 Jefferson,  26 de fevereiro de 2017, Filmes A única coisa “estranha” em que reparei foi que o doutor, pré feiticeiro supremo, não foi nem de longe retratado como a criatura arrogante e detestável que eu modelei na minha mente da minha leitura de suas estórias nos quadrinhos. Teriam que pegar o Doutor House e acrescentar mais antipatia e egocentrismo. Porém eu entendo que isso não ia funcionar tão bem em um filme quanto nos quadrinhos. Seria preciso mais que duas horas para convencer a audiência de que um House qualquer havia se tornado um poderoso mas humilde defensor da humanidade, sem pegadinhas. Quanto ao resto, foi uma boa introdução do personagem. Não achei um filme memorável, ainda, mas foi agradável assistir.
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 Jefferson,  25 de fevereiro de 2017, Filmes Eu gostei do primeiro Jack Reacher, gosto de Tom Cruise, gosto de Cobie Smulders, mas ainda assim não deu. O filme é um desastre. Perdi a conta dos problemas mas vou tentar enumerar.
- No primeiro filme, Jack Reacher é um ex investigador militar que após dar baixa cortou relações com o exército e com o mundo em geral. Vive uma vida frugal, sem endereço fixo, carro, telefone ou cartão de crédito e viaja só com a roupa do corpo. Se envolve, por motivos pessoais, numa situação muito complicada para ele e para terceiros, num caso de repercussão nacional, mas em nenhum momento pede qualquer ajuda militar. No segundo ele é caracterizado logo nos primeiros minutos como um braço do “Tio Sam” que periodicamente liga para seu oficial de ligação na base onde ele foi comandante. Destruíram o personagem;
- Reacher nunca tinha visto a major antes mas só por causa das conversas ao telefone queria se encontrar com ela? Outra coisa que não se encaixa no personagem;
- Essa onda de politicamente correto de Hollywood é terrível. Todo roteirista agora tem que acrescentar uma mulher “forte” na estória, mesmo que essa estória não convença de jeito nenhum. Uma coisa é o roteirista ter o cuidado de fazer o script passar com folga no Teste de Bechdel mas outra bem diferente é querer colocar uma Lara Croft em todo filme de ação. Não convence. Já é suficientemente difícil fazer o tampinha do Tom Cruise ser realista derrubando sozinho e desarmado meia dúzia de marmanjos;
- A rapidez com que o advogado da major, Coronel Moorcroft, passa de “palerma” a “interessado” somente por ter ouvido um sermão de duas frases de Reacher foi espantosa. Ainda se ele tivesse durado, mas no segundo encontro ele volta rapidamente a se comportar como um palerma;
- Como é que dois civis que sequer estão disfarçados como militares conseguem autorização para entrar em um presídio militar para fazer a transferência de uma major e ninguém, nem mesmo o subordinado da major que está levando os mercenários até ela, questiona isso? Bastava ele ter dito “estou seguindo ordens, Major” para dar maior credibilidade, mas o soldado teve que levar uma dose de taser “na caixa dos peitos” para deixar de ser estúpido;
- A fuga do presídio militar em plena luz do dia ofende minha inteligência;
- Não me interprete mal: eu gosto de ver mulheres atraentes se despindo nos filmes tanto quanto a média dos portadores de cromossomo Y, mas ainda assim achei a cena em que a major tira a camisa quando está sozinha com Reacher completamente gratuita e até absurda.
E esses foram só os primeiros 40 minutos. Ainda não consegui encarar os outros 70.
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 Jefferson,  25 de fevereiro de 2017, Filmes Cuidado! Spoilers!
O filme é rico em detalhes que me mantiveram entretido, começando pela ciência, como o escudo de energia e a falta de gravidade no elevador. Depois veio o drama do primeiro “náufrago”, sua desorientação, seu comportamento ao descobrir sua situação, o pânico no pod que ele achou que tinha consertado e por um breve instante achou que poderia ser seu caixão, o conflito interno a respeito de acordar ou não Aurora[1]. A inteligência artificial do Barman bem ali no limite entre um ser humano de verdade e uma máquina… Eu tinha acabado de comentar com meu amigo José Carneiro como eu não tinha mais humor para drama e preferia ficção científica, mas estava ali me deleitando com a situação dramática do personagem.
