 Jefferson,  10 de agosto de 2011, A instalação elétrica da minha casa oferece um exemplo prático de porque você não deve colocar fios de energia e de dados em um mesmo tubo (ou mesmo próximos, mas paralelos).
Eu tenho dois circuitos indo para os fundos da casa. São quatro condutores (2x fase e neutro). Por ocasião de uma reforma que está sendo concluída eu precisei desconectar um desses circuitos, mas apesar dos fios estarem soltos nas duas extremidades, se você encostar a chave de teste neon em qualquer um deles (até no neutro) ela acende. Como esses fios estão correndo por 15m paralelos a um único condutor energizado, a indução é suficiente para acender a lâmpada neon.
Imagine o estrago que isso pode fazer em uma transmissão de dados.
E é um perigo para quem não é cuidadoso. É preciso sempre testar todos os condutores porque se você botar na cabeça “só há um circuito energizado” pode achar que o que realmente está energizado não está, se começar o teste pelo que dá falso positivo e concluir que ele é o único.
A segunda razão para não colocar dados e energia no mesmo lugar é que em caso de acidente no circuito de energia você não acabe destruindo suas interfaces de dados.
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 Jefferson,  08 de agosto de 2011, blog Caramba… eu me inscrevi no início da tarde no Google+, só para ver do que se tratava. Mas apesar de não ter dito nada para ninguém, nove de vocês já me adicionaram :O
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 Jefferson,  06 de agosto de 2011, android, iphone, software Eu fiz uma menção a um programa no post anterior mas depois eu percebi que talvez vocês não conheçam porque só falei sobre ele brevemente, no meu post sobre o iPad: O Shazam.
Já aconteceu de você ouvir uma música e se perguntar qual o nome e/ou quem está cantando? Já ficou esperando até terminar o “quadro” na rádio esperando que o locutor dê a lista?
Pois basta deixar Shazam ouvir alguns segundos da música para ele consultar o banco de dados dele na internet e responder em poucos segundos que música é, e quem canta.
Testado e aprovado no iPad e no Android. Não é perfeito, mas identifica corretamente com uma frequência espantosa.
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 Jefferson,  06 de agosto de 2011, software Desde 2004 eu não consigo achar nenhum programa para editar tags MP3 que eu considere melhor que o “Eags ON!”
Por que eu gosto dele:
- A árvore do lado esquerdo agiliza bastante o acesso aos diretórios. Não gosto de ter que abrir cada pasta com um comando “open” distinto.
- Desde que você tenha todas as músicas do álbum e estas estejam na ordem correta, consegue obter as tags de todas as músicas no banco de dados do Freedb;
- É capaz de renomear todos os arquivos baseado nas tags e isso é livremente configurável pelo usuário;
- Se as trilhas estiverem na ordem errada, basta arrastar para a ordem certa antes de fazer a consulta ao Freedb
Do que eu sinto falta:
- Não baixa a capa do álbum;
- Não abre o menu de contexto do Windows na árvore, para que eu possa fazer operações com as pastas facilmente;
- Apenas pode identificar álbuns inteiros. Já existem programas que usando uma tecnologia como a do Shazam são capazes de identificar música por música, mas não gostei do que eu testei.
O que vocês recomendam?
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 Jefferson,  06 de agosto de 2011, Estou precisando aumentar meus rendimentos e vou ter que deixar de lado por ora minha regra de mais de 15 anos de só aceitar clientes por indicação de outros clientes ou amigos.
Se você conhece alguém (pessoa física ou empresa) em Recife que precisa de um serviço personalizado e responsável de manutenção de computadores, eu estou disponível para prestar o serviço.
Como eu cobro
Eu cobro relativamente barato, mas de uma forma que assusta quem não me conhece. Eu atendo apenas em domicílio e cobro por hora, sendo R$50 pela primeira hora e R$10 por hora adicional (alguns de você podem achar isso barato demais, mas eu gosto do que faço e isso conta muito). Dependendo do caso posso definir um preço fixo para levar o computador para casa e devolver quando pronto. Esse valor costuma ser de R$80 mas pode subir em caso de urgência.
