Perdi a paciência com The Shannara Chronicles

The_Shannara_Chronicles_340A série até inspirava muita confiança. Fantasia com valores elevados de produção, visuais caprichados e lindas jovens esguias em roupinhas apertadas. O que mais eu poderia querer?

Infelizmente, um diretor melhor.

The Shannara Chronicles se passa no nosso planeta em um futuro distante, muito depois de um evento apocalíptico indefinido ter deixado a terra sem qualquer tecnologia e agora dividida entre punhados de humanos, elfos, gnomos, trolls e demônios. Já comecei impressionado pela seqüência de abertura mostrando ruínas convincentes da torre Space Needle em Seattle e segui gostando do que via, até o diretor começar a dormir no ponto.

Nos primeiros dois episódios meu problema foi com a edição ruim, provocando transições abruptas que quebravam minha imersão. E algumas atuações, sobretudo do druida, que me cheiravam a canastrice. Mas eu fui levando para ver se melhorava. Depois eu comecei a ficar incomodado com o “efeito 24H” da série: tudo é bem pertinho. Os personagens só podem se locomover a pé ou a cavalo mas de um momento para outro estão nas regiões mais remotas do reino. O próprio druida passou décadas desaparecido porque estava hibernando em uma caverna cuja abertura estava exposta para a mesma praia onde a mulher que o amava havia se auto-exilado (não espere entender se não tiver visto).

Mas foi no terceiro episódio (ou quarto, dependendo de como você contar) que eu perdi a paciência com o roteirista e com a direção. Além da espetacular facilidade com que uma humana conseguiu invadir um palácio elfo em estado de “Defcon 1” (é sério, como esse pessoal espera sobreviver a uma horda de demônios?) e da absurda incompetência de um demônio assassino que pode assumir a aparência de qualquer um em segundos, ainda tive que engolir o espantoso teleporte da comandante Tilton, que avisou Will da descoberta de um corpo no jardim e também estava com a princesa no santuário. Não há ninguém em toda a equipe capaz de notar um erro tão grosseiro de continuidade? Não é que a mulher simplesmente esteja nas duas cenas e passou despercebida: ela fala nas duas cenas.

Cansei. Tem muita coisa interessante na fila para assistir para que eu perca mais do meu tempo com isso.

10 comentários
  • VR5

    Duas séries que recomendo você assistir:

    1 – Black Mirror: https://en.wikipedia.org/wiki/Black_Mirror_(TV_series)

    2 – Into the Badlands: https://en.wikipedia.org/wiki/Into_the_Badlands_(TV_series)

  • Paulo Bonfim

    Into the Badlands é incrível, muito boa.

  • VR5

    Sabem o que essa “ambientação de série” me lembrou? Um desenho do CN que minha filha adora e que até eu assisto: https://en.wikipedia.org/wiki/Adventure_Time eheheh

  • Snow_man

    me recuso a imaginar que o Jefferson não postou mais porque está assistindo a Adventure Time (que eu não gosto, acho estranho, às vezes até bizarro)! :-P

    • Nas últimas semanas eu praticamente só tenho pensado em política. Estou me segurando para não publicar aqui minhas posições antigoverno e anticomunistas com eu fazia no Buzz.

  • VR5

    “Hora de Aventura”, “Apenas um Show”, “Steven Universo”, “Os jovens Titans”, “Historietas Assombradas (para Crianças Malcriadas)”… estou aprendendo a voltar a ser criança com minha filha… rsrsrs…

  • Franco

    “Hora de Aventura”, “Apenas um Show”, “Steven Universo”, “Os jovens Titans”, “Historietas Assombradas” te ensina a ser criança? Meu filho curte de fato esses desenhos, mas sério, eu prefiro “Papa-léguas”, “Pica-pau” e “Chaves” hehehehe

    :lol:

    • VR5

      Eu entendo, mas a única hora que tenho para estar com minha filha é de noite, e nessa hora eu assisti com ela… por mim eu assistiria até “O Elo Perdido” (minha séria favorita da infância). Aliás: tem algum canal na TV por assinatura que passa esse seriado?? :)

  • josimar

    ryan,
    recomendo the outlander. tambem desisti de shanara. B)


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Gostei bastante de Killjoys

killjoys_320_ryan.com.brE é inevitável fazer a comparação com a última série de sci-fi a que assisti.

