Seu telefone Android pode ser pwned só por estar ao alcance de um Wi-Fi hostil.

É o fim da picada. Um pesquisador do Project Zero da Google descobriu uma falha no firmware de um chip Broadcom Wi-Fi que permite a um atacante até mesmo ganhar acesso root ao seu telefone ou tablet bastando que o Wi-Fi esteja ligado. Nem é preciso você tentar se conectar ao ponto de acesso malicioso. E como os serviços de localização do Android podem ligar seu Wi-Fi mesmo quando você desligou, até com o Wi-Fi “desligado” você está vulnerável.

O problema também afeta produtos da Apple mas como a empresa tem total controle sobre tudo o que roda o iOS, já saiu uma correção para o problema. Somente usuários de Android ficam vulneráveis porque nesse ecossistema dependemos da boa vontade dos fabricantes.

6 comentários
  • Jefferson - 6.606 Comentários

    E aparentemente não há um jeito fácil de saber qual o chip Wi-Fi do seu aparelho.

  • Luciano - 493 Comentários

    Hmmmm… o MAC Address não pode dar uma pista?

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Rapaz… acho difícil. É muito comum o telefone ter um MAC registrado no nome do fabricante do aparelho e não do chipset. Quando eu faço uma varredura eu não me lembro de ver “Broadcom” ou “Qualcom” listados. O que, aliás, me parece lógico: a camada onde é definido o MAC em interfaces de rede modernas é toda em firmware.

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Depois do Stuxnet o meu nível de paranoia piorou bastante, e agora isto foi o golpe de misericórdia com esta falha. A única forma de ficar seguro é não tendo celular, computador ou qualquer equipamento que tenha processador (ou microcontrolador). Tiraram o gênio da garrafa!

  • VR5 - 397 Comentários

    E como estão os Windows Mobile?

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E o blu-ray virgem já custa menos de R$2

A última vez que olhei isso faz tempo, por isso fiquei espantado ao fazer uma pesquisa para comprar DVD-R e esbarrar na Lognet vendendo dez unidades de BD-R 25GB por R$30.

25GB por R$3? Isso dá 12 centavos por GB. Já está mais barato que gravar em DVD-R!

Aí fiquei mais espantado ainda ao ver este anúncio no ML onde a mídia de 25GB sai, descontando o frete, por R$1,20. Dá menos de 5 centavos por GB. Aí sai mais barato que gravar em HDD!

Alguém tem experiência com isso? Qual a confiabilidade da mídia BD-R?

19 comentários
  • jonni - 2 Comentários

    ja tenho mídia em bd-r a uns 3 anos, backups mensais (raramente passam de 20gb), e as primeiras mídias ainda estao em perfeito estado, acho que é uma boa alternativa para bkps

  • Paulo - 46 Comentários

    Eu continuo a favor de HDD.
    O trabalho que já tive com DVD não foi brincadeira: ter espaço físico pra cada um, verificar de tempos em tempos o aspecto físico, limpar da poeira–mesmo armazenando naqueles cases de 30-50 DVDs, tem que limpar. O pó invade tudo. Mesmo fechando o case com zíper, não adianta.

    Um HDD não apenas cabe 500GB, 1TB ou mais num único espaço físico como não requer muita limpeza. Claro que um HDD portátil, por exemplo, pode acumular poeira, mas o espaço físico é muito pequeno. É do tamanho de uma carteira. No máximo vc passa uma flanelinha por 2 segundos e pronto.

  • Saulo Benigno - 279 Comentários

    Bem, faz tempo que passeia confiar somente na nuvem para backups.

    Depois que perdi vários HDs…. agora só nuvem, não tive problema ainda :)

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu tenho dois milhões de arquivos somente no meu HDD principal de 1.5TB e minha conexão com a internet é de 800kbps. Ainda que eu confiasse na tal “nuvem”, seria inviável.

  • Saulo Benigno - 279 Comentários

    É sua internet com 800kbps realmente é um problema. Impressionante viu. Ainda hoje assim :(

    Hoje tenho uma conta no dropbox de 1tb, pago os 30 reais feliz!

    Mas no começo eu só colocava arquivos importantes, tipo configurações, documentos, esse tipo de coisa, que se um dia precisasse estaria acessando de qualquer lugar.

    Tipo um CD/DVD de Windows que eu fiz e preciso sempre dele, ou uma copia daquele DVD de programas super essenciais, deixaria lá, porque já perdi HDs de 1TB, 500GB e fiquei frustado. Hoje sou feliz em ter pelo menos na nuvem de backup caso perca ou precise de algo.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Muita coisa que eu tenho me faria falta. Somente de fotos que eu tirei e versões que faço delas para os blogs eu tenho hoje 36GB em 35mil arquivos. “Drivers” tem 50GB e 42 mil arquivos. “Arduino” tem 10GB e 108 mil arquivos. “Delphi” também tem 10GB e 195 mil arquivos.

