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MyEject

Público alvo: desenvolvedores e usuários avançados fazendo experiências com autourun/autoplay;
Autor: Eu mesmo :-)
Preço:
Gratuito (freeware)
Desenvolvido em:
Delphi 7 (Win32 nativo).
Requer:
Testado por mim no Windows XP, mas deve ser compatível também com 2000, 2003, Vista e Seven (dificilmente rodará no 9X).

MyEject é um utilitário com um propósito bem simples: abrir e fechar unidades de CD/DVD. Para a maioria dos usuários isso parece tolice, mas eu precisei escrever esse software porque necessitava de algo assim e em vez de buscar algo pronto decidi fazer um como exercício de programação.

Eu estou desenvolvendo um outro software que precisa detectar a inserção de novas mídias (não apenas CD/DVD) e reagir de acordo com o conteúdo.  Durante os testes é preciso abrir e fechar o drive várias vezes, mas meus drives ficam longe, requerendo que eu fique de pé para fazer isso.  MyEject resolve o problema.

Eu poderia fazer esses testes usando emulação (Daemon Tools, Virtual CloneDrive, Alcohol 120%, etc) , mas a versão do Daemon Tools que eu prefiro usar requer cliques demais para montar e desmontar mídia. Com MyEject as operações ficam resumidas a um ou dois cliques apenas.

Compatível com o modo multimonitor

O programa memoriza a última posição da janela, trazendo o programa sempre para a mesma posição, no mesmo monitor. Mas por precaução, se ao ser executado ele notar que uma de suas coordenadas excede o tamanho atual da área de trabalho (ou seja: não vai ficar visível), as coordenadas são resetadas para o canto superior esquerdo da tela (0,0). Se algo der muito errado e isso não estiver funcionando, basta editar manualmente o arquivo .INI.

Portabilidade

Em todos os meus softwares eu uso arquivos *.INI em vez do Registro. Assim você pode carregar o programa em um pendrive e também pode usar duas instâncias do programa, cada uma com sua configuração.

Usando por linha de comando

myEject letra_da_unidade [/l] [/load]

Exemplos:

myeject k: – abre a unidade k:

myeject k: /l (ou /load) – fecha a unidade k:

Para ganhar tempo, quando usado por linha de comando o programa nem tenta determinar se a unidade existe ou se é mesmo um drive de CDROM. Do contrário haveria uma pausa de vários segundos. Eu decidi que é melhor deixar por conta do usuário se certificar de que a letra de unidade esteja correta. Porém, nos casos em que o usuário tenha apenas UM DRIVE (contando reais mais emulados) é possível fazer o programa dar OPEN ou CLOSE mesmo sem especificar unidade. Eu vou checar a possibilidade de acrescentar essa funcionalidade em uma futura versão.

Observações:

  • A detecção de unidades emuladas é feita de forma bem grosseira: eu apenas detecto a palavra “generic” que o Daemon Tools usa no seu “Friendly Name” (o nome que aparece no Gerenciador de Dispositivos). Se você usa um outro emulador que não é detectado como tal, deixe um comentário me dizendo qual o seu “Friendly Name” típico.
  • No Windows Vista/Seven provavelmente vai ser preciso rodar o programa como Administrador.
  • Um asterisco ao lado da letra de unidade indica que um disco foi detectado na mesma. Quando possível, seu label também será exibido à direita.
  • Se o seu drive não aparece na lista, isso significa que o Windows não considera que seja um drive de CD/DVD (não é da classe Win32_CDROMdrive);
  • Se o comando Abrir funciona mas o comando Fechar, não. Verifique se a luz no drive está acendendo ao clicar em Fechar. Se estiver, você tem um problema mecânico no drive. Se não estiver, deixe um comentário detalhando ao máximo sua configuração.
  • A função “Ciclo” abre e fecha o drive logo em seguida;
  • Opção para interface “mínima” mostrando apenas o botões de operação, para ocupar pouco espaço na tela;
  • O tempo de refresh depende do número de unidades com mídia inserida, porque o processo mais demorado é consultar os dados da mídia.

Coisas que posso fazer em futuras versões :

  • A funcionalidade extra especificada em “Usando por linha de comando”;
  • Programar abertura e fechamento a intervalos regulares (basta encontrar utilidade ou alguém justificar);

Se você tem uma necessidade específica relacionada que gostaria de ver implementada, deixe um comentário. Estou aberto a sugestões.