O único defeito que posso apontar no momento é o fato de ser um tanto previsível. Ao apresentar Aurora para a audiência como o primeiro rosto humano em que Jim reparava[2] , ficou evidente que o personagem de Jennifer Lawrence não ia entrar em cena, falando e andando, por obra do acaso. Já havia sido estabelecido que “pods não dão defeito” e isso não iria acontecer de novo para acordar, dentre cinco mil pessoas, justamente a única que conhecíamos. Também ficou claro com antecedência (antes mesmo dela acordar, caramba) que ela iria descobrir, que provavelmente iria ser o barman a contar (meu segundo palpite era ela descobrir por logs que ele havia lido sobre ela numa data anterior a ela acordar) e até qual seria sua reação. Eu também sabia, quando Jim estava mandando uma mensagem para a Terra, que o computador iria dar a ele uma má notícia bem grande depois do envio[3]. E quando Jim foi ejetado com um pedaço de cabo ainda preso a sua veste, como seria o seu resgate.
Mas mesmo contando com as imperfeições, valeu cada minuto.
[1] Não consigo citar de cabeça nenhum outro filme onde a sinopse oficial é evidentemente mentirosa, mas que ao descobrir isto você concorda que foi melhor assim;
[2]Oops… não foi o primeiro. O primeiro foi o de um homem aos 20m38s em um pod que ele olhou por dois segundos sem motivo aparente para a trama;
[3] Aliás, é tão sem sentido que o serviço nem deveria existir, para começar. Mas eu entendo que a cena foi exibida para benefício da audiência.
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 Jefferson,  22 de fevereiro de 2017, Todo os fãs da comédia The Big Bang Theory sabem do que se trata e foi graças ao Leonard explicando de forma muito engraçada por que ele não pode ingerir nada com leite que eu descobri que tenho essa condição.
Horas depois de tomar um copo de leite “eu fico insuportável” 
E fico pensando em como eu pude passar anos tendo problemas com isso e incapaz de associar o único e desagradável sintoma que manifesto (o mesmo de Leonard) ao leite. Certamente muita gente tem o mesmo problema e acha que é algo normal e inevitável.
Graças a finalmente saber a causa eu agora posso me limitar a tomar leite no fim do dia, quando não planejo mais sair nem me envolver com outras pessoas. Assim eu posso ficar “insuportável” sozinho. 
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 Jefferson,  19 de fevereiro de 2017,
- Por quase duas décadas eu fiz malabarismos para contornar um problema na instalação da bomba dagua da piscina. Se o nível da água caísse abaixo de um determinado nível a bomba não seria mais capaz de puxar a água por causa do ar na tubulação. Levou 20 anos para eu ter a curiosidade de procurar online o manual da bomba, por uma outra razão, e descobrir que a mesma é auto-escorvante e para lidar com a entrada de ar bastava abrir o pré-filtro, enchê-lo com água e esperar por até 2 minutos;
- No mês passado eu disse a um cliente que o identificador de chamadas no telefone que ele havia comprado para usar como ramal não ia funcionar porque a central telefônica, SIEMENS HIPATH 1150, não encaminhava essa informação para os ramais, já que a informação “morria” na telefonista. Errei miseravelmente em dois níveis. Primeiro, esse cliente tem Discagem Direta a Ramal (DDR) e caso você ligue de fora direto para o número que corresponde ao ramal, não passa pela telefonista e a informação do chamador é encaminhada. Segundo, eu era capaz de apostar que apenas o telefone digital
afrescalhado especial da Siemens compatível com a HIPATH exibiria a informação, mas o telefone Intelbras nada especial (aparentemente) que eu acabara de instalar exibia até o número do ramal interno que estava chamando;
- Na mesma semana uma funcionária da mesma empresa me perguntou como digitalizar uma série de páginas e colocar no mesmo PDF usando a multifuncional HP na sua mesa. Eu disse que isso não era possível com uma multifuncional sem alimentador automático de documentos (ADF), com o software fornecido pela HP. Talvez fosse possível com um software de terceiros. Mas qual não foi minha surpresa ao descobrir em uma pesquisa que se você selecionar “PDF” como resultado no software da HP, quando o software pergunta se você já terminou de digitalizar, se você responder “não” ele vai justamente acrescentar as imagens seguintes ao mesmo PDF.