      Tirando meu diretório de fotos, a maior parte (em volume) do que tenho foi baixado da internet ou copiada de CDs. Eu não poderia ocupar terabytes com produção própria de sketches arduino, código-fonte delphi, textos para o blog, patches para firmware Mediatek, etc. Mas muita coisa que tenho não pode mais ser obtida facilmente (se é que existe ainda) e a própria organização desse conteúdo levou milhares de horas.

      Ter uma cópia disto no computador de um estranho (a tal “nuvem”) não é opção para mim por múltiplas razões.

      • Saulo Benigno - 279 Comentários

        36GB em fotos? Sério, pode ir com fé no Google Photos e ser feliz :)

        Gratuito sem “perder” qualidade. FREE!!! Pode acessar de qualquer lugar em photos.google.com e com classificação inteligente.

        Dá uma olhada como funciona, se não conhece, ex: você pesquisa por “cachorro” ele mostra todas as fotos com cachorro, ou localidade, ou “parafuso” mostra todas fotos com parafuso… isso tudo automaticamente, ele mesmo faz essa “classificação”.

        Baixa o programa do Windows e deixa ele fazendo upload, vai ter acesso de qualquer celular, vai ter lá tranquilo sem se preocupar em perder.

        Para fotos, hoje em dia é isso, FREE! Não vai gastar 1 real e não vai perder qualidade.

        • Jefferson - 6.606 Comentários

          É “free” com o propósito de que eu publique apenas fotos e apenas minhas fotos. É claro que eu não posso criptografar por múltiplas razões.

          E você leu os Termos de Serviço da Google recentemente?

          Quando você faz upload, submete, armazena, envia ou recebe conteúdo a nossos Serviços ou por meio deles, você concede ao Google (e àqueles com quem trabalhamos) uma licença mundial para usar, hospedar, armazenar, reproduzir, modificar, criar obras derivadas (como aquelas resultantes de traduções, adaptações ou outras alterações que fazemos para que seu conteúdo funcione melhor com nossos Serviços), comunicar, publicar, executar e exibir publicamente e distribuir tal conteúdo. Os direitos que você concede nesta licença são para os fins restritos de operação, promoção e melhoria de nossos Serviços e de desenvolver novos Serviços. Essa licença perdura mesmo que você deixe de usar nossos Serviços (por exemplo, uma listagem de empresa que você adicionou ao Google Maps).

          Eu, positivamente, definitivamente, não desejo dar essa “licença” a estranhos (Google e “aqueles com que eles trabalham”).

          E o fato desse upload levar dez dias não me passou despercebido ;)

      • Saulo Benigno - 279 Comentários

        E sobre os outros arquivos, pelo que você informou foi menos de 150GB, dá ainda para usar na versão gratuita. Com direito a histórico e tudo mais.

        Não acredito que segurança seja problema no Dropbox. Já está aí no mercado tem 9 anos e é compatível com praticamente qualquer sistema. Fácil acessar de qualquer lugar.

        A idéia não é você ficar utilizando sempre Dropbox e sim ter em Backup. Vai que você perde tudo em enchente, sei lá, explosão, incêndio… Vais ter tudo lá guardado para algum dia precisar. Eu penso mesmo como segurança

        • Jefferson - 6.606 Comentários

          Não acredito que segurança seja problema no Dropbox. Já está aí no mercado tem 9 anos e é compatível com praticamente qualquer sistema. Fácil acessar de qualquer lugar

          E vai continuar acreditando até a dropbox ser hackeada, de novo e você descobrir que além de você o mundo inteiro sabia as suas credencias de acesso.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Esqueci de comentar

      Tipo um CD/DVD de Windows que eu fiz e preciso sempre dele,

      Eu tenho dezesseis versões do mesmo CD do Windows XP SP3, com diferentes níveis de atualizações, drivers e automação da instalação. Isso consumiu muitas dezenas de horas em pesquisa, obtenção de arquivos, slipstream e teste.

      • Saulo Benigno - 279 Comentários

        16 x 700mb , 11gb , deixar tudo lá, as ISO desses CDs.

        São DVDs? 16 x 4gb = 64gb

        Tudo vai para o Dropbox :)

        Nada vai ser perdido, sei o quanto você gastou de tempo para fazer cada um, dá trabalho, imagina ter que fazer tudo novamente devido ao “acaso”?

        • Jefferson - 6.606 Comentários

          São CDs. Mas o cálculo não é tão simples. Para cada CD eu tenho um diretório com os drivers e updates que foram aplicados, a estrutura base (se eu criei o CD #12 como uma variante do CD #10, o conteúdo do CD #10 está lá) com os updates aplicados e o ISO resultante. Hoje o diretório tem 25GB

          Eu conferi agora os planos da OI e ainda que eu tivesse um plano de 10Mbps a minha velocidade de upload seria limitada a 400kbps. Isso dá cerca de 40KB/s de upload.

          25GB=25000000KB
          Isso dá cerca de 173 horas (7 dias) de upload ininterrupto, durante as quais o acesso à internet fica insuportavelmente lento.

          É viável? é.

