Eu gosto da Lognet, mas comprar na loja é “um processo”.

Quase sempre que eu preciso de um item de informática em Recife, compro na Lognet. Mas quando o valor da compra dá frete grátis e você não tem pressa é melhor comprar pela internet mesmo, porque você não tem desconto ao retirar na loja e ainda tem que tolerar um processo de venda cansativo.

Se o item não for um dos expostos na loja e tiver que ser retirado do estoque:

  1. Você entra em uma “fila” (seria bom se fosse uma fila de verdade e não uma bagunça) para falar com um dos três vendedores e tirar o pedido. Não há um “vendedor expresso” para quem já sabe o que vai comprar e você tem que dolorosamente esperar que gente que precisa de orientação, mas chegou antes de você, seja atendida;
  2. Pedido emitido, você aguarda o estoquista descer com o material, te entregar o pedido impresso e entregar o material ao conferente;
  3. Com o pedido na mão você finalmente pode entrar na fila para pagar (Pensando bem eu que sou trouxa. Deveria aguardar o pedido chegar na fila do caixa);
  4. Nota fiscal na mão você entra na fila para receber o produto. O que pode ser um problema porque o processo de entrega envolve conferência de ambas as partes e o comprador tem permissão apra examinar as peças cuidadosamente, como no caso de uma placa-mãe;

Levei 31 minutos para entrar e sair com uma fonte ATX Zalman. Comprei duas fontes ATX Wisecon na Nagem no dia anterior e o processo incluiu pegar as fontes na prateleira e pagar no Caixa = uns três minutos (não havia fila). Infelizmente a Nagem está em franca decadência e raros são os produtos que eu posso comprar lá.

A Lognet permite que você compre pelo site e retire na loja. Na próxima vez eu vou experimentar esse sistema para ver se pelo menos dá para escapar dos passos 1 e 3 dessa forma.

9 comentários
  • Marco A.

    Entrei no site e… KaBuM!, é você? :D

  • jonni

    seu site esta marcado como inseguro no google chrome, recebo essa tela sempre que abro seu site desde o dia 11/09

  • wagnerferreira

    Como eu moro em Boa Viagem, na maioria das vezes faço o pedido por telefone e já informo se preciso de troco.

    Se tu fizer o pedido pela manhã, logo cedo, é capaz de entregarem no mesmo dia.

    O único problema (se é que se pode chamar assim) é que tu precisa pagar em dinheiro. Não aceita cartão, cheque e etc.

    Só tive problema uma vez com umas emendas de cabo RJ45, que vieram sem funcionar. Mas como foram muito baratos nem me dei o trabalho de reclamar.

    • Ahhhh… então é assim que funciona? Para mim está bom demais!

      Pensei que fosse como na Nagem e eu tivesse que pagar online e esperar que o correio entregue. Eu moro a 2km do depósito da Nagem (dá para ir a pé ou bicicleta), mas o que eu comprar no site é sempre entregue pelo correio. Até a Nagem postar já se passou no mínimo um dia inteiro. E ainda fico dependendo da boa vontade da ECT.

      Pagar em espécie para mim é ainda melhor. Eu sempre tenho dinheiro comigo e assim não tenho que ficar abastecendo o banco.

  • wagnerferreira

    Tu pode pedir pelo chat do site, mas não confio muito. Prefiro ligar e anotar o nome do vendedor. Se atrasar mais que o normal, eu ligo pra lá e dou meu nome e o do vendedor e eles dizem o que houve.

    Se tu pedir amanhã de tarde, depois das 14hs, acredito que no máximo na terça-feira até umas 17hs o motoqueiro tá na tua casa.

    Ainda tem a vantagem de tu poder conferir visualmente os produtos, enquanto o motoqueiro passa teu troco.

    *OBS: Eu comecei a comprar lá por conta de uma dica tua no antigo blog Geringonças & Gambiarras. A diferença de preço as vezes é de até 40 reais. Um processador socket 1155 G2030 estava por 189 lá na Lognet, enquanto na Nagem estava por 240 algumas semanas atrás.

