 Jefferson,  06 de setembro de 2011, software Depois da discussão secundária que rolou neste post eu fiquei devendo minha opinião sobre a versão mais recente do Teracopy. Estive com ele instalado na minha máquina principal desde então e, embora ele pareça ter resolvido alguns problemas que encontrei no meu primeiro teste, continua bastante problemático.
1)Operações de MOVER para a mesma partição, que deveriam ser quase instantâneas, demoram mais do que deveriam. Aparentemente o programa perde tempo calculando o tamanho do que vai ser movido, que é um dado irrelevante quando se move dentro de uma mesma partição.
2)Em algumas operações de MOVER, o Teracopy “esquece” de apagar os diretórios da origem. No final da operação eu fico com duas estruturas: uma “cheia” e uma vazia, que correm o risco de serem confundidas. Basta você, ao ver todos os diretórios, concluir que pediu para COPIAR no lugar de MOVER e por um instante misturar as partições origem e destino. PIMBA! Você mesmo apaga os seus dados..
3)Em pelo menos três operações com grande quantidade de arquivos (algumas dezenas de milhares) o Teracopy me deixou na mão abortando com erro grave lá pelos 30%.
O terceiro problema pode ser provocado por conflito com outro software rodando na minha máquina, mas os outros dois só podem ser atribuídos ao Teracopy.
Concluindo: para operações normais do dia-a-dia o Teracopy tende a ser um problema para mim. Prefiro usá-lo apenas nos casos em que o Explorer falha.
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 Jefferson,  04 de setembro de 2011, software, tools 
O Direct Folders tem um recurso extra muito útil que permite manter uma janela sempre em primeiro plano. Basta clicar com o botão direito do mouse sobre o botão “fechar” da janela.
Para quem não lembra, eu descrevi essa funcionalidade em 2009 achando que era do Windows Seven.
Só que o problema que acontecia no Seven também existe no XP: para algumas janelas isso não funcionava. Era o caso de um programa que eu tinha que usar (sem alternativas) que sequer exibia o botão “fechar”.
Encontrei uma alternativa viável no Deskpins.
Estou usando há meses. Sempre que eu precisei ele funcionou. Entretanto tanto ele quanto Direct Folders compartilham a mesma “deficiência”: você não pode configurar para que uma janela seja automaticamente colocada “on top” ao ser detectada. É preciso sempre fazer isso manualmente. Não é que seja inconveniente, é apenas falta de conveniência 
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 Jefferson,  03 de setembro de 2011, manutenção, software #manutenção
Evagoras Junior perguntou em outro post:
"Sobre programas atualizados. Alguém conhece um que seja prático no sentido de avisar quando houver novas versões e baixar um conjunto de aplicativos pré-definidos de uma vez só. Por ex:. CCleaner, Flash, Java, etc… Eu sei que o Orbit faz +- isso, mas ainda não tem a praticidade que eu gostaria."
Eu não ia falar sobre isso agora, porque ainda estou testando, mas como estava na minha "pauta" e alguém solicitou a informação…
É público e notório que eu não dou a mínima importância para ficar atualizando o software que eu uso. Então os "atualizadores" que procuram novas versões para os programas que eu tenho instalados (quase todos) não me interessam. Porém quando eu instalo uma nova máquina para um cliente eu gosto de colocar as versões mais recentes de algumas aplicações do meu "kit básico", como Java, Flash, Firefox, antivirus, pacote de definições do antivirus, etc. Para isso eu preciso dos instaladores atualizados.
Por muito tempo eu procurei por um programa que baixasse os instaladores para mim. Só encontrei um capaz disso há duas semanas: Ketarin:
https://ketarin.org/
O funcionamento básico é simples. Você diz ao Ketarin o URL do arquivo que você quer baixar e a pasta onde vai salvar. Na primeira rodada Ketarin vai simplesmente salvar o arquivo, mas nas próximas, só se o arquivo online tiver sido modificado.
Já estou usando para:
Java: http://javadl.sun.com/webapps/download/AutoDL?BundleId=52247 Firefox 3.6: http://download.mozilla.org/?product=firefox-{version}&os=win&lang=pt-BR Avast 6: http://files.avast.com/iavs5x/setup_av_free.exe Definições do Avast 5 e 6: http://files.avast.com/iavs5x/vpsupd.exe
Atenção para o caso do Firefox, que requer o uso de variáveis, como explicado aqui: http://wiki.ketarin.org/index.php/Basics
Deficiências do Ketarin (identificadas até o momento) +Requer o (maldito) .NET. +Não mostra velocidade de download, nem tempo estimado para o término.
