Não sei dizer exatamente o que há de especial em Kung-Fusão (Kung Fu Hustle – 2004), mas já assisti umas cinco vezes e em todas elas eu me flagro rindo feito bobo. Eu gosto da estética, da direção, do humor, dos efeitos especiais (que são uma mistura única de impressionante com ridículo), etc.
O vídeo abaixo não é realmente um trailer e muito menos “oficial”, mas pelo menos dá uma boa idéia de como é o filme e é dublado, o que no caso de um filme chinês não me incomoda nem um pouco
Assisti Kung Fusão tem muitos anos e nunca mais revi, só lembro que dei muita risada. Shaolin Soccer vai no mesmo estilo. Kung Fury é bem diferente mas é MUITO bom. É um curta que o pessoal usou o kickstarter pra arrecadar fundos. Acho que você vai gostar.
Não sei se é na mesma “linha”, mas em 1973, satirizando os filmes de Bruce Lee/Chuck Norris (e similares), fizeram um tal de “Fei Lung Gongo Gwoh”, que no Brasil ficou como “Operação Dragão Gordo”…
Meu preferido nessa linha é o Kung Pow. Mas não sei se ele vai parecer tão bom assistido depois de Kunk Fu Hustle.
Tambem não conhecia Kung Fury. Vai pra lista!
Hoje minha mãe, que tem 72 anos, conseguiu desinstalar de novo uma das apps que mais usa: O Whatsapp. Isso é facilitado pelo fato de que no launcher padrão do telefone Samsung dela desinstalar uma app é tão fácil quanto arrastar o ícone da mesma para um certo local da tela.
Para evitar que isso ocorra novamente decidi procurar por uma app que mais ou menos me tornasse “administrador” do telefone. Smart AppLock tem o que eu queria e mais algumas coisas.
Com Smart AppLock você pode:
Bloquear acesso a determinadas apps. Mesmo que você entregue o telefone desbloqueado a alguém, para acessar essas apps específicas é preciso saber outra senha ou padrão;
Bloquear a instalação e desinstalação de apps;
Bloquear acesso à configuração do aparelho;
Bloquear a possibilidade de mudar o estado do WiFi e Bluetooth.
Para ativar a proteção você precisa tocar em Start Protection. Não adianta tentar saltar esse passo porque aí o serviço não será instalado. Algumas apps são pré-selecionadas, mas você tem controle sobre o que é bloqueado ou liberado.
Nota: a app exibe textos em português se o seu aparelho estiver configurado para essa língua. O meu não está.
A app tem um recurso chamado Secret Door que se ativado em vez de pedir o padrão/senha imediatamente exibe uma janela de erro falsa dizendo que a app que você tentou executar falhou (à esquerda). Para chegar à tela de bloqueio (à direita) você tem que tocar duas vezes e depois segurar o “OK”. Se a pessoa apenas tocar em OK volta para onde estava, como se fosse um erro real.
Você deve pensar bem antes de ativar a app e certificar-se de que não vai esquecer o padrão ou senha que escolheu, porque o telefone pode acabar num estado que te obrigue a fazer uma restauração completa para retomar o controle. Por default a app tem um mecanismo extra de segurança que permite mandar por email instruções de desbloqueio. Você configura em Setting -> Password & Locking Style -> Retrieve Password (à esquerda). E solicita ao tocar no ícone com “?” na tela de bloqueio (à direita).
Exemplo do email recebido:
Mas a app precisa ser capaz de enviar um email, o que pode falhar por variadas razões como por exemplo se você tiver bloqueado o WiFi ou tiver um firewall bloqueando o acesso da app à internet. Muita coisa pode dar errado por isso certifique-se de não esquecer o padrão/senha.
Eu gostaria que a app tivesse mais níveis de autenticação. Se eu der a minha mãe a habilidade de proteger o acesso ao Whatsapp, por exemplo, estarei dando o que é preciso para desinstalar a app também. Senhas/padrões distintos deixariam a app ainda mais útil. Mas do jeito que é eu também fico razoavelmente seguro de que ela não pode instalar malware.