          Mas não é muito mais “são” gravar seis DVDs? Total de 2h de gravação e R$4,80 bem gastos. Ou, o assunto deste post, comprar um gravador de blu-ray e reduzir isso tudo a um disco custando R$3?

  • Paulo - 46 Comentários

    Eu parto da ideia que eu não deixaria meus arquivos na casa de um estranho. Nem minhas fotos, nem a cópia do meu RG etc.
    Mas por alguma razão estranha as pessoas consideram que a internet é ‘virtual'(não existe verdadeiramente e nem há pessoas que a utilizam pra fazer maldades), e deixam todos seus arquivos num servidor que sabe-se lá onde está localizado fisicamente com não sei quantas cópias em outros servidores e sabe-se lá se tais arquivos serão modificados ou usados sem nossa autorização.

    • Saulo Benigno - 279 Comentários

      Não vão ser usados. Existem contratos para isso. Se forem tá no contrato.

      Mas, ok, vão ser usados, estou tão preocupado, coloco num arquivo RAR com senha de 20 caracteres criptografado, pronto. Resolvido.

      Tenho um arquivo do Truecrypt com algumas coisas importantes em backup online, vai que né?

      Tem solução para tudo :)

      Cara, o pior é perder tudo, já perdi, aqui ninguém nunca perdeu? Nunca sofreu ter perdido aquele HD com tanta coisa especial?

      • Paulo - 46 Comentários

        O caso é ter pelo menos três backups em três HDDs. Então fica a cargo da probabilidade.
        Probabilidade de haver incêndio numa casa bem cuidada: muito remota.
        Probabilidade de um ladrão furtar todos os HDDs num lugar que nunca teve invasão e a rua é tranquila: muito remota.
        Phaver enchente numa região longe do mar, de rio e lagoa: muito remota.

        E também é difícil que todos os HDDs falhem ao mesmo tempo.

        Acho mais vantajoso pagar por um HDD que será meu do que pagar mensalidade ou anuidade pra um servidor guardar minhas coisas. E mesmo que seja de graça, não confio.

        Desculpem se fugi do assunto. O tema inicial é blu-ray.

      • Jefferson - 6.606 Comentários

        Não vão ser usados. Existem contratos para isso. Se forem tá no contrato.

        Eu tenho uma razoável certeza de que quando Jennifer Lawrence pensou em guardar as fotos do iPhone dela na “nuvem” da apple ela não imaginava que a foto de seu rosto lambuzado de esperma (entre outras) fosse se tornar pública e notória. E nem é preciso contrato para saber que isso não deveria ser possível acontecer. Mas foi.

        Mas, ok, vão ser usados, estou tão preocupado, coloco num arquivo RAR com senha de 20 caracteres criptografado, pronto. Resolvido.

        Tenho um arquivo do Truecrypt com algumas coisas importantes em backup online, vai que né?

        Concordo. Se o arquivo sair do seu computador já criptografado por você, boa parte das minhas objeções quanto à “nuvem” desaparecem.

        Mas além de criptografar os arquivos no seu computador já reduzir bastante a facilidade e transparência do backup “no computador de um estranho”, eu suspeito que se uma quantidade suficiente de pessoas começarem a colocar 150GB criptografados em suas contas free do dropbox, vão descobrir que isso é uma violação dos Termos de Serviço. Afinal, como a Dropbox vai fazer dinheiro com contas free se não puder xeretar nos seus arquivos?

        • Saulo Benigno - 279 Comentários

          Verdade, seu caso da Jennifer Lawrence disse tudo, tem razão. Eu ri, é verdade, aconteceu isso, foi o maior problema. Linda… :)

          Mas é verdade.. tem esses detalhes… “somente” esses :P

          Não me sinto mais seguro com HDD, mês passado perdi um de 1TB, nem fiquei preocupado ou assustado feito antes, era só downloads e coisas básicas, tudo meu importante está online :)

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Testando programas que salvam a posição dos ícones da Área de Trabalho

A cada seis meses eu tenho que reinstalar minha versão trial do Windows 8.1 enterprise e uma das poucas migrações que me dão trabalho é colocar os cerca de 90 atalhos que tenho no desktop nas mesmas posições que estavam antes. Eu estava empurrando esse problema com a barriga (eliminar uma tarefa tediosa que só leva 5 minutos a cada seis meses não é prioritário) até que na semana passada eu precisei migrar a instalação da funcionária de um cliente para um PC novo e esta reclamou da dificuldade para achar seus documentos e atalhos na tela entulhada. Na hora eu disse que não havia o que eu pudesse fazer porque ao mover os arquivos entre computadores o Windows auto organizava os ícones seguindo seus critérios internos, mas depois eu fiquei matutando se não podia evitar sujeitar o usuário a esse problema.