Você também pode usar o espaço de comentários para simplesmente explicar que utilidade encontrou para o programa. Isso pode me ajudar a ter idéias de melhorias;

Histórico

Versão 0.2.3

  • Mensagens de disco inserido agora dizem o label do disco;
  • “Omitir Emuladas” não é mais o default do programa;
  • O programa agora checa se o número de unidades detectadas é menor que 1, para evitar travamentos;
  • A string “CloneDrive” foi acrescentada à lista interna de emuladores;
  • Agora o programa reage a um clique duplo sobre cada item. Se houver um asterisco, tenta ejetar. Se não houver,  tenta fechar. Lembrando que um item sem asterisco pode ser um drive fechado vazio. E isso não pode ser detectado;
  • E algumas alterações cosméticas.

Versão 0.2.2

  • Corrigi um bug que fazia o programa dar um refresh a cada inserção ou remoção de dispositivos não CD/DVD;
  • Acrescentei uma barra de status para ajudar no debug (mostrará o que o programa estava fazendo quando travou);
  • Aperfeiçoei a enumeração feita em “Copiar a enumeração completa…”.

Versão 0.2.1

  • Corrigi um bug idiota que só permitia que o programa funcionasse com uma determinada combinação de drives, se estiver marcada a opção de filtrar drives emulados. Como essa opção é default do programa, provocava travamento imediato ao rodar.

Versão 0.2

  • O programa agora detecta ao fechar se houve erro ao gravar o arquivo INI e dá uma mensagem ao usuário;
  • Função Ciclo. Disponível para drives com mídia na bandeja;
  • O programa agora dá um aviso claro de que está atualizando os dados;
  • implementei uma Interface Mínima;
  • Agora você pode usar também “/load” (além de “/l”) na linha de comando para fechar o drive;
  • incluí itens no menu Ajuda para ajudar no debug da aplicação.
  • E algumas mudanças cosméticas

——————————–
Versão 0.1

Primeira versão publicada

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mtkSwapColors

Meu programa para adaptação de fontes Mediatek.

Mais informações aqui:
http://ryan.com.br/mtk_fontes.htm

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287.1 KiB - 113 Downloads - Detalhes...

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MTK BkgComposer

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MTK Mod Toolbox

Este programa é obsoleto. Na maioria das vezes você deverá usar o MTK Patcher.

Mais informações aqui

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MTK Patcher

Mais informações em:

http://ryan.com.br/smf/index.php?topic=211

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Meu Software

Keep : Um Monitor de Recursos com Alarme

Autor: Eu mesmo 🙂
Preço: Gratuito (freeware)
Versão Atual:
1.1
Tamanho: cerca de 157KB
Requer: Windows 95, 98 ou ME (não faz sentido usá-lo no NT, 2000 ou XP);
Finalidade: Prever (e ajudar a impedir) travamentos do Windows 9x;

[DOWNLOAD do EXE apenas]

Por favor, não confunda este software com aquela porcaria chamada “Norton CrashGuard”. O princípio de funcionamento deste software é outro e comprovadamente funciona.

Embora a maioria dos usuários não saiba disto, uma das grandes causas de travamento no Windows 9x é o esgotamento dos recursos de sistema (vou chamar apenas de “recursos” daqui em diante). Um travamento que pode ser evitado, se você tiver um meio efetivo de vigiar o uso desses recursos.

  • Limiar de alarme ajustável pelo usuário. O alarme toca se os recursos cairem abaixo do ponto escolhido;
  • O alarme toca tanto no alto-falante interno quanto nas caixas acústicas;
  • Para o alarme que toca nas caixas acústicas, o usuário pode escolher um arquivo WAV ou usar o som embutido;
  • O programa pode ser colocado “sempre visível” para que você aompanhe os indicadores permanentemente enquanto trabalha;
  • Minimiza para a barra de tarefas, ao lado do relógio. Um ícone indica quantos recursos ainda estão disponíveis;
  • Pode ser configurado para iniciar automaticamente com o Windows;

O que são os “recursos”

O termo “recursos” pode fazer você pensar que se trata de memória RAM, espaço em disco, velocidade de processamento, etc. Mas para o Windows, “recursos do sistema” é o nome dado a um pequeno bloco de memória RAM que é reservado para certas tarefas que as aplicações tem que fazer. Esse bloco de memória tem um tamanho fixo e é relativamente pequeno. Não importa se você tem 32MB ou 1GB de RAM, pois a área reservada para os recursos é sempre a mesma. Esta é uma limitação conhecida da arquitetura do Windows 9x (era ainda pior no Windows 3.1) que não existe no Windows NT, 2000 ou XP.

