“O ridículo é a arma mais poderosa do homem”

Essa é uma das 13 “regras” que Saul D. Alinsky cita em seu livro Rules for Radicals de 1971. E ele prossegue explicando o motivo:

There is no defense. It is almost impossible to counterattack ridicule. Also it infuriates the opposition, who then react to your advantage.

Não existe defesa. É quase impossível contra-atacar o ridículo. E também enfurece a oposição, que então reage de forma vantajosa para você.

Eu me dei conta disso anos atrás, quando percebi que criticar o governo e autoridades locais geralmente não adianta nada. Quanto mais irada é sua crítica, mesmo pública, mais você é ignorado ou no máximo recebe respostas prontas explicando porque o problema não pode ser resolvido (ou sequer existe). Mas se você ridicularizar essas autoridades pelo mesmo problema, a solução costuma aparecer rapidinho.

O fato é que existem humanos envolvidos. Quando você escreve uma crítica irada, é você quem está irado e seu opositor está rindo. Mas quando você o expõe ao ridículo, é ele quem fica irado enquanto imagina você rindo. Além disso. ao expor ao ridículo, você não deixa margem para que se imagine que a atitude é proposital, de descaso, mas que é pura incompetência.

Isso serve não apenas contra autoridades, mas contra empresas também. Um deboche bem colocado resolve problemas de prestação de serviço onde meses de reclamações não surtiram efeito.

 

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