Meu Software

Keep : Um Monitor de Recursos com Alarme

Autor: Eu mesmo :-)
Preço: Gratuito (freeware)
Versão Atual:
1.1
Tamanho: cerca de 157KB
Requer: Windows 95, 98 ou ME (não faz sentido usá-lo no NT, 2000 ou XP);
Finalidade: Prever (e ajudar a impedir) travamentos do Windows 9x;

[DOWNLOAD do EXE apenas]

Por favor, não confunda este software com aquela porcaria chamada “Norton CrashGuard”. O princípio de funcionamento deste software é outro e comprovadamente funciona.

Embora a maioria dos usuários não saiba disto, uma das grandes causas de travamento no Windows 9x é o esgotamento dos recursos de sistema (vou chamar apenas de “recursos” daqui em diante). Um travamento que pode ser evitado, se você tiver um meio efetivo de vigiar o uso desses recursos.

  • Limiar de alarme ajustável pelo usuário. O alarme toca se os recursos cairem abaixo do ponto escolhido;
  • O alarme toca tanto no alto-falante interno quanto nas caixas acústicas;
  • Para o alarme que toca nas caixas acústicas, o usuário pode escolher um arquivo WAV ou usar o som embutido;
  • O programa pode ser colocado “sempre visível” para que você aompanhe os indicadores permanentemente enquanto trabalha;
  • Minimiza para a barra de tarefas, ao lado do relógio. Um ícone indica quantos recursos ainda estão disponíveis;
  • Pode ser configurado para iniciar automaticamente com o Windows;

O que são os “recursos”

O termo “recursos” pode fazer você pensar que se trata de memória RAM, espaço em disco, velocidade de processamento, etc. Mas para o Windows, “recursos do sistema” é o nome dado a um pequeno bloco de memória RAM que é reservado para certas tarefas que as aplicações tem que fazer. Esse bloco de memória tem um tamanho fixo e é relativamente pequeno. Não importa se você tem 32MB ou 1GB de RAM, pois a área reservada para os recursos é sempre a mesma. Esta é uma limitação conhecida da arquitetura do Windows 9x (era ainda pior no Windows 3.1) que não existe no Windows NT, 2000 ou XP.

Cada programa que você abre no computador consome recursos. Alguns mais, outros menos. E, dentro de cada programa, certas “tarefas” podem consumir mais recursos do que outras. Cada simples janela que você abre do Internet Explorer, por exemplo, vai consumindo recursos. Então, não faz diferença a quantidade de memória que você tem. Se você abrir simultaneamente um número de aplicações suficiente para esgotar seus recursos, seu sistema vai inevitavelmente travar, mesmo que você esteja com 90% da sua memória RAM livre.

O mal uso dos Recursos

Como se não bastasse o fato de que o consumo de recursos é inevitável. Um programa criado incorretamente pode sofrer do que se chama “vazamento de recursos” (do inglês: Resources Leakage). O programa vai consumindo recursos desnecessariamente até um ponto em que não resta mais nada disponível nem para ele mesmo nem para as outras aplicações que estão rodando. E aí a máquina trava. Isso pode levar minutos, horas ou dias, dependendo da velocidade do “vazamento”. Um vazamento pequeno pode nem ser percebido pelo usuário, porque ele fecha o programa ou desliga a máquina antes que ele se torne um problema.

Geralmente, fechar o programa que está com vazamento é o suficiente para que os recursos que ele consumiu sejam liberados. Mas sem saber que o vazamento está ocorrendo, você não tem como tomar uma ação preventiva.

Eu próprio já escrevi um programa que tinha este tipo de problema. Ele consumia recursos da máquina devagarinho, mas como era um servidor que rodava 24H, ele inevitavelmente travava em no máximo três dias de operação. Enquanto eu não descobria o que estava causando isto, tive que usar uma versão avançada do Keep (que ainda não está disponível on-line) para me avisar, via rede, quando o servidor estava prestes a travar por falta de recursos. Bastava então eu ir até a sala do servidor e reiniciar a aplicação para recuperar os recursos e evitar o travamento.

O monitoramento de recursos

Felizmente, é possível ficar de olho nos recursos disponíveis. O próprio Windows 9x vem com uma ferramenta para isto chamada, adivinhe: “Medidor de Recursos”. Ela pode ou não estar disponível no seu menu, dependendo das opções de sua instalação.

A imagem ao lado mostra o medidor de recursos do Windows98SE enquanto estou escrevendo este texto. Ao mesmo tempo, meu computador está comprimindo um filme em Divx com o Nandub e eu ainda tenho o Gordian Knot, o Internet Explorer, o AVP e mais algumas aplicações rodando. Ainda tenho 34% de recursos livres, mas já está na hora de ficar de olho neles.

Você a esta altura já pode estar se perguntando: “Ué… se o próprio Windows já vem com um programa, para que eu preciso do Keep?”

O problema que me fez criar o Keep para o meu uso pessoal é que o programa do Windows tem uma falha que a meu ver é grave: Não avisa você que os recursos estão caindo. Ele fica lá aberto, parado… esperando silenciosamente que os recursos acabem e o sistema inteiro precise de um Reset. Ou você fica o tempo todo de olho nos recursos, ou seu sistema vai para o beleléu do mesmo jeito.

É aí que entra o Keep!

Keep monitora os recursos da mesma forma que o programa oficial da MS, mas existe um “limiar de alarme” ajustável que se for ultrapassado dispara um processo de alarme no computador. O ícone do Keep na barra de tarefas começa a piscar e um alarme sonoro toca simultaneamente no alto-falante interno e pelas caixas de som do computador. Ajustando um limiar suficientemente alto você terá tempo suficiente de tomar medidas que evitem o travamento iminente (fechar aplicações para liberar recursos) ou evitem que você perca o que está fazendo (dá tempo de clicar no botão de Salvar).

Perguntas e Respostas

Keep não roda. Acusa problema com uma DLL qualquer.

O problema é a ausência de rsrc32.dll e rsrc16.dll. Você precisa ter esses dois arquivos no seu diretório Windows\System para que Keep funcione. Eles são instalados quando você opta por instalar o medidor de recursos do Windows.

O que eu faço quando o alarme começar a tocar.

Feche algum programa. Começe, claro, pelos programas menos importantes, que você não está usando no momento.

Por que Keep mostra apenas dois indicadores, quando o Monitor de Recursos do Windows mostra três?

Se você prestar atenção, verá que o primeiro indicador (Recursos do Sistema) é sempre igual ao menor dos outros dois. Recursos do Sistema não é um tipo de recurso distinto dos outros dois. Eu achei isso redundante, por isso coloco apenas uma indicação numérica mostrando o valor menor.

Por que Keep toca um alarme tanto no alto-falante interno quanto nas caixas acústicas? Não basta deixar tocando nas caixas acústicas?

De forma alguma.

1)Nem todos os computadores tem placa de som. Mas praticamente todos tem alto falante interno;

2)Você pode baixar o volume das caixas de som até o zero ou mesmo retirar/desligar as caixas acústicas, anulando a eficiência do alarme que depende delas. Mas na grande maioria dos computadores não é possível fazer isso com o alto-falante interno. Eu posso ter uma razoável certeza de que se eu mandar ele bipar, vai sair um bip.

Ué. Então por que não deixa tocando só pelo alto-falante interno?

Eu adoraria. Mas infelizmente em muitos computadores o som do alto-falante interno é tímido demais e pode não ser ouvido a tempo em um ambiente de trabalho ruidoso ou se você estiver ouvindo um rádio. Em outros computadores (raros, mas existem) o som destinado ao alto-falante interno é redirecionado para a placa de som. Isso é vantajoso por um lado, mas problemático por outro: o som do alto-falante interno pode ser desligado.

A redundância, como vê, é necessária.

Tá. Mas por que além dessa cacofonia toda você ainda colocou o ícone para piscar? Não tá muito “drag queen” isso aí?

