No final, acabei gostando de Love and Monsters (Amor e Monstros, 2021)

Não foi fácil. É difícil simpatizar com o personagem principal, um palerma determinado a ganhar um Prêmio Darwin, e o roteiro não se esforça para fazer sentido. Mas a coisa começa a melhorar por volta dos 32 minutos com a adição de alguns personagens e o filme acaba bem.

Disponível na Netflix.

 

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  • Marcel - 56 Comentários

    Assisti despretensiosamente por esses dias. Claro que é um filme leve, cômico, e essa é a intensão. As situações são clichês, mas nem sempre os desfechos são. Embora o fim deixe uma ponta para um segundo filme, o filme não tem exatamente o desfecho esperado…

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  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Eu não tinha grandes expectativas pelo filme (não achava que seria grande coisa), mas acabei gostando, talvez por não esperar muito acabe ficando mais fácil. E a história é até divertida (se você não tiver expectativas altas).

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  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Um que eu assisti sem levar muita fé e acabei gostando bastante foi Sombra e Ossos (também da Netflix), eu assisti vários episódios por dia (só faço isto se eu realmente gostar bastante), eu simplesmente queria assistir o próximo e tinha dificuldade de parar, bem viciante.

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Shadow In The Cloud (Uma Sombra na Nuvem – 2021) prova que a opinião de Rotten Tomatoes não vale mais nada

Como um filme que faz as cenas de ação da série Velozes e Furiosos parecerem copiadas de um documentário consegue uma pontuação de 78% dos críticos, mesmo com um elenco, estória e efeitos especiais muito inferiores e sem ter nem uma pontinha de comédia para tentar justificar o absurdo?  O segredo de Shadow In The Cloud parece ter sido incluir uma dose massiva de política de gênero. É um filme feito para deleitar as feministas da quarta onda.

Na época altamente polarizada em que vivemos, quando eu li uma crítica negativa do filme apontando justamente o esforço sobrenatural do roteiro em passar a mensagem que “todos os homens são porcos” num filme de guerra-ação-horror (ainda se fosse num romance ou drama), eu achei que pudesse haver algum exagero na crítica. Não havia. E se fosse só esse o problema ainda dava para ignorar, mas depois disso só piora. Não há nada que se aproveite no filme. Nenhuma cena. Nenhum diálogo. Nada.

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  • Trabalharo Anonimo - 13 Comentários

    Assisti esse filme também. Desliguei o senso comum e deixei apenas a diversão. Nem assim algo relevante, a não ser a atuação da Chloë Grace Moretz. Ela tem melhorado bastante. Agora se quer ver um filme dela que vale cada segundo, procure Brain on Fire. Ela dá um show de interpretação baseado em uma história real.

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Gostei de Boss Level, mas só porque não levei a sério

Eu até comecei a listar os problemas que encontrei no roteiro, mas depois vi que era tolice. Boss Level precisa ser tratado como comédia e assistido sem prestar atenção ao enredo, pois de todos os filmes no estilo “dia da marmota” (Feitiço do Tempo) que já assisti, este é o que menos faz sentido e não creio que o roteirista tenha se preocupado com isso. Gostei dos personagens e dos diálogos.

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  • José Carneiro - 196 Comentários

    Amor e monstros da Netflix, também não leve a sério, achei bem divertido.

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  • Marcelo Neuri Haag - 65 Comentários

    Já assistiu a série “Boneca Russa (Russian Doll)” na Netflix?

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Godzilla vs Kong é mais absurdo que The Core, sem ter a mesma graça

O enredo de O Núcleo depende de uma variedade de absurdos científicos, mas pelo menos tem personagens interessantes, razoavelmente desenvolvidos ao longo da trama, que se comportam de uma maneira mais ou menos verossímil.

Em Godzilla vs Kong eu estava pronto para ignorar o abuso científico, considerando que são “as regras desse universo”. Mas eu não consigo tolerar isso mais a trama idiota e os personagens caricatos. É demais. Remover toda a trama paralela com Millie Bob Brown ajudaria bastante nesse aspecto, mas ainda não resolveria todos os problemas. É bom ter em mente que tirando a irracionalidade crescente do personagem de Samuel L. Jackson, no geral eu gostei de Kong: Skull Island, onde a irracionalidade do personagem, apesar de desagradável, ainda é verossímil, o que ajuda a compensar os outros absurdos.

