Estou surpreso com a aparente fragilidade dos SSDs

Quando eu vi esse anúncio minha reação foi literalmente “mas como assim?!”:

Então, para um SSD, ser resistente a “até” 2 metros é algo digno de nota? E quando eu vi o anúncio pensei que se tratava de um modelo interno. Só depois me dei conta de que se trata de um SDD externo, que sem as limitações de dimensões do modelo interno pode ser construído com qualquer robustez que se queira, com proteção emborrachada.

E ainda assim só é resistente “até” dois metros?

Eu achei que você pudesse jogar esse tipo de coisa pela janela de um carro em movimento e ir buscar ele inteirinho e perfeitamente funcional.

E aproveitando que estou sendo chato: não cabe crase na frase.

4 comentários
  • Eduardo Viriato de Medeiros - 4 Comentários

    Jefferson,
    estou rindo aqui, imaginando um campeonato de arremesso em distância de SSds, com posterior verificação de integridade. Enriqueceria qualquer review…rs
    Abs,
    Eduardo Viriato de Medeiros

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Eu aprendi a fazer reviews me inspirando inicialmente nos reviews do PC Magazine Labs e outros estrangeiros que chegavam a montar robôs só para testar quantas vezes você podia abrir e fechar a tampa de um notebook antes de começar a dar defeito.

      Se eu tivesse dinheiro para isso eu certamente faria esse tipo de teste.

  • Ricardo - 127 Comentários

    Acredito que a questão seja mais de garantia do que da resistência a queda propriamente dita.
    Esse do anúncio a fabricante deve garantir que o dispositivo vai estar a salvo em quedas pequenas.
    Ao contrário dos demais, que provavelmente se tiverem qualquer indício de queda e derem defeito, a fabricante vai dizer que perdeu a garantia por mau uso.
    Talvez ele até tenha sido projetado especificamente com esse requisito em mente, fixando melhor os componentes na placa. Eu consigo imaginar um chip de memória com pinos em curto após ele se movimentar devido a uma queda.

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Eu consigo imaginar um chip de memória com pinos em curto após ele se movimentar devido a uma queda.

      Eu não acredito que isso seja possível. Existe uma leve possibilidade que algo desse tipo aconteça em um controle remoto de eletrodoméstico, porque esse tipo de eletrônico usa um capacitor eletrolítico de fixação radial (os dois terminais no mesmo lado) grande que devido à sua massa e falta de fixação adequada pode se mover muito e até se desprender da placa com o impacto.

      Mas um HDD ou SDD? Não consigo pensar em um componente que poderia sequer se mover devido a uma queda. A relação entre sua massa e a quantidade de pontos de solda não permite que isso ocorra. Um chip paralelo de flash, que é o componente de maior massa, tem uns quarenta pontos de fixação por solda.

      Mas provavelmente existe algum fator que não estou levando em consideração.

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Recuperando os dados de um HDD Seagate Barracuda morto

Eu estava com esse assunto na fila desde novembro e acabei decidindo falar logo sobre ele por causa dos recentes eventos com SSDs da HPe que sugerem que defeitos que seriam “triviais” em um HDD podem tornar a recuperação de dados em um SSD impossível.

O HDD do cliente estava morto e ele precisava dos dados. Como parece ser habitual em escritórios de contabilidade, não havia qualquer backup. Externamente não se via nada de errado mas após a remoção da placa ficava claro a olho nu que o problema era sério. Observe o canto superior direito.

Para quem não tem familiaridade com eletrônica pode não ser tão visível, então vou deixar mais claro:

Antes mesmo de ver essa ampliação eu decidi procurar uma placa susbstituta. Eu nem mesmo tentei ver qual o papel dos componentes destruídos. Isso não foi inteligente mas acabou funcionando a meu favor, como vocês verão adiante. O HDD é um Seagate Barracuda 7200.12 de 500GB fabricado em 2011.

Eu tenho uma quantidade razoável de HDDs velhos à minha disposição, mas depois de olhar mais de uma centena só encontrei um do mesmo modelo (ou assim me pareceu). Testei o HDD e estava funcionando normalmente. Troquei as placas e… o HDD do cliente ficou batendo cabeças. Esta é a placa do doador:

 

Alguns componentes são diferentes, mas o layout é idêntico (o componente que falta na placa da esquerda foi removido depois do dano).

O que motivou a destruição dos componente na placa poderia ter danificado o disco, mas também era possível que o problema fosse uma diferença de firmware. Comparando as duas etiquetas isso era claro. No HDD defeituoso a versão de firmware era CC46 (como você pode ver na foto), mas no HDD doador era outro.