Experimente tentar descobrir, quando o alarme tocar, de onde raios ele vem sem ter ajuda :)

Com um limiar de alarme convenientemente ajustado, é possível que você use o Keep por dias ou semanas sem nunca ouvir um alarme dele. Pode ser que no dia que o alarme tocar você não faça a menor idéia do que está acontecendo. Isso é especialmente verdade se a pessoa que estiver usando o computador no momento não for quem instalou o Keep.

Por que “Keep”?

Porque escolher bons nomes para programas é uma arte que eu não domino :)
“Keep” vem da frase “Keep an eye at my resources” (Fique de olho nos meus recursos). Como “Fique” me pareceu ainda pior que “Keep”, este último ganhou. Pelo menos tem uma pronúncia bonitinha :) .

Minha outra opção foi MonRecal, que embora seja descritivo (vem de Monitor de Recursos com Alarme) não me pareceu muito simpático. Parece até nome de remédio :)

Instruções de instalação:

O programa não precisa ser instalado. Nada é alterado no registro (com exceção da diretiva que o inicia automaticamente, se você optar por isso) e nenhum arquivo é criado a não ser o INI. Apagar o executável e o .INI remove completamente o programa do seu computador.

Keep tem como padrão um limiar de alarme em 30%. Você pode mudar isto livremente e Keep lembrará o que você ajustou.

Para testar o alarme, basta mover o limiar para um ponto acima dos recursos que você tem no momento. Baixe o limiar e o alarme pára de tocar.

Histórico

Versão 1.1 – 05/2003

  • Keep agora mostra o estado dos recursos na systray mesmo durante um alarme;

Versão 1.0 – 04/2003

  • Primeira versão disponível online

Problemas conhecidos

Nenhum até agora :)

Software

Softwares para leitura descomplicada de quadrinhos e manuais digitalizados

Nota: Eu adotei os formatos CBZ e CBR também para distribuição de alguns manuais no meu site. Esta página explica como usá-los.

A comunidade de HQs criou dois softwares freeware específicos para a leitura de revistas em quadrinhos (HQs) digitalizadas. São o CDisplay (de Comics Display) e o BDzExplorer. Estes programas estão na categoria de “Sequential Image Readers” (algo como “leitores sequenciais de imagens”).

A princípio, achei uma bobagem, já que o formato PDF serve para isso também, é mais universal e não requer que o leitor instale mais um software em sua máquina. Mas depois de ler um pouco sobre o assunto, percebi que esses softwares pode ter vantagens significativas sobre o PDF. Entre elas:

  • Eles lêem as páginas direto de dentro de arquivos compactados RAR e ZIP. Ou seja: tudo o que você precisa fazer depois de digitalizar as páginas da revista é numerar os arquivos corretamente e colocá-los dentro de um ZIP ou RAR.
  • Em um teste preliminar que fiz, gravar os mesmos arquivos em um PDF com o Acrobat 5.0 cria um arquivo que é 10% maior que simplesmente compactar as mesmas páginas com RAR.
  • Existe um atalho de teclado para exibir duas páginas de cada vez, quando necessário. Isso não existe no PDF (pelo menos, não até a última versão do Reader que testei). Como existem situações em que a arte de uma HQ se estende por duas páginas, isso dá uma clara vantagem ao CDisplay, porque mesmo que você não possa ler o que está escrito (colocar duas páginas na tela vai obviamente reduzir o tamanho delas), você pode olhar a arte inteira e depois ler página por página, de forma rápida e conveniente.

O CDisplay criou (e o BDZExplorer adotou em seguida) as extensões .CBZ e .CBR, que são simplesmente arquivos ZIP e RAR (repare na letra final de cada extensão) renomeados. A princípio eu achei isso estúpido, mas depois a razão ficou clara. Estas duas extensões ficam associadas ao CDisplay, permitindo que você abra o arquivo (e comece imediatamente a leitura) simplesmente clicando nele duas vezes. Se você quiser abri-lo com o ZIP ou o RAR, basta renomear de volta. Agora eu mesmo estou compactando e renomeando todas as minhas revistas digitalizadas, porque achei isso realmente muito conveniente :)

Você pode usar o formato CBZ/CBR para arquivar muitas coisas: páginas da Playboy (você pode colocar uma senha no ZIP ou RAR e o CDisplay vai pedi-la ao abrir), as fotos da família, manuais, revistas, etc. Eu uso o CDisplay regularmente e todos os arquivos que tenho em JPG acabam sendo agrupados em .CBZ.

Você pode estar pensando: “Então um programa de “slide show” não serviria para ler quadrinhos? Existem deles ás pencas na Internet!”

Talvez. Isso é uma coisa que eu pretendo pesquisar. Porém a primeira condição para que o programa possa competir com o CDisplay é a capacidade de ler dentro de arquivos compactados. Isso já deixa de fora quase todos os programas de slide show (eu mesmo ainda não conheço nenhum com essa capacidade).

Além disso, CDisplay tem um monte de outras configurações específicas para a leitura de revistas que podem ampliar sua vantagem. Mas ainda não testei nenhuma delas.

Meu Software

SetDate

Autor: Eu mesmo :-)
Preço: Gratuito (freeware) – inclusive para fins comerciais!
Versão Atual:
0.4 beta
Tamanho: cerca de 165KB
Requer: Windows 9X/2K/XP
Finalidade: Ajustar a data e hora de qualquer arquivo

[DOWNLOAD]

A imagem abaixo é da versão 0.3 e não mostra exatamente como se parece a versão atual.

SetDate é um utilitário muito simples. Sua função exclusiva é alterar a data e hora de um ou mais arquivos. Isso pode ser útil em certos casos e o Windows não disponibiliza esse recurso.

O programa lembra o último arquivo e a última data utilizados.

Histórico

Versão 0.4 (18/09/2008)

Agora também é possível especificar uma hora

Versão 0.3

Primeira versão pública

Instruções de instalação

O programa não precisa ser instalado. Nada é alterado no registro e nenhum arquivo é criado criado a não ser o INI, no mesmo diretório. Apagar o executável e o INI criado por ele remove completamente o programa do seu computador.

Problemas conhecidos

Nenhum até agora :)

Você pode comentar sobre este programa no blog ou aqui mesmo.

Software

Ant Movie Catalog

[Download] [Home Page do Autor] [Meu Fórum]

Texto publicado em 14/11/2004 e revisado em 08/02/2007

Sempre que eu pensava em catalogar meus filmes, esbarrava no mesmo problema: não conseguia decidir que formato usar. Me preocupava descobrir que tinha tomado a decisão errada depois de ter catalogado criteriosamente uma centena de filmes e depois ter que tediosamente exportar a informação para outro formato. Esse tipo de trabalho repetitivo me aborrece mortalmente.

Eu baixei e testei vários programas especializados em catalogar filmes. Alguns, mesmo pagos, são simplesmente ridículos (dá para fazer melhor no Word) e a maioria não tinha nem de longe a flexibilidade de que eu precisava para ter certeza de que meu trabalho não seria em vão.

Foi então que eu me deparei com o freeware (opensource) belga AMC.

Se você clicar na miniatura da imagem do filme, o AMC mostra em tamanho original:

AMC é, até onde pude pesquisar, o melhor do mundo para Windows nesse gênero. Existem duas características dele que, sozinhas, já dariam a ele a primeira posição no meu ranking:

1)Suporte a scripts de coleta de dados – AMC já vem com um monte de scripts prontos para coletar dados sobre filmes automaticamente em sites como o IMDB e Amazon.com. Você só precisa dizer que script quer usar e dar o nome original do filme, que o AMC dispara a coletar toda a informação relevante sobre ele, incluindo duração, diretor, elenco, sinopse e até a capa! O script que escolhi pega todo o texto relevante no IMDB e a imagem da capa na Amazon.com. Tudo isso em menos de 30 segundos em uma conexão discada! Eu sequer sonhava com isso quando comecei a procurar um software!

Com meia dúzia de cliques você poupa meia hora de pesquisa por filme!

Você também pode criar seus próprios scripts ou alterar os existentes. Existe até um script para um site brasileiro que eu considero o melhor do gênero: Adorocinema.com (ele não é o melhor nas sinopses, mas no “geral”). Mas as sinopses em português são apenas para os amigos, porque eu prefiro as do IMDB mesmo. Você pode fazer o download da versão mais recente do script, bem como discutir sua estrutura e funcionamento aqui.