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 Jefferson,  03 de setembro de 2011, eletrônica, led #eletrônica
Tentando responder às dúvidas de Fernando Colchete e Walter Gomes neste post:
https://plus.google.com/117578158927571476541/posts/bbX8pYJxC1Z
Eu elaborei um breve experimento com quatro tiras de LEDs que eu tenho aqui
Nota: a primeira versão deste experimento (já apaguei) baseou-se em um erro grosseiro. Eu estava supondo que 5050, 1210 e 3528 fossem modelos de LED. Mas isso é o tamanho deles. E os LEDs 1210 e 3528 são o mesmo LED, só que o primeiro é no sistema de polegadas e o outro em centímetros.
Além disso, fiz confusão com o modelo de uma tira de LED e precisei acrescentar outra. Releia todo o texto, porque é significativamente diferente e vai demonstrar que duas tiras diferentes usando um LED "5050" não tem necessariamente a mesma luminosidade.
Muito pelo contrário.
DX_COMUM 12V 75-LED White Light Strip (50cm) $10.40 http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.11303~r.92324728
DX_3528 3528 5W 75-LED 380-Lumen Plastic Shell White LED Light Bulb (12V/50CM) $12.69 http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.33059~r.92324728
BIC_5050 3FT 1M 12V Flexible RGB 60 LED Strip Light 5050 SMD $8.98 http://www.buyincoins.com/details/3ft-1m-12v-flexible-rgb-60-led-strip-light-5050-smd-product-2601.html e seu controle remoto: IR Remote Control Controller for 5050 SMD RGB LED Strip $5.63 http://www.buyincoins.com/details/ir-remote-control-controller-for-5050-smd-rgb-led-strip-product-2456.html
BIC_1210 3FT 1M 12V Flexible 60 LED 1210 SMD Strip Light White 2 $3.98 http://www.buyincoins.com/details/3ft-1m-12v-flexible-60-led-1210-smd-strip-light-white-2-product-3758.html
Usando sempre a fonte do DYOMATE S9 – estável em 12.16V a 12.2V
BIC_1210 – 11lux – 6.10W – 1,83lux/w – 2.76lux/dólar – 0.183lux/LED DX_COMUM – 18lux – 6.2w – 2,9lux/w) – 1.73lux/dólar BIC_5050 – 11lux – 14.9w – 0,73lux/w) – 1,22lux/dólar DX_3528 – 32lux – 7.1w – 4,5lux/w) – 2,52lux/dólar – 0.426lux/LED
Não estou contando com o custo do controle remoto da BIC_5050
Percebam a brutal diferença entre a tira DX_3528 e a tira BIC_1210. Ambas parecem usar o mesmo LED (1210=3528), mas mesmo levando em conta os 15 LEDs a mais, a DX_3528 ainda produz mais que o dobro da luminosidade, consumindo 15% a mais.
Antes que perguntem, os resistores são os mesmos (150 ohms). Os LEDs é que são diferentes.
Mesmo para grandes distâncias a DX_3528 acaba se tornando uma melhor opção. As tiras são mais caras, mas você vai usar mesno delas. O único problema é que a luminosidade não fica tão homogênea, já que você provavelmente vai espaçar as tiras. Porém a queda no consumo acaba conpensando na conta e na necessidade de uma fonte menor.
Se o que você requer é primariamente luz branca, fique longe da tira BIC_5050. Consome pelo menos o dobro para produzir menos iluminação. Só compre uma tira RGB se você realmente vai usar as outras cores.
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 Jefferson,  02 de setembro de 2011, eletrônica, led #eletrônica
Uma coisa que a hacker Lady Ada disse em seu texto sobre tiras digitais acabou me fazendo seguir uma pista errada:
"As we mentioned, there are two strips you may have. If you ordered before August 2011 its going to be the HL1606 type, otherwise you probably have the LPD8806 type."
Note que ela fala do mês passado. Por conta disso eu acreditei que o tal LPD8806 fosse o melhor e comecei a procurar tiras com ele. Não encontrei nada, por isso decidi comprar uma baseada no HL1606.
