Ultimamente tenho usado bastante o SDELETE

Apagar “mesmo” um arquivo demora. Um filme de 10GB, por exemplo, levaria 50s mesmo com um drive moderno capaz de 200MB/s. Para evitar esse problema, desde o DOS um arquivo nunca é apagado de verdade. Apenas uma marca é feita na tabela de alocação de que o espaço alocado por aquele arquivo está disponível. Pela mesma razão, formatar e reparticionar também não apaga arquivo algum do usuário e com as ferramentas adequadas tudo pode ser recuperado.

Isso gera um problema na hora de vender um computador ou HDD/SDD usado porque até mesmo acidentalmente, ao tentar recuperar um arquivo perdido, o novo dono ou alguém a serviço dele poderá esbarrar nos seus arquivos. E se isso for algo indesejável você precisa se certificar de vender o drive realmente apagado, É aí que entra o SDELETE (Secure Delete).

O princípio de operação é realmente muito simples, pois para evitar que alguém possa “desapagar” seus arquivos tudo o que você precisa realmente é escrever múltiplas cópias de um arquivo sem importância até esgotar todo o espaço do disco. Por exemplo, você poderia copiar um arquivo de 10GB com diversos nomes até dar disco cheio e depois apagar. Tudo que alguém encontraria ao “desformatar” seu drive seriam as cópias desse filme. O SDELETE opera numa forma similar, criando um arquivo imenso, o que simplifica o processo para você. Na verdade ele faz um pouco mais que isso mas eu ainda não consegui entender a parte do processo chamada “MFT purgue”.

O programa tem várias formas de utilização mas apenas duas são úteis para o que eu quero explicar aqui. Por exemplo, para apagar todo o espaço livre do drive C: você pode dar um dos seguintes comandos:

sdelete -z c:

sdelete -c c:

A diferença entre eles é que o parâmetro -z escreve “zeros” em todo o espaço livre, o que é o bastante na maioria dos casos e permite que você faça o encolhimento de partições de máquinas virtuais. Já o parâmetro -c determina que o espaço seja preenchido com bytes aleatórios, o que é teoricamente mais seguro se você quer se defender da espionagem de quem tem muitos recursos, mas impede o encolhimento de partições, porque do ponto de vista de um programa que quer encolher a partição, não existe ali espaço “vazio”.

Eu tenho usado muito o sdelete -z ultimamente porque um cliente está se desfazendo de vários computadores, incluindo servidores, e é melhor gastar um pouco mais de tempo em cada máquina rodando o sdelete do que arriscar quantidades massivas de dados da empresa (eventualmente até certificados) caindo nas mãos de terceiros.

7 comentários
  • Jefferson - 6.253 Comentários

    O SDELETE também pode ser útil, por exemplo, quando você dá uma nova finalidade a um drive qualquer. Se eventualmente você precisar de uma recuperação de arquivos você não vai querer arquivos de uma outra vida do drive tumultuando a saída do programa de recuperação. Isso já aconteceu comigo uma vez, mas admito que é algo tão raro que não justifica ficar usando o SDELETE à toa, principalmente se for num SDD.

  • Claudio - 44 Comentários

    Nos micros de casa eu sempre encripto o disco inteiro (sistema e um eventual disco secundário) usando VeraCrypt, com uma senha forte no boot.

    No caso de perda “acidental” ou venda do micro, o novo dono vai ter de formatar, não é possível recuperar os dados. E em caso de tentar leitura de setores só vai ver cyphertext.

    É uma traquilidade saber que caso alguem me “alivie” o micro o conteúdo é inviolável.

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Eu só usaria criptografia de disco inteiro se tivesse uma estratégia de backup muito robusta. Como eu só lembro de fazer backup de vez em quando e todos os processos automatizados que tentei eu abandonei por uma razão ou outra, prefiro ter apenas um pequeno volume criptografado e colocar tudo o que é “sensível” lá dentro. Hoje ele tem apenas 100MB.

      • Matuto - 122 Comentários

        Eu recomendo o Cobian Backup 11. Eu descobri esse programa através de um cliente meu empresarial, cuja o programador instalou esse programa e ele faz o backup diário, duas vezes por dia para um HD Externo.

        Com o tempo, comecei a testar em casa e hoje utilizo no Servidor. Dá pra programas vários backups, para HD’s diferentes e existe opção de compactação com senha.

        Eu só não testei fazer backup na rede ou via e-mail.

        • Jefferson - 6.253 Comentários

          Eu já usava o Cobian em 2011. Mas só funciona para meus clientes. O meu problema basicamente é:

          1)Eu nunca mantenho um servidor em casa por muito tempo.
          2)O processo de backup do Cobian leva muito tempo porque tenho muuuuuuitos arquivos na categoria documentos. E não gosto do computador lento enquanto estou trabalhando.

          É, eu sei que não vou achar nada disso “relevante” na próxima vez que eu perder dados :dashhead1:

          • Matuto - 122 Comentários

            Quando eu falo em Servidor, pode-se também entender como “Computador principal”. Aquele computador que tu guarda os esquemas elétricos de placa-mãe, arquivos de BIOS e relatórios de atendimentos dos clientes.

            Quanto ao tempo do backup do Cobian, realmente depende da quantidade de arquivos, mas nos testes que eu fiz, ele cumpre bem o serviço. Tu pode também deixar fazendo o backup num horário que tu está dormindo (se é que tu dorme! hehehe).

            É… quando tu perder arquivos, tu vai sentir saudade do Cobian.

        • Jefferson - 6.253 Comentários

          Eu escrevi sobre meu uso do Cobian aqui em casa em 2008.

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Análise do Localizador e Testador de cabos Jillway JW-360

Eu comprei este por apenas 10 dólares na aliexpress. Saiu com frete grátis porque comprei outras coisas junto.

A idéia geral desse tipo de dispositivo é gerar um sinal de áudio que você injeta em uma das pontas do cabo e vai tentar ouvir do outro lado. É conveniente, mas não indispensável, porque em muitos casos (notadamente, telefonia, que tem apenas dois fios por circuito) você poderia colocar até um rádio a pilhas (qualquer coisa com um jack de saída de áudio) numa ponta e testar na outra com um headphone. O meu primeiro contato com esse tipo de coisa foi justamente quando eu estava aprendendo manutenção de redes telefônicas e o técnico mais antigo usava um gerador de áudio montado por ele mesmo (baseado em chip 555) alimentado por uma bateria de 9V. Qualquer aparelho telefônico servia como receptor, mas pela praticidade eu usava um telefone do tipo gôndola que tem todo o circuito no monofone como este no papel de “badisco”.

Entretanto o localizador feito em casa tem uma limitação: você precisa encostar as pontas do receptor nos fios já desencapados do outro lado. Localizadores especializados como este geram o sinal também na faixa de RF, que o receptor é capaz de detectar apenas encostando sua ponta no isolamento do cabo ou até mesmo a centímetros de distância do mesmo. Isso deixa o trabalho muito mais rápido e mais versátil, pois você pode localizar um cabo até no meio do caminho se, por exemplo, você precisar cortá-lo ali, sem precisar cortar todos os cabos até achar o certo.