Eu entendo que “Godzilla! Kong! Mechagodzilla! Fight!!!!” exerce um apelo para certas audiências, mas eu tenho um problema fundamental com esse tipo de filme, porque não consigo parar de pensar que a cada golpe milhares de pessoas estão morrendo.  Para eu conseguir superar essa sensação o filme precisa ter qualidades que me distraiam. Não é o caso desse filme.

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  • Marcelo Neuri Haag - 65 Comentários

    Eu assisti… mas foi difícil! Eu juro que pensei que o diretor era o Michael Bay, da sofrida franquia “Transformers”, porque achei o estilo MUITO parecido (no PIOR sentido da palavra)… mas o pior que não… e convenhamos: se é para ver cenas de luta com tantas mortes assim eu era mais de quando criança assistia “Ultraman” na TV e via atores usando fantasias de borracha destruindo e caindo em prédios de papelão… :-P

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    • Jefferson - 6.133 Comentários

      O único Transformers que eu lembro de ter gostado foi o primeiro. E eu também não me importaria com Godzilla rasgando prédios de papelão com aquele laser absurdo dele :lol:

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Eu lembrei mal as minhas impressões sobre Kong: Skull Island. Achei o roteiro mais idiota do que eu lembrava.

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Adorei Homem Aranha no Aranhaverso (2018)

É a segunda vez que assisto. Gostei do estilo e qualidade da animação, do enredo, dos personagens, do humor, da música e das vozes (originais).

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Não gostei de IO (2020)

Não vou chegar a dizer que o filme da Netflix seja objetivamente ruim. Melhor dizer que não faz o meu gênero. É monótono, os atores não tem graça (apenas quatro humanos aparecem em todo o filme) e não tem carisma (ajudaria a amenizar o sofrimento de ficar duas horas olhando para as expressões deles), os personagens são chatos e o enredo não é grande coisa. Um ou dois diálogos interessantes e nada mais. Eu assisti por estar classificado como “Sci-Fi e fantasia”, dois dos meus gêneros preferidos, mas 90% dele é drama monótono.

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Gostei de Archive (2020)

Archive é, na propaganda, a estória de um gênio em cibernética inconformado com a morte da esposa. Mas no fundo é  uma estória interessante a respeito dos problemas éticos em torno da criação de uma inteligência artificial, que são os mesmos de dar a luz e ser responsável por uma vida qualquer. George é incrivelmente inteligente e ao mesmo tempo extraordinariamente estúpido, cego para as consequências de seus atos. Eu não lembrei de Ex Machina enquanto assistia a Archive, mas enquanto escrevia este texto notei que existem semelhanças.

O filme vai ficando mais e mais inquietante até se tornar chocante, depois inquietante novamente para concluir me dando arrepios. Possivelmente não pela razão que você imagina, pois apesar das semelhanças Archive e Ex Machina são muito diferentes.

Spoilers adiante

Durante o filme eu me coloquei na posição dos protótipos 01 e 02 e achei um destino terrível. 01 está preso a um corpo com mobilidade limitada, sem braços e sem voz. 02 não tinha essas limitações, mas era tratado como pouco mais (ou menos, dependendo de como você veja a troca das pernas) que um animal de estimação. O filme tenta deixar a coisa menos brutal dando a entender que nenhum dos dois tem realmente a consciência de Jules, mas isso não ajuda muito. Assistindo a esse filme eu me dei conta de que para estar “feliz” com sua existência uma inteligência artificial precisa no mínimo não aspirar ser humana (com um corpo e todos os sentidos de um humano) e como podemos ver pelo destino chocante do protótipo 02, basear a personalidade da máquina em um humano pode ser uma boa idéia para o criador mas péssimo para a criação. Ate 02 tomar sua decisão final eu achei que ela ficava contemplando a água apenas pela beleza da paisagem. Terrível engano…

Ao nos depararmos com o iminente destino de 03, fica claro que o problema de George não é ser cego para as consequências. Ele simplesmente não se importa com elas. Mas esse e outros variados problemas encontrados durante o filme são perdoados no desfecho inesperado. Até o último minuto da estória eu tinha uma opinião diferente sobre ela. A conclusão faz surgir outros problemas no enredo mas posso ignorá-los.