O valor da hora inicial pode aumentar se o endereço do cliente for de difícil acesso para mim.
Também posso trabalhar em regime de contrato, mas depende de várias condições e não posso me comprometer com nada por menos de R$600. A minha disponibilidade para contratos é limitada, pois não sou do tipo que se compromete no papel com um prazo de atendimento X e depois deixa o cliente esperando 2X.
O e-mail para contato é "clientes @ ryan.com.br" (sem os espaços). Se eu não responder em até 24h é porque a mensagem se extraviou (muito raro, mas acontece). Chame minha atenção aqui mesmo.
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 Jefferson,  06 de agosto de 2011, Recife Os motoqueiros de Recife deveriam ter mais juízo, pelo menos enquanto as estradas que cortam a região metropolitana continuarem parecendo zonas de rally. Eu já levei mais de um susto com motoqueiros fazendo ultrapassagem entre os carros em um trecho esburacado de rodovia. Basta uma leve guinada de um dos veículos para livrar um buraco, que não seria o bastante para bater no carro do lado, para derrubar o irresponsável entre os dois veículos.
Acidentes de moto crescem em Pernambuco
Mas se você levar em conta que a maioria dos acidentados por moto internados nem carteira de motorista tem, dá para esperar todo tipo de coisa.
Estudo da USP mostra que 75% dos motoqueiros acidentados não têm CNH | Portal Universidade
E não é exclusividade do Recife.

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 Jefferson,  05 de agosto de 2011, industrial, manutenção Esse é um exemplo de como é possível chegar para resolver um problema e introduzir inadvertidamente outro problema, quase que só “pela sua presença” 
Nota: A maioria aqui não deve saber disso, porque é raro eu mencionar, mas meu conhecimento em eletrônica vem basicamente dos 10 anos que trabalhei como eletrônico industrial. E meu forte, claro, era computadorização de máquinas.
Há alguns meses eu fui chamado para ajudar no problema de uma máquina de eletroerosão da AgieCharmilles, modelo FW 2U
http://blueline.gfac.com/index.php?id=14946
Hoje me chamaram de novo, para fazer o upgrade do software. Quando terminei e rodei o programa, surgiu um defeito que não existia: a máquina ficava parada longos minutos ao rodar o software de eletroerosão (praticamente a “GUI” da máquina) esperando por algo que não vinha, e dava sucessivos erros, de não localizar arquivos, comunicação, etc.
Em qualquer outra situação eu desconfiaria de atualização de software mal sucedida. Mas alguma coisa na minha cabeça dizia que isso havia “me dado um nó” na visita anterior e não era o que parecia.
Depois de pensar algum tempo eu lembrei: meu pendrive ainda estava plugado na porta USB da máquina. Retirado o pendrive o problema (que eu inadvertidamente criei) foi resolvido.
Tenham em mente que não é um problema da máquina (hardware) ou do SO (Windows XP SP2). É o programa de eletroerosão que se perde quando encontra meu pendrive na porta USB. É possível que seja só com o meu pendrive, que é um U3 (duas unidades, uma emulando um drive de CD). Mas é surpreendente que um software que custa mais que um carro consiga ficar completamente inoperante por uma bobagem dessas. Dá medo pensar o que mais pode deixar a máquina inoperante.
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 Jefferson,  05 de agosto de 2011, manutenção Por um tempo, distros Linux de manutenção como o Clonezilla e o Parted Magic vinham com um arquivo “makeboot.bat” muito conveniente que permitia a criação de um pendrive de boot com a distro simplesmente copiando os arquivos para ela e rodando o batch.