Este modelo inclui como bônus um testador de cabos de rede perfeitamente usável, o que te poupa de carregar uma ferramenta extra. Ele pode ser usado também como teste de continuidade e de polaridade, mas nessas funções é tão “tosco” e de uso pouco intuitivo que eu nem vou falar delas. Um multímetro barato faz isso muito melhor e com maior versatilidade.

Como localizador de cabos

  • O cabo pode ser detectado a vários centímetros de distância, se uma das pontas estiver solta. Por exemplo, se for um cabo CAT5 e uma das pontas estiver plugada em um switch, só detecta encostando o receptor no cabo;
  • O tom gerado não muda se o cabo estiver conectado a um switch. Eu tenho um outro localizador cujo tom muda e achei isso útil porque às vezes ao conectar o cabo ao transmissor e perceber o tom diferente do que você esperava você já percebe que está plugando no cabo errado;
  • Função lanterna que ilumina o ponto onde você está apontando o receptor. Isso pode ser útil em locais pouco iluminados;
  • Saída para fone de ouvido, para as situações em que você não está sozinho e o ruído do testador vai incomodar terceiros;
  • Existem dois modos de ligar o receptor. Ao ligar a lanterna o receptor fica acionado o tempo todo, mas se você mantiver a lanterna desligada ele só opera enquanto você estiver com o botão “Push to test” pressionado.

Como testador de cabos de rede

  • Duas velocidades. Basta apertar o botão no transmissor para alternar entre elas. Mas ainda não é rápido o bastante, pois entre o LED 8 e o LED 1 ainda faz uma pausa incômoda;
  • Reconhece a presença de um switch na outra ponta como se fosse o receptor e faz o teste normalmente. Isso também ocorre com testadores comuns;
  • O receptor não precisa estar sequer com bateria para essa função, assim como um testador comum.

Análise geral

  • Requer duas baterias de 9V (uma, se você quiser usar apenas como teste de cabos);
  • Receptor encaixa no transmissor virando um objeto só, como é comum com testadores de cabo de rede;
  • Cabos inteiramente destacáveis. Você pode fazer os seu próprios se desejar. Não sou fã dos localizadores que tem os cabos fixos no transmissor;
  • Os conectores de bateria são frágeis. Eu tenho o hábito de deixar as baterias fora do aparelho, porque às vezes passo semanas sem usar e não quero que um erro de projeto ou esquecer o aparelho ligado me faça descobrir justamente na hora que preciso que as baterias não prestam mais. Isso também facilita o compartilhamento das baterias com outros aparelhos. Porém a fragilidade dos conectores sugere que para continuar fazendo isso eu vou precisar separar uma ferramenta só para a remoção dos conectores;
  • Não vem com estojo;
  • Eu preferia que a ponta do receptor não fosse tão “saliente”. Temo que em caso de queda ela possa quebrar;
  • Vem com um manual de instruções em um inglês ruim mas compreensível.

 

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Verifique se sua rede está vulnerável ao bluekeep

Na sexta feira passada foi publicado um exploit para a até então teórica vulnerabilidade do protocolo RDP  do Windows chamada de “bluekeep” que permite a um atacante remoto invadir um sistema vulnerável ganhando totais privilégios. Se você ainda não aplicou os patches da MS é bom fazê-lo imediatamente. Mas mesmo que você tenha aplicado é sempre bom testar se está funcionando mesmo e para isso o utilitário rdpscan por enquanto não tem substituto mais simples de usar.

Você executa informando a faixa de endereços que quer testar asim:

rdpscan 10.129.40.1-10.129.40.254

E ele responde com algo assim:

 

No exemplo, a máquina .203 ainda está vulnerável.

É importante sempre lembrar que você não se deve deixar enganar pelo termo “remoto” e pensar que isso envolve acesso à internet. Uma máquina vulnerável pode ser invadida por outra máquina infectada dentro de sua própria rede, sem qualquer intervenção do usuário na máquina vulnerável. Um usuário sem poderes de administrador numa máquina segura qualquer pode infectar uma máquina vulnerável dando poderes de administrador ao vírus nesta, que por sua vez tentará infectar outras. E lembrando também que ransonware nem precisa de permissões de administrador em lugar algum.

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Mais um programa para teste de carga/stress: Heavyload

Quem acompanha os meus posts sobre consumo de energia talvez lembre que eu comecei usando o SuperPi e depois passei a usar o Linx para colocar a CPU em carga máxima e assim poder medir o consumo máximo de energia, mas ainda faltava colocar a GPU para trabalhar ao mesmo tempo e pelo menos no papel é isso que Heavyload, do mesmo autor de Treesize, proporciona. E ainda mostra um gráfico para você não precisar abrir o gerenciador de tarefas.

Eu só vou saber se funciona bem mesmo no meu próximo post sobre consumo de energia de um PC.

 

21 comentários
  • jonni - 20 Comentários

    Heavyload uso a algum tempo já, funciona espantosamente bem, dica tem um sub-teste que usa um app do mesmo fabricante que é o Treesize, roda o teste full com o treesize, extressa ao maximo a maquina

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Rapaz, me chame de frouxo mas eu já não gosto muito do aparente stress que o Treesize impõe ao HDD durante o uso normal do programa (ele parece querer ler diversas estruturas ao mesmo tempo, o que não é realmente possível). Eu não estressaria os meus HDDs de propósito. Acho que é a única peça do PC que tenho medo de colocar no limite.

  • Jefferson - 6.253 Comentários

    OBS.: Faz falta nesse e nos outros programas uma medição incorporada de temperatura da CPU com alarme/shutdown programáveis. No meu primeiro teste aqui minha CPU reserva (um i5 2310) chegou perigosamente perto (81 graus) de TJ Max (90 graus) em menos de um minuto. Serviu para que eu soubesse que o resfriamento está ineficiente, mas seu não estivesse de olho com o RealTemp talvez tivesse danificado a CPU.

    • jonni - 20 Comentários

      pois, eu faço minha propia medição com termômetro laser, eu tinha um processador que nunca media a temperatura corretamente, não faço a minima ideia do que ocorria, mas era so aquele pentium dual core

      • Jefferson - 6.253 Comentários

        Eu só esbarrei em problemas de temperatura uma vez, com um processador antigo, core único, que não importava o que eu fizesse reportava uns 70 graus com a máquina em idle. Não tinha o termômetro IR/laser na época para testar.

        Mas como você faz essa medição? O cooler é sempre mais frio que a CPU.