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  • Yan Uehara - 3 Comentários

    Esse filme é bastante parecido com Cópias – De volta a vida. A motivação deles é a mesma. Deixo como sugestão para se dar uma olhada.

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Achei Mulher Maravilha 1984 tão ruim quanto o primeiro.

Piegas demais, mal dirigido, elenco fraco, diálogos descartáveis… Esse filme é um bom exemplo de por que filmes de super heróis foram considerados “segunda classe” por tantos anos (na verdade ainda são, mas a Marvel conseguiu abrir uma brecha nessa noção). Em alguns momentos ele parece tão caricato quando os filmes do Batman dos anos 80/90 e tenho mais vontade de assistir a Mulher Gato novamente do que a Wonder Woman 1984. Eu retiro minhas queixas se o público-alvo desse filme são crianças e adolescentes porque nesse caso eu só assisti ao filme de ação errado. Vale lembrar minha opinião sobre o filme anterior.

  • Com o orçamento desses filmes (US$200 milhões!) eles certamente poderiam conseguir crianças que saibam atuar melhor. É embaraçoso ver a menina (e agora o menino) tentando atuar e obviamente a culpa é da direção, a não ser que o diretor tenha sido obrigado a se contentar com o que tinha por intromissão executiva, mas não acho que seja o caso;
  • E por falar em momentos embaraçosos, teve isso de sobra na cena do shopping center. Tive que dar um FF nela;
  • Eu não sei bem o que achar ainda da cena da competição em Themyscira. Colocar uma garotinha para competir com adultos parece absurdo, mas ela obviamente tem uma vantagem sobrenatural sobre suas “irmãs”. E levando em conta essa vantagem, é justo para as adultas que ela entre na competição, ainda mais sendo filha da rainha?
  • Ainda na competição, eu achei a idade média das amazonas na platéia muito baixa. Não parecem nem um pouco com “guerreiras”;
  • Diana aproveitou o desejo fantástico de alguém que pediu um jato militar aparentemente carregado com bombas, desprotegido, em um aeroporto civil, completamente abastecido e capaz de sobrevoar o atlântico? A distância de Washington D.C. para o Cairo é de 9300km e a autonomia de um jato moderno é de no máximo 3800km (2400 milhas). O artigo na Wikipedia diz que se trata de um Panavia Tornado, cuja autonomia só chega a essas 2400 milhas em condições excepcionais (ferry range);
  • Gostaria de saber mais sobre o crachá mágico de Diana que deu a ela tal acesso (01:07:02). Embora Diana trabalhe para o Smithsonian e este incorpore um museu do céu e espaço (que nós vemos ela visitar com Steve mais cedo), não consegui encontrar no mapa nada que se parecesse com um aeroporto (além de pista havia uma torre de controle com sensores) bem ao lado do museu. O mais próximo parece ser o Ronald Regan, a quase 7km de distância. Talvez tenha sido com esse crachá que ela conseguiu reabastecer o jato no meio do atlântico;
  • Steve saber pilotar um jato. Tá bom, eles tentam explicar isso dizendo que ele “tem um dom”;
  • O resgate das crianças jogando bola no deserto foi tão embaraçoso quanto a cena do shopping. Suponho que nesse universo seja muito difícil para as crianças e os adultos responsáveis por elas verem e ouvirem um comboio se aproximando, acompanhado de tiros e explosões, no deserto;
  • Aliás, toda a cena da luta dela contra o comboio de Lord é embaraçosa por variadas razões. Já começa com a pontaria dos soldados no primeiro caminhão ser digna da academia que treina os stormtroopers de Star Wars. E depois só piora;
  • O uso do satélite para “tocar” o mundo inteiro foi abusar da amizade. Êta metáfora poderosa!
  • Como Lord conseguiu uma carona de helicóptero presidencial mesmo após renunciar a seu desejo?
  • E como é que a pedra de desejos funciona mesmo? Alguém conseguiu determinar a lógica? Fazer com que outras pessoas desejassem o que você deseja é uma coisa (e foi assim que Lord começou), mas o que garantiu a Lord o poder de fazer desejos em troca dos desejos dos outros? Ainda mais bizarro: ele pode trocar de desejo, que foi o que aconteceu quando ele disse que queria o óleo do emir mas este respondeu que tinha vendido tudo;
  • Linda Carter teve uma cena de quanto? Dez segundos? E não conseguiu fazer sem parecer que estava dizendo para a tela “olha eu aqui gente!”, do momento em que se vira até a piscada de olho? Ainda bem que eu nunca fui fã da série da década de 70.