2)Fantásticos scripts de exportação – AMC pode exportar todo seu banco de dados tanto para uma simples lista de texto quanto para CSV (Excel, etc), SQL ou, muito melhor, para uma página HTML. Existem diversos modelos de script que você pode usar, cada um gerando uma página HTML diferente. A utilidade mais óbvia disto é poder manter um catálogo online dos seus filmes, que qualquer amigo possa consultar pela Internet. Mas também serve quando você quer mostrar aos amigos o que você tem, sem ser preciso instalar o AMC na máquina de ninguém.

Exemplo de página gerada com o template “Pynio”:

No exemplo anterior, todos os filmes estão na mesma página e você deve rolar entre eles. A vantagem desse template é que fica mais fácil de imprimir e você pode procurar um filme usando o comando “Localizar nesta página” de seu browser. A desvantagem é que essa página pode demorar muito a carregar, mesmo no seu próprio HD (depende da quantidade de filmes), porque todas as imagens precisam ser carregadas para a página ser exibida.

Outro exemplo, desta vez com o fantástico template “Wilspo”:

A página acima é imprópria para impressão, mas tem mais recursos. Você pode filtrar os filmes por categoria, clicando nos botões do topo. Quando faz a filtragem, a página mostra quantos filmes existem naquela categoria. Você move entre os filmes clicando nos botões de baixo. Tudo isso em simples HTML!

E a capacidade de exportação garante que, se você um dia encontrar um programa melhor que o AMC e este tiver capacidade de importação (terá que ter, para ser melhor), poderá transferir todos os dados do AMC (incluindo imagens) para ele em minutos!

Quase todas as críticas que eu tinha a fazer ao programa foram rebatidas com uma olhada atenta nas opções de configuração. Por exemplo, AMC tem campos para o título original e o título traduzido do filme, mas na lista só aparecia o título original. E embora eu ache questionáveis os títulos traduzidos (vide o exemplo gritante de “Lost in Translation” -> “Encontros e Desencontros”), tenho dificuldade para me lembrar, “na lata”, dos nomes originais de cada filme. Uma olhada cuidadosa na configuração resolveu o problema: Agora na lista só aparecem os títulos brasileiros.

A lista de filmes é personalizável. Você pode ordenar por número do filme ou por título. Também pode colocar ou não as caixas de seleção que você vê ao lado de cada nome. Eu nunca havia encontrado uma utilidade para essas caixas, até decidir numerar todos os meus DVDs. Então fui marcando todos os DVDs que eu já havia numerado. Os filmes desmarcados que você vê ao lado são de DVDs que eu não consegui encontrar em casa. Sem isso, eu teria que fazer uma lista por fora. Você pode usar as caixas também para marcar os filmes que você já assistiu.

O programa também tem campos para que você coloque onde conseguiu o filme e para quem emprestou. Como se isso não bastasse, ainda há o Gerenciador de Empréstimos, que mostra que filmes estão emprestados e quem está com quais filmes:

O programa também tem campos onde você diz se o filme é em DVD, VCD, DivX, etc. Mas eu preferi fazer catálogos diferentes para cada media.

Tudo o que eu mostrei acima é apenas um resumo limitado das capacidades do AMC. Você precisa usá-lo para entender todo o seu potencial.

Como se isso tudo não bastasse. O autor ainda oferece gratuitamente o código-fonte do programa em Delphi! Se você for um bom programador pode fazer as alterações que quiser no programa!

AMC não é perfeito, infelizmente. Uma das coisas que eu gostaria de ver no programa é a possibilidade de ter campos separados para sinopse original e sinopse traduzida. Na hora de mostrar a lista para os amigos eu poderia exportar apenas as sinopses traduzidas, evitando o que acontece hoje: minha irmã caçula acaba escolhendo os filmes que quer assistir apenas pela reputação e pela capa, porque não entende nada do que está escrito.

Você acha que conhece um programa melhor que o AMC ou tão bom quanto ele, mas em outros aspectos? Me mande um e-mail recomendando! Eu darei uma olhada assim que meu tempo livre permitir.

Nota: “Ant” não tem nada a ver com o inglês para “formiga”. “Ant” vem de “Antoine Potten”, o belga autor do programa. Mas Antoine aproveitou isso como um nickname.

Veja também

Como rodar o mesmo script em vários filmes de uma vez

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Meu Software

DIZINFO

Autor: Eu mesmo :-)
Preço: Gratuito (freeware) – inclusive para fins comerciais!
Versão Atual:
1.0
Tamanho: cerca de 141KB
Requer: Windows 9X
Finalidade: Visualizar corretamente arquivos com arte ASCII. Geralmente arquivos com extensão NFO ou DIZ.

[DOWNLOAD]

Você possivelmente já se deparou com arte ASCII, mesmo que não soubesse que o nome era esse.Geralmente está presente em arquivos NFO (predominantemente) ou DIZ de programas que você baixa da Internet. Estes arquivos são difíceis de se visualizar com visualizadores comuns como o Bloco de Notas, mas DIZINFO tenta mostrá-los como realmente são.

Visto com o Bloco De Notas
Visto com o DIZINFO

Recursos do DIZINFO:

  • Permite associar-se a arquivos NFO e DIZ. Com isso, basta clicar duas vezes nesses arquivos para abri-los diretamente no DIZINFO;
  • Tem suporte a arrastar e soltar. Arraste um arquivo com arte ASCII para a janela de DIZINFO que ele abrirá o arquivo;

Instruções de instalação:

O programa não precisa ser instalado. Nada é alterado no registro e nenhum arquivo é criado. Apagar o executável remove completamente o programa do seu computador.

Modo de Usar

Usa-se da mesma forma que você usa o Bloco de Notas. Na verdade, é até mais simples.

Histórico

Versão 1.0 – 04/2003

  • Primeira versão disponível online

Problemas conhecidos

Nenhum até agora :)

Meu Software

Ruler

Autor: Eu mesmo :-)
Preço: Gratuito (freeware) – inclusive para fins comerciais!
Versão Atual:
1.0
Tamanho: cerca de 144KB
Requer: Windows 9X/2K/XP
Finalidade: Medir o tamanho de elementos na tela, em pixels.

[DOWNLOAD]

Detalhe de Ruler, exibindo as coordenadas do mouse.

O que Ruler faz por você:

  • Muda de régua horizontal para régua vertical com um duplo clique;
  • Mostra as coordenadas atuais do mouse;
  • Permite a escolha da cor da régua e da escala;
  • Pode ser definida a propriedade “sempre visível”;

Ruler é um programa muito simples e não há muito o que dizer dele, mas se você precisar dele, provavelmente vai gostar de tê-lo ao seu alcance.

Instruções de instalação:

O programa não precisa ser instalado. Nada é alterado no registro e nenhum arquivo é criado a não ser o INI, no mesmo diretório. Apagar o executável e o INI criado por ele remove completamente o programa do seu computador.

Modo de Usar

Clique duas vezes para mudar a orientação da régua.

Clique com o botão direito para exibir o menu de opções;

Histórico

Versão 1.0 – 04/2003

  • Primeira versão disponível online

Problemas conhecidos

Nenhum até agora :)

Software

Técnicas Básicas de RIP para jogos


Advertência:

Os processos e idéias apresentados aqui não são ilegais, mas o uso que você vier a fazer deles pode ser. Você deve ter em mente que algumas produtoras não permitem que você faça cópias dos CDs nem para fins de backup e, nesse caso, o descrito aqui não será tolerado por elas. NÃO me mande e-mail perguntando como se faz a versão RIP deste ou daquele jogo.

As razões

Digamos que você adquiriu o CD de um jogo e gostaria de fazer o seguinte:

  • Colocar junto com o jogo todos os patches, mapas, utilitários e frescurinhas lançados para ele pelo próprio desenvolvedor ou por terceiros, que você reuniu na Internet;
  • Colocar o seu outro jogo preferido no mesmo CD para não ter ficar esse troca-troca eterno no drive;

Por exemplo, você sabia que é possível colocar o conteúdo de ambos os CDs de Total Annihilation em um único CD? Basta conhecer um ou dois truques.

