 Jefferson,  01 de janeiro de 2018, android Normalmente eu torceria o nariz para essa idéia. Acredito que se um documento precisa ser digitalizado, o método apropriado é usar um scanner de verdade. Mas o amigo José Carneiro me perguntou se eu não conhecia uma app que fizesse isso explicando por que usar scanner não era opção no caso dele então eu comecei a testar algumas. E fiquei até positivamente surpreso com o resultado.
É claro que o resultado depende da qualidade da câmera do celular mas agora eu recomendo que você tenha pelo menos uma app dessas no smartphone para os casos de necessidade. Abaixo, as impressões que tive de algumas apps. Não tenho mais o link para algumas porque apaguei do telefone.
Genius Scan
Meu preferido. Faz crop manual e automático. Se você tiver a mão firme ele após alguns segundos demarca o documento e fotografa sozinho, mas se você não esperar e tocar o botão de fotografar ele faz a mesma coisa ao processar a foto. Não sei qual a vantagem de esperar ele detectar o documento, se é que existe alguma.
Você pode enviar como PDF ou JPG.
Endireita a imagem se você tirar a foto em ângulo.
Na versão free pode configurar para mandar automaticamente para o seu email.
Tiny Scan
Funciona, mas dá muito trabalho. Por default ele interpreta o documento como texto e aí fica feio. Você tem que dizer que é uma imagem, demarcar manualmente…
Google Drive
Lixo. Sim, você pode usar a app do Google Drive para isso, mas para ser ruim nisso ela ainda tem que melhorar.
Cam scanner v5.4.0.20171221
Fraco
Tiny Scanner
Fraco. E nem é tão “tiny” assim, com 60MB instalado.
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 Jefferson,  22 de novembro de 2017, android O meu Samsung A5 2016 ofereceu o update e eu permiti. Não posso dizer que aprovei o resultado.
Problemas / O que não gostei
- Aumentando sozinho o ajuste de brilho da tela. Mesmo com brilho automático desligado;
- Já flagrei a lanterna ligando sozinha duas vezes. Sempre acontece depois que coloco o telefone no bolso. Isso além de esquentar o telefone drena a bateria;
- Maldita economia de pixels! Eu detesto essas interfaces “clean”;
- A carga da bateria foi consumida rapidamente de forma inesperada duas vezes. Uma quando estava usando Waze no carro. Ao chegar em casa o aparelho estava morto e eu não ouvira nenhuma mensagem de carga baixa. A outra foi ao ir dormir. Eu deixei o telefone com aproximadamente 23% de bateria e no dia seguinte estava morto de novo. Em condições normais o telefone deveria consumir não mais que 1% de bateria por hora durante a noite;
- Várias operações agora requerem mais toques do que antes. Por exemplo, antes bastava eu abrir o menu superior para ver em que rede Wi-Fi eu estava conectado. Isso foi removido e agora eu preciso segurar o ícone do Wi-Fi para entrar nas configurações;
- O Chamada Certa endoidou. Quase não consigo fazer uma ligação importante porque o CC identificava que meu contato tinha um número mais apropriado para o chip que eu estava usando e não me deixava ligar para o número que eu queria. Isso aconteceu apenas uma vez.
Os primeiros dois problemas talvez estejam ocorrendo porque agora é possível mexer em todo o menu superior sem desbloquear a tela. Eu acho que na versão anterior eu não podia fazer isso.
O que eu gostei
- Agora a busca pelo nome da app é nativa;
- Agora é possível buscar por um texto nas configurações.
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 Jefferson,  18 de setembro de 2017, android Uma cliente minha comprou meses atrás um modelo Samsung que me pareceu até razoável, com TV digital e se não me engano 1.5GB de RAM (depois eu vejo com ela o modelo). Ontem ela me pediu para olhar por que estava acusando falta de espaço em disco. Numa rápida olhada não vi nada de anormal, sem jogos, sem fotos ou vídeo, sem músicas… mas realmente não tinha espaço nem para instalar a app DiskUsage. Quando finalmente consegui instalar a app esta me mostrou que dos 8GB apenas 3 ou 4GB estavam disponíveis para o usuário e estes estavam todos ocupados por apps!