Mas hoje eu decidi procurar pelo autor do vídeo no youtube: "Focalintent"; e acabei achando o seu blog
http://waitingforbigo.com/2010/10/02/second-preview-release-of-fastspi_led-library/
Onde ele explica que na verdade o chip a perseguir é o WSC2801 (ou WS2801), que é muito mais rápido e permite 256 níveis de cor por LED.
Se você babou com a demonstração do HL1606, segure o queixo (e as onças e peixes dentro do bolso), porque isso aqui é coisa "do outro mundo":
WS2801 Matrix Live
O danado do chip, ao contrário dos outros que precisaram de engenharia reversa, pode ser comprado separado e tem até datasheet disponível:
http://www.sparkfun.com/products/10444
No ebay você não encontra grande coisa a respeito,
http://www.ebay.com/itm/Fully-Addressable-RGB-LED-Strip-WS2801-32-LEDS-1M-Long-/290591351524?pt=AU_B_I_Electrical_Test_Equipment&hash=item43a89822e4
mas na DHGate as opções são um pouco melhores:
http://www.dhgate.com/wholesale/ws2801.html#search
Se alguém encontrar uma tira de 5m com o WS2801, por favor me avise, porque até agora eu só achei com 1m
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 Jefferson,  01 de setembro de 2011, Talvez o problema seja eu, que nunca dei muita bola para iPod, iPhone e iPad (são bons produtos, mas “mágico” mesmo é o Alvo Dumbledore); porém eu não pude deixar de achar que foi um fanboy da Apple que escreveu a matéria dessa semana na Revista Época (página 94) sobre a saída de Jobs do comando da Apple.
A matéria começa com uma puxada de saco típica das reportagens que se faz quando alguém acabou de morrer e é necessário ressaltar as coisas boas que o cara fez e deixar de lado por um momento os defeitos. O primeiro parágrafo já dá uma idéia do que se segue:
“O que a renúncia de Steve Jobs significa para a Apple – e para a nossa vida”
Mas Jobs não está morto e imagino o ataque histérico que seria a matéria se estivesse.
Não consegui ler a matéria. Não consegui passar do “Até que, na semana passada, aos 56 anos, ele desceu do panteão ocupado por gênios, deuses e heróis para encarar em público sua condição mortal”.
E isso na seção “Negócios e Carreira” da revista.
Fala sério…
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 Jefferson,  01 de setembro de 2011, Fernando Medeiros Junior peguntou em outro post qual a finalidade daquela luz que é colocada atrás da televisão e isso me lembrou que eu deveria ter feito um post sobre isso semanas atrás.
O nome comercial que a Philips dá a isso é "Ambilight", mas o nome genérico é "bias lightning". A idéia é aumentar o conforto visual, evitando que mudanças drásticas de brilho de cena para cena causem fadiga nas pupilas. Um bom texto sobre o assunto é este:
http://www.cinemaquestinc.com/ive.htm
No texto você vai entender por que essa luz não é necessariamente branca e por que um "bias lightning" controlado pela TV (o Ambilight) pode ser superior à solução "pobre" de simplesmente colocar uma luz atrás da TV. Não deixe de jeito nenhum de visitar esta página sobre ilusões de ótica:
http://www.echalk.co.uk/amusements/OpticalIllusions/colourPerception/colourPerception2.html
É espantoso como nossa percepção de cores pode ser enganada por cores adjacentes.
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 Jefferson,  01 de setembro de 2011, manutenção, Redes, software Eu precisei começar o monitoramento remoto da rede de um cliente. Para simplificar minha vida, habilitei o acesso apenas ao servidor (Windows 2003) e de lá eu posso acessar as estações. Para saber que estações estavam ligadas eu comecei a testar vários “IP scanners” e fiquei surpreso com uma coisa: nenhum deles tinha suporte a dar “Friendly Names” (ou comentários) às estações, como é possível fazer no Overlook Fing do Android.
Isso é importante por alguns motivos:
- Conseguir distinguir rodeadores, cameras IP e modem do resto das estações – Esses dispositivos não respondem à varredura com um “nome”;
- Algumas estações, por razões que não pude investigar ainda (provavelmente configurações de segurança) simplesmente não se identificam.
Assim no final da varredura eu acabo com um monte de endereços IP que eu não faço a menor idéia do que sejam. É preciso fazer uma anotação de que dispositivo está atrelado a cada IP (no caso de rede com IP fixo) ou endereço MAC (mais confiável). Isso é muito “anos 90” para o meu gosto. É preciso fazer como o Overlook Fing: dar uma chance ao usuário de fazer anotações sobre cada dispositivo.