Eu decidi pedir ajuda a meu amigo Edlas, que é muito melhor com essas coiss do que eu, para consertar a placa danificada. Chegando lá a primeira coisa que ele me disse quando observou a placa foi desanimadora: o motor do disco estava em curto e o único jeito seria remover os discos e colocar em um equipamento especializado, que ele teria que importar da China. Mas então eu observei que o motor não poderia estar em curto, porque com a placa do HDD doador (eu levei os dois) o HDD defeituoso decolava e ficava batendo cabeças. Após uma rápida olhada nos dois HDDs ele notou uma coisa que eu não havia: não era só a revisão do firmware que era diferente: os modelos também eram. Apesar de ambos serem Barracuda 7200.12, o código em cima do segundo código de barras (defeituoso: ST3500418AS) era outro. Após pensar um pouco ele decidiu colocar o chip de memória flash da placa defeituosa, que provavelmente continha o firmware, na placa do HDD doador. O chip é este:

Winbond 25X40BLS02 (25X40BL). Uma memória flash serial de 4Mbit (512KB)

Trocado o chip e colocada a placa doadora no HDD defeituoso, o HDD inicializou normalmente. Aproveitei para fazer uma cópia dos dados lá mesmo para não correr nenhum risco no transporte para casa, mas o HDD está funcionando até hoje.

Se a placa doadora for colocada no HDD doador, este agora fica batendo cabeças.

Se eu tivesse parado para examinar o dano na placa defeituosa teria percebido que a análise de Edlas era correta. Os três componentes destruídos são indutores em série com as três linhas de +12V que alimentam o HDD. E hoje em dia só o que usa 12V em um HDD é o motor. Um dano desses tinha que ser um curto no motor. Mas no fim não era.

Notas:

  • Na foto da placa defeituosa o chip de flash está ausente. A placa foi fotografada depois do transplante;
  • Quando eu descobrir onde coloquei o danado do HDD doador eu colocarei uma foto da etiqueta mostrando o modelo diferente;
  • Coincidentemente, semanas depois um HDD Seagate Barracuda 7200.11 (fisicamente bem diferente do 7200.12) de 500GB meu entrou em curto. Não há dano visível na placa mas eu sei que é um curto. Eu não consegui recuperar os dados dele porque para este eu ainda estou à procura de um HDD doador.
11 comentários
  • Daniel Plácido - 51 Comentários

    Outro dia assistindo um vídeo sobre recuperação de HDs falaram que mesmo se for a placa de um HD de modelo e revisão idêntica não vai funcionar, precisa usar a CI com a firmware do disco original.

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Isso não é inteiramente verdade. Na semana passada eu consegui ler os dados de um Western Digital WD800BD (SATA 80GB) apenas trocando a placa. O doador tem exatamente o mesmo modelo WD800BD-00LRA1.

      Por outro lado o WD800BD-08MRA1 que está batendo cabeças aqui continua batendo cabeças com as placas WD800BD-00LRA1 e um dos WD800BD-00LRA1 até inicializou com a placa WD800BD-08MRA1 sem ficar batendo cabeças (não que eu tenha conseguido ouvir), mas não consegui ver qualquer partição.

      Esse HDD foi fabricado em abril de 2007.

      Para o bem da credibillidade do autor do vídeo eu espero que ele não tenha sido categórico nessa afirmação, porque apesar de eu fazer isso muito pouco não é a primeira vez que tenho sucesso simplesmente trocando placas.

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Para não ficar no ar a impressão de que isso seja exclusivdade da Western Digital, eu procurei e encontrei mais um par de gêmeos na minha caixa. Dois HDDs Samsung HD322GJ (SATA 320GB 7200RPM).

      Ambos com Part Number HDD322GJ/SRN

      Troquei as placas e ambos continuaram funcionando normalmente. Um deles estava com Linux Ubuntu instalado e continuou dando boot normalmente com a placa do gêmeo. O outro estava vazio mas coloquei um arquivo ISO nele e o arquivo continua “montável” depois da troca.

      Esse modelo foi fabricado em julho de 2011. Alguns meses antes da compra da Samsung pela Seagate.

      • Luciano - 442 Comentários

        Pelo que eu entendi do seu relato e do que eu já passei por isso, se os discos forem IDÊNTICOS, com o mesmo P/N igualzinho letra por letra, a chance de funcionar é altíssima!

        Se a placa for idêntica visualmente como o seu caso inicial, mas o P/N não bate, tem que transplantar ao firmware da placa defeituosa pra placa boa. O firmware pode ser diferente, tem uma geometria INTERNA diferente, tem calibração diferente, a lista de coisa que pode ser diferente é grande.

        • Jefferson - 6.253 Comentários

          Pelo que eu entendi do seu relato e do que eu já passei por isso, se os discos forem IDÊNTICOS, com o mesmo P/N igualzinho letra por letra, a chance de funcionar é altíssima!

          Desde que não seja um Seagate. Porque aí você precisa olhar também a versão do firmware. Não é à toa que a Seagate é o único fabricante (que eu conheço) que registra a versão do firmware na etiqueta.

      • Daniel Plácido - 51 Comentários

        Encontrei o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=d6pPVw3zHjo

        • Jefferson - 6.253 Comentários

          Em defesa dele, ele diz aos 1m0s que “hoje em dia não é bem assim… varia muito de arquitetura para arquitetura… de cada fabricante…”

          E no texto do vídeo ele diz “alguns casos a substituição de placa lógica funciona e em outros casos não”

          Tendo dito isso, minhas queixas depois de ter sido obrigado a ouvir 30 minutos dele falando:

          Toda vez que ele falou “ROM” (e ele falou várias) me doeu os ouvidos

          Apesar de durante o uso normal do HDD a peça que contém o firmware ser para todos os efeitos práticos uma ROM, eu nunca chamaria de ROM porque historicamente ROM é o nome de uma peça cujos dados gravados não podem ser alterados e o que o HDD usa é uma memória Flash (outro bicho) cujos dados podem ser alterados até mesmo com o HDD em funcionamento.

