 Jefferson,  24 de março de 2017, Arduino, automação Não deixe de ler o post anterior sobre este meu projeto.
Eu não sei quanto a todos os bebedouros, mas o meu tem um colar removível de plástico que tornou a adaptação espantosamente simples. Eu usei o colar como molde para recortar um pedaço de isopor de 15mm de espessura ou mais.

Ao recortar, com um estilete ou faca afiada, você deve fazer maior que a marcação, porque o isopor vai ficar encaixado no colar por pressão.

Ensaque o disco de isopor em plástico. Eu usei uma daquelas bolsas de cozinha que você compra em rolos.

Encaixe o o disco ensacado no colar.


Abaixo, a razão para você plastificar o isopor. Depois de meses de manuseio sem estar completamente plastificado (eu havia revestido apenas embaixo, onde ficava em contato com a água), é assim que vai ficar:

No entanto, se quiser que fique “bonito” você também pode usar fita adesiva larga ou mesmo adesivo Contact (que muita gente chama de “papel contato” por razões que não consigo imaginar) para plastificar o isopor.
Você precisa perfurar o isopor em diagonal para pode passar o tubo de entrada da água. Para isso uma caneta esferográfica serve. As fotos não mostram, mas se tiver usado um saco para proteger o isopor antes de perfurar você deve reforçar o plástico nos pontos de entrada e saída da caneta com fita adesiva. Isso vai evitar que o revestimento se esgarce e vai manter os furos corretamente posicionados com o furo no isopor.

Se prestar atenção você verá o reforço de fita adesiva que coloquei no fundo.

Detalhe do tubo saindo da bomba…

… e depois saindo do outro lado do isopor. Você deve manter esse tubo tão alto quanto for prático para você. Se ele ficar muito baixo e o bebedouro tiver qualquer propensão à formação de gelos nas paredes, a saída de água poderá ficar bloqueada pelo gelo.

Também por causa da formação de gelo eu decidi colocar o sensor de nível no centro do disco. No meu primeiro protótipo eu coloquei o sensor na periferia do disco mas o gelo, flutuando ou não, encostava nele e criava problemas.

O sensor usado foi um destes:

E usei um módulo de relê semelhante a este para fazer o acionamento do motor:

No meu protótipo atual eu uso um Arduino para ler o sensor e acionar o relê, mas isso não é indispensável. Outro dia eu falarei mais sobre a parte elétrica.
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 Jefferson,  21 de março de 2017, manutenção Ontem, manhã de uma segunda, um cliente empresarial me chamou reportando que quatro dos seus computadores, em três departamentos diferentes, estavam dando erro de tela azul e reiniciando o tempo todo. De cara eu achei a lista “curiosa” porque eram justamente todos os computadores que eu havia preparado com instalação completa, do zero, em uma mesma semana do mês passado. Todos eles com Windows 7 SP1 + Convenience Rollup. Meu melhor palpite era de que o próprio Windows tivesse reativado as atualizações automáticas (eu deixo desligado) e um novo driver instalado estivesse causando isso.
Mas chegando lá logo constatei que nenhuma máquina tinha a opção de atualizações automáticas ativa e nada havia sido atualizado pelo Windows recentemente. O erro era o STOP 0x0000000A (IRQL_NOT_LESS_OR_EQUAL), mas não havia indicação clara do que o provocava. Abri a Recuperação do Sistema, escolhi o penúltimo ponto de recuperação e olhei que programas seriam afetados se eu fizesse a restauração do sistema para aquele ponto. O que havia em comum entre todos esses computadores é que aparecia na lista o Avast 17.2.2288.
Experimentei desativar o Avast e o problema desapareceu.
Verifiquei se havia alguma atualização disponível para o programa e o próprio Avast reportou que era a versão mais recente disponível.
Eu fiquei com uma pulga atrás da orelha. Mais curioso que ser o antivírus provocando o problema (o que não é novidade) é o fato do problema ter ocorrido semanas depois de eu ter instalado o programa. Ou o Avast está atualizando drivers automaticamente, coisa que não fazia em versões anteriores, ou alguma outra coisa recém instalada está em conflito com o Avast. E essa coisa pode ser um malware.