O problema, além da já conhecida propaganda enganosa da Samsung, é que as apps pré-instaladas (Word, Excel, OneNote, Youtube, Google Play Music, Google Play Videos, etc) tem tamanhos absurdos e quando são atualizadas, como não é possível substituir a cópia pré instalada por estar numa partição somente leitura, elas passam a ocupar o mesmo espaço na memória “livre” do usuário. Assim só porque todas as apps estavam atualizadas o telefone ficou com um espaço livre realmente mínimo, que mal dava para o Whatsapp.
Como a cliente não usava várias dessas apps, desativei-as, o que me permitiu apagar as atualizações. Isso deu a ela espaço para instalar o UBER e sobrou alguma coisa ainda.
Que fique clara uma coisa: o tamanho dessas apps, inclusive no iOS, está ficando insano. Isso é coisa de desenvolvedor preguiçoso e/ou incompetente. O Word e o Excel no telefone dela acusavam estar ocupando 230MB cada! No meu telefone acusam 142MB cada, que eu já acho abusivos, até mesmo porque eu não uso Word e Excel em um telefone!
O meu atual telefone tem 16GB e um mês depois de comprar eu já fui obrigado a instalar um cartão MicroSD nele porque dos 11GB disponíveis nele 7GB foram tomados por apps e ficava inviável usar o programa de backup automático das apps.
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 Jefferson,  03 de junho de 2017, android Hoje minha mãe, que tem 72 anos, conseguiu desinstalar de novo uma das apps que mais usa: O Whatsapp. Isso é facilitado pelo fato de que no launcher padrão do telefone Samsung dela desinstalar uma app é tão fácil quanto arrastar o ícone da mesma para um certo local da tela.
Para evitar que isso ocorra novamente decidi procurar por uma app que mais ou menos me tornasse “administrador” do telefone. Smart AppLock tem o que eu queria e mais algumas coisas.
Com Smart AppLock você pode:
- Bloquear acesso a determinadas apps. Mesmo que você entregue o telefone desbloqueado a alguém, para acessar essas apps específicas é preciso saber outra senha ou padrão;
- Bloquear a instalação e desinstalação de apps;
- Bloquear acesso à configuração do aparelho;
- Bloquear a possibilidade de mudar o estado do WiFi e Bluetooth.
Para ativar a proteção você precisa tocar em Start Protection. Não adianta tentar saltar esse passo porque aí o serviço não será instalado. Algumas apps são pré-selecionadas, mas você tem controle sobre o que é bloqueado ou liberado.
Nota: a app exibe textos em português se o seu aparelho estiver configurado para essa língua. O meu não está.
A app tem um recurso chamado Secret Door que se ativado em vez de pedir o padrão/senha imediatamente exibe uma janela de erro falsa dizendo que a app que você tentou executar falhou (à esquerda). Para chegar à tela de bloqueio (à direita) você tem que tocar duas vezes e depois segurar o “OK”. Se a pessoa apenas tocar em OK volta para onde estava, como se fosse um erro real.
Você deve pensar bem antes de ativar a app e certificar-se de que não vai esquecer o padrão ou senha que escolheu, porque o telefone pode acabar num estado que te obrigue a fazer uma restauração completa para retomar o controle. Por default a app tem um mecanismo extra de segurança que permite mandar por email instruções de desbloqueio. Você configura em Setting -> Password & Locking Style -> Retrieve Password (à esquerda). E solicita ao tocar no ícone com “?” na tela de bloqueio (à direita).
Exemplo do email recebido:

Mas a app precisa ser capaz de enviar um email, o que pode falhar por variadas razões como por exemplo se você tiver bloqueado o WiFi ou tiver um firewall bloqueando o acesso da app à internet. Muita coisa pode dar errado por isso certifique-se de não esquecer o padrão/senha.