          “A Firmware” (18min10s e 28min16s) também doeu

          Ninguém diz (se quiser ser levado a sério) “a hardware” e “a software”, diz?

          Chamou a flash de “Chip de BIOS” (23min28s) e “Chip da BIOS” (24min22s)

          “BIOS” é um termo que eu reservo para motherboards. E mesmo assim, principalmente por causa da confusão entre as definições de “BIOS” e “UEFI”, é melhor chamar o que temos na motherboard de firmware quando essa distinção for irrelevante, para não parecer que é relevante.

          Achei ele estranho ele dizer que (8min) uma programação errada poderia fazer a cabeça ter atrito com a mídia

          A operação de um HDD é algo muito complexo mas, basicamente, as cabeças sobrevoam o disco a uma distância micrométrica por causa do colchão de ar criado pela rotação do disco (é a aerodinâmica das cabeças que determina isso) então não vejo como, mesmo que o fabricante quisesse, fazer a cabeça tocar o disco programaticamente.

          Mas eu posso estar errado nisso.

          • Jefferson - 6.253 Comentários

            então não vejo como, mesmo que o fabricante quisesse, fazer a cabeça tocar o disco programaticamente.

            Pensei numa possibilidade. Em teoria o HDD retrai automaticamente as cabeças caso o disco desacelere, justamente para evitar a aterrisagem das cabeças sobre o disco. Mas onde está a inteligência que determina isso? Se é no hardware (deveria ser) as cabeças vão ser retraídas independentemente do firmware, mas se for no firmware… aí o bicho pega.

            • Luciano - 442 Comentários

              Se estiver com tempo ai tem um jeitinho de testar isso com algum HD sucateado ai que esteja pelo menos girando o disco. Dá um jeitinho de desligar a cabeça de leitura e tira fora a flash com o firmware, isso vai matar a inteligência do HD. Liga ele, espera o disco estabelecer o giro e move a cabeça a mão pra alguma posição do disco. Desliga e voilà…

              Mas quer minha aposta? Isso deve ser feito por processo do firmware.

  • Matuto - 122 Comentários

    Eu não sei se a minha pergunta vai ser “off topic”, mas como tem haver com BIOS, vou perguntar.

    Jefferson, você já utilizou o Gravador de Eeprom EZP2019 (aquele que é vendido no AliExpress)?

    Eu queria saber a tua opinião sobre ele porque comprei um e estou esperando chegar. A princípio comprei para estudos e alguns testes no laboratório com placas-mãe antigas.

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Monitor Samsung S19A300B não reconhece sinal em nenhuma entrada

Outro sintoma desse mesmo problema é o monitor ficar alternadamente exibindo cores sólidas em tela cheia.

O problema pode ser facilmente resolvido com uma atualização de firmware e nem é necessário ferramentas especiais. Basta conectar com o cabo VGA a um notebook ou outro computador que tenha uma saída de vídeo extra e rodar o atualizador da Samsung que pode ser baixado aqui. O que usei foi o SamsungFirmwareUpdater_1.1.07_120227.

7 comentários
  • Richard - 20 Comentários

    Tenho uma unidade deste monitor que apresenta o que aparenta ser um defeito no LCD, mas eu tentei atualizar o firmware primeiro só por desencargo de consciência, e com isso tenho duas observações:

    1. A Samsung retirou todos os downloads da página, mas consegui acessá-la pela Wayback Machine e encontrar o link do atualizador, que ainda funciona: http://downloadcenter.samsung.com/content/FM/201203/20120302184541530/SamsungFirmwareUpdater_1.1.07_120227.exe

    2. O atualizador não funcionou em duas máquinas com Windows 7 de 64 bits, com um crash na fase “Checando configuração do sistema”, mas consegui executá-lo em uma terceira máquina com Windows XP de 32 bits. Todas são notebooks com vídeo onboard Intel HD Graphics 3000.

  • Richard - 20 Comentários

    Duas observações sobre o atualizador:

    1) Não funcionou em nenhuma das máquinas com Windows 7 e Windows 10 que tentei, precisei rodá-lo no Windows XP;

    2) Quando precisei baixá-lo há uns 3 meses, ele não estava mais na página da Samsung, mas ainda podia ser baixado pela Wayback Machine. Agora (março de 2020) ele está de volta.

  • Matuto - 122 Comentários

    Vou aproveitar o tópico pra explicar um problema que tenho aqui.

    Eu tenho um Monitor Samsung modelo S20A300B (LS20A300BSMZD), que a autorizada da Samsung diz que “trocou a placa lógica”, porém a imagem não fica centralizada, nem mexendo na resolução. Pelo AIDA64, eu percebi que ele detecta esse monitor como “S19A300B”.

    Após alguns anos com esse monitor parada eu resolvi tentar resolver o problema atualizando o firmware pelo software da Samsung, mas ele diz que já está atualizado.

    Então eu fiquei com uma dúvida:

    -> Se a placa lógica for a mesma pra vários modelos, eu poderia simplesmente gravar o firmware do modelo S20A300B no chip BIOS desse modelo S19A300B e o monitor funcionaria como o S20A300B ou não tem como?

