece porque existe outro local sabotado, aí você recoloca o cabo e repete o procedimento com os outros cabos mas usando esse método de teste não vai achar nunca. E torça para o sabotador não ter a capacidade de se mover pela rede sem ser notado e não ser uma conspiração, tirando e colocando loops.

Switches gerenciáveis supostamente ajudam nessa tarefa, mas nenhum de meus clientes usa por isso não tenho experiência com eles.

Em teoria, até switches não gerenciáveis poderiam ter pelo menos uma sinalização do tipo “está havendo uma tempestade aqui”. Por exemplo, este switch vagabundérrimo da Encore é baseado no chip Realtek RTL9308SB cujo datasheet informa que existe uma função opcional de detecção de loop com um LED para indicar sua existência. Mas isso não é implementado pelo fabricante do switch. E esse desinteresse em implementar uma função disponível também ocorre nos switches grandes, mais caros. Este switch de rack é baseado no chip Realtek RTL8324, cujo datasheet informa que existe uma função para isso (não menciona ser opcional) que pode acender um LED ou informar um dispositivo de controle. Também não foi implementado pelo fabricante.

Ao responsável pela rede resta torcer para que nunca aconteça e estar preparado com uma estratégia para quando acontecer.

 

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  • Walter - 121 Comentários

    Se as duas pontas dos cabos estiverem bem identificadas não ajuda a detectar o problema mais rapidamente? Cores diferentes para cada ponta, por exemplo.

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      Sim, poderia evitar os acidentes. Mas não existe uma identificação desse tipo no padrão ethernet (esse é o maior empecilho para que dê certo)e você pode fazer isso no rack que você montou mas não pode esperar isso nos outros. E requer disciplina de todo mundo que mexe na rede.

      De qualquer forma, não é uma má idéia.

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      • Luciano - 342 Comentários

        Cores não, mas anilhas podem ser de grande ajuda neste caso! Ou algo que eu faço aqui e já vi em muitas redes de alto padrão. Um papelzinho impresso com o numero do ponto e com espaguete termo-retrátil transparente por cima.

        No caso de um switch grande, ainda vi que colocam etiquetas nas portas, pra identificar cada cabo onde vai, uma mera formalidade, mas que pode facilitar nessa hora, basta olhar se a etiqueta do cabo corresponde a que está na porta, se não estiver, significa que alguém mexeu ali.

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        • Walter - 121 Comentários

          As redes com as quais eu já trabalhei nunca foram muito grandes, mas eu sempre fiz isso, colocar uma etiqueta em cada ponta. E também faço isso no cabeamento de som do meu HT. E olha que eu nem sou técnico.

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Outro cenário que vale a pena ter em mente: na minha rede, cinco segundos depois de criar um loop em um switch eu já não tenho mais imagem de nenhuma das minhas câmeras IP. Para alguém que já está dentro da propriedade desejando fazer um malfeito, colocar um loop em um switch é muito mais eficiente do que danificar o mesmo switch.

    É um ponto contra os NVRs e a favor dos DVRs. Claro, dificultar ao máximo o acesso a todos os switches minimiza (mas não elimina) o problema.

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Eu acabei esquecendo do motivo que me fez lembrar de escrever este post. Roteadores Wi-Fi levam uma vantagem sobre APs nesse caso porque as tempestades são naturalmente limitadas aos respectivos domínios de broadcast e WAN e LAN estão em domínios diferentes (broadcasts não são propagados pela porta WAN). Dividir a rede em segmentos assim ajuda a minimizar os efeitos dessa ocorrência porque o loop colocado no switch de um roteador só paralisa todos os dispositivos ligados a ele.

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Como eu disse no post, não tenho experiência com switches gerenciáveis, mas isso é o que conheço da teoria:

    Praticamente todos os os switches gerenciáveis hoje suportam um protocolo chamado Spanning Tree Protocol (STP) que permite que switches sejam instalados de forma a permitir redundância (isto é, se um switch falha, automaticamente o tráfego vai por outro), o que não pode ser feito com switches comuns porque causa loops. E uma função natural do STP é justamente a detecção de loops. Assim que uma porta no switch é ativada (quado você pluga algo nela), antes dela ser conectada às outras é verificada a existência de loops e se isso for detectado a porta permanece desabilitada

    Mas STP só detecta um loop no mesmo switch. Existe um outro problema que é você ligar um switch burro a um gerenciável e criar um loop no burro. A tempestade não vai ser detectada como um loop pelo switch gerenciável porque vai afetar apenas uma porta deste mas vai inundar a rede assim mesmo. Como mesmo em uma rede 100% composta de switches gerenciáveis um usuário qualquer pode trazer um switch burro e criar um loop (acidentalmente ou não) é requerida outra proteção chamada “BPDU guard” que não estou certo que todo switch gerenciável suporte. Essa proteção consegue distinguir uma tempestade enviando pacotes especiais em todas as portas e se o pacote voltar pela mesma porta por onde foi enviado é porque há um loop mais à frente e esta porta é desabilitada.

    STP faz com que o switch demore um pouco a ativar cada porta, por isso muitos administradores de rede, sem saber para que serve, deasabilitam a função e ficam vulneráveis a loops mesmo usando switches gerenciáveis.

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      Essa proteção consegue distinguir uma tempestade enviando pacotes especiais em todas as portas e se o pacote voltar pela mesma porta por onde foi enviado é porque há um loop mais à frente e esta porta é desabilitada.

      Isso não está inteiramente correto. Frames BPDU são usados na operação normal do STP para comunicação entre switches e todas as portas que sabidamente não foram conectadas a outros switches gerenciáveis (“EDGE ports”) não tem porque receber esses frames e se receberem é ou porque alguém ligou um switch gerenciável nela ou provocou um loop. Mas para a proteção funcionar é preciso definir a porta como “Edge Port” e declarar que você quer a proteção porque em algumas configurações uma “Edge port” se autoconfigura automaticamente como “non-Edge” ao detectar um frame BPDU.

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Imagine um provedor de acesso desses de bairro que passam cabos ethernet até a casa de cada cliente usando switches burros por todo o caminho.

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A diferença entre Access Point (AP) e roteador Wi-Fi. E qual usar?

Eu não lembro se já falei sobre isso aqui mas como freqüentemente eu cometo o erro de repetir a terminologia leiga acho melhor esclarecer logo a diferença (por alto).

  • O “Access Point” (AP) é pouco mais que um switch ethernet que em vez de portas LAN tem uma antena. Ele não tem conceito de “portas”, “encaminhamento”, “DMZ”, etc. Um AP não tem o conceito de “WAN” e por isso é mais fácil de instalar, menos problemático no uso, tem muito menor tendência a precisar ser reiniciado a cada x dias, etc. Em resumo um AP é mais “confiável”.
  • O “Roteador Wi-Fi” é essencialmente um AP ao qual se agrega um roteador com fio. A etapa roteador dá mais “segurança” em certas aplicações (quando você não deseja que quem está no segmento WAN enxergue quem está no segmento LAN, por exemplo) e é mais “útil” em geral, mas isso tem um preço em confiabilidade.

O que vou dizer a seguir é baseado apenas na minha experiência e na minha limitada compreensão de como redes funcionam. Pode estar errado.

Se o AP é mais confiável e você não precisa da isolação entre os segmentos não seria mais sensato trocar todos os roteadores por APs? Ainda não tenho uma resposta definitiva para isso mas eu ajo como se fosse e em geral já uso mesmo todo roteador como AP. Mas toda rede que tem acesso à internet precisa de um roteador no “último gateway” em algum lugar e geralmente é no modem. Se o modem for ligado em bridge você é obrigado a ter um roteador/gateway antes dele. Você pode ter liberado os roteadores Wi-Fi da carga de ter que memorizar um monte de conexões ao transformá-los em APs, mas todas essas conexões ainda vão ter que ser memorizadas por esse gateway mais externo da rede. E isso é verdade mesmo antes da transformação em APs porque todo roteador tem que memorizar o que “roteia”.  A diferença é que quando você usa um roteador Wi-Fi e conecta uma dúzia de clientes nele o gateway mais externo só enxerga um cliente fazendo o total das conexões de todos eles.  Ao mudar o roteador para AP o gateway mais externo  vai passar a enxergar todos os clientes e criar listas separadas para cada um.

Explicando de outra maneira, se você tem um roteador A com 12 clientes fazendo ao todo 200 conexões com a internet e um roteador B com 10 clientes fazendo 150 conexões com a internet e ambos estão ligados ao modem/roteador C, C tem na memória 350 conexões feitas por dois clientes (os roteadores A e B). Ao transformar A e B em APs, no mesmo cenário, nenhum dos dois tem uma memória das conexões porque não estão roteando nada, mas o roteador C tem na memória 350 conexões de 22 clientes.

Faz diferença para C estar memorizando 10x mais clientes se o número de conexões é o mesmo? Isso eu não sei dizer, mas uma coisa me parece certa: ao usar apenas APs você só vai precisar resetar periodicamente um equipamento. E se for de boa qualidade, preparado para a tarefa, nem isso. Ao usar roteadores você pode precisar ter que dar manutenção periódica em todos eles e no modem.

 

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  • Pedro Pires - 2 Comentários

    Uma coisa peculiar que tenho percebido nos últimos tempos é o sumiço do termo “modem” e “gateway” entre leigos e até mesmo pessoas da área. Hoje em dia tem gente que fala que não tem modem em casa, mas “roteador wifi”, como se aquela funcionalidade de converter um sinal vindo do cabo telefônico em internet fosse uma peça de museu dos anos 80. Para um punhado de gente, parece que ligando o “roteador wifi” na energia e espetar um cabo LAN numa porta a internet vai brotar magicamente do aparelho. Partindo dessa ignorância considerações sobre diferenças entre APs, roteadores, switches, etc. ficam realmente esotéricos pro usuário final.