Como eu precisava atender outra urgência em outra empresa deixei assim e hoje vou voltar lá para investigar melhor o problema.
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 Jefferson,  19 de março de 2017, Filmes, StarWars Novamente eu vou no sentido oposto da maioria. E é bom lembrar que eu considero que perdi meu tempo e dinheiro com The Force Awakens
A idéia geral é interessante e podia ter dado um filme realmente bom, mas o que vi tem tantos problemas de roteiro, elenco e direção que não deu mesmo.
O que gostei de ver:
- O robô K-2SO;
- O “jedi” e seu companheiro;
- O filme consegue dar uma explicação convincente para a estrela da morte ter uma vulnerabilidade ridícula que foi motivo de piada por décadas. Pena que terão que fazer outro filme inteiro só para explicar (mal) os problemas deste;
Pelos pontos acima já consegue ser melhor do que The Force Awakens.
O que me incomodou:
- Felicity Jones não me convenceu como mulher durona;
- Ignorando a atriz, o personagem dela precisava de muito mais desenvolvimento para me convencer;
- Ora, de um modo geral não há desenvolvimento de personagens no filme;
- Um exemplo de quando tentaram desenvolver um personagem e deu errado é que gostaria de que o roteirista tivesse encontrado um jeito melhor de demonstrar que o capitão Cassian era durão e comprometido com a causa do que ver ele matar um informante (aliado!) indefeso a queima roupa;
- Não há explicação para Jyn estar sendo transferida da prisão;
- Não é dada explicação para Jyn ter agredido quem estava tentando resgatá-la. A idéia é estúpida por mais de uma razão. Ela não esperou para ver o que a esperava do lado de fora do blindado, não pegou uma arma antes de correr…
- Iniciando no exemplo acima, logo no início do filme Jyn é apresentada como um animal raivoso para logo em seguida tentarem nos convencer de que ela é racional e ao longo do filme de que é praticamente uma líder militar, com discurso e tudo!
- Um robô numa missão de resgate não precisa ser tão violento com o resgatado, mesmo quando este não coopera. Como regra geral nesses casos usa-se força excessiva quando você não sabe que força é o suficiente. Um robô como K-2SO sabe. Seria convincente um homem ter feito aquilo mas no caso de uma diferença tão grande quanto entre um robô como K-2SO e uma garota desarmada? Quando K-2SO jogou Jyn no chão eu pensei “caramba, não bastava continuar segurando ela no ar pela gola da camisa?”;
- A razão dada por Saw para ter abandonado Jyn não me convenceu. O que ele fez com ela (abandoná-la dizendo “espere por mim que eu volto”, sem ter intenção de voltar) não se faz nem com um cachorro;
- Eu não estava entendendo por que aquele comandante do império que esculachava o diretor Krennic era exibido tão proeminentemente na tela e parecia tão “esquisito”. Desde a primeira cena me pareceu que o diretor do filme queria mostrar alguma coisa e fui até o final com uma pulga atrás da orelha sem saber o que era, até pesquisar e descobrir que o diretor queria exibir a capacidade da equipe de efeitos especiais de recriar um (outro) veterano de Star Wars morto. Aquela era a versão digital de Peter Cushing, o último ator a representar o Grand Moff Tarkin. Eu imagino que os fãs viram a cena e bateram palmas mas eu não sou fã e fiquei me perguntando porque um personagem secundário (talvez nem isso) estava tendo tanta atenção;
- A rapidez com que Jyn perdoou a aliança rebelde pela morte de seu pai foi
brochante decepcionante. Eu entendo que havia uma questão mais importante a ser resolvida, mas ver ela agir logo na cena seguinte como se nada tivesse acontecido…
- A coincidência da equipe de inspeção contar com uma pessoa que vestia justamente o número de Jyn foi um momento facepalm muito grande. Isso era tão evidente que quando a equipe entrou eu pensei: essa figura de preto tem o tamanho e se move como uma mulher…
- Como é que ninguém além de um jedi cego enxerga aqueles tanques de quatro patas (walkers) chegando?
