Ou uma necessidade estranha de encontrar heróis.
Para mim, nem o menino que ligou para a polícia trancado no banheiro, nem o piloto que pousou no rio Hudson são heróis. Para mim herói é quem, não correndo risco, decidi correr para proteger terceiros. Quem está salvando também a própria pele não é herói, mesmo que salve milhares de pessoas no processo.
Concordo, mas que é bom poder dar um abraço ou apertar a mão de quem por "competência" conseguiu salvar não só a si mesmo, mas centenas, com certeza isso é bom demais. Ver a morte de perto modifica qualquer ser humano, isso é fato!
Sim. A competência daquele piloto é indiscutível e deve ser ressaltada. Mas "herói" ele não é. Isso dilui a importância do gesto heróico. Arriscar sua própria vida por terceiros, principalmente quando são estranhos, está em outro patamar.