  • Caramba.. me lembrou muito a Infobox. Deu até saudades de como era boa aquela loja aqui em João Pessoa. Dizem que “quebrou” por conta de administração errada. :(

    • Eu comprei muito pouco na Infobox porque além das lojas ficarem muito longe (a mais próxima a 15km) da minha casa, os preços nunca estavam entre os melhores de Recife.

      Muitas lojas de informática do Recife quebraram ou mudaram de foco (como a Nagem e a Meta Informática). Há uma parcela de erro de administração nisso, mas o mercado ficou mesmo difícil depois que até supermercado passou a vender quase as mesmas coisas que essas lojas ofereciam, com um poder de barganha muito melhor com os fornecedores.

      A Nagem da Estrada dos Remédios nem parece mais loja de informática. Parece um misto de papelaria com loja de eletroeletrônicos.


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Uma noite como pedestre em Recife: quase fui atropelado.

E na verdade foram só uns cinco minutinhos!

Estava voltando de carro do apartamento de um cliente e decidi depositar os cinco cheques que eu tinha acumulados na carteira. Como o estacionamento na frente do Bradesco da Madalena é proibido, mesmo sendo quase 22h eu deixei o carro onde sempre deixo, 180m antes, e fiz o trajeto a pé (em azul na foto abaixo).

A: Iniciei a primeira travessia. Lembro que os carros na Real da Torre estavam parados;

B: Perto do fim da primeira travessia, já chegando à ponta da calçada, registro que os mesmos carros estavam em movimento (o sinal abriu). Este foi meu último registro consciente até eu “acordar” no ponto seguinte;

C: Repentinamente eu ouço o ruído dos carros aumentar e uma moto me faz parar assustado quando corta a minha travessia buzinando. Outro carro passa na minha frente, mais lento que a moto; e mais outro além dele também está em movimento. Percebo que devo estar no lugar errado. Olho instintivamente para o sinal de trânsito à minha frente na outra via e está fechado, o que significa que estou no meio de uma via onde o sinal está aberto para os veículos. Parecia que eu estava no meio de um sonho ruim.

Eu só consigo dizer com razoável precisão em que ponto da travessia eu estava porque eu lembro de ver um ônibus atrás de mim, à direita (cujo motorista certamente me viu e permaneceu parado) e como 1/5 dessa via é reservado para veículos em sentido contrário, eu tinha que estar a 2/5 da travessia.

Por um momento eu realmente não soube o que fazer, nem quantos carros cruzaram a minha frente. Mas em um momento os motoristas me notam e mantém distância, me permitindo terminar a travessia. Confuso e irritado, faço um gesto indicando a faixa de pedestres onde estou e grito: “olha a faixa, p**ra!”, numa tentativa de justificar para mim mesmo e para os outros (mas soou como se eu estivesse reclamando justamente com quem tinha parado para que eu passasse) o que danado eu fazia ali sem estar vestindo uma armadura de aço.

O que mais me preocupa nesse evento é eu não conseguir lembrar de nada entre os pontos B e C. Eu normalmente olho cada sinal de trânsito antes de botar o pé na faixa. Mas desta vez eu simplesmente entrei “no automático”. Para meu azar, às 21:50h o intervalo de cada sinal é muito curto.  Durante o dia eu teria feito o trajeto completo até o banco e o sinal ainda estaria fechado. Mesmo assim, na volta eu observei os sinais abrindo e fechando e não consegui entender como só deu tempo para chegar até o ponto C.

Eu admito que estava literalmente “desligado” quando iniciei a travessia da Caxangá.

Mas o fato é que eu estava em cima da faixa. Quase no canto mais distante dela, praticamente no meio da via, e mesmo assim não fui visto pelos motoristas. Em posso até apostar que eles estavam parados além (por cima) da faixa horizontal, porque se estivessem parados antes, haveria ângulo suficiente para me verem. Mas outra coisa que concorre para que esse tipo de coisa ocorra é a mania que os motoristas (e motociclistas) tem de engatar a primeira e sair imediatamente ao ver o sinal verde. E eu confesso que também não dou a atenção que deveria a isso quando estou dirigindo.