- A sala do arquivo é protegida por uma porta de cofre impenetrável, mas no andar de cima tem uma porta comum que também dá acesso;
- Parte dos rebeldes, incluindo o piloto, morreu para (veja se você consegue acompanhar) estabelecer uma comunicação com a frota que dizia que a frota precisava destruir o escudo do planeta para que eles estabelecessem a comunicação com a frota;
- Quando as naves da aliança aparecem ao alcance de uma pedrada qual é a primeira coisa que o comandante do destróier imperial faz? Eu escreveria “atirem! ATIREM!”, mas o que o roteirista do script de um milhão de dólares escreveu? “Entre em contato com o almirante Gorin imediatamente!”. E em várias cenas seguintes nós vemos os dois destróieres sem fazer um disparo sequer;
- Se eu tivesse gostado do filme eu poderia ignorar e até dar risada da lendária má pontaria dos stormtroopers mas… eu não gostei;
- Se eu tivesse gostado do filme poderia muito bem ignorar os problemas de física como um nave pequena como a Hammerhead Corvette ter empuxo suficiente para fazer um destróier imperial destruir outro numa distância tão pequena. Acho que por um estar “embaixo” do outro (não existe isso no espaço) a audiência deve imaginar que um destróier”caiu” no outro, E depois os dois “caem” convenientemente no campo de força. Mas eu não gostei do filme então não dá para deixar isso passar;
- O destróier de Darth Vader está parado do lado da nave-mãe da aliança rebelde, mas mesmo assim a princesa foge debaixo do nariz (literalmente?) de Vader. E devagarinho. O roteirista sequer tentou enrolar a audiência com um salto no hiperespaço;
- Eu não estou certo de que a presença da princesa naquela batalha seja justificável. Quanto mais eu penso nisso mais acho ridículo;
- O filme parece uma paródia tamanho o excesso de complicações e armadilhas absurdas e desnecessárias no roteiro, como:
- A necessidade de remover a fita do arquivo manualmente quando sua posição podia ser determinada automaticamente. E num mundo onde robôs andam e falam como humanos;
- A armadilha no topo da sala do arquivo. Quando eu vi essa eu juro que me perguntei se o roteirista não estava fazendo uma paródia da paródia de Star Trek Galaxy Quest;
- A necessidade de alinhar a antena manualmente.
E olha que eu não estou sendo minucioso. Isso foi o que me incomodou enquanto eu assistia ao filme. Se eu der uma segunda passada realmente querendo ser chato devo poder captar muitos outros problemas.
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 Jefferson,  11 de março de 2017, Esta semana eu vendi um objeto no Mercado Livre e combinei a entrega em um lugar próximo, dando meu número pessoal ao comprador para que ele ligasse ao chegar. Como ele não informou nenhum número e uso Android, eu peguei o número de celular informado pelo Mercado Livre, criei um novo contato na minha conta Google e adicionei o número. Antes que eu pudesse dar o OK para salvar o contato, a Google exibiu nome da empresa onde ele trabalha, endereço e até se prontificou para mostrar no mapa.
Eu imagino que isso ocorreu porque apesar de ser um celular o número está cadastrado no Google Maps como o número de um estabelecimento comercial, mas ainda assim… Imagine que esse comprador não quisesse que eu soubesse nada disso?
Aí eu contei isso para o amigo José Carneiro que respondeu algo do tipo “Você não viu nada. Imagine conversar algo perto do celular e depois ao abrir o navegador no telefone encontrar um anúncio daquilo que você estava conversando”.
Acho que ele queria me aterrorizar… 
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 Jefferson,  10 de março de 2017, Filmes Sim, é inacreditável que J.K. Rowling, que admiro por ter escrito o intrincado mundo de Harry Potter e sua espantosamente bem amarrada saga de três mil páginas (quatro mil na edição britânica), possa ter escrito algo tão “sem pé nem cabeça” quanto o roteiro de Animais Fantásticos e Onde Habitam.
Por onde começar?