Meu telefone primário há quase dois anos era o Galaxy E5 Duos e antes dele o S3 Neo Duos, mas três coisas me incomodavam freqüentemente no E5:
O GPS inútil;
Não tem bússola, então mesmo usando um GPS externo eu ainda tinha certos problemas de localização;
Estou desconfiado de que o E5 esteja ficando demais fora da área de cobertura.
E por isso decidi testar outro aparelho.
Algumas características relevantes do A5 2016
Resolução da tela: 1080×1920 pixels (~424 ppi) – Maior resolução e densidade que a do E5 Duos;
Leitor de impressões digitais;
Android v6.0.1 – É meu primeiro Android com uma versão superior à 5.x. E a granularidade de permissões que essa versão oferece bem vale o upgrade para quem se importa com privacidade.
Flash: 16 GB – igual ao E5 Duos e Neo Duos;
RAM: 2 GB – 0.5GB a mais que no E5 Duos e Neo Duos;
A bateria é de 2900mAh – O E5 tem uma bateria de 2400mAh. É evidente que isso não quer dizer que vou ter uma autonomia maior mas pelo menos há uma chance de não ser menor
Comprei usado, mas em excelente estado, por R$600. Era de uma cliente que trocou pelo A5 2017 com 32GB.
Pontos positivos:
GPS decente. Mesmo na minha sala a vários metros da porta e de onde eu mal posso ver o céu o GPS consegue captar satélites. E tenho 3D fix quando estou no terraço onde só tenho uma visão indireta do céu. No carro, funciona até jogado atrás do banco do passageiro;
Leitor de impressões digitais funciona relativamente rápido;
2GB de RAM;
Octa Core;
Alto-falante junto ao jack USB. Não fica abafado quando o telefone está sobre a mesa, cama, banco do carro, etc.
Funciona bem com o Automatic Call Recorder;
Viva voz razoável. O do E5 era tão ruim que desisti de usar. Impossível ouvir alguém no carro, por exemplo;
Consumo de bateria de menos de 1% a cada 3 minutos, com Waze ligado (tela acesa, GPS e dadoas móveis). Igual ou melhor que o E5. Consome menos de um terço disso com a tela desligada: cerca de 1% a cada 10minutos.
Consome aproximadamente 5% a cada meia hora em conversação. Ainda não sei se isso é bom ou ruim.
O carregador diz que é “Fast Adaptive Charger”. Não é brincadeira. Carrega o A5 mais rápido que meu carregador de referência. Com carregador original vai de 10 a 100% em 2h10min. Com meu carregador leva 2h50min. Não quer dizer necessariamente que o carregador tenha algo de realmente especial, mas que haja alguma frescura no A5 que exige identificar algo de diferente no carregador para entrar no modo de carga rápida.
Pontos negativos
Pesado – 162g contra 120g do E5. 42g parecem bobagem mas ao segurar o E5 eu não tenho a sensação de estar segurando algo pesado mas essa é a sensação imediata ao segurar o A5. E isso sem a capinha translúcida que pesa mais 15g. Ler com o telefone por um longo período pode cansar mais rápido;
Usa Nano SIM;
Para colocar um cartão microSD você precisa retirar um dos SIM (o A5 2017 corrigiu isso);
A bateria não é removível;
Mais um telefone que tem botões invisíveis. Eu realmente não gosto dessa idéia da Samsung, mas pelo menos estão na mesma posição e tem a mesma função que no E5;
Não veio com o recurso Chamada Certa que havia no E5;
Mesmo com um octa core de 2GB o Google Chrome consegue ser leento. Depois desse telefone eu concluí que o problema é mesmo no Chrome.
Hoje o telefone me deu o primeiro susto. Como eu estava sem bolso coloquei o telefone entre o calção e meu corpo por alguns minutos e depois o touchscreen não queria funcionar de jeito nenhum. Depois de uma rigorosa limpeza ele funcionou o bastante para que eu pudesse desligar e aparentemente agora está OK.
