VMWare Workstation Player: erro “Internal error” ao abrir uma máquina virtual

Minha familiaridade com o VMware é quase nula. Deixei de usá-lo desde a versão 2, quando na minha opinião a criação de VMs ficou desnecessariamente complicada.

O erro ocorria antes mesmo do “BIOS” virtual ser executado e não permitia nem mesmo acesso às configurações da máquina. O usuário original estava usando a versão 12 mas eu trouxe a VM para meu computador e instalei a última versão disponível, que é a 15. Mesmo problema. Fiz uma pesquisa e encontrei um monte de gente pedindo ajuda para problemas desse tipo há pelo menos nove anos, mas todas as sugestões (na maioria das vezes uma variação destas quatro) me pareceram sem sentido para o meu caso.

O que me colocou no caminho certo para resolver esse problema foi este texto, que não tinha a solução mas me chamou a atenção para o fato de que a pista poderia estar em um arquivo log que é criado no diretório TEMP do usuário. Infelizmente eu não consigo mais encontrar no log o que me fez achar o problema, mas a solução foi simples:  apague qualquer pasta dentro da pasta da VM que tenha a extensão “.lck”.

Acho que um bug estúpido desses é vergonhoso para a VMWARE. Tanto o meu problema quanto qualquer uma das várias outras razões apontadas para esse erro deveriam garantir uma mensagem menos genérica que “erro interno”.

O nome e localização exata do arquivo de log muda dependendo do usuário logado e até de uma execução do player para outra. Para achar o arquivo de log rapidamente provoque o erro, feche o player, recorra ao Voidtools Everything, digite “vmware *.log” como filtro e ordene pelos arquivos mais recentes.

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Virtualbox: Como virtualizar um servidor Linux (P2V)

Esse é um trabalho em andamento, mas eu vou publicar o que aprendi até agora ao virtualizar um servidor Dell rodando Linux CentOs 6.1. E vou explicar do ponto de vista de quem prefere usar Windows.

Mas vou começar explicando por que valia a pena ter esse trabalho todo.

A aplicação rodando nesse servidor é uma aplicação “legada”, consultada por apenas dois funcionários da empresa talvez uma vez por mês. O servidor é um monstro que uma pessoa só tem dificuldade para tirar do rack e carregar sozinha, consumindo energia 24h por dia (eu tentei fazer com que ele fosse ligado apenas quando necessário, mas ligar e desligar esse servidor “é um processo”, por isso deixei para lá) e roubando autonomia do no-break. Num rack com quatro máquinas semelhantes virtualizar uma já aumenta essa autonomia, numa estimativa grosseira, em 25%. Apesar do tamanho essa máquina consome surpreendentemente pouco: apenas 70W. Mas todas as outras parecem ter consumos semelhantes. E essa máquina virtualizada em vez de ser um possível problema de reposição de peças (motherboard e fonte proprietárias da Dell, memória ECC, HDD SAS…) se torna uma valiosa reserva de peças. Nesse caso específico eu tenho ainda mais a ganhar, porque esse servidor é o único no rack com generosos 64GB de RAM (o consumo segundo o htop é de 0.5GB) e eu tenho me virado até agora nessa empresa com um servidor de virtualização e TS/RDP que tem “apenas” 24GB.

Além de tudo isto eu não tenho acesso remoto ao servidor físico. Ele tem uma versão antiga do Teamviewer que não funciona mais e não consegui atualizar, não consegui instalar Anydesk e o suporte a RDP eu não consigo ativar porque requer a senha do “default keyring” que não sei qual é, apesar de ter a senha do usuário root.  E não me atrevo a mexer muito no original e acabar quebrando a aplicação. Virtualizando eu passo a ter acesso remoto indireto através do acesso remoto que tenho ao servidor de virtualização.

São basicamente três passos:

  1. Fazer uma imagem “raw” (bit a bit) do disco
  2. Converter essa imagem em um HDD virtual
  3. Fazer os ajustes necessários de drivers/interfaces para a instalação do linux rodar na máquina virtual

Para virtualizar um servidor Windows os passos 1 e 2 se tornam um só usando o Disk2VHD, mas este não enxerga partições Linux.

Ferramentas de software utilizadas

As três ferramentas acima estavam integradas no mesmo pendrive de boot usando o AioBoot

 

PASSO 1Fazer uma imagem “raw” (bit a bit) do disco

  • Dê boot na máquina com um LiveCD Linux. Use um LiveCD moderno, com suporte estável a NTFS, como o Linux Mint;
  • Conecte um HDD externo na máquina formatado com NTFS e espaço suficiente para acomodar todo o disco que você está duplicando (se o HDD original tem 1TB, você tem que ter 1TB de espaço livre). Monte a partição. No Linux Mint 19.3 isso ocorre automaticamente quando você clica nela no Gerenciador de Arquivos;
  • Identifique o dispositivo linux que corresponde ao disco que você quer duplicar (sda, sdb, etc);
  • Certifique-se de que nenhuma das partições desse disco esteja montada. Ao iniciar por um LiveCD normalmente não vão estar, mas se você abrir o Gerenciador de Arquivos e clicar nas partições vai inadvertidamente montá-las então precisa ficar atento a isso;
  • Considerando que o dispositivo seja /dev/sdb e que a partição do HDD externo esteja montada em /media/mint/backups/, abra um terminal e dê um comando como o seguinte:

sudo dd if=/dev/sdb of=/media/mint/backups/imagem_raw

Se você desconfia de que seus discos ou sistemas de arquivos podem ter defeitos (é melhor checar e consertar antes) e quiser passar por cima deles use o parâmetro conv=sync,noerror

sudo dd if=/dev/sdb of=/media/mint/backups/imagem_raw conv=sync,noerror

O comando dd não dá nenhuma indicação de progresso. A única indicação de que você vai ter de que algo está acontecendo são as luzes do HDD da máquina e do HDD externo piscando. O comando dd é o mais popular, mas você poderia usar qualquer outro que possa ler um arquivo bit a bit (no Linux “tudo é um arquivo”), como o comando cat.

Isso pode levar muitas horas dependendo do tamanho do disco e velocidade das interfaces.

PASSO 2 – Converter essa imagem em um HDD virtual

Plugue esse HDD com a imagem RAW em uma máquina Windows com o Virtualbox instalado e espaço livre no mínimo igual ao tamanho da imagem RAW e dê um comando como este:

“C:\Program Files\Oracle\VirtualBox\VBoxManage.exe” convertfromraw -format vdi g:\imagem_raw k:\hdd_virtual.vdi

Isso pode também levar horas, dependendo do tamanho da imagem e da velocidade dos discos envolvidos.

Isso é tudo o que você precisa fazer neste ponto, mas é bom saber que, se você tiver acesso ao Virtualbox já no passo 1, pode economizar este passo, o tempo que ele leva e a necessidade de duas vezes o espaço livre se concatenar os comandos já no primeiro passo. Seria algo como (não testado):

sudo dd if=/dev/sdb | VBoxManage –convertfromraw stdin /media/mint/backups/hdd_virtual.vdi

 

PASSO 3Fazer os ajustes necessários

Essa pode ser a parte mais complicada porque o que chamamos coletivamente de “Linux” é uma bagunça do ponto de vista de um usuário Windows. O primeiro cuidado que você precisa ter é simples e o mesmo cuidado que você precisa ter ao virtualizar um servidor Windows: escolher a versão correta do SO na lista do Virtualbox. Mas a complicação já aparece nesse passo porque, por exemplo, CentOS não aparece na lista. Eu tive que pesquisar e constatar que o CentOS é uma variante do Red Hat e escolher essa opção ao criar a máquina virtual.