        • jonni - 20 Comentários

          eu faço a leitura sempre do dissipador de calor, sei que está errado mas… na época do dual core era o que eu tinha. no meu caso marcava sempre 0 Graus

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Eu estava usando uma versão velha do Realtemp (3.0). A versão mais nova, 3.70, reporta que o TJ Max do i5 é 99 graus, mas em compensação mostra valores de temperatura entre 10 e 15 graus mais altos nos quatro cores. Eu posso ter chegado ainda mais perto de TJ Max do que pensei.

      • jonni - 20 Comentários

        PS.: o Realtemp pode te induzir ao erro (eu não conhecia o software), o ícone na barra de tarefas exibe um termômetro com a temperatura de 46° abaixo, pode induzir ao erro de achar que esta é a temperatura, fora isso achei bem aceitável o software

        • Jefferson - 6.253 Comentários

          Não entendi o “46° abaixo”. Aqui eu coloquei para exibir a temperatura dos 4 cores e ele exibe o mesmo que está na tela do programa, com uma ressalva: as temperaturas dos cores 1 e 2 estão trocadas.

          Edit: eu esqueci que a contagem começa em zero. São os cores 0 e 1 que mostram valores trocados.

          • jonni - 20 Comentários

            o ícone representativo do software na barra de tarefas do windows, mostra 46° só como ilustração, o desenvolvedor poderia ter usado o ícone para indicar a temperatura do processador ao invés de um numero arbitrário.

            • Jefferson - 6.253 Comentários

              Tem algo errado na sua máquina. Aqui o ícone na barra de tarefas mostra a temperatura do core. Não é um número estático.

              • jonni - 20 Comentários

                Aqui fica sempre em 46° vou testar em outra maquina amanhã, essa maquina está rodando windows 7 x86 enterprise

                • Jefferson - 6.253 Comentários

                  Aqui é Windows 8.1 x64 Enterprise.

                  • jonni - 20 Comentários

                    essa maquina em especifico tem um software e um driver que só roda em x86, é a unica maquina da minha casa e da empresa que ainda está no windows 7 por preguiça do fabricante do hardware que utilizamos( a mesma maquina, comprada por um conhecido a menos de 1 mês ainda vem com a mesma controladora que só suporta windows 7 de 32 bits)

                    • Jefferson - 6.253 Comentários

                      Não tenho nada contra o uso de x86. Eu uso exclusivamente por causa do limite de 4GB de RAM, porque em máquinas onde eu não vou usar mais que isso eu faço questão de instalar SO x86.

        • Jefferson - 6.253 Comentários

          Eu uso o Realtemp por causa do alarme sonoro de temperatura configurável.

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Eu não sabia que o Core i5-2310 tem um TDP de 95W, contra 55W do meu i3-3220. É por isso que a temperatura subiu exageradamente. Eu usei o mesmo tipo de cooler, pasta vagabunda e cuidado que eu tinha com o core i3. Tenho que prestar mais atenção nisso.

      • jonni - 20 Comentários

        a diferença do TDP se deve a diferença da litografia, que na ivy bridge é de 22nm (terceira geração) ja na sandy bridge é de 32nm(segunda geração), a titulo de curiosidade o maximo que um i5 de terceira geração vai ter de TDP é 77W que é o 3570k contra os 95W da segunda geração

  • jonni - 20 Comentários

    obs.: digo o ícone que fica na barra de tarefas, não o ícone da área de notificação, esse sim exibe em tempo real a mudança

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      ahhhhhhhh…

      Desculpe a confusão. Meu monitor é de 22″ FullHD e à distância que fico da tela (uns 80cm) eu não consigo discernir que há algo escrito no ícone. Sim, isso pode confundir.

      • jonni - 20 Comentários

        Meu monitor é FHD também, mas como a barra do windows 7 é substancialmente maior fica mais facil ver o icone

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AIO Boot simplifica muito a criação de pendrives de manutenção no Windows

AIO Boot faz quase tudo por você. Basta executar o programa e indicar o seu pendrive e os ISOs de manutenção como o Ultimate Boot CD, o Hiren’s Boot CD e o Sergei Strelec WinPE que o programa faz a formatação, instala o bootloader e integra o conteúdo dos ISOs no pendrive. O autor é vietnamita e o inglês dos tutoriais dele não é muito claro, mas uma vez que você saiba o que fazer, operar o programa é muito fácil.

Ao executar pela primeira vez o programa vem em vietnamita.

Clique em LANG e escolha outro idioma. Não existe português, mas existe inglês e espanhol. Eu prefiro inglês:

Por default e para sua segurança o programa não inclui HDDs na lista. Se quiser que inclua, marque “Use Hard Disk Drive”. Se o drive não estiver formatado, marque “Format to FAT32”. Se você realmente quiser “limpar” o drive clique em AutoPartition que novas opções para particionar e formatar o drive aparecerão.  Por fim, escolha qual o drive e clique em OK.

O programa irá copiar os arquivos necessários para sua operação para o pendrive.  Quando terminar o label será AIOBOOT e este será o conteúdo:

Quando terminar ele também executará automaticamente o programa AIOCreator.exe, mas se isso não acontecer basta executar manualmente.

Para integrar o Hiren’s BootCD, o Sergei Strelec WinPE ou o Ultimate Boot CD, basta ir na aba Integration, escolher “Special Pack” e escolher na lista qual o pack que você quer integrar:

Isso é necessário para que o programa saiba que arquivos procurar e onde colocá-los. Por causa disso nem todas as versões do Hiren’s são compatíveis, porque existem diferenças drásticas entre versões. As versões 15.1 e 15.2 funcionam, mas não a 15.1 rebuild v2.0 (acusa “invalid file“). Não dá para ter mais de uma por uma limitação do próprio Hiren’s.

Escolha o ISO clicando no botão “…” e depois clique em OK. O tempo para fazer a integração varia.

Nomes de arquivo ou caminho não podem ter caracteres de acentuação como o apóstrofo de “Hiren’s” e o programa reclamará disso. Basta renomear retirando os caracteres proibidos.

Outras opções

O programa diz suportar boot por arquivos .VHD (disco de máquina virtual), mas nas duas vezes que tentei, com Windows XP e Windows 7, deu o erro “No such command: /AIO/Tools/grub4dos/bootvhd.g4b“. Tentei uma versão velha do AIO Boot, 0.0.5.16, e um VHD com Windows XP mas ao escolher a opção no menu o programa volta para o menu.

À medida que eu me familiarizar com outras opções adicionarei comentários.

19 comentários
  • Jefferson - 6.253 Comentários

    Notar que o esquema de integração “Special Pack” usado pelo AIO Boot não faz nada para reduzir a superfície de ataque por vírus ao remover os arquivos do ISO original para diretórios completamente desprotegidos no pendrive. No esquema “VHD” pelo menos o arquivo de drive virtual é copiado como está, o que requer que o vírus saiba como infectar arquivos VHD.

  • Jefferson - 6.253 Comentários

    A versão 15.2 “rebuild by Proteus” do Hiren’s foi aceita pelo AIOCreator, mas o boot pelo Mini Windows 7 não funcionou. Mas nem o Mini XP funciona se você particionar o pendrive como FAT32+ExFAT.