Não demorou muito para eu encontrar candidatos a solução. Ainda não pude testar completamente mas aqui vão minhas primeiras impressões:

  • Desktop OK v4.64 – Até agora é a solução mais completa, porque não requer instalação e permite salvar o layout em um arquivo .dof que depois pode ser usado para restaurar as posições em outra instalação. Ainda por cima, o arquivo .dof é facilmente legível por humanos;
  • IconRestorer –  Parece promissor, mas além de precisar ser instalado não exporta. Então é preciso usar o regedit para localizar a chave do Registro onde ele guarda os layouts, exportá-la na instalação antiga e importá-la na instalação nova. A princípio eu só usaria se eu encontrar um problema no Desktop OK.
5 comentários
  • Sidmar - 21 Comentários

    Bom dia.

    Jefferson, eu tenho usado o Desktop OK sem problemas no meu micro de casa. Não cheguei a exportar as configurações mas tem funcionado bem até o momento.

    Abraço.

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Programa útil, também serve para evitar que ao mudar a resolução de um notebook, o que acontece quando tenho que usar ele na própria tela ao invés de num monitor maior, eu perca as posições dos ícones (isto realmente me aborrece). Vou testar este Desktop OK.

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Gostei dele, bem simples, funcional e sem frescura, dá para usar no note do trabalho por não precisar instalar, vai realmente me eliminar um aborrecimento. Mas não descobri onde ele armazena a posição dos ícones, o que seria interessante numa reinstalação do sistema. Onde é que fica mesmo ?

  • Intruder_a6 - 194 Comentários

    E ainda é possível gravar noutro lugar em arquivo independente, realmente muito útil.

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Whatsapp fazendo de conta que o Windows 7 não existe?

Hoje eu fui baixar a versão Windows do Whatsapp em um notebook com Windows 7 e fiquei surpreso ao ver a página dizer que eu precisava ter no mínimo o Windows 8.

whatsapp_windows_download_ryan.com.br

 

Como eu tenho pelo menos uma cliente que usa no Windows 7 e nos meus notebooks eu nunca usei nada mais recente eu imaginei que ou isso era um problema da versão mais recente do Whatsapp ou erro. Como eu não consigo imaginar que recurso do Windows 8 seria essencial à operação do Whatsapp a balança pendeu para o erro e baixei assim mesmo.

Na hora de instalar só me disse que eu precisava do .NET 4.5 e até se ofereceu para instalá-lo. Eu preferi instalar o .NET usando minha cópia e depois fui instalar o Whatsapp novamente.

Não tive qualquer problema posterior para instalar e usar.

O Windows 7 ainda tem 49% do mercado. O que será que o pessoal por trás do Whatsapp (eu sei que pertence à Facebook) ganha fazendo de conta que ele não existe?

 

6 comentários
  • VR5 - 397 Comentários

    Existem programas governamentais e da Caixa Econômica (o famigerado “Conectividade Social”) que praticamente só funcionam 100% no Windows 7. Tive uma máquina que atualizei para o 10 e fui obrigado a fazer downgrade para o 7 e deixar quietinha num canto praticamente só para esses programas…

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      E imaginar que o Conectividade Social assim como vários outros softwares do governo que são ridiculamente problemáticos deve ter custado *milhões* em nossos impostos, não é?

      Podia ser pior: do meu ponto de vista seria uma absoluta temeridade um programa do governo que só funcione no Windows 10…

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    OBS.: Que o Whatsapp não funcione no Windows XP é até evidente, pois o maldito .NET só suporta o XP até a versão 4.0.

    Mas o Windows 7 SP1 suporta todas as versões do .NET incluindo a mais recente. Acho que enquanto o Windows 7 estiver em 50% dos computadores a MS não vai “inventar” uma nova versão que só rode no Windows 10. Até mesmo porque desenvolvedores com bom senso (ahhh, essa coisa cada vez mais rara…) não iriam usá-la.

    • Richard - 21 Comentários

      Desde o Windows 8, o .NET Framework é integrado no sistema, e assim como nas versões anteriores, qualquer coisa que precisa ser atualizada nele vem pelo Windows Update. Faz sentido porque a plataforma Metro é baseada no .NET. Quando as aplicações realmente pararem de suportar o Windows 7, o requisito vai de “.NET Framework 4.5” para “Windows 8” ou “Windows 10”.

      • Jefferson - 6.606 Comentários

        Desde o Windows 8, o .NET Framework é integrado no sistema

        Errado. O .NET Framework vem com o Windows desde o Vista.

        A diferença é que o Windows 8 tem pré-instalada a mesma versão que os desenvolvedores do Whatsapp escolheram como mínima.

  • Marciano - 1 Comentário

    Olá Jefferson, já te acompanho a algum tempo pela internet, desde a época do DVP5100.
    Trabalho com desenvolvimento de software para o setor contábil e identificamos que os usuários tem muito dificuldade em instalar e manter atualizado os aplicativos e algumas páginas de internet que precisam de versões específicas do JAVA para funcionar.
    Por isso desenvolvemos uma ferramenta muito prática para resolver problemas de instalação e atualização de aplicativos de governo.
    A ferramenta se chama GOVBOX e você pode ver mais em http://www.govbox.com.br
    Como comentado pelo VR5, o Conectividade Social e o Conexão Segura da CEF são bem enjoados para funcionar, mas conseguimos fazer funcionar em todos os Windows a partir do Windows 7.

