 Jefferson,  24 de agosto de 2011, android Eu estava pensando em construir uma tabela comparativa de music players para Android, mas ao analisar os dados que eu já tinha concluí que pode ser um exercício frustrante por pelo menos três razões:
- A atualização constante dos softwares (eterno beta);
- Não existe changelog (não, “mudanças mais recentes” não é um changelog);
- Muitas apps não tem sequer uma janela About (MusicFolder Player) e quando tem não dizem qual a versão da app (Mixzing).
Não dá para fazer uma análise precisa quando você sequer pode determinar as versões que está testando.
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 Jefferson,  24 de agosto de 2011, android É a incapacidade de navegar por pastas do cartão. Se eu colocar algumas músicas em um diretório específico, não consigo encontrá-las a não ser que todas as tags ID3 estejam preenchidas para procurá-las pelas tags. Se as músicas não forem de um mesmo álbum eu sou obrigado a procurar uma por uma.
Isso afeta:
- Music (O padrão do Android)
- Songbird
- 3
- Winamp
Não tem esse problema
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 Jefferson,  23 de agosto de 2011, android, quench
Acabo de ler meu primeiro livro digital no Quench. Precisou ser no formato epub, porque PDF mostrou-se inviável.
Eu testei dois programas: O Cool Reader pareceu problemático demais, ficando "maluco" toda vez que a orientação do telefone mudava (bastava eu mover demais a mão). Não deu para ler nem 20 páginas e acabei desistindo. Passei a usar o Moon+ Reader.
https://market.android.com/details?id=com.flyersoft.moonreader
O original tem mais de 400 páginas e na telinha do Quench são umas 800. Li completamente no Moon+ Reader e fiquei muito satisfeito. Não achei cansativo nem para os olhos, nem para os dedos (constantes mudanças de página). O Moon+ Reader mantinha o bookmark da página onde eu estava lendo e voltava rapidamente para ela quando eu selecionava o livro.
Aliás eu pertenço ao grupo de pessoas que não faz a mínima questão por e-ink. LCD para mim está ótimo. O consumo é muito mais alto, mas a flexibilidade compensa demais.

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 Jefferson,  13 de agosto de 2011, android Com a possibilidade de colocar as músicas que estou escutando em uma playlist, veio a necessidade de fazer isso sem nem precisar tocar no telefone. Eu fico com o telefone no bolso enquanto escuto música com o headset bluetooth e acho um saco ter que retirar o telefone do bolso e desbloquear toda vez que esbarro em uma música interessante.
Eu queria poder controlar isso direto do headset.
Até encontrei duas apps que talvez servissem para isso e, ignorando os avisos em ambas que diziam que eram feitas para headsets com fio, testei-as com meu headset bluetooth:
Headset Button ControllerTrial
https://market.android.com/details?id=com.kober.headset
Apenas reconhece os botões next e previous.
Headset Droid Trial
https://market.android.com/details?id=tvk.headvoltrial
Reconhece os botões next, previous e play/pause.
Porém ambas são incapazes de reconhecer duplo/triplo clique ou “long press”, tornando-as efetivamente inúteis com meu headset.
Se é para usar um headset com fio, prefiro ter que manusear o telefone mesmo.

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 Jefferson,  12 de agosto de 2011, android Ontem eu me deparei com um bug/feature do Android que quase me tira do sério. Eu instalei três apps de música diferentes para testar, além da default:
As três convivem harmoniosamente, mas só até o momento que decido usar o headphone bluetooth.
Quando o problema começou foi um real momento WTF?!. Eu dava pausa numa música pelo Headset e outra começava a tocar. Apertava pausa novamente e a anterior voltava a tocar. Depois de apertar aqui e ali no aparelho, começou uma cacofonia em que ambas tocavam ao mesmo tempo. Então eu notei na barra de notificação que tinha dois players rodando ao mesmo tempo.
Aí eu me lembrei de uma configuração que eu vira antes no Winamp: “Use Winamp to control the headset”. Encontrei configuração semelhante no Songbird e no Meridian. E todos estavam marcados.
Eu esperava que cada app instalada desabilitasse a configuração das instaladas anteriormente. Mas além disso não acontecer, nenhuma das apps ao ser instalada me perguntou nada. Também seria de se esperar que um comportamento que pode criar problemas requisitasse autorização do usuário.
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 Jefferson,  11 de agosto de 2011, android, música Apesar de não ser nenhum fã de redes sociais eu achei o recurso de “gostar no Facebook” do Songbird muito útil.
Se eu gosto da música que estou ouvindo, basta tocar no botão com o ícone do Facebook. É ainda mais fácil do que jogar a música para uma playlist. O programa pode ser configurado para se conectar automaticamente com seu perfil e assim você só precisa dar seu nome de usuário e senha uma vez (mas esse logon você faz no Facebook – o Songbird não sabe sua senha).
Como eu não uso meu perfil no Facebook ou Orkut para tratar de nada técnico, se é para o meu perfil servir para algo, que seja pelo menos para divulgar meus gostos em entretenimento. E nada melhor que isso ocorra em tempo real, sem eu ter que compilar listas para divulgar depois.
Infelizmente é outro recurso raro. Dos (poucos) players que já testei só o Songbird o tem.
Liked by: Carlos Augusto, Elton Serafim
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 Jefferson,  11 de agosto de 2011, android, música Eu tenho muita música no meu PC que eu nunca ouvi ou, se ouvi e gostei, nem lembro mais como achar de novo. O meu “perfil” requer um programa que me permita que eu ponha um punhado de músicas no player e, à medida que eu gostar de alguma, possa marcá-la facilmente para que seja separada do resto. Por mais absurdo que pareça nos dias de hoje, a possibilidade de se criar playlists ou classificar a música que você estava escutando “on the fly” era uma característica raríssima até poucos anos atrás, sendo o iPod uma famosa exceção.