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 Jefferson,  19 de fevereiro de 2017, Esse aspirador já se pagou muitas vezes desde que foi comprado há uma década. Eu não lembro exatamente quando foi comprado, mas o selo do IBAMA na lateral é datado de 2005 então eu presumo que está comigo há entre dez e doze anos. E continua funcionando perfeitamente.
Prós:
- Funciona como uma verdadeira bomba d’agua auto-escorvante e móvel. É perfeita para eliminar pequenos alagamentos, remover a água de uma tubulação para fazer um reparo, remover a água suja no fundo da piscina que a bomba principal já não puxa mais, etc. No papel de bomba, esse aspirador torna trabalhos “impossíveis” possíveis e os muito cansativos e repetitivos, como no caso da piscina, rápidos e até fáceis. É importante notar que o aspirador fica lá no alto, fora da piscina, e pode puxar água a 1,80 de profundidade sem problema algum;
- Acessórios compatíveis, incluindo os sacos de pó, ainda são vendidos inclusive pela rede autorizada (originais). No ML você encontra o kit com três sacos por R$19, mas na autorizada em Recife sai por R$29.
O que poderia melhorar (e às vezes já existe em modelos recentes)
- O aparelho é potente até demais e um controle de potência seria bom, pelo menos para reduzir o barulho em algumas situações;
- O aparelho tende a “engolir” os objetos mais inesperados. Pendrives, canetas e pilhas são sugados com impressionante facilidade e limpar uma oficina com ele acaba exigindo que você confira o conteúdo do saco de pó depois. Às vezes você nem sabe o que foi que o aparelho puxou (é realmente muito rápido) até esvaziar o saco de pó. Uma “rede” improvisada na ponta do aspirador pode livrar você de ter que fazer isso, mas deveria ser um acessório acompanhando o produto. Ele vem com um acessório que estreita a entrada e pode impedir os objetos maiores de serem engolidos, mas isso aumenta o esforço no motor e conseqüentemente o barulho;
- Você não pode escolher a posição da saída de ar, que estando logo acima da conexão da mangueira de entrada tende a ficar soprando exatamente na direção que você trabalha. Isso é um problema quando você está fazendo um serviço de limpeza pesada que envolve muito pó de construção, por exemplo. Enquanto você limpa uma prateleira alta ele está se esforçando para levantar o pó que ainda existe mais embaixo;
- Não pode ser usado como compressor. Bastaria para isso que a saída de ar tivesse o mesmo formato da entrada e você escolhesse onde engatar a mangueira. Alguns aspiradores com essa capacidade chamam de “função sopro”;
- A qualidade dos sacos originais parece ter caído. Eu comprei um kit com três sacos na autorizada e após dois rasgarem no anel de encaixe em um dia (eu estava fazendo um serviço pesado) eu inspecionei o terceiro antes de instalar e notei que o anel de encaixe plástico estava mal colado no papel. Achei melhor reforçar a região ao redor do encaixe com uma boa quantidade de fita Silver Tape (“duct tape”) da 3M.