Ao dar boot o CentOS reconheceu todo o hardware, mas um problema consistente que eu tive foi com a rede, que não “subia” apesar da interface de rede ter sido detectada. Eu nem vou tentar explicar aqui como se resolve esse problema porque isso varia demais entre distros e aparentemente até mesmo dentro de uma mesma distro. Por exemplo, nenhuma das explicações de como resolver isso no CentOS 6.1 (que supostamente usa um tal de “Network Manager” e scripts em /etc/sysconfig/network-scripts/) surtiu qualquer efeito. Eu tive que usar a explicação de como resolver em um Linux genérico, que era acrescentando/editando linhas em /etc/rc.local

  • /sbin/ifconfig eth0 10.0.0.121 netmask 255.255.255.0
  • /sbin/ip route replace default via 10.0.0.54

Ainda que no seu caso a conexão de rede “suba” automaticamente, se você precisar mudar o IP da máquina por alguma razão vai precisar saber onde se configura isso e não parece haver um roteiro padronizado como Iniciar->Executar ->ncpa.cpl ->Click, click, click do Windows.

NOTAS

O passo a passo que descrevi é o caminho mais simples. Eu segui um caminho mais tortuoso mas mais seguro e que me ajudou a aprender mais coisas no caminho.

Eu fiz um clone físico do servidor original e trabalhei nele

Com a ajuda do Acronis Truimage 2019 (o TI 2020 travava nessa operação) eu fiz uma imagem .tib do servidor em um HDD externo e depois fiz a recriação do disco em uma outra máquina bem mais modesta. A virtualização poderia não funcionar por n razões e acrescentava uma camada de complexidade. Eu primeiro precisava me certificar de que:

  1. O Linux rodando no original iria rodar em outra máquina;
  2. A aplicação rodando na cópia não ia espernear acusando problemas de licença.

Essa clonagem funcionou na primeira tentativa, exceto a rede. O que me deixou otimista quanto ao sucesso da virtualização. Mesmo que esta não funcionasse eu poderia substituir o servidor superdimensionado atual por uma máquina muito mais modesta, com peças abundantes de manutenção e que não dava medo manusear.

Testei o shrink das partições no clone

O servidor original tinha um HDD superdimensionado de 1TB, mas apenas 454GB estavam sendo utilizados e muita coisa era desnecessária. Identifiquei uns 80GB de email na caixa do usuário root e mais várias dezenas de GB em backups e logs que podia ser apagados. Mesmo assim eu fiz do jeito que o servidor estava e o processo, via USB 2.0, levou duas horas e criou um arquivo de meros 136GB (o TI faz compressão).

Recriei em outro HDD de 1TB, apaguei tudo o que eu achava que era desnecessário (ainda estava tudo no servidor original e no arquivo .tib), testei se continuava funcionando e com a ajuda do LiveCD do Linux Mint fiz o shrink das partições (dependendo da versão você pode usar o KDE Partition Manager ou o Gparted) e o resultado cabia em um HDD de 320GB com folga.

Fiz nova imagem do disco (1TB) com o TI 2019 e apliquei em um disco de 320GB.

Mas esse processo foi o mais demorado porque muita coisa deu errado no caminho e somente a movimentação da partição de 136GB levava 4h porque o programa roda o fsck (chkdsk) na partição antes e depois. Foram dois dias testando (sábado e domingo), errando e começando tudo de novo. Dicas para maximizar suas chances de dar tudo certo:

  • Se parecer que no Gparted uma operação não pode ser feita, teste o KDE Partition Manager e vice-versa;
  • Faça um roteiro otimizado dos passos para encolher o disco e faça uma operação de cada vez. O gerenciador de partições não é esperto o bastante para fazer essa otimização por você e se você mandar ele mover uma partição duas vezes para a esquerda, ele vai mover duas vezes para a esquerda, mesmo que seja possível otimizar passos intermediários de forma a só precisar mover uma vez. E mover partições implica em copiar todos os dados da posição antiga para a nova. Nas minhas duas primeiras tentativas, quando eu mandei fazer várias operações de uma vez, uma falhou inutilizando a partição e a outra não deu falha alguma mas o Linux não chegava mais à tela de login. Só funcionou mesmo quando fiz uma de cada vez, testando o boot após cada operação;
  • Faça as clonagens do TrueImage usando um arquivo .tib intermediário. Isso pode funcionar onde a clonagem disco para disco do TrueImage falha inexplicavelmente. Eu sou bastante reticente para usar clonagem disco-a-disco desde que fiz essa m**da aqui, mas mesmo fazendo tudo certo não estava dando nada certo. E o erro “falhou” do TI não ajudava em nada.

Desta forma, quando finalmente usei o danado do dd, que não tem nenhuma indicação de progresso, eu estava lidando com uma imagem de 320GB e não com uma de 1TB. Tanto o dd quanto o convertfromraw levaram um terço do tempo que normalmente levariam e meu HDD virtual ficou com “apenas” 210GB.  Notar que é possível reduzir o tamanho do HDD virtual depois com o comando VBoxManage -compact mas antes você vai precisar fazer o “zero fill” do espaço livre.

Use a melhor máquina que você tiver sobrando para fazer esses testes

Eu usei uma máquina baseada em uma motherboard Biostar H110MHV3 porque estava sobrando na bancada e era comprovadamente estável, mas senti falta de uma interface USB 3.0 e o boot do CentOS era estranhamente lento. 2min48s só para chegar à tela de login e 6min10s para o fim da atividade frenética do HDD. Com 4GB ou 6GB de RAM não fazia diferença. A máquina virtual resultante está levando 35s para chegar à tela de login com 4GB de RAM reservados para ela no meu Core i5-2310.

Mesmo que eu fosse usar essa Biostar para substituir o servidor original esses números ainda valeriam a pena. Eu não duvido nada que o servidor Dell original leve dois minutos só para terminar o danado do POST.

Teste todos os HDDs que você vai usar com o HDD Regenerator antes

Elimine a variável “defeito no HDD” dos seus testes e o HDD Regenerator faz “milagres” que é importante que já tenham acontecido antes de iniciar o processo.

Evite desligar a máquina Linux incorretamente

Mesmo que seja apenas uma máquina para testes e nada importante seja corrompido, as operações intermediárias que você deseja fazer podem ser impedidas ou prejudicadas. Por exemplo, o Trueimage pode aceitar fazer apenas uma cópia setor-a-setor (mais demorada) do disco se encontrar o “dirty bit” ativo na partição.

Após certas operações é normal que o primeiro boot subseqüente seja lento

Seja no clone físico ou no clone virtual o tempo de boot pode aumentar muito na primeira inicialização seguinte. Algo como o tempo normal ser 35s e nesse boot demorar 4min. Ao reiniciar a máquina o tempo de boot terá voltado ao normal.