Você ou um amigo tem um gravador de CD, mas seu desejo foi frustrado pelo fato de que o que você quer colocar no mesmo CD não cabe no espaço disponível, porque o jogo é enorme!

Neste texto eu ensino técnicas básicas de como liberar espaço na sua cópia para gravar outras tranqueiras suas :)

RIP ?

RIP é o nome dado pelos crackers ao ato de extrair do programa (incluindo jogos) tudo o que não é essencial. A finalidade disso para eles é reduzir o tempo de transmissão do programa pela internet e o espaço ocupado pelo conjunto de programas nos servidores de seus associados. Os softwares que passaram por um processo de RIP são chamados de “versão RIP”.

Existem diversas técnicas de RIP. A maioria delas está fora do alcance de quem não tem um profundo conhecimento de assembler e proteção contra cópias. Neste texto vou mostrar apenas as técnicas mais básicas (ao alcance de uma quantidade maior de usuários) de RIP para jogos. Estas técnicas só conseguem burlar proteções anti-cópia rudimentares, mas ainda assim funcionam com uma grande quantidade de títulos.

O que você precisa:

  • Poder e saber gravar CDs (não explico nada sobre isso neste texto);
  • Espaço livre no HD (talvez mais de 650MB) para preparar o trabalho;
  • Um CD regravável para os testes (não é obrigatório);
  • Um CD virgem para gravar o resultado.

O primeiro passo é copiar o conteúdo do CD para o HD. É com a cópia no HD que vamos trabalhar.

Identificando o que é inútil

Primeiro vilão: DirectX

Se seu jogo requer directX para rodar, existe um diretório no CD com o programa de instalação. Esse diretório só é necessário durante a instalação do jogo e às vezes apenas se sua instalação do DirectX estiver desatualizada. Por isso em muitos casos você pode erradicar o diretório DirectX do CD. Alguns jogos como “Spider Man – Separation Anxiety” não instalam de jeito nenhum se o diretório DirectX estiver ausente, mesmo que não seja necessário instalá-lo. Leve isso em conta e teste antes com um CD regravável para ver se o programa instala direito.

Se você acreditar que deve preservar a capacidade de instalação do DirectX no CD, ainda há algo que você pode fazer para ganhar espaço. Em muitos CDs, DirectX vem com diversas versões para diversas linguas. Dentro de Directx\Drivers\ haverá um diretório para cada uma delas nomeado com a sigla da língua.

A sigla para o Brasil é BRZ e para os EUA é ENG ou USA (depende da versão do DirectX).

Você pode remover todos os diretórios que não sejam os citados acima, porque eles jamais serão necessários (a não ser que seu Windows seja em outra língua que não seja o inglês ou o português).

No Jogo SHOGO, por exemplo, DirectX vem para 19 línguas. Remover as 17 desnecessárias libera 30.4MB de espaço. Note que eu não recomendo deixar apenas o BRZ, porque o diretório ENG pode ser necessário. ENG tem 4 vezes o tamanho de BRZ e deve haver uma boa razão para isso.

Se você optar por remover completamente o DirectX, ganha mais 15MB. O ganho para outros jogos depende da versão do DirectX e com quantas línguas ele (o DirectX) veio.

Note que nem sempre o diretório DirectX está na raiz do CD. Ele pode estar em um diretório chamado \redist\ ou em qualquer outro lugar. Dê uma busca no CD. Versões antigas não tem divisão por línguas, por isso não podem ser reduzidas, só suprimidas.

Segundo vilão: Demos de outros jogos

É comum o desenvolvedor incluir no CD demos de seus outros jogos. É bom tê-los no CD original, mas não na sua cópia.

Localizar e remover os demos não é tão simples quanto remover o DirectX. Não existe uma localização padronizada no CD, nem um formato de arquivo evidente. Você deve procurar por diretórios com nomes óbvios como “demos”, “trial”, “sampler”, ou “preview”. Dependendo de sua habilidade, você poderá encontrar demos ocultos em lugares menos óbvios.

Para facilitar suas chances de encontrar demos ocultos, dê uma busca para arquivos *.exe e *.avi. Esses arquivos podem ser utilizados pelo jogo ou por demos. Você terá que usar de dedução lógica para decidir o que não é do jogo, pela posição em que for encontrado e pelo nome do arquivo.

No Jogo SHOGO, por exemplo, existe um diretório “previews” com demos e filmes totalizando 125MB!

No Jogo MS Combat Flight Simulator, existe um diretório “Sampler” com 102MB.

Terceiro vilão:
Programas de serviço online que você nunca vai usar

Muitos jogos vem com os programas de instalação de provedores de acesso à internet americanos e/ou programas para jogar na internet.

Você deve procurar pelo nome de pastas como Mindspring, Kali, Mplaynow, Mplayer, etc.

No jogo M.A.X. 2, por exemplo, a pasta Mindspring contém o programa de instalação do Internet Explorer 4 em inglês. São 26MB inúteis.

Quarto vilão: Documentação

Em M.A.X. 2, por exemplo, existe um manual em format PDF, que somado ao viewer da Acrobat, totaliza 14MB. Para que você quer a documentação na sua cópia?

Quinto vilão: Filmes do jogo

Hoje em dia, quase todo jogo tem sequências de vídeo. Em alguns, são bobagens facilmente dispensáveis, em outros (Tomb Raider, por exemplo) é nos filmes que a estória é esclarecida. Independentemente do conteúdo, alguns filmes são simplesmente bonitos de se ver (como a sequência cinematográfica inicial de Descent – Freespace).

Mas se o que você quer mesmo é jogar, os filmes apenas estão no seu caminho ou ocupando espaço no CD (verdade principalmente para quem está jogando contra outros jogadores via Internet e não está seguindo as missões do jogo).

Remover os filmes é a parte mais divertida de todo esse meu texto, porque é a que requer um pouco mais de astúcia. Primeiro, você deve localizar os filmes no CD. Se não estiver familiarizado com isso, talvez essas informações lhe dêem um ponto de partida.

Como fazer?

Ao contrário dos “vilões” anteriores, os filmes são geralmente solicitados durante o jogo e você precisa usar alguns truques para fazer com que o jogo pense que os filmes ainda estão lá.

1 – Remover os filmes

A atitude mais óbvia mas é também a que menos funciona. Apenas jogos que tenham sido escritos para ignorar possíveis erros de leitura na hora de procurar os filmes vão ser enganados por esse método. Mas você pode arriscar, se quiser.

2 – Substituir todos os arquivos de filme por arquivos com 0 bytes

Parece bobagem, mas funciona. Uma grande quantidade de jogos só verifica se o filme está lá mas não verifica se o filme pode ser executado. Na hora de executá-lo a rotina principal do jogo passa o nome do filme para a rotina de execução apropriada e esta, em muitos casos, quando não consegue executar o filme que lhe foi passado simplesmente aborta e passa o controle de volta ao jogo como se o filme tivesse sido executado normalmente. Nenhuma mensagem de erro ou interrupção. Mas o arquivo precisa ter 0 bytes. Se tiver um byte que seja os resultados podem ser imprevisíveis.

Engraçado, não é? :)

Você talvez esteja se perguntando: “e como é que eu consigo um arquivo de 0 bytes?!”. As maneiras de criar um arquivo assim são como receita de Neston: é só inventar uma. Mas para não complicar muito, baixe esse arquivo aqui. Ele tem 0 bytes e está com a extensão ZIP apenas para que seu browser possa baixá-lo corretamente, pois arquivos de 0 bytes não tem formato definido. Eles são o que você quiser que eles sejam, mesmo que só “figurativamente”.

Tudo o que você precisa fazer é substituir os filmes do jogo, um a um, por cópias desse arquivo.