Logo nos primeiros minutos eu fiquei incomodado com o filme por parecer excessivamente tolo mas dei uma pausa, fui tomar um café, respirei fundo e continuei. Parou de parecer excessivamente tolo alguns minutos depois para parecer apenas tolo.
Temos uma presidente da nação mágica dos Estados Unidos que se comporta como Trump de forma a ser indigna do cargo. Depois de, com testemunhas, se recusar a ouvir o alerta de uma ex-auror (ainda se fosse ex-contadora, ex-escriturária, ex-faxineira, mas uma ex-auror!), quando a me**da atinge o ventilador, ela sentencia essa mesma ex-auror à prisão por não ter dado o alerta? Diante de todo o congresso bruxo? Uma mulher está na presidência mas o mundo bruxo ainda está na idade média? Naquele momento ela pareceu mais a Rainha de Copas de Alice no País das Maravilhas com sua famosa frase “cortem suas cabeças!” do que a líder de uma nação democrática.
Uma ex-auror e o irmão de um herói de guerra são sentenciados à morte minutos depois por um tribunal de um só homem?
Newt Scamander, que não é apresentado nem nos livros nem no filme como um bruxo especialmente capaz ou brilhante, resiste sem grande dificuldade a um dos bruxos mais poderosos da história (o mais poderoso da época) [1], que não tem dificuldade alguma para duelar com dezenas de aurores no final? E quanto a Tina? Ainda que Graves quisesse continuar fingindo ser “do bem” ele tinha uma desculpa perfeita para matá-la: ele já a havia oficialmente condenado à morte e ela era uma fugitiva da sentença. Mas misteriosamente Tina sobreviveu ao duelo. E Graves pareceu não poder vencê-la.
E eu prefiro nem perder tempo com os detalhes menores. O filme todo parece uma grande desculpa para o departamento de efeitos especiais de um estúdio qualquer se exibir. E ainda assim os efeitos não são grande coisa.
E para completar, não consegui simpatizar com o personagem principal e sua mistura de tímido, anti-social e retardado. Talvez o resultado de uma boa atuação de Eddie Redmayne, porque seu personagem afirma mesmo ser “difícil de aturar”:
Kowalski:
Bem, estou certo de que as pessoas gostam de você também, hã?
Scamander:
Não realmente, não. Eu irrito as pessoas.
E a atriz que fez Tina também não me convenceu. Só se salva mesmo a Queenie (Alison Sudol). Realmente dá para entender por que os homens ficam sem fôlego perto dela.
Mas eu certamente estou em minoria, pois o filme é sucesso de público e crítica e já anunciaram que no mínimo vai virar trilogia, mas pode chegar a cinco filmes! Arghhhh!
[1] Correção: o mais poderoso é provavelmente Dumbledore, que está vivo nessa época. Ele e Grindenwald foram amigos.
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 Jefferson,  05 de março de 2017, Filmes Em 20 de fevereiro o IMDB, que pertence à AMAZON faz tempo logo falta de dinheiro não deve ser o motivo, encerrou a atividade do fórum e aparentemente deletou mais de uma década de discussões sobre filmes. Para mim é o começo do fim do site, porque hoje eu preferia consultar a Wikipedia e só visitava a página do filme no IMDB pelas discussões, que são proibidas na enciclopédia. Então eu não tenho mais qualquer razão para visitar o IMDB.
Uma decisão vergonhosa. Deveria haver uma “lei” (não necessariamente de um governo) que impedisse administradores de fóruns de simplesmente deletar anos de discussão. Quer fechar o fórum por qualquer razão? pelo menos faça o upload do banco de dados com as mensagens para um servidor público. Assim pelo menos não se perde uma década de informação e qualquer empreendedor pode começar de onde você parou.
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 Jefferson,  04 de março de 2017, Filmes, OpiniãoImpopular Assim que eu ouvi o primeiro minuto do filme eu sabia que havia algo ali importante para compreendê-lo, mas o diretor conseguiu me entreter e manipular minha a atenção o bastante para que eu esquecesse completamente de tentar encaixar as peças e me surpreender no fim. Eu gostei disso. Mas não sobra muito mais do filme que isso.