Eu só fui encontrar isso no Softperfect Network Scanner (SNS):
Os mais populares scanners gratuitos que encontrei não tem essa capacidade:
E o SNS implementa isso muito bem. Você pode mapear os comentários tanto ao IP quanto ao MAC. E pode abrir uma sessão Remote Desktop para as máquinas direto do programa.
A única coisa chata é que ele não se oferece para preencher automaticamente a rede onde vai fazer a varredura baseado no IP da máquina local. Mas como você pode criar “bookmarks” onde salva as sub-redes, isso aborrece apenas nos primeiros usos do programa.
No momento estou muito satisfeito com o programa. Já foi para o meu kit.
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 Jefferson,  01 de setembro de 2011, bic, eletrônica, led, wfs 
Uma opção intermediária, entre a tira RGB analógica e a digital, é a tira RGB analógica “horse race”:
Race Horse RGB Colorful 5050 SMD LED Strip+Remote+Power – BuyinCoins.com
Essa tira continua sendo analógica, mas o “bus” tem 16 condutores no lugar de quatro. A julgar pelo nome do efeito, deve ser possível controlar a tira quase a nível de segmento, alternando grupos (eu suponho) de quatro. Com um controle desse tipo você pode fazer um grupos alternado de LEDs parecerem “correr” de uma ponta a outra da tira. É claro que o controlador fornecido tem suas limitações, mas com um Arduino você pode aproveitar os 16 condutores da tira para fazer seus próprios efeitos.
Note que essa tira da BIC tem 54 LEDs por metro. Não achei nada no ebay mais barato com essas especificações.
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 Jefferson,  01 de setembro de 2011, eletrônica, led A tira de LEDs RGB de que falei nos dois últimos posts é analógica e permite fazer muita coisa interessante, mas nem chega perto da flexibilidade de uma tira RGB digital.
Cada LED de uma tira digital pode ser controlado individualmente, com os mesmos quatro “fios” das tiras analógicas. Veja o vídeo e babe:
More moar
As instruções de como isso é feito estão aqui (outra cortesia de Lady Ada):
http://www.ladyada.net/products/digitalrgbledstrip/index.html
Mas você pode comprar algo pronto, com 94 efeitos, por pouco menos de 100 dólares.
Estou me coçando aqui para comprar uma. Minha mãe vai adorar como presente de natal 
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Jefferson, estou utilizando o Teracopy há algumas semanas e concordo com o item 1. Há um certo lag na hora de mover arquivos dentro da mesma partição. O lag diminuiu quando desativei a opção de verificar o espaço livre.
Já o 2, o máximo que pude perceber é que às vezes resta uma espécie de "pasta fantasma" na localização original. Se eu tento acessar esta pasta, o Explorer dá aquele erro dizendo que a pasta não existe mais. Basta dar um refresh para que ela suma; ou seja, o Teracopy realmente remove a pasta de origem, mas pode ser que demore até o Explorer mostrar isso.
Com o 3, felizmente não tive problemas até agora, mesmo ao mover alguns gigas de arquivos entre 2 discos. Lembrando que estou com a opção de usar o system write cache ativada.
Uso o Teracopy há bastante tempo, e confesso que nunca me deparei com nenhum dos 3 problemas, será que é por causa do OS?
Por coincidência eu comecei a usar o teracopy justamente quando instalei o Seven, e tinha vários arquivos que davam problemas pra transferir do hd antigo para o novo, o XP abortava a transferência, então tive que usar o Teracopy pra fazer a transferência e depois me exibir um relatório de quais arquivos NÃO tinham sidos transferidos, o ele fez com perfeição.
Edit: Fiz várias operações de mover aqui, dentro do mesmo HD, algumas com muitas pastas e arquivos, e todas foram instant, e sem deixar ghosts. Usando Windows Seven…
Alexandre Prestes, esse problema das pastas "fantasma" seria o meu problema "número 4". Eu deixei de mencionar por ser um problema menor. Eu suponho que esteja faltando o Teracopy dar um "Refresh" no Explorer via API.
Quanto a verificar espaço livre, é outra indicação de que o programa está fazendo alguma besteira. Você não precisa de espaço livre para mover na mesma partição.
Edit: você está usando XP ou Seven?