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      É justamente essa a razão do meu post. Como chamar tudo de “roteador” ficou generalizado e se você falar em “Access Point” o usuário geralmente vai fazer aquela cara de perdido eu acabei me acostumando a usar a terminologia leiga para me fazer entender. Só que aqui no blog eu preciso tomar cuidado com isso porque às vezes a diferença faz diferença no que estou dizendo. O termo “genérico” que eu (e todo mundo) deveria usar é “AP”, na falta de necessidade de roteamento para a explicação.

      Sobre o sumiço do termo “modem”, esta semana um cliente, provavelmente justamente por isso, cansado dos problemas com o “roteador” da GVT, foi no comércio e comprou um roteador Wi-Fi novo para fazer ele mesmo a troca. É claro que não funcionou. Eu tive que explicar a ele que mesmo que ele tivesse comprado especificamente um “modem roteador Wi-Fi” ainda teria que configurar para a GVT. Não é só plugar e usar.

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      • Luciano - 342 Comentários

        Aqui pelo menos eu ouço muito o termo “modem com Wi-Fi”, pelo menos fica mais visível que é roteador um AP Wi-Fi e modem integrado.

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  • Daniel Plácido - 36 Comentários

    Mas um Access Point funciona tanto como “servidor” (recebe a internet por cabo e compartilha por wifi), como “cliente” (receber a internet wifi e transmitir via cabo), já um Roteador não funciona como Cliente.

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      Somente o AP que tem “modo cliente”, Daniel. Eu não estou certo de que esse modo seja algo garantido em todo equipamento vendido como AP.

      E por outro lado, existe “roteador” que tem modo cliente pois é uma função do firmware e não do hardware. O DLINK DSL-2740e por exemplo, com firmware original da GVT não tem, mas quando você instala o firmware Totolink passa a ter.

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      • Luciano - 342 Comentários

        Não é garantido mesmo, eu já vi e continuo vendo uma pá de roteadores Wi-Fi que não tem o modo cliente.

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        • Jefferson - 5.165 Comentários

          No “roteador” isso é incomum. No “AP” é que eu suponho que o “modo cliente” não é garantido, apesar de poder ser mais “comum”.

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Eu esqueci de mencionar umas coisas no texto.

    1)Um roteador Wi-Fi pode funcionar como access point “oficialmente” (o firmware tem opção para isso) ou “na marra” (desligando o servidor DHCP e não usando a porta WAN). Mas nenhum AP pode funcionar como roteador.

    2)Pelo fato de “access point” aparecer como uma função em alguns roteadores algumas pessoas podem ignorar que o access point existe como um produto separado. O danado é que como muitas vezes um AP custa o mesmo que um roteador Wi-Fi ou até mais caro e o fabricante não se esforça para explicar a razão, acabamos comprando um roteador Wi-Fi para usar como AP. Mesmo que seja “na marra”. A lógica diz que o AP que custa o mesmo que o roteador deve ser melhor que este, mas na falta de evidência é uma escolha difícil.

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Como todo roteador é esencialmente um gateway eu mudei os termos usados no post para evitar confusão.

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  • Victor - 7 Comentários

    Vou deixar minha experiencia aqui:

    Tenho 3 equipamentos de rede atualmente na minha residencia. um roteador, puramente dito, um switch e um roteador+ wifi+switch integrado. Nem preciso dizer qual o que trava CONSTANTEMENTE.

    Enquanto o roteador (um mikrotik rb750 a saber) tem uptime que ultrapassa os 30d, o switch só travou UMA UNICA VEZ nos mais de 1 ano de uso, essa bomba de roteador+wifi+switch trava religiosamente todos os dias, as vezes mais de uma vez por dia. Minha próxima aquisição em redes é um Ubiquiti Unifi AP. Depois que entrei no mundo dos equipamentos específicos faço questao de nao voltar pros “faz tudo-em-um” de baixo-custo.

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      Um switch comum travar uma vez em um ano eu já considero muito, mesmo se tratando de um switch barato. O normal é você esquecer que o switch existe. Mas sim, isso acontece. Minha primeira desconfiança seria fonte de alimentação.

      Agora, o seu roteador Wi-Fi residencial travar todo dia é um exagero no outro extremo. Você está fazendo torrent por ele? O protocolo BitTorrent é o culpado número um da exaustão de memória em roteadores.

      Ele está ligado como roteador ou como AP? Mesmo usando torrent, simplesmente usá-lo como AP pode acabar com os travamentos. Se como AP continuar travando é porque o aparelho tem um defeito. Isso não é normal mesmo em aparelhos baratos.

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      • Victor - 7 Comentários

        Tenho um RPi rodando um servidor de torrent e midia, mas ele esta no switch que esta no roteador. O roteador wireless esta como AP, mas mesmo estando so com os telefones ele trava religiosamente todos os dias. Acho que a qualidade dos roteadores wireless tem caido muito ultimamente, esse eh o segundo e continua do mesmo jeito. Minha proxima tentativa vai ser um AP de fato.

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Gente que tem horror a fios demora a aceitar que precisa deles

É impressionante como arquitetos, engenheiros civis e pedreiros parecem ter horror a fios, assim como a massa das pessoas comuns. Do “puxadinho na laje” ao prédio com um apartamento por andar, passando pelo consultório chique, ninguém quer instalar tubulação exclusiva de dados. E convenhamos, só no puxadinho isso é compreensível. Estive em um consultório construído há dois anos onde supostamente se cobra R$1000 por dia de aluguel de uma sala e não parece haver jeito de passar um cabo de dados até o primeiro andar.

Há uma crença generalizada de que “wireless” é infalível a solução de todos os problemas de comunicação. Talvez por ser “o novo”, o “moderno”. E quando os problemas inevitavelmente aparecem dá trabalho explicar que não é.

Ao contrário da conexão por cabo…

  • …a velocidade do Wi-Fi cai com a distância e os obstáculos. Não adianta ter uma banda de 25Mbps se naquela sala o Wi-Fi só chega com 5Mbps [1];
  • …a velocidade do Wi-Fi é muito influenciada pela qualidade do roteador. Não é à toa que o preço de roteadores Wi-Fi “domésticos” varia de R$60 a R$350;
  • …a banda do Wi-Fi é dividida entre todos os usuários conectados.  Ou seja, aquela banda de 5Mbps que chega àquela distância ainda tem que ser dividida com todo mundo ali. Não adianta ter 20Mbps sobrando no modem; [2]
  • …Wi-Fi sofre interferência dos seus outros roteadores, dos roteadores dos vizinhos, de telefone sem fio, bluetooth, forno microondas, lâmpadas fluorescentes e fases da lua!
  • …equipamento Wi-Fi dá defeito com maior freqüência. Em comparação, switches cabeados parecem quase imortais;
  • …todo ano parece haver um problema novo com Wi-Fi que pode requerer atualização do equipamento ou até que você jogue tudo fora. Switches ethernet existem há quase duas décadas e nunca houve uma razão para “atualizá-los” e muito menos jogá-los fora em massa;
  • …sua rede Wi-Fi é naturalmente vulnerável a invasão por vizinhos, concorrentes e outros desafetos externos;
  • …sua rede Wi-Fi é naturalmente vulnerável a interferência proposital. Um adolescente entediado, “amigo” dos seus filhos, pode estar neste momento tentando provocar um DoS na sua rede sem fio só para ver a sua angústia (“for the lulz“).

Resumindo: Wi-Fi é exclusivamente conveniente. Não é confiável, nem seguro.

 

 

[1] Está achando pouco? Ontem mesmo eu acompanhei um cliente fazendo um teste com um playstation. A velocidade medida do Wi-Fi, a quatro metros de distância, sem obstáculos, com um D-LinK DSL2740e (que é considerado um bom roteador, com teóricos 300Mbps de Wi-Fi) deu pouco mais de 8Mbps numa conexão contratada de 15Mbps. Espere por muito menos que isso (0.5Mbps, por exemplo) se as condições forem menos que ideais. Cabo oferece a mesma velocidade a um metro e a cem metros.

[2] Rigorosamente falando a banda por cabo também é dividida, mas aí você está dividindo a banda completa contratada e não a fração que chega ao recinto.

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  • Walter - 121 Comentários

    Aonde eu moro é rota de aviões. Sempre que passa um, interrompe o sinal wi-fi. Curiosamente, interrompe o sinal da tv digital também.

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      :lol:

      Walter, eu pensei que “fases da lua” era o cúmulo do absurdo. Me enganei. O Wi-Fi doméstico ser perturbado pela passagem de aviões é ainda mais insano!

      Gostei!

      Sim, eu sei que para você deve ser um saco.

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      • Luciano - 342 Comentários

        Além das fases da lua, poderia ter acrescentado a posição do rabo da lagartixa. :) Também influencia.

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        • Walter - 121 Comentários

          Hahahahahaha

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        • Jefferson - 5.165 Comentários

          Eu esqueci de acrescentar à lista a posição das portas da casa!

          O amigo e vizinho José Carneiro colocou portas de alumínio na casa toda. As paredes são todas de tijolo, sem ferragens, mas quando ele fecha a porta do quarto, onde está o roteador, o media player na cozinha começa a engasgar. E a porta não está (ou não parece estar) no caminho entre os equipamentos.

          Aqui em casa também todas as portas são de alumínio mas como passei cabo pela casa toda, isso geralmente não é problema, exceto quando estou com o celular no banheiro. Com a porta fechada não tenho nem Wi-Fi, nem acesso celular.

          VN:R_U [1.9.13_1145]
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          • Luciano - 342 Comentários

            Até ai normal e esperado, a porta de alumínio serve se refletor passivo. E ai podem acontecer coisas muuuuito estranhas, do tipo, fechou a porta, o sinal some em um lugar mas melhora em outro por causa da reflexão do sinal. :lol:

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            • Jefferson - 5.165 Comentários

              “Normal” para você que entende de magia negra (RF) :lol:

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            • Jefferson - 5.165 Comentários

              Depois do que você falou o problema do meu amigo passou a fazer mais sentido. Eu achei que o sinal estivesse sendo bloqueado pela porta fechada, mas agora me parece que ele estava sendo “ajudado” pela porta quando estava aberta. O ângulo entre os três faz algum sentido

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          • Walter - 121 Comentários

            Mas… Portas de alumínio em uma residência?