Cada programa que você abre no computador consome recursos. Alguns mais, outros menos. E, dentro de cada programa, certas “tarefas” podem consumir mais recursos do que outras. Cada simples janela que você abre do Internet Explorer, por exemplo, vai consumindo recursos. Então, não faz diferença a quantidade de memória que você tem. Se você abrir simultaneamente um número de aplicações suficiente para esgotar seus recursos, seu sistema vai inevitavelmente travar, mesmo que você esteja com 90% da sua memória RAM livre.

O mal uso dos Recursos

Como se não bastasse o fato de que o consumo de recursos é inevitável. Um programa criado incorretamente pode sofrer do que se chama “vazamento de recursos” (do inglês: Resources Leakage). O programa vai consumindo recursos desnecessariamente até um ponto em que não resta mais nada disponível nem para ele mesmo nem para as outras aplicações que estão rodando. E aí a máquina trava. Isso pode levar minutos, horas ou dias, dependendo da velocidade do “vazamento”. Um vazamento pequeno pode nem ser percebido pelo usuário, porque ele fecha o programa ou desliga a máquina antes que ele se torne um problema.

Geralmente, fechar o programa que está com vazamento é o suficiente para que os recursos que ele consumiu sejam liberados. Mas sem saber que o vazamento está ocorrendo, você não tem como tomar uma ação preventiva.

Eu próprio já escrevi um programa que tinha este tipo de problema. Ele consumia recursos da máquina devagarinho, mas como era um servidor que rodava 24H, ele inevitavelmente travava em no máximo três dias de operação. Enquanto eu não descobria o que estava causando isto, tive que usar uma versão avançada do Keep (que ainda não está disponível on-line) para me avisar, via rede, quando o servidor estava prestes a travar por falta de recursos. Bastava então eu ir até a sala do servidor e reiniciar a aplicação para recuperar os recursos e evitar o travamento. Mais tarde eu descobri (e consertei) que era a minha rotina de impressão que gastava 2% dos recursos GDI sempre que meu programa imprimia algo.

O monitoramento de recursos

Felizmente, é possível ficar de olho nos recursos disponíveis. O próprio Windows 9x vem com uma ferramenta para isto chamada, adivinhe: “Medidor de Recursos”. Ela pode ou não estar disponível no seu menu, dependendo das opções de sua instalação.

A imagem ao lado mostra o medidor de recursos do Windows98SE enquanto estou escrevendo este texto. Ao mesmo tempo, meu computador está comprimindo um filme em Divx com o Nandub e eu ainda tenho o Gordian Knot, o Internet Explorer, o AVP e mais algumas aplicações rodando. Ainda tenho 34% de recursos livres, mas já está na hora de ficar de olho neles.

Você a esta altura já pode estar se perguntando: “Ué… se o próprio Windows já vem com um programa, para que eu preciso do Keep?”

O problema que me fez criar o Keep para o meu uso pessoal é que o programa do Windows tem uma falha que a meu ver é grave: Não avisa você que os recursos estão caindo. Ele fica lá aberto, parado… esperando silenciosamente que os recursos acabem e o sistema inteiro precise de um Reset. Ou você fica o tempo todo de olho nos recursos, ou seu sistema vai para o beleléu do mesmo jeito.

É aí que entra o Keep!

Keep monitora os recursos da mesma forma que o programa oficial da MS, mas existe um “limiar de alarme” ajustável que se for ultrapassado dispara um processo de alarme no computador. O ícone do Keep na barra de tarefas começa a piscar e um alarme sonoro toca simultaneamente no alto-falante interno e pelas caixas de som do computador. Ajustando um limiar suficientemente alto você terá tempo suficiente de tomar medidas que evitem o travamento iminente (fechar aplicações para liberar recursos) ou evitem que você perca o que está fazendo (dá tempo de clicar no botão de Salvar).