Não adianta usar o Clonezilla como substituto do dd

Não quando você quer uma imagem de disco inteiro.

Para o famoso Clonezilla uma “imagem do disco inteiro” não é o que nós, usuários Windows, normalmente esperamos. Embora você possa configurar o Clonezilla no assistente para usar o dd e assim obter uma imagem RAW perfeita, não importa que opção você escolha o Clonezilla faz uma imagem separada de cada partição do disco, que depois você não vai poder processar usando o VBoxManage -convertfromraw.  Para o Clonezilla uma “imagem do disco” é um diretório com todas as imagens individuais de partições, MBR, tabela de partições, instruções e logs. Eu perdi horas e horas apanhando com isso achando que estava fazendo algo errado antes de me render e usar o dd, que é potencialmente perigoso se você não prestar muita atenção.

Mas o Clonezilla, com sua interface gráfica limitada de duas décadas atrás, não é muito melhor.

Esse é o Clonezilla em 2020. Qualquer semelhança com o antiquado Norton Ghost já é uma alucinação.

É muito mais fácil você ter certeza do que está fazendo com o TrueImage, mas infelizmente este grava em um formato proprietário.

É possível recriar manualmente uma imagem do disco inteiro usando as imagens individuais (você pode concatenar os arquivos até com o comando type do Windows), mas você precisa saber em que ordem colocar tudo, incluindo MBR e tabela de partições. E precisa saber quais arquivos são relevantes pois em uma imagem de 5 partições o Clonezilla gera 25 arquivos, mesmo gerando um arquivo só por partição.

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  • Snow_man - 266 Comentários

    Esse é o tipo de tutorial que amo ver; não tenho muita intimidade com virtualização, e nem imagino ter que fazer um procedimento desse no médio prazo; mas como podem aparecer clientes novos, com demandas diferentes, posso precisar vir aqui rever em breve.

    Desde já agradeço, Jeff; Aproveito pra um pedido off-topic: um novo cliente usa roteador tp-link eap 115, com 5 equipamentos com mesmo nome/senha para que o usuário esteja sempre conectado em qualquer ambiente, sem precisar de login/senha diferentes. Qualquer tutorial mais prático sobre esse sistema, agradeço.

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    • Jefferson - 6.133 Comentários

      um novo cliente usa roteador tp-link eap 115, com 5 equipamentos com mesmo nome/senha para que o usuário esteja sempre conectado em qualquer ambiente, sem precisar de login/senha diferentes. Qualquer tutorial mais prático sobre esse sistema, agradeço.

      Se for o que estou pensando, eu não gosto desse tipo de equipamento nem desse tipo de configuração.

      1)Ter todos os equipamentos com o mesmo SSID implica que você vai levar um longo tempo para notar que um está defeituoso. Você nunca sabe, num dado momento, a qual AP está conectado. Você pode estar embaixo de um e o seu celular estar teimosamente agarrado ao outro de onde você veio, a dezenas de metros. Se a tecnologia WiFi pelo menos já tivesse resolvido esse problema e o celular não precisasse esperar perder a conexão atual para procurar um sinal mais forte, eu teria menos objeções.

      2)Eu tenho um cliente que usa quatro APs “enterprise” da Ubiquity. Você gerencia todos de um mesmo lugar, quando muda a senha isso é propagado para todos automaticamente… parece ótimo no papel, mas na realidade é um saco, porque você só pode gerenciar de uma única máquina (se quiser configurar em casa para instalar no cliente, precisa usar o mesmo notebook sempre) e o processo é muito enrolado. Se você tiver, digamos, 100 APs, certamente é melhor do que configurar um por um. Mas meia dúzia? Dá menos trabalho configurar um por um do que lidar com as frescuras e limitações do software de gerenciamento da Ubiquity.

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      • Jefferson - 6.133 Comentários

        No caso desses equipamentos, não parece haver modo de configurar um por um. Eles não tem uma interface gráfica própria acessível via navegador. Só isso aí eu já considero um sinal de retrocesso e não de avanço. Mesmo que você queira usar esse aparelhos como APs normais, não pode.

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  • Ricardo - 1 Comentário

    Parabens pelo tutorial. Ja tive necessidades semelhantes e na epoca a melhor saida devido ao tempo disponivel foi usar o vmware converter e rodar a maquina gerada no vmware player.
    Uma dica com relacao ao comando dd, voce pode instalar o comando dcfldd que tem as mesmas finalidades que o dd, porem ele mostra a saida dos blocos lidos/gravados em tempo real. Isso faz com que você não fique naquela duvida após um tempo de sera que ta indo ou travou?
    abraço

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Virtualbox: Conexão de rede ausente no convidado Windows 2008 R2 x64

Eu estava na etapa final da virtualização de um servidor físico (P2V) usando o Disk2VHD. Não adiantou trocar o modelo de placa nas configurações do Virtualbox. No gerenciador de dispositivos a placa aparecia em “outros dispositivos” acusando falta de driver. Não consigo me lembrar, em anos de uso do Virtualbox, de outra ocorrência desse tipo com um sistema convidado Windows.

Usei os ISOs do Driverpack 11 e do Driverpack 13 mas nenhum dos dois tinha o driver. O instalador nos dois casos atualizava outras coisas mas nada de driver para a placa de rede. Achei estranho demais porque o modelo de placa adotado pelo Virtualbox deve ter pelo menos uma década. Não testei o Driverpack 17 porque desde a versão 14 o Driverpack aproveita qualquer deslize seu para instalar porcarias e eu não queria arriscar isso no servidor.

Também tentei um pacote de drivers de 540MB baixado do site da Intel. O Windows não conseguiu achar o driver correto.

Depois de horas apanhando, com a maior parte do tempo desperdiçado esperando o Windows responder, por causa de um processo Java do Winthor no sistema convidado que aparentemente não conseguia lidar com o fato de que não encontrava  uma conexão de rede e ocupava 97% da CPU, eu consegui resolver da seguinte maneira:

  1. Configurei a placa de rede da máquina virtual de volta para o default: Intel PRO/1000 MT Desktop (8254OEM);
  2. Baixei o pacote offline de drivers de rede do Driverpack (DriverPack_17.10.14-19125_Network.exe);
  3. Descompactei normalmente;
  4. Com a ajuda do 7-ZIP, descompactei o arquivo  \Drivers\DP_LAN_Intel_20000.7z;
  5. Copiei o diretório descompactado para a máquina virtual usando o recurso de Pastas Compartilhadas do Virtualbox;
  6. Mandei o Windows atualizar o driver apontando para esse diretório (marquei procurar em sub-diretórios).

Finalmente o Windows instalou o driver.

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  • Victor Soares - 1 Comentário

    Ja experimentou o Snappy Driver? Ele tem exatamente a mesma premissa do Driverpack offline, mas sem o lixo por trás da instalação. Desde que descobri ele parei de usar o Driverpack faz anos, ele atualiza os packs de drivers offline de modo automático quando necessário.

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    • Jefferson - 6.133 Comentários

      Obrigado pela dica. Vou testar.