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            • Jefferson - 5.165 Comentários

              yep!

              Eu não gosto delas. Além do problema com Wi-Fi são frágeis e incrivelmente barulhentas principalmente para quem gosta de assistir a filmes com som alto. Mas tem duas características que as tornam atraentes:

              São bonitas.
              Não dão cupim.

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              • Walter - 121 Comentários

                Poxa, não acho bonitas. Mesmo. E portas de madeira de boa qualidade também não dão cupim. Sem contar que a acústica de portas de alumínio deve ser um lixo…

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      • Walter - 121 Comentários

        Hoje minha rede está toda cabeada e só uso wifi para os celulares, mas já me incomodou muito. E demorou um tempo para ligar uma coisa à outra.

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      E segundo a Apple, que fabrica os dispositivos mais afrescalhados do planeta, a lista é ainda maior. Eles só não incluíram “segurar errado” na lista, por alguma razão.

      Curiosamente, eles listam paredes de gesso como tão problemáticas como as de concreto. Isso eu não imaginava.

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    • Ricardo Menzer - 89 Comentários

      Aviões são um poço de radiação. Os de motores a pistão geram RF pela fagulha das velas e funcionamento dos magnetos (que fazem a geração e distribuição de alta tensão). Os com motor a reação, nas fases de decolagem e pouso, ligam os “starters”, que são os equivalentes às velas e usados para dar inicio à combustão.

      Na minha casa, o sinal da TV digital também some quando carros mais antigos passam na rua. Acredito ser o mesmo efeito causado pelo sistema de ignição deles.

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      • Ricardo Menzer - 89 Comentários

        Correção: onde está “starter” deveria estar “igniter”.

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      • Luciano - 342 Comentários

        Nesse caso, o sinal de RF da TV deve estar paupérrimo ai, a ponto de o ruído de ignição de um carro velho conseguir “apagar” sua TV. Recomendo um bom check-up na antena. Quem sabe até mesmo um booster mas de marca boa.

        Ah.. e não caia na conversa de “antena especial/própria para tv digital”. Qualquer antena de UHF de boa qualidade, funciona. Se em sua cidade o sistema já for UHF, não precisa trocar a antena, a menos que ela esteja muito deteriorada pela ação do tempo.

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        • Ricardo Menzer - 89 Comentários

          Sim, sim. O sinal é ruim mesmo. A própria TV tem uma página de configuração que mostra isso. Ela fica bem no limiar entre conseguir decodificar o sinal e não, então quando os carros passam, ela passa de um lado do limiar para o outro.
          Como não sou muito de ver TV, alguns segundos de falha quando passa um fusquinha não são razão suficiente para investir em uma antena melhor. :D

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Um problema extra do Wi-Fi é a quantidade máxima de dispositivos conectados ao mesmo tempo. Em teoria o protocolo suporta absurdos 2007 dispositivos mas na pratica cada conexão requer um naco extra de memória RAM, que é limitada. Então eu não me surpreenderia nem um pouco se roteadores domésticos estiverem derrubando conexões ou até mesmo travando com 10 usuários. A D-link recomenda 15 como o número máximo do DIR868L, que ao custo de R$882 não é o que eu chamaria de roteador vagabundo. A resposta é a mesma para o DIR-850L e para o DIR-510L.

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Este testemunho diz que o Netgear WNR614 simplesmente deixa de aceitar conexões depois de entre 25-30 dispositivos conectarem. E que basta um usuário desligar o Wi-Fi do telefone para que outro possa se conectar. É certo que tal roteador é um modelo de 2014 mas já é um 802.11n (300Mbps) e muita gente tem em casa e no escritório equipamento mais velho que isso

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    • Pedro Pires - 2 Comentários

      Tem o mistério dos roteadores TP-LINK de 59,90 usados em praças de alimentação de shoppings, os quais aceitam os 254 dispositivos (!!) com o release DHCP configurado pra zerar a tabela cada 24 horas (!!!). Depois o pessoal se pergunta por que a internet é tão impraticável nesses lugares.

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      • Jefferson - 5.165 Comentários

        Rapaz, se eu fosse obrigado a usar uma solução dessas pelo menos configuraria o “lease time” para uns 30 minutos. 24h é praticamente pedir para que não funcione.

        Se bem que tanto faz. Nenhum roteador de 59,90 vai dar conta da carga. Dificilmente sequer tem controle de banda!

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      • Jefferson - 5.165 Comentários

        Me lembrei de uma coisa agora: por causa desse possível problema ao manipular muitas conexões pode ser mais sensato para quem precisa lidar com isso usar um desktop ou notebook velho como roteador da rede. Se for usar também como access point precisa também se assegurar que os drivers do adaptador Wi-Fi conseguem lidar com muitas conexões, mas ainda assim pode ser uma melhor idéia do que sair comprando roteadores sucessivamente mais caros até achar um que agüente o tranco.

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        • Marco Arthur Stort Ferreira - 10 Comentários

          Jeferson, o que me diz da marca TP-Link, e especificamento do modelo Roteador Wireless Gigabit Dual Band AC1750?
          Tenho um destes e começou a falhar. Não sei se um reset completo e reconfiguração ajudaria.
          Obrigado.

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          • Jefferson - 5.165 Comentários

            O Archer C7? Dizem que é muito bom e custando R$350 espero que seja mesmo. Mas não tenho nenhuma experiência com ele.

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            • Intruder_A6 - 150 Comentários

              Tenho um e ele nunca me deu dor de cabeça e nunca precisei resetar ele para que a rede wifi voltasse a funcionar. No meu caso ele faz o que tem que fazer sem falhar. E ainda consigo uma boa velocidade na transferência de arquivos.

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              • Marco Arthur Stort Ferreira - 10 Comentários

                Quando estou na rede 5G a velocidade é excelente, ainda mais usando uma conexão VIVO FIBRA de 100M.
                Porém o sinal da rede 5G é que está ruim. Meu quarto fica no fim de um corredor de não mais que 4 metros, e o roteador está no meio deste. Entre o quarto e o roteador, somente uma parede.
                Mesmo assim o sinal oscila.
                Vou ver o que posso fazer.
                Obrigado.

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Este blogueiro, que trabalha com projeto de redes, afirma que “você vai ter sorte se conseguir colocar 10 usuários em um roteador doméstico”. E conta um caso de uma escola que instalou mais de uma centena de access points Linksys (marca doméstica) e acabou tendo que dedicar um funcionário a ficar o dia inteiro dando reset neles.

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      “O dia inteiro” pode parecer demais, mas não é. Se forem exatos 100 roteadores e o funcionário levar apenas 4 minutos para se deslocar até cada roteador e alcança-lo, já são aproximadamente 6 horas e meia de trabalho. Lembrando que se o roteador é instalado como roteador (e não como um AP), não é possível resetá-lo de um lugar central porque por segurança você não tem acesso ao setup via porta WAN. Em alguns modelos pode ser possível liberar esse acesso, mas não é o “normal”.

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  • Luciano - 342 Comentários

    Em casa eu fiz isso aboli o wi-fi no meu pc, foi a melhor coisa. Só não é a melhor coisa do mundo porque agora a internet lá chega via rádio, mas é uma rede minha, e o roteador é uma mikrotik, pelo menos é coisa pra uso sério. O problema que estou tendo é que não consegui sinal bom em 5.8GHz, estou usando em 2.4GHz por enquanto (e sofrendo interferências adoidado) até ter um tempo e poder verificar tudo novamente nas antena de 5.8GHz.

    E o sinal deveria bombar! É relativamente perto e uma antena literalmente enxerga a outra.

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  • Marcelo - 4 Comentários

    Isso mesmo! Wi-fi é uma conveniência que cobra um preço ALTO! Minha banda larga é VIVO (antiga GVT). Contratamos 35 mega e consigo os 35 no cabo ethernet. No wi-fi dá menos de 5 mega.
    Tenho ainda um conversor de internet pela rede elétrica que chega a dar 15 mega.

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  • VR5 - 297 Comentários

    Off topic: tentei 2 vezes comentar no tópico de Star Trek Discovery mas minha postagem não aparece…

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  • Jorge Mendonça - 30 Comentários

    Em casa na última reforma consegui cabear quarto e sala. Tenho curiosidade de testar rede pela fiação elétrica, qualquer dia compro pra saber o resultado na prática. Outra coisa que me irrita muito é ver fotos de arquitetos mostrando sala de home theater, aí ta la na foto os aparelhos e ZERO fios.

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      Eu até entendo que eles coloquem tudo ali sem os cabos nas fotos só para “dar uma idéia de como fica”. O problema é que a maioria parece esquecer que sem fio é só nas fotos mesmo!

      Ou então o arquiteto acha que não é trabalho dele pensar nisso e joga para o engenheiro ou mestre de obras. E ambos costumeiramente acham que não é responsabilidade deles pensar nisso também.

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Eu fico imaginando o diálogo na obra:

    Pessoa sensata (olhando a planta): cadê a tubulação de dados?

    O engenheiro/mestre de obras/pedreiro: O que você é? um homem das cavernas? Hoje em dia é tudo sem fio!

    Pessoa sensata: Mas nem para a TV?!

    O engenheiro/mestre de obras/pedreiro: Do que você está falando, capitão caverna? O sinal da TV também vem pelo ar!

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    • Luciano - 342 Comentários

      Ou pessoa como eu. Não deixei o pedreiro passar um tubo se quer nas paredes.

      Eu mesmo fiz. E o método foi o seguinte, em cada cômodo botei um banquinho no meio e sentei e fiquei imaginando o como seria a coisa depois de pronto, onde ficaria cada coisa, cada ponto de contingência, etc.

