Decepcionado e intrigado com a ducha eletrônica Hydra ND Blindada 220V 6600W

Estávamos há anos sem chuveiro elétrico aqui em casa, mas a água anda fria “de torar” aqui em Recife e tomar banho vinha sendo um castigo diário. Comprei a ducha eletrônica Hydra ND Blindada por três razões:

  • Controle gradual de temperatura – Eu não gosto de banho frio, mas também não gosto de banho quente. Com duchas com poucas opções de temperatura corro o risco de saltar de “frio demais para o meu gosto” para “quente demais para o meu gosto”;
  • Resistência blindada – Nunca havia testado um chuveiro desse tipo e tive experiências ruins com a durabilidade dos últimos não blindados;
  • O preço não estava muito alto. – Por R$190 na Ferreira Costa também não estava “barato”, mas eu tinha pressa.

Mas o consumo de energia parece excepcionalmente alto! Os disjuntores que eu tinha instalado antes e funcionavam normalmente com o chuveiro anterior (ducha 8T Hydra 6600W não blindada) eram:

  • 10A para o circuito do banheiro (tomadas e chuveiro);
  • 16A para o circuito da cozinha (de onde é derivado o do banheiro)
  • 25A para a casa inteira

Note que isso parece bem sub-dimensionado, mas como a ducha 8T era ajustada para uma temperatura a meu gosto, bem longe da máxima, era o suficiente. Com a instalação da ducha ND blindada, eu tive que mudar emergencialmente para:

  • 25A para o circuito do banheiro (tomadas e chuveiro);
  • 25A para o circuito da cozinha (de onde é derivado o do banheiro);
  • 32A para a casa inteira

E olha que o chuveiro foi ajustado para uma temperatura no limiar entre frio e quente. O medidor de corrente no relé de sub-tensão principal da casa acusa um aumento na corrente de 25A (5500W em 220V) quando o chuveiro está ligado, então é bem possível que o disjuntor não tenha desarmado ainda porque não tomamos banhos demorados e certamente porque ninguém decidiu ligar o microondas ou a Air Fryer na hora errada. E esse é o banheiro com a melhor instalação elétrica. Tentar instalar um chuveiro com um consumo desses nos outros banheiros seria um problema maior.

Estou cotando um chuveiro não blindado agora para instalar em outro banheiro e ver se o problema é esse.

27 comentários
  • Marcelo Neuri Haag - 85 Comentários

    Bom dia! Aproveitando a “deixa elétrica”: eu sei que AGORA com essas chuvas todas aí na sua região não é o momento mas como estão as coisas da geração de energia fotovoltaica por aí? Muitos clientes seus já usam? Na sua residência será rentável? Aqui usamos na minha empresa já a alguns anos e anos passado coloquei na minha residência. Acho ser uma tendência irreversível essa…

    • Jefferson - 6.382 Comentários

      Meu amigo José Carneiro instalou há 30 dias e tenho um cliente comercial que instalou há mais tempo. Eu só não instalei ainda porque estou esperando uma reforma na casa que vai permitir termos um telhado estável e na orientação correta para a instalação.

      As contas mostram que o investimento se paga em 4 anos e depois é só alegria. O que seria perfeito mesmo é uma instalação off-grid, mas o custo das baterias ainda não compensa.

  • José Santos - 3 Comentários

    Como essas duchas são eletrônicas (tem circuito de controle e acionamento), então deve ligar na potência máxima para fazer a “resistência”/água chegar na temperatura adequada mais rápido e depois fica só regulando.

    • Jefferson - 6.382 Comentários

      Faz sentido, mas o meu problema não é uma corrente muito alta de “partida”. É uma corrente muito alta continuamente, com a temperatura da ducha já estabilizada.

      • Luciano - 452 Comentários

        Acho que você está desacostumado com chuveiro elétrico mesmo! O consumo desses bichos é absurdamente alto. Mesmo sendo uma ducha eletrônica, acredito que poucas ou atá ariscaria dizer quase nenhuma mede a temperatura da água e faz ajuste da potencia. A maioria esmagadora das eletrônicas é um simples dimmer pra controlar a potencia a gosto do cliente.