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    • Snow_man - 266 Comentários

      Que legal, Victor. Vou testar, preciso muito.
      Como dizemos num grupo no whats: “trabalhamos com links” kkk

      Então: https://sdi-tool.org/download/

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      • Marcelo - 27 Comentários

        Resolvi instalar o aplicativo (sdi-tool) indicado na postagem.
        Utilizo o Windows 10 e fiz um ponto de restauração antes da instalação.
        Durante a instalação me senti MUITO INSEGURO, pois o programa vai falando o que está acontecendo. Fecha todos os aplicativos abertos.
        Ele é seguro? Funciona assim mesmo como descrevi?
        Não percebi nenhuma melhora significativa …

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Virtualbox: Compartilhe arquivos entre host e guest usando Pastas Compartilhadas

Esse é um recurso muito útil do Virtualbox que acaba sendo pouco utilizado por ser um pouco confuso. Baseando-se apenas nas instruções da interface você tem uma boa chance de não acertar na primeira tentativa e ficar frustrado mas se você parar um pouco para entender como funciona percebe que é simples.

O que vou explicar aqui permitirá que você compartilhe arquivos entre um Sistema Operacional (SO) host Windows e guests Windows e Linux

O processo se divide em dois passos:

  1. Criar o compartilhamento no SO host
  2. Acessar/montar esse compartilhamento no SO guest

O passo 1 precisa ser feito usando a interface do Virtualbox pois esse compartilhamento é “virtual”, só existindo dentro do ambiente do VB e só é visível para o guest ao qual foi associado.

Em “Caminho da Pasta” você aponta a pasta do host quer você quer que apareça no guest

Em “Nome da Pasta” você dá um nome qualquer a esse compartilhamento. Poderia ficar mais intuitivo se o VB chamasse de “nome do Compartilhamento”.

Marcar qualquer uma das três caixas seguintes é opcional, mas deixe as duas últimas marcadas até você ter certeza de que entende o funcionamento. Essa configuração precisa ser feita em cada guest e pode ser diferente em cada um deles.

Isso conclui o passo 1, mas ao executar o guest nem sempre esse compartilhamento aparece automagicamente, apesar de estar lá. Você pode precisar executar um procedimento dentro do guest. Seja qual for o SO do guest os “adicionais de convidado” precisam estar instalados.

No Guest Windows:

O compartilhamento aparece como uma unidade de rede no caminho \\vboxsrv\nome_do_compartilhamento. No exemplo dado na imagem, fica acessível em \\vboxsrv\shared_rw. E se você marcou “montar automaticamente” na configuração a unidade já aparecerá montada no explorer logo ao rodar o guest:

Note que “vboxsrv” é um servidor virtual criado pelo mecanismo de pastas compartilhadas do virtualbox.  Você não precisa fazer nada específico para que ele exista.

No Guest Linux:

Eu não testei extensivamente o recurso no Linux e o caráter mutante desse SO não me permite garantir nada, mas pelo menos no Ubuntu 10 funcionou na primeira tentativa abrindo um terminal no seu diretório home e executando os seguintes comandos:

O primeiro comando cria uma pasta chamada “compartilhado_host” no diretório home

O segundo comando “monta” o seu compartilhamento “shared_rw” no diretório “compartilhado_host”

A partir daí ao acessar o diretório virtual ~/compartilhado_host/ você está acessando o diretório que foi compartilhado como “shared_rw” no host.

Ainda não acabou. Não é tão fácil quanto no Windows

Isso é suficiente para você constatar que funciona, mas assim que você reiniciar o guest linux o mapeamento se perde. Se não quiser digitar o comando mount toda vez que reiniciar o guest você tem que editar o arquivo fstab. Na verdade aquela configuração “montar automaticamente” também funciona no guest linux, mas o ponto de montagem fica em /media/sf_[nome_do_compartilhamento] e só pode ser acessado como usuário root, que você geralmente não é (dá acesso negado).

Outra hora eu concluirei este texto explicando como se fazer com que seja permanente e acessível sem permissões de root.

Perceba que no Linux a coisa não funciona do mesmo jeito que no Windows. Depois de fazer no Windows você fica inclinado a imaginar que vai precisar ter o SAMBA instalado no guest para acessar o compartilhamento, mas não é assim. O virtualbox apresenta para o guest Linux o compartilhamento de uma forma diferente e mais apropriada  para ele.

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17 comentários
  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Para dar acesso ao ponto de montagem criado pelo virtualbox o meio mais fácil parece ser editar o arquivo /etc/group. No Ubuntu 10 funciona assim:

    cd /etc
    sudo nano group

    O arquivo vai abrir no editor “nano”. Se você rolar até o fim vai encontrar uma linha começando com “vboxsf”. Acrescente a essa linha “:nome_do_usuario_linux”.

    Por exemplo, como meu usário é “ryan”:

    Linha original: vboxsf:x:1001
    Linha modificada: vboxsf:x:1001:ryan

    Salve com CTRL-O e saia com CTRL-X. Reinicie o Ubuntu.

    Você agora pode acessar /media/sf_[nome_do_compartilhamento]

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    • Jefferson - 6.133 Comentários

      Encontrei um jeito mais fácil de fazer isso. Basta dar o comando:

      sudo adduser $USER vboxsf

      e reiniciar. Esse comando edita o arquivo group por você, adicionando $USER ao grupo vboxsf

      A variável $USER contém o nome do usuário corrente.

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Para mudar o ponto de montagem, se você quiser que fique no seu diretório home em vez de em /media, você precisa dar o seguinte comando no terminal:

    sudo VBoxControl guestproperty set /VirtualBox/GuestAdd/SharedFolders/MountDir /home/ryan/

    Troque “ryan” pelo seu nome de usuário. Reinicie o linux. O ponto de montagem agora será /home/ryan/sf_[nome_do_compartilhamento]

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  • Snow_man - 266 Comentários

    Boa noite
    Jeff, aqui não deu certo, fiz no Virtualbox, mas no windows 7 o caminho \\vboxsrv\ não aparece na minha rede; que será que tô fazendo errado???

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    • Jefferson - 6.133 Comentários

      \\vboxsrv\ não aparece “na sua rede”. Ele aparece exclusivamente no guest.

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      • Snow_man - 266 Comentários

        Mas sua imagem do Windows Explorer aí no artigo mostra esse caminho, ainda não consegui replicar isso aqui.

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        • Jefferson - 6.133 Comentários

          A imagem é do sistema operacional guest (convidado). Não estou entendendo a sua dúvida.

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        • Jefferson - 6.133 Comentários

          Você experimentou digitar \\vboxsrv\ na barra de endereços do Explorer ou está esperando que uma máquina chamada VBOXSRV apareça automaticamente sob “rede”?

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          • Snow_man - 266 Comentários

            Não funciona, ainda hoje final de 2019 :S :S :dashhead1:

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            • Jefferson - 6.133 Comentários

              Alguma coisa nas minhas instruções você não entendeu e está fazendo diferente. Acabo de retestar em uma instalação completamente nova do host Windows 8.1 e com um guest XP e um guest Windows 7. Em ambos funcionou na primeira tentativa.