Comparando com Dark Matter, Killjoys tem melhor(es):

  • Premissa;
  • Trilha sonora;
  • Direção;
  • Atores;
  • Personagens;
  • Enredo;
  • Universo;
  • Cenas de luta (a direção consegue evitar ainda mais as coreografias ridículas);
  • Valores de produção em geral (cenários, figurino, etc). Killjoys faz a maioria das séries Star Trek parecer feita com mesada de estudantes.

Em outras palavras: Dark Matter não chega perto em nenhum quesito. Killjoys rivaliza com Defiance. E em mais de um momento me lembrou de Firefly.

E Dutch… putz… Como uma mulher aparentemente comum consegue ser tão sexy?! Adoro o sotaque e é uma “baixinha invocada” convincente! A desconhecida Hannah John-Kamen faz muito bem o papel.

6 comentários
  • VR5

    Sobre Defiance (por sinal cancelada) eu achei que a série poderia ter sido mais desenvolvida, mas vá lá… sobre Killjoys: em Dark Matter já foi estabelecido que naquela “universo” a Terra existe. Será que nesse ela será mencionada? Eles sairão um dia do “Universo do Quádruplo”?

  • Saulo Benigno

    Qual a sinopse dessa série? Nunca ouvi falar, nem sabia que existia :P

    Comecei a ver Firefly, já viu? É até legalzinha :)

  • VR5

    Caso você queira acompanhar uma série excelente (talvez uma das melhores sci fi dos últimos tempos) recomendo “The Expanse”: https://en.wikipedia.org/wiki/The_Expanse_(TV_series)


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Dark Matter é razoável.

Prós:

  • Enredo razoável;
  • Bons atores;
  • Bons personagens;
  • Bons efeitos especiais.

Contras

  • A direção poderia ser melhor;
  • Cenas de luta muitas vezes ridículas;
  • Muitas situações e tecnologias não fazem o menor sentido;

Eu assisti a toda a primeira temporada e pretendo assistir à próxima. Não digo que seja uma série que eu “recomendo” mas também não é uma série ruim.

3 comentários
  • VR5

    Nessa mesma linha recomendo Killjoys. E (para o bem e/ou para o mal) são as duas únicas séries “space operas”, sci fi “puro-sangue” da atualidade…

  • Paulo Bonfim

    Killjoys no seu final foi mais maduro em seu roteiro do que Dark Matter. Enquanto Killjoys foi mais ousado, DK foi clichê.

    As duas séries no geral são boas, como o VR5 as únicas sci puro-sangue no momento.


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“Enterprise” é a melhor série do universo Star Trek que já vi.

T'pol

Eu mencionei que gostei de T’pol?

Nerd que é nerd tem que assistir Star Trek. Mas eu confesso que sempre tive problemas para digerir as séries. São muitos episódios com temas bobos, produções baratas onde você percebe que o diretor não tinha dinheiro nem para pagar o lanche dos figurantes e muita tecno-baboseira que eu tenho vergonha de chamar de ficção científica.

Mas Star Trek: Enterprise me fisgou. Assisti do primeiro ao último episódio. De alguns episódios eu gostei muito, de outros nem tanto, mas no geral foi bem positivo.

O que eu mais gostei foi:

  • A música de abertura (é a única série Star Trek que tem uma música com letra);
  • T’pol;
  • O elenco;
  • T’pol;
  • Os personagens;
  • T’pol;
  • A trama principal;
  • T’pol;
  • As tramas secundárias;
  • T’pol;
  • O humor;
  • T’pol;
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Eu até estou gostando de Defiance, mas sem Kaziri seria melhor.

