É a primeira vez que vejo uma fonte ATX automática por um preço razoável
http://nagem.com.br/modulos/produto/detalhe.php?cp=204919
Apenas R$46.
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É a primeira vez que vejo uma fonte ATX automática por um preço razoável http://nagem.com.br/modulos/produto/detalhe.php?cp=204919 Apenas R$46. 4 comentáriosClique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentário
Isso é à à vista no Hiper de Casa Forte. Sai por uns R$600 em 10x. Tem HDMI, VGA, etc. O preço parece bom. 7 comentários
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentário4 comentários
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioMeu problema era automatizar a maçante tarefa de abrir o meu programa de TV (Arcsoft TotalMedia). O Totalmedia carece de opções e entre outras coisas só abre em tela cheia e no monitor padrão, esquecendo todos os ajustes de posição que você tenha feito na sessão anterior. O primeiro resultado de minha busca no Google foi o AutoIt, mas eu imediatamente deixei de lado porque o programa é danado de “hostil” com o usuário que só deseja “uma coisinha”: você tem que “programar” o comportamento que você deseja. E se eu quisesse “programar” faria em Delphi. Tentei então vários programas de “Macro Recording”, mas todos se mostraram limitados por uma razão ou outra. Acabei me resignando e voltando ao Autoit, antes de tentar o Delphi. Em uma hora, seguindo o Help e depois de muita tentativa e erro, consegui o que eu queria. Agora eu só preciso clicar duas vezes no script que o Totalmedia abre, entra no modo TV, ativa o PIP, escolhe os dois canais que mais vejo e ainda joga a janela para o monitor secundário. Meu script:
No final, foi tão “simples” que já estou pensando em automatizar outras coisas. 7 comentários
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioDepois de um comentário de Ygor Almeida semanas atrás, decidi fazer uma experiência: usar o Windows Seven com o UAC desligado. De fato, o Seven fica bem mais aceitável sem o UAC. Diversos problemas de funcionamento de programas desaparecem (Everything, Direct Folders, etc). E embora as outras “frescuras intoleráveis” do Seven persistam, me fazendo manter distância dele no desktop, passei a usá-lo como SO padrão no meu notebook. Para o meu uso, o UAC é quase irrelevante. Eu passo meses sem usar antivirus e não me infecto. Não é o UAC que vai proteger o meu PC de mim mesmo. Até mesmo porque a gente fica tão condicionado a responder “YES” que existe uma chance significativa de que eu faça isso automaticamente para liberar a atividade de um malware. Basta que ele peça permissão quando eu estiver ocupado dando permissão a um programa legítimo. Não é o tipo de coisa que eu recomendaria a qualquer um, claro. 1 comentário
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioUm cliente me entregou um LG C400 novinho para que eu o preparasse e aproveitei para fazer alguns testes. O notebook vem com o Seven 64 bits SP1, mas colocando o BIOS no modo IDE (o default é AHCI) eu pude instalar o XP sem problemas. Quase todos os drivers que faltaram foram instalados automaticamente pelo DriverPack Solution 11. Só ficou faltando o driver do módulo bluetooth interno, que eu não me esforcei para achar porque o cliente não precisa. Deixei multiboot com o Seven original, conforme expliquei aqui. Roda MKV h.264 de 1080p sem dificuldade, consumindo até 40% de CPU. Usando DXVA (suporte confirmado no Seven com o MPC-HC) o consumo cai para menos de 20%. Não creio que eu vá ter tempo de testar a porta HDMI O teste da porta e-SATA vai acontecer quando eu for transferir os dados do outro notebook do cliente. Duração da bateria estimada pelo Seven em 2h30min (não confirmei). Volume do alto-falante interno satisfatório. Touchpad satisfatório. Os botões não são duros. Webcam de boa qualidade. Lenta (a maioria é) mas opera bem com pouca luz. Bom desempenho do HDD interno. Treediff acusou uma média de 45MB/s ao calcular o CRC32 de um arquivo de 8GB. 14 comentários
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioPela primeira vez eu tentei (e tive sucesso) instalar o XP em um notebook sem perder a instalação original do Seven. O problema se divide nos seguintes passos: 1) Reorganizar as partições do HDD para que o XP possa ser instalado na primeira partição Minha experiência com o LG C400 O notebook por default tem 4 partições 1) Boot (1.5GB) Dando boot por um CD com o EASEUS Partition Master, mudei o status da partição 2 para “hidden” (foi preciso definir antes a partição 1 como Ativa para “desativar” a partição 2) e em seguida apaguei as partições 1 e 3 e movi a partição 2 de modo a deixar um espaço não particionado de 100GB no início do disco. Ficou assim: 1) Espaço não particionado Configurei o BIOS para modo IDE (como AHCI meu CD do XP não tinha os drivers necessários) e fiz a instalação no espaço não particionado inicial. Por alguma razão mesmo assim o XP foi instalado como F: e eu cheguei a achar que não funcionaria. Mas precisei apagar a instalação do XP por outra razão e na segunda instalação ela veio como C: Instalei o EasyBCD 2.0 e com sua ajuda reinstalei o gerenciador de boot do Seven no MBR e construí um menu para chamar os dois sistemas operacionais. Eu tentei inicialmente com o EasyBCD 1.7.2 (que eu prefiro) mas o programa se atrapalhou completamente com a perda da partição de boot. O EasyBCD 2.0 conseguiu contornar o problema criando o diretório c:boot. Funcionou! O único problema é que a instalação do Seven, que está configurada para AHCI, não roda enquanto o notebook estiver no modo IDE. Para o caso deste notebook, ter que mudar o modo no BIOS antes de alternar entre sistemas é satisfatório, se não fosse eu teria que descobrir como colocar o Seven no modo IDE ou ou XP no modo AHCI. Nota: A partição de diagnóstico não tem importância para mim ou para o cliente. Eu a preservei mas não sei se vou ter tempo de testar se ela ainda vai funcionar.