      Resultado, tenho tubulação separada pra tudo, energia, cabos de rf e dados/telefonia.

      p.s. eu *tive* que fazer login pra dar 5 estrelas pra esse comentário seu! :D

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      • Jefferson - 5.165 Comentários

        Minha abordagem é um pouco diferente. Eu também avalio onde é mais provável que as coisas vão ficar, mas por padrão eu rasgo as paredes de um canto a outro com tubulação de dados e energia e coloco uma caixa a cada 2 metros. A maioria fica com tampa cega.

        Preço da caixa: R$1
        Preço da tampa: R$2

        Multiplicado por 10 em um recinto pequeno: R$30

        A certeza de ter um ponto de energia e dados a não mais que 1 metro (para cada lado) de qualquer lugar onde eu decida instalar algo: não tem preço :lol:

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      • Jefferson - 5.165 Comentários

        oops… esqueci de contar com 20 metros de eletroduto! Pouco menos de R$40.
        Total de R$70 em um recinto com 10m de perímetro.

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  • Intruder_A6 - 150 Comentários

    Eu também prefiro cabo de rede ao WIFI, mas eu gastei um bom dinheiro no roteador WIFI dual band, que uso com AP, e com ele (tenho um TP Link Archer C7 há alguns anos) que consigo conexões de até 700MB (no notebook chega perto disso), o máximo dele teórico é 1300Mbits, e só uso o WIFI para os celulares, notebook, e uma das minhas TVs 4K (por enquanto, talvez eu puxe o cabo para ela) e minha rede é toda gigabit, pena que os cabos são cat 5e, na época os cabos cat 6 eram muito caros, mas ligo um computador diretamente no outro usando um cabo cat 7.

    O que eu observei, é que assistir filme em 4K (baixado da Internet e disponibilizado na minha rede interna) faz a rede WIFI atingir o seu limite, e às vezes ele dá umas travadas, com Netflix 4K roda mais tranquilo.

    Quando eu troquei o piso de madeira aqui do apartamento por cerâmica e granito aproveitei e passei eletrodutos em várias direções para facilitar a minha vida com cabos de rede, cabos Sky e TV coletiva e etc, e hoje tenho pontos para isso a vontade, me deu um bom trabalho (eu mesmo que fiz, também não confio nos pedreiros para isso) mas atualmente isto me poupa muito aborrecimento.

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Reclamando da velocidade da Internet? Tentando assistir a Filmes 4K? Via Wi-Fi?

Esse é um fator que eu ignorava mas nas últimas semanas percebi que vou ter que ter sempre em mente ao tentar entender os problemas de internet dos clientes. Embora a velocidade recomendada para assistir a um filme HD Netflix seja de meros 5Mbps, isso salta para 25Mbps em UltraHD (4K).

Esses números da Netflix podem ter algum exagero. Em 2014 a Neflix supostamente recomendava 20Mbps dizendo que eram 16Mbps para o stream e alguma sobra. É possível que um plano de 15Mbps esteja mais ou menos no limite e por isso eles recomendam o próximo (geralmente os planos dos provedores saltam de 15 para 25Mbps) mas é preciso ter em mente que 15Mbps só garantem um stream 4K e que isso pode afetar e ser afetado por outras atividades de outras pessoas na rede.

Mais ainda: é preciso checar a banda máxima do Wi-Fi. Não adianta ter uma conexão de 25Mbps se você quer ter a conveniência do Wi-Fi e o roteador não dá conta, Vários são os possíveis problemas quando você não quer ou não pode usar conexão por cabo.

 

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Sistema comercial levando pelo menos 45s, travado, para abrir um diretório

Eu havia sido chamado à empresa para resolver outra coisa mas quando eu perguntei se estava tudo bem com a máquina do Faturamento (a segunda mais importante depois do servidor) a usuária comentou sobre esse “inconveniente” que ela tinha. Ocorria apenas numa operação especifica, quando ela precisava cadastrar notas fiscais de entrada. Ela me disse que, baseando-se em uma observação que eu fizera antes sobre um diretório com mais de 15 mil arquivos XML no servidor estar atrasando o backup, achou que fosse a quantidade de XMLs no diretório dela e já tinha apagado um monte, sem resultado. Eu conferi a quantidade de arquivos: 357. Não podia ser isso.

O diálogo que tive com a usuária foi engraçado e esclarecedor:

Eu: Você obviamente não perdeu seu tempo pedindo ao suporte do sistema para ver isso.

Ela: Eu não. Tudo agora que a gente pede eles dizem que “tem que falar com o contador”.

Eu: O contador?

Ela: É, tudo deles agora é assim.

Eu: A <nome do desenvolvedor do sistema> é uma empresa de contabilidade agora?

Rodei o Process Monitor (“PM” daqui em diante) para ver se eu encontrava alguma pista e a primeira coisa que eu notei foi outro problema do sistema comercial: o programa gerenciador de notas fiscais, que estabelece comunicação com a Fazenda, disparando uma quantidade impressionante de eventos por segundo.  Era impraticável fazer alguma análise com aquela avalanche de eventos atrapalhando mas por sorte se tratava de outro executável do sistema e por isso eu podia filtrá-lo. Se o problema fosse nesse programa eu não teria conseguido fazer nada porque o PM estava travando, tamanha a quantidade de eventos adicionados ao log por segundo.

Aqui cabe uma recomendação a qualquer programador que esteja lendo isso: seu programa é apenas um entre dezenas rodando na máquina. Ao checar por algo, não faça isso centenas de vezes por segundo “só porque você pode”. Não configure um timer de 100ms se 1s (ou 5s) basta. Se você acha que isso pode impactar a percepção que o cliente pode ter da velocidade do seu programa avalie deixar isso configurável pelo cliente, mas dificilmente alguém vai questionar uma pausa de 1s em operações que são espaçadas por minutos. Claro que isso pode ocorrer por acidente então uma dica: use o PM para checar se seu programa está se comportando bem.

Após configurar o PM  para observar apenas os eventos de sistema de arquivo do programa que estava travando por 45s, uma coisa me chamou logo a atenção: havia referências ao antigo servidor de arquivos da empresa, que fora desativado meses atrás, obviamente seguidas do erro “PATH NOT FOUND”. Um desses erros aparecia justamente após um intervalo de 15s sem qualquer evento ser registrado.

Isso fazia sentido e era rápido checar. Eu já tenho uma instalação do Virtualbox pronta para isso no servidor. Renomeei uma VM com o nome do antigo servidor e recriei o compartilhamento que estava sendo procurado. Com essa VM rodando e o compartilhamento acessível via rede eu repeti a operação no sistema. A abertura do diretório local da usuária foi feita quase instantaneamente.

Fiz uma rápida pesquisa sobre como fazer essa “emulação” de um modo mais “light”, sem precisar manter uma VM rodando para isso e vi algumas dicas interessantes, usando HOSTS, LMHOSTS, DNS, etc. Mas nada funcionou no tempo que eu tinha disponível e de qualquer forma o melhor jeito de mostrar a usuária e eventualmente ao suporte do sistema que o problema era esse era usar uma VM mesmo.

Eu fiquei pensando que outros problemas estariam ocorrendo diariamente na empresa por causa disso e os usuários não reclamam ao suporte do sistema porque sabem que não adianta. Se a configuração do sistema fosse em um INI ou no Registro eu mesmo tentaria resolver, mas eles guardam as configurações no banco de dados.

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  • Snow_man - 144 Comentários

    Jeff, usando o comando do dos SUBST não dá pra emular a unidade?

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      O programa está procurando um caminho UNC (\\maquina\compartilhamento). Até onde consigo me lembrar o SUBST não suporta UNC.

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  • Snow_man - 144 Comentários

    a burrada foi tão grande, que demorei a responder, de vergonha :s

    o comando melhor seria net use; o meu pensamento era que o caminho not found estivesse
    mapeado como unidade de rede, daí criar um novo mapeamento conseguiria enganar o programa.

    Se já existe coisas como emulador de drive de cd/dvd, talvez tenha algum soft que emule
    isso sem precisar ser uma máquina virtual. Vou pesquisar.

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Erro BDE $2B27 “Unknown Internal Operating System Error”

A resposta curta: Verifique se é possível escrever no diretório TEMP do usuário.

A resposta longa:

Era para ser uma operação de rotina.  Encontrei o maldito gbplugin na máquina de um cliente e após pedir autorização, já que a máquina estava apresentando um comportamento estranho, dei boot com o Hiren’s Boot CD para removê-lo e nessa operação aproveitei para apagar o conteúdo dos diretórios TEMP da máquina e do usuário. Tudo rotina.

Ao terminar tudo funcionava, exceto o sistema comercial, que acusava “erro ao conectar ao banco de dados”. Testei acesso à internet e ao servidor e nada parecia errado. Por sorte esse sistema comercial pelo menos se dava ao trabalho de exibir uma mensagem de erro, que inicialmente eu não vira por ter ficado em segundo plano, com a única pista que eu tinha:  Erro $2B27 “Unknown Internal Operating System Error” ao tentar inicializar a Borland Database Engine.

Eu pensei: “Como isso pode ter acontecido? Eu não mexi em nada relacionado ao BDE!”

Pedir ajuda ao “suporte” era impensável. Eles iam provavelmente dizer que eu tinha que formatar a máquina. Eu tinha um “plano B” na forma de um backup Trueimage da instalação que eu fizera em julho, mas conciliar esse backup com todas as mudanças nos últimos três meses ia levar horas.

Uma rápida pesquisa com o Google não me deu nenhuma informação útil. Fui executar o bdeadmin para ver se encontrava outra pista e a mesma mensagem de erro foi dada. OK, vamos reinstalar o BDE para ver se isso resolve. Fiz um backup do diretório e tentei rodar o instalador. Aí acusou um erro dizendo que não podia escrever no diretório TEMP do usuário. Fui checar com o Explorer o caminho indicado e a mensagem foi de que o diretório estava corrompido.

Ahhhhh…

De alguma forma, o Windows 7 do Hiren’s boot CD corrompeu o sistema de arquivos dessa instalação do Windows 8.1 x64. A única coisa que eu fizera de “diferente” foi mandar alguns arquivos para a lixeira em vez de dar o meu habitual CTRL-DEL.

