Dois dias atrás eu recebi esse comentário anônimo no post mais recente do blog:
Conflitos, em grande e média escala, enquanto o Estado existir, sempre acontecerá. O conflito (guerra) deve-se a falta de recursos, e essa falta de recurso deve-se ao Estado, ou seja, para acabar com os conflitos, é necessário, primeiramente, acabar com o Estado. O único modo dessa troca de recurso ser feita é o capitalismo, e ele não funciona com o Estado. Para tal feito, devemos almejar o anarcocapitalismo, ao contrário, nada vai mudar.
Têm vírgulas demais, né?
Ou é um estranhíssimo spam e muita coincidência, ou alguém com medo de me criticar abertamente decidiu soltar uma indireta.
Eu não publiquei o comentário no post onde foi colocado porque não fazia sentido algum e eu realmente preferia que, tendo sido proposital, a pessoa por trás dele me apontasse onde estou usando vírgulas em excesso em vez de soltar indiretas, que não me ajudam em nada. Usar como exemplo algo que eu não escrevi em vez de algo que escrevi é contraproducente.
Mas vou aproveitar para informar a todos: sim, estou ciente do meu problema com vírgulas. Acredito que seja um efeito colateral da minha tentativa de parar de usar parênteses, da qual falei aqui muito tempo atrás. Outra coisa: eu não sei quando usar “;”
É comum eu reescrever frases retirando vírgulas somente depois que o post é publicado. Mas isso só acontece quando eu noto meu erro, é óbvio.
Eu interpretei o comentário de forma diferente: Acho que ele se referiu ao próprio comentário dizendo que tinha vírgulas demais. Até porque, caramba, quanta vírgula!!
Sim, o trecho mostrado tem indubitavelmente vírgulas demais. Mas este não é um blog literário, nem sobre a língua portuguesa. Meu último post sobre o domínio da língua foi há tanto tempo que eu não saberia achá-lo agora para fazer um link. E o comentário foi feito no post “Não compre a placa-mãe Biostar A68N-2100”. O despropósito do comentário me pareceu uma forma de reductio ad absurdum, embora eu não saiba se se aplica nesse caso.
Jefferson, desencana.
Algumas coisas, muitas delas na verdade, não valem a pena se preocupar ou se aborrecer.
concordo, também entendi assim, o mais pode ser teoria da conspiração do Jeff mesmo