        • Jefferson - 6.382 Comentários

          Eu assumiria que estou desacostumado, se o disjuntor que atendia o circuito do banheiro quando eu usava uma ducha Hydra 8T não-blindada devidamente ajustada para uma temperatura agradável não fosse de 10A e o disjuntor principal da casa não fosse de 16A.

        • Jefferson - 6.382 Comentários

          Oops… 16A para atender à cozinha e o banheiro.

    • Jefferson - 6.382 Comentários

      Relendo o que escrevera (“acusa um salto de 25A (5500W em 220V) quando ligo o chuveiro, “) percebi que ficou ambíguo. Vou reescrever o trecho para ficar mais claro que estava falando de consumo contínuo.

  • Alex - 15 Comentários

    Ei, talvez o “medidor de corrente” seja projetado para medir corretamente apenas senoidal. Se o “dimmer” no chuveiro for triac ou diac, será diferente de senoidal.

    • Jefferson - 6.382 Comentários

      É perfeitamente possível que a medição esteja errada, mas eu troquei o disjuntor original do banheiro duas vezes, de 10 para 16A e em seguida para 25A, não por ter visto a medição alta, mas por estarem desarmando em menos de um minuto com o chuveiro ligado. Para o disparo térmico de um disjuntor termomagnético, até onde posso enxergar, não faz diferença a forma de onda da corrente. A corrente média no ajuste atual do chuveiro pode não ser os 25A medidos (não está desarmando), mas certamente é maior que 16A.

      Pode ser “mania” minha, mas me incomoda bastante usar disjuntores maiores que o estritamente necessário.

      • Luciano - 452 Comentários

        Geralmente na caixa do chuveiro e até mesmo no corpo de alguns costuma vir anotado qual a capacidade do disjuntor necessário. E adianto pra um chuveiro de 6KW eu não espero nada menor do que 25A. Aqui uso um de 32A DIN da Siemens e olha que o chuveiro é 5,5KW na potencia máxima.

        Alias, não sei que tipo de disjuntor você usa ai. Se forem disjuntor Nema, esses dificilmente desarma, alias eu não gosto dele, acho pouco seguro. Já os modelos DIN costuma ser mais “sensíveis”. Os Nema são muito lentos pra desarmar, precisa de uma corrente absurda. E o desarme dele por pelo térmico leva até 10 minutos. Nisso já deu pra por fogo na instalação a tempo. O DIN não aceita desaforo. Se é de 32A, passou um pouquinho disso, desarma fácil. Por curto então, geralmente não dá nem tempo de fazer o estouro.

        Não sei como é a Cia Elétrica ai, mas aqui onde moro a Elektro já pede de cara disjuntor de 63A pra um padrão bifásico. Se não colocar isso, eles reprovam o padrão e não fazem a ligação (no caso de ligação nova ou reforma). Então a casa inteira fica pendurada em um disjuntor bifásico de 63A.

        • Jefferson - 6.382 Comentários

          Não sei como é a Cia Elétrica ai, mas aqui onde moro a Elektro já pede de cara disjuntor de 63A pra um padrão bifásico. Se não colocar isso, eles reprovam o padrão e não fazem a ligação (no caso de ligação nova ou reforma). Então a casa inteira fica pendurada em um disjuntor bifásico de 63A.

          A CELPE tem uma tabela que vai de 16 a 70A dependendo da carga instalada.
          https://servicos.neoenergiapernambuco.com.br/residencial-rural/Documents/padrao-de-entrada/muro/materiais-padrao-de-ligacao-muro.png

          Eu não descarto que seja “ignorância” minha, mas para mim é preciso haver uma alternativa. Colocar um disjuntor mais alto que o estritamente necessário é o que, na minha opinião, leva museu a virar cinzas por causa de sobrecarga em um condicionador de ar.