    O LiveCD linuxmint-18.1-kde-64bit.iso funciona, mas apenas com partição única FAT32.

  • Jefferson - 6.253 Comentários

    A versão 15.1 rebuild2.0 do Hiren’s que tenho não integra porque em vez dessa estrutura, que é comum desde a versão 10.0:

    +HBCD
    HBCDMenu.cmd

    Tem a seguinte:

    +BOOT
    +DLC1
    +TOOLS
    DLCMENU.CMD
    ISOLINUX.BIN
    ISOLINUX.CFG
    GRLDR

    Analisando alguns arquivos, consegui fazer essa versão diferente funcionar usando o seguinte procedimento:

    Integrar uma versão aceita, para que as modificações necessárias nas configurações sejam feitas;
    Remover HBCD e HBCDMENU.CMD
    Copiar BOOT (requerido para que o Mini Win7 inicialize) DLC1 e DLCMenu.cmd do ISO para a raiz do pendrive;
    Modificar o arquivo /AIO/Menu/Main.cfg susbstituindo a referência a /HBCD/Menu.lst por /DLC1/MENU.LST

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      verifiquei o que muda entre uma instalação virgem e a integração do Hiren’s e apenas duas coisas são feitas:

      É criado o arquivo texto \AIO\menu.ipxe
      O seguinte texto é acrescentado a \AIO\Menu\Main.cfg:

  • Jefferson - 6.253 Comentários

    Em teoria, é possível ter várias versões suportadas diferentes do Hiren’s no pendrive desde que você encontre um meio fácil de alternar entre os diretórios HBCD e o modo mais fácil de fazer isso é renomeando.

  • Eduardo - 7 Comentários

    Uso o YUMI pra criar pendrive com diversos packs de ferramentas, incluindo hiren´s boot ultimate. Acho o mais completo e eficiente.
    https://www.pendrivelinux.com/yumi-multiboot-usb-creator/

  • Felipe Torres - 1 Comentário

    UBCD e Hirens eu conheço, mas seria legal se fizesse um post sobre esse Sergei Strelec WinPE, suas utilidades e considerações pessoais. Abraço. :)

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Eu uso o Sergei Strelec WinPE apenas raramente, quando os Mini-Windows do Hiren’s não dão conta ou quando eu desconfio que não darão conta. Eu nem consigo me lembrar dos programas que vem instalados, que são muitos, porque só uso para poder usar o Windows Explorer. Ele vem com boot de quatro versões do Windows (Windows 8 e 10, 32 e 64 bits) e eu sempre consigo acessar o HDD da máquina com uma delas.

  • Daniel Plácido - 51 Comentários

    Eu já testei muitos programas destes e foi difícil encontrar UM único que fizesse o que eu preciso (alguns resolviam o problema com um sistema mas não funcionavam com outro), e cheguei no WinSetupFromUSB que resolveu meus problemas.
    (este AIO Boot não conhecia, mas já salvei em minhas ferramentas para caso precise testar uma outra alternativa).

    Em um HD externo criei uma partição NTFS com instalação do Windows XP, 7 e 10, Hirens, e Ubuntu, alterei as permissões de segurança para esta unidade ficar somente leitura e já tem quase 1 ano nunca tive problemas (antes de deixar como somente leitura, sempre que eu instalava o Win 7 (se não me engano), ele corrompia o boot e tinha que refazer tudo novamente.

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Você conseguiu fazer os “Mini Windows” do Hiren’s dar boot usando o WinsetupfromUSB? Eu gosto da forma como o WinsetupfromUSB opera, copiando o ISO original sem fazer extração, mas aparentemente os “Mini Windows” não são compatíveis com esse método de boot. E a falta deles é um “deal breaker” para mim.

      • Daniel Plácido - 51 Comentários

        Somente o Hirens que ficou meio “bugado”, ele não carrega sozinho o Menu do HBCD, então já deixei a pasta dele na raiz da unidade, daí quando o sistema inicia eu abro e executo o EXE do Menu.
        Só tive este empecilho, mas com os outros softwares eu tinha problemas maiores pra ter a instalação dos Windows juntas então foi o que me serviu melhor, uso o HBCD 15.2.

  • Matuto - 122 Comentários

    Eu utilizo aqui o Xboot vs1.0. Ele copia as imagens ISO pra uma pasta chamada “images” na raiz do pendrive e os menus ficam em arquivos com extensão “lst”, que podem ser editados para modificar os nomes da opções. Ele funciona bem com o Acronis True Image, HDD Regenerator, MemTest, Kaspersky Rescue Disk e o Hiren’s Boot CD 15.2 (mas é necessário copiar a pasta “HBCD” pra raiz do pendrive, se não alguns softwares não funcionam).

  • Snow_man - 283 Comentários

    Desde ontem estou ruminando pra comentar aqui, porque gostei do software indicado;

    Qual a minha intenção: pegar um hd de notebook, colocar em um case, e ter um multiboot onde possa instalar XP, 7 aio, e 10 home e pro, todos x86 e x64; e ainda aproveitar espaço livre do hd (caso sobre) pra deixar instaladores de programas.

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Nunca encontrei uma opção de instalar o XP sem ser por mídia óptica que funcionasse direito.

    • Matuto - 122 Comentários

      Eu tenho uns três HD em cases diferentes, porém só uso pros softwares que falei no comentário anterior (Acronis True Image, Hiren’s Boot CD, Kaspersky Rescue Disk, HDD Regenerator e outro que não lembro agora). O espaço livre uso pra deixar instaladores do Office e outros softwares básicos e também pra um pequeno backup de cliente, se necessário.

      Instalar um sistema operacional eu nunca tentei dessa forma.

  • AIO Boot - 1 Comentário

    Thank you for a very useful article. I am the author of this tool. I have added your link to my site.

    https://www.aioboot.com/en/useful-links/

  • Jefferson - 6.253 Comentários

    É possível dar boot diretamente por arquivos ISO, mas isso pode ou não ser simples.

    Segundo o autor, basta colocar seus arquivos ISO bootáveis dentro do diretório AIO\Files que ao ser selecionado o item “Boot from ISO” no menu o AIOboot vai listar tudo dinamicamente.

    No caso do Hiren’s bootCD, eu testei a 15.1 rebuild e a 15.2 e só consegui dar boot pela primeira, usando a opção “Open with Loopback” que o menu oferece e depois selecionando o arquivo grldr (bootloader do Grub4DOS). O que sugere que qualquer ISO que tenha esse arquivo na raiz vai funcionar.

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Eu me enganei. Ao selecionar o arquivo ISO no menu o conteúdo dele realmente é exibido, levando você a crer que é por ele que está sendo dado o boot, mas após selecionar “grldr” os arquivos são procurados no pendrive, fora do ISO. Como eu tinha a mesma versão do Hiren’s extraída no pendrive a execução ocorreu normalmente me dando a ilusão que estava ocorrendo pelo ISO.