Eu gostaria que a app tivesse mais níveis de autenticação. Se eu der a minha mãe a habilidade de proteger o acesso ao Whatsapp, por exemplo, estarei dando o que é preciso para desinstalar a app também. Senhas/padrões distintos deixariam a app ainda mais útil. Mas do jeito que é eu também fico razoavelmente seguro de que ela não pode instalar malware.
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 Jefferson,  01 de junho de 2017, android, celulares 
Meu telefone primário há quase dois anos era o Galaxy E5 Duos e antes dele o S3 Neo Duos, mas três coisas me incomodavam freqüentemente no E5:
- O GPS inútil;
- Não tem bússola, então mesmo usando um GPS externo eu ainda tinha certos problemas de localização;
- Estou desconfiado de que o E5 esteja ficando demais fora da área de cobertura.
E por isso decidi testar outro aparelho.
Algumas características relevantes do A5 2016
- Resolução da tela: 1080×1920 pixels (~424 ppi) – Maior resolução e densidade que a do E5 Duos;
- Leitor de impressões digitais;
- Android v6.0.1 – É meu primeiro Android com uma versão superior à 5.x. E a granularidade de permissões que essa versão oferece bem vale o upgrade para quem se importa com privacidade.
- Flash: 16 GB – igual ao E5 Duos e Neo Duos;
- RAM: 2 GB – 0.5GB a mais que no E5 Duos e Neo Duos;
- A bateria é de 2900mAh – O E5 tem uma bateria de 2400mAh. É evidente que isso não quer dizer que vou ter uma autonomia maior mas pelo menos há uma chance de não ser menor
Especificações completas
Comprei usado, mas em excelente estado, por R$600. Era de uma cliente que trocou pelo A5 2017 com 32GB.
Pontos positivos:
- GPS decente. Mesmo na minha sala a vários metros da porta e de onde eu mal posso ver o céu o GPS consegue captar satélites. E tenho 3D fix quando estou no terraço onde só tenho uma visão indireta do céu. No carro, funciona até jogado atrás do banco do passageiro;
- Leitor de impressões digitais funciona relativamente rápido;
- 2GB de RAM;
- Octa Core;
- Alto-falante junto ao jack USB. Não fica abafado quando o telefone está sobre a mesa, cama, banco do carro, etc.
- Funciona bem com o Automatic Call Recorder;
- Viva voz razoável. O do E5 era tão ruim que desisti de usar. Impossível ouvir alguém no carro, por exemplo;
- Consumo de bateria de menos de 1% a cada 3 minutos, com Waze ligado (tela acesa, GPS e dadoas móveis). Igual ou melhor que o E5. Consome menos de um terço disso com a tela desligada: cerca de 1% a cada 10minutos.
Consome aproximadamente 5% a cada meia hora em conversação. Ainda não sei se isso é bom ou ruim.
O carregador diz que é “Fast Adaptive Charger”. Não é brincadeira. Carrega o A5 mais rápido que meu carregador de referência. Com carregador original vai de 10 a 100% em 2h10min. Com meu carregador leva 2h50min. Não quer dizer necessariamente que o carregador tenha algo de realmente especial, mas que haja alguma frescura no A5 que exige identificar algo de diferente no carregador para entrar no modo de carga rápida.
Pontos negativos
- Pesado – 162g contra 120g do E5. 42g parecem bobagem mas ao segurar o E5 eu não tenho a sensação de estar segurando algo pesado mas essa é a sensação imediata ao segurar o A5. E isso sem a capinha translúcida que pesa mais 15g. Ler com o telefone por um longo período pode cansar mais rápido;
- Usa Nano SIM;
- Para colocar um cartão microSD você precisa retirar um dos SIM (o A5 2017 corrigiu isso);
- A bateria não é removível;
- Mais um telefone que tem botões invisíveis. Eu realmente não gosto dessa idéia da Samsung, mas pelo menos estão na mesma posição e tem a mesma função que no E5;
- Não veio com o recurso Chamada Certa que havia no E5;
Mesmo com um octa core de 2GB o Google Chrome consegue ser leento. Depois desse telefone eu concluí que o problema é mesmo no Chrome.