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Por dentro das campainhas sem fio Advante

Este post está em rascunho e pode mudar drasticamente de uma hora para outra.

Esta campainha existe em vários modelos e sub-modelos, muitas vezes difíceis de distinguir. Como eles não são identificados claramente pelo fabricante aqui eu vou denominar por minha conta para facilitar a identificação. Entre parênteses estão os modelos mais prováveis, obtidos comparando com embalagens novas. Aparentemente modelos que começam com “H” tem DIP switch e os que começam com “A” não tem.

Nos modelos que tem DIP switch o botão de troca de melodia está ausente, porque o transmissor tem um DIP switch de seleção da melodia. Infelizmente isso faz com que nesses modelos seja impossível para o consumidor comum fazer o mais básico teste do receptor sem o transmissor.

Modelos 1a e 1b (H-128E, A128E e H-128ES)

campainha_advante_modelo1_frente_texto_DSC02624_ryan.com.br

campainha_advante_modelo1_fundo_texto_DSC02625_ryan.com.br

Modelos 2a e 2b (H-148C e A-158)

campainha_advante_modelo2_frente_texto_DSC02628_ryan.com.br

campainha_advante_modelo2_fundo_texto_DSC02626_ryan.com.br

Modelos 3a e 3b (H-138CS, A-138C e F-138C)

campainha_advante_modelo3_frente_texto_DSC02633_ryan.com.br

campainha_advante_modelo3_fundo_texto_DSC02630_ryan.com.br

Todas são alimentada com três pilhas, somando 4.5V. Mas a maior parte do circuito funciona com 3V de duas pilhas. A última pilha, que fica mais fundo no compartimento, só é usada para elevar a tensão para 4.5V para o circuito de som.

Como se pode ver pelas fotos acima, em metade dos submodelos você pode escolher o endereço facilmente através de um DIP switch, que também existe no transmissor. Na outra metade o endereço já vem definido de fábrica e você não pode mudá-lo facilmente.

O DIP switch de escolha de endereço tem sempre 6 posições, o que permite a escolha entre 64 endereços, mas como você verá mais adiante quando você dominar o funcionamento poderá escolher entre até 730 endereços.

Transmissores

Os cerca de 30 transmissores que testei são divididos em três modelos. Todos operam com 12V de uma bateria tamanho 23A.

AD015C01

O modelo AD015C01 é destinado a ser usado nos sub-modelos de campainha que tem DIP switch. É também o único onde você pode determinar e fixar a melodia.  E por usar um cristal (SAW ressonator) é também o único que não precisa de ajuste. A inscrição no cristal “R315A” é uma indicação de que pelo menos este modelo opera a 315MHz, mas eu já determinei por experimentação que todos operam.

transmissor_advante_AD015C01_DSC02584_640_ryan.com.br

Modelo AD015C01

AD012-2

O modelo AD012-2 tem um endereço programado em fábrica que pode ser alterado mudando as pontes de solda que existem embaixo da placa. A melodia no receptor pode ser escolhida apertando o botão SW2

transmissor_advante_AD012-2_DSC02586_640_ryan.com.br

Modelo AD012-2

Vista do fundo da placa do AD012-2

Vista do fundo da placa do AD012-2. A região à direita de C3 é onde é feita a programação do endereço.

AD062

O modelo AD062 permite uma mudança mais “fácil” de endereço porque as pontes de solda estão facilmente acessíveis.  Mas há uma diferença interessante: existe um bloco a mais de pontes que você pode usar para obter mais dois bits de endereçamento. Entretanto ainda não sei se os receptores tem essa funcionalidade. Você está vendo o transmissor pelo fundo então o botão que você vê é o de mudança de melodia pois o de acionamento está do outro lado da placa.

controle_remoto_advante_AD062_DSC02643_640_ryan.com.br

Modelo AD062

O exemplo abaixo mostra a correspondência entre as pontes de solda e os bytes do endereço. Destacada em vermelho está a parte fixa do endereço nos receptores (o endereço sempre termina em 1111). Esta área não existe no modelo AD012-2, como você pode conferir nas fotos anteriores.

transmissor_advante_AD062_address_DSC02645_ryan.com.br

Observando atentamente você poderá ver que o endereço é montado assim:

  • 00: Ponte de solda para o negativo (a linha de ilhas que você vê embaixo);
  • 01: sem conexão
  • 11: ponte de solda para a ilha isolada mai próxima

Você pode usar esse transmissor para controlar uma campainha que tem DIP switch observando o seguinte:

  • 00: equivale a uma posição ON do DIP switch
  • 01: equivale a uma posição OFF do DIP switch

 

O protocolo de comunicação

Interceptar a transmissão é muito fácil quando você tem as ferramentas. Eu usei um arduino, um módulo receptor de 315Mhz e a biblioteca RCSwitch. Ao apertar o botão no transmissor algo assim é recebido:

Decimal: 5574400 (24Bit) Binary: 010101010000111100000000 Tri-State: FFFF00110000 PulseLength: 169 microseconds Protocol: 1

Traduzindo, o transmissor usa o que RCSwitch chama de “Protocolo 1” e envia um código de 24bits com largura de pulso de 169 microssegundos. As definições de protocolo podem ser vistas em RCSwitch.cpp, constante RCSwitch::Protocol.

