Surpreso positivamente com o sincronizador do Google Drive

Esse é um momento “dãaaaa…”. Não espere aprender realmente algo novo sobre o Google Drive neste post.

Eu configurei a sincronização mais de um ano atrás para um cliente que usa dois computadores em cidades diferentes. Hoje ele trouxe o da outra cidade (vamos chamar de máquina “B”) para que eu “limpasse” porque ele pretende vender. É claro que dependendo do modo que eu fizesse isso eu ia apagar os dados na máquina A também. Como frequentemente o cliente não sabe o que está pedindo eu fiz um backup total de B e parti para reparticionar e reinstalar o Windows.

Enquanto eu já estava instalando o cliente deu pela falta de arquivos na máquina A. Por sorte ele imediatamente se deu conta de que tinha sido culpa dele, que decidira apagar uma série de arquivos na máquina B antes da minha chegada. Na hora eu pensei: “f**eu”. Mas o cliente conseguiu pensar com mais clareza que eu: olhou na lixeira e os arquivos estavam lá.

Ou seja: O sincronizador teve o bom senso de ao detectar arquivos apagados na máquina B, apagar na máquina A jogando na lixeira. Em retrospecto, esse é o comportamento óbvio. Mas nem me passava pela cabeça que ele fizesse isso.

7 comentários
  • Ricardo - 143 Comentários

    Será que em “B” ele apagou movendo pra lixeira ou fez pelo Shift-Del?
    Ou seja, o sincronizador apenas replicou a ação original ou em qualquer dos casos ele teria jogado as cópias das outras máquinas na lixeira?

    Falando nisso, tive uma experiência também positiva com o google uns dias pra trás: Minha namorada apagou arquivos importantes e depois limpou a lixeira (tudo pela interface web. Ela queria liberar espaço na conta dela), e veio chorando pedindo pra eu tentar recuperar. Acabei esbarrando em um item da ajuda do google em que você preenche um form e eles tentam (não garantem) recuperar os arquivos excluídos permanentemente. Eu tive a impressão que haveria alguma interação com humanos a partir daí, mas alguns minutos depois todos os arquivos voltaram pra conta dela. O intervalo entre o apagamento acidental e a recuperação dos arquivos foi de alguns minutos, menos de uma hora.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Será que em “B” ele apagou movendo pra lixeira ou fez pelo Shift-Del?

      Pensei nisso, mas não creio que esse cliente sequer saiba que existe shift-del. E é melhor que a maioria nem saiba que existe mesmo.

      Por outro lado, eu sempre uso shift-del, sem nem pensar. Por sorte, só me arrependi disso uma vez até hoje.

      Gostei de saber que é possível recuperar diretamente no Google Drive! É uma conta gratuita? Vocês pagaram pela recuperação?

      • Ricardo - 143 Comentários

        É uma conta gratuita e não pagamos nada. O processo é (ou parece ser) totalmente automático (embora ele não diga explicitamente isso).
        O caminho das pedras foi mais ou menos esse:

        1 – Página da ajuda sobre restaurar arquivos:

        If you can’t recover your deleted file

        If you delete a file and need to get it back, contact a Drive specialist. To find your file, call or chat with us.

        (Por esse texto eu supus que haveria algum tipo de interação humana)

        2 – Rolar até o fim da página e usar o botão “Contact us”.

        Isso vai fazer ele pedir o login novamente para confirmar e leva a essa página.
        Nessa página, você preenche um form dando permissão para o google tentar recuperar os arquivos para a sua conta.
        Na minha experiência, apenas uns poucos minutos depois de enviado o form, os arquivos estava de volta na conta. Como ela tinha deletado vários arquivos de uma vez, todos voltaram. Não parece ter um meio de selecionar um arquivo específico. Porém foi só apagar novamente, dessa vez tomando mais cuidado.

  • Claudio - 84 Comentários

    Esse post me lembrou de uma coisa …

    Eu tenho um path mapeado como drive (história longa) usando a chave de registro “Computer\HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\Session Manager\DOS Devices”

    O problema desse mapeamento é que quando deleto um arquivo da unidade mapeada, o Windows “não sabe” que é apenas um mapeamento e não move para a lixeira, toda operação é sempre uma deleção permanente (pelo menos com alerta, mas ainda assim inconveniente)

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Um diretório local mapeado como se fosse uma outra unidade, não é?

      A última vez que fiz isso foi quando eu precisava convencer um jogo qualquer que o CD estava no drive, e tudo o que era preciso para esse convencimento era colocar os arquivos na raiz de uma unidade. Se me recordo bem existia um programa/driver para DOS que fazia um diretório parecer mesmo ser uma unidade de disco óptico, para o caso do jogo checar isso.

      • Claudio - 84 Comentários

        No meu caso é para manter o mesmo layout de unidades entre duas máquinas diferentes, uma com dois discos (SSD + HD) e outra apenas com um SSD grande. Me permite manter o mesmo cojunto de atalhos (uso Bayden SlickRun direto, apesar de um pouco antiguinho me atende bem) e dessa forma não preciso manter dois sets de configurações.

  • Joao Paulo - 1 Comentário

    Não utilizo o Google Drive, mas utilizo o OneDrive da Microsoft e este também funciona de forma semelhante, tenho um notebook, um desktop e um celular ambos conectados a mesma conta, e quando tive que apagar alguns arquivos através do próprio celular, mesmo excluindo na lixeira do OneDrive, no desktop e notebook, os arquivos que estavam sincronizados foram primeiro a lixeira, coisa que nem sabia, sempre só esvaziava a lixeira sem nem me dar conta do que tinha.

    Depois que decidir abrir a lixeira pra ver que tanto arquivo eram aqueles que sempre limpava, vi que se tratavam das exclusões do OneDrive que tinha feito através do celular.

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