 Jefferson,  18 de fevereiro de 2017,
- Quando vejo os cartões de licença do Windows 8.1 eu sou forçado a duvidar da seriedade da Microsoft. A fonte escolhida para as chaves de licença torna espantosamente difícil discernir os caracteres “B”, “8” e “3”;
- O Office 2016 parece menos fresco que o Office 2013 na hora de fazer a ativação. Já tive que ligar pelo menos duas vezes para a MS para ativar uma licença do 2013 na mesma máquina que estava antes, mas isso ainda não ocorreu com o 2016;
- Já com o Windows 8.1 Pro ocorreu o oposto: ontem eu ativei por engano em outra máquina uma licença que ainda estava em uso na máquina original. Hoje eu corrigi colocando a chave correta (ainda estava ativado com a chave errada) mas não sei ainda se isso criou um problema com a máquina cuja licença eu usei por engano;
- No mês passado mais um programa da Nirsoft entrou para o meu kit de ferramentas: com o Produkey eu consigo obter até remotamente a chave de licença de instalações rodando e de instalações mortas, bastando ter acesso aos arquivos no HDD. Isso se mostrou importante para um cliente que precisava reinstalar o Windows, tinha a licença, mas não sabia qual das mais de 20 licenças adquiridas estava associada aquela maquina. Mas tenha o cuidado de executar o programa como administrador.
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 Jefferson,  18 de fevereiro de 2017, gbplugin Apenas a execução de navegadores causava o problema mas nenhum plugin estranho aparecia na lista de cada um deles. Esse normalmente seria um problema de arrancar os cabelos mas a solução foi rápida porque meu primeiro palpite estava correto. Ao notar que a máquina estava rodando o maldito GbPlugin (serviço gbpsrv) eu já tinha praticamente certeza de que era ele. E estava correto. Após dar boot por um CD e fazer uma limpeza rigorosa de todos os traços dele, o problema desapareceu. Mesmo após a cliente reinstalar a desgraça para poder acessar seu banco, o problema não voltou.
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 Jefferson,  18 de fevereiro de 2017, Cenário:
- Servidor de arquivos e controlador de domínio Windows 2003 sem updates (sequer é SP1 – mas esse é um outro problema dessa empresa);
- Clientes Windows 8.1 professional, com atualizações automáticas ligadas.
Resposta curta:
Certifique-se de que o controlador de domínio esteja na mesma sub-rede que a máquina cliente, tanto fisicamente quanto logicamente. Você que sabe como NETBIOS funciona pode estar pensando “dâaaa!”. Mas se ler o restante você, quem sabe, talvez reconheça que poderia não ter notado o que não notei.
Resposta longa:
Os problemas nessa rede começaram uma semana antes. Uma parte das máquinas (não todas) deixou de enxergar o servidor pelo nome e foi preciso fazer gambiarras em cada uma delas (incluindo colocar o mapeamento para o servidor no arquivo HOSTS de cada uma) para resolver o problema emergencialmente. Imediatamente pensei em um problema de resolução de nome NETBIOS mas todas as máquinas dessa empresa sempre estiveram na mesma sub-rede e nada parecia haver mudado para causar o problema. Pensei em uma atualização do Windows 8.1 que estivesse desabilitando NETBIOS (a MS já fez isso no passado) mas em uma das máquinas afetadas eu verifiquei não ter havido nenhuma atualização recente (não que tivesse aparecido nos logs). [1]
Ontem uma das máquinas teve um problema que exigiu a reinstalação completa do Windows 8.1 (ligaram a máquina configurada para 220V em 110V, que parecia funcionar mas os desligamentos freqüentes bagunçaram o sistema de arquivos) e na hora de fazer o “join” no servidor de domínio veio o erro. Aquele controlador de domínio não podia ser localizado pelo nome “curto” (o nome NETBIOS). Para fazer o join eu precisaria usar o FQDN (que é obtido geralmente acrescentando “.local” ao nome curto) e que depende inteiramente de resolução DNS. Eu já fizera gambiarras demais para contornar o problema e após uma pesquisa, não encontrando uma explicação lógica para o problema que eu pudesse testar com os usuários conectados, agendei uma parada do servidor para este sábado para localizar o problema.