Defiance é sci-fi, tem efeitos especiais que vão de patéticos (dá para relevar) a impressionantes, boa maquiagem, bom elenco, boas atuações e no geral uma boa estória. Mas tudo relacionado com a nave Kaziri me faz ir de arquear as sobrancelhas a ter vontade de gritar “que p**ra é essa?!”.

Ainda bem que Kaziri foi destruída no final da segunda temporada.

E apesar de não ter “gore” (ponto positivo para mim) a série é tão “adulta” que às vezes eu fico embaraçado até assistindo sozinho. Definitivamente não é algo para assistir com os pais na sala.

5 comentários
  • VR5

    Sempre que assisto Defiance eu penso que ela bebeu de fontes como, por exemplo, Babylon 5 e Star Trek: Deep Space Nine, não concordas?

    • Não assisti a Babylon 5. Tentei, mas os efeitos especiais prá lá de ultrapassados e a trama não me animaram. Não devo ter passado do primeiro episódio.

      Já DS9 eu devo ter assistido a uma parte da 1a temporada. Não notei semelhança ao assistir a Defiance. Mas agora que você falou eu percebo semelhança no conflito cultural criado pelo amontoado de raças.

      Mas acho a trama de Defiance muito mais elaborada que DS9. Aliás, a única série no universo Star Trek que eu aprovei e assisti do primeiro ao último episódio foi “Enterprise”.

  • Walter

    Você deveria dar outra chance para Babylon 5. E eu vou te dar um ótimo motivo pra isso:


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Gostei da primeira temporada de THE 100

The-100-banner

Eu confesso que quando eu li que The 100 se tratava de um “teen drama” quase que eu não assisto. Mas… pô… é sci-fi… então dei uma chance e o primeiro episódio me fisgou.

Em resumo a estória se passa 97 anos após um apocalipse nuclear que devastou a terra. Os únicos sobreviventes foram os milhares (?) de habitantes de 12 estações espaciais que orbitavam o planeta, incluindo uma do Brasil (a estória não diz, mas o apocalipse deve ter ocorrido em um futuro beeeeem distante então). Essas doze estações se uniram para formar uma maior, chamada de “arca” em que todos vivem. Como se passaram 97 anos é claro que todos os habitantes da arca nasceram nela. Para manter a disciplina nessas condições a lei é pior que o Código de Hamurabi: qualquer crime cometido por um adulto (e muita coisa é crime em situações extremas como essa) resulta em pena de morte. Crimes cometidos por menores levam a encarceramento. Daí quando os dirigentes descobrem que o suporte vital da arca está falhando e decidem arriscar mandar pessoas para a Terra checar se esta já é habitável ao mesmo tempo reduzindo a carga nos sistemas de suporte vital, os candidatos óbvios são os criminosos e o resultado são 100 adolescentes (mais um adulto penetra) enviados para a Terra, sozinhos.

A estória é interessante e me faz pensar em como seria se algo assim realmente acontecesse. Mas se você pensar muito acaba se aborrecendo com os furos, por isso é bom não pensar demais.

Exemplos:

  • Não se explica de onde tiraram comida para milhares de pessoas por 97 anos; Oxigênio e água já é difícil, mas não impossível com extrema reciclagem. Mas e a comida? Até o filme snowpiercer tenta dar uma (absurda) explicação para de onde a comida vem, mas The 100 sequer tenta;
  • A clássica existência de gravidade onde não deveria haver. Mas se podemos perdoar Star Trek e Star Wars por isso, paciência;
  • Os personagens tem uma estranha familiaridade com coisas e conceitos que não deveriam ser familiares para quem viveu toda a sua curta vida em uma espaçonave.

Também é possível se aborrecer com decisões estúpidas tomadas pelo grupo na Terra, mas você é obrigado a aceitar quando se lembra que todos são adolescentes  e “criminosos”.

Aguardando a segunda temporada.

3 comentários
  • Snow_man

    [desenterrando] Jefferson, assisti a 1a. depois de conhecer a série neste post (já que as outras séries que vejo estavam em hiato :) )

    Começou agora em fevereiro a nova temporada, já viu? quais suas impressões?

