Talvez o problema seja eu, que nunca dei muita bola para iPod, iPhone e iPad (são bons produtos, mas “mágico” mesmo é o Alvo Dumbledore); porém eu não pude deixar de achar que foi um fanboy da Apple que escreveu a matéria dessa semana na Revista Época (página 94) sobre a saída de Jobs do comando da Apple.
A matéria começa com uma puxada de saco típica das reportagens que se faz quando alguém acabou de morrer e é necessário ressaltar as coisas boas que o cara fez e deixar de lado por um momento os defeitos. O primeiro parágrafo já dá uma idéia do que se segue:
“O que a renúncia de Steve Jobs significa para a Apple – e para a nossa vida”
Mas Jobs não está morto e imagino o ataque histérico que seria a matéria se estivesse.
Não consegui ler a matéria. Não consegui passar do “Até que, na semana passada, aos 56 anos, ele desceu do panteão ocupado por gênios, deuses e heróis para encarar em público sua condição mortal”.
E isso na seção “Negócios e Carreira” da revista.
Fala sério…
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Sem fanatismo mas não posso perder a piada… Depois de uma penca de doença, e ainda um câncer no pâncreas!? Eu quase acredito que ele era imortal.
Do jeito que ele emagreceu em poucos meses, se ele sobreviver eu vou acabar acreditando nisso!
Encontrei uma cópia da matéria. Confiram se é só birra minha:
http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/8/29/apple-sem-ele/
Emagrecer em poucos meses não é nada, eu mesmo emagreci 25kg em 8 meses, e já conheci alguém que emagreceu 40kg também em 8 meses. O mérito do Steve Jobs foi saber investir em produção de ipods, iphones, ipads, ibooks, e também um investimento bom na Pixar, que rendeu bons dividendos à Apple e seus acionistas. Coisa totalmente óbvia, mas que os fanboys da Apple fazem questão de transformar em algum tipo de feito divino só pra formarem uma seita.