Através de experimentação com as várias amostras que tenho aqui eu consegui determinar aproximadamente a função dos 24 bits:

  • Os 12 primeiros bits tem o endereço;
  • Os 4 bits seguintes são sempre “1111”;
  • Os 8 bits seguintes definem a melodia.

A composição do endereço

Com 12 bits teríamos 4096 endereços, mas nem todas as combinações são permitidas. O chip decodificador no receptor usa apenas seis entradas de endereçamento (daí o tamanho do DIP switch) e o estado de cada uma dessas entradas corresponde a dois bits do endereço. Nos receptores com DIP switch só são possíveis duas combinações:

“01”: Switch ON (entrada ligada ao negativo da bateria)

“00”: Switch OFF (entrada “flutuando”)

Nos receptores sem DIP switch um terceiro estado pode ser configurado internamente com solda, que resulta na combinação “11”.

A combinação “10” nunca ocorre, então se minhas contas estiverem corretas o número de combinações (e endereços) não passa de 730.

A melodia

A composição do código da melodia segue regras similares às da composição do endereço. São oito bits dos quais os seis primeiros são sempre usados para escolha direta de uma melodia. Nos submodelos que usam DIP switch para a escolha só existem três posições, que limitam o número de melodias a 8. Mas transmitindo diretamente 27 combinações são possíveis. A partir daí a coisa complica um pouco. Os dois últimos bits tem um comportamento variável. Em alguns modelos transmitir “o1” faz com que o receptor ignore os seis primeiros bits e toque a próxima melodia. Em outros o valor desses dois bits é somado aos outros seis para escolher entre mais melodias.

Comportamento confirmado nos modelos 2b e 3a:

xxxxxx 00 -> toca primeiro conjunto de melodias

xxxxxx 01 ->  toca segundo conjunto de melodias

111111 11 -> toca última melodia selecionada

111111 01 -> avança para próxima melodia

 

1 comentário
  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Caso você não queria, não saiba ou não possa usar um arduino para decodificar a transmissão, pode usar um receptor SDR. Comece usando o programa SDRSharp que mostra claramente a transmissão, mesmo sem usar antena, se você estiver a um metro do receptor. Serve também para determinar a exata (ou quase) frequência do transmissor.

    Tendo determinado que o transmissor da campainha e o receptor SDR estão funcionando, você pode decodificar usando o programa rtl_433 (testado com a versão Windows) iniciado da seguinte forma:

    rtl_433 -f 315430000 -a

    Isso considera que você determinou no SDRSharp que o transmissor tem uma frequência de 315.430MHz. O parâmetro -a é necessário porque esse tipo de equipamento não está na lista de suportados. O programa vai exibir a recepção “raw” assim:

    *** signal_start = 1265185, signal_end = 1332922
    signal_len = 67737, pulses = 234
    Iteration 1. t: 85 min: 45 (48) max: 125 (186) delta 10
    Iteration 2. t: 85 min: 45 (48) max: 125 (186) delta 0
    Pulse coding: Short pulse length 45 – Long pulse length 125

    Short distance: 35, long distance: 115, packet distance: 1240

    p_limit: 85
    bitbuffer:: Number of rows: 10
    [00] {25} 7d 5f ff 00 : 01111101 01011111 11111111 0
    [01] {25} 7d 5f ff 00 : 01111101 01011111 11111111 0
    [02] {25} 7d 5f ff 00 : 01111101 01011111 11111111 0
    [03] {25} 7d 5f ff 00 : 01111101 01011111 11111111 0
    [04] {25} 7d 5f ff 00 : 01111101 01011111 11111111 0
    [05] {25} 7d 5f ff 00 : 01111101 01011111 11111111 0
    [06] {25} 7d 5f ff 00 : 01111101 01011111 11111111 0
    [07] {25} 7d 5f ff 00 : 01111101 01011111 11111111 0
    [08] {25} 7d 5f ff 00 : 01111101 01011111 11111111 0
    [09] {9} 7d 00 : 01111101 0

    No exemplo acima o código 01111101 01011111 11111111 foi recebido 8 vezes. A quantidade depende de quanto tempo você demora com o dedo no transmissor.

    Você pode baixar binários do rtl_433 para Windows aqui. Você não pode usar o SDRSharp e o rtl_433 ao mesmo tempo (eu não consegui).

    No meu caso, usar o receptor SDR sem antena foi essencial. Com ela o programa rtl_433 não parava de acusar os erros “too many pulses detected” ou “pulse_FSK_detect(): Maximum number of pulses reached!”

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Não, ver o “cadeado fechado” no navegador não significa que é seguro

[one_half padding=”0 20px 0 20px”]O contrário está mais próximo de estar correto. O cadeado aberto indica uma condição insegura. Ainda assim, nem sempre.