Existe uma significativa diferença de preços entre modelos de 2 e 3 GB de RAM. O GB a mais compensa? Melhora tanto assim a performance?
P. S. – Meu antigo Lumia deu pau e vou trocar para um Android. O que você (e os colegas) acha de um Motorola que dizem ter um Android mais “puro”, e “teoricamente” mais “leve”?
Eu *acho* que de 1.5GB de RAM para cima você já está bem servido. Meu telefone anterior tinha 1.5GB e nunca tive um problema que eu pudesse associar à RAM.
Eu nunca testei um Motorola com especificação “decente”. O último foi um Razr D1 que é muito ruim, por isso não posso opinar. Eu continuo insistindo com Samsung por ter confiança que o Automatic Call Recorder, que é indispensável para mim, vá sempre funcionar. De outra forma eu teria arriscado um LG ou Motorola.
Jeff, quase 3 anos que estou com um LG G2 Mini, e uso o Automatic Call Recorder nele perfeitamente;
Andei vendo esse A5 quando foi lançado ano passado, parece ser interessante mesmo.
Por ter quebrado a lente da câmera, provavelmente serei forçado a trocar de aparelho, e
penso em permanecer com LG, gostei bastante da interface dele, mas ainda vou começar a
pesquisar um bom aparelho abaixo de 1.000,00. Aceito sugestões.
É a primeira vez que você usa um aparelho que tem suporte a quick charger? Pelo que vi no google esse aparelho tem suporte a Quick Charge 2 (Snapdragon 615), muito bom. É incrivelmente rápido. o 3 então. É muito legal.
QC2: Snapdragon 200, 400, 410, 615, 800, 801, 805, 808 and 810
QC3: Snapdragon 820, 620, 618, 617, and 430
Comprei um Zenfone 3 Zoom há um mês e é perfeito pro meu uso, muito satisfeito com o aparelho. Tela 5,5 amoled fullhd, 64gb ROM, 4gb RAM, 5.000mAh de bateria e boa câmera. Já está com o Android 7.1.1 e tem gravador de chamadas nativo.
Me bateu vontade de fazer meu próprio servidor para o ClipSync, por isso me armei com o Wireshark e um pouco de paciência e cheguei ao protocolo a seguir, que já usei com sucesso em meu programa. Por sorte o autor não tentou usar nenhum tipo de obfuscação, nem tentou dar “segurança” à comunicação. Qualquer das duas iria inviabilizar minha tarefa.
O servidor usa três portas:
TCP 22983 – Comunicação bidirecional
UDP 22984 – Localização. Direção: Windows -> Android
UDP 22985 – Localização. Direção: Android -> Windows
Quase todas as transmissões precisam ter prefixos e sufixos adicionados que são ligeiramente diferentes entre protocolos. Não sei dizer o motivo da diferença:
A app envia repetidamente um Broadcast UDP local (para x.x.x.255), porta 22985, com o texto: CLIPSYNC SERVER! WHERE ARE YOU!?
O servidor responde uma vez para cada broadcast que recebe com um broadcast UDP para 255.255.255.255, porta 22984 com: $$898|@'(nome_da_maquina$$898|@’)
nome_da_maquina é o nome Windows da máquina e é o que vai aparecer na lista da app, mas pode ser qualquer texto. A app identifica o servidor pelo IP de quem enviou a resposta.
Eu não sei se há um motivo específico para a app fazer um broadcast restrito (x.x.x.255) e o servidor responder com um broadcast irrestrito (255.255.255.255). É bem possível que seja apenas um diferença entre os frameworks usados pelo programador no Android e no Windows.