    *OBS: Eu tentei fazer a gravação de BIOS por um gravador que comprei da China, mas não obtive sucesso. Talvez por erro meu.

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Se a placa lógica for a mesma pra vários modelos, eu poderia simplesmente gravar o firmware do modelo S20A300B no chip BIOS desse modelo S19A300B e o monitor funcionaria como o S20A300B ou não tem como?

      Por um lado me parece que sua experiência já responde à pergunta. Ou o que você tem aí é uma placa do modelo S20… que erroneamente reporta ser o modelo S19… (e nesse caso é claro que você pode gravar o firmware do S20…) Ou você tem uma placa do modelo S19… que claramente funciona em um monitor S20…

      Por outro lado, se eu nunca tivesse ouvido o testemunho da sua situação eu diria que primeiro seria necessário comparar as especificações dos dois monitores. Se ambos tem certas características físicas (notadamente resolução) idênticas e a diferença é apenas de uma polegada a mais no display, há uma grande chance de que as placas sejam idênticas mudando apenas o firmware ou este pode pode ser também o mesmo e o que muda são parâmetros gravados na EEPROM.

      Se os monitores tiverem resoluções diferentes isso ainda é possível, embora mais difícil.

      Ocorre que os monitores tem mesmo resoluções diferentes. O menor tem 1366×768 e o maior 1600×900. A primeira questão que me vem à mente é: você consegue ir a 1600×900 ou agora está limitado a 1366×768?

      • Matuto - 122 Comentários

        Eu liguei o monitor num notebook com Windows 10 e placa de vídeo Intel Graphics e o máximo de resolução é 1366×768.

        Num outro monitor Samsung S20C300L (este funcionando normalmente), no Windows 10 eu consigo até 1920×1080, em outro notebook.

        Então eu acredito que o monitor com defeito realmente está com a Placa lógica do modelo de 19 polegadas.

        Vocês acham que eu ainda posso fazer mais testes ou realmente a opção mais viável é gravar o BIOS da S20A300B e ver o que acontece?

  • Luiz Henrique - 1 Comentário

    Executei este procedimento em um Samsung SA300 e não obtive êxito. Quando executo o programa, ele dá uma mensagem informando que o monitor já possui a versão atualizada da BIOS e encerra.
    Alguém já teve este problema e conseguiu solucionar?

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Samsung Galaxy J5 ao desligar a tela liga de novo sozinho 1s depois

Ou seja, a tela praticamente nunca desliga exceto por breves momentos de um segundo e a bateria é drenada rapidamente.

O problema não parece ser de software porque mandar apagar tudo e carregar o padrão de fábrica não resolve. Pesquisando na internet encontrei muita gente com o mesmo problema e este vídeo que apesar de dizer que tem a solução mostra apenas um modo de contornar (muita gente não sabe a diferença) o problema:

A “solução” apresentada consiste em instalar a app Always On AMOLED que substitui a lock screen do telefone por outra, escura, que pode ou não apresentar um relógio no meio. Assim quando o telefone religar sozinho pelo menos vai ser com uma tela escura o que supostamente fará o consumo de energia cair.

Mas o melhor jeito de contornar o problema para mim foi apresentado nos comentários do vídeo. Não requer instalar software.

  • Aperte o botão Power para desligar a tela;
  • Antes que ela acenda novamente aperte e segure o botão home;
  • A tela vai acender. Ainda segurando o botão Home, aperte o botão Power;
  • A tela vai apagar. Aguarde um ou dois segundos antes de soltar o botão Home.

A tela vai permanecer desligada. Após algumas tentativas você aprende a fazer isso rapidamente.

 

8 comentários
  • Sidmar - 21 Comentários

    Jefferson, eu tenho um J5 Metal que funcionou muito bem por 9 meses depois da compra e aí começou com essa frescura.

    Eu deixo ele configurado para apagar a tela depois de 1 minuto de inatividade e para bloquear o aparelho 15 segundos depois de apagar a tela. Mas, quando o defeito aparecia, assim que ela apagava depois de 1 minuto de inatividade ela acendia em seguida, ficava mais 1 minuto ocioso acesa, apagava novamente e acendia de novo num loop as vezes curto de alguns ciclos e outras vezes bem demorado de mais de 20 ciclos.

    E este defeito não tinha nenhum padrão que eu pudesse perceber. Acontecia do nada e parava do nada também. E também acontecia quando o aparelho já estava bloqueado e quieto em cima da mesa por muito tempo por exemplo.

    Como se não bastasse já ser muito ruim torrar a bateria rapidamente isto me aborrecia demais pois acontecia com o aparelho no bolso da calça e com o movimento de caminhar ele entendia como toque na tela e abria os aplicativos e chagava até a fazer chamadas.

    Quando o defeito aparecia ao bloquear ele pela tecla de power, ele acendia novamente e eu apagava novamente e ficava “lutando” com ele por um tempo até que ele apagava e parava.
    Já estou nesta luta a mais de 6 meses.

    Este defeito parece ter relação com o sensor de presença pois quando o defeito aparecia, eu percebi que falar ao telefone era difícil pois normalmente ao colocar o aparelho na orelha depois de atender a uma ligação ele apaga a tela mas quando o defeito acontecia ele ficava num apaga-acende que afetava o som do alto-falante tornando impossível falar com a outra pessoa na ligação.