Depois de meia hora lendo sobre a resolução de nomes NETBIOS, DNS, WINS e sobre problemas similares em foruns, me dei conta quase que por acaso de algo estranho na configuração do servidor: Estava configurado para o IP correto (10.0.0.21) mas a máscara de rede estava configurada para 255.0.0.0. Ora, esta é a máscara “normal” sugerida para uma rede IP nessa faixa e para todos os efeitos estava correta, por isso não notei o problema nas primeiras duas ou três vezes que vi essa configuração, mas não é esta a máscara normalmente configurada nos clientes e também não é a máscara oferecida pelo servidor DHCP da empresa, que é 255.255.255.0. Do ponto de vista físico as máquinas estavam na mesma sub-rede, mas do ponto de vista lógico não estavam.
Bastou configurar a placa de rede do servidor para usar a máscara 255.255.255.0 para resolver o problema. Alguém que achava que sabia o que estava fazendo mexeu nas configurações do servidor (todo mundo tem acesso) e causou todos esses problemas.
[1] Na ocasião uma parte das máquinas afetadas recusou as credenciais de administrador do domínio e eu tive que editar o arquivo HOSTS usando credenciais de administrador local. Uma das máquinas ainda “lembrou” a senha antiga de admin do domínio, mas provavelmente porque estava em cache. O conjunto de problemas que encontrei era bizarro, mas agora que sei a causa tudo faz sentido: na ocasião o domínio já estava inacessível e as máquinas só faziam login porque as credenciais estavam no cache e a aparente ausência do controlador de domínio estava sendo contornada automaticamente.
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 Jefferson,  17 de janeiro de 2017, Minha cliente já vinha há algum tempo dizendo que não conseguia usar o telefone fixo. O telefone sem fio, um Intelbras TS40 ID, indicava o tempo todo “em uso” sem a linha estar em uso, e ninguém conseguia usar a linha. No dia 31 de dezembro, não querendo ficar sem receber as tradicionais ligações de ano novo, ela me pediu que fosse lá descobrir o que estava havendo.
Cheguei por volta das 9 da manhã e rapidamente constatei que o problema era na linha. O problema era bizarro: a banda larga funcionava aparentemente normalmente mas a linha não dava qualquer sinal de vida. Não havia tom de discar ou qualquer tipo de tom. Pior que isso: plugar o cabo na linha não mudava absolutamente nada. Normalmente mesmo sem nenhum tom de linha você ainda houve algum ruído baixo permanente ou pelo menos um estalo ao plugar e desplugar o cabo. Mas essa linha parecia completamente morta, apesar da banda larga GVT estar funcionando. Testei com dois outros aparelhos convencionais que eu levara, além do telefone sem fio da cliente.
Liguei para o suporte da VIVO pelo celular VIVO da cliente e, assim como das outras vezes que entrei em contato com a GVT, tendo esclarecido que já tinha feito vários testes e que era um técnico não fui tratado como um idiota nem fui obrigado a seguir procedimentos de teste idiotas (muito comum quando você fala com a OI). A atendente “resetou” a linha duas vezes e me pediu para testar se algo tinha mudado. Como nada mudou decidiu agendar o atendimento. Minha primeira surpresa veio quando ela disse que o atendimento ocorreria no mesmo dia (sábado, 31 de dezembro) entre as 12 e as 18h.
A segunda surpresa veio quando a cliente me ligou às 10h30 e disse que o técnico da VIVO já estivera lá e consertado a linha.
E eu aqui sem conseguir me livrar da minha dependência da OI.