          Eu até posso manter a contragosto um disjuntor principal de capacidade elevada para satisfazer o chuveiro, mas vou precisar refazer a fiação de modo que agora existam dois disjuntores “principais”: um exagerado, para os chuveiros, e um “são” de 16A para o resto da casa.

          • Tailan - 12 Comentários

            Você já deve saber disso, mas a função do disjuntor é proteger os condutores do circuito (contra sobrecargas e curto-circuitos). Então, desde que a corrente nominal do disjuntor esteja abaixo (ou igual, mas sejamos conservadores) da capacidade de condução de corrente dos condutores para o método de instalação adotado e a curva de disparo seja adequada ao tipo de carga, tá tudo certo.

            O caso do museu que você citou (e tantos outros por aí que a gente vê acontecendo) provavelmente é um daqueles em que se adotou um disjuntor de capacidade maior que a dos condutores do circuito. Já vi “eletricistas” instalando disjuntores de capacidade maior que o devido em circuitos de condicionadores de ar, simplesmente porque estavam com a curva errada (disjuntores com curva de disparo B trocados por disjuntores “maiores”, mas de mesma curva, quando deveriam usar da mesma capacidade de antes, porém com curva de disparo C, tendo em vista os picos de partida dos compressores dos ACs), e ficavam desarmando na hora de ligar as máquinas.

            Um erro primário, bobo, mas que pode ter consequências trágicas.

            • Jefferson - 6.382 Comentários

              Você já deve saber disso, mas a função do disjuntor é proteger os condutores do circuito (contra sobrecargas e curto-circuitos).

              Sim, e isso só é evidente para o público geral no nome em alemão: leitungsschutzschalter, que é literalmente chavedeproteçãodefios

              Então, desde que a corrente nominal do disjuntor esteja abaixo (ou igual, mas sejamos conservadores) da capacidade de condução de corrente dos condutores para o método de instalação adotado e a curva de disparo seja adequada ao tipo de carga, tá tudo certo.

              Para estar dentro da norma, sim. Numa instalação que eu faça para terceiros seguindo a norma, sim. Mas na minha casa, onde eu tenho o controle de tudo eu procuro ser mais conservador que isso. Por exemplo, pela norma, eu tenho que instalar cabos de 1.5mm2 para iluminação, que tem uma corrente máxima de 17.5A (3850W em 220V) . E preciso de um disjuntor exclusivo para iluminação. Ora, colocar até mesmo um disjuntor de 10A num circuito de iluminação moderno (LED) me parece absurdo. Infelizmente disjuntores de 4A são ainda mais caros que os de 10A. A própria bitola do cabo é exagerada, mas temos o problema da resistência mecânica e quanto mais fino o cabo, mais sujeito a quebrar dentro do eletroduto.

              Mudando de exemplo, vamos para o circuito de tomadas, que pela norma precisa ser feito com um cabo de 2.5mm2, cuja capacidade máxima é de 24A (5280W em 220V). Se eu sei que em nenhuma situação razoável eu vou ter mais que 2200W (10A em 220V) naquele circuito, por que eu instalaria um disjuntor maior que 10A nele? As tomadas de uso geral só suportam 10A.

              Eu administro o aluguel do apartamento de minha irmã, que não mora mais no Brasil. O disjuntor principal do apartamento, lá no quadro de medição, sempre foi de 16A e além de minha irmã ter morado lá durante anos diversos inquilinos passaram por lá sem que isso fosse um problema. Aí um dia, com um novo inquilino, o disjuntor principal desarmou de manhã cedo. Eles acionaram o zelador, que acionou um eletricista, que “resolveu” colocando um disjuntor de 63A no quadro de medição, porque supostamente os cabos saindo de lá suportam isso.

              Mas o que danado aconteceu no apto? Ninguém instalou chuveiro elétrico lá e os inquilinos eram beeemmm “espartanos” no quesito mobília e eletro-eletrônicos.