    Da última vez eu saí do sério, desliguei o aparelho, desmontei ele, retirei a bateria, o cartão de memória e o chip da operadora e deixei ele assim desmontado por quase 24 horas.
    Depois de remontado ele não fez mais isto. Pode ser coincidência mas deu certo por enquanto.

    No último final de semana eu tomei coragem e fiz a atualização para o Android 7.1.1 e até agora está funcionando sem problema.

    Abraços.

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Obrigado pelas dicas. O telefone não é meu mas estou pensando em comprá-lo com esse defeito mesmo porque eu tenho aplicações para um aparelho dessa classe mesmo que tenha que ficar com ele preso na tomada.

      Alguma coisa foi danificada na desmontagem? Estou pensando em tentar isso mas o estado externo do telefone é de novo e não quero estragar nada.

    • Ricardo Menzer - 127 Comentários

      Já que você citou o sensor de proximidade, uma vez troquei a tela de Xiaomi (o sensor de proximidade vinha no conjunto), e precisei fazer um processo de calibração para o sensor funcionar corretamente. No caso do Xiaomi era através de um menu de serviço acessado através do aplicativo telefone, e não sei se o procedimento é universal no Android. Não me lembro mais como acessar o menu, mas uma busca no google deve ser rápida. Talvez tenha algum procedimento semelhante para a Samsung. Por ser uma solução em software, talvez valha a pena pesquisar antes de abrir o aparelho.

      • Jefferson - 6.253 Comentários

        No caso do Xiaomi era através de um menu de serviço acessado através do aplicativo telefone, e não sei se o procedimento é universal no Android.

        Não sei se é universal, mas o uso de códigos parecidos com USSD para acessar menus de serviço é comum em telefones Android.

  • Luciano - 442 Comentários

    Não é o caso do J5 (eu tenho um J5 Metal 2016 e não tem esse problema), mas tive, alias ainda tenho um S3 que deu um defeito parecido, no caso dele era a chave power que estava com problemas, ela apresentava alguma resistência mesmo sem pressionar que deixava o S3 com um comportamento similar, bastou trocar a chave e nunca mais encheu o saco.

  • fer - 1 Comentário

    O Meu resolveu tirando e recolocando a bateria.

  • Nigel - 1 Comentário

    Já notei que meu J5 acende quando esquenta, no bolso e dia de som, coloco 1 minuto na geladeira e fica normal, basta esquentar que ele acende, não consegui consertá-lo sozinho..

  • Antônio Carlos Silva - 1 Comentário

    Consegui! Obrigado! Melhor explicação que obtive para resolver o problema.

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Como modificar um leitor de cartões de memória para que seja “somente leitura”

Eu mencionei isso em 09/07/2010 no Buzz, mas como faltavam detalhes e ninguém comentou lá, estou transcrevendo e ampliando aqui.

Para que? Proteção contra atos maliciosos (malware).

A idéia é a seguinte: O mais próximo que temos hoje disponível de uma mídia livremente regravável que você sempre que quiser pode tornar “somente leitura” (vou abreviar como SL daqui em diante)  é o cartão de memória. Mas existe um pequeno problema: aquela chave que existe no cartão que define que ele seja protegido contra escrita atua sobre o leitor e não sobre o cartão.

sdcard_streamline_2_400_rot_ryan.com.br

A chave é um pedacinho de plástico que não encosta em nada dentro do cartão:

sdcard_streamline_1_400_rot_ryan.com.br

A posição do contato que “vê” a chave no slot SD:

cardreader_sku.10767_IMG_0397_700_RWswitch_ryan.com.br

Como a diferença entre “protegido” e “desprotegido” é um obstáculo de menos de 1mm e o default é “desprotegido” basta que o leitor seja um pouco mais folgado ou o cartão um pouco menor para que o leitor ignore completamente a posição da chave.

O segredo do sucesso aqui é modificar um leitor de cartões que respeite a posição da chave (alguns ignoram) para que sempre veja a chave na posição “lock”. No momento eu só vou dar um exemplo, de uma modificação que fiz em 2013 no leitor sku.19767 da DX.

No caso eu olhei no datasheet do chip GL827L qual o pino responsável pela chave (14) e o desliguei. A dica serve para qualquer leitor que use o mesmo chip.

cardreader_sku.10767_IMG_1369_700_ryan.com.br

Note que o pino 14, o mais à direita, está levantado.

cardreader_sku.10767_IMG_1374_ryan.com.br

Fazer isso bloqueia também a escrita em cartões MicroSD, que nunca tiveram chave. Mas eu sempre evitei os MicroSD por causa da dificuldade de identificar o conteúdo e a facilidade de perder o cartão. Mas se você usar um leitor por cartão isso pode não ser um problema.

Eu andava com o leitor modificado na bolsa e só plugava meus cartões nas máquinas dos clientes usando-o. Faz anos que eu não uso mais isso porque tenho preferido carregar meus kits de instalação em arquivos ISO em HDDs externos, mas estou tendo uma necessidade crescente de usar pendrives “Live USB” que precisam ser protegidos também, por isso estou pensando em voltar a essa prática. À medida que eu encontrar minhas anotações sobre os testes que fiz na época eu vou acrescentar a este post.