Perguntas e Respostas

Keep não roda. Acusa problema com uma DLL qualquer.

O problema é a ausência de rsrc32.dll e rsrc16.dll. Você precisa ter esses dois arquivos no seu diretório Windows\System para que Keep funcione. Eles são instalados quando você opta por instalar o medidor de recursos do Windows.

O que eu faço quando o alarme começar a tocar.

Feche algum programa. Começe, claro, pelos programas menos importantes, que você não está usando no momento.

Por que Keep mostra apenas dois indicadores, quando o Monitor de Recursos do Windows mostra três?

Se você prestar atenção, verá que o primeiro indicador (Recursos do Sistema) é sempre igual ao menor dos outros dois. Recursos do Sistema não é um tipo de recurso distinto dos outros dois. Eu achei isso redundante, por isso coloco apenas uma indicação numérica mostrando o valor menor.

Por que Keep toca um alarme tanto no alto-falante interno quanto nas caixas acústicas? Não basta deixar tocando nas caixas acústicas?

De forma alguma.

1)Nem todos os computadores tem placa de som. Mas praticamente todos tem alto falante interno;

2)Você pode baixar o volume das caixas de som até o zero ou mesmo retirar/desligar as caixas acústicas, anulando a eficiência do alarme que depende delas. Mas na grande maioria dos computadores não é possível fazer isso com o alto-falante interno. Eu posso ter uma razoável certeza de que se eu mandar ele bipar, vai sair um bip.

Ué. Então por que não deixa tocando só pelo alto-falante interno?

Eu adoraria. Mas infelizmente em muitos computadores o som do alto-falante interno é tímido demais e pode não ser ouvido a tempo em um ambiente de trabalho ruidoso ou se você estiver ouvindo um rádio. Em outros computadores (raros, mas existem) o som destinado ao alto-falante interno é redirecionado para a placa de som. Isso é vantajoso por um lado, mas problemático por outro: o som do alto-falante interno pode ser desligado.

A redundância, como vê, é necessária.

Tá. Mas por que além dessa cacofonia toda você ainda colocou o ícone para piscar? Não tá muito “drag queen” isso aí?

Experimente tentar descobrir, quando o alarme tocar, de onde raios ele vem sem ter ajuda 🙂

Com um limiar de alarme convenientemente ajustado, é possível que você use o Keep por dias ou semanas sem nunca ouvir um alarme dele. Pode ser que no dia que o alarme tocar você não faça a menor idéia do que está acontecendo. Isso é especialmente verdade se a pessoa que estiver usando o computador no momento não for quem instalou o Keep.

Por que “Keep”?

Porque escolher bons nomes para programas é uma arte que eu não domino 🙂
“Keep” vem da frase “Keep an eye at my resources” (Fique de olho nos meus recursos). Como “Fique” me pareceu ainda pior que “Keep”, este último ganhou. Pelo menos tem uma pronúncia bonitinha :).

Minha outra opção foi MonRecal, que embora seja descritivo (vem de Monitor de Recursos com Alarme) não me pareceu muito simpático. Parece até nome de remédio 🙂

17/12/12: Eu tomei essa decisão em 2003. Hoje eu teria optado por MonRecal. Nomes menos genéricos levam grande vantagem nas buscas no Google.

Instruções de instalação:

O programa não precisa ser instalado. Nada é alterado no registro (com exceção da diretiva que o inicia automaticamente, se você optar por isso) e nenhum arquivo é criado a não ser o INI. Apagar o executável e o .INI remove completamente o programa do seu computador.

Keep tem como padrão um limiar de alarme em 30%. Você pode mudar isto livremente e Keep lembrará o que você ajustou.

Para testar o alarme, basta mover o limiar para um ponto acima dos recursos que você tem no momento. Baixe o limiar e o alarme pára de tocar.

Histórico

Versão 1.1 – 05/2003

  • Keep agora mostra o estado dos recursos na systray mesmo durante um alarme;

Versão 1.0 – 04/2003

  • Primeira versão disponível online

Problemas conhecidos

Nenhum até agora 🙂

Software

Softwares para leitura descomplicada de quadrinhos e manuais digitalizados

Nota: Eu adotei os formatos CBZ e CBR também para distribuição de alguns manuais no meu site. Esta página explica como usá-los.