    • Eu parei de assistir no início da segunda temporada quando Finn começou a agir “fora do personagem”. Meu amigo José Carneiro já me disse que isso “foi explicado” por isso eu devo tentar de novo em breve.

  • Snow_man

    Eu achei forçado o destino da personagem, ele podia ter sido melhor aproveitado, enfim, a estória tá meio embolada, mas ainda dá pra assistir. Episódio novo toda quinta.


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Perdi a paciência com Agents of S.H.I.E.L.D.

Agents_of_SHIELDEu juro que tentei, mas não deu.

E olha que sou fã de quadrinhos e apesar de preferir o estilo DC Comics ao da Marvel, leio muita coisa da segunda. Mas eu acho que Agents of S.H.I.E.L.D. só confirma o estereótipo de que essas estórias são feitas para adolescentes.

A estranheza começou já no primeiro episódio, mas acabei fisgado pelo humor e pela Agente May. Quem consegue dizer que Ming-Na Wen tem 50 anos?! E ela não despertou um décimo do meu interesse com sua participação em Stargate Universe.

Esperei pacientemente que a coisa melhorasse mas eu mal consegui terminar o episódio 14 (T.A.H.I.T.I).

Pontos positivos:

  • Agente Coulson;
  • Agente May;
  • O humor;
  • Agente May;
  • Os efeitos especiais;
  • Agente May;
  • Agente May.

Pontos negativos:

  • Não consegui gostar de nenhum outro personagem ou atuação excetuando Coulson e May;
  • Ciência absurda em uma série com ênfase em ciência e que tem a coragem de dizer repetidamente que poderes extra sensoriais não existem. Caramba… eles sequer tentam convencer a audiência de que os gadgets tem origem alienígena. A série tem mais tecno-baboseiras que Star Trek! Mas pelo menos Kirk, Scott e Spock tem a desculpa de viverem centenas de anos no futuro;
  • Enredo fraco;
  • A Agente May não aparece o bastante.

Meu problema com o episódio 14 foi que o show cruzou uma linha que eu acho difícil de aceitar. Para salvar Skye eles invadiram um centro de pesquisa aliado (se pelo menos fosse no quintal de um vilão) e mataram dois soldados que apenas estavam cumprindo sua função. No final a base é completamente destruída numa explosão e toda a pequisa feita lá se perde, mas eles comemoram porque a droga que eles conseguiram tirar de lá salva Skye. É egoísmo demais para não ser acompanhado de uma reflexão, mas os personagens não perdem um segundo tentando explicar por que trocaram a possibilidade de salvar uma vida por duas outras vidas (que não foram sacrificadas espontaneamente, é bom frisar) e mais uma pesquisa inteira. E não é porque Skye fosse um personagem super importante. Se fosse para salvar a vida de alguém como Thor eu até poderia entender, porque do ponto de vista do utilitarismo se uma centena morrer para salvá-lo o saldo ainda pode ser positivo. Mas quem é “Skye”?!

E não é só isso. No mesmo episódio o Agente Coulson, que deveria ser mais responsável, decide invadir uma sala selada com um grande aviso de risco biológico na porta, apesar dos avisos do agente Finn. E depois o show sequer se dá ao trabalho de mostrar os agentes passando por algum inacreditável processo de descontaminação antes de voltar. Ora… essa manobra para salvar Skye poderia custar toda a raça humana. Um agente nível 8 da S.H.I.E.L.D deveria saber que invadir uma base secreta, num lugar remoto, guardada por soldados treinados e ainda abrir uma sala selada onde está escrito “risco biológico” lhe garantiria o prêmio humanitário “12 Macacos” ou pelo menos um Darwin Award.

Mas tudo isso se passou na tela sem consequência alguma. Há um ponto em que eu tenho que me perguntar se vale a pena torcer pelos supostos mocinhos da estória.