Quer ver um exemplo que funciona? No jogo CLAW em portugês, os filmes estão contidos no arquivo \movies\Claw.fec. Substitua esse arquivo por um arquivo de 0 bytes, grave um CD de teste com a nova versão e veja como um jogo pode emagrecer em 351MB com uma tacada só :)
(O tamanho do CD é reduzido de 486MB para 135MB)

Esse é o melhor método possível, pois é o que reduz ao máximo o espaço requerido pelos filmes e permite transições menos estranhas que o método a seguir. Porém, alguns jogos são mais exigentes e não vão ser enrolados pelo arquivo de 0 bytes. A reação do jogo pode variar entre ficar pedindo o CD, travar, abortar, espernear, etc. O método a seguir, embora requeira um pouco mais de trabalho, tem chances de funcionar onde este método fracassou.

3 – Substituir todos os arquivos de filme por um arquivo do mesmo formato, mas com o menor tamanho possível

O jogo quer um AVI? Dê um AVI a ele! Ele só não precisa saber que o AVI que você está oferecendo não é o que ele está esperando.

Digamos que o jogo tem três filmes no formato AVI (é só um exemplo. Essa técnica pode ser usada com qualquer formato) assim:

  • intro.avi – 100MB
  • victory.avi – 5MB
  • theend.avi – 70MB

Se você apagar intro.avi e theend.avi e em seguida copiar victory.avi no lugar de ambos, vai ficar com algo assim:

  • intro.avi – 5MB
  • victory.avi – 5MB
  • theend.avi – 5MB

Parece tolice? Pois funciona na maioria dos casos. O jogo não faz idéia do que tem no filme e geralmente não tem como saber que está executando o filme errado (por que raios os desenvolvedores iriam se preocupar com isso?)

Os únicos inconvenientes são de que o jogo vai parecer estranho com o mesmo filme executando frequentemente e que o aproveitamento de espaço não é tão bom quanto no método anterior (no exemplo, você ainda precisa de 15MB).

Se você tem grande experiência com arquivos, já deve ter notado que não precisar usar um arquivo de 5MB só porque ele é o menor do CD. Você pode usar QUALQUER outro arquivo do mesmo formato. Assim, se você encontrar um arquivo AVI de 100KB, poderá usá-lo

NOTA

Em alguns casos não é tão simples. Um filme SMK pode ser substituído por qualquer outro. Mas em alguns formatos, como o próprio AVI, dois filmes com a mesma extensão podem ter sido criados com esquemas de compressão (CODECS) diferentes, por isso o filme que você colocar no lugar pode não ser reconhecido pela rotina de execução de filmes do jogo. Se isso ocorrer, ou você encontra um arquivo pequeno criado com a mesma técnica, ou vai ter que se contentar com o menor arquivo disponível no jogo.

Um exemplo são os filmes do jogo Worms 2. Se você tentar executar os filmes sem ter instalado o jogo, no máximo vê uma imagem completamente estranha. Quando você instala o jogo na máquina, os CODECS apropriados são instalados sem o seu conhecimento e os filmes são apresentados normalmente. Evite usar um filme AVI que requer um CODEC “difícil” como os deste jogo.

O inconveniente, claro, é que durante a execução do jogo toda vez que um filme deveria ser executado você verá um flash de um filme que nada tem a ver com o game.

Ë sempre bom ter em mente que elguns jogos são bem chatos e podem querer verificar o tamanho do arquivo ou outros atributos antes da execução. Aí não tem jeito usando essas técnicas básicas.

Sexto vilão: Trilhas de áudio

Não são inúteis. Mas se você é do tipo de pessoa que prefere jogar ouvindo apenas os efeitos sonoros do jogo ou se simplesmente já está de saco cheio das músicas, pode liberar MUITO espaço em disco eliminando-as. Alguns jogos não gostam disso mas outros simplesmente deixam para lá quando não conseguem encontrar uma determinada faixa no CD.

Nota: Se você não sabe o que é uma trilha de áudio, procure descobrir senão você não vai entender lhufas disto aqui (na verdade você está botando o carro à frente dos bois).

Copie apenas os dados do CD para um CD de teste e veja o que acontece. Se você tiver sorte o jogo vai rodar sem problemas. Se o jogo insistir que não encontra as trilhas de áudio (ou travar, ou enlouquecer, etc), experimente aplicar o mesmo método de substituição do “vilão” anterior: Procure ou crie uma trilha de áudio bem pequena e substitua todas as trilhas do CD por ela. Muitos jogos não verificam o tamanho da trilha e simplemente mandam que ela seja executada. Eles nem vão perceber se a música parar três segundos depois.

Por enquanto é só…

O que eu expliquei aqui vai permitir que você faça um RIP com sucesso para uma grande quantidade de títulos, mas alguns não vão permitir um ou nenhum de meus truques. Para colocar mais de um título no mesmo CD você ainda vai encontrar alguns desafios, pois os dois títulos podem ter diretórios com o mesmo nome ou ambos podem identificar o CD pelo label (e só pode haver um label no CD). Qualquer dia desses falarei sobre isso e sobre como você pode testar o seu trabalho sem precisar de CDs .

Divirta-se!

Informações Adicionais

Formatos e extensões de vídeo

Nesta lista eu dou algumas informações sobre os diversos formatos e extensões de vídeo, acrescentando os jogos que (só os que eu conheço) usam esse formato, onde estão os vídeos no CD e o quanto de espaço você pode ganhar se removê-los.

.DDV

Este é um formato de vídeo bem incomum, criado com a tecnologia de compressão de vídeo Masher Até o momento em que este texto foi escrito, só podia ser encontrado nos seguintes títulos:

  • Tzar
  • African Safari Trophy Hunter
  • Oddworld Abe’s Oddysee – 369MB em \
  • Oddworld Abe’s Exoddus

Não conheço nenhum player para este formato.

.SMK (Tecnologia Smacker)
  • Shogo
  • Dominion CD1 – 327MB em \Cine
  • Dominion CD2 – 322MB em \Cine
  • MS Monster Truck Madness – 155MB em \Videos
  • Arkritz
  • Starcraft – internamente. Os vídeos de Starcraft não podem ser removidos com técnicas básicas de RIP, apesar de usarem a tecnologia Smacker.
  • Sim City 3000 BR – 26MB em \Sc3\Res\ui\Shared\Movies (ver MPG, MOV, AVI)
  • Carmageddon – 86 Mb em \Data\Cutscene
  • Myth II – SoulBlighter – 96MB em \Cutscenes
  • Uprising 2 – Lead And Destroy – 147MB em \Video

Existem pelo menos dois players para este formato, sendo um para DOS e outro para Windows.

.RPL

Este formato parece ser exclusivo da EIDOS. Você pode assistir esses vídeos seguindo a dica nesta minha outra página.

  • Tomb Raider I, II e III
  • Deathtrap Dungeon – 67MB em \Asylum\Movies
.AVI
  • SIN – 68MB em \setup\data\base\movies
  • MS Combat Flight Simulator – 72MB em \Videos e 6MB na raiz
  • Forsaken – 40MB em \data\splash
  • BattleZone – 36MB em \Splash\avi
  • M.A.X. 2 – 15MB em \Demo (ver MVE e EXE)
  • Police Quest Swat 2340MB em \Swat2\Movies
  • Commandos – 321MB em \Commandos\Video. Só é possível retirar do CD se você souber driblar a proteção contra cópia (ou se esta já tiver sido driblada)
  • Sim City 3000 BR – 20MB em \Demos (ver SMK, MPG, MOV)
  • Space Bunnies Must Die – 196 MB em \Movies (incluindo o filme que mostra como o jogo termina)

O formato AVI é diretamente suportado pelo Windows. Clique duas vezes no arquivo e, se o CODEC apropriado estiver instalado, o filme podera ser assistido. Não é necessário nenhum player especial.

.MVE (Formato exclusivo da Interplay)
  • M.A.X. 2 – 20MB em \max2 (ver AVI e EXE)

Oficialmente, filmes MVE só podem ser executados dentro dos jogos da Interplay. Não existe, oficialmente, nenhum player que os execute.

.MPG
  • Sim City 3000 BR – 25MB em \Demos (ver SMK, MOV, AVI)
.MOV (Apple Quicktime)
  • Sim City 3000 BR – 16MB em \Demos (ver SMK, MPG, AVI)

Requer a instalação do Quicktime no seu computador.