Conexão com o servidor
Quando você seleciona o servidor na app, esta envia para a porta TCP 22983 do servidor:
1
2
3
4
0000 00 31 24 24 38 39 38 7c 40 2a 5b 43 61 6e 20 79 .1$$898|@*[Can y
0010 6f 75 20 61 64 64 20 6d 65 20 74 6f 20 79 6f 75 ou add me to you
0020 72 20 63 6c 69 65 6e 74 73 3f 24 24 38 39 38 7c r clients?$$898|
0030 40 2a 5d @*]
Os primeiros dois bytes (00, 31) são o tamanho do resto da mensagem. O resto é puro texto:
1
$$898|@*[Can you add me to your clients?$$898|@*]
E a resposta do servidor é:
1
2
3
0000 24 24 38 39 38 7c 40 2a 5b 49 20 63 61 6e 20 61 $$898|@*[I can a
0010 64 64 20 79 6f 75 20 74 6f 20 6d 79 20 63 6c 69 dd you to my cli
0020 65 6e 74 73 2e 24 24 38 39 38 7c 40 2a 5d ents.$$898|@*]
Em puro texto:
1
$$898|@*[I can add you to my clients.$$898|@*]
Depois de receber essa resposta a app avisa que está conectada ao servidor selecionado.
Envio do texto da área de transferência do Android para o servidor
É importante observar que isso só ocorre se a app detectar que o conteúdo da área de transferência no Android mudou. Se você copiar o mesmo texto repetidas vezes, ClipSync não vai transmitir nada.
Digamos que ClipSync transmita “00142348”. O texto é transmitido na porta TCP 22983 e os dois primeiros bytes (00, 1A) tem o tamanho da mensagem:
Leitores de código de barras são caros e os que são capazes de ler boletos parecem ser mais caros ainda. Eu prefiro o modelo de mão porque aqueles leitores onde você passa o boleto como se fosse um cartão costumam ser absurdamente problemáticos. Eu sei que eles lêem caos especiais de código de barras, mas absolutamente nada que justifique um aumento de preço:
Contas de consumo (água, telefone, gás): O código de barras não tem os dígitos verificadores da linha digitável
Boletos: O código é bem diferente do que se vê na linha digitável, mas certamente é trivial derivar um do outro.
E o Bradesco faz distinção entre uso de leitor e digitação por causa disso.
Mas um dia desses eu me perguntei: será que não dá para fazer com o smartphone?
E dá. Existem diversas apps que se prestam a fazer especificamente isso e eu já estava preparando um post sobre os variados graus de sucesso que tive com elas quando esbarrei em uma dica em um fórum que e fez desistir das apps específicas: use o ClipSync para isso.
O “segredo” é que a app “Barcode Scanner” da ZXing que várias, senão todas, as apps específicas já exigem que você tenha instalado, tem uma configuração default para colocar na área de transferência todo código lido. ClipSync detecta isso e transfere o código lido para o servidor. Você só precisa clicar no campo onde você precisa inserir o código e teclar CTRL-V. Eu ainda vou analisar como é o comportamento com boletos e contas, mas no geral a coisa funciona bem. Se o código lido precisar de alguma transformação antes de ser inserido (é possível com boletos) eu já estou me preparando para fazer meu próprio programa servidor para cuidar disso.
A seguir o rascunho do que achei sobre os programas específicos que encontrei e se prestam a esta tarefa. Notar que como cada um deles tem um problema eu parei de me importar com eles e estou investindo agora na solução baseada no ClipSync.
Início do rascunho
Existem várias app que se propõem a fazer isso, com variadas abordagens do problema e também variados níveis de qualidade.
Várias dessas apps usam o mecanismo da ZXing, por isso você precisa ter instalado o Barcode Scanner.
Todas as abordagens requerem que você tenha um programa rodando no PC, que vai receber o código via rede ou bluetooth e simular um leitor USB.
Para simplificar eu vou chamar “o programa que roda no PC” de “ponte”.
É a mais simples de todas, em mais de um sentido. A app ainda requer melhorias e a ponte é um simples servidor windows socket escutando na porta 6000 em conjunto com um simulador de teclado. Funciona, mas requer que você configure manualmente o IP e a app tem uns bugs incômodos como o IP selecionado não aparecer e a aparente impossibilidade de apagar endereços errados ou não mais usados.
