 Jefferson,  23 de setembro de 2018, Filmes, StarWars Não gostei o bastante para que eu queira assistir novamente mas pelo menos é a estória no universo Star Wars com menos problemas de roteiro (que eu tenha notado) desde The Force Awakens. Além disso eu gostei dos personagens, dos atores e achei o casal Solo e Qi’ra convincente. Os problemas:
- As circunstâncias do encontro entre Solo e Chewbacca são forçadas;
- Não ficou claro por que Enfys se concentrava em rastrear Beckett;
- O tiroteio após o roubo da mina durou tempo demais e eles estavam em uma posição muito desvantajosa para a fuga deles ser verossímil;
- Mesmo após a Millenium Falcon ter sofrido tantos impactos e perdido tantos pedaços na fuga, o rastreador de Enfys continuou funcionando?
- Do momento em que Enfys revela sua face até o final do filme a qualidade do roteiro despenca.
Eu assistiria a uma continuação com boas expectativas.
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
 Jefferson,  11 de março de 2018, Filmes, StarWars Por um lado o filme já começou mal e por mais de uma hora e meia se baseou em uma premissa estúpida.
- Começou mal: a frota da Primeira Ordem chega, se depara com a frota rebelde com capacidade de viagem à velocidade da luz em plena evacuação e onde o comandante ordena o primeiro disparo da arma que demora a recarregar? Na base vazia que não tem como fugir para lugar algum!
- A premissa estúpida: que a Primeira Ordem precisava realmente ficar naquela brincadeira de pega-pega durante uma hora e meia. Que eles não podiam saltar à frente dos rebeldes e cercá-los, nem chamar reforços que pudessem fazer isso;
- E no meio disso, a idéia de que uma nave podia fugir da perseguição até um planeta distante e voltar sem ser incomodada.
Mas os problemas de lógica não param por aí e se somam aos problemas de edição e direção.
Por outro lado, achei menos ruim que The Force Awakens e melhor dirigido e com muito menos absurdos que Rogue One. Certamente é um avanço.
Mas não tenho a menor intenção de assistir outra vez.
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
 Jefferson,  19 de março de 2017, Filmes, StarWars Novamente eu vou no sentido oposto da maioria. E é bom lembrar que eu considero que perdi meu tempo e dinheiro com The Force Awakens
A idéia geral é interessante e podia ter dado um filme realmente bom, mas o que vi tem tantos problemas de roteiro, elenco e direção que não deu mesmo.
O que gostei de ver:
- O robô K-2SO;
- O “jedi” e seu companheiro;
- O filme consegue dar uma explicação convincente para a estrela da morte ter uma vulnerabilidade ridícula que foi motivo de piada por décadas. Pena que terão que fazer outro filme inteiro só para explicar (mal) os problemas deste;
Pelos pontos acima já consegue ser melhor do que The Force Awakens.
O que me incomodou:
- Felicity Jones não me convenceu como mulher durona;
- Ignorando a atriz, o personagem dela precisava de muito mais desenvolvimento para me convencer;
- Ora, de um modo geral não há desenvolvimento de personagens no filme;
- Um exemplo de quando tentaram desenvolver um personagem e deu errado é que gostaria de que o roteirista tivesse encontrado um jeito melhor de demonstrar que o capitão Cassian era durão e comprometido com a causa do que ver ele matar um informante (aliado!) indefeso a queima roupa;
- Não há explicação para Jyn estar sendo transferida da prisão;
- Não é dada explicação para Jyn ter agredido quem estava tentando resgatá-la. A idéia é estúpida por mais de uma razão. Ela não esperou para ver o que a esperava do lado de fora do blindado, não pegou uma arma antes de correr…
- Iniciando no exemplo acima, logo no início do filme Jyn é apresentada como um animal raivoso para logo em seguida tentarem nos convencer de que ela é racional e ao longo do filme de que é praticamente uma líder militar, com discurso e tudo!
- Um robô numa missão de resgate não precisa ser tão violento com o resgatado, mesmo quando este não coopera. Como regra geral nesses casos usa-se força excessiva quando você não sabe que força é o suficiente. Um robô como K-2SO sabe. Seria convincente um homem ter feito aquilo mas no caso de uma diferença tão grande quanto entre um robô como K-2SO e uma garota desarmada? Quando K-2SO jogou Jyn no chão eu pensei “caramba, não bastava continuar segurando ela no ar pela gola da camisa?”;
- A razão dada por Saw para ter abandonado Jyn não me convenceu. O que ele fez com ela (abandoná-la dizendo “espere por mim que eu volto”, sem ter intenção de voltar) não se faz nem com um cachorro;
- Eu não estava entendendo por que aquele comandante do império que esculachava o diretor Krennic era exibido tão proeminentemente na tela e parecia tão “esquisito”. Desde a primeira cena me pareceu que o diretor do filme queria mostrar alguma coisa e fui até o final com uma pulga atrás da orelha sem saber o que era, até pesquisar e descobrir que o diretor queria exibir a capacidade da equipe de efeitos especiais de recriar um (outro) veterano de Star Wars morto. Aquela era a versão digital de Peter Cushing, o último ator a representar o Grand Moff Tarkin. Eu imagino que os fãs viram a cena e bateram palmas mas eu não sou fã e fiquei me perguntando porque um personagem secundário (talvez nem isso) estava tendo tanta atenção;
- A rapidez com que Jyn perdoou a aliança rebelde pela morte de seu pai foi
brochante decepcionante. Eu entendo que havia uma questão mais importante a ser resolvida, mas ver ela agir logo na cena seguinte como se nada tivesse acontecido…
- A coincidência da equipe de inspeção contar com uma pessoa que vestia justamente o número de Jyn foi um momento facepalm muito grande. Isso era tão evidente que quando a equipe entrou eu pensei: essa figura de preto tem o tamanho e se move como uma mulher…
- Como é que ninguém além de um jedi cego enxerga aqueles tanques de quatro patas (walkers) chegando?