.EXE
  • M.A.X. 2 – 19MB em \Demo (ver AVI e MVE)

Um vídeo no formato .EXE na verdade pode ser um vídeo em qualquer outro formato, mas embutido em um programa de execução apropriado. Assim, independentemente da tecnologia usada para criar o filme, ele roda em qualquer máquina.

Formatos problemáticos

.TRE

Wing Commander Prophecy – São 427 MB de filmes no CD 1, 429 no CD2 e 388 no CD3. O formato inclui diversos filmes internamente, por isso as técnicas descritas aqui só funcionarão com muita sorte.

Software

Os filmes do jogo Tomb Raider

As animações cinematográficas dos jogos Tomb Raider 1, 2 e 3 podem ser assistidas sem ser necessário ter que terminar o jogo. Os filmes tem a extensão .rpl e estão sempre localizados na pasta \FMV (abreviatura de Full Motion Video).

Para assistir às animações, você precisa do programa EscapePlay. O programa não precisa ser instalado, rodando de qualquer diretório onde você o coloque. Ao executá-lo pela primeira vez a extensão RPL é associada a ele e você passa a poder executar os filmes simplesmente clicando duas vezes neles.

Os filmes de TR1 são muito interessantes e contam a estória por trás do jogo. Os filmes de TR2 são menos informativos, mas ainda assim são interessantes de se ver (principalmente o primeiro). Em TR3 o interesse da Core por criar filmes interessantes parece ter caído muito, mas ainda assim vale a pena assisti-los.

É importante notar que algumas cenas do jogo parecem filmes, mas não são. E por isso não poderão ser encontradas no formato RPL e executadas fora do jogo. Uma dessas cenas é aquela depois que Lara sai de Tomb of Qualupeck (TR1) e tem que enfrentar Larson. Depois que Larson está muito ferido, uma animação começa onde ele dá explicações a Lara, mas essas animações são um conjunto de instruções para o jogo, onde as vozes são retiradas de trilhas de áudio do CD.

Como obter EscapePlay 2.0

EscapePlay não acompanha nenhum dos CDs de Tomb Raider, só podendo ser obtido via Internet. A versão 2.0 pode ser obtida aqui, da seguinte forma:

Escapeplay2_base.zip (193KB) – Geralmente, você só precisa deste arquivo para que EscapePlay funcione. Contém o executável e todas as DLLs específicas do programa. Descompacte-o em um diretório à sua escolha.

Escapeplay2_comuns.zip (576KB) – Contém duas DLLs (msvcrt.dll e mfc42.dll) que geralmente as pessoas tem em seus computadores, mas se você não as tiver terá que baixar esse arquivo e descompactá-lo no mesmo diretório onde descompactou Escapeplay2_base.

Software

Stacker

Nota: Este texto era uma explicação rápida para clientes que precisavam do stacker. Tem muitas “pontas soltas” porque eu podia responder as dúvidas dos cliente por telefone. Não pretendo corrigir as pontas soltas porque o Stacker não é mais popular. Mas deixo essas informações aqui na esperança de que ainda assim possam ajudar alguém. Perceba que a maior parte do texto não está acentuada, porque na época não era fácil acentuar em computadores.

Introdução

Este texto nao tem a pretensao de substituir o manual do Stacker, pelo contrario, a leitura do manual e algo que considero indispensavel a compreensao do software e que, consequentemente, ajudara o usuario em caso de acidentes de utilizacao. O meu objetivo e esclarecer alguns pontos que o manual deixa nebulosos ou nao chega sequer a citar. Em pontos onde achei necessario eu repeti dados do manual porem deixei pouca ou nenhuma indicacao no texto de quais informacoes foram transcritas ou foram obtidas atraves de testes. Quaisquer criticas serao bem-vindas, assim como indicacoes feitas com relacao a incorrecoes nas informacoes dadas e suposicoes feitas. E necessario ter em mente as seguintes definicoes:

Stacker Drive -> Drive virtual criado pelo Driver de Dispositivo STACKER.COM em um arquivo STACVOL.XXX.

Host Drive -> Drive fisico que contem o Stacker Drive (Host significa HOSPEDEIRO).

Lembre-se que, por vezes, o “modus operandi” do Stacker pode parecer absolutamente imcompreensivel e talvez seja isso que deixa tantos usuarios relutantes em utilizar seriamente o programa. A leitura atenta do manual antes ou durante o processo de instalacao ( e nunca depois ) pode evitar HORAS de frustracao.


Procedimento Inicial de instalação

Antes de tentar a instalacao e de posse do Disquete Stacker tomar as seguinte medidas:

  • Fazer uma copia do disco e mante-la como matriz (nao utiliza-la para instalacao). O programa personaliza a copia durante a instalacao com seu no me e o nome da empresa e apresenta esses dados sempre durante o boot quando o STACKER e instalado pelo CONFIG.SYS. Nao tenho certeza mas talvez isso ocasione problemas futuros de uso do disquete.
  • Mover os arquivos do diretorio STACKER para o diretorio raiz do dis- quete (se isso nao for feito a instalacao comecara bem, mas tera que ser a- bortada mais tarde).
  • Foi impossivel para mim rodar o Stacker de dentro do Stereo Shell. Portanto aconselho que, se voce estiver dentro de algum programa gerenciador dor de discos (como o proprio DOS SHELL) e estiver recebendo absurdas mensa- gens do tipo “Unable to find INSTALL2.EXE”, abandone o shell e execute o Stacker a partir do prompt do DOS.

E muito importante entender o que ocorre durante o boot de um micro onde o Stacker esta instalado para que se possa resolver eventuais problemas. Tome o seguinte exemplo do CONFIG.SYS no meu micro ( eu tenho um HD de 130Mb dividido em quatro drives logicos: C, D, E e F ).

device=C:\DOS\SETVER.EXE
device=C:\DOS\HIMEM.SYS
device=C:\DOS\EMM386.EXE
device=C:\DOS\RAMDRIVE.SYS 2048/e
device=SCREATE.SYS G:
device=STACKER.COM C:\STACVOL.DSK D:\STACVOL.DSK E:\STACVOL.000 F:\STACVOL.DSK G: \ems
devicehigh=C:\DOS\ANSI.SYS DOS=high, umb COUNTRY=055,801,C:\DOS\COUNTRY.SYS device=C:\WIN\SMARTDRV.SYS
FILES=30
buffers=20
device=SSWAP.COM F:\STACVOL.DSK
device=SSWAP.COM D:\STACVOL.DSK
device=SSWAP.COM E:\STACVOL.000
device=SSWAP.COM C:\STACVOL.DSK /sync

Apos a execucao desse arquivo o computador podera acessar os seguintes drives referentes ao disco rigido:

  • Drive C: ->Stacker Drive
  • Drive D: ->Stacker Drive
  • Drive E: ->Stacker Drive
  • Drive F: ->Stacker Drive
  • Drive G: ->Stacker Drive (RAM)
  • Drive H: ->Host Drive do Stacker Drive C:
  • Drive I: ->Host Drive do Stacker Drive D:
  • Drive J: ->Host Drive do Stacker Drive E:
  • Drive K: ->Host Drive do Stacker Drive F:

Observe que com todos os Host Drives juntos e tendo letras de H acima ha uma seguranca maior do sistema pois dificulta o mauseio acidental dos arquivos que contem os Stacker Drives. Agora observe como isso e feito no CONFIG.SYS:

device=C:\DOS\SETVER.EXE
device=C:\DOS\HIMEM.SYS
device=C:\DOS\EMM386.EXE
device=C:\DOS\RAMDRIVE.SYS 2048/e

As linhas acima tem o efeito de criar o ramdrive G antes da instalacao do STACKER.COM. Isso e necessario porque neste caso o ramdrive tambem sera ampliado pelo Stacker e STACKER.COM so pode ser instalado uma unica vez com todas as declaracoes feitas numa unica linha. E possivel ampliar o ramdrive mesmo que ele seja criado apos a instalacao do STACKER.COM, mas isso implica adicionar uma linha ao arquivo AUTOEXEC.BAT. Desta maneira o uso fica simplificado.

device=SCREATE.SYS G:

Essa linha cria, no ramdrive, um arquivo STACVOL.DSK. Note que a inclusao dessa linha so e necessaria no caso do ramdrive, porque o arquivo e sempre apagado ao inicializarmos o micro. No caso dos demais drives os arquivos foram criados pelo programa SCREATE.COM e estao permanentemente guardados no HD.

device=STACKER.COM C:\STACVOL.DSK D:\STACVOL.DSK E:\STACVOL.000 F:\STACVOL.DSK G: \ems

A linha acima instalara o STACKER.COM como um driver de dispositivo. A partir desse momento o STACKER.COM manipulara os arquivos STACVOL.XXX cuja localizacao e descrita na linha e os transformara em Stacker Drives. Observe que no caso do ramdrive nao e necessario especificar arquivo.