O “protocolo” de comunicação nem pode ser chamado assim. A cada scan a app simplesmente manda três linhas para a ponte. A primeira com o código, a segunda informando se foi configurada para adicionar um ENTER ou um TAB depois do código (não entendo porque a ponte precisa disso já que é trivial detectar) e a terceira se é para dar um BEEP na recepção.
O usuário não vê nada disso, claro. Ele só vê o código “aparecer” no PC após ser lido no telefone/tablet.
Atualizada pela última vez em junho de 2014. Até o site do desenvolvedor está fora do ar. Isso sugere que precisamos nos acostumar com ela como ela é.
Desenvolvedor brasileiro, se propõe até a ler boletos e NFe, mas requer uma conexão com a internet porque o código é enviado para o site dele de onde é enviado para o PC. E para demonstrar como essa é uma idéia ruim, o site dele estava fora do ar no momento do meu teste, impossibilitando o uso da app. Nem pude baixar o executável para PC.
App e ponte são open source. É um ponto positivo. Mas o modo como a app se comunica com a ponte parece tão confuso que mesmo olhando o código eu não pude entender. O desenvolvedor decidiu fazer comunicação via websocket, o que requer que ele execute um servidor web no PC. E esse parece ser só o começo da gambiarra.
Requer a instalação de um pacote enorme de 30MB (resultado comum das gambiarras “cross-plataforma”), que além de evidentemente instalar o tal servidor web diz que vai instalar o Bonjour no seu PC, algo que fica rodando mesmo que você não use o programa. Isso é feito supostamente para facilitar a vida do usuário e a do desenvolvedor mas francamente usar o Bonjour para isso é a próprioa definição de overkill. A ponte supostamente usa o bonjour para se se anunciar na rede via broadcasts e a app automaticamente descobrir onde ela está, sem ser necessário você configurar o IP. Mas enviar e receber mensagens UDP, que são a base para esse mecanismo de localização é relativamente simples.
App não rodou nem no Android 5.1.1 nem no 6.0. Conseguiu rodar no 4.4.2 mas logo após ver um código de barras o programa trava. A ponte nunca parece receber nada.
Outra característica interessante do Barcode Scanner para essa aplicação é o Histórico de leituras. Você pode escolher na lista qualquer um dos últimos códigos lidos que o código é copiado também para a área de transferência e se for diferente do que estava lá dispara o ClipSync. Agiliza muito os testes.
Eu havia testado o Cigam Boletos em janeiro de 2014 e esquecido completamente dele. E para completar, fazendo uma busca por “Cigam Boletos” não acha a app!
Embora seja bem útil Pushbullet é bastante intrusivo (requer permissões demais, requer que você faça login no serviço, requer seu email, etc) e requer uma conexão com a internet para funcionar. Se tudo o que você quer é copiar e colar informações entre seu dispositivo Android e o Windows, ClipSync pode ser uma opção melhor.
Não depende de nenhum servidor externo. Na verdade seu autor parece nem gostar da idéia. Além de você não depender de internet para fazer algo local, teoricamente seus dados não estão passando pelo computador de outra pessoa;
A app é capaz de localizar em que computadores o programa servidor está rodando facilmente. Normalmente você não vai precisar se preocupar com configuração alguma;
Gratuito, sem propaganda;
Visualmente bem acabado.
Limitações
Você começa a deseja que ele fosse capaz de transferir imagens (como screenshots) também, mas ele não faz isso e não sei se o Android permite;
O programa servidor não tem opção de escolher a qual interface de rede se conectar então você pode esbarrar nesse problema. O autor sugere para contornar isso que você desinstale o programa, desative a interface errada temporariamente, reinstale o programa, que vai então se conectar com a interface certa (porque agora é a única) e reative a outra interface;
Foi na conversa entre mim e o cliente que a fraude foi notada. O cliente me mostrou o email da promoção e eu imediatamente apontei que o email não tinha sido enviado pelo Extra. Eu disse para ele clicar para ver aonde ia (sim eu usei que tem gente paranoica quanto a isso) e achei estranho cair no site do Extra. Enquanto eu estava argumentando com ele que se era o site verdadeiro do Extra o email deveria ser de um “afiliado” o cliente apontou o “c” a mais no nome do domínio, que eu tive uma incrível dificuldade para discernir na posição e distância que eu estava.