A comunidade de HQs criou dois softwares freeware específicos para a leitura de revistas em quadrinhos (HQs) digitalizadas. São o CDisplay (de Comics Display) e o BDzExplorer. Estes programas estão na categoria de “Sequential Image Readers” (algo como “leitores sequenciais de imagens”).

17/01/2011: O site do Cdisplay já não existe mais. Seu sucessor é o CdisplayEX.

A princípio, achei uma bobagem, já que o formato PDF serve para isso também, é mais universal e não requer que o leitor instale mais um software em sua máquina. Mas depois de ler um pouco sobre o assunto, percebi que esses softwares pode ter vantagens significativas sobre o PDF. Entre elas:

  • Eles lêem as páginas direto de dentro de arquivos compactados RAR e ZIP. Ou seja: tudo o que você precisa fazer depois de digitalizar as páginas da revista é numerar os arquivos corretamente e colocá-los dentro de um ZIP ou RAR.
  • Em um teste preliminar que fiz, gravar os mesmos arquivos em um PDF com o Acrobat 5.0 cria um arquivo que é 10% maior que simplesmente compactar as mesmas páginas com RAR.
  • Existe um atalho de teclado para exibir duas páginas de cada vez, quando necessário. Isso não existe no PDF (pelo menos, não até a última versão do Reader que testei). Como existem situações em que a arte de uma HQ se estende por duas páginas, isso dá uma clara vantagem ao CDisplay, porque mesmo que você não possa ler o que está escrito (colocar duas páginas na tela vai obviamente reduzir o tamanho delas), você pode olhar a arte inteira e depois ler página por página, de forma rápida e conveniente.

O CDisplay criou (e o BDZExplorer adotou em seguida) as extensões .CBZ e .CBR, que são simplesmente arquivos ZIP e RAR (repare na letra final de cada extensão) renomeados. A princípio eu achei isso estúpido, mas depois a razão ficou clara. Estas duas extensões ficam associadas ao CDisplay, permitindo que você abra o arquivo (e comece imediatamente a leitura) simplesmente clicando nele duas vezes. Se você quiser abri-lo com o ZIP ou o RAR, basta renomear de volta. Agora eu mesmo estou compactando e renomeando todas as minhas revistas digitalizadas, porque achei isso realmente muito conveniente 🙂

Você pode usar o formato CBZ/CBR para arquivar muitas coisas: páginas da Playboy (você pode colocar uma senha no ZIP ou RAR e o CDisplay vai pedi-la ao abrir), as fotos da família, manuais, revistas, etc. Eu uso o CDisplay regularmente e todos os arquivos que tenho em JPG acabam sendo agrupados em .CBZ.

Você pode estar pensando: “Então um programa de “slide show” não serviria para ler quadrinhos? Existem deles ás pencas na Internet!”

Talvez. Isso é uma coisa que eu pretendo pesquisar. Porém a primeira condição para que o programa possa competir com o CDisplay é a capacidade de ler dentro de arquivos compactados. Isso já deixa de fora quase todos os programas de slide show (eu mesmo ainda não conheço nenhum com essa capacidade).

Além disso, CDisplay tem um monte de outras configurações específicas para a leitura de revistas que podem ampliar sua vantagem. Mas ainda não testei nenhuma delas.

Meu Software

SetDate

Autor: Eu mesmo 🙂
Preço: Gratuito (freeware) – inclusive para fins comerciais!
Versão Atual:
0.4 beta
Tamanho: cerca de 165KB
Requer: Windows 9X/2K/XP
Finalidade: Ajustar a data e hora de qualquer arquivo

[DOWNLOAD]

A imagem abaixo é da versão 0.3 e não mostra exatamente como se parece a versão atual.

SetDate é um utilitário muito simples. Sua função exclusiva é alterar a data e hora de um ou mais arquivos. Isso pode ser útil em certos casos e o Windows não disponibiliza esse recurso.

O programa lembra o último arquivo e a última data utilizados.