              Eu fui até lá, removi o disjuntor de 63A, instalei o de 16A de volta no lugar e durante essa operação constatei que a fiação no quadro estava muito mal emendada e dando mau contato daquele tipo que você ouve antes de ver. Consertei isso e mesmo com o disjuntor de 16A nunca mais desarmou. O que ia acontecer com aquele mau contato com um disjuntor maior? Ia faiscar até incendiar? Não sei e prefiro não descobrir.

              Reiterando: Eu sei o que diz a norma e também sei qual o papel do disjuntor, mas eu me sinto mais confortável sendo conservador.

              • Tailan - 12 Comentários

                Ser mais conservador que a norma não chega a fazer mal, não :lol:

                Quanto ao caso do apartamento, a folga dos cabos deve ter gerado um aquecimento suficiente para acionar o disparador térmico do disjuntor (de 16 A), felizmente antes que “cozinhassem” demais.

                E a solução adotada foi correta: resolver o problema das folgas, que causavam o aquecimento. Poderia até ser o caso de o disjuntor de 63 A ser adequado para a capacidade dos condutores, mas o que o tal eletricista fez foi mascarar/empurrar o problema (se é que ele realmente investigou minimamente).

              • Luciano - 452 Comentários

                Espera ai… 16A pra segurar uma residência toda??? Eu não acredito muito nisso, acho muito pouco.

                • Jefferson - 6.382 Comentários

                  Aqui em Recife, em 220V? Perfeitamente viável. Basta não usar chuveiro elétrico. E olha que somos da classe média.

                  Se somar as cargas e assumir que tudo seja ligado de uma vez, não dá. Mas na prática isso raramente acontece.

            • Jefferson - 6.382 Comentários

              Ahhh… mais uma coisa: eu sou distraído demais. Quanto menor o “pipoco” quando eu provoco um curto-circuito acidental, melhor para o meu coração :D

              Eu nunca testei se disjuntor menor significa pipoco visivelmente menor, claro. Mas isso me parece lógico. :lol:

            • Jefferson - 6.382 Comentários

              Esbarrei em outro exemplo hoje.

              Estou recolocando a piscina da casa em operação depois de mais de cinco anos parada. Instalei um quadro de disjuntores próprio já pensando numa melhoria que vou fazer no circuito do quintal. O quadro conta com DR, rele de sub-tensão
              e disjuntor especifico para a bomba. Como essa bomba em operação normal está acusando 5.5A no amperímetro do TOVPD1-40 (4.6A no meu alicate amperímetro vagabundo), coloquei um disjuntor C6 para ela.

              Hoje, ao ligar a bomba fiquei surpreso. Piscina cheia e não saía água. A segunda coisa que me chamou a atenção foi o amperímetro acusando 9.4A. A terceira foi a pressão no filtro encostando na faixa “não faça isso”.

              Eu havia esquecido de fazer uma manobra requerida no filtro e o caminho para a água estava fechado.

              Se eu tivesse ligado e saído, o disjuntor apropriado para proteger a fiação (C10) ia segurar até a bomba pegar fogo. O que eu instalei eventualmente ia desarmar.

              Entretanto, eu só coloquei esse disjuntor C6 porque tinha um sobrando no meu estoque de disjuntores. Esses custam facilmente o triplo (uns R$22 ou mais) do que um disjuntor de 10A (uns R$8) custa. Em alguns casos, pode ser melhor avaliar a instalação de um dispositivo eletrônico para monitorar a corrente. O próprio TOVPD1-40 faz isso, mas ocupa o espaço de duas unidades e sai bem mais caro (R$63 hoje), embora também seja bem mais útil.

              Nota: A bomba é de 1/2CV, cuja corrente nominal é de 4.9A em 220V

              • Tailan - 12 Comentários

                Mas aí, para proteção do motor, entraria o uso de algum dispositivo como um relé térmico, ou um disjuntor motor (que, resumidamente, é um disjuntor termomagnético com ajuste da corrente de atuação do disparador térmico e – não sei se todos os modelos – sensibilidade à falta de fase). Ou mesmo um relé como o TOVPD1-40.