Se eu tivesse sido atropelado, a culpa “legal” seria inquestionavelmente de quem batesse em mim. Mas eu também não seria moralmente “inocente”.

11 comentários
  • Marcelo

    Isso já aconteceu comigo e o pior, é como você se sente depois, sabendo que a m**da foi você mesmo que fez! 

    • Pois em toda a minha vida é a terceira vez.

       

      Na primeira, eu tinha entre 16 e 18 anos. Atravessei uma rua de 4 faixas olhando para a direita esquecendo completamente que a primeira faixa era no sentido contrário.Fui atropelado por uma Kombi. E a culpa foi inteiramente minha.

      A segunda vez foi parecida com esta, há um ano. Eu atravessei uma rua secundária completamente desligado e só percebi que deveria ter olhado se era seguro atravessar quando um carro passou devagar por trás de mim. Nada aconteceu, mas poderia.

  • Pois é… a uns anos atras, quando da morte de um cão aqui de casa (a Snoopy, falei disso na época no meu blog), passado uma semana, e eu estava num baixo astral danado por saudade da bichinha. Tem um segmento de cerca de 2 horas desse dia, que eu simplesmente *não lembro de nada do que fiz*.
     
    Só sei de o seguinte, eu lembro de estar na oficina cabisbaixo, e duas horas depois, de estar na casa de um amigo meu, em uma cidade vizinha, uma distancia de 28KM daqui. Eu simplesmente não me lembro de ter pego a moto, qual estrada (tem duas opções pra ir pra essa cidade) usei, e de qualquer coisa que tenha se passado na viagem.
     
    Quando eu estava lá na casa dele, já fazia uns 15 minutos eu comentei com ele…
     
    – Rapaz, se eu te falar que vim pra cá no “automático” você vai acreditar? Não lembro o caminho que fiz e nem de nada que vi pelo caminho.
     
    Pois é… coisas da mente.

    • Isso já aconteceu mais de uma vez comigo, porém em lapsos bem menores, e sempre voltando para casa à noite pela rodovia. Eu de repente tomo consciência de que não lembro de ter percorrido os últimos dois quilômetros. Não há como dizer se estava consciente e simplesmente o trecho sumiu da minha mente ou se, que Deus me proteja, eu dirigi sem a ajuda do consciente por dois quilômetros. O fato é que nunca fui acordado por nenhum “susto” como hoje. Eu sempre tomei consciência do lapso em segurança.

      • Então, mas digamos que eu fiquei preocupado quando duas horas depois eu tomei consciência que não estava na minha oficina e sim a 28KM de casa e não lembrar absolutamente de “wtf, que que eu to fazendo aqui? como cheguei aqui?”
         
        A viagem deve ter sido feita em segurança, pois eheh, eu estou aqui e não aconteceu nada naquele dia. Mas que é realmente esquisito, isso é! :S

    • Nota: não estava com sono. E não bebo.

  • Saulo Benigno

    Uxe, como assim? Você apagou do nada? Isso não é normal.
     
    Mas, o que me preocupou mesmo foi nem isso, foi o horário para você ir a um banco depositar cheques…
    Pense, você saindo a essa hora, 22h e andar isso tudo A PÉ e de noite.. LOUCO! Queres morrer mesmo. Louco.  Tanto Bradesco mais seguro (mesmo essa hora) e tanta hora para fazer isso. Louco.

    • Eu faço isso corriqueiramente, Saulo. Para mim Recife não é tão perigosa nos lugares que frequento. A única vez em que fui assaltado, era adolescente e estava esperando o ônibus para voltar para casa à noite. Isso foi há mais de 23 anos. De todas as vezes em que estive em bancos à noite, apenas uma vez vi uma movimentação suspeita.

      E a julgar pelas reportagens que vejo na TV, bancos são bem mais perigosos à plena luz do dia aqui.