Histórico

Versão 0.4 (18/09/2008)

Agora também é possível especificar uma hora

Versão 0.3

Primeira versão pública

Instruções de instalação

O programa não precisa ser instalado. Nada é alterado no registro e nenhum arquivo é criado criado a não ser o INI, no mesmo diretório. Apagar o executável e o INI criado por ele remove completamente o programa do seu computador.

Problemas conhecidos

Nenhum até agora 🙂

Você pode comentar sobre este programa no blog ou aqui mesmo.

Software

Ant Movie Catalog

[Download] [Home Page do Autor] [Meu Fórum]

Texto publicado em 14/11/2004 e revisado em 08/02/2007

Sempre que eu pensava em catalogar meus filmes, esbarrava no mesmo problema: não conseguia decidir que formato usar. Me preocupava descobrir que tinha tomado a decisão errada depois de ter catalogado criteriosamente uma centena de filmes e depois ter que tediosamente exportar a informação para outro formato. Esse tipo de trabalho repetitivo me aborrece mortalmente.

Eu baixei e testei vários programas especializados em catalogar filmes. Alguns, mesmo pagos, são simplesmente ridículos (dá para fazer melhor no Word) e a maioria não tinha nem de longe a flexibilidade de que eu precisava para ter certeza de que meu trabalho não seria em vão.

Foi então que eu me deparei com o freeware (opensource) belga AMC.

Se você clicar na miniatura da imagem do filme, o AMC mostra em tamanho original:

AMC é, até onde pude pesquisar, o melhor do mundo para Windows nesse gênero. Existem duas características dele que, sozinhas, já dariam a ele a primeira posição no meu ranking:

1)Suporte a scripts de coleta de dados – AMC já vem com um monte de scripts prontos para coletar dados sobre filmes automaticamente em sites como o IMDB e Amazon.com. Você só precisa dizer que script quer usar e dar o nome original do filme, que o AMC dispara a coletar toda a informação relevante sobre ele, incluindo duração, diretor, elenco, sinopse e até a capa! O script que escolhi pega todo o texto relevante no IMDB e a imagem da capa na Amazon.com. Tudo isso em menos de 30 segundos em uma conexão discada! Eu sequer sonhava com isso quando comecei a procurar um software!

Com meia dúzia de cliques você poupa meia hora de pesquisa por filme!

Você também pode criar seus próprios scripts ou alterar os existentes. Existe até um script para um site brasileiro que eu considero o melhor do gênero: Adorocinema.com (ele não é o melhor nas sinopses, mas no “geral”). Mas as sinopses em português são apenas para os amigos, porque eu prefiro as do IMDB mesmo. Você pode fazer o download da versão mais recente do script, bem como discutir sua estrutura e funcionamento aqui.

2)Fantásticos scripts de exportação – AMC pode exportar todo seu banco de dados tanto para uma simples lista de texto quanto para CSV (Excel, etc), SQL ou, muito melhor, para uma página HTML. Existem diversos modelos de script que você pode usar, cada um gerando uma página HTML diferente. A utilidade mais óbvia disto é poder manter um catálogo online dos seus filmes, que qualquer amigo possa consultar pela Internet. Mas também serve quando você quer mostrar aos amigos o que você tem, sem ser preciso instalar o AMC na máquina de ninguém.

Exemplo de página gerada com o template “Pynio”:

No exemplo anterior, todos os filmes estão na mesma página e você deve rolar entre eles. A vantagem desse template é que fica mais fácil de imprimir e você pode procurar um filme usando o comando “Localizar nesta página” de seu browser. A desvantagem é que essa página pode demorar muito a carregar, mesmo no seu próprio HD (depende da quantidade de filmes), porque todas as imagens precisam ser carregadas para a página ser exibida.

Outro exemplo, desta vez com o fantástico template “Wilspo”:

A página acima é imprópria para impressão, mas tem mais recursos. Você pode filtrar os filmes por categoria, clicando nos botões do topo. Quando faz a filtragem, a página mostra quantos filmes existem naquela categoria. Você move entre os filmes clicando nos botões de baixo. Tudo isso em simples HTML!

E a capacidade de exportação garante que, se você um dia encontrar um programa melhor que o AMC e este tiver capacidade de importação (terá que ter, para ser melhor), poderá transferir todos os dados do AMC (incluindo imagens) para ele em minutos!