                • Jefferson - 6.382 Comentários

                  Os disjuntores domésticos já costumam ser do tipo termomagnético. Ou seja: já incorporam a função de relé térmico. Você acha que um disjuntor termomagnético comum, unipolar, não serve para proteger um motor monofásico? Quando a bomba da piscina deu defeito o primeiro sinal de que havia algo errado foi o cheiro de verniz aquecido. O segundo, o disjuntor que desarmava após alguns minutos.

                  • Jefferson - 6.382 Comentários

                    Esse defeito a que me referi ocorreu no ano passado e foi necessário refazer o enrolamento da bomba. Ela funcionava, mas a corrente ficava acima de 7A, o cheiro de verniz tomava conta do ambiente e eventualmente desarmava o disjuntor

                  • Tailan - 12 Comentários

                    Sim, os disjuntores domésticos são termomagnéticos, e, sim, podem proteger um motor monofásico.
                    O ponto é que o disparador térmico desses disjuntores é fixo, de modo que eles cumprem bem a função de proteger a instalação (os condutores), quando corretamente dimensionados, mas não necessariamente vão proteger, individualmente, os equipamentos alimentados por aquele circuito.
                    Isso é um “problema” maior quando se trata de circuitos de uso geral, em que o disjuntor alimenta mais de um equipamento por vez. Para circuitos de uso específico, de fato é mais fácil dimensionar o disjuntor de modo a conseguir o efeito de proteger a carga.

                    O uso de relés térmicos específicos se dá porque neles é possível ajustar exatamente o valor de corrente acima do qual eles atuam, efetivamente protegendo a carga em questão (ajusta-se o relé para abrir caso a corrente exceda a normal do motor, já considerando o fator de serviço, etc.).
                    O mesmo efeito pode ser atingido, por exemplo, com o uso do disjuntor-motor, que também permite o ajuste da corrente de atuação do disparador térmico, ao invés de ter que “confiar” no valor fixo, como nos disjuntores comuns.

                    • Jefferson - 6.382 Comentários

                      A título de complemento, aqui em casa temos três condicionadores de ar split Electrolux de 9000BTUs, mas apenas dois deles são usados diariamente. Fui checar os disjuntores que coloquei neles, cerca de 10 anos atrás, e um é B6 e o outro é B10. Provavelmente eu não tinha nenhum disjuntor da curva C adequado no momento da instalação. E um é de 10A porque eu não tinha outro de 6A sobrando (são caros).

                      Nenhum deles desarma à toa. O que sugere que eu poderia usar um C4 em cada um. Para conferir eu acabo de medir a corrente em um deles e ficou em torno de 2.8A com compressor ligado.

                      Quando você vai comprar um “kit de caixa de disjuntor para ar condicionado” o disjuntor já começa em C10, que é também o recomendado no manual de instalação do fabricante para esse aparelho. Acho natural que ninguém vá fabricar ou estocar kits com disjuntor C4 ou C6 porque isso encarece bastante o produto sem apresentar algo mais atraente para o consumidor médio. Quem sabe o que está procurando monta o seu próprio kit.

      • Luciano - 452 Comentários

        Complementando, se quiser eu posso medir o consumo do meu aqui. E não é eletronico, e apenas um simples modelo de 4 temperaturas. Mas se não me falha a memória é mesmo de 5,5KW (na potencia maxima, super quente) e ligado em 220V.

        • Jefferson - 6.382 Comentários

          O consumo na máxima é fácil de deduzir pois está escrito no chuveiro. Mas eu não uso o chuveiro na máxima. Aqui em Recife mesmo quando está fazendo um “frio de lascar” (para os nossos padrões) isso ainda não é necessário.

  • Alex - 15 Comentários

    Defeito na ducha? (“Fuga de corrente interna”? “Semi-curto” interno?) Consegue solicitar troca na loja/assistência por outra igual ou similar? Fale que ela está desarmando o disjuntor, e que a ducha antiga não desarmava.

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