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Impressora laser HP P1005 liga mas sequer é detectada pela USB

Quando eu me deparei com o defeito eu poderia apostar que era algo na parte “inteligente” do circuito. Para a minha surpresa era um evidente problema na fonte. Eu provavelmente não notei que a impressora não fazia o auto-teste ao ligar.

O capacitor da fonte (no centro da foto) está estufado. É normal que você não consiga distinguir isso em uma foto, mas é evidente a olho nu.

HP_P1005_inside_boards_DSC02670_700_ryan.com.br

 

Como eu não tinha o valor original de 150uF x 200V, aproveitei o de 470uF x 200V de uma fonte ATX defeituosa. Como o capacitor é muito mais alto que o original eu preferi montá-lo deitado.

HP_P1005_inside_TrocaCapacitor_DSC02682_700_ryan.com.br

 

HP_P1005_inside_TrocaCapacitor_DSC02685_700_ryan.com.br

Está funcionando há semanas.

Para mais fotos internas desta impressora veja este outro post.

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HDDs precisam começar a vir com uma chave para torná-los Somente Leitura

A praga do ransonware veio para ficar. Os ataques em larga escala como os que temos visto ultimamente podem parar, porque acordos internacionais podem fazer com que seja mais difícil para os bandidos obterem o dinheiro, mas ataques em pequena escala vão continuar existindo enquanto malware existir.

Daí não consigo deixar de me perguntar por que os fabricantes de HDDs não colocam uma chave que se movida desliga a gravação na unidade. Claro, isso é inútil para o drive de sistema, mas seria útil em todos os HDDs externos e em muitos HDDs internos. A chave desligaria fisicamente a gravação mas o firmware no HDD sinalizaria para o OS esse estado, evitando confusão. Cara, se isso só pudesse ser implementado em um novo release do Windows 10 eu passaria a usar essa abominação da MS só por causa disso.

9 comentários
  • Pablo Anizio - 4 Comentários

    Não é exatamente o que você queria mas já é um começo.
    https://tecnoblog.net/217832/windows-10-proteger-ransomware/

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Eu li sobre isso ontem. Depende de como for implementado mas infelizmente nenhuma solução por software no Windows é 100% segura. Primeiro, se o ransonware explorar alguma vulnerabilidade de elevação de privilégios, possivelmente poderá passar por cima das restrições removendo-as. Segundo, eu não estou certo de como isso poderia defender qualquer um de um ransonware como o NoPetya, que infecta o MBR.

      É realmente um começo, mas está longe de fazer com que eu me sinta seguro e pode complicar demais a utilização da máquina. O Linux tem algo parecido na forma do SELinux mas aparentemente é complexo demais para se usar em um desktop.

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Tendo dito isto, é preciso ter em mente que o que torna o ransonware uma praga particularmente perigosa além do incentivo financeiro é o fato de que não é preciso de permissões de administrador para sequestrar seus dados. Criar um ransonware está ao alcance de praticamente qualquer programador, em qualquer linguagem. E ser atingido por um pode acontecer com qualquer um, a qualquer momento. Quando o autor do ransonware busca elevação de privilégios é apenas para aumentar o seu alcance e poder de devastação.

      Então, essa medida da Microsoft pode ser muito útil por garantir proteção contra o bandido que não tem nenhuma sofisticação.

  • Pablo Anizio - 4 Comentários

    Jefferson, concordo com você. Pensando nisto, eu estava pensando em implementa uma estrutura de backup em um hd externo mas com as seguintes características:

    Montar o hd externo via software.
    Fazer backup dos dados necessários.
    Desmontar o hd externo.

    O que é que você acha desta minha abordagem.

    OBS.: Sou analista de sistemas e tenho conhecimento em algumas linguagens de programação. A ideia era fazer um programa que fizesse tudo automaticamente.

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Isso parece ser uma boa idéia e certamente é melhor do que deixar drive montado o tempo todo, mas é preciso estar ciente dos possíveis problemas.

      Ransonware tem pelo menos dois comportamentos quanto ao tempo de incubação. Alguns imediatamente ao serem ativados começam a criptografar tudo o que encontram e logo em seguida paralisam o uso do computador e exigem resgate. Contra esse tipo essa sua idéia tem maiores chances porque a probabilidade do drive estar montado no momento da atividade é menor (nem é baixa, nem nula).

      Já os tipos mais sofisticados podem levar dias ou semanas vigiando toda a atividade do computador para se assegurar que seus backups sejam criptografados também. Esse tipo requer estar rodando com altos privilégios porque para passar muito tempo despercebido ele precisa instalar um driver que decriptografa os arquivos em tempo real para você não perceber o que está havendo. E se o malware tem altos privilégios ele pode ser notificado imediatamente quando você monta o drive e começar a criptografá-lo. Você só vai perceber que há algo errado se monitorar o tempo que leva para fazer o backup.

      No final das contas, a única mídia 100% segura para backup é a WORM (CD, DVD, bluray, etc). O próximo tipo em segurança para mim é ter seu próprio servidor de FTP para backup, que corretamente configurado é a mais próxima emulação de uma mídia WORM em software que eu conheço.