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              • Snow_man - 266 Comentários

                Não descarto de forma alguma minha inabilidade com Virtualbox; tem um roteiro de como você fez, pra retentar aqui? A iso que instalei é do Lubuntu.

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                • Jefferson - 6.133 Comentários

                  Sua dúvida inicial era com o Windows 7 e agora envolve linux. Você já fez funcionar com host e guest Windows? Se seu problema é com o Virtualbox o “roteiro” é o que está escrito no post. Ontem eu não lembrava como fazer e segui o que está escrito. Mas se o problema é saber usar o Linux aí complica, porque o que eu sei mal dá para meu uso.

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        • Jefferson - 6.133 Comentários

          Eu não me lembro se testei todas as possibilidades de conexão de rede entre o host e o guest, mas é possível que esse problema ocorra se você estiver usando “NAT”. Eu geralmente uso “placa em modo BRIDGE”. Se for esse o problema me avise porque meu tutorial estará incompleto. “NAT” é o default.

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  • DanDaniel - 1 Comentário

    :dashhead1: nao consigo compartilhar o arquivo do host para o guest pois sempre pede um ponto de montagem. o que eu faço?

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  • Dennis - 1 Comentário

    Valeu!!! Não tava conseguindo acessar aqui e seguindo o seu passo-a-passo me ajudou!

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  • Ismael - 1 Comentário

    Boa tarde …
    Aqui funcionou corretamente
    no Editar compartilhamento do windows preencha da seguinte forma:
    caminho da pasta: [procure a sua pasta] C:\users\doc…\shared (exemplo)
    Nome da Pasta: sharedVM (exemplo)
    *montar automaticamente
    Ponto de montagem: /media/fs_ismael (exemplo)
    Pronto… no guest linux execute o comando ja mencionado anterior mente useradd vboxfs ismael
    Aqui funcionou perfeitamente

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Convertendo máquinas físicas em virtuais com o Disk2vhd

Na verdade o que Disk2vhd faz é converter o conteúdo do HDD físico em um HDD virtual, mas como isso é quase 100% do trabalho na criação de uma máquina virtual…

Eu ia escrever sobre isso aqui em julho de 2015, mas perdi essa e outras anotações em uma lamentável distração e não tive ânimo para escrever tudo de novo. Hoje eu precisei virtualizar um servidor Windows 2003 que está sendo aposentado para liberar logo o hardware e resolvi começar de novo.

A página do software diz que o programa é compatível com Windows Vista e mais recentes, mas a versão atualmente disponível lá (2.01) funciona com XP e até no Windows 2003 sem Service Pack algum (testado hoje).

A principal característica de Disk2vhd é ser capaz de criar a unidade virtual mesmo com a máquina física em uso. Você não precisa retirar o HDD e colocar em outra máquina para fazer a cópia, um benefício do serviço Volume Shadow que existe desde o XP.

O HDD virtual é criado em dois possíveis formatos:

  • .vhd – Compatível com Virtualbox;
  • .vhdx – Você pode “montar” diretamente no Explorer do Windows 8.1 e 2012 e supostamente até dar boot por ele. Compatível com a tecnologia Hyper-V da MS. Não parece ser compatível com Virtualbox. Certamente não como unidade de boot.

Dependendo da versão do Windows onde você executar o programa vai aparecer uma opção “Prepare for use in Virtual PC”. Se você vai usar no virtualbox, não marque essa opção.

Disk2vhd_Windows2003_ryan.com.br

Nos meus testes isso só adicionou um item no menu de inicialização da máquina virtual que se usado leva a uma situação de travamento.

Disk2vhd_Virtualbox_Bootmenu_ryan.com.br

No Virtualbox

Certifique-se de adicionar o arquivo .vhd como uma unidade IDE. Isso não é necessário sempre. Em alguns casos é preferível que você use uma controladora SATA. Você escolheu errado se ao iniciar der um erro de tela azul com código 0x0000007B.

Disk2vhd_Virtualbox_armazenamento_640_ryan.com.br

Se não der boot, experimente mudar nas configurações da VM primeiro a opção I/O APIC e depois o tipo de chipset:

Disk2vhd_Virtualbox_sistema_640_ryan.com.br

Os problemas aos quais o Windows é sujeito ao se trocar a placa-mãe continuam podendo acontecer. Por exemplo, o boot deste parou por causa do já conhecido intelppm.sys (veja lá no fim do texto), que é notório por falhar espetacularmente quando não acha uma legítima CPU Intel na máquina:

Disk2vhd_Virtualbox_intelppm_ryan.com.br

E a solução é a mesma que você usaria em uma placa mãe real: apagar ou desabilitar esse driver.

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  • Eder - 1 Comentário

    Desculpe a pergunta noob, mas como apagar ou desabilitar os drivers da máquina para rodar em uma VM, pois é quase 100% certo que a máquina convertida não irá funcionar por motivos de drivers incompatíveis com os da máquina virtual.

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    • Jefferson - 6.133 Comentários

      Você está enganado quanto à probabilidade de sucesso. Mesmo numa troca de placa mãe física eu chutaria 50% de chances de dar certo sem nenhuma preparação. E se você tomar alguns cuidados preparatórios suas chances aumentam bastante.

      No fim de 2009 eu escrevi uma série de textos sobre como contornar o problema mais comum: o erro STOP 0x0000007B. E no final deste texto já tem um link para a solução do segundo problema mais comum: O STOP 0x0000007E. Quem se habituou a “resolver” problemas formatando sequer sabe quais são os problemas mais comuns e muito menos resolvê-los mas qualquer um que venha prestando atenção aos meus textos de uma década para cá sabe que poucos problemas são impossíveis de resolver.

      Eu não posso afirmar quais são as chances na conversão para máquina virtual porque isso ainda é território novo para mim. Eu só fiz a conversão umas quatro vezes. Mas uma vez que você entenda quais são os problemas que impedem a troca de uma placa mãe, eu diria que suas chances de sucesso numa conversão para máquina virtual são muito maiores do que você imagina.

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    • Jefferson - 6.133 Comentários

      Acabo de virtualizar por esse processo uma máquina Lenovo, Core i3, rodando Windows 10 de 64 bits. Não fiz nenhuma preparação e a máquina virtual rodou na primeira tentativa. Só tive o cuidado de desabilitar a placa de rede para evitar problemas na ativação da máquina real do cliente.

      E algo completamente inesperado aconteceu: Eu virtualizei para estudar o problema da máquina do cliente (explorer reiniciando em loop infinito mesmo no Modo de Segurança) sem correr o risco de bagunça-la ainda mais e o problema desapareceu na máquina virtual.

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Acabo de descobrir que se você usar o software de clonagem Macrium Reflect pode usar o utilitário imgtoVHD para converter o backup em um disco virtual. Esse utilitário está em eterno beta e a Macrium não garante nada, mas se estiver usando a versão professional ou server do Reflect, o próprio disco de recuperação vem com uma opção “reDeploy” para isso que aparentemente é garantida.