Alexandre Ribeiro, pode ser por causa do OS, sim. Mas por falta de testes nele. Eu não creio que haja algo na API de arquivos do Seven que falte no XP. Muito pelo contrário.
Esqueci de comentar: uso o Win XP
E essa opção de verificar espaço livre infelizmente é global. Útil para copiar/mover arquivos para outras partições, mas totalmente inútil quando se move para a mesma partição.
Tudo bem que seja global. O programador é que pode e deve ignorá-la quando ela não faz sentido.
Para os que não sabem e possam estar confusos com o que estamos dizendo: Nenhum arquivo é realmente movido numa operação MOVER dentro de uma mesma partição. Tudo o que o SO faz é mudar o "endereço" do arquivo na tabela de alocação. Todos os bytes de dados permanecem exatamente onde estavam.
Jefferson, concordo contigo EM PARTES.
– Em uma partição NTFS comum, em 1 HDD, sim.
– Em uma partição não NTFS, mas que o sistema operacional tenha suporte através de um driver, talvéz. (FAT, FAT32, etc)
– Em um volume lógico, de um sistema específico com RAID, ou esquemas como o linux com links simbólicos, ou esquemas de ponto de montagem em partições linux, ou pastas virtuais do windows que mandam para outro canto, não. E sim, tudo isso é possível através de drivers proprietários.
Hummm… eu me referia apenas ao Windows, mas confesso que não pensei em links simbólicos.
Mas faz sentido o programa operar pela exceção e não pela regra? Links simbólicos e Junctions Points são raríssimos.
No caso de links simbólicos, o programa não tem como detectar isso?
Confesso que eu não sei como detectar que uma determinada pasta está dentro de um link simbólico, então não me sinto à vontade para cobrar do programador que ele saiba.
Esse problema da pasta existir me deu uma confusão viu, fiquei louco tentando entender, eu acessava no Explorer e ele reclamava dizendo que não existia.
Tentei de tudo, fiquei louco e desinstalei o programa, não tive paciencia.
Tentei usar o Teracopy de novo, para copiar 17GB de um drive FAT32. Eram 389 mil arquivos. A cópia falhou duas vezes após ter copiado apenas 16 mil arquivos. Desta vez o Teracopy sequer acusou erro. Simplesmente fechou a janela como se já tivesse copiado os arquivos. O que é ainda pior.
Da primeira vez eu pensei que ele tivesse interpretado minha digitação como um comando para cancelar (o que também seria errado, pois deveria requerer confirmação). Mas da segunda vez eu nem estava digitando.
Se o objetivo específico do qcopy é fazer cópias via rede, não creio que ele se saia bem com movimentações locais.
Não é. Eu acabei de fazer uma cópia local.
Em maquinas locais ou windows 7 estou utilizando o robocopy que esta me atendendo bem. Não sei em quais versões anteriores ao win7 que o comando se aplica. Mais informações: http://en.wikipedia.org/wiki/Robocopy
Paulo, eu quis dizer que ele é "otimizado" para transferências via rede, que tem necessidades diferentes.
Aguem já usou o QCopy? Eu vi hoje a sugestão no site da info.
Claudio, a MS oferece uma alternativa "avançada" ao Robocopy chamada Richcopy
Falando de outros copiadores, achei este artigo em que um usuário testou vários deles. É interessante dar uma olhada na página de comentários, onde tem uma discussão bem interessante sobre como funcionam e quais as vantagens e desvantagens conforme os testes realizados por eles:
http://www.techsupportalert.com/best-free-file-copy-utility.htm
Abs.,
Encontrei outro problema com o Teracopy (v2.2)
O programa não verifica colisões de nomes de pastas. Se eu copiar uma pasta "orçamentos" e no destino já existir uma pasta "orçamentos", o Teracopy vai mesclar o conteúdo de ambas sem perguntar nada. Isso pode ser bem problemático.
Esse lance de mesclar as pastas, isso sim me pareceu um grande problema. Né possível que não tenha opção nenhuma para isso…
Infelizmente o Teracopy é um programa com pouquíssimas opções. Como ele calcula o CRC automaticamente enquanto copia, seria de extrema utilidade que ele salvasse um arquivo .sfv com todos os CRCs calculados. Mas não existe opção para isso também.
E fica ainda mais estranho quando você observa que o Teracopy se registra como programa padrão para arquivos .sfv.