Hoje o telefone me deu o primeiro susto. Como eu estava sem bolso coloquei o telefone entre o calção e meu corpo por alguns minutos e depois o touchscreen não queria funcionar de jeito nenhum. Depois de uma rigorosa limpeza ele funcionou o bastante para que eu pudesse desligar e aparentemente agora está OK.
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 Jefferson,  01 de junho de 2017, android Me bateu vontade de fazer meu próprio servidor para o ClipSync, por isso me armei com o Wireshark e um pouco de paciência e cheguei ao protocolo a seguir, que já usei com sucesso em meu programa. Por sorte o autor não tentou usar nenhum tipo de obfuscação, nem tentou dar “segurança” à comunicação. Qualquer das duas iria inviabilizar minha tarefa.
O servidor usa três portas:
- TCP 22983 – Comunicação bidirecional
- UDP 22984 – Localização. Direção: Windows -> Android
- UDP 22985 – Localização. Direção: Android -> Windows
Quase todas as transmissões precisam ter prefixos e sufixos adicionados que são ligeiramente diferentes entre protocolos. Não sei dizer o motivo da diferença:
- Prefixo UDP: $$898|@'(
- Prefixo TCP: $$898|@*[
- Sufixo UDP: $$898|@’)
- Sufixo TCP: $$898|@*]
A busca de servidores
Se você precisa de uma introdução sobre como uma localização UDP funciona, leia meu texto no Automalabs.
A app envia repetidamente um Broadcast UDP local (para x.x.x.255), porta 22985, com o texto:
CLIPSYNC SERVER! WHERE ARE YOU!?
O servidor responde uma vez para cada broadcast que recebe com um broadcast UDP para 255.255.255.255, porta 22984 com:
$$898|@'(nome_da_maquina$$898|@’)
nome_da_maquina é o nome Windows da máquina e é o que vai aparecer na lista da app, mas pode ser qualquer texto. A app identifica o servidor pelo IP de quem enviou a resposta.
Eu não sei se há um motivo específico para a app fazer um broadcast restrito (x.x.x.255) e o servidor responder com um broadcast irrestrito (255.255.255.255). É bem possível que seja apenas um diferença entre os frameworks usados pelo programador no Android e no Windows.
Conexão com o servidor
Quando você seleciona o servidor na app, esta envia para a porta TCP 22983 do servidor:
|
|
0000 00 31 24 24 38 39 38 7c 40 2a 5b 43 61 6e 20 79 .1$$898|@*[Can y 0010 6f 75 20 61 64 64 20 6d 65 20 74 6f 20 79 6f 75 ou add me to you 0020 72 20 63 6c 69 65 6e 74 73 3f 24 24 38 39 38 7c r clients?$$898| 0030 40 2a 5d @*] |
Os primeiros dois bytes (00, 31) são o tamanho do resto da mensagem. O resto é puro texto:
|
|
$$898|@*[Can you add me to your clients?$$898|@*] |
E a resposta do servidor é:
|
|
0000 24 24 38 39 38 7c 40 2a 5b 49 20 63 61 6e 20 61 $$898|@*[I can a 0010 64 64 20 79 6f 75 20 74 6f 20 6d 79 20 63 6c 69 dd you to my cli 0020 65 6e 74 73 2e 24 24 38 39 38 7c 40 2a 5d ents.$$898|@*] |
Em puro texto:
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$$898|@*[I can add you to my clients.$$898|@*] |
Depois de receber essa resposta a app avisa que está conectada ao servidor selecionado.
Envio do texto da área de transferência do Android para o servidor
É importante observar que isso só ocorre se a app detectar que o conteúdo da área de transferência no Android mudou. Se você copiar o mesmo texto repetidas vezes, ClipSync não vai transmitir nada.