E isso é só um resumo. Se eu for pôr no papel cada torcida de nariz e arquear de sobrancelhas que dei durante o filme essa lista vai ficar loooonga.

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Sobre onde Diana obteve o avião: quando ela chega de taxi podemos ver na entrada do prédio o texto “Roth Smithsonian Archives”. Eu não encontrei referência a tal prédio no Google (não existe mais ou nunca existiu?) que não faça referência também ao filme. E por que um “arquivo” teria um hangar?

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  • Marcelo Neuri Haag - 65 Comentários

    Calma, Gafanhoto! Como se diz “não há nada tão ruim que não possa piorar”… https://scifibr.wordpress.com/2020/12/28/vem-ai-mulher-maravilha-3/

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Outra coisa que me incomodou enquanto assistia mas só agora me dei conta do real peso: Nem Diana nem Steve demonstraram preocupação com o destino do homem que Steve “incorporou”. Que direito qualquer um dos dois tinha para encerrar a vida dele abrubtamente daquela maneira? E os entes queridos dele? Isso ter passado por baixo do radar de um filme piegas como WW84 não tem explicação.

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Este blogueiro teve praticamente a mesma impressão que eu (WW84 é um filme infantil), mas é muito melhor com as palavras

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  • Marcelo Neuri Haag - 65 Comentários

    Sobre os filmes derivados da Liga da Justiça: chegastes a assistir “Aquaman”?

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    • Jefferson - 6.133 Comentários

      Sim. Eu não posso dizer que “gostei”, mas ainda é um filme muito superior a WW84.

      Não consigo lembrar de nenhuma cena tão ruim a ponto de ser constrangedora/embaraçosa

      Não é um filme piegas

      O elenco é melhor

      Existem bons diálogos

      Eu me vejo sentando novamente para assistir a Aquaman. Mas assistir a WW84 outra vez eu classifico como tortura.

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  • Snow_man - 266 Comentários

    Nem vi ainda, mas já vi as críticas no youtube, e realmente ninguém em sã consciência gostou da embolada que é esse filme, em roteiro, interpretação, e só há elogio pras cenas de ação (que parece só começam na metade do filme, é isso mesmo?)

    o legal de ler aqui é que você não liga em dar spoiler kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Você disse que achou tão ruim quanto o primeiro; tenho a impressão que vou achar esse pior que o primeiro (“O poder do amoooooooooooor”)

    “O uso do satélite para “tocar” o mundo inteiro” – cara, só de ler isso, reforça a ideia que esse é pior mesmo.

    E sobre Aquaman, teve uns cgi estranhos pra mim, mas eu tb assistirei o próximo, se houver.

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Nem vi ainda, mas já vi as críticas no youtube, e realmente ninguém em sã consciência gostou da embolada que é esse filme, em roteiro, interpretação, e só há elogio pras cenas de ação (que parece só começam na metade do filme, é isso mesmo?)