Lembrar que STACKER.COM deve ser instalado numa unica linha. A opcao \ems economiza memoria convencional fazendo o STACKER.COM car- regar uma parte de seu codigo na memoria expandida e, tambem, cria uma cache de disco. Observei que o uso da opcao \ems no caso acima impede a carga do Windows 3.0 no modo Standard. E possivel que com outro arranjo do CONFIG.SYS esse problema deixe de existir. Conforme ja foi explicado, esse arranjo criara drives adicionais de H a K; caso voce ache isso incoveniente por algum motivo voce pode alterar a linha para:

device=STACKER.COM C:\STACVOL.DSK D: E: F: G: \ems

Na forma acima o Stacker criara apenas o drive H, que sera o Host Drive do Stacker Drice C; isso nao deve ser mudado poque o drive C e o drive de boot ( o manual nao esclarece o motivo mas alerta para isso ). Os demais Stacker Drives ao serem criados substituirao os respectivos Host Drives ( a- cessar os Host Drives sera impossivel ate que seja feita uma reconfiguracao).

device=SSWAP.COM F:\STACVOL.DSK
device=SSWAP.COM D:\STACVOL.DSK
device=SSWAP.COM E:\STACVOL.000
device=SSWAP.COM C:\STACVOL.DSK /sync

As linhas acima determinam que as letras atribuidas aos Host Drives sejam permutadas com as letras atribuidas aos Stacker Drives. Isso e necessario porque, a medida que cria Stacker Drives, o STACKER.COM vai utilizando as proximas letras disponiveis para atribuir a eles. No caso que estamos analisando se nao incluirmos o SSWAP.COM o sistema ficaria com as seguintes atribuicoes de letras para os drives:

  • Drive C: ->Host Drive do Stacker Drive H:
  • Drive D: ->Host Drive do Stacker Drive I:
  • Drive E: ->Host Drive do Stacker Drive J:
  • Drive F: ->Host Drive do Stacker Drive K:
  • Drive G: ->Stacker Drive (RAM)
  • Drive H: ->Stacker Drive
  • Drive I: ->Stacker Drive
  • Drive J: ->Stacker Drive
  • Drive K: ->Stacker Drive

A incoveniencia disso torna-se clara se voce observar que suas aplicacoes instaladas para rodar no drive C agora estarao no drive H. Outro incoveniente e a manipulacao em programas tipo Stereo Shell. No caso de ter-se optado pela linha: device=STACKER.COM C:\STACVOL.DSK D: E: F: G: \ems apresentada anteriormente, o uso do SWAPP.COM torna-se des- necessario.

Atencao ao fato de que a ultima das declaracoes SSWAP nao o e por aca- so: Ate a execucao dessa linha todos os drivers sao chamados no verdadeiro drive C ( Host ), mas apos sua execucao qualquer driver sera buscado no Sta- quer drive que foi “sswapped” com o drive C ( o H, no caso ) isso pode gerar muita confusao e problemas de execucao dos drivers.

Atencao ao instalar o Stacker num drive ja ocupado por arquivos. Sta -cker Drives criados dessa maneira levam mais tempo para ficarem prontos pa- ra uso durante a execucao do CONFIG.SYS (nem sempre. O tempo necessario pa- rece depender do numero de modificacoes em arquivos feitas antes do ultimo boot).

MAIS NOTAS SOBRE O STACKER

O stacker apresentou imcompatibilidade com o programa Wild Find (WF.COM) Ele apresenta a mensagem BOOT RECORD SCREWD UP em qualquer stacker drive que voce tente rodar o programa.

Programas gerenciadores de boot como o BOOT.SYS nao funcionarao corre- tamente se voce adotar o esquema normal de SWAPP dos stacker drives. E ne- cessario transferir as declaracoes SWAPP para o AUTOEXEC.BAT logo apos um comando para copiar os novos CONFIG.SYS e AUTOEXEC.BAT gerados pelo progra- ma para a copia do diretorio raiz gerenciada pelo stacker. Se esta provi- dencia nao for tomada o AUTOEXEC.BAT correto nao sera executado.

Lembrar que, se voce instalar o Stacker para o drive C, durante uma secao normal de trabalho voce ao movimentar dados de/para o drive C estara trabalhando com o Stacker Drive e nao com o Host Drive. Isso significa que apagar, mover ou renomear arquivos importantes para o boot como o IOSYS.COM e o COMMAND.COM nao afetara em nada a inicializacao do sistema pois sao me- ras copias dos originais.


Problemas com o QEMM

Utilizar o programa OPTIMIZE, da Quarterdeck, sob o Stacker pode trans- formar-se num pesadelo de reboots, arquivos duplicados e, o que e pior, nenhum efeito benefico claro. A causa disso tudo e, como sempre, o SWAPP. A necessidade de permutar drives durante o processo de boot enlouquece os programas que trabalham com modificacao dos arquivos AUTOEXEC.BAT e CONFIG.SYS: eles acabam modificando os arquivo errados.

Apos uma dezena de tentativas frustradas de entender o que estava o- correndo de errado eu tomei uma decisao: eliminei temporariamente as linhas que faziam o SWAPP para que o OPTIMIZE trabalhasse em unico drive. Apos o programa ter realizado o seu trabalho eu simplesmente copiei os arquivos AUTOEXEC.BAT e CONFIG.SYS ja modificados para o meu Stacker Drive para nao ter problemas futuros e recoloquei as declaracoes SWAPP nos arquivos (isso nao prejudica o processo porque o Driver SWAPP nao fica residente em memo- ria).

E necessario para isso que o Host Drive C: tenha copia dos arquivos utilizados pelo OPTIMIZE. Como eu nao sabia que arquivos o programa utiliza nas fases de “detection”, “setup” e “stealth” entao copiei o diretorio in- teiro do Stacker Drive para o Host Drive. Concluido o trabalho do OPTIMIZE, basta deixar no diretorio os arquivos citados em AUTOEXEC.BAT e CONFIG.SYS. No meu caso os arquivos foram:

  • QEMM386.SYS
  • LOADHI.COM
  • LOADHI.SYS

Os seguintes arquivos sao criados pelo OPTIMIZE:

  • STEALTH.LOG
  • HINTDATA.OPT
  • LOADHI.OPT

A verdadeira utilidade dessses arquivos eu desconheco. Porem, na ausencia do manual, eu os mantive intactos (na realidade esses arquivos sao criados a cada execucao do OPTIMIZE, eu mantive apenas os referentes ao meu boot atual). Tentei os processos de Stealth utilizando os parametros :M e :F. Esse ultimo revelou ser mais eficiente, liberando mais memoria abaixo dos 640K. Entretanto, o programa so tenta “:F” sob solicitacao do usuario, o que faz acreditar que deve haver alguma contra-indicacao no uso desse parametro. Melhor ficar atento a futuros problemas de gerenciamento de memoria.