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Hoje eu precisei virtualizar uma máquina com dual boot Windows XP e Windows 7 32 bits e esbarrei em um problema curioso. Pedindo ao disk2vhd para criar uma imagemn com as partições XP e Windows 7 eu só consigo dar boot no Virtualbox pelo Windows 7 pois pelo XP dá erro STOP 0x0000007B. Mas se eu pedir ao disk2vhd para criar uma imagem apenas com a partição do XP, eu consigo dar boot pelo XP usando (aparentemente) as mesmas configurações. Ainda não consegui determinar qual a diferença.

    A máquina real é um notebook com HDD SATA mas com controladora configurada para modo IDE no BIOS.

    As duas máquinas virtuais tem controladora IDE tipo PIXX4 e Chipset ICH9 com I/O APIC habilitado.

    Isso não é um real problema porque eu prefiro ter máquinas virtuais distintas, uma para cada SO, mas se eu realmente precisasse manter o dual boot estaria com um abacaxi para descascar.

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Eu consegui contornar a proteção contra cópias de um programa de relógio de ponto usando esse processo para virtualizar uma instalação do Windows 8.1 32 bits com o programa. O controle de ponto dos funcionários foi atribuído a outra funcionária e a empresa que vendeu o relógio de ponto cobra R$145 só para instalar o programa em outro computador.

    Apesar de parecer mais razoável que os R$268 por hora da Madis eu não me sinto confortável com um programa que eu não posso mover facilmente entre máquinas. Eu preferia depender de um maldito dongle USB a ter que pagar R$150 toda vez que der algo muito errado no computador onde roda o software.

    Eu precisei explicar à nova encarregada do controle de ponto como usar o virtualbox e tive que aumentar a RAM da máquina dela de 2GB para 4GB. Ainda ficou lento, possivelmente porque o guest é windows 8, mas mesmo que eu tenha que aumentar para 6GB ainda vale mais a pena que pagar por cada reinstalação do programa.

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Ultimamente eu vinha sempre usando controladoras SATA nesse processo sem problemas (é o default do Virtualbox), mas esta semana eu me deparei com um erro STOP 0x0000007B ao fazer a virtualização de uma máquina Windows 7 de 64 bits e trocar a controladora por uma IDE resolveu o problema.

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Tive um problema estranho com a interface de rede ao virtualizar um servidor Windows 2008 R2 x64 e explico como resolvi aqui

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    É recomendável, principalmente em servidores, fazer a imagem com o disco “offline”. O LiveCD Sergei Strelec tem o disk2vhd.

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Abandonando o Vmware server em favor do Virtualbox

Há muito tempo eu venho tendo aborrecimentos com a versão gratuita do vmware: o vmware server. Fiquei preso à versão 1.0.10 porque não consegui de jeito nenhum me entender com a versão 2.x, por isso não sei como é a versão mais nova nesse sentido, mas a 1.x é intrusiva demais, criando diversos problemas difíceis de diagnosticar e/ou conviver na máquina host. De atrasar o boot do XP em 43s a impedir o funcionamento da webcam no Live Messenger (não acho meu post, se é que escrevi sobre isso). Os aborrecimentos eram tantos que passei a usar muito pouco a virtualização. Por um tempo eu ainda usei a versão portable do Microsoft Virtual PC, mas ela vive dando problemas porque a MS “implica” com a “portabilização”.

Há umas duas semanas, incentivado por não conseguir fazer uma virtualização funcionar no vmware, decidi testar outra vez o Virtualbox e fiquei surpreso com as melhorias que encontrei desde a última vez que testei. O teste, com uma máquina virtual Linux, foi facílimo porque o Virtualbox consegue usar o HDD virtual *.vmdk criado pelo vmware. A propósito, o Virtualbox também suporta os HDDs virtuais do VirtualPC (*.vhd).

Mas o que facilitou mesmo foi existir uma versão portable, de terceiros,  que funciona. Consegui fazer todo o meu teste, incluindo usar dois adaptadores wireless USB reais na máquina virtual, sem precisar sequer instalar o Virtualbox no meu PC.

 

 

 

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3 comentários
  • Cesar Machado - 19 Comentários

    Eu uso o virtual box desde janeiro de 2011, e a cada update a melhora é visível. :)

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  • Marcel - 56 Comentários

    Eu tenho usado o Citrix XenServer, e estou feliz com ele. Embora a automatização de backup tenha sido feita via script no linux por baixo dele, e algumas partes da manutenção tenha que ser via linha de comando, e que o XenConverter (para fazer P2V – Physical to Virtual) tem grandes chances de falhar (95% no meu caso), e que não dê para mandar uma serial real para a parte virtual, tenho conseguido tocar…

    A estabilidade, ser opensource (o XEN básico é, já a ferramenta da Citrix não), uma boa ferramenta de administração, e ser um linux por baixo foram os diferenciais para mim, mas confesso que o VMWare Server sempre foi meu sonho de consumo, até pela facilidade de poder trabalhar com o mesmo padrão de máquina virtual do vmware-player, podendo trabalhar na máquina local antes de mandá-la pro servidor.

    Quanto ao virtualbox, vou fazer um teste com ele assim que tiver um tempo (que pelo andar da carruagem, pode ser nunca) e paciência… 

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  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Acho que vou testar ele, não custa tentar, pois não precisar instalar facilita muito.

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[BUZZ] Como montar arquivos VHD como drives no Windows XP

#virtualização

Como montar arquivos VHD como drives no Windows XP, sem precisar do Virtual PC

Nota: No Windows 7 isso já está embutido
https://ryan.com.br/blogs/seven/2009/12/o-suporte-a-discos-virtuais/

Em teoria, o Gizmo Drive (freeware) permitiria fazer isso com facilidade:
http://arainia.com/software/gizmo/overview.php?nID=4

Mas não funcionou comigo. O VHD criado pelo Virtual PC 2007 até é montado, mas uma vez disse que o disco não estava formatado e na outra ficou acusando "parâmetro incorreto"

Em teoria. o Winmount também é capaz de fazer isso, mas como não é freeware e eu ainda tinha opções eu nem mesmo testei.

Então eu parti para o modo mais difícil. Usar o VHDMount.exe, que é parte do Virtual Server 2005.

Siga este tutorial para instalar APENAS o VHDMOUNT:
http://helpdeskgeek.com/windows-xp-tips/attach-a-vhd-file-in-windows-xp/

VHDMount.exe é um utilitário de linha de comando, o que por um lado é bom, mas por outro o torna bem hostil para quem só está preocupado com o resultado final Para facilitar sua vida um funcionário da MS criou um arquivo REG que integra o VHDmount com o explorer:
http://blogs.msdn.com/b/virtual_pc_guy/archive/2007/06/20/double-clicking-on-a-vhd-to-mount-it-take-2.aspx

Vão aparecer três itens no menu de contexto dos arquivos VHD:

Plug in
Unplug (commit changes)
Unplug (discard changes)

Infelizmente, para desmontar você vai ter que procurar pelo mesmo VHD e usar uma das opções Unplug. Não vai existir um comando Unplug (ou "unmont") no menu de contexto do drive virtual criado.

Como instalar o VHDMount.exe em outra máquina sem precisar do instalador do Virtual Server.