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 Jefferson,  18 de fevereiro de 2017,
- Quando vejo os cartões de licença do Windows 8.1 eu sou forçado a duvidar da seriedade da Microsoft. A fonte escolhida para as chaves de licença torna espantosamente difícil discernir os caracteres “B”, “8” e “3”;
- O Office 2016 parece menos fresco que o Office 2013 na hora de fazer a ativação. Já tive que ligar pelo menos duas vezes para a MS para ativar uma licença do 2013 na mesma máquina que estava antes, mas isso ainda não ocorreu com o 2016;
- Já com o Windows 8.1 Pro ocorreu o oposto: ontem eu ativei por engano em outra máquina uma licença que ainda estava em uso na máquina original. Hoje eu corrigi colocando a chave correta (ainda estava ativado com a chave errada) mas não sei ainda se isso criou um problema com a máquina cuja licença eu usei por engano;
- No mês passado mais um programa da Nirsoft entrou para o meu kit de ferramentas: com o Produkey eu consigo obter até remotamente a chave de licença de instalações rodando e de instalações mortas, bastando ter acesso aos arquivos no HDD. Isso se mostrou importante para um cliente que precisava reinstalar o Windows, tinha a licença, mas não sabia qual das mais de 20 licenças adquiridas estava associada aquela maquina. Mas tenha o cuidado de executar o programa como administrador.
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 Jefferson,  18 de fevereiro de 2017, gbplugin Apenas a execução de navegadores causava o problema mas nenhum plugin estranho aparecia na lista de cada um deles. Esse normalmente seria um problema de arrancar os cabelos mas a solução foi rápida porque meu primeiro palpite estava correto. Ao notar que a máquina estava rodando o maldito GbPlugin (serviço gbpsrv) eu já tinha praticamente certeza de que era ele. E estava correto. Após dar boot por um CD e fazer uma limpeza rigorosa de todos os traços dele, o problema desapareceu. Mesmo após a cliente reinstalar a desgraça para poder acessar seu banco, o problema não voltou.
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 Jefferson,  18 de fevereiro de 2017, Cenário:
- Servidor de arquivos e controlador de domínio Windows 2003 sem updates (sequer é SP1 – mas esse é um outro problema dessa empresa);
- Clientes Windows 8.1 professional, com atualizações automáticas ligadas.
Resposta curta:
Certifique-se de que o controlador de domínio esteja na mesma sub-rede que a máquina cliente, tanto fisicamente quanto logicamente. Você que sabe como NETBIOS funciona pode estar pensando “dâaaa!”. Mas se ler o restante você, quem sabe, talvez reconheça que poderia não ter notado o que não notei.
Resposta longa:
Os problemas nessa rede começaram uma semana antes. Uma parte das máquinas (não todas) deixou de enxergar o servidor pelo nome e foi preciso fazer gambiarras em cada uma delas (incluindo colocar o mapeamento para o servidor no arquivo HOSTS de cada uma) para resolver o problema emergencialmente. Imediatamente pensei em um problema de resolução de nome NETBIOS mas todas as máquinas dessa empresa sempre estiveram na mesma sub-rede e nada parecia haver mudado para causar o problema. Pensei em uma atualização do Windows 8.1 que estivesse desabilitando NETBIOS (a MS já fez isso no passado) mas em uma das máquinas afetadas eu verifiquei não ter havido nenhuma atualização recente (não que tivesse aparecido nos logs). [1]
Ontem uma das máquinas teve um problema que exigiu a reinstalação completa do Windows 8.1 (ligaram a máquina configurada para 220V em 110V, que parecia funcionar mas os desligamentos freqüentes bagunçaram o sistema de arquivos) e na hora de fazer o “join” no servidor de domínio veio o erro. Aquele controlador de domínio não podia ser localizado pelo nome “curto” (o nome NETBIOS). Para fazer o join eu precisaria usar o FQDN (que é obtido geralmente acrescentando “.local” ao nome curto) e que depende inteiramente de resolução DNS. Eu já fizera gambiarras demais para contornar o problema e após uma pesquisa, não encontrando uma explicação lógica para o problema que eu pudesse testar com os usuários conectados, agendei uma parada do servidor para este sábado para localizar o problema.
Depois de meia hora lendo sobre a resolução de nomes NETBIOS, DNS, WINS e sobre problemas similares em foruns, me dei conta quase que por acaso de algo estranho na configuração do servidor: Estava configurado para o IP correto (10.0.0.21) mas a máscara de rede estava configurada para 255.0.0.0. Ora, esta é a máscara “normal” sugerida para uma rede IP nessa faixa e para todos os efeitos estava correta, por isso não notei o problema nas primeiras duas ou três vezes que vi essa configuração, mas não é esta a máscara normalmente configurada nos clientes e também não é a máscara oferecida pelo servidor DHCP da empresa, que é 255.255.255.0. Do ponto de vista físico as máquinas estavam na mesma sub-rede, mas do ponto de vista lógico não estavam.