  • Jefferson - 6.253 Comentários

    As versões mais recentes podem criar arquivos IMG a partir de arquivos ISO e dar boot por eles. Testado com a versão mais recente do Sergei Strelec. Você pode colocar o arquivo .IMG em qualquer lugar do drive mas fica mais conveniente se colocar na raiz. Tenha em mente que para ter arquivos com mais de 4GB você vai precisar formatar o drive como NTFS o que anula a compatibilidade do AIO com UEFI.

    A vantagem disso é não ter, por exemplo, os arquivos e diretórios espalhados pelo drive, como ocorre na integração normal do Sergei Strelec. E você fica um pouco mais resistente contra vírus, porque não é comum um vírus saber infectar um arquivo .IMG.

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Como desabilitar teclas do teclado defeituoso de um notebook

A última vez que discuti esse assunto foi há 10 anos no G&G. Na época eu queria remapear uma tecla. Hoje eu precisei desabilitar uma e minha dica de 10 anos não servia.

Esta semana mais um notebook meu apresentou problema no teclado. Na maior parte do tempo não estava conseguindo digitar sequer uma palavra inteira sem interferência. Eu tinha certeza de que era uma tecla não-ASCII que estava disparando ocasionalmente, mas não tinha certeza de qual. Não adiantava usar teclado USB ou o teclado virtual.

O primeiro passo foi aproveitar um momento em que o teclado me deixou digitar uma sentença inteira para acessar este teste online, que me mostrou que era a tecla “Sel” que disparava ocasionalmente. Particularmente importante é o fato de que as teclas do teste permanecem destacadas mesmo após serem desacionadas, o que permite flagrar teclas que disparam sozinhas por uma fração de segundo, que era o meu problema. Se eu não tivesse conseguido digitar o bastante para acessar o site meu plano era criar um atalho para ele em outro computador e copiar esse atalho para um pendrive.

O segundo passo foi baixar e executar o programa Sharpkeys. Um substituto muito melhorado do Remapkey com pelo menos três funcionalidades inexistentes no utilitário da Microsoft:

  • Permite mapear uma tecla para “nada”, efetivamente desabilitando-a;
  • Oferece a possibilidade de você simplesmente apertar a tecla que deseja remapear/desabilitar para identificá-la. Você não fica limitado às teclas que estão listadas;
  • A funcionalidade anterior oferece a possibilidade adicional de testar qual tecla não-ASCII está disparando sozinha. Basta executar o programa, ir até “type key” e esperar.

Note que toda mudança requer que você faça logoff. O Windows só confere os mapeamentos ao fazer login.

Apesar do autor dizer que você precisa estar usando Windows 2000, Windows XP, Windows Server 2003, Windows Vista, ou Windows 7, o programa deve funcionar também com todas as versões mais recentes do Windows. Eu conferi no Windows 8.1 x64.

Isso parece ter resolvido meu problema.

Coisas que o programa não pode fazer, segundo o autor, com alguns comentários adicionados por mim:

  • Inverter as posições de duas teclas. Isto é: você não pode trocar a posição do Z com a do Q e esperar que as duas teclas ainda funcionem;
  • Mapear um conjunto de teclas em uma tecla. Isto é: você não pode fazer com que apertar uma tecla qualquer tenha o resultado de um CTRL+C;
  • Mapear cliques do mouse para teclas (óbvio);
  • Suportar certas teclas de hardware que o Windows nunca “vê” como a maioria das teclas Fn (essa tecla geralmente só é “vista” pelo BIOS do notebook);
  • Suportar mapeamentos diferentes para usuários diferentes. O mapeamento é para a máquina inteira;
  • Proteger você de si mesmo. Se você desabilitar uma tecla essencial e não puder mais fazer login, vai ter que reformatar (não não vai. Isso é o que a maioria das pessoas acha. Basta fazer uma edição offline do Registro para apagar a chave HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\Keyboard Layout), tendo em mente que CurrentControlSet pode ser três chaves diferentes.

 

11 comentários
  • Snow_man - 283 Comentários

    Obrigado Jeff. O notebook da minha esposa precisa, a tecla Del insiste em disparar sozinha, vou tentar desligar ela com o Sharpkeys.

  • Rafa Borges - 1 Comentário

    Bom dia, Jeff.
    Meu notebook está com problema na tecla Esc. Usei o SharpKeys pra remapear a função desta tecla para outra tecla (Pause/Break, que nunca uso), porém não tive sucesso. Meu SO é o Windows 10.
    Você tem uma ideia do que poderia resolver isso?

  • Yuno-san - 1 Comentário

    Muito obrigado, tava com o mesmo prolema mas era com a tecla alt esquerda. vlw man

  • Thiago - 1 Comentário

    Muito obrigado, já estava sem esperanças. Eram as teclas PgUp e PgDn se clicando sozinhas.

  • Rosângela Lima - 2 Comentários

    Estou com o mesmo problema meu querido, mas fiz o teste aqui, é são 6 teclas. Sendo, duas delas, são letras e ponto de interrogação e dois pontos. O que faço nesse caso? Se eu preciso de todas as letras para escrever. Como resolver? Obrigada, Seu artigo foi o único até agora que li, e que vi uma luz. Mas, como tenho seis teclas ruins, incluindo letras, queria saber antes de iniciar qualquer configuração. Me ajude por favor. Me chamo Rosângela, e não entendo nada disso, e muito menos tenho uma mão masculina aqui para arrumar isso pra mim. Além de escrever, até vídeos do YouTube, tudo esta sendo afetando por essas teclas estarem assim. Agradeço de coração se pude me responder e tentar me ajudar. Abraços,

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Infelizmente seis teclas é muita coisa. Mesmo que houvesse essa mesma quantidade de teclas “que você nunca usa” em um notebook, isso atrapalha severamente o uso.

      Minha recomendação é comprar um teclado USB (com fio custa entre R$20 e R$30) e usá-lo em vez do teclado original. Se dessas seis teclas você tem alguma que dispara sozinha desabilite-a com o Sharpkeys ou ela vai interferir com o uso do teclado USB.

      • Rosângela - 2 Comentários

        Pois é, é muita coisa. Mas, consegui desabilitar 4 teclas que foram: Home, End, PgUp e PgDn. Pois, elas eram as piores, estavam clicando sozinhas não permitindo que eu fizesse NADA. As outras teclas B e N não estão atrapalhando a escrever, nem nada. Só as outras, mesmo estavam insuportáveis. Abri também meu teclado, e limpei minunciosamente tecla por tecla, e mesmo assim essas 4 teclas que depois desativei, continuavam loucas kkk. Então achei melhor desativar mesmo. Eu mal uso elas mesmo. Só espero que elas não se ativem sozinhas né. Porque até agora aqui, esta tudo ok.