Copie o diretório VHDmount para outa máquina

Instale o driver. Isso pode ser feito pelo método tradicional (que é um saco) ou diretamente, por linha de comando:

Abra um prompt na pasta do VHDMOUNT e execute: rundll32.exe setupapi,InstallHinfSection DefaultInstall 132 .vhdstor.inf

Sim, pode acreditar: é mais rápido executar esse comando todo do que tentar instalar o driver pela GUI do XP. Mas se você quiser tentar o procedimento está aqui:
http://coolthingoftheday.blogspot.com/2008/01/tell-me-vhdmount-story-installing-just.html

Você também pode colocar o comando acima em um .bat no mesmo diretório.

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11 comentários
  • Jefferson - 6.133 Comentários

    NOTA: Se você for usar o VirtualPC portable do qual falei neste outro post,
    http://www.google.com/buzz/117578158927571476541/A9y9LwJazi6/
    vai achar ainda mais interessante poder montar os VHD como drives no host, já que a versão portable não tem acesso à rede.

    Edit: naaahhh… Depois que você instala o "Virtual Machine Addictions", pode transferir arquivos para a máquina virtual por simples "arrastar e soltar". Bem mais simples do que usar o VHDmount.

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Se ao tentar usar o menu de contexto dos arquivos VHD aparecer a caixa de diálogo ABRIR COM, seu arquivo REG foi criado incorretamente e as chaves no registro não estão apontando para VHDMOUNT.EXE. O erro mais comum é você esquecer de copiar VHDMOUNT.EXE para o diretório indicado no REG.

    VN:R_U [1.9.13_1145]
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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Por algum motivo que ainda estou tentando entender, o comando para instalar o driver (rundll32.exe…) não está funcionando agora. Use o método "tradicional" por enquanto se não funcionar com você também.

    VN:R_U [1.9.13_1145]
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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Se apesar de você ter instalado o driver corretamente ainda estiver aparecendo uma exclamação em "Microsoft Virtual Server Storage Device01", use "atualizar driver" e aponte para o mesmo diretório do VHDMount. Não sei o motivo, mas isso resolve o problema.

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Precisei usar o VHDMount hoje, para algo diferente, mas só encontrei problemas. Além de ser um saco montar e desmontar sem uma GUI, o processo de cópia de arquivos para dentro do disco virtual "congela" sem razão aparente. Da primeira vez congelou quando eu tinha copiado 1.6GB, e como o tamanho físico do VHD era quase isso (embora o virtual fosse 64GB) acehi que o VHDMount não fosse capaz de "expandir" o arquivo. Mas depois de apagar e tentar de novo, congelou após copiar meros 633MB.

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  • Ryan, mais um off-topic aqui, me desculpe, se tivesse uma opção de mandar uma mensagem pvt eu mandava.

    Um amigo meu estava editando fotos direto na cam, quando no meio do processo de salvar acabou a bateria. Com isso o memory card se corrompeu, reportando um cartão vazio quando conectado no PC. Ele está extremamente desesperando, porque no cartão estão as fotos de uma viagem a qual ele passou 2 anos planejando e economizando dinheiro pra poder fazer…

    Tentei fazer uma recuperação com todos os programas que eu tenho conhecimento, sem muito sucesso. O único que me retornou algo foi o getdataback. Consegui recuperar 1/3 das fotos.

    Usei estes softwares:
    Recuva
    Ontrack EasyRecovery Professional
    Runtime GetDataBack for FAT

    Pergunta, conhece algum outro que eu possa usar? Porque eu já praticamente esgotei minhas opções.

    Obrigado.

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  • R-Studio: http://www.r-studio.com/

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  • José Carneiro - 196 Comentários

    Tem também o "easy photo recovery".
    http://ziggi.uol.com.br/downloads/easy-photo-recovery
    Ele já tentou ler o cartão com as fotos em um Windows PE?

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Alexandre, eu não tenho nenhuma sugestão a fazer além das já dadas, mas não posso deixar de comentar que seu amigo passou dois anos planejando a viagem e ainda assim não levou em conta que se as fotos eram importantes precisavam de backup freqüente.

    Um erro que quase todo mundo que não é de TI comete.

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  • Outro programa é o PhotoRec e o TestDisk: http://www.cgsecurity.org/wiki/PhotoRec

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  • Recomendo o file scavenger, nas três vezes que precisei recuperar arquivos de partições corrompidas ele que me salvou. Não sei se vai ajudar no seu caso segue o link
    http://www.4shared.com/file/IgnGn_mS/filescavenger.html

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[BUZZ] Como jogar Maui Mallard in Cold Shadow se você não usa mais o Windows 9x

#virtualização

Esta semana me bateu um saudosismo e eu "queria porque queria" jogar "Maui Mallard in Cold Shadow", um jogo de 1996 da Disney Interactive que no PC só roda no Windows 9x, por requerer WinG.
http://en.wikipedia.org/wiki/Maui_Mallard_in_Cold_Shadow

Depois de tentar muitos truques e fazer muita pesquisa, concluí que tentar fazer o jogo rodar na marra poderia não ser possível ou não valer o esforço. Como última possibilidade, pensei na existência de algum tipo de mecanismo "light" de máquina virtual. Afinal, o Windows 98 é "leve" para as máquinas de hoje e definitivamente eu não quero ter que instalar algo intrusivo, lerdo e criador de problemas como o VMware só para rodar um joguinho.

Comecei minha pesquisa procurando por versões "portáveis" dos mecanismos mais "capazes" do mercado. Encontrei dois:

Portable VirtualBox
http://www.vbox.me/

Portable VirtualPC 2007
http://portableapps.com/node/10308

O Portable Virtualbox parecia muito promissor e me deixou animado por poder aproveitar o HDD de uma máquina virtual VMWARE que eu já tinha pronta, eliminando o tédio de instalar o Win98. Mas quebrei a cara. Só no final do processo eu descobri que o Virtualbox não tem "guest addictions" para Windows 9x, o que deixa o desempenho da máquina muito comprometido para ser aceitável.

Já o Portable VirtualPC 2007, para minha surpresa, rodou melhor do que eu esperava (porque eu tinha minhas dúvidas de que o VirtualPC iria colaborar). Agora mesmo o jogo está rodando no meu notebook.

Talvez eu faça um tutorial sobre o assunto, mas já vou adiantando algumas dicas:

Portable VirtualPC 2007 requer que o VirtualPC 2007 (http://www.microsoft.com/downloads/en/details.aspx?FamilyID=04d26402-3199-48a3-afa2-2dc0b40a73b6&displaylang=en#AffinityDownloads) esteja instalado na máquina para poder catar os arquivos de que precisa, mas depois disso você pode mover o diretório dele para outra máquina que nunca viu o Virtual PC. Nota: Portable VirtualBox é mais esperto e basta apontar o EXE de instalação do VirtualBox que ele extrai tudo de que precisa.