Minha última tentativa de encontrar algo decente (não-ipod) foi no final de 2006, para o Palm.
https://jefferson-ryan.blogspot.com/2006/09/transforme-seu-treo-em-um-ipod.html
Até então era a melhor opção que já tinha encontrado, mas não tendo ficado inteiramente satisfeito com o resultado (até mesmo porque o Treo 650 é fisicamente um player ruim) eu deixei a idéia de lado nos últimos cinco anos.
Agora que eu tenho um telefone com Android decidi testar isso de novo. Para a minha satisfação descobri que o Android por default já tem a capacidade de jogar as músicas que você escuta “on the fly” para qualquer playlist. E o que é melhor é que esse é um recurso do SO que está disponível para todas as aplicações de música. Assim todas as apps de música conseguem ler e escrever nas mesmas playlists.
O único problema: essas playlists não estão disponíveis para exportação. Ou seja: você não pode usar essas listas que você criou (não sem ajuda) para “limpar” a sua coleção de música no PC. Pior: corre o risco de perder toda essa arrumação no primeiro “crash” do telefone.
Nota: é altamente improvável que eu pare para escutar música em casa. É mais provável que eu ouça música “na rua” em geral (no carro, no consultório médico, no supermercado, andando na rua, etc).
Uma das soluções que estou testando para isso é um novo recurso do Winamp para Android, que permite sincronizar suas playlists com o Winamp rodando no Windows:
http://blog.winamp.com/2010/11/30/wirelessly-sync-music-to-your-android-phone/
Mas, como os comentários do blog acima apontam, o recurso ainda precisa de bastante polimento. Depois de muitas tentativas funcionou mas eu estou desconfiado de que o Avast 6 esteja interferindo com o compartilhamento.
Nota: Existem soluções que se integram com o iTunes, mas eu só vou usar o iTunes no meu PC se puder rodá-lo sem o monte de serviços e outras modificações preocupantes que o programa instala. O iTunes está na minha lista de programas altamente intrusivos.
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 Jefferson,  06 de agosto de 2011, android, iphone, software Eu fiz uma menção a um programa no post anterior mas depois eu percebi que talvez vocês não conheçam porque só falei sobre ele brevemente, no meu post sobre o iPad: O Shazam.
Já aconteceu de você ouvir uma música e se perguntar qual o nome e/ou quem está cantando? Já ficou esperando até terminar o “quadro” na rádio esperando que o locutor dê a lista?
Pois basta deixar Shazam ouvir alguns segundos da música para ele consultar o banco de dados dele na internet e responder em poucos segundos que música é, e quem canta.
Testado e aprovado no iPad e no Android. Não é perfeito, mas identifica corretamente com uma frequência espantosa.
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Eu não ia publicar isso agora, mas como Alexandre Ribeiro demonstrou interesse em outro post, eu vou tentar adiantar algo
BH-503 Designer’s Bluetooth Stereo Handsfree Headset (13-Hour Talk/240-Hour Standby) $25.41
Eu comprei esse headset para atender a necessidade de um cliente, que comprou uma TV com bluetooth. Os requisitos básicos eram boa qualidade de reprodução e longa autonomia. Depois de alguma pesquisa eu determinei que essa era a opção mais promissora na Dealextreme.
Apresentação
O produto vem na caixa e tem uma excelente aparência. Se não é um Nokia legítimo, não há qualquer indício disso.
Autonomia
Eu ainda não pude testar até onde vai, mas com certeza é de várias horas. Ele certamente aguenta mais tempo do que eu pretendo usá-lo por dia.
Volume
Para mim, um headphone tem que ter um volume alto. Não me interessa o blá-blá-blá sobre prejuízo à audição. Eu uso pouco mas quando uso quero poder me isolar do mundo externo.
O BH-503 passou no meu teste. Se você quiser o volume alto, fica bem alto.
Conforto
Esse é o único problema que encontrei no aparelho. A princípio ele parece confortável e eu praticamente esqueço que estou usando um headphone. Mas antes de completar uma hora de uso minhas orelhas estão doendo. Eu percebi que se eu tirar os óculos isso não acontece.
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 Jefferson,  02 de agosto de 2011, android, celulares, quench Seguindo uma dica de Alexandre Ribeiro neste post
https://profiles.google.com/117578158927571476541/posts/dCvt5JcHANb
Eu atualizei o firmware do meu Quench para o Android GingerBread 2.3.5 usando a ROM CyanogemMod 7 (CM7)
instalando uma nova rom | gingerxtbr
Como eu já estava usando uma ROM customizada, pude saltar os passos:
Instalação do root
Instalação do recovery
E ir direto para a instalação da ROM.
Neste post eu irei comentar sobre as diferenças encontradas em relação à versão 2.1 do Android
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As versões aparecem na parte de Gerenciamento de Aplicativos.
Configurações > Aplicativos > Gerenciar aplicativos
Clica em qualquer um que vai mostrar a versão. Fácil e simples (piada!!!!)
Caramba… eu espero que esse seja o jeito do Android de contornar o "esquecimento" dos autores e não o "padrão Android" de fazer as coisas. Obrigado pela dica!
Nada. É Android amiguinho, não existe padrão pra nada nos aplicativos.
É… se a Google não tivesse que concorrer com a Apple poderia se dar ao luxo de cobrar mais qualidade e consistência dos desenvolvedores.
desculpa o off mas dá uma olhada neste eu achei interessante o fato de rodar ubuntu http://www.gizmodo.com.br/conteudo/este-pc-minimo-de-us25-roda-quake-iii/