        Obrigada por me responder viu? Deus te abençoe por esse artigo esclarecedor.

    • Letícia Lobato - 1 Comentário

      Como o aplicativo que ele mostrou remapeia o mapa, você pode trocar as que não usa, tipo F12, por essas defeituosas

  • Adson Souza - 1 Comentário

    ola,eu_desativei_a_tecla_espaço_porém_ela_foi_desativada_apenas_no_usb,meu_teclado_do_not_continua_apertando_sozinho,o_que_posso_fazer?

  • Gabriela - 1 Comentário

    Consegui desligar minha tecla f2! Muito obrigada

  • BRUNO - 1 Comentário

    Rapaz, muito boa essa dica do Sharpkeys, eu tinha tentado de tudo mas não resolvia.
    Na verdade o ideal seria abrir e desconectar o cabo da placa, mas estou sem ferramentas para fazer isso.
    O meu teclado nativo tava em curto (caiu líquido), e aí mesmo com o USB ficava ativada uma tecla (NUM -). Tentava desativar como o programa DisableKeys e funcionava para quase tudo, mas em algumas telas (tipo gerenciador de dispositivos e instalações de programas) voltava a ativar.
    Com essa desativação do registro ficou lindo demais, perfeito.

    Forte abraço!

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Finalmente tenho um substituto para o Direct Folders

Eu comecei a tecer elogios ao Direct Folders em 2008.  Em 2010 a Mozilla inventou de ser diferente de todo mundo e fez com que o Firefox fosse o único programa incompatível com ele e passei um tempão tentando conviver com isso. Aí veio outro problema (não sei se foi quando passei a usar o Windows 8.1) que me fez deixar de usá-lo completamente. Por muito tempo procurei um substituto à altura dele pelo menos na funcionalidade que me interessava e não achava nada.

Meses atrás eu fiz mais uma tentativa, testando versões mais recentes de softwares que eu testara e descobri que em alguma atualização (eu testara em 2012 e 2014 sem sucesso) o Listary Free se tornou justamente o que eu queria.

Estou usando a versão 5.00.2581 no Windows 8.1 x64. O software tem um problema: Para conseguir usar o HDD Regenerator eu preciso encerrá-lo e estou desconfiado de que é culpa dele uns travamentos ao fechar o FreeOTFE, mas nada que realmente atrapalhe.

 

 

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Como desbloquear RDP no Windows 7, 8 e 10 para múltiplas sessões

Todas as versões “não servidor” do Windows vem intencionalmente bloqueadas para que você possa ter apenas um usuário conectado de cada vez. Se você fizer uma conexão RDP (Terminal Services), o usuário corrente tem que “sair”. Desde o Windows XP existem programas que fazem patches em termsrv.dll para remover essa restrição, mas não sem seus problemas:

  • O Windows detecta que termsrv.dll não é mais original e tenta repor o correto. Você tem que tomar medidas contra isso;
  • A cada atualização do Windows uma nova versão de termsrv.dll pode ser instalada e seu programa favorito de patch pode não ter suporte para ela;
  • Como o código fonte não está disponível você fica desconfiado do que mais esse hack pode estar fazendo.

Os que eu conhecia eram o Concurrent RDP Patcher e o Universal Termsrv.dll Patch, porém seus autores não estavam conseguindo acompanhar as atualizações do Windows e nem sempre a coisa funcionava. O UTP tem maiores chances de funcionar poque seu autor descobriu um modo de localizar automaticamente o ponto para fazer o patch, mesmo numa versão de termsrv.dll mais recente que o programa. Daí o “Universal”.

Mas ontem eu encontrei um “desbloqueio” que usa uma abordagem diferente que na minha opinião torna todas as outras obsoletas. A RDP Wrapper Library não precisa fazer nenhum “patch” porque opera em outra camada “envolvendo” o serviço RDP do Windows, que até onde pude entender do funcionamento continua “acreditando” que apenas um usuário está conectado.

E mais: tem código fonte disponível em delphi e C++. Você não precisa ficar com um pé atrás. E vem com um programa de teste que permite checar o funcionamento na mesma máquina e um de configuração que entre outras coisas permite trocar a porta RDP.

Durante a instalação o programa se auto atualiza (ele diz que é apenas um novo INI que é baixado) e funcionou com uma instalação do Windows 7 SP2 (Windows 7 SP1 + Convenience rollup update) que estava resistindo ao método que eu usava.

 

34 comentários
  • Jefferson - 6.253 Comentários

    Um exemplo de uso disso: Tenho um cliente onde os boletos são emitidos no computador do Faturamento usando o programa que o banco disponibiliza para isso, mas só o Depto Financeiro pode fazer o upload dos dados dos boletos para o banco porque para isso é necessário usar o internet banking e saber a senha da conta. Assim a diretora financeira tinha que se deslocar até o Faturamento periodicamente para fazer isso.

    Aplicando esse patch ela pode entrar na máquina do Faturamento via RDP e fazer o upload sem sair de sua mesa e sem atrapalhar a funcionária de lá.

    • Snow_man - 283 Comentários

      Jefferson, eu tinha uma situação parecida, com o Banco do Brasil;
      Usei a rede para isso, o Faturamento gerava os boletos, que eram gravados na rede
      (ou o usuário copiava, não lembro exatamente), para uma pasta compartilhada com o Financeiro.

      * usando Windows Server 2003 SEM domínio, apenas como Compartilhamento de Arquivos.

      • Jefferson - 6.253 Comentários

        Esse arranjo está assim há anos. Começou no XP, com o programa Siscob do Itaú e agora no Windows 7 com o Gerenciador Financeiro Santander. Eu não lembro a razão de ter optado anos atrás por fazer RDP. De fato usar a rede seria a primeira coisa que eu iria tentar.

  • Luiz Ligiera - 10 Comentários

    Sou fa desse cara… kkkkk, valeu Jefferson!

  • Cristiano - 1 Comentário

    Funcionou perfeitamente no windows 10 x64. Prático e Rápido. Obrigado.

  • Oséias - 1 Comentário

    Funcionou perfeitamente. Muito obrigado por compartilhar.

  • Alex - 1 Comentário

    Em relação a segurança, o uso dessa biblioteca pode tornar minha rede mais vulnerável a ataques?

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      O mero fato de você permitir que mais de uma conexão silenciosa seja feita em background já deixa a sua rede mais vulnerável. Caramba, o mero fato de você adicionar um software qualquer ao seu computador já o deixa mais vulnerável. Saem patches de segurança o tempo todo para o Excel, o Word, o Powerpoint, o Adobe Reader… O quão mais vulnerável é uma pergunta dificílima de responder.

  • Robert - 1 Comentário

    conhece outro método além do RDP Wrapper Library… hoje ele deixou de funcionar aqui…

    • Luiz Roberto Ligiera Jr - 10 Comentários

      Ficou meio vago o seu “deixou de funcionar”… eu acredito q tenha tentado reinstalar ele ne? Ja q não disse… Eu acredito q a MS se utiliza de atualizações para bloquear constantemente isso, já que ela acha que você tem q pagar pra utilizar assim… instalou alguma? Já tentou desinstalar?