  • VR5

    Vou dizer uma coisa: esse negócio de estar no “piloto automático” acontece MUITO comigo. Exemplo: a gente tem determinadas tarefas para fazer (gusrdar coisas, limpar, arrumar, botar em ordem, etc.). SE me perguntarem sobre alguma tarefa específica, sou capaz de não me lembrar de ESTAR fazendo a tarefa, mas se vou conferir eu fiz TODAS as tarefas que me propus… é como se as vezes a minha “memória recente” ou a memória das coisas “rotineiras” falhasse… não sei se é porque eu sempre estou “viajando”, epnsando em coisas láááá longe ou é um problema realmente… isso pode ser normal???

  • Sony Santos

    Tem certeza de que não foi abduzido? rs, brincadeira. Já tive lapsos pequenos, e já vi pessoas próximas tendo lapsos. Acho que, até certo ponto (pouco tempo, baixa frequência etc.), é bem normal. O problema é saber o que aconteceu, se nesse pouco tempo acontecer algo relevante.

    Pensei na possibilidade de fazer uso pessoal da câmera veicular, rs.

    E uma vez já fui “atropelado em baixa velocidade” – o carro parou em cima e relou em mim -, por minha culpa (atravessei fora da faixa, mas achei que não vinha carro de onde eu não estava enxergando). Isso foi em Campinas, há muito tempo.


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Não é muito coerente ficar só com metade do armário aberto.

Há três dias um casal de jovens lésbicas deu queixa em uma delegacia contra um restaurante onde elas supostamente foram constrangidas pelo maitre por estarem se beijando no local.

Até aí tudo bem. Eu ficaria do lado delas. Mas notam que os nomes delas não aparece na notícia? Segundo reportagem na TV local hoje, é porque as famílias delas não sabem sobre o relacionamento e elas querem manter assim.

:????

Sou só eu que acho esse comportamento incoerente?

7 comentários
  • alissonteles cavalcanti

    Também acho muito incoerente. Só discordo de você porque não concordo com a atitude delas. Se querem trocar carícias explícitas, que façam num lugar apropriado. Não gostaria de estar com minha família e isto acontecer na frente de meus filhos.

    Quanto à questão da queixa, fico P da vida quando fico sabendo de coisas assim, culpa do estado de (excesso de) direitos em que vivemos. Hoje há lei pra tudo, e na maior parte das vezes, só passando a mãozinha nos coitadinhos dos supostos desvalidos. Quem realmente trabalha, produz, também tem sua cota de leis, só que contrárias. Vou parar pra não ficar com mais raiva ainda… 

  • VR5

    No mundo de hoje, às vezes o “politicamente correto” é um saco!!! :rtfm:

    • Essa onda também me aborrece. Eu faço e digo o que acho “certo” não me importando se é “politicamente correto” ou não. E estou pensando em mais um post que deixa claro isso ;)

    • Bruno Oliveira

      Concordo, estou cansado desse mundo “politicamente correto”.

  • Incoerente é pouco! Se resolveram se beijar em um local público e que ao meu ver não é o mais adequado pra esse tipo de coisa, e depois não querem os nome divulgados??? WTF?
     
    Seria o mesmo que eu vir aqui e dizer que não quero que publique o meu nome neste comentário, só porque eu não acho normal ela x ela ou ele x ele. A ordem natural das coisas não é essa. Mas… fazer o que. O_o

  • eddynfs

    É como fiz um colega meu do trabalho “Cara como diz minha mãe, vou morrer e não vejo tudo“.

  • Marcel

    me lembrei desta tirinha:


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Motoristas de Recife são vítimas de trollagem da própria CTTU

Realmente, não falta mais nada. A Companhia de Trânsito e Transporte Urbano, que eu já comentei aqui ter uma “tara” por meio fio pintado de amarelo, tamanha a quantidade de ruas secundárias com estacionamento proibido sem qualquer motivo aparente, agora fez o que apenas um troll urbano dos mais ousados faria: pintou uma seta no início da Rua Carlos Gomes indicando que o trecho é mão única, sem mudar a sinalização na Avenida Abdias de Carvalho, nem do outro lado da Carlos Gomes. Qualquer motorista vindo desses pontos (são três) vai levar um susto e parar de repente ao ver a enorme seta no chão, sem saber o que fazer.