Digamos que ClipSync transmita “00142348”. O texto é transmitido na porta TCP 22983 e os dois primeiros bytes (00, 1A) tem o tamanho da mensagem:
|
|
0000 00 1a 24 24 38 39 38 7c 40 27 28 30 30 31 34 32 ..$$898|@'(00142 0010 33 34 38 24 24 38 39 38 7c 40 27 29 348$$898|@') |
A resposta é uma exata cópia da transmissão, menos os dois bytes de tamanho da mensagem
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0000 24 24 38 39 38 7c 40 27 28 30 30 31 34 32 33 34 $$898|@'(0014234 0010 38 24 24 38 39 38 7c 40 27 29 8$$898|@') |
Envio do texto da área de transferência do Windows para a app
A determinar
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 Jefferson,  01 de junho de 2017, android Leitores de código de barras são caros e os que são capazes de ler boletos parecem ser mais caros ainda. Eu prefiro o modelo de mão porque aqueles leitores onde você passa o boleto como se fosse um cartão costumam ser absurdamente problemáticos. Eu sei que eles lêem caos especiais de código de barras, mas absolutamente nada que justifique um aumento de preço:
- Contas de consumo (água, telefone, gás): O código de barras não tem os dígitos verificadores da linha digitável
- Boletos: O código é bem diferente do que se vê na linha digitável, mas certamente é trivial derivar um do outro.
E o Bradesco faz distinção entre uso de leitor e digitação por causa disso.
Mas um dia desses eu me perguntei: será que não dá para fazer com o smartphone?
E dá. Existem diversas apps que se prestam a fazer especificamente isso e eu já estava preparando um post sobre os variados graus de sucesso que tive com elas quando esbarrei em uma dica em um fórum que e fez desistir das apps específicas: use o ClipSync para isso.
O “segredo” é que a app “Barcode Scanner” da ZXing que várias, senão todas, as apps específicas já exigem que você tenha instalado, tem uma configuração default para colocar na área de transferência todo código lido. ClipSync detecta isso e transfere o código lido para o servidor. Você só precisa clicar no campo onde você precisa inserir o código e teclar CTRL-V. Eu ainda vou analisar como é o comportamento com boletos e contas, mas no geral a coisa funciona bem. Se o código lido precisar de alguma transformação antes de ser inserido (é possível com boletos) eu já estou me preparando para fazer meu próprio programa servidor para cuidar disso.
A seguir o rascunho do que achei sobre os programas específicos que encontrei e se prestam a esta tarefa. Notar que como cada um deles tem um problema eu parei de me importar com eles e estou investindo agora na solução baseada no ClipSync.
Início do rascunho
Existem várias app que se propõem a fazer isso, com variadas abordagens do problema e também variados níveis de qualidade.
Várias dessas apps usam o mecanismo da ZXing, por isso você precisa ter instalado o Barcode Scanner.
Todas as abordagens requerem que você tenha um programa rodando no PC, que vai receber o código via rede ou bluetooth e simular um leitor USB.
Para simplificar eu vou chamar “o programa que roda no PC” de “ponte”.
Barcode 2 PC
É a mais simples de todas, em mais de um sentido. A app ainda requer melhorias e a ponte é um simples servidor windows socket escutando na porta 6000 em conjunto com um simulador de teclado. Funciona, mas requer que você configure manualmente o IP e a app tem uns bugs incômodos como o IP selecionado não aparecer e a aparente impossibilidade de apagar endereços errados ou não mais usados.
O “protocolo” de comunicação nem pode ser chamado assim. A cada scan a app simplesmente manda três linhas para a ponte. A primeira com o código, a segunda informando se foi configurada para adicionar um ENTER ou um TAB depois do código (não entendo porque a ponte precisa disso já que é trivial detectar) e a terceira se é para dar um BEEP na recepção.
O usuário não vê nada disso, claro. Ele só vê o código “aparecer” no PC após ser lido no telefone/tablet.
Atualizada pela última vez em junho de 2014. Até o site do desenvolvedor está fora do ar. Isso sugere que precisamos nos acostumar com ela como ela é.