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Existem dois problemas extras que só me ocorreram agora.

      1)O ransomware não pode criptografar arquivos no “volume” (rigorosamente falando, não se monta/desmonta “drive”) que não está montado, mas ele pode solicitar uma lista dos volumes e montar os que estão desmontados.

      2)Mesmo que ele não possa/queira fazer isso, tendo privilégios suficientes ele pode simplesmente apagar as partições do HDD, sobreescrever o MBR, o MFT, etc.

  • Yossef - 4 Comentários

    Tento sempre fazer backups offline, mas nunca estão satisfatoriamente atualizados.

    A solução lógica pra isso é seria algum serviço na nuvem, mas tem que pesquisar bem.
    Utilizei por muito tempo o Dropbox. Serviço quase perfeito, faz versionamento de arquivos por no mínimo 30 dias. Mas ficou caro para brasileiros, devido a cobrança em dólares…

    Atualmente utilizo o OneDrive, que apesar “barato” (compro sempre um cartão anual do Office365 na Black Fridey), não protege, por incrível que pareça, contra ransomwae. Só tem versionamento para arquivos do Office, e mesmo assim, tem que ser restaurados um a a um.

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      e mesmo assim, tem que ser restaurados um a a um.

      É justamente a falta de um mecanismo de “bulk restore” confiável que me faz rejeitar até o Ownclowd como opção de proteção.

  • Daniel Filho - 1 Comentário

    Eu já me contentaria com um pendrive com boa capacidade que já tivesse isso, eu sei que existem cartões de memoria com isso, mas os mais rápidos são demasiadamente caros…
    Eu andei vendo uma solução que seria eu mesmo romper a trilha e fazer o USB com um botão.. mas ainda não tive tempo e paciência para tentar.

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Camera IP ONVIF dome plástica IH10-X

dome_plastic_IH-10X _ryan.com.br

A minha câmera já está toda suja e arranhada, por isso a foto do vendedor vai ter que servir por enquanto

A câmera é muito fácil de desmontar. Tanto a base quanto o domo abrem com um leve giro.

A parte frontal estabelece uma clara separação entre o iluminador IR e a lente. Isso é necessário porque de muito perto o IR cega a câmera e sem a separação o iluminador reflete no plástico. Câmeras realmente vagabundas não tem essa separação e ficam cegas ou exibem uma imagem muito ruim à noite.

camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01714_320_ryan.com.br camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01810_277_ryan.com.br

A câmera é constituída internamente por iluminador IR + IR-CUT + Placa principal.

camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01722_247_ryan.com.brIluminador IR. O pequeno círculo verde é o sensor LDR (luz). Eu suponho (não medi) que o fio extra seja do LDR para sinalizar à placa CPU as mudanças de iluminação.

camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01791_320_ryan.com.br camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01789_320_ryan.com.br

O conjunto de lente + IR-CUT é destacável. Para ver bem durante o dia, com as cores corretas, uma câmera precisa bloquear o infravermelho do sol. Entretanto esse mesmo bloqueio deixa a câmera cega à noite, mesmo que você ilumine o ambiente com infravermelho. Esse dispositivo elétrico coloca o filtro IR atrás da lente durante o dia e o remove à noite. Você pode ouvir claramente o funcionamento do IR-CUT se estiver no mesmo ambiente. É um barulho de plástico batendo em plástico.

camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01743_320 camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01746_320

Placa principal

Inscrições: BLK18E-OH22_33x32_S V1.01 / 0138145357 / A20140515V

 Lado da CPU  Lado do Sensor
camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01792_320_ryan.com.br camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01802_320_ryan.com.br

Como praticamente tudo sobre a câmera depende desse módulo, para mais informações consulte meu post sobre o módulo BLK18E-OH22

 

 

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Recuperação de firmware no D-LINK DSL-2730R via porta serial

DSL-2730R_320_ryan.com.br

Todos os procedimentos a seguir foram testados no Windows 8.1 64 bits. E deve funcionar com qualquer outra versão.

Se seu roteador não está “morto” você não precisa seguir esse procedimento. É mais fácil fazer a instalação do firmware via setup do roteador.

Você precisa:

  • De uma conexão serial TTL com o roteador, além da conexão de rede. Você precisará de habilidade básica de soldagem pois a porta serial não vem com conector.
  • De um software terminal serial como o Tera Term, PuTTY ou o SSCOM – Testado com o Tera Term. Essencialmente o que você precisa é de um software serial que envie caracteres imediatamente para o dispositivo à medida que você os digita;
  • Do arquivo de firmware. Você pode usar qualquer um dos disponíveis no site da D-LINK.

Descrição resumida do processo

O DSL-2730e tem um bootloader que (geralmente) ainda fica ativo quando o firmware está corrompido. Este bootloader é provido de um servidor web minimalista com um formulário de upload de firmware, que você pode ativar com alguns comandos via porta serial.

O processo

Você deve estar conectado ao modem via porta serial e via rede ao mesmo tempo.

A porta serial está no conector J1 da placa. O pinout é o seguinte:

DSL-2730r_DSC01899_700_portaserial_ryan.com.br

Como habitual você não precisa, nem deve, conectar o +3.3V. Mas os outros três precisam ser usados.