Bastou configurar a placa de rede do servidor para usar a máscara 255.255.255.0 para resolver o problema. Alguém que achava que sabia o que estava fazendo mexeu nas configurações do servidor (todo mundo tem acesso) e causou todos esses problemas.
[1] Na ocasião uma parte das máquinas afetadas recusou as credenciais de administrador do domínio e eu tive que editar o arquivo HOSTS usando credenciais de administrador local. Uma das máquinas ainda “lembrou” a senha antiga de admin do domínio, mas provavelmente porque estava em cache. O conjunto de problemas que encontrei era bizarro, mas agora que sei a causa tudo faz sentido: na ocasião o domínio já estava inacessível e as máquinas só faziam login porque as credenciais estavam no cache e a aparente ausência do controlador de domínio estava sendo contornada automaticamente.
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 Jefferson,  17 de janeiro de 2017, Minha cliente já vinha há algum tempo dizendo que não conseguia usar o telefone fixo. O telefone sem fio, um Intelbras TS40 ID, indicava o tempo todo “em uso” sem a linha estar em uso, e ninguém conseguia usar a linha. No dia 31 de dezembro, não querendo ficar sem receber as tradicionais ligações de ano novo, ela me pediu que fosse lá descobrir o que estava havendo.
Cheguei por volta das 9 da manhã e rapidamente constatei que o problema era na linha. O problema era bizarro: a banda larga funcionava aparentemente normalmente mas a linha não dava qualquer sinal de vida. Não havia tom de discar ou qualquer tipo de tom. Pior que isso: plugar o cabo na linha não mudava absolutamente nada. Normalmente mesmo sem nenhum tom de linha você ainda houve algum ruído baixo permanente ou pelo menos um estalo ao plugar e desplugar o cabo. Mas essa linha parecia completamente morta, apesar da banda larga GVT estar funcionando. Testei com dois outros aparelhos convencionais que eu levara, além do telefone sem fio da cliente.
Liguei para o suporte da VIVO pelo celular VIVO da cliente e, assim como das outras vezes que entrei em contato com a GVT, tendo esclarecido que já tinha feito vários testes e que era um técnico não fui tratado como um idiota nem fui obrigado a seguir procedimentos de teste idiotas (muito comum quando você fala com a OI). A atendente “resetou” a linha duas vezes e me pediu para testar se algo tinha mudado. Como nada mudou decidiu agendar o atendimento. Minha primeira surpresa veio quando ela disse que o atendimento ocorreria no mesmo dia (sábado, 31 de dezembro) entre as 12 e as 18h.
A segunda surpresa veio quando a cliente me ligou às 10h30 e disse que o técnico da VIVO já estivera lá e consertado a linha.
E eu aqui sem conseguir me livrar da minha dependência da OI.
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Acho, digo, ACHO que eles devem ter “bebido na fonte” de, por exemplo, “Inception” na parte dos efeitos especiais (por sinal excelentes!). No mais, gostei do filme. Que venham as continuações!
Achei bom, só isso. Sim, os efeitos são muito bons.
Quanto ao final, não creio que ele tenha ficado humilde, acho que ele agiu com inteligência para interpretar os ensinamentos. Pelo que foi mostrado no filme praticamente inteiro, o Strange é um sociopata (psicopata fraquinho), não teria como mudar a personalidade daquela forma. Talvez o próximo filme mostre isso.
Um off: pra quem gosta de filme de guerra, Land of mine e Hacksaw Ridge são muito bons.
Você tem razão, o filme não chega realmente a mostrar a transformação de Strange, exceto pela cena em que ele pede a Nic que o ajude a operar a anciã. Eu estava pensando no personagem nos quadrinhos.