  • wilsinho - 1 Comentário

    grato pela ajuda

  • Ricardo Augusto Souza - 1 Comentário

    Funcionou aqui.. Obrigado

  • Douglas Miranda - 1 Comentário

    Passando somente pra agradecer. Essa postagem solucionou o que eu precisava.
    Muitíssimo obrigado por compartilhar!!

  • Jefferson - 6.253 Comentários

    Descobri outra vantagem desse método: Com ele é possível dar acesso RDP a versões do Windows que originalmente não tem nenhum.

    Testado no Windows 10 Home 64 bits (RDPWrap-v1.6.2)

  • Kelvin Alik - 1 Comentário

    Top demais Jefferson, eu tinha instalado uma versão deu Não suportado, desinstalei e instalei a que você :yahoo: recomendou e deu Sucesso. Obrigado

  • Jefferson - 6.253 Comentários

    Até hoje a única coisa que não funcionou para mim foi usar a opção do programa para mudar a porta RDP do Windows.

  • Eder Pardeiro - 4 Comentários

    Fantástica essa solução.

    Só tenho uma dúvida. Existe a possibilidade de conectar mais de 2 usuários simultaneamente? Aqui está funcionando com 2, mas precisava de 3

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Eu nunca precisei de mais que dois, por isso nunca testei. Mas o que acontece quando você tenta? O autor diz que suporta até 15 sessões simultâneas.

      • Eder Pardeiro - 4 Comentários

        Quando vou conectar na terceira sessão, ele indica que tem um usuário conectado e pergunta se quer forçar o logoff. Quando clico em sim, ele derruba um dos dois conectados.

    • Eder Pardeiro - 4 Comentários

      Eu até encontrei um bloco no arquivo ini de configuração onde aparentemente tem algumas linhas que alteram esse número, mas não tive sucesso alterando.

      [SLPolicy]
      TerminalServices-RemoteConnectionManager-AllowRemoteConnections=1
      TerminalServices-RemoteConnectionManager-AllowMultipleSessions=1
      TerminalServices-RemoteConnectionManager-AllowAppServerMode=1
      TerminalServices-RemoteConnectionManager-AllowMultimon=1
      TerminalServices-RemoteConnectionManager-MaxUserSessions=0
      TerminalServices-RemoteConnectionManager-ce0ad219-4670-4988-98fb-89b14c2f072b-MaxSessions=0
      TerminalServices-RemoteConnectionManager-45344fe7-00e6-4ac6-9f01-d01fd4ffadfb-MaxSessions=2
      TerminalServices-RDP-7-Advanced-Compression-Allowed=1
      TerminalServices-RemoteConnectionManager-45344fe7-00e6-4ac6-9f01-d01fd4ffadfb-LocalOnly=0
      TerminalServices-RemoteConnectionManager-8dc86f1d-9969-4379-91c1-06fe1dc60575-MaxSessions=1000
      TerminalServices-DeviceRedirection-Licenses-TSEasyPrintAllowed=1
      TerminalServices-DeviceRedirection-Licenses-PnpRedirectionAllowed=1
      TerminalServices-DeviceRedirection-Licenses-TSMFPluginAllowed=1
      TerminalServices-RemoteConnectionManager-UiEffects-DWMRemotingAllowed=1v

    • Douglas Dutra - 1 Comentário

      Estava com mesmo problema hoje. Aqui é windows 7 sp1. Acessei via painel de controle o windows update e deixei atualizar tudo. Reiniciei e continuou com erro. Dai desinstalei todas as atualizações da data de hoje que iniciavam com kb44 reiniciei e funcionou mais de 3 sessões.

  • Eder Pardeiro - 4 Comentários

    Quando vou conectar a terceira sessão, diz que vai fazer logoff do usuário que está logado. Clico em continuar e ele derruba um.

  • Paulo Rangel - 1 Comentário

    Como eu configuro por favor?

  • Meinardo - 2 Comentários

    Hoje o cliente me ligou pois o servico tinha bloqueado (apenas uma conexao remota). A culpa foi uma atualizacao da microsoft.
    Como eu sempre guardo uma copia do arquivo termsrv.dll, substitui, reinstalei o RDPWrap e tudo voltou a funcionar.
    Quanto a questao da porta, eu sempre mudo e funciona.
    Entao a dica eh: guarde uma copia do arquivo c:\windows\system32\termsrv.dll

  • peteino - 1 Comentário

    Esse programa me salvou, mas como minhas estações usam windows xp e o pc com terminal server é o winodws 8.1 esta com problemas para acessar o 8.1 dizendo que o computador remoto não aceita a conexão.

  • Lauro - 1 Comentário

    Opa, beleza pessoal?
    Eu já uso o Terminal Server no meu Windows 7 a 4 anos, sempre funcionou muito bem para os 5 usuários.
    Porem, este ano a MS atualizou a criptografia e os PCs atualizados começaram a aparecer o erro CredSSP, não aceitavam conectar.
    Fiquei com medo de atualizar meu Windows 7 onde roda o RDP e perder os acessos remotos simultaneos.
    Será que se eu guardar o c:\windows\system32\termsrv.dll, atualizar e depois voltar ele novamente vai funcionar?
    Abraços

  • Jefferson - 6.253 Comentários

    Hoje eu precisei instalar o programa em uma máquina Windows 8.1 com todas as atualizações de segurança e não funcionou. Não dá erro algum, mas só aceita uma conexão.

    O problema foi corrigido trocando o meu arquivo rdpwrap.ini por este e reiniciando o serviço (“RDPWInst -r” como admin ou reiniciando o computador). Testei com cinco usuários.

  • JENILSON OLIVEIRA DE SOUZA - 1 Comentário

    valeu amigo otima ajuda

  • Gustavo - 1 Comentário

    Eu preciso para uma aplicação que tenho vários usuários usando simultaneamente. Mas o meu está limitando a 30 usuários e eu preciso de 40. Alguém sabe como consigo alterar?

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Testando programas que salvam a posição dos ícones da Área de Trabalho

A cada seis meses eu tenho que reinstalar minha versão trial do Windows 8.1 enterprise e uma das poucas migrações que me dão trabalho é colocar os cerca de 90 atalhos que tenho no desktop nas mesmas posições que estavam antes. Eu estava empurrando esse problema com a barriga (eliminar uma tarefa tediosa que só leva 5 minutos a cada seis meses não é prioritário) até que na semana passada eu precisei migrar a instalação da funcionária de um cliente para um PC novo e esta reclamou da dificuldade para achar seus documentos e atalhos na tela entulhada. Na hora eu disse que não havia o que eu pudesse fazer porque ao mover os arquivos entre computadores o Windows auto organizava os ícones seguindo seus critérios internos, mas depois eu fiquei matutando se não podia evitar sujeitar o usuário a esse problema.