Perdi a paciência e dei uma olhada na internet para ver se havia alguma surpresa que compensaria isso lá na frente. Pelo contrário: a trama dá uma virada desagradável adiante.

Já estou assistindo a outra série.

2 comentários
  • Havokdan

    Eu parei no primeiro episódio, que coragem a sua, série de quadrinhos vai pipocar um bocado, estou adorando a série do Arqueiro Verde (Arrow) que vai para sua terceira temporada.

  • Paulo Bonfim

    Continue assistindo, a partir dessa episódio até o final da temporada muitas reviravoltas vão acontecer e tem uma ligação direta com o Capitão América 2: O Soldado Invernal.


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Time Warp

Acabo de assistir aos 12 primeiros episódios da série Time Warp e gostei do que vi.

Eu conheci por acaso, quando meu cunhado estava demonstrando a recepção da Sky na sua casa. O danado é que a dublagem brasileira da Discovery  “mata” o entusiasmo de qualquer show. Preferi deixar para quando pudesse assistir ao original em inglês.

A premissa do show parece maçante a princípio: dois caras equipados com câmeras de alta velocidade mostrando o que nem o olho humano nem equipamentos tradicionais conseguem enxergar. Uma hora isso tem que perder a graça, certo?

Não com essa turma. A dupla realmente mostra entusiasmo com o que faz e até as coisas mais simples ficam divertidas.

Mas nem tudo é igualmente interessante. Meus preferidos foram:

S1E01

  • Misturando Diet Coke e Mentos – Mais por aprender que a reação que ocorre é física e não química.

S01E03

  • O poder do gelo seco – O que realmente me chamou a atenção é que os “profissionais” cometem um erro perigoso, ao não perceberem que duas das três bombas que eles armaram não haviam explodido ainda. E colocaram no ar o erro deles para reforçar o “do not try this at home”.
  • Bolhas de sabão – Impressionante ver como as bolhas realmente “explodem”.

S01E05

  • Como funciona um taser

S01E07

  • Os truques de uma profissional de sinuca ficam ainda mais impressionantes em câmera lenta;

S01E09

  • Aprendi que o som característico do estalar de um chicote ocorre porque a ponta quebra a barreira do som.
  • A dupla comete outro erro e causa um incêndio ao testar fogos de artifício.

S01E11

  • O que acontece com uma bala quando entra na água

S01E12

  • Como uma simples película de plástico PET transforma vidro comum em um vidro capaz de resistir a furacões;
  • A demonstração do dispositivo SAWSTOP. O inventor inclusive coloca o seu próprio dedo na serra;
4 comentários
  • É uma boa série. Pena que foi cancelada cedo demais (3 temporadas, 33 episódios).

    E achei bem legal esse SAWSTOP. Não conhecia. 

  • JeBaGa

    Eu já conhecia a SAWSTOP do filme Arthur: O Milionário, mas pensei que fosse coisa de filme mesmo, bem interessante pra quem trabalha na área! :-P

    • O “problema” do SAWSTOP é que cada gatilhamento custa 63 dólares (lá “nos states”) em peças de reposição. Numa empresa brasileira você precisa instalar junto com o SAWSTOP uma câmera, para quando houver o prejuízo ser possível provar que o funcionário meteu o dedo na serra.

      Eu já trabalhei em indústria e sei que é praticamente garantido o funcionário dizer que o dispositivo foi acionado “do nada”. Tanto que quando eu me acidentei numa lâmina e tive que levar pontos no dedo indicador direito e me ausentar da empresa por mais de 15 dias, meu chefe me parabenizou na frente de todos por eu ter assumido minha negligência. Eu tinha 19 anos.

  • Saulo Benigno

    A SAWSTOP é bem interessante viu, chega da medo… pior que tem um vídeo que ela ainda chega a dar um pequeno corte na salsicha… tudo bem, melhor um pequeno corte do que o dedo todo. Mas putz…
     
    Alias, 63 dólares por parada? Impressionante… é grana demais!
    Mas vale um dedo, com certeza.


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