Aparentemente os vários avisos de que makeboot.bat jamais deveria ser rodado em um HDD não surtiram efeito (não me surpreende), porque os mantenedores dessas distros removeram esse recurso. Ainda é possível criar os pendrives de boot, mas agora você precisa baixar um programa especializado, que simplesmente não deixa você escolher um disco que não seja removível: o TuxBoot:
http://tuxboot.org/
Eu precisei testar o Clonezilla e o Parted Magic hoje. Com a ajuda do tuxboot não precisei ter que gravar CDs, o que seria duplamente inconveniente porque minha máquina alvo (um notebook) não tem drive de CDROM.
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 Jefferson,  04 de agosto de 2011, humor Alguma coisa muito estranha ocorre no mictório do banheiro masculino do Hiper Bompreço Av. Recife. É a segunda vez que preciso passar por lá e vejo uma movimentação (ou falta dela) incompatível com quem está indo apenas urinar.
Na primeira vez eu entrei, “fiz a entrega da água”, saí, e os mesmos caras não saíram do mictório. Problema urinário generalizado lá no bairro de Areias?
Na segunda vez, o velhote que estava do meu lado trocou de mictório indo para junto de outro cara e parecia conversar. Será que o coroa achou que estava no caixa automático e estava pedindo instruções?
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Eu não ia publicar isso agora, mas como Alexandre Ribeiro demonstrou interesse em outro post, eu vou tentar adiantar algo
BH-503 Designer’s Bluetooth Stereo Handsfree Headset (13-Hour Talk/240-Hour Standby) $25.41
Eu comprei esse headset para atender a necessidade de um cliente, que comprou uma TV com bluetooth. Os requisitos básicos eram boa qualidade de reprodução e longa autonomia. Depois de alguma pesquisa eu determinei que essa era a opção mais promissora na Dealextreme.
Apresentação
O produto vem na caixa e tem uma excelente aparência. Se não é um Nokia legítimo, não há qualquer indício disso.
Autonomia
Eu ainda não pude testar até onde vai, mas com certeza é de várias horas. Ele certamente aguenta mais tempo do que eu pretendo usá-lo por dia.
Volume
Para mim, um headphone tem que ter um volume alto. Não me interessa o blá-blá-blá sobre prejuízo à audição. Eu uso pouco mas quando uso quero poder me isolar do mundo externo.
O BH-503 passou no meu teste. Se você quiser o volume alto, fica bem alto.
Conforto
Esse é o único problema que encontrei no aparelho. A princípio ele parece confortável e eu praticamente esqueço que estou usando um headphone. Mas antes de completar uma hora de uso minhas orelhas estão doendo. Eu percebi que se eu tirar os óculos isso não acontece.
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Um modo de reduzir esses falsos positivos é aterrar (conectar ao neutro) os circuitos não utilizados. Mas há situações (desligar um disjuntor, por exemplo) em que você acaba criando uma situação dessas
O certo mesmo é não passar junto e nem perto. Pois no caso de uma descarga eletrica por tempestade cair na rede elétrica (o que não é dificil), haverá uma indução tão grande que vai fritar sua rede de dados, principalmente uma rede com cabo CAT5 (sem blindagem).
Se não houver outro jeito e tiver que passar as redes paralelamente, eu optaria por conduites metálicos para a rede de dados.
Na maior parte da casa minha tubulação de dados corre a pelo menos 10cm de distância da de energia. Exceto em dois trechos específicos, de um metro e meio, onde tive que passar tubulações por baixo de uma porta. Aí os tubos passam encostados. Mas fazer de outra forma ia ser complicado.
Se usar tubo metálico (conduíte galvanizado) pode até passar encostado, lembre-se que o tubo metálico, estando enterrado ali na parede, via ser uma gaiola de faraday quase que perfeita, nada do que estiver por fora, vai induzir tensão ou ruido nos cabos de cados.
Já fiação elétrica, eu nem penso em enfiar em tubo metálico, é pedir pra ter problema um dia.
hummmm… não me ocorreu que eu poderia ter usado 1,5m de duto galvanizado para não ficar com uma pulga atrás da orelha por causa da porta.