O principal problema que vejo é que mesmo colocando o chapéu da suspensão de descrença para poder apreciar um filme que trata de “tempo”, o enredo ainda é difícil de engolir. Então uma avançada raça alienígena com percepção aparentemente ilimitada do passado e futuro (eles sabem o que vai ocorrer daqui a 3000 anos) e que aparentemente é capaz de se mover pelo tempo/espaço (a forma como as naves vão embora) não sabe como se comunicar com os terrestres? Não é porque usar o conhecimento do futuro seja proibido no presente, porque é exatamente isso que Louise faz. Isso era parte da estratégia para fazer a humanidade colaborar? Talvez, mas certamente existiam meios mais eficientes e sobretudo mais inteligentes de se fazer isso já se comunicando diretamente em inglês, chinês, português, árabe ou o que quer que seja. Afinal, a “colaboração” quase deu muito errado justamente por um problema de comunicação. E nada se ganhou com isso.
E por mais que você tenha um conhecimento privilegiado [1] a idéia de um estranho, por telefone, convencer um comandante militar a mudar de idéia sobre um assunto de segurança nacional em trinta segundos é risível. Se a conversa tivesse sido pelo menos por videoconferência e já tivesse sido estabelecido que o general ao menos conhecesse o background da doutora, removendo o problema do “total estranho que pode ser um inimigo tentando obter uma vantagem” essa parte seria mais verossímil.
[1] 13/03/2017 – Relendo o post percebo que isso ficou ambíguo e alguém pode interpretar que estou me referindo a mim (HA!). Estou me referindo ao conhecimento privilegiado (ver o próprio futuro) da doutora Banks, que para mim não é o suficiente para alcançar tal feito.
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 Jefferson,  03 de março de 2017, manutenção Eu fui chamado por causa de um problema incomum. O financeiro da empresa não conseguia fazer a chamada operação “retorno” do programa Cobrança Caixa (cobcaixa). Essa operação depende de um programa de terceiros chamado skyline e ao executar o programa a conexão com o servidor da skyline era estabelecida mas imediatamente em seguida dava algo como “conexão cancelada” (não lembro o termo exato). De abrir o programa até dar o erro e fechar automaticamente não se passavam nem 5 segundos.
Esse programa roda em uma máquina virtualbox Windows XP SP3, em um host Windows 8.1 x64, com interface de rede em modo bridge.
De cara eu achei que o problema fosse com a skyline, porque se eu tento acessar o domínio que aparece no arquivo INI do programa, skyline.com.br, não abre no browser.
Mas para não chamar o suporte da Caixa sem ter certeza (da última vez eles consertaram o problema deles e me criaram um maior) eu testei uma cópia do programa que estava instalada no servidor da empresa. E aí funcionou normalmente!
Mas no servidor, skyline.com.br também não abre no browser. Daí notei que eles provavelmente não tem servidor www lá e usar esse teste não adiantava.
Enquanto eu quebrava a cabeça com esse problema, outro funcionário me alertou que não conseguia imprimir na impressora compartilhada de VENDAS. Fui investigar e não notei razão para isso, mas percebi que estranhamente a máquina VENDAS não tinha feito o mapeamento para o diretório HOME do usuário logado. Em seguida eu notei que nas duas máquinas tentar acessar compartilhamentos que já deveriam estar acessíveis pedia credenciais (elas deveriam estar armazenadas) e na caixa de diálogo havia um aviso de que não tinha sido possível contactar o controlador de domínio e que eu tentasse mais tarde.
Curiosamente, a máquina do financeiro, que é o host da máquina virtual usada com o skyline, tinha o mesmo problema, que não haviam me reclamado ainda. Mas a máquina virtual tinha feito o mapeamento normalmente. Depois eu notei que o mapeamento da máquina virtual funcionara porque esta não faz login no domínio (este é um detalhe importante, como você verá a seguir).
E o servidor, que também era controlador do domínio, estava funcionando. E só uma parte dos funcionários estava experimentando problemas.