Mais adiante você percebe outras dicas, como o carrinho dizer que o produto é “o último disponível” (isso não ocorre em um sistema real) e não existe a opção de fazer login se você já for cliente do Extra.
Jefferson, aqui no meu estado uma cidade está enfrentando uma epidemia de uso indevido de CNPJs para abrir sites falsos na internet. Poderia ser esse um deles?
Um amigo meu chegou essa semana com um caso bem parecido, porém era no celular e no site ponto frio, com uma promoção incrível de uma TV pela metade do preço, só aí eu já fiquei sismado, mas também tinha a letra “s” na frente do endereço, então aconselhei para que ele saísse do site.
Gente acho que fui vítima desse fraude pior que paguei a vista no boleto , comprei um celular dia 19/09/17 e recebi no email um numero do pedido que não entra no site qd vou pesquisar onde esta o produto.me ajudem qual providencia devo Tomar?
Na verdade o que Disk2vhd faz é converter o conteúdo do HDD físico em um HDD virtual, mas como isso é quase 100% do trabalho na criação de uma máquina virtual…
Eu ia escrever sobre isso aqui em julho de 2015, mas perdi essa e outras anotações em uma lamentável distração e não tive ânimo para escrever tudo de novo. Hoje eu precisei virtualizar um servidor Windows 2003 que está sendo aposentado para liberar logo o hardware e resolvi começar de novo.
A página do software diz que o programa é compatível com Windows Vista e mais recentes, mas a versão atualmente disponível lá (2.01) funciona com XP e até no Windows 2003 sem Service Pack algum (testado hoje).
A principal característica de Disk2vhd é ser capaz de criar a unidade virtual mesmo com a máquina física em uso. Você não precisa retirar o HDD e colocar em outra máquina para fazer a cópia, um benefício do serviço Volume Shadow que existe desde o XP.
O HDD virtual é criado em dois possíveis formatos:
.vhd – Compatível com Virtualbox;
.vhdx – Você pode “montar” diretamente no Explorer do Windows 8.1 e 2012 e supostamente até dar boot por ele. Compatível com a tecnologia Hyper-V da MS. Não parece ser compatível com Virtualbox. Certamente não como unidade de boot.
Dependendo da versão do Windows onde você executar o programa vai aparecer uma opção “Prepare for use in Virtual PC”. Se você vai usar no virtualbox, não marque essa opção.
Nos meus testes isso só adicionou um item no menu de inicialização da máquina virtual que se usado leva a uma situação de travamento.
No Virtualbox
Certifique-se de adicionar o arquivo .vhd como uma unidade IDE. Isso não é necessário sempre. Em alguns casos é preferível que você use uma controladora SATA. Você escolheu errado se ao iniciar der um erro de tela azul com código 0x0000007B.
[08/04/2024] Se estiver virtualizando o XP, pode ser necessário mudar o “Tipo” da controladora para ICH6. Mudar para Pixx3 também parece resolver mas em um de meus testes, a instalação de drivers que ocorre no primeiro boot provocou repetidas vezes a corrupção do boot.
Se não der boot, experimente mudar nas configurações da VM primeiro a opção I/O APIC e depois o tipo de chipset:
Os problemas aos quais o Windows é sujeito ao se trocar a placa-mãe continuam podendo acontecer. Por exemplo, o boot deste parou por causa do já conhecido intelppm.sys (veja lá no fim do texto), que é notório por falhar espetacularmente quando não acha uma legítima CPU Intel na máquina:
Desculpe a pergunta noob, mas como apagar ou desabilitar os drivers da máquina para rodar em uma VM, pois é quase 100% certo que a máquina convertida não irá funcionar por motivos de drivers incompatíveis com os da máquina virtual.