Mandei rodar o CHKDSK. Aparentemente o dano foi grande, porque teve que reiniciar automaticamente três vezes para consertar. Na segunda vez o Windows estranhou (um caso de “mão direita que não vê o que a esquerda está fazendo”) e ativou o “Reparo Automático”, que nunca repara nada mesmo.

Mas após a terceira execução do CHKDSK aparentemente o problema foi resolvido.

 

 

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  • Snow_man - 144 Comentários

    Muito bom saber disso, BDE é uma caixinha de Pandora.
    Mas um defeito que li foi “Windows 8.1” :)

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      Nessa empresa tudo foi instalado recentemente, com cópias legalizadas. Eu só podia recomendar entre o Windows 7 e o Windows 8.1 e não me vi recomendando o cliente a gastar milhares de reais em um sistema “saindo de linha”, que nem podia mais ser encontrado com facilidade no comércio.

      E eu já estava usando o Windows 8.1 x64 há meses. Quando dá problema é muito pior que o Windows 7 para consertar, mas quando está funcionando é melhor que o Windows 7. Ao menos para mim.

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Como desabilitar teclas do teclado defeituoso de um notebook

A última vez que discuti esse assunto foi há 10 anos no G&G. Na época eu queria remapear uma tecla. Hoje eu precisei desabilitar uma e minha dica de 10 anos não servia.

Esta semana mais um notebook meu apresentou problema no teclado. Na maior parte do tempo não estava conseguindo digitar sequer uma palavra inteira sem interferência. Eu tinha certeza de que era uma tecla não-ASCII que estava disparando ocasionalmente, mas não tinha certeza de qual. Não adiantava usar teclado USB ou o teclado virtual.

O primeiro passo foi aproveitar um momento em que o teclado me deixou digitar uma sentença inteira para acessar este teste online, que me mostrou que era a tecla “Sel” que disparava ocasionalmente. Particularmente importante é o fato de que as teclas do teste permanecem destacadas mesmo após serem desacionadas, o que permite flagrar teclas que disparam sozinhas por uma fração de segundo, que era o meu problema. Se eu não tivesse conseguido digitar o bastante para acessar o site meu plano era criar um atalho para ele em outro computador e copiar esse atalho para um pendrive.

O segundo passo foi baixar e executar o programa Sharpkeys. Um substituto muito melhorado do Remapkey com pelo menos três funcionalidades inexistentes no utilitário da Microsoft:

  • Permite mapear uma tecla para “nada”, efetivamente desabilitando-a;
  • Oferece a possibilidade de você simplesmente apertar a tecla que deseja remapear/desabilitar para identificá-la. Você não fica limitado às teclas que estão listadas;
  • A funcionalidade anterior oferece a possibilidade adicional de testar qual tecla não-ASCII está disparando sozinha. Basta executar o programa, ir até “type key” e esperar.

Note que toda mudança requer que você faça logoff. O Windows só confere os mapeamentos ao fazer login.

Apesar do autor dizer que você precisa estar usando Windows 2000, Windows XP, Windows Server 2003, Windows Vista, ou Windows 7, o programa deve funcionar também com todas as versões mais recentes do Windows. Eu conferi no Windows 8.1 x64.

Isso parece ter resolvido meu problema.

Coisas que o programa não pode fazer, segundo o autor, com alguns comentários adicionados por mim:

  • Inverter as posições de duas teclas. Isto é: você não pode trocar a posição do Z com a do Q e esperar que as duas teclas ainda funcionem;
  • Mapear um conjunto de teclas em uma tecla. Isto é: você não pode fazer com que apertar uma tecla qualquer tenha o resultado de um CTRL+C;
  • Mapear cliques do mouse para teclas (óbvio);
  • Suportar certas teclas de hardware que o Windows nunca “vê” como a maioria das teclas Fn (essa tecla geralmente só é “vista” pelo BIOS do notebook);
  • Suportar mapeamentos diferentes para usuários diferentes. O mapeamento é para a máquina inteira;
  • Proteger você de si mesmo. Se você desabilitar uma tecla essencial e não puder mais fazer login, vai ter que reformatar (não não vai. Isso é o que a maioria das pessoas acha. Basta fazer uma edição offline do Registro para apagar a chave HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\Keyboard Layout), tendo em mente que CurrentControlSet pode ser três chaves diferentes.

 

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2 comentários
  • Snow_man - 144 Comentários

    Obrigado Jeff. O notebook da minha esposa precisa, a tecla Del insiste em disparar sozinha, vou tentar desligar ela com o Sharpkeys.

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  • Rafa Borges - 1 Comentário

    Bom dia, Jeff.
    Meu notebook está com problema na tecla Esc. Usei o SharpKeys pra remapear a função desta tecla para outra tecla (Pause/Break, que nunca uso), porém não tive sucesso. Meu SO é o Windows 10.
    Você tem uma ideia do que poderia resolver isso?

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Ver o suporte técnico de um sistema comercial trabalhar ainda é assustador.

Eu comecei a reclamar disto há quase dois anos.

Na semana passada eu comecei a trabalhar com o suporte técnico de mais um sistema comercial e isso serviu para manter a impressão negativa que tenho de todos eles. Eu não tinha tempo nem saco para acompanhar tudo o que eles faziam nas máquinas do cliente mas o que pude ver ou conferir depois que eles terminaram já basta.

  1. Compartilharam o diretório inteiro do sistema comercial na rede com acesso escrita e leitura para TODOS;
  2. A aplicação deles foi configurada para rodar com privilégio de administrador no servidor. Pelo menos nas outras máquinas não foi;
  3. Eu dei acesso remoto via Anydesk em todas as máquinas mas em seguida instalaram o AMMYY e, como o AMMYY tem problemas com isso, desligaram o UAC. No servidor e no caixa. Acho que quem configurou o balcão foi outra pessoa porque não fez isso.

E tudo o que eu posso fazer é ficar contornando as bobagens que eles fazem para tentar garantir alguma segurança para a instalação.

Por que essas coisas me incomodam:

1: Notas fiscais, banco de dados e outros arquivos podem ser apagados por acidente ou maliciosamente por qualquer pessoa que sente na frente de um computador, com qualquer permissão de acesso. Qualquer ransonware meia boca em qualquer máquina pode criptografar o sistema inteiro e pedir resgate. Qualquer file infector rodando em uma máquina pode infectar os executáveis do sistema comercial e assim infectar todas as outras máquinas, etc, etc, etc.  Estou acostumado a ver pior. Os “técnicos” de suporte saem compartilhando com permissões de escrita o diretório Arquivos de Programas e até partições inteiras incluindo as de sistema. No Windows XP você ainda flagrava isso só de abrir o explorer mas desde o Windows 7 a Microsoft deixou isso menos óbvio e é preciso executar com regularidade o comando net share para conferir se nenhum compartilhamento novo foi criado. Às vezes você só percebe quando está em outra máquina e nota os compartilhamentos extras aparecendo.

2: Quando uma aplicação precisa de privilégios de administrador ou o usuário vai precisar ser administrador ou vai ter que ter a senha de administrador, o que no final dá no mesmo. O ideal é que todos os usuários trabalhem no menor grau de permissão possível. Isso não impede a ação de ransonwares, mas esse não é o único problema de quem precisa dar manutenção;

3: Hoje, até eu que rodava o Windows 7 com UAC desligado para que ele não me enchesse o saco, acho perigoso.

 

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  • Matuto - 63 Comentários

    Eu tive um cliente que o software do estabelecimento (criado por um programador exclusivamente pra ele)também era compartilhado e qualquer micro conectado na rede local tinha acesso irrestrito. Eu acredito que isso é um meio do programador “facilitar” a vida dele, ou seja, ele instala o software nos micros, compartilha e “um abraço” pro cliente. É tipo uma preguiça que eles tem de deixar o mínimo de segurança. Pelo menos nesse meu caso, o cliente não usava internet em nenhum micro (na época) e o programador criou uma rotina de backup do software, no servidor, pra copiar a pasta pra um HD externo três vezes ao dia pelo Cobian Backup. Eu acredito que o melhor para o cliente é quando o programador se comunica com o profissional de TI, para deixar tudo alinhado. No meu caso, o cara me odiava! hehehe

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      No meu caso, o cara me odiava! hehehe

      Rapaz, esses “programadores de banco de dados” parecem ter uma mentalidade que é difícil de compatibilizar com a mentalidade de quem faz a manutenção/segurança. É muito fácil entrar em rota de colisão com esse pessoal e para evitar criar uma situação em que alguém sinta vontade de me sabotar eu prefiro manter distância e tentar fazer meu trabalho apesar das besteiras deles.

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  • Arthur Dowsley - 13 Comentários

    Mas em empresas rodando Active Directory os usuarios sem permissão não podem nem instalar nada. Aqui na empresa toda vez que precisam instalar algo, tem que me chamar. Simples assim. Pode trazer no pendrive, o que for. Não executa sem permissão de ADM. Acho que já ajuda bastante. Ai quando o “suporte do software” precisa, eu instalo ele faz o que precisa sobre minha supervisão e depois nem adianta pedir. Deleto assim que termina. Abs

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    • Snow_man - 144 Comentários

      Arthur, sei que AD ajuda muito, mas não tenho muita experiência; atualmente uso Windows Server apenas com compartilhamento de arquivos;
      Se pudermos trocar informações, agradeço.

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      Mas em empresas rodando Active Directory os usuarios sem permissão não podem nem instalar nada.

      Eu posso estar falando bobagem, mas a não ser que você tenha criado uma diretiva de segurança com uma whitelist de executáveis, todo mundo pode instalar softwares como o Chrome, certo? E nesse caso você nem precisa de Active Directory, porque você pode implementar a diretiva em qualquer máquina avulsa. Até onde sei o AD apenas simplifica esse trabalho para um grande número de máquinas.