Send Barcodes to PC
Desenvolvedor brasileiro, se propõe até a ler boletos e NFe, mas requer uma conexão com a internet porque o código é enviado para o site dele de onde é enviado para o PC. E para demonstrar como essa é uma idéia ruim, o site dele estava fora do ar no momento do meu teste, impossibilitando o uso da app. Nem pude baixar o executável para PC.
Barcode to PC: Wi-Fi scanner
App e ponte são open source. É um ponto positivo. Mas o modo como a app se comunica com a ponte parece tão confuso que mesmo olhando o código eu não pude entender. O desenvolvedor decidiu fazer comunicação via websocket, o que requer que ele execute um servidor web no PC. E esse parece ser só o começo da gambiarra.
Requer a instalação de um pacote enorme de 30MB (resultado comum das gambiarras “cross-plataforma”), que além de evidentemente instalar o tal servidor web diz que vai instalar o Bonjour no seu PC, algo que fica rodando mesmo que você não use o programa. Isso é feito supostamente para facilitar a vida do usuário e a do desenvolvedor mas francamente usar o Bonjour para isso é a próprioa definição de overkill. A ponte supostamente usa o bonjour para se se anunciar na rede via broadcasts e a app automaticamente descobrir onde ela está, sem ser necessário você configurar o IP. Mas enviar e receber mensagens UDP, que são a base para esse mecanismo de localização é relativamente simples.
Porém no meu caso o bonjour parece não ter sido instalado. Isso pode ser resultado requerimentos de licença da Apple (o Bonjour é gratuito, mas você precisa imprimir e assinar um acordo de 16 páginas com a Apple e enviar por correio tradicional à sede da empresa no Texas. ) Testado numa VM Windows 7 x86 SP1. A ponte reclama disso e a app não consegue encontrar o PC, mas a ponte apresenta um QR Code que resolve o problema de comunicação.
BarCode Scanner to Pc (Wi-Fi)
App não rodou nem no Android 5.1.1 nem no 6.0. Conseguiu rodar no 4.4.2 mas logo após ver um código de barras o programa trava. A ponte nunca parece receber nada.
Fim do rascunho
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 Jefferson,  01 de junho de 2017, android 
Embora seja bem útil Pushbullet é bastante intrusivo (requer permissões demais, requer que você faça login no serviço, requer seu email, etc) e requer uma conexão com a internet para funcionar. Se tudo o que você quer é copiar e colar informações entre seu dispositivo Android e o Windows, ClipSync pode ser uma opção melhor.
- Não depende de nenhum servidor externo. Na verdade seu autor parece nem gostar da idéia. Além de você não depender de internet para fazer algo local, teoricamente seus dados não estão passando pelo computador de outra pessoa;
- A app é capaz de localizar em que computadores o programa servidor está rodando facilmente. Normalmente você não vai precisar se preocupar com configuração alguma;
- Gratuito, sem propaganda;
- Visualmente bem acabado.
Limitações
- Você começa a deseja que ele fosse capaz de transferir imagens (como screenshots) também, mas ele não faz isso e não sei se o Android permite;
- O programa servidor não tem opção de escolher a qual interface de rede se conectar então você pode esbarrar nesse problema. O autor sugere para contornar isso que você desinstale o programa, desative a interface errada temporariamente, reinstale o programa, que vai então se conectar com a interface certa (porque agora é a única) e reative a outra interface;
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 Jefferson,  12 de maio de 2017, android Mas vou logo dizendo: você precisa estar determinado a isso, pois como todo controle absoluto exige decisões difíceis.
A expressão “NoRoot” significa que o firewall não requer acesso root ao aparelho para operar. Isso é obtido por um método engenhoso: NoRoot Firewall (daqui em diante apenas “NRF”) se registra no Android como um provedor de VPN e ao oferecer esse “tunel” por onde todas as comunicações precisam passar ela também está em posição de barrar o que quiser. NRF lista todos os processos que estão tentando se comunicar com o mundo exterior, incluindo a rede local, com os respectivos endereços. E por default tudo é bloqueado. Você pode liberar a comunicação de cada processo inteiramente ou apenas para endereços selecionados. Até pode definir se por Wi-Fi ou rede celular.