Essas “simplificações” me fazem estremecer, mas quando até os bancos apelam para elas e a população em geral é treinada para acreditar nisso, há pouco que você possa fazer a não ser repetir a mesma coisa. Mas diante de uma pessoa capaz de entender eu posso explicar por que aquele ícone em forma de cadeado fechado no browser quando você acessa o site de um banco é apenas um dos muitos itens de segurança ao qual você precisa ficar atento.

Ter uma conversa criptografada com um bandido é o que você chama de “seguro”? Espero que não, porque é apenas isso que o cadeado fechado garante: que a conexão é criptografada e supostamente (existem exceções) ninguém além de você e quem está na outra ponta pode decifrá-la. O problema é que para habilitar criptografia basta ter um certificado SSL. E qualquer um pode ter um. Certificados SSL basicamente garantem criptografia, não autenticação.[/one_half]

[one_half padding=”0 20px 0 20px”]Ainda não entendeu o problema? Agora você vai: uma análise mostrou que no ano passado a Let’s Encrypt, uma organização sem fins lucrativos que distribui certificados SSL de graça, emitiu mais de 15 mil certificados SSL para sites que tinham o nome “paypal” em algum lugar mas não tinham nada a ver com a empresa. E mais de 14 mil deles foram usados em sites criminosos.

O fato é que a Let’s Encrypt não tem como verificar de graça cada pedido de certificado. E nem tenta. A organização já disse que não é essa sua missão. Confirmar identidade do representante de uma empresa não é algo que possa ser feito automaticamente (o único jeito de fazer de graça) e certificados SSL não tem o objetivo primário de confirmar identidade de ninguém, embora possam ajudar nisso. Certificados mais caros (qualquer um que não seja grátis é, certo?) podem contar com a identificação da empresa e se esta existir os navegadores modernos mostram o nome desta, além de mostrar o cadeado.

Mas não é isso que o usuário médio foi “adestrado” a verificar.[/one_half]

 

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Novo padrão tupiniquim: PoE de 220V

Um passarinho me contou que tem provedor de internet desses que contratam várias linhas ADSL e dividem pelo bairro que estão alimentando os switches que colocam nos postes, acreditem, com 220V enviados pelo cabo de rede…

Eu achei que era brincadeira, mas as pessoas que me contaram garantiram que funciona e, mais bizarro, não interfere com os dados.

A irresponsabilidade é grande nesses sujeitos.

Eu fico me perguntando se não é por isso que volta e meia eu vejo uma reportagem mostrando fiação pegando fogo aqui em Recife.

15 comentários
  • Luciano - 493 Comentários

    Pooooode apostar que sim! Socar 220V num cabo CAT5 é de uma irresponsabilidade ímpar! O_o

  • jonni - 2 Comentários

    nao e mais vantagem, se é por causa da distancia mandar por exemplo 12v AC e retificar no ponto?
    faco isso pra longas distancias em cftv

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      AC só é mais é eficiente que DC para transmissão em tensões muito mais elevadas. Na minha opinião o que você está fazendo só arrisca induzir um ruído de 60Hz no sinal das câmeras.

      “PoE” de verdade (padrões 802.3af e 802.3at) usa DC de até 57V

      • jonni - 20 Comentários

        realmente tenho ruidos em cameras analogicas sem o “ballun”, porem hdcvi, hdtv-i e ip nao tenho esses problemas, tambem uso em alguns casos PoE de 24 ou 48v com um circuito propio meu para abaixar p 12v no ponto da camera

  • Eduardo - 4 Comentários

    Gente é 160V MAS EM DC. NÃO AC Se fosse AC. Ai é como o Luciano falou IRRESPONSABILIDADE IMPAR.

    Padrão é 48v vindo do cliente.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Ô lôco! Seguindo a pista dos “160V” acima descobri que o brasileiro parece ter inventado um padrão novo. Tem switches sendo vendidos adaptados para um tal Poe 160V!

    https://www.nvxequipamentos.com.br/switch-poe-160v-02-portas-poe-vlan-fixa

    E tem até fonte “profissional” para essa doideira!

    http://networksul.com.br/produto/fonte-160vdc-500w-com-monitor-de-voltagem-e-amperagem/

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Segundo o padrão ECMA-287 (segurança de equipamento eletrônico) apenas tensões abaixo de 60V (AC ou DC) são consideradas “seguras”. Acima de 60V é preciso que a pessoa que manipula o equipamento saiba no que está se metendo.

    DC é, nas condições certas, mais perigoso que AC. E achar que é seguro certamente se enquadra em “condições certas”. Colocar 160VDC em um cabo de rede em uma via pública é insano e é esse tipo de maluquice que faz com que “a gente não possa ter coisas legais”.

    • Luciano - 493 Comentários

      Olha, eu pouco mexo com isso, mas pra mim, passou de 48V num cabo CAT5, tá pedindo problemas. O maior POE que eu tenho aqui, de um rádio que uso pra um link é 24Vdc. Nenhum dos outros que tenho, jogam AC no cabo, justamente pelo causo de interferências.