Parâmetros: 115200, 8N1

Abra a porta serial e ligue o modem. Você deverá ver algo assim:

 

Nesse ponto você tem 3 segundos para digitar qualquer coisa no teclado para entrar no prompt de comando. Quando fizer isso aparecerá algo assim:

bldr>

Digamos que você queira que o modem assuma o endereço IP 10.0.0.121. Dê os dois comandos seguintes, destacados em negrito:

bldr> ipaddr 10.0.0.121
Change IP address to 10.0.0.121
bldr> httpd
PBUF_POOL_BUFSIZE = 256
tcp_bind()
Local Port = 0
tcp_bind: bind to port 80
bldr>

A partir desse momento se você acessar o endereço indicado com um browser, verá uma página bem simples de upload de firmware, chamada de “TC Rescue Page”.

dsl2730r_bootloader_UploadFirmware_ryan.com.br

 

Escolha o firmware clicando em Browse… e  envie clicando em Upload.

O arquivo de firmware aparentemente precisa ser renomeado para “tclinux.bin” para ser aceito. Tentei outros nomes e deu “Wrong File Name” ao clicar em Upload.

Estando o firmware correto, a resposta pela serial será algo assim:

OBS.`: Note as mensagens logo no início do processo:

Real crc code: C02A20DC
Check data success, prepare to upload

Aparentemente o modem verifica se o firmware está corrompido antes de gravar.

Quando o processo finalmente parar, provavelmente com a mensagem Firmware is uploaded successfully! basta desligar e ligar novamente o modem que deverá estar tudo normal.

IP default: 192.168.1.1

Credenciais padrão do firmware GVT: admin/gvt12345

Credenciais padrão do firmware “Outras Operadoras”: admin/<nada>

Se você utilizar o firmware “outras operadoras” no primeiro acesso o modem apresentará um assistente de instalação que não te deixará configurar nada enquanto o modem não estiver conectado a uma linha ADSL. Use o assistente para definir uma nova senha e depois cancele. Você pode acessar a interface normal em seguida pelo endereço: http://192.168.1.1/cgi-bin/index.asp

Notas:

  • Não deixe de definir uma nova senha quando o assistente te der essa oportunidade. A instalação do firmware não reseta a senha e poderá ficar valendo a anterior. Por exemplo, após instalar um firmware “outras operadoras” por cima de um firmware GVT, a senha poderá ser a senha GVT;
  • Se você se atrapalhar e não conseguir mais acertar a senha nem entrar no assistente, execute o processo de recuperação de novo que o assistente voltará; Talvez reiniciar ou resetar também surta o mesmo efeito mas não testei ainda;
  • É normal o modem não dar nenhuma resposta via browser (nem mesmo um “ok”) quando você fizer o upload do firmware. O progresso é exibido apenas pela porta serial até a instalação do novo firmware estar concluída;
  • Se ao clicar em upload não houver imediatamente resposta na porta serial, você pode ter demorado muito para iniciar o processo e o servidor web foi desativado. Comece o processo de novo.

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5 comentários
  • Isael Sousa - 2 Comentários

    Muito bom seu post a partir de hoje seu site está na minha lista de leitura. Recentemente meu modem deu um problema pois pressionei o botão de reset e logo em seguida desliguei o mesmo dai agora quando ligo ele fica travado apenas com o led de Internet, DSL e Power ligados, agora vou tentar recuperar ele com esse seu post, espero que de certo.

  • Isael Sousa - 2 Comentários

    Vlw pela dica consegui recuperar meu modem com esse tutorial, detalhe use um Arduíno em vez da placa serial ttl.

  • Anderson - 2 Comentários

    Não consegui usar esse programa. Muito vago o tutorial :(

  • eric - 1 Comentário

    boa tarde;

    tentei fazer mas nao deu, eu não consigo acessar o ip pelo navegador, precisa ser feito alguma coisa a mais?

    se possivel entrar em contato via email.

    grato!

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Por dentro do receptor de áudio bluetooth Roman Bluedio BF18

Este é um daqueles receptores portáteis que permitem transformar seu headphone P2 preferido em bluetooth.

A caixa é fechada por três parafusos. Para ter acesso a eles você tem que descolar as duas partes da face do aparelho (onde ficam os botões) antes. Eu consegui usando apenas uma unha.

Este aparelho é carregado pelo mesmo conector por onde sai o áudio, por isso você precisa do cabo que vem com o aparelho para conseguir carregar a bateria. Outro problema que isso acarreta é que não é fácil usar esse receptor com a bateria descarregada/carregando.

 

Bluedio_BF18_IMG_0620_720_ryan.com.br

Bluedio_BF18_IMG_0617_720_ryan.com.br

2 comentários
  • Augusto - 7 Comentários

    Jefferson. Você teve a oportunidade de comparar a qualidade de áudio?.
    Augusto.

    • Jefferson - 6.253 Comentários

      Não notei diferença, mas não estava procurando nenhuma. Na minha experiência ter um fone de ouvido bom é que faz diferença. Eu tenho um fone de ouvido “vagabundo” que veio em um CD player chinês que é o “meu xodó”. Já tentei Senheiser, Philips, Sony, HP… e sempre volto para o meu vagabundo porque o áudio dos outros me incomoda.

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