Como eu tenho como regra considerar que “coincidências não existem” e sem saber onde procurar o problema, aproveitei a hora do almoço para reiniciar o servidor. Eu esperava que isso resolvesse tudo exceto o primeiro problema. Para o meu espanto, isso resolveu todos os problemas. Eu ainda não faço idéia de como um controlador de domínio que não respondia podia afetar a conexão do programa skyline com seu próprio servidor na internet, em uma máquina que sequer faz login no domínio.
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 Jefferson,  02 de março de 2017, Filmes O maior problema desse filme é conseguir entendê-lo, E não é porque a trama seja especialmente complexa mas porque a menos que você entenda japonês vai ter dificuldade porque é difícil encontrar uma legendagem que faça perfeito sentido. Eu só fui capaz de apreciar realmente a estória quando eu finalmente alcancei proficiência suficiente em inglês para entender a versão dublada sem precisar de legendas. Até mesmo entre a dublagem em inglês e a legendagem em inglês existem grandes discrepâncias. Logo nos primeiros minutos Bartou comenta com Motoko que ultimamente tem notado muito ruído no cérebro dela. Na dublagem Motoko responde “deve ser um fio solto” e na legendagem “é aquela época do mês”, uma referência jocosa à menstruação, que o corpo ciborgue da Major não tem.
Contornando esse problema GitS é uma peça impressionante de animação, principalmente tendo em mente que tem mais de 20 anos. Nos dias atuais os “efeitos especiais” são claramente antiqüados mas o fato da Major aparecer quase o tempo todo nua no filme (é um corpo ciborgue, mas é uma lataria danada de sexy!) parece bem ousado tanto para 1995 quanto para 2017.
O que não ficou claro mesmo depois de assistir mais de uma vez :
- De onde veio a voz que Bartou e Motoko ouvem no barco;
- Qual o sentido da seqüência que vai dos 33 aos 36m45s do filme;
- O que fez Togusa desconfiar dos visitantes;
- Por que Motoko estava tão obcecada com o Puppet Master que, num ato completamente irracional, provocou danos extensos e incapacitantes ao próprio corpo?
Somente minha segunda questão foi respondida, ainda assim parcialmente, fazendo pesquisa. Dois corpos iguais ao de Motoko aparecem na sequência, reforçando a crise de identidade da Major. E a explicação para isso, tirada dos quadrinhos, é que o corpo da Major, embora militar, foi deliberadamente copiado de um modelo comercial, “popular”, para que não chamasse atenção.
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 Jefferson,  01 de março de 2017, Filmes
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Caceta! Usar uma arduino pra acionar UM RELE foi matar pulga com bomba nuclear! Bastava um simples transistor NPN, um resistor, um diodo e o relé, monta naquelas plaquinha universais furadinhas e pronto.
Eu usei o arduino para implementar histerese. Mas depois eu notei que não era realmente necessário porque a superfície da água é relativamente estável e o sensor de nível não dá rebotes significativos. O motor só fica dando repique quando alguém esbarra no bebedouro. Depois o arduino seria utilizado para medir a temperatura da água e detectar que a água do garrafão acabou com um sensor de fluxo. Mas ainda não implementei nada disso.
Alias, olhando com mais atenção, apenas esse módulo com relé que você esta segurando basta!
Tudo vai depender de como é a sua bóia de nível. Se ela abre quando está cheio, basta ligar ela fechando o +Vcc ao pino IN da placa.
Se a bóia fecha quando cheio, coloca um resistor de 4K7 do +Vcc ao pino IN, o sensor do pino IN ao GND.
Pronto, guarda o arduino pra outra coisa que precisa de processamento.
Eu tenho uma centena (sem exagero) de arduinos à minha disposição. Para mim é mais fácil e rápido dar o pontapé inicial em uma idéia qualquer com um arduino (ou um ESP8266, que também tenho às dezenas) do que montar circuitinho.