Quase todas as críticas que eu tinha a fazer ao programa foram rebatidas com uma olhada atenta nas opções de configuração. Por exemplo, AMC tem campos para o título original e o título traduzido do filme, mas na lista só aparecia o título original. E embora eu ache questionáveis os títulos traduzidos (vide o exemplo gritante de “Lost in Translation” -> “Encontros e Desencontros”), tenho dificuldade para me lembrar, “na lata”, dos nomes originais de cada filme. Uma olhada cuidadosa na configuração resolveu o problema: Agora na lista só aparecem os títulos brasileiros.

A lista de filmes é personalizável. Você pode ordenar por número do filme ou por título. Também pode colocar ou não as caixas de seleção que você vê ao lado de cada nome. Eu nunca havia encontrado uma utilidade para essas caixas, até decidir numerar todos os meus DVDs. Então fui marcando todos os DVDs que eu já havia numerado. Os filmes desmarcados que você vê ao lado são de DVDs que eu não consegui encontrar em casa. Sem isso, eu teria que fazer uma lista por fora. Você pode usar as caixas também para marcar os filmes que você já assistiu.

O programa também tem campos para que você coloque onde conseguiu o filme e para quem emprestou. Como se isso não bastasse, ainda há o Gerenciador de Empréstimos, que mostra que filmes estão emprestados e quem está com quais filmes:

O programa também tem campos onde você diz se o filme é em DVD, VCD, DivX, etc. Mas eu preferi fazer catálogos diferentes para cada media.

Tudo o que eu mostrei acima é apenas um resumo limitado das capacidades do AMC. Você precisa usá-lo para entender todo o seu potencial.

Como se isso tudo não bastasse. O autor ainda oferece gratuitamente o código-fonte do programa em Delphi! Se você for um bom programador pode fazer as alterações que quiser no programa!

AMC não é perfeito, infelizmente. Uma das coisas que eu gostaria de ver no programa é a possibilidade de ter campos separados para sinopse original e sinopse traduzida. Na hora de mostrar a lista para os amigos eu poderia exportar apenas as sinopses traduzidas, evitando o que acontece hoje: minha irmã caçula acaba escolhendo os filmes que quer assistir apenas pela reputação e pela capa, porque não entende nada do que está escrito.

Você acha que conhece um programa melhor que o AMC ou tão bom quanto ele, mas em outros aspectos? Me mande um e-mail recomendando! Eu darei uma olhada assim que meu tempo livre permitir.

Nota: “Ant” não tem nada a ver com o inglês para “formiga”. “Ant” vem de “Antoine Potten”, o belga autor do programa. Mas Antoine aproveitou isso como um nickname.

Veja também

Como rodar o mesmo script em vários filmes de uma vez

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Meu Software

DIZINFO

Autor: Eu mesmo 🙂
Preço: Gratuito (freeware) – inclusive para fins comerciais!
Versão Atual:
1.0
Tamanho: cerca de 141KB
Requer: Windows 9X
Finalidade: Visualizar corretamente arquivos com arte ASCII. Geralmente arquivos com extensão NFO ou DIZ.

[DOWNLOAD]

Você possivelmente já se deparou com arte ASCII, mesmo que não soubesse que o nome era esse.Geralmente está presente em arquivos NFO (predominantemente) ou DIZ de programas que você baixa da Internet. Estes arquivos são difíceis de se visualizar com visualizadores comuns como o Bloco de Notas, mas DIZINFO tenta mostrá-los como realmente são.

Visto com o Bloco De Notas
Visto com o DIZINFO

Recursos do DIZINFO:

  • Permite associar-se a arquivos NFO e DIZ. Com isso, basta clicar duas vezes nesses arquivos para abri-los diretamente no DIZINFO;
  • Tem suporte a arrastar e soltar. Arraste um arquivo com arte ASCII para a janela de DIZINFO que ele abrirá o arquivo;

Instruções de instalação:

O programa não precisa ser instalado. Nada é alterado no registro e nenhum arquivo é criado. Apagar o executável remove completamente o programa do seu computador.

Modo de Usar

Usa-se da mesma forma que você usa o Bloco de Notas. Na verdade, é até mais simples.

Histórico

Versão 1.0 – 04/2003

  • Primeira versão disponível online

Problemas conhecidos

Nenhum até agora 🙂