Por default, o VirtualPC joga os arquivos da máquina virtual fora da estrutura "portable". Então depois de criar a VM você precisa mover os arquivos necessários (*.vmc e *.vhd) para a pasta "Virtual Machines" da versão portable. Depois disso você precisa editar o arquivo .vmc para criar uma referência relativa (o default é absoluta) para o HDD virtual. Basta usar um editor de texto e procurar o lugar onde o arquivo é referenciado. Desfaça a referência absoluta e crie uma relativa. Se o arquivo .vmc está na mesma pasta que o .vhd isso é simples. Exemplo de como ficou o meu:

<absolute type="string" />
<relative type="string">Windows 98 Hard Disk.vhd</relative>

A versão portable não tem acesso à rede, porque os drivers necessários não são iniciados. Eu não procurei um modo de contornar isso porque nessa aplicação o acesso à rede não me interessa

Lembre-se de que alguns jogos antigos só rodam direito se o vídeo estiver ajustado para a profundidade de cor que eles esperam (como 256 cores);

   

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  • Jefferson, em minha coleção de SOs o Win98 não está incluído (uso o gparted para todas as operações de particionamento, inclusive para partições mac). Eu me lembro que um gamer amigo meu (não esses gamers de quinta de hoje que compram máquinas de 5000 reais) disse que muitas vezes ele precisou usar Win98 para rodar alguns jogos. Eu não dei muita bola para isso na época, agora vejo que é uma boa. Na época em que fiz o técnico em informática, meu professor falava que é preciso ter sempre uma cópia do Win98 pois ainda encontra-se servidores assim e tudo mais. Eu já me deparei com vários servidores com Win98 e todos com aplicações feitas APENAS para ele que foram transferidas com sucesso para uma instalação Linux que os convenci fazer :)

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Eu ainda tenho um cliente usando Windows 98, em um K6. Só vai mudar para algo mais moderno quando a máquina pifar, porque só é usada para imprimir etiquetas e relatórios.

    E eu sempre penso primeiro no windows 98 quando preciso de um "sistema mínimo" para alguma coisa. Essa máquina que criei para o jogo, por exemplo, ficou com menos de 300MB. Mas já instalei o Windows 95 em compactflash (máquina industrial) de 128MB. A velocidade de boot era impressionante.

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[BUZZ] Problema duplo impedindo chamada de vídeo com o Live Messenger.

#manutenção

Problema duplo impedindo chamada de vídeo com o Live Messenger.

Quando eu tentava uma chamada de vídeo, antes da outra parte aceitar já dava erro com a assinatura :

Appname:msnmsgr.exe

AppVer:14.0.8089.726

Modname:h264codec.ax

Usando o Directshow Filter Manager (DFM), vi que esse codec havia sido instalado pela Pinnacle. Provavelmente pelo instalador de um de meus receptores de TV. Usando o mesmo DFM eu fiz o "unregister" das seis referências que haviam para h264codec.ax.

Parou de dar erro em h264codec.ax, mas aí o Messenger dizia que não podia fazer a chamada de vídeo, acusando às vezes o erro 0x8100039d e às vezes o erro 0x8ac70013.

Para mim o problema tinha que ser relacionado com eu ter desabilitado o codec. Nem me passou pela cabeça que eu pudesse ter um outro problema na máquina que impedisse a chamada de vídeo. Mas usando os códigos de erro como pista, encontrei uma página que em vez de falar de codecs acusava o VMWARE:

http://www.ms-news.net/f3796/updated-messenger-not-working-web-cam-8241594-2.html

A relação parece absurda, mas como teria que ser muita coincidência, já que eu tenho o VMWARE nesta máquina, segui as instruções e desabilitei os dois adaptadores de rede da VMWARE.

Problema resolvido.

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  • admin - 2 Comentários

    Hoje eu já não acho o problema absurdo. Muitos programas se atrapalham quando encontram mais de um adpatador de rede no computador.

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[BUZZ] Criando uma VM Windows 2000 com PHP, Apache, MySQL, WordPress e SMF

#virtualização #programação

Criando uma VM Windows 2000 com PHP, Apache, MySQL, WordPress e SMF.

Usando as instruções desta página

http://www.guiadohardware.net/tutoriais/apache-php-mysql-windows/

Eu instalei com sucesso PHP, MYSQL e Apache

Mantive a senha default do usuário root do MySQL (nenhuma senha).

Por default, ao abrir diretórios como o phpmyadmin ou o wordpress, em vez de abrir a página vai mostrar uma listagem de diretório. Isso ocorre porque "index.php" não está listado como indice de diretório. Para corrigir isso edite httpd.conf para que fique mais ou menos assim:

<IfModule dir_module>

DirectoryIndex index.html index.php

</IfModule>

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Instalando o phpmyadmin

    O procedimento é exatamente o mesmo que usei para instalar numa VM Linux:

    http://www.google.com/buzz/117578158927571476541/R56JAFkRTR3/

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Instalando o WordPress

    O processo é dividido em quatro partes básicas (assim como no Linux):

    +Copiar o diretório WordPress para uma pasta adequada na VM

    +Criar um banco de dados no MYSQL para o wordpress

    +Editar wp-config.php para que aponte para esse banco de dados

    +Rodar o setup do WordPress (/wp-admin/install.php)

    Nisso aí eu já apanhei um pouco. Usando o PhpMyAdmin eu criei um novo banco de dados para o wordpress facilmente, mas falhei ao determinar o usuário para acessá-lo, porque o WordPress se recusava a rodar. Só funcionou quando eu configurei o wordpress para acessar como usuário "root" com a respectiva senha do mysql (no meu caso, em branco). Fiz isso seguindo essa dica:

    http://geeksaresexy.blogspot.com/2006/06/installing-wordpress-locally-under.html

    Falta aprender então como atribuir corretamente um usuário para o banco de dados, mas já está tudo funcionando.

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Segundo o que é dito no último link, todo o processo pode ser bastante simplificado usando o XAMPP

    http://www.apachefriends.org/en/xampp-windows.html

    Que se encarrega de instalar tudo exceto o WordPress.

    Mas eu ainda não testei

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Instalando o SMF

    Ainda mais fácil que instalar o WordPress.

    Baixei o pacote full da versão 2.0 RC3 aqui:

    http://download.simplemachines.org/

    Descompactei no diretório htdocs/smf da VM e executei

    http://xxx.xxx.xxx.xxx/smf/install.php

    O instalador cria automaticamente o banco de dados. Só é preciso dar o usuário "root" e senha em branco (o default).

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Notas:

    Para simplificar minha vida, eu compartilhei o diretório htdocs da VM (C:Arquivos de programasApache Software FoundationApache2.2htdocs). Assim eu posso usar o Explorer para fazer tudo (não preciso de FTP, nem de baixar as coisas direto na VM).

    Ao usar o phpmyadmin no Firefox, cuidado com o noscript. Desative-o para o endereço da VM ou coisas estranhas vão acontecer..

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  • Jefferson - 6.133 Comentários

    Instalar um servidor FTP fou muito simples. Baixei o filezilla server:

    http://filezilla-project.org/download.php?type=server

    instalei, configurei um usuário (sem senha) e disse a que diretório eu tenho acesso por ele. Pronto. está funcionando.

    Eu não preciso realmente de FTP para trabalhar com WordPress/SMF/Apache na VM. Eu instalei porque estou desenvolvendo um programa de sincronização de arquivos por FTP e estava um saco fazer testes usando a minha internet de 600K. Cada pequeno teste levava mais tempo do que eu tenho paciência de esperar. Eu poderia instalar o servidor no meu PC, sem precisar de VM. Mas dessa forma eu acho mais elegante, além de ser portável.

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