E é justamente por bloquear tudo, por default, que o uso de NRF não é para qualquer um.
NRF exibe uma notificação silenciosa toda vez que faz um novo bloqueio e é muito fácil ao instalar uma nova app ou mesmo abrir uma que você já tem, esquecer que o firewall está ativo e ficar longos minutos batendo a cabeça na parede tentando entender por que algo não funciona como esperado. Isso acontece muito com as apps de monitoramento de câmeras, que eu uso muito espaçadamente e procuro liberar apenas o acesso endereço a endereço. Mas também ocorre por circunstâncias impossíveis de antecipar. Houve um dia que eu levei uma surra danada tentando ler um PDF no Chrome e não conseguia. O Google Drive tinha se configurado sozinho e do nada como leitor de PDF padrão (eu não fiz isso) e como eu não tinha dado a ele acesso, eu não consegui ler o PDF. Só depois de eu ter desistido, em um outro dia, foi que eu vi o Google Drive na lista de bloqueios e juntei uma coisa com a outra.
E para piorar, você vai descobrir que um monte de serviços que você não faz idéia de pra que servem ou apps que você conhece mas nunca usou nem pretende usar estão constantemente tentando comunicação externa. E você precisa decidir se vai deixar. Por exemplo, No Android 6 além de liberar o Google Play você precisa liberar o serviço “download manager”, senão você não consegue
baixar nada da loja. E você tem que descobrir isso puramente baseado em palpite: “hummm… faz cinco minutos que pedi para baixar essa app e nem começou ainda. E apareceu esse “download manager” querendo permissão. Acho que tenho que autorizá-lo!”. Nada “científico”.
Existe ainda um outro problema: NRF pode travar. É raro, mas acontece e você fica totalmente sem acesso até notar o problema e reiniciar o firewall ou o aparelho.
Eu uso o NRF hoje por três razões:
- Reduzir o uso indiscriminado da banda limitada que tenho tanto em dados móveis quanto no Wi-Fi;
- Ter um pouco mais de privacidade e controle sobre meus dados, evitando que apps que instalei para uma coisa façam outra. Por exemplo, eu precisei usar recentemente uma app que faz backup dos SMS e log de chamadas em um telefone para restaurar em outro. Essa app pode usar “a nuvem” para isso, mas como eu não quero isso, mantenho-a bloqueado pelo NRF e uso apenas o recurso de backup e restauração locais por meio de um cartão microSD. Assim eu tenho razoável certeza de que pelo menos essa app, à qual eu preciso dar acesso a meus contatos para fazer seu trabalho, não está fazendo mau uso deles;
- Ter uma visão melhor do comportamento das apps.
A imagem à esquerda é de uma instalação do Android recente, pouco depois de “zerar” o aparelho. Eu nunca usei voluntariamente nenhuma das apps que aparecem listadas (não, nem mesmo Youtube e Hangouts), mas elas querem acesso à internet. E um pirulito, três jujubas e um Chokito para quem descobrir o propósito de “GameMode” e o processo de nome impronunciável da direita.
Escolher “Deny” faz com que a app/processo não apareça mais na lista (o acesso já era negado de qualquer maneira). Escolher “Allow” dá acesso irrestrito a rede. E tocar no nome da app abre uma nova janela com a lista dos acessos que a app/processo tentou fazer para você escolher o que liberar ou negar.
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 Jefferson,  04 de setembro de 2016, android Há uma semana a app do Bradesco quis atualizar pedindo uma nova permissão: “app history”. O Bradesco no meu celular quer ter acesso também a que outras apps eu executo, que sites visito e meus favoritos. No desktop, o banco sequer me obriga a instalar um módulo de segurança.
Eu estava “resolvendo” isso simplesmente me negando a instalar a atualização. Mas hoje ao reiniciar o Android o sistema já começou com um erro “Bradesco is not responding”.
Ora, eu não uso essa app há um mês. O que danado ela faz executando automaticamente na inicialização? Será que ela é a responsável pelos congelamentos esporádicos do Android no meus Samsung E5 Duos?