Não demorou muito para eu encontrar candidatos a solução. Ainda não pude testar completamente mas aqui vão minhas primeiras impressões:

  • Desktop OK v4.64 – Até agora é a solução mais completa, porque não requer instalação e permite salvar o layout em um arquivo .dof que depois pode ser usado para restaurar as posições em outra instalação. Ainda por cima, o arquivo .dof é facilmente legível por humanos;
  • IconRestorer –  Parece promissor, mas além de precisar ser instalado não exporta. Então é preciso usar o regedit para localizar a chave do Registro onde ele guarda os layouts, exportá-la na instalação antiga e importá-la na instalação nova. A princípio eu só usaria se eu encontrar um problema no Desktop OK.
5 comentários
  • Sidmar - 21 Comentários

    Bom dia.

    Jefferson, eu tenho usado o Desktop OK sem problemas no meu micro de casa. Não cheguei a exportar as configurações mas tem funcionado bem até o momento.

    Abraço.

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Programa útil, também serve para evitar que ao mudar a resolução de um notebook, o que acontece quando tenho que usar ele na própria tela ao invés de num monitor maior, eu perca as posições dos ícones (isto realmente me aborrece). Vou testar este Desktop OK.

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Gostei dele, bem simples, funcional e sem frescura, dá para usar no note do trabalho por não precisar instalar, vai realmente me eliminar um aborrecimento. Mas não descobri onde ele armazena a posição dos ícones, o que seria interessante numa reinstalação do sistema. Onde é que fica mesmo ?

  • Intruder_a6 - 194 Comentários

    E ainda é possível gravar noutro lugar em arquivo independente, realmente muito útil.

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Como se livrar de restrições criadas por permissões de arquivo NTFS.

31/10/2015 – ATENÇÃO: Existe um problema sério com essa ferramenta. Leia os comentários.

Comparado com FAT32, NTFS é um sistema de arquivos superior em diversos aspectos. A maior resistência à corrupção das estruturas e o suporte a arquivos maiores que 4GB são as primeiras vantagens que me vem à mente e os motivos pelos quais eu raramente uso FAT32. É claro que o fato da maioria dos media players, NAS e outros “appliances” modernos também suportarem NTFS também ajuda.

Mas no dia-a-dia as permissões de acesso do NTFS são um aborrecimento constante.

OK. Não é exatamente culpa do NTFS. São as decisões aparentemente arbitrárias que as diversas versões do Windows posteriores ao XP tomam de que permissões dar a que arquivos e diretórios que me deixam maluco. Mas é mais fácil botar a culpa no NTFS, até mesmo porque só dá para resolver/contornar mexendo no sistema de arquivos. Eu não conheço nenhum modo de convencer o Windows Vista/7/8/10 a não ficar salpicando proibições de acesso em toda parte e isso atrapalha basicamente quando estou gerenciando backups de clientes.

Eu periodicamente faço backups completos na empresa do cliente e trago comigo. Em casa, rodo uma ferramenta para remover duplicatas (DoubleKiller) que compara com o backup existente e depois um batch para apagar diretórios vazios. Ambos falham silenciosamente ou com “Acesso Negado” quando esbarram em restrições que, para mim, nem deveriam estar lá.

Executar as ferramentas como administrador ou mexer nas permissões das pastas pela aba “Segurança” raramente surte o efeito desejado. Eu nunca consegui encontrar um jeito, pela interface gráfica do Windows, de resetar as permissões de arquivo para toda uma estrutura de pastas de uma vez só.

Pode ser incompetência minha, mas não estou sozinho. Este cara também passou por problema similar concluindo que tinha que usar a linha de comando do Windows para resetar as permissões e, melhor ainda, criou uma pequena GUI para faciltar o trabalho.

ResetPermissions_v1.1.0_ryan.com.br

Meus problemas acabaram depois que passei a rodar ResetPermissions.exe no início de cada manutenção de backup.

A operação é muito simples. Basta dizer em que pasta você vai trabalhar e quais opções deseja aplicar. O programa mostra que comandos você teria que dar se fosse fazer “na munheca”, mas ele mesmo os aplica quando você clica em GO.

Eu percebi que para realmente me livrar das restrições eu tenho que marcar sempre (não é o default) “Take files owneship”. Isso pode não ser necessário no seu caso.

4 comentários
  • Jefferson - 6.253 Comentários

    Você também pode usar esse programa para se livrar daquelas pastas e nomes como gde5y7hf5t4wefghytr4rgf56 que algumas atualizações do Windows saem espalhando pela raiz do seu HDD e que parecem ser “inapagáveis”. Resete as permissões das pastas que você poderá apagá-las normalmente.

    Aliás, eu nunca comentei isso aqui mas o Treesize Free parece usar o icacls internamente porque a partir da árvore dele eu consigo apagar pastas que não podem ser apagadas pelo Explorer.

  • Magno Lima - 8 Comentários

    Treesize e´ um velho conhecido nosso. Mas esse reset e´ d+ mesmo!

  • Jefferson - 6.253 Comentários

    Eu identifiquei um problema sério com o processo.

    Apesar de você marcar a caixa “don’t follow links” o programa takeown segue os links e isso pode ser um desastre. Por exemplo, digamos que você fez uma cópia completa da partição de sistema de um cliente em um diretório qualquer (não precisa ser a raiz da unidade). Se essa cópia tiver links simbólicos para, por exemplo “Documents and Settings”, takeown pode seguir esse link e cair na pasta users do seu drive de sistema e mudar a propriedade de todas as pastas lá.

    Isso aconteceu enquanto eu tratava o backup de um cliente no próprio computador do cliente. De repente, eu não conseguia salvar arquivos dentro da pasta Documentos do usuário que estava logado, porque não tinha permissão para isso. A coisa ficou tão bagunçada que eu tive que criar um novo perfil para o usuário. Até aí eu não tinha certeza do que havia acontecido.

    Então eu trouxe o backup do cliente para tratar na minha máquina e repeti o processo. Por acaso eu vi na lista de pastas que rapidamente rolava na tela a palavra “Comodo”. Ora… o cliente não tinha o Comodo instalado na máquina. Quem tinha era eu. Dei CONTROL-C no processo e vi que Takeown estava processando várias pasta no drive K: (o drive do cliente) que não existiam no drive K:, mas existiam no meu drive C:. Aí eu cliquei no link “Arquivos de Programas” do drive do cliente e em vez de receber a conhecida mensagem “Acesso Negado” caí dentro de “Arquivos de Programas” do meu drive C: .

    Então eu percebi que takeown precisa do parâmetro /SKIPSL para não seguir links simbólicos e isso não é feito pelo programa.

    MUITO CUIDADO AO USAR ESSA FERRAMENTA.

    Na falta de certeza, rode-a em um computador que tenha uma instalação descartável do Windows.

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