      Ai quando o “suporte do software” precisa, eu instalo ele faz o que precisa sobre minha supervisão e depois nem adianta pedir. Deleto assim que termina. Abs

      Você parece estar falando do ponto de vista do profissional de TI que atende UMA empresa. Eu estou falando do ponto de vista de quem atende por contratos de manutenção ou avulso. Aqui se eu bloquear o acesso do suporte do sistema, toda m***a que acontecer vai ser culpa minha. É impressionante como esses “sistemas comerciais” precisam de manutenção constante. Seria de se esperar que o sistema que já roda há sete anos na empresa já tivesse todos os bugs resolvidos, mas toda hora aparece uma novidade que requer a atenção do suporte do sistema. E não estou falando das palhaçadas do sistema tributário brasileiro que são incontornáveis. Estou falando de problemas até de campos em relatórios impressos que “desaparecem”.

      E eu não estou disponível em tempo integral nem fisicamente, nem remotamente. Pode levar qualquer coisa de alguns minutos até 24H para que eu possa fazer o atendimento.

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      • Matuto - 63 Comentários

        Jefferson, eu tenho uma teoria sobre esse problema do software sempre precisar de manutenção. No caso do meu antigo cliente, o programador vendeu uma “parte” do software pra ele, de acordo com o próprio cliente. Então qualquer alteração ou correção, é cobrada por fora e me parece que não é um preço muito justo (de acordo com o cliente). Então eu creio que o interesse do programador é resolver o mínimo de problemas possíveis para que sempre o cliente precise chama-lo e assim ele recebe de novo e de novo pelo serviço ou manutenção no software. Em resumo, o cliente passa dez anos usando o software e estará sempre vinculado ao programador, que continua ganhando dinheiro.

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        • Jefferson - 5.165 Comentários

          Eu não quis entrar nesse detalhe mas desde que eu comecei a ouvir as reclamações de meus clientes sobre os problemas nos softwares eu tenho razoável certeza de que consertar uma coisa e quebrar outra faz parte do modelo de negócio da maioria dessas empresas.

          Eu posso apontar uma possível exceção: um de meus clientes usa um sistema que roda 100% no servidor do programador (é em PHP). O “paradigma” é outro. O cliente tende a enxergar como se estivesse alugando um conjunto de serviços e está menos propenso a achar que se o software não der problema toda semana ele não precisaria pagar todo mês por ele. O programador então se sente menos inclinado a sabotar sua própria criação.

          Não que eu esteja recomendando esses sistemas “no computador de outra pessoa”. De jeito nenhum eu recomendo. Eu apenas entendo a diferença.

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  • Snow_man - 144 Comentários

    Jefferson, eu quase citava um sistema comercial que um cliente usa, a diferença é que usam o Teamviewer. E infelizmente o sofrimento é o mesmo; em outro cliente, software de contabilidade, eu tinha deixado pra instalar o sistema em uma sub-pasta (d:\rede\sistema) mas na hora que o suporte começou, o “bendito” moveu pra raiz do D: e compartilhou geral.

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      Jefferson, eu quase citava um sistema comercial que um cliente usa, a diferença é que usam o Teamviewer. E infelizmente o sofrimento é o mesmo;

      Fica pior que isso. Cada “técnico” parece ter sua preferência de software de controle remoto. Eu já cheguei a ter que remover uns quatro ou cinco instalados na mesma máquina.

      Idealmente, eu deveria poder determinar o meio de acesso para que seja usado apenas um, reduzindo a superfície de ataque. Mas eu não tenho como controlar esse pessoal.

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  • Snow_man - 144 Comentários

    Jeff, passei por uma neste sábado; normalmente nem iria, mas como a sra da loja é uma pessoa muito agradável, fui no sábado às 14h (horário que iria maratonar a 3a. temp de Dark Matter).

    Situação: durante a semana as vendas não saíam pela net, ficando em contingência; foi piorando e ela acionou o suporte do sistema que, mesmo estando uns 600 metros de distância do shopping, só atendem remoto (ammyy ou anydesk). Resultado: bagunçaram o sistema (cuja base é, acredite, em MDB) e disseram que ela precisava chamar um técnico para formatar o micro (e ficar sem vender com cartões até resolver).

    Fui, fiz backup, formatei, dei acesso remoto, e o suporte me dispensou; como já estava no shopping, fui ver um filme e fiquei de passar lá na volta só pra conferir. O que estava antes foi embora, deixou outro no lugar dele, e este tinha parado porque não tinha o certificado digital da loja pra instalar no sistema. Na hora do backup, eu vi que estava lá o arquivo .PFX DENTRO DA PASTA DO SISTEMA DELES caramba!!!! E eu que tive que mostrar a ele; instalei o certificado e ele prosseguiu.

    Mas o sistema dele insistia em não enxergar o certificado; ele olhava em Opções de Internet, via lá mas nada no sistema. Daí o que o crânio me fala? Que o problema é do certificado, e que eu falasse com a Certificadora (que obviamente não tem plantão fim de semana), e a loja iria ficar sem vender com cartões até resolver na segunda-feira, imagina o prejuízo?!

    Enquanto ele ainda estava online acompanhando, entrei no site da certificadora (Fenacon), baixei todas as cadeias de certificados, instalei, e aí sim o sistema dele funcionou.
    5 minutos de boa vontade em vez de mais 2 dias sem vendas.

    Tá difícil hein, não sei como escolhem na hora de contratar esse pessoal para suporte.

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      e disseram que ela precisava chamar um técnico para formatar o micro (e ficar sem vender com cartões até resolver).

      Por causa desse tipo de presepada eu faço uma imagem da instalação com Trueimage depois que o suporte do sistema termina a instalação e de vez em quando depois disso. Assim eu tenho uma razoável chance de resolver até os maiores desastres sem ter que depender deles.

      mesmo estando uns 600 metros de distância do shopping, só atendem remoto (ammyy ou anydesk).

      Porque assim entre outras coisas eles podem “atender” dois ou três clientes de uma vez. Se o cara passar um minuto sem mover o mouse para mim é isso que ele está fazendo: me fazendo esperar enquanto atende outro.

      Tá difícil hein, não sei como escolhem na hora de contratar esse pessoal para suporte.

      Tenho razoável certeza de que essa gente ganha salário mínimo. Você aceitaria bater cartão e tolerar patrão por esse valor?

      Não se pode esperar muito do conhecimento técnico e boa vontade de quem aceita.

      Por que eles se dariam ao trabalho e custo de contratar alguém realmente capacitado se podem jogar o problema nas contas do cliente e do “outro” suporte técnico?

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Outro exemplo de como eles são fraquíssimos.

    Em um de meus clientes a instalação do sistema comercial era coisa para horas de máquina parada. Eu terminava toda a instalação básica da máquina deixando faltando apenas instalar o sistema e telefonava para o suporte. Encontrar um técnico desocupado para fazer o serviço já podia levar qualquer coisa entre minutos e horas mas o pior vinha na instalação: o cara tinha que instalar o Chrome para acessar uma conta no 4shared de onde ele baixava os instaladores (e isso porque a empresa deles tem site) e depois começava um complicado processo de instalação que parava o tempo todo (provavelmente porque o técnico estava atendendo outra pessoa).

    Depois de ver pela terceira vez um técnico instalar manualmente cada um dos muitos aliases do Borland Database Engine (BDE) de que o sistema precisava eu perdi a paciência. Como é que esses caras não sabem que a configuração é armazenada no arquivo idapi.cfg e é só copiar o arquivo de outra máquina? Eu não espero que um técnico de manutenção saiba imediatamente disso, mas o técnico de suporte de um sistema que requer o BDE deveria saber como funciona o BDE!

    Ainda por cima, a Borland obsoletou o BDE em 2000. Nada de significativo mudou em 17 anos!

    Aproveitei uma distração de um deles que não apagou os instaladores quando terminou, copiei tudo para o servidor e anotei o procedimento deles. A parte mais difícil que era configurar o BDE eu faço simplesmente instalando-o e copiando um diretório BDE “modelo” por cima depois.

    O que antes requeria horas eu passei a fazer sozinho em 10 minutos. Há pelo menos três anos eu não chamo o suporte para corrigir problemas de instalação desse sistema.

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    • Snow_man - 144 Comentários

      Parabéns pelo esforço, é essa linha de pensamento de trabalho que procuro manter.

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A tradução dos nomes dos serviços do Windows

Não é exatamente uma tradução. É melhor que isso. Alguém cansou de quebrar a cabeça tentando descobrir qual era o equivalente no Windows em português para um serviço descrito numa ajuda em inglês e fez uma tabela de correlação.

 

Simplesmente traduzir não adianta. Por exemplo, a maioria dos tradutores recomendará você traduzir “engine” como “motor” (ugh!), mas a Microsoft, na minha opinião corretamente, traduz como “mecanismo”.

Assim, Basic Filtering Engine = Mecanismo de Filtragem Básica.

Já “Browser” tem a tradução questionável, que eu jamais adivinharia, de “Pesquisador”.

Eu não chequei todos os itens da tabela, mas os que eu vi estão corretos.

 

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  • Matuto - 63 Comentários

    Chato era o Zone Alarm. Eu usei por um tempo em meados do ano 2000 e ele dava muita dor de cabeça. Mas me passava a sensação de segurança. A cada nova instalação do Windows XP (na época), eu tinha que usar o micro por alguns dias para o Zone Alarm “anotar” todas minha preferências de software e só aí ele ficava mais “tranquilo”.

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      Acho que você deve evitar beber antes de comentar :lol:

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      • Snow_man - 144 Comentários

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
        :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

        Desculpem, mas eu precisava dizer que ri disso! :yahoo:

        É matuto, isso acontece nas melhores famílias :lol:

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Perfmon.exe com botão avançar desabilitado ao criar conjunto de coletor de dados

Este post servirá de auxiliar para outro em que estou trabalhando.

Quando você executa o Monitor de Desempenho do Windows (“Performance Monitor” – perfmon.exe) e tenta criar um novo conjunto de coletor de dados, não consegue passar do primeiro passo porque o botão Avançar está desabilitado (“greyed out”).