Desinstalei a app. Se e quando eu precisar dela, instalo uma versão antiga do meu backup e depois desinstalo novamente.
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Jefferson,
um aplicativo interessante para digitalizar documentos no Android é o Office Lens da Microsoft. Eu utilizo ele principalmente para tirar fotos de quadros brancos nas reuniões e cursos que participo, ele possui a capacidade de ajustar a imagem capturada observando o angulo do qual a foto foi tirada, o que é bastante útil.
Felipe Costa
Obrigado pela contribuição. O Office Lens parece promissor, mas encontrei dois problemas com ele (versão 16.0.8827.2039).
Não parece haver jeito de fazer detecção manual do documento – Eu não posso, como no Genius Scan, tirar uma foto de tudo o que a câmera está vendo e depois fazer um crop para mostrar o que é o documento. Se a app não estiver vendo nenhum documento você consegue bater a foto, não consegue se ela estiver vendo um mas com dificuldade para fazer o “lock”, o que parece não ser possível se eu estiver segurando o documento na mão e este estiver balançando com o vento. Pior: às vezes o programa faz o lock mas apenas em uma parte do documento. Você não consegue dizer a ele para ampliar a região de captura.
É pouco intuitivo Isso pode ser proposital esse é um problema menor, porque só requer que você entenda como funciona. Por exemplo:
Quando salva o arquivo ele dá a entender que só existe uma opção para salvar localmente: na galeria de imagens. Todas as outras opções (incluindo PDF) dão a entender que você precisa de uma conta Microsoft e de estar logado nessa conta. Dá até para entender que você precisa estar conectado à internet para salvar como PDF. Porém se você insistir e mandar salvar assim mesmo em PDF descobre que ele salva localmente.
Você não percebe de imediato que tem diversas outras opções de compartilhamento. Ao salvar ele te dá uma lista de opções e pelo fato dele incluir o Onedrive nessa lista eu fui levado a crer que as opções de compartilhamento acabavam aí. E como ele não diz onde o PDF é salvo eu achei que ia ter que fazer um malabarismo para achar o local e enviar o documento por email ou whatsapp. O que é reforçado pelo fato de depois de salvar ele voltar imediatamente para o modo câmera. Mas se depois de voltar ao modo câmera você for em Menu -> Histórico Recente você encontra o PDF salvo e tem a opção de compartilhar por onde o Android permitir.
O segundo problema é irritante mas depois que você descobre que é erro da interface se torna um “não-problema”. Mas o primeiro é realmente frustrante. Agora eu fiquei “em cima do muro” pois por um lado o Genius Scan limita suas opções de compartilhamento propositalmente para você comprar a versão paga, mas por outro é mais fácil digitalizar com ele.
Adobe Scan v17.11.14
Não gostei. Para entrar na app já pediu para fazer login com uma conta Google ou conta Facebook. Apesar de não gostar da idéia tentei com a conta Google, para então perceber que a app não funciona sem acesso à internet.
Scanbot – PDF Document Scanner Não consegui determinar a versão, porque a app não diz, nem aparece na página da play store.
Assim como o Office Lens, tenta ser esperta demais e falha miseravelmente exatamente da mesma forma. Acho até que ambas as apps usam o mesmo framework. Enquanto não fizer o “lock” no documento você não consegue salvar e se fizer o lock no documento incompleto você tem que tentar de novo. Nem tentei o resto porque é uma app “capada” e para ter todas as opções tem que pagar então o Office Lens já sai ganhando.
Uso o Scanner Pro (pago) no iPhone e sou muito feliz.
Faz automático ou manual, organiza tudo, faz backup em dropbox ou outros, compartilha em imagem, pdf, etc.. é sensacional, valeu cada centavo que paguei.
Foi $3.99, https://itunes.apple.com/us/app/scanner-pro/id333710667?mt=8
Isso em documentos.
Mas e fotos, já viu o Google PhotoScan? É muito incrível…
https://www.google.com/photos/scan/
Recomendo