- A sala do arquivo é protegida por uma porta de cofre impenetrável, mas no andar de cima tem uma porta comum que também dá acesso;
- Parte dos rebeldes, incluindo o piloto, morreu para (veja se você consegue acompanhar) estabelecer uma comunicação com a frota que dizia que a frota precisava destruir o escudo do planeta para que eles estabelecessem a comunicação com a frota;
- Quando as naves da aliança aparecem ao alcance de uma pedrada qual é a primeira coisa que o comandante do destróier imperial faz? Eu escreveria “atirem! ATIREM!”, mas o que o roteirista do script de um milhão de dólares escreveu? “Entre em contato com o almirante Gorin imediatamente!”. E em várias cenas seguintes nós vemos os dois destróieres sem fazer um disparo sequer;
- Se eu tivesse gostado do filme eu poderia ignorar e até dar risada da lendária má pontaria dos stormtroopers mas… eu não gostei;
- Se eu tivesse gostado do filme poderia muito bem ignorar os problemas de física como um nave pequena como a Hammerhead Corvette ter empuxo suficiente para fazer um destróier imperial destruir outro numa distância tão pequena. Acho que por um estar “embaixo” do outro (não existe isso no espaço) a audiência deve imaginar que um destróier”caiu” no outro, E depois os dois “caem” convenientemente no campo de força. Mas eu não gostei do filme então não dá para deixar isso passar;
- O destróier de Darth Vader está parado do lado da nave-mãe da aliança rebelde, mas mesmo assim a princesa foge debaixo do nariz (literalmente?) de Vader. E devagarinho. O roteirista sequer tentou enrolar a audiência com um salto no hiperespaço;
- Eu não estou certo de que a presença da princesa naquela batalha seja justificável. Quanto mais eu penso nisso mais acho ridículo;
- O filme parece uma paródia tamanho o excesso de complicações e armadilhas absurdas e desnecessárias no roteiro, como:
- A necessidade de remover a fita do arquivo manualmente quando sua posição podia ser determinada automaticamente. E num mundo onde robôs andam e falam como humanos;
- A armadilha no topo da sala do arquivo. Quando eu vi essa eu juro que me perguntei se o roteirista não estava fazendo uma paródia da paródia de Star Trek Galaxy Quest;
- A necessidade de alinhar a antena manualmente.
E olha que eu não estou sendo minucioso. Isso foi o que me incomodou enquanto eu assistia ao filme. Se eu der uma segunda passada realmente querendo ser chato devo poder captar muitos outros problemas.
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
 Jefferson,  28 de dezembro de 2015, Filmes, OpiniãoImpopular, StarWars Sim, eu sei que o filme faturou 1 bilhão de dólares em 12 dias, mas minha opinião não se baseia na da maioria. O filme tem alguns bons momentos mas no geral é raso, repetitivo e tem clichês demais. E olha que eu geralmente não me importo com clichês!
Se fosse um reboot eu até aceitaria a grande repetição de idéias no roteiro, mas numa continuação? É tão difícil assim ter idéias novas nesse universo? Para mim o filme começa ruim e termina ruim.
Ahhh… e com exceção de chewbacca e c3po, todo o elenco original (Solo, Skywalker, Lea…) parecia estar sendo forçado a estar ali. Que atuação tediosa!
E aquela amizade em tempo recorde entre Finn e Poe? Só eu achei exagerada?
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
|
|
A bem da verdade SE formos analisar os primeiros filmes da franquia também tinham muitos “furos”, mas naquela época tudo era “novidade”… até a trilogia lançada depois achei melhor que esses agora… para mim Star Wars ficou somente mais uma franquia “diluída” em meio a tantas, com farto material de efeitos especiais, somente isso…
Sim, em 1977 nós tínhamos percepções diferentes não apenas por sermos muito mais jovens, mas porque muita coisa era novidade. Eu posso ignorar os problemas do primeiro Star Wars, que custou a bagatela de 11 milhões de dólares (40 milhões ajustados para 2012) e era algo novo. Mas The Last Jedi custou 200 milhões de dólares e, mais importante, são quatro décadas a mais de bagagem cinematográfica.
Eu não sou um contador de estórias. Ao contrário de Rogue One, que tem tanta estupidez gratuita que eu poderia escrever uma estória menos estúpida sem mudar nada, eu não estou certo do que seria necessário fazer com The Last Jedi para remover a estupidez e manter a estória, mas quando você tem um orçamento de 200 milhões de dólares isso não deveria ser um problema.