Segundo reportagem na TV local hoje, a CTTU explicou que o trecho será mesmo mão única, mas que só será “prá valer” quando o resto da sinalização for colocado e que isso não tem data apara acontecer!

É mole??

Abaixo, uma representação de como ficou a esquina, depois da “trollagem”.

2 comentários
  • morais

    O “melhor” de tudo é que a modificação vai piorar ainda mais a situação do local, se a mudança fosse mão única do sentido Abdias – Caxangá, ainda dava pra entender, mas o contrário!????!?!?!?!? Ou seja quem estiver na Abdias e quiser pegar a Caxangá/Benfica só terá como opção retorna lá na frente na Estrada dos Remédios, se quiser , por exemplo ir para algum trecho da Carlos Gomes : se vira!

    • Eu suponho que o objetivo da mudança é preparar o trânsito do local para o caos infernal que vai surgir quando começarem a construção do túnel na esquina da Caxangá com Real da Torre. Eu poderia até supor que é para o nosso bem, se a CTTU não mostrasse sinais repetidos de incompetência e descaso com a população.


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Monitor LED 22″ LG E2260V por R$349 no Sams Club Recife

E em 6x “sem juros” no Hipercard.

Está mais barato que a oferta mais barata no buscapé.

Eu constatei que é fullHD e tem HDMI e DVI. Só não sei se o monitor presta mesmo.

4 comentários
  • Cesar Machado

    “A capa do trabalho é 50% da nota!” o monitor é lindo…….Agora se presta….. :D

  • VR5

    Temos um modelo semelhante (só que de 24″) aqui na empresa para projetos CAD/CAM e posso dizer que presta, sim , e muito! ;)

  • Eduardo

    Mesmo sendo painel TN parece ser muito bom o preço.

  • No Sam’s Club de Salvador também está por este preço. O monitor é bom, pena não suportar VESA.


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Imprensa bairrista e justiça bizarra

Desde o dia 19 não sai do noticiário local a história do doido transtornado que esfaqueou a irmã, matou uma vizinha de 64 anos e só foi parar quando foi baleado quando invadiu o apartamento de outro vizinho.

A polêmica maior fica por conta do delegado, que numa atitude de no mínimo excesso de zelo, autuou em flagrante por homicídio o homem que matou o monstro, com um único tiro, dentro de sua própria casa e em legítima defesa sua e de sua família.

Ninguém nem lembrou de mencionar que o animal raivoso era paraibano.

Aí eu vejo essa manchete em um jornal online da Paraíba:

 

Universitário paraibano é assassinado com um tiro no peito em bairro, no Recife

Universitário paraibano é assassinado com um tiro no peito em bairro, no Recife Universitário paraibano é assassinado com um tiro no peito em bairro de classe média alta no Recife

Um estudante universitário paraibano de classe média alta foi assassinado no sábado à noite (19) por um auditor fiscal da Fazenda Estadual, no bairro do Parnamirim, Zona Norte do Recife, Capital de Pernambuco…

“assassinado”… é mole?

1 comentário
  • Dyeison

    Se ele não tivesse sido “assassinado”, provavelmente as matérias teriam sido mais numerosas. Provavelmente, o mídia, irritada com o fato, culpou o assassino por impedir novas “manchetes fresquinhas”…


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Avast e Outlook (ou Avast e Hotlink) não estão se entendendo

Estou com um problema com um cliente específico (empresa) que usa a dupla Outlook e Avast. De um dia para o outro, o Outlook deixou de receber e-mails (todos) pelo provedor deles (Hotlink). As mensagens só chegavam se o antivirus fosse desabilitado.

Eu constatei rapidamente que não era preciso desligar todo o antivirus, mas apenas a parte de recebimento de mensagens do módulo de e-mail. Mesmo assim, o problema está me dando uma surra. Tudo indica que é culpa da Hotlink porque além de ter acontecido de uma dia para outro em vários computadores, esses computadores rodavam diferentes versões do Outlook e diferentes versões do Avast. O danado é que agora foi que me toquei que eu deveria ter tirado a prova configurando uma conta qualquer em outro provedor de e-mail. :dashhead1:

O sintoma é que o processo de envio/recebimento de mensagens fica parado por um longo tempo em “Recebendo…”. Mas nada é recebido.