Perfmon_NewDataCollectorSet_disabled_ryan.com.br

Isso pode acontecer por vários motivos mas no meu caso foi preciso criar uma pasta vazia chamada “PLA” com o caminho

C:\Windows\System32\Tasks\Microsoft\Windows\PLA

Outro motivos para isso acontecer:

  • O serviço Agendador de Tarefas estar desativado;
  • Você estar dando o mesmo nome que o de um conjunto existente. Mas este é meio óbvio porque basta mudar uma letra do nome para habilitar o botão.
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Erro “The Device Is Busy” ao fazer um backup com Acronis Trueimage

Eu ainda não estou certo de que tenha encontrado a causa, mas como esse erro vem me incomodando há meses acho melhor publicar pelo menos o pouco que sei sobre ele.

O erro ocorre quando você clica em “Proceed” no final do assistente de backup e o Trueimage vai começar a cópia.

TrueImage_TheDeviceIsBusy_ryan.com.br

Clicar em “Details” não fornece nenhuma informação útil e clicar em “Ignore” não adianta.

Eu uso o Trueimage há dez anos, desde que um erro de interpretação do funcionamento do Symantec Ghost (e a falta de um backup) me fez perder vários meses de trabalho. Eu nunca vira esse erro, que começou a ocorrer há poucos meses. E uso exatamente a mesma versão do Trueimage, gravada em um LiveCD. Não poderia ter sido corrompida. E supostamente não poderia haver interferência do software na máquina.

Uma vez eu consegui resolver simplesmente invertendo as portas SATA. Outra vez pareceu ser o local no meu HDD externo onde eu salvava o backup que influenciava. Outras vezes tive que desistir porque não conseguia de jeito nenhum. E nada que eu encontrei buscando no Google fez diferença.

Uma coisa havia em comum com todos os casos: só acontece numa das empresas que atendo. Mas em computadores diferentes onde antes o Trueimage funcionara.

Aí o problema aconteceu de novo hoje e eu resolvi experimentar algo. O fato de que “coincidentemente” todas as máquinas envolvidas rodam Windows 8.1 de 64 bits 100% atualizado (é meu único cliente assim) me deixou com uma pulga atrás da orelha. No meu post sobre os 480GB de arquivos que o Windows 10 apagou o leitor Eduardo me lembrou de que o Windows tem outras opções de desligamento ao se apertar o Shift. Desliguei a máquina apertando o Shift e o Trueimage funcionou!

Meia hora depois o problema se repetiu em outra máquina. Deixei o Windows iniciar e desliguei apertando o Shift. O Trueimage novamente funcionou!

Eu tenho experiência suficiente com Gremlins para saber que apenas duas ocorrências não são prova. Mas no momento eu tenho boas razões para crer que a hibernação de drivers do Windows 8.1 interfere com o hardware de alguma forma.

 

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Motherboards envolvidas:

    Intel DH61BR x2
    Intel DH61H0

    Eu não havia notado isso. O ambiente aqui é tão heterogêneo que não me passou pela cabeça que as máquinas envolvidas tivessem praticamente a mesma motherboard. Porém eu ainda acho que isso não tem a ver só com a motherboard. Eu estou supondo que o problema deve ter começado a acontecer após uma atualização do Windows 8.1.

    Fiz uma simulação aqui que parece confirmar que a causa é o Windows 8.1. Toda vez que eu desligo apertando Shift o backup funciona.

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  • Matuto - 63 Comentários

    Eu testaria desabilitar a hibernação do Windows 8 pra ver se o problema some. Eu utilizo o Acronis desde 2010 (eu acho). Já estou fazendo imagens com a versão 2016.

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  • Acácio Amaral - 4 Comentários

    Já vi ocorrer em situações pontuais onde a hibernação marcava a MBR do HD como Unidade Ocupada e nem via linux eu conseguia acessar os dados para gravação, apenas para leitura. Tinha que fazer exatamente isso, reiniciar o PC (com o problema que fosse) e depois pedir para desligar nem que fosse pelo gerenciador de programas, a partir de então conseguia trabalhar normalmente na unidade.

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  • Snow_man - 144 Comentários

    Gente, estou mais interessado em backup ultimamente, devido a crescente onda de ransoms.

    Se possível, acho que seria muito útil um tutorial do Acronis, acrescido da experiência de quem já usa, do Jefferson no conteúdo, e dos demais nos comentários.

    O que vocês acham? :clapping:

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      Eu não uso o Acronis Trueimage como proteção contra ransonware. Eu uso apenas em partições de sistema (não com dados) e pelos mesmos motivos que eu uso software de clonagem há mais de uma década:

      1)Transferir instalações completas para HDDs novos;
      2)Me certificar de que eu possa voltar rapidamente para um estado conhecido de uma instalação.

      O segundo é o motivo mais frequente. São incontáveis as besteiras que os usuários e, pior, os “analistas de suporte” dos sistemas comerciais podem fazer, além dos problemas causados por atualizações tanto do Windows quanto dos softwares usados. Fazendo clonagens periódicas eu me certifico de poder retornar máquinas de instalação complexa (depto financeiro, faturamento, contabilidade, etc.) a um estado sabidamente completamente funcional em menos de uma hora.

      Quando a **rda cai no ventilador, a pressão para limpar a sujeira cai inteiramente no técnico de suporte geral (eu). O usuário não sabe fazer nada, o desenvolvedor do sistema comercial faz de conta que ele não tem nada a ver com isso e o cliente inicialmente não quer saber de quem é a culpa: ele quer ver resolvido.

      Se eu posso voltar no tempo várias gerações restaurando instalações antigas e o problema persiste eu posso afirmar com certeza que o problema é externo ou, acontece mais do que deveria, o usuário não sabe do que está reclamando porque sempre foi desse jeito.

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  • Snow_man - 144 Comentários

    Jeff, o motivo 2 é a minha necessidade, preciso instalar uma rotina semelhante.

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      Eu não tenho uma “rotina”. Eu aproveito que estou em visita com tempo livre e faço a clonagem das máquinas complicadas usando o Hirens boot CD. Mas com o Hirens não suporta UEFI e SecureBoot estou pensando em mudar para um LiveCD criado pelo Macrium Reflect Free.

      Entretanto eu também estou pensando em testar o Macrium Reflect para fazer essas imagens automaticamente. Eu tenho clientes com terabytes de espaço sobrando em disco e se der para fazer a imagem “online” periodicamente na hora do almoço, melhor ainda. Eu soube que as versões mais recentes do Trueimage (além de não ser gratuito) instalam porcarias (como filtros de sistema de arquivos) demais na máquina.

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  • Acácio Amaral - 4 Comentários

    Jefferson, em alguns clientes de comportamento fora da curva costumo utilizar o Deep Freeze, ele consegue permitir o uso do sistema mas desfaz toda a bagunça que uso indevido pode oferecer ao sistema, decerto não ajuda nos programas de sequestro e criptografia, mas ao menos não sou chamado 10 vezes no dia por conta do pc ficar abrindo anúncios sozinhos. Uso em terminais de lojas e afins.

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    • Jefferson - 5.165 Comentários

      Eu não tenho nenhuma situação desse tipo. Nunca precisei do Deep Freeze e o mais próximo que cheguei disso foi testar em casa o Microsoft Steady State, que não funciona em nenhuma versão moderna do Windows.

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  • Fábio Machado - 1 Comentário

    Já experimentou o WinPE feito pelo Sergei? Eu utilizo para gerar as imagens com o acronis.

    http://sergeistrelec.ru/winpe_10_8/110-winpe-10-8-sergei-strelec-x86-x64-native-x86-20170621-english-version.html

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Erro 0x00000019 BAD_POOL_HEADER provocado pelo AVAST

Windows 7 32 bits

Máquina reiniciando sozinha pouco depois de chegar à tela de login, acusando erro BSOD BAD_POOL_HEADER.

A primeira coisa que fiz foi rodar o MEMTEST86+. Depois de duas passadas sem acusar erro na RAM, parti para olhar drivers. Entrei no Modo de Segurança e ao ver o gbplugin na lista de drivers sendo carregados ele se tornou meu primeiro suspeito. Reiniciei por um LiveCD e deletei o plugin. Não adiantou.

Entrei no Modo de Segurança e desativeis os drivers de vídeo, rede e som. Não resolveu. Como no Modo de Segurança o problema não se manifestava eu já incluí o Avast na lista de suspeitos, porque ele instala drivers que não são carregados no Modo de Segurança. Mas continuei seguindo meu script.

Usei o MSConfig para desabilitar todos os serviços de terceiros, menos o AVAST. Nada.

Aí me ocorreu parar de chutar e verificar o que o BlueScreenView (outro software danado de útil da Nirsoft) podia me dizer sobre o problema. Entrei pelo Modo de Segurança de novo, rodei o software e a primeira coisa que vi me desanimou: o erro era provocado por ntkrnlpa.exe. Genérico demais. Mas ao rolar para a direita confirmei minha suspeita ao ver referências a aswSP.sys. Um driver de kernel do Avast.

Tentei desinstalar o Avast pelo Modo de Segurança mas acusou um erro e não prosseguiu. Mais uma confirmação de culpa.

Baixei e rodei o desinstalador da Avast, que acusou o mesmo erro no início mas prosseguiu e congelou no final do processo. Após esperar meia hora meti o dedo no reset e o problema foi resolvido.

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3 comentários
  • Thiago - 1 Comentário

    opa, peguei o mesmo erro causado pelo avast, Erro 0x00000019 BAD_POOL_HEADER.

    O avast também não desinstalava, removi todos os aquivos do avast do \arquivos de programas, apaguei os drivers do avast da pasta \system32\driver e deletei todas as chaves do registro ‘avast’ :D .

    Pronto, funcionando.

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    • Snow_man - 144 Comentários

      Thiago, esse desinstalador oficial do avast é bem eficiente nisso.