Você está enganado quanto à probabilidade de sucesso. Mesmo numa troca de placa mãe física eu chutaria 50% de chances de dar certo sem nenhuma preparação. E se você tomar alguns cuidados preparatórios suas chances aumentam bastante.
No fim de 2009 eu escrevi uma série de textos sobre como contornar o problema mais comum: o erro STOP 0x0000007B. E no final deste texto já tem um link para a solução do segundo problema mais comum: O STOP 0x0000007E. Quem se habituou a “resolver” problemas formatando sequer sabe quais são os problemas mais comuns e muito menos resolvê-los mas qualquer um que venha prestando atenção aos meus textos de uma década para cá sabe que poucos problemas são impossíveis de resolver.
Eu não posso afirmar quais são as chances na conversão para máquina virtual porque isso ainda é território novo para mim. Eu só fiz a conversão umas quatro vezes. Mas uma vez que você entenda quais são os problemas que impedem a troca de uma placa mãe, eu diria que suas chances de sucesso numa conversão para máquina virtual são muito maiores do que você imagina.
Acabo de virtualizar por esse processo uma máquina Lenovo, Core i3, rodando Windows 10 de 64 bits. Não fiz nenhuma preparação e a máquina virtual rodou na primeira tentativa. Só tive o cuidado de desabilitar a placa de rede para evitar problemas na ativação da máquina real do cliente.
E algo completamente inesperado aconteceu: Eu virtualizei para estudar o problema da máquina do cliente (explorer reiniciando em loop infinito mesmo no Modo de Segurança) sem correr o risco de bagunça-la ainda mais e o problema desapareceu na máquina virtual.
Acabo de descobrir que se você usar o software de clonagem Macrium Reflect pode usar o utilitário imgtoVHD para converter o backup em um disco virtual. Esse utilitário está em eterno beta e a Macrium não garante nada, mas se estiver usando a versão professional ou server do Reflect, o próprio disco de recuperação vem com uma opção “reDeploy” para isso que aparentemente é garantida.
Hoje eu precisei virtualizar uma máquina com dual boot Windows XP e Windows 7 32 bits e esbarrei em um problema curioso. Pedindo ao disk2vhd para criar uma imagemn com as partições XP e Windows 7 eu só consigo dar boot no Virtualbox pelo Windows 7 pois pelo XP dá erro STOP 0x0000007B. Mas se eu pedir ao disk2vhd para criar uma imagem apenas com a partição do XP, eu consigo dar boot pelo XP usando (aparentemente) as mesmas configurações. Ainda não consegui determinar qual a diferença.
A máquina real é um notebook com HDD SATA mas com controladora configurada para modo IDE no BIOS.
As duas máquinas virtuais tem controladora IDE tipo PIXX4 e Chipset ICH9 com I/O APIC habilitado.
Isso não é um real problema porque eu prefiro ter máquinas virtuais distintas, uma para cada SO, mas se eu realmente precisasse manter o dual boot estaria com um abacaxi para descascar.
Eu consegui contornar a proteção contra cópias de um programa de relógio de ponto usando esse processo para virtualizar uma instalação do Windows 8.1 32 bits com o programa. O controle de ponto dos funcionários foi atribuído a outra funcionária e a empresa que vendeu o relógio de ponto cobra R$145 só para instalar o programa em outro computador.
Apesar de parecer mais razoável que os R$268 por hora da Madis eu não me sinto confortável com um programa que eu não posso mover facilmente entre máquinas. Eu preferia depender de um maldito dongle USB a ter que pagar R$150 toda vez que der algo muito errado no computador onde roda o software.
Eu precisei explicar à nova encarregada do controle de ponto como usar o virtualbox e tive que aumentar a RAM da máquina dela de 2GB para 4GB. Ainda ficou lento, possivelmente porque o guest é windows 8, mas mesmo que eu tenha que aumentar para 6GB ainda vale mais a pena que pagar por cada reinstalação do programa.