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Caçadores de Indenização?

Quem passa hoje pelos primeiros quilômetros da BR232, no trecho em torno da entrada para o Totó, estranha a grande quantidade de pequenos estabelecimentos comerciais que foram construídos de uma hora para a outra, em um terreno que supostamente pertence à União. Há um armazém de construção, equipadora de veículos, residências…

Além de ser uma margem de rodovia, fica debaixo das linhas de transmissão da CHESF, onde supostamente nada poderia ser construído.

Aí eu ouvi uma referência na TV a um suposto projeto de quadruplicação da BR232 e comecei a entender. Sou capaz de apostar que são “caçadores de indenização” em ação.

2 comentários
  • saulobenigno

    Falando nisso, e a nova favela ali no início do viaduto tancredo neves na saída de Boa Viagem para Imbiribeira, ao lado direito? Em menos de 1 mês está tudo montadinho… impressionante.

    Não vi nada e ninguem chegar lá resolver

  • Magno Lima

    Gefferson, nao existe indenizacao para quem edifica em terreno publico (Uniao, Estados ou Municipios). Em momento oportuno, a uniao entrara com acao para “limpar o terreno” (sem qualquer tipo de indenizacao, pode apostar). Havera “pressao social” para que os entes publicos vejam uma alternativa para moverem os que la estao para alhures ou para serem incluidos em projeto social, como o “minha casa minha vida”, e.g. Amplexo.


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Pela lei do usucapião a calçada já…

“Pela lei do usucapião, a calçada já é minha”.

Foi o que declarou o dono de um bar em Recife que há 30 anos (palavras dele) ocupa irregularmente a calçada em frente ao seu estabelecimento com cadeiras e mesas, atrapalhando a passagem dos pedestres.

Fonte: Diário de Pernambuco de hoje, página C5

Olha, eu até entendo que as mesas do lado de fora dêem um certo “charme” à cidade. Mas é preciso que haja alguma disciplina. O proprietário de bar que ocupa a calçada precisa dar uma contrapartida, como zelar pela calçada, pela rua, etc. E é preciso haver regras. Porque o que mais vemos aqui no Recife são os comportamentos abusivos, quando o dono do bar depois de ocupar a calçada já começa a ocupar a própria rua. Muitas vezes é por pura falta de educação, mas outras vezes é gente arrogante que tem a cara de pau de dar uma declaração dessas.

4 comentários
  • Elder

    Sá pra constar, não sei se o infeliz dono do bar falou sério sobre o usucapião ou se é brincadeira, a lei sobre usucapião é a 10.257/2001 – Estatuto da Cidade – que em seu artigo 9º menciona claramente:

    “Aquele que possuir como sua área ou edificação urbana de até duzentos e cinqüenta metros quadrados, por cinco anos, ininterruptamente e sem oposição, utilizando-a para sua moradia ou de sua família, adquirir-lhe-á o domínio, desde que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural.”

    Ou seja o mecanismo do usucapião só vale quando o terreno for utilizado para “sua moradia ou de sua família”, que não é o caso. Repito: não há usucapião para o caso citado!

    • Jefferson

      Talvez não seja a lei do usucapião, mas pode existir algum outro dispositivo legal.

      Eu lembro vagamente do caso relatado no livro “O guia dos seus direitos” (acho que foi nele) . Um cara invadiu um terreno particular e montou uma banca de revistas. Ficou assim durante anos até o proprietário decidir usar o terreno. Espertamente o proprietário convenceu o invasor a retirar a banca prometendo um espaço melhor no final. O invasor retirou e perdeu tudo. Segundo quem conta a estória, se o proprietário fosse brigar com o invasor, seria obrigado a pagar indenização.

      • Bem, calçada é área pública, como tal, não é possível o usucapião desta, usucapião via de regra só cabe áreas particulares.

  • Camilo

    Um bom exemplo de regramento é o que foi implantado na cidade de São José dos Campos , SP – Guia de Calçadas


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