Notas Sobre a Utilização

Eu criei um diretorio de teste em tres drives logicos diferentes e movi para cada um deles um diretorio com 1.107.882 bytes em arquivos. Pude notar o seguinte:

DRIVE D DRIVE F DRIVE C
Bytes livres antes
14.098.432
14.131.200
18.776.064
Bytes livres depois
12.894.208
13.139.968
17.768.440
Numero de bytes ocupado
1.204.224
991.232
1.007.624

Isso mostra como e dificil prever o espaco ocupado por um arquivo ou grupo de arquivos num Stacker Drive. O motivo dessa disparidade e, em parte, explicado na pagina 88 do manual e tem a ver com o fato de que o numero de bytes que voce ve como livres e uma projecao dada pelo Stacker baseado na taxa de ocupacao do drive e da taxa de compressao alcancada pelos arquivos até então instalados no drive. Como esses dois fatores nao sao iguais em todos os drives resulta nas diferenças apontadas acima. Como exemplo estas são as taxas de compressão obtidas com o SCHECK.COM no momento em que foi realizado o teste:

DRIVE D DRIVE F DRIVE C
Taxa de compressao
2.8:1
1.5:1
1.6:1

Manter diretorios compactados com ARJ ou PKZIP em um Stacker Drive pode ser vantajoso em termos de espaco ocupado. Apesar desses compactadores acrescentarem um “header” no arquivo compactado suas taxas de compressao mais elevadas permitem essa economia de espaco. Realizei um unico teste utilizando o mesmo grupo de arquivos do teste anterior agora compactado com ARJ para um unico arquivo de 525.647 bytes e obtive os seguintes resultados:

DRIVE D DRIVE F
Bytes livres antes
14.098.432
14.131.200
Bytes livres depois
13.565.952
13.254.656
Numero de bytes ocupado
532.480
876.544

Ja que o diretorio utilizado e o mesmo do exemplo anterior podemos usar os valores ja obtidos:

DRIVE D DRIVE F
Diretorio nao compactado
1.204.224
991.232
Diretorio compactado
532.480
876.544
Ganho de espaco
671.744
114.688

As diferencas de um drive para outro sao enormes mas o ganho de espaco e evidente em ambos os casos. Nao foi realizado o teste no drive C porque a digitacao deste texto alterou o numero de bytes livres desde o ultimo teste ( a diferenca era insignificante mas, mesmo assim, leveia em consideracao ).

Meu Software

Background Explorer

Autor: Eu mesmo :)
Preço: Gratuito
Tamanho: 1.7MB (programa + todas as DLLs necessárias)
Requer: Windows 9X
Finalidade: Ajudar na escolha de imagens de background (papel de parede, páginas web, etc)

Nota (30/07/2002): Embora este programa esteja funcionando o seu desenvolvimento (correção de bugs e aperfeiçoamentos) está encerrado. Se houver interesse suficiente, poderei continuá-lo; mas isso irá exigir que eu reinicie o projeto do zero, desta vez em Delphi (em Visual Basic é muito complicado).

Novidade na versão 1.03 (03/1999)

Finalmente consegui implementar uma rotina de “tile” que funcionasse para o papel de parede do desktop. BE agora é realmente capaz de substituir o papel de parede sozinho.

Nota: eu uso o termo “background” no texto com o mesmo significado de “papel de parede”.

“Background Explorer” (daqui para a frente chamarei de “BE”) foi um programa que eu desenvolvi em VB depois de procurar muito por um programa que me ajudasse a escolher figuras para o background de minhas páginas HTML e não encontrar nenhum satisfatório. Todos eram ou muito limitados ou muito complicados, requerendo vários passos para visualizar cada imagem.

No princípio minha intenção era criar um programa que de uma forma descomplicada me permitisse ver como qualquer figura ficaria como papel de parede em uma página, depois que o browser aplicasse o lado-a-lado (tile). O programa precisaria ser rápido e me permitir olhar todas as figuras em uma pasta movendo apenas um dedo.

Mas muitas vezes eu estou olhando o conteúdo de um CD ROM selecionando entre as milhares de imagens, as que mais provavelmente eu usaria. Pensei então em adicionar ao BE a capacidade de ao encontrar uma figura interessante, copiá-la ou movê-la para uma pasta de figuras selecionadas.

Eu também pensei que poderia ser interessante colocar um texto flutuando sobre a imagem para ver como ficaria o contraste, porque algumas figuras apesar de ficarem lindíssimas como background tornam qualquer texto ilegível.

A versão 1.0 beta1 de BE tem essas características e ainda é capaz de:

  • Ler, além dos tradicionais GIF e JPG, arquivos nos formatos BMP, WMF e ICO;
  • Instalar a figura selecionada como papel de parede do Windows;

A Visualização do Tile

Tomemos como exemplo a figura abaixo (o contorno verde é apenas para destacar):

Um profissional poderia perceber imediatamente como ela ficaria depois do tile, mas se você é como eu, é melhor deixar a imaginação descansar e usar o BE:

O texto “Background Explorer” é o texto flutuante de que falei acima. Dá para perceber que esse background permite uma ótima legibilidade.

O retângulo interno mostra uma cópia da imagem original, para permitir ao curioso ver qual é a imagem responsável pelo background. Acrescentei essa característica depois de ficar curioso para saber como certos backgrounds muito bonitos eram formados. Estudar isso pode ser útil se você quiser aprender a criar seus próprios backgrounds mas eu deixei uma opção que desliga a exibição dessa caixa.

Na barra de status (parte inferior da janela) BE exibe o nome do arquivo, seu tamanho em bytes e seu tamanho em pixeis.

Selecionando, copiando e movendo

Para a seleção dos arquivos, optei por criar uma janela própria, apresentada abaixo:

O funcionamento é muito simples: você chega até a pasta onde estão as imagens usando as caixas da esquerda e depois escolhe as imagens que quer ver na caixa da direita. Se quiser ver todas as imagens em sequência é só ficar apertando a seta “para baixo” no teclado.

Clicando com o botão direito em um nome de arquivo, você pode fazer duas coisas:

Copiar Figura – A figura correspondente é copiada para o clipboard. Você pode colá-la em seu editor grafico favorito.

Copiar Caminho – O caminho completo do arquivo, incluindo seu nome, é copiado para o clipboard.

Ao clicar no botão “Avançado”, a caixa de seleção se expande para mostrar as opções de cópia e movimentação:

Ao clicar nos botões “Redefinir Destino1″ e “Redefinir Destino 2″ você determina que a pasta atual é a pasta selecionada para aquele destino (1 ou 2). Você poderia, por exemplo, criar uma pasta “selecionadas” atribuindo-a ao Destino 1 e “rejeitadas” atribuindo-a ao Destino 2. Ao ver uma figura interessante, bastaria clicar em “Mover para Destino 1″ para mandá-la para a pasta “selecionadas”.

Se você clicar em “Tipo de Operação – Copiar” o texto e as funções dos botões mudam e ao clicar nos botões de destino a figura será copiada e não movida.

Para os esquecidos, incluí uma função que permite saber para que pasta cada destino está programado. Basta parar o ponteiro do mouse por um breve instante sobre o botão desejado (sem clicar):

Se até agora eu não consegui fazê-lo se interessar pelo meu programa, então ele realmente não tem utilidade para você. Mas se desde a primeiro figura ele despertou o seu interesse, faça o download dele: é grátis. Não estou cobrando nada por ele.

O que está planejado para uma futura versão do BE

Esta é uma lista de coisas que o BE pode ou não pode vir a fazer. Depende de meu tempo, de meu conhecimento e do fato de que quanto mais características, mais o programa tende a ser gordo e complicado de usar:

  • Um ícone próprio. O BE está usando ainda o ícone padrão do VB porque me falta a criatividade para ciar um ícone simpático para ele;
  • Mais destinos possíveis, com quantidade definida pelo usuário para não entulhar a interface;
  • A capacidade de gerenciar (criar/excluir/renomear) arquivos e pastas diretamente na caixa de seleção.
  • O usuário deverá ser capaz de escolher o texto que ficará flutuando para o teste de contraste, bem como a sua cor. Se possível o programa irá ser capaz de ler/renderizar HTML (isso pode deixar o programa MUITO gordo);
  • Fazer com que o programa “lembre” as escolhas feitas pelo usuário. No momento, quando você fecha o programa os destinos são esquecidos.