Ultimamente eu vinha sempre usando controladoras SATA nesse processo sem problemas (é o default do Virtualbox), mas esta semana eu me deparei com um erro STOP 0x0000007B ao fazer a virtualização de uma máquina Windows 7 de 64 bits e trocar a controladora por uma IDE resolveu o problema.
A busca parece funcionar, porque você coloca outros termos e aparecem emails, mas os emails que você procura não vem de jeito nenhum. Então você rola a lista manualmente e lá estão eles.
Para resolver vá em Arquivo -> Opções -> Busca (ou algo assim, não tenho o 2013 aqui agora) desative a busca no Outlook, feche as opções, abra novamente e ative a busca no Outlook. Os seus emails deverão começar a ser indexados novamente e a busca deverá achar o que você procura.
Jefferson, tenho esse problema quando, ao instalar um outlook em um cliente que já
tem um arquivo .pst, e usar esse pst existente, a indexação do windows parece não
indexar o arquivo todo; as pesquisas não são eficientes.
Em pesquisas, a recomendação é excluir a indexação e refazer, mas tem ocasiões que, uma semana depois, o usuário ainda reclama de não encontrar mensagens mais antigas.
Isso é uma falha séria de projeto do software. Se algo assim tem qualquer possibilidade de acontecer o software deveria ter a opção “eu sei que isso está aí. Ignore o índice e procure do jeito lento mas garantido!”
Uma busca indexada que funcione 99% é como um controle de estoque 99% preciso: inútil.
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Nota: isso não é um endosso do Feedly. Pelo contrário, eu não gosto de algumas coisas no serviço.
Eu esbarrei nisso cerca de um mês atrás quando o amigo José Carneiro me perguntou que leitores de feed eu recomendava, já que pela segunda vez em uma semana eu estava falando para ele algo pensando que ele tinha lido meu blog mas não tinha.
Como eu não sei como essa contagem funciona e a quantidade de leitores que comentam está beeem longe disso, tenho minhas dúvidas. Será que eles contam acessos semanais ao feed? Mensais? Ou é o número histórico de pessoas que se inscreveram? Isso seria patético.
Olha, como o feedly requer um cadastro (mesmo que seja via Google ou Facebook) para você montar tuas listas, a única alternativa saudável seria esse número representar a quantidade de pessoas que tem conta e leem o feed to seu blog. Eu sou um desses :-)
Agora eu *acho* (nao validado) que carregar um blog post a partir do feed não dispara os scripts do tipo Google Analytics e similares, de forma que esses leitores não vão contar para as tuas estatísticas de acesso a não ser que abram o site – como estou fazendo agora.
Anyway, keep sharing Vc tem leitores que gostam de acompanhar as suas ruminações
Feedly! Substituindo o finado e saudoso Google Reader
Sobre o que o pessoal falou de rastreamento do Google Analytics, talvez se você criar uma GIF com código de rastreamento (igual para rastrear e-mail) resolva o problema de saber a quantidade de leitores.
Assistiu Shaolin soccer ?
e Kung.Fury ?
Shaolin Soccer está na minha lista desde que assisti a Kung Fusão (mesmo diretor), mas Kung Fury eu não conhecia.
Assisti Kung Fusão tem muitos anos e nunca mais revi, só lembro que dei muita risada. Shaolin Soccer vai no mesmo estilo. Kung Fury é bem diferente mas é MUITO bom. É um curta que o pessoal usou o kickstarter pra arrecadar fundos. Acho que você vai gostar.
Não sei se é na mesma “linha”, mas em 1973, satirizando os filmes de Bruce Lee/Chuck Norris (e similares), fizeram um tal de “Fei Lung Gongo Gwoh”, que no Brasil ficou como “Operação Dragão Gordo”…
Meu preferido nessa linha é o Kung Pow. Mas não sei se ele vai parecer tão bom assistido depois de Kunk Fu Hustle.
Tambem não conhecia Kung Fury. Vai pra lista!
Turbo Kid!