    Depende de como você define “ação”. Para mim os primeiros 18 minutos do filme tem uma cena de ação atrás da outra.

    o legal de ler aqui é que você não liga em dar spoiler kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Criticar apropriadamente sem dar spoiler é muito difícil, quando não é impossível. Eu normalmente me preocupo em ocultar certas coisas quando eu acho que o leitor vai perder algo se souber antecipadamente. mas como eu não creio que alguém vá “perder” alguma coisa se sequer assistir a esse filme…

    Você disse que achou tão ruim quanto o primeiro; tenho a impressão que vou achar esse pior que o primeiro (“O poder do amoooooooooooor”)

    Eu fiquei em dúvida. Seria tão ruim quanto ou pior que o primeiro? Após três anos eu não me lembro mais da exata medida do quanto eu achei o primeiro ruim, mas relendo o meu texto sobre ele concluí que devem estar pelo menos no mesmo nível. Certamente não é “melhor” em nenhum critério objetivo.

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Achei The Midnight Sky (O Céu da Meia Noite – 2020) apenas razoável

O maior problema provavelmente sendo que o diretor não conseguiu comigo o efeito que ele desejava. Desde o início do filme ficou óbvio como ia acabar e sem a surpresa o filme perde muto do seu atrativo.

Mas que fique claro que não previ toda a surpresa. Apenas a primeira parte.

O filme não tem diálogos interessantes, com exceção de Iris os personagens não tem graça, o roteiro não é grande coisa, nem a premissa. Existem nomes conhecidos na lista de atores, mas nenhum deles se destaca.

E tenho (para variar) reclamações:

  • A cena em que Iris leva um susto não faz nenhum sentido diante do que sabemos sobre ela;
  • Como os dois tripulantes esperam achar suas famílias? O filme dá a entender que não é mais possível respirar na superfície e que não há mais uma rede funcional de comunicações. E módulo de reentrada sequer pode pousar onde você quiser. A não ser que peguem emprestado a tecnologia de Star Trek não há combustível nem dirigibilidade para isso;
  • E por falar nisso onde o tal segundo módulo de reentrada está escondido? Aos 14 minutos do filme nós podemos dar uma boa olhada em Aether e apenas um é visível. Sem outro, os dois tripulantes restantes estão condenados;
  • Aether precisa ter muita coisa redundante e ser muito auto-suficiente para levar duas surras e ainda estar pronta para fazer a viagem de volta, com 2/5 da tripulação;
  • Eu não estou certo de que faça sentido Aether não ter tomado conhecimento do destino da Terra. Eu não creio que naves tripuladas passem tanto tempo assim sem comunicação. Atraso na comunicação, sim. Falta de comunicação, não.

Eu ia reclamar do interesse de Augustine em Aether, mas assistindo novamente a cena aos nove minutos ficou óbvia a razão. Não foi por acaso.

 

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Sobre “pegar emprestado a tecnologia de Star Trek” a cena do sonho de Iris sugere que não haja nada disso nesse universo. Vencer a gravidade ainda requer foguetes poderosos.

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  • Snow_man - 266 Comentários

    Por coincidência assisti ontem.

    No início precisei entender o que era presente e passado; aí foi simples deduzir a surpresa da iris, acho que demorei mais pra entender quem era o futuro pai espacial.

    Realmente a parte dos módulos e os 2 caras, sem sentido, só explica o desejo de estarem “com as famílias”.

    Foi só um filmezinho pra preencher um fim de sábado mesmo.

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    • Jefferson - 6.133 Comentários

      só explica o desejo de estarem “com as famílias”.

      Você acha que eles foram para Terra com a intenção de morrer mesmo? Foi assim que meu amigo José Carneiro entendeu a cena. Realmente dá para entender dessa maneira, mas eu só considero aceitável se os dois forem civis. Na mentalidade militar os dois outros tripulantes da Aether seriam suas famílias agora. E eles teriam uma nova “missão” a cumprir.

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  • Trabalhador Anonimo - 13 Comentários

    Achei mais do mesmo e bem sem graça.

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Gostei de Hercules (2014)

Já devo ter assistido pelo menos uma três vezes. Gosto da direção, dos atores, dos personagens, do humor e do enredo em geral, mas principalmente da nova abordagem escolhida para a lenda de Hercules.

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