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      • Jefferson - 5.165 Comentários

        Tirando este episódio, não me lembro de ter tido qualquer problema com o desinstalador. Eu sou um adepto de fazer as coisas “na munheca” mas no caso de anti-virus eu sempre tento primeiro com os desinstaladores oficiais.

        Tendo dito isso, o relato de Thiago tem seu valor por mostrar outra forma de resolver o problema. Sendo que nesse caso específico eu suponho que apagar apenas aswSP.sys e instalar de novo poderia também ter resolvido.

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Massiva perda de arquivos no Windows 10 após mover o HDD entre máquinas

Era uma operação corriqueira para mim. O HDD do cliente estava com defeito e foi comprado um novo que usei para reinstalar o Windows 10 completamente na máquina dele. Até tive o cuidado de fazer todas as atualizações para que ele não tivesse que passar por elas. Como se tratava de um computador Dell All-In-One sem uma porta sata extra eu retirei o HDD novo da máquina e o instalei juntamente com o antigo para copiar os 480GB de dados do cliente de um para o outro. Essa operação ocorreu sem maiores problemas apesar do defeito no HDD velho.

Ao reinstalar o HDD novo na máquina do cliente os problemas bizarros começaram. O primeiro foi uma nunca vista antes mensagem sobre um “RTC reset”. Fui olhar no setup mas data e hora estavam certos. O Windows 10 pareceu carregar normalmente depois disso, criei um novo usuário para o cliente e ao reiniciar a máquina fui surpreendido por múltiplos erros referentes a NTFS. Depois de umas três tentativas automáticas de reparar o Windows 10, a desagradável surpresa: tudo o que eu havia copiado para o cliente tinha sido deletado. Cada um dos diretórios e nada mais.

Como eu tinha ainda cópia dos dados isso não foi um desastre completo. Mas no dia seguinte o HDD velho do cliente já havia pifado de vez

Ainda não estou certo do que ocorreu. O Windows 10 estava hibernando quando tirei o HDD e eu não notei? Eu mandei desligar e ele hibernou? Eu não creio que tenha falado sobre isso aqui mas há quase uma década eu perdi arquivos por causa de hibernação e até tinha um aviso debaixo de meus notebooks: “saia da hibernação antes de remover esse HDD” justamente por causa disso. O Windows entra em hibernação com a memória conhecendo uma estrutura do disco e quando volta a estrutura é outra mas a memória é a mesma. Desastre certo. A mensagem sobre “RTC reset”? O BIOS dessa máquina é UEFI, que não goza do mesmo total isolamento do SO que o BIOS “legacy”. Quem sabe todas as maluquices que o SO pode provocar?

Ou foi algo relacionado com o problema que relatei em meu outro post?

Ainda é um mistério e tudo o que poso fazer é ampliar meus cuidados ao manipular arquivos de clientes e nessas operações envolvendo partições que tem o sistema operacional.

 

 

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Erro KERNEL_DATA_INPAGE_ERROR depois de trocar HDDs

Alguns minutos atrás eu me deparei pela terceira vez com esse erro no meu desktop principal. Em nenhuma das vezes eu parei para olhar o motivo porque estava ocupado com outros problemas, bastava dar um reboot para aparentemente resolver e só acontecia imediatamente após alguma mudança no hardware. Eu suspeitei que fosse alguma corrupção naquele tal arquivo de hibernação de driver que a MS cria desde o Windows 8.

Eu acredito ter descoberto a real causa quando tentava manipular o conteúdo do HDD de um cliente que eu acabara de colocar na máquina. O Windows não me deixou apagar o arquivo pagefile.sys. Como eu queria fazer uma imagem do disco e os 12GB do arquivo iam deixar a imagem desnecessariamente grande eu reiniciei pelo Windows XP apaguei o arquivo e voltei.

O arquivo pagefile.sys estava lá de novo!

Depois de considerar algumas explicações mirabolantes me deu um estalo. Fui procurar o pagefile.sys que deveria estar no meu drive C: e como eu suspeitei, não estava lá.

Aparentemente o Windows 8.1 moveu automaticamente meu arquivo de paginação para outro HDD com espaço disponível quando percebeu o espaço livre na minha unidade C: cair. O erro KERNEL_DATA_INPAGE_ERROR então deve estar ocorrendo toda vez que eu substituo o drive que está com o meu pagefile.sys com o de outra máquina.

Espero que o Windows nunca tente fazer isso com o arquivo de hibernação (hiberfil.sys). Eu só consigo pensar em coisas muito ruins acontecendo por causa disso. E assim que eu puder vou reparticionar esse HDD para dar mais espaço para a unidade C:.

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Algo ainda mais inesperado aconteceu. Como eu estava movendo arquivos para esse HDD onde havia sido criado o pagefile.sys, o Windows em lagum momento percebeu que este estava ficando sem espaço e moveu o arquivo de novo, sem me avisar nada. Desta vez para uma unidade USB!

    O que aconteceria se eu tivesse desconectado essa unidade durante a operação do Windows? Meus leitores de longa data sabem que eu ignoro completamente o procedimento de Remover Hardware com Segurança.

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Windows Live Mail nunca consegue baixar o último e-mail via POP3?

Na semana passada eu comecei a ter um problema com várias contas de e-mail de um cliente para o qual eu também administro o domínio. O sintoma é o Windows Live Mail não conseguir baixar o último e-mail acusando um erro após 60s. Se o usuário clicar em “aguardar” fica permanentemente assim, mas se clicar em “parar” no próximo ciclo de coleta de emails o WLM baixa todos os que tiverem chegado nesse intervalo, menos esse último.

O código de erro, cujo número não lembro agora mas vou descobrir e registrar aqui, apontava para um possível problema no antivirus. Desinstalei o mesmo em uma das máquinas mas nada mudou.

Um mesmo usuário baixando de três contas diferentes podia ter o problema em apenas uma delas. E todos os usuários que baixavam da mesma conta tinham o mesmo problema (com uma curiosa  exceção) logo não parecia ser problema no WLM.

Verificando via webmail eu constatei que o email que o WLM tentava baixar não aparecia na caixa postal.

Deletar a conta no servidor de e-mail e criar de novo resolvia o problema imediatamente, mas voltava no dia seguinte.

Como esse cliente estava há uma semana usando um acesso à internet de um provedor local porque a OI estava fora do ar e o erro sugeria ser ser algo causado por “interferência” no processo, eu suspeitei do provedor, mas não tinha como testar isso. Expliquei que eles iam precisar conviver com o problema por algum tempo e ficou assim por mais dois dias  até a Telemar resolver o problema da linha. Eu estava ao telefone conversando com um dos usuários sobre o problema quando o acesso foi chaveado para a OI e o problema então “sumiu”.

Os usuários somente acreditaram realmente no que eu estava dizendo quando, dias depois, a OI cortou de novo a linha deles (está uma bagunça no bairro) e o problema imediatamente voltou quando o Load Balance chaveou para o acesso de backup.

Eu ainda não sei o que o provedor faz para provocar isso, até mesmo porque ele não respondeu a mensagem que mandei para ele perguntando se ele fazia alguma idéia do que causava o problema, mas se um dia eu descobrir registrarei aqui.

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Esqueci de acrescentar que uma das contas apresenta um sintoma ainda pior. Todas as vezes que o WLM coleta os emails, baixa tudo o que já havia sido baixado antes.

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    • Snow_man - 144 Comentários

      Lembro que esse problema do email não receber o final dava no windows xp, mas não lembro se tinha solução;
      Sobre baixar tudo de novo, isso acontecia; e ainda acontece hoje em dia: precisei formatar um note com Office 2013, e salvei o .pst para colocar de volta depois. Antes disso, me certifiquei de receber todos os emails, e durante o tempo da formatação, deveriam chegar alguns poucos novos emails.
      No provedor ficam os últimos emails de 15 dias.
      Ao terminar a reinstalação, configurar a conta (pop3) e direcionar para o referido pst, ao clicar em Enviar/Receber, vieram TODOS os emails do provedor, ou seja, dos últimos 15 dias O_o
      gerando duplicidade na caixa de entrada :dashhead1:
      O interessante é que, no mesmo escritório, fazendo em outra máquina o mesmo procedimento [e já aguardando a duplicidade], não aconteceu.

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      • Jefferson - 5.165 Comentários

        Ao terminar a reinstalação, configurar a conta (pop3) e direcionar para o referido pst, ao clicar em Enviar/Receber, vieram TODOS os emails do provedor, ou seja, dos últimos 15 dias O_o

        Isso é o esperado. No protocolo POP3 é tarefa do cliente de email manter um registro de que mensagens baixou e não baixá-las de novo. Se você reinstalou o cliente ele não sabe mais qual a última mensagem que baixou então baixa tudo de novo.

        O que não é normal é o mesmo cliente de email baixar a mesma mensagem duas ou mais vezes.

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Uma coisa que eu não consigo tirar da cabeça é o “padrão” formado entre as contas que apresentam o problema e as que não apresentam.

    As que apresentam o problema são:

    financeiro@
    cobranca@
    faturamento@
    comercial@
    secretaria@ – esta é a única dissonante.

    Todas as outras contas, que não tem nomes relacionados com “dinheiro” ou são nomes de pessoas, não apresentam problema.

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  • Jefferson - 5.165 Comentários

    Hoje finalmente o problema da Oi foi resolvido (por enquanto) e surgiu um novo sintoma: Imediatamente quando o acesso passou a ser pela OI um dos usuários baixou 430 mensagens “novas” com datas desde o dia 13/06. Esse usuário me disse que as mensagens são realmente novas.

    Outro usuário apontou ter recebido uma dezena de mensagens de uma uma vez sendo que entre elas estava uma datada do dia anterior que ele ele estava esperando.

    Como essas pessoas vinham recebendo emails diariamente isso sugere que ao coletar mensagens usando o provedor de acesso alternativo mensagens estavam sendo “puladas” no servidor.

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  • Snow_man - 144 Comentários

    Se for possível, conversa com o suporte do provedor de email.

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