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Seguindo uma sugestão feita por Ygor Almeida semanas atrás, estou testando o DriverPack Solution Gostei. Usei três vezes, em três notebooks, e só ficou faltando um driver (não-essencial). O danado poupa muito tempo em trabalho manual e pesquisa. Eu não gravei como DVD. Estou usando como um ISO mesmo, no meu HDD externo, que eu monto com o Daemon Tools em máquinas novas.
Liked by: Rafael D, Leandro Souza, Carlos Augusto 1 comentárioClique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioDepois de ler algumas boas opiniões a respeito, indiquei o Aspire One AO722 para uma cliente e uma amiga. Estou com o da cliente aqui e apanhei bastante para fazer o DXVA funcionar. Sem ele, tentar assistir a um h.264 1080p é no mínimo desagradável, com a imagem gaguejando ou, pior, o áudio saindo de sincronismo. Eu sabia que o notebook suportava DXVA por dois motivos: +Alguns comentários que achei no Google confirmavam isso; Mas se dependesse da dupla ffdshow e KMplayer, eu teria concluído que não. Embora o KMplayer tenha suporte teórico a DXVA, a execução por conta exclusiva dele ficava um lixo. E deixando por conta do ffdshow, não consegui fazer de jeito nenhum que o DXVA fosse ativado (sempre aparecia o ícone de execução “normal” do ffdshow). Já usando o Media Player Classic Home Cinema, a coisa muda. Desativando o suporte interno a DXVA do MPC-HC, o ffdshow carrega o módulo DXVA automaticamente. O que já seria bom. Porém deixando a coisa por conta do MPC-HC fica ainda melhor, porque o consumo de CPU cai. Edit: devo ter misturado resultados. Repeti os testes e o consumo de CPU é o mesmo usando ou não o ffdshow. Fica abaixo dos 20%. Não tenho certeza, mas é possível que se não fosse necessário fazer o downscaling (a resolução desse netbook é mais próxima de 720p), o consumo de CPU seria ainda menor. Testes usando o Windows Seven 32 bits SP1 Se o MPC-HC ficar reclamando que o DirectX está desatualizado, instale isto Sim, mesmo no Seven SP1, o DirectX está “desatualizado”. 1 comentárioClique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioEstou instalando o Windows em um IBOX aqui (fabricação ELCOMA – Recife) e dá impaciência ficar olhando pro bicho sem saber se o computador está em atividade ou travou. 12 comentários
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Mas ainda é 50% mais cara que a xing-ling não-automática, que está custando R$30
http://nagem.com.br/modulos/produto/detalhe.php?cp=135101
Eu sei que você acredita nelas (já li isso no seu blog) mas eu não confio meu PC a uma fonte xing-ling de 30 paus nem a porrada. Se ela der alguma zica, no meu caso, o prejuízo será muito maior do que se eu gastar 150 paus em uma fonte "melhorzinha".
Mas interessante essa de 46. Muito mesmo.
Luciano,
Eu ainda não me deparei com um evento de "falha catastrófica" em fonte ATX que causasse dano ao resto do PC. Sei que é perfeitamente possível, mas ainda não vi acontecer.
Quanto a um eventual problema que silenciosamente danifique componentes do PC, também é possível. Mas me faltam dados que comprovem que as falhas nos componentes "A", "B" ou "C" foram provocados por fonte de alimentação ruim e não por defeito de fabricação do próprio componente.
Você tem dados sobre isso?
Eu uso apenas fontes vagabundas e minha taxa de mortalidade de componentes (incluindo as próprias fontes) não é preocupante.
Eu usava fontes xing-ling, mas depois que elas começaram a ficar caras demais, passei a comprar as caras…
As xing-ling duravam aqui coisa de um ano só, as caras duram uns 3 anos aqui (só pifou uma, estou na segunda)…
Nunca tive problemas de danos com nenhuma delas…