      As câmeras que instalei aqui, todas usam POE (e o video com balum), mas mandei 12V, mas usei dois pares do cabo pra garantir que a corrente não degrade. Só nas câmeras da rua, que tem uns 30 metros de cabo, optei por colocar uma fonte exclusiva pra elas, em uma caixa de passagem lá no muro. Se com DC ainda aparecem alguns ruidinhos, imagino com AC.

      Os rádios que estou usando para o link, todos são 12V e usam POE próprio, basta crimpar os cabos e ligar na fonte, e fazer um outro cabinho saindo da fonte para o que recebe a rede.

  • Eduardo - 4 Comentários

    Jefferson.

    A Relação é que falo que esse 220v não é 220v e sim 160VDC.

    Mas o pessoal ta fazendo o que chamam de POE Reverso
    o provedor tem switch POE reverso na caixa na rua. e o cliente tem uma fonte poe DE 24 OU 48V. para alimentar o switch no provedor. se um dos clientes ficar ligado alimenta a rede toda.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      A Relação é que falo que esse 220v não é 220v e sim 160VDC.

      Não, não é. O passarinho me contou que é 220V. E esse passarinho não “ouviu dizer”. Estão ligando o cabo de rede na tomada mesmo.

      Esse tal PoE reverso é uma excelente idéia. Mas colocar 160VDC (ou 220VCA) em um cabo de rede na via pública se não é crime deveria ser.

  • Eduardo - 4 Comentários

    O Poe reverso é a melhor desde que o provedor tenha switch para POE Reverso. Se ele tiver ele usa fonte de Airgrid 24V 0.5A E Corre pro abraço

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Pela sua descrição do PoE reverso, modificar um switch comum para ser compatível é relativamente simples. Um pequeno conversor DC-DC (R$15), alguns diodos e, preferencialmente, fusíveis autorearmáveis e com o equivalente a R$35 em peças você tem um switch que pode ser alimentado por qualquer um dos clientes.

  • Marcel - 71 Comentários

    O pior é que Recife quase não alaga. Talvez seja por isso tantas notícias de gente grudado em poste por aí…

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Por dentro de um adaptador/interface USB e Ethernet para tablet MOX

Este tipo de adaptador era usado em alguns dos primeiros tablets Android. Serviam tipicamente para conectar um teclado USB e um cabo de rede.

Note que não existe nenhum componente ativo. Tendo acesso ao conector você pode fazer seu próprio adaptador. Como eu ainda tenho esse adaptador, se houver real interesse eu posso tentar levantar o pinout.

tablet_MOX_USB,Ethernet_adapterDSC00181_700_ryan.com.br

Note J17, que parece ser uma porta serial. Não sei qual a finalidade ainda.

tablet_MOX_USB,Ethernet_adapterDSC00180_700_ryan.com.br

 

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Por dentro do Reator fluorescente OSRAM EZ-TRONIC EZ-T/E 2×26/220-240

Não tenho nada a falar sobre este no momento.

OSRAM_ez-tronic_EZ-TE_2x26_220-240DSC01583_ryan.com.br

OSRAM_ez-tronic_EZ-TE_2x26_220-240DSC01581_700_ryan.com.br

OSRAM_ez-tronic_EZ-TE_2x26_220-240DSC01580_700_ryan.com.br

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Por dentro de um hub USB de 10 portas

Eu tenho alguns desses que são idênticos por fora e “praticamente” idênticos por dentro. Naturalmente tem suporte apara alimentação externa pois dificilmente você poderia ter 10 dispositivos alimentados apropriadamente por uma única porta USB.

USB_10port_hub_DSC01552_700_ryan.com.br

USB_10port_hub_DSC01553_700_ryan.com.br

As 10 portas são obtidas cascateando dois hubs USB. O chip da esquerda é um controlador de HUB USB 2.0 de 7 portas Terminus FE 2.1 [Product Brief]. A sétima porta não esta disponível e é usada para conectar o próximo chip, um controlador de HUB USB 2.0 de 4 portas Terminus FE 1.1s [Product Brief]. Com as seis portas usáveis do primeiro mais as quatro do segundo, temos 10 portas.

USB_10port_hub_DSC01543_700_ryan.com.br

No início eu disse que os hubs eram “praticamente” idênticos. Na verdade eles são de dois modelos diferentes e a única diferença entre eles é que um isola a alimentação externa do HUB por meio de um diodo schottky e outro coloca alimentação externa em curto com a alimentação da porta.

Eu discuto que diferença isso faz no meu post sobre o perigo de usar HUBS USB com alimentação externa.

Abaixo eu mostro as placas dos dois modelos. Veja o componente D0 no canto inferior direito de cada uma. Você pode “consertar” o hub de cima removendo o componente completamente (o hub só vai funcionar com alimentação externa) ou trocando-o por um diodo. Preferencialmente schottky.

USB_10port_hub_DSC01548_700_ryan.com.br

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