Jefferson, bom dia! Sou professor de robótica do SESI-SP, mais especificamente da escola SESI de Mirandópolis. Todos os anos participamos de um torneio de Robótica onde temos que criar experimentos e invenções. Em 2012, criamos um projeto parecido com este seu e agora, em 2017, queremos melhorar nossa ideia. Pesquisando na internet, encontrei sua genial solução. Gostaria de trocar informações com você e se pode nos ajudar a implementar ainda mais nosso projeto. GOstamos muito da parte da Automação. Por favor, se puder, entre em contato pelo e-mail. Gostaríamos (eu e meus alunos) muito de fazer uma videoconferência com você. Grande abraço e parabéns pela ideia!
Agradeço as palavras, mas infelizmente meu tempo livre não me permite participar de nenhuma discussão “privada”. Eu só arrumo tempo para escrever aqui porque pode ajudar um número ilimitado de pessoas, por tempo indefinido.
A bomba utilizada nesse projeto tem uma vida útil relativamente curta. Em três anos, três bombas estragaram. O problema é sempre o mesmo: o diafragma interno de silicone se rasga. O primeiro sintoma é a bomba começar a vazar e o segundo é um gosto diferente na água, possivelmente do ferrugem nos parafusos. Esse segundo sintoma eu só percebi agora na retirada da terceira bomba.
Como cada bomba custa R$35 (sem o frete) no Brasil eu não considero isso um problema desde que eu tenha estoque delas e não seja apanhado de surpresa, como aconteceu agora.
Notar que só o que se perde é a seção “bomba”. Você ainda pode aproveitar o motor de 12V em outro projeto.
Jefferson, olha esse item que encontrei hoje:
https://br.gearbest.com/lids-bottle-caps/pp_009615699293.html?wid=1433363&lkid=15109721
por menos de 60,00 resolve o problema, não é?
Eu já conhecia isso. O problema é que só serve para água “natural”. Ele é instalado no garrafão e o que quero é tirar água do garrafão para o bebedouro de água gelada.
O tubo que vai da bomba até o garrafão tem que ficar tão justo quanto possível. Se houver entrada de ar vários problemas podem ocorrer:
1)A operação vai ficar mais barulhenta
2)A operação vai ficar mais demorada
3)Sempre que a bomba for desligada a mangueira vai esvaziar, o que aumenta ainda mais o tempo de operação (os primeiros segundos são para encher a mangueira) e o barulho (fica notavelmente barulhento quando a bomba está operando sem água);
4)A mangueira vazia tende a flutuar, o que acarreta vários incidentes de manutenção, com o garrafão ainda cheio de água mas a bomba sem conseguir puxar porque a outra extremidade da mangueira está acima do nível da água.
Você sabe que a mangueira está corretamente fixada quando
1)A mangueira permanece cheia e assim a operação é sempre silenciosa
2)Se tudo estiver correto a velocidade de entrada de água é mais alta que a de saída na torneira e antes de você terminar de encher um copo de 200ml a bomba já ligou e desligou uma ou duas vezes
Explicando de outra forma, se você encher um copo de 200ml, retirar o copo e a bomba ainda não tiver desligado, você tem um problema de vazão que ou é provocado por uma mangueira muito fina ou por entrada de ar. O segundo problema é facilmente notado pelo barulho que faz e a coluna de água que não se sustenta na mangueira.
Aleluia!!!
Li os dois artigos sobre como ter água mineral gelada, sem ter que colocar o garrafão sobre o bebedouro. Hoje, em fevereiro de 2022, já existem em sites da internet bombinhas eletrônicas dotadas de bateria que são carregadas por USB. Mas meu problema continua. Um sistema elevatório para o garrafão de 20 litros resolveria a questão. Similar ao elevador de veículos, que tem em oficinas de mecânica, na proporção para elevar o garrafão. Não seria muito barato, mas dispensaria outras soluções, inclusive a ligadas à higiene dos garrafões… Atenderia o necessário: evitar que um usuário idoso faça o esforço de levantar o garrafão até a altura do balcão da pia, para higienizar o garrafão e, ato contínuo, colocá-lo sobre o bebedouro. Iria resolver o problema de milhares usuário em todo o Brasil, evitando a possibilidade de acidentes e incidentes com lesões físicas desses usuários.