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 Jefferson,  17 de janeiro de 2017, Ontem durante uma visita fui chamado pelo departamento financeiro da empresa porque os destinatários dos emails deles estavam reclamando que em vez de receber arquivos anexos nas mensagens eles estavam recebendo links. Eu reproduzi passo a passo o processo que a funcionária estava usando e não encontrei erro algum, mas o email de teste enviado para mim realmente tinha um link onde deveria haver um anexo. Isso não ficava evidente no próprio Outlook.com, mas no email recebido pela minha conta gmail isso ficava claro. A funcionária usou claramente a opção “anexar”, mas o email que recebi tinha um link para “1drv.ms” (o servidor do Onedrive).
Foi fácil encontrar a causa do problema nas opções do Outlook.com. Estava marcada uma opção que dizia que em vez de realmente anexar o arquivo este seria colocado no drive Onedrive do usuário e o destinatário receberia um link.
Eu não tenho nada contra essa opção existir. Acho até bem útil. O absurdo é a MS não ter dado outro nome para ela. “Anexar um arquivo” para mim tem e sempre vai ter o sentido do arquivo fazer parte do email.
E os destinatários estão certíssimos ao reclamar. Além do fato de clicar em um link estranhíssimo (como não uso o Onedrive, eu não fazia idéia do que significava “1drv.ms”), documentos anexos tem que ser documentos anexos. Então se o remetente apaga sua conta do onedrive todas as mensagens com “anexos” ficam incompletas na conta do destinatário?
Maldita “nuvem”.
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 Jefferson,  26 de outubro de 2016, Eu sempre dei preferência a teclado e mouse PS2 para não ocupar (às vezes preciosas) portas USB. Com o tempo acabei me rendendo a usar mouse sem fio, que são todos USB, mas continuava usando teclados PS2.
Esta semana precisei testar um possível defeito intermitente de um teclado Microsoft de um cliente e substituí o meu PS2 pelo USB dele. Aproveitei para fazer uma limpeza no meu com um pincel, para tirar todo o lixo acumulado em vários meses.
Aí depois de terminar o diagnóstico do teclado USB, que levou uns dois dias, coloquei de volta o PS2. E nada de funcionar.
Será que eu quebrei o teclado apenas limpando? Está parecendo o meu carro!
Depois de alguns testes descobri que o teclado funcionava para ligar o computador (eu ligo sempre apertando a barra de espaço) e no setup do BIOS, mas parava de funcionar misteriosamente (até NUM LOCK e CAPS LOCK paravam de responder) pouco antes de aparecer a tela de login do Windows 8.1.
Desligar o computador da tomada e deixar assim por um tempo com o teclado desconectado não surtiu qualquer efeito.
Então eu dei boot pelo XP na mesma máquina e confirmei que o problema era apenas no Windows 8.1. Aproveitei para pesquisar na internet se mais alguém passara pelo mesmo problema e descobri que o Windows 8.1 faz de propósito. Aparentemente o driver PS2 é desativado quando o último dispositivo PS2 é removido. O problema é que não é mais ativado!
Eu estava pronto para implementar a solução apontada de editar a chave
HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\i8042prt
E mudar o valor de Start para 0 ou 1 (o Windows 8.1 muda o valor para 3), mas ao sair do XP e voltar para o Windows 8.1, o teclado estava funcionando! E desta vez eu estava com um outro teclado USB ainda conectado.
Vai entender… O que será que fez o Windows 8.1 finalmente notar que eu queria usar o teclado PS2?
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 Jefferson,  16 de outubro de 2016, CFTV Sabe aquele desenvolvedor que tem trocentas apps para visualização de câmeras de vigilância que você não consegue diferenciar? MEye, VMEye, TMEye, VMeyeSuper, etc, etc, etc?
Várias apps dele pararam de funcionar no Android 5 e como ele parecia as ter abandonado achei que nunca iriam funcionar. Mas este mês finalmente ele começou a compatibilizar algumas. Se você precisava delas, dê uma olhada.
Aproveitando isso eu gostaria de comentar sobre o desgosto que tenho com o sistema de avaliação da Play Store. A Google faz uma modificação no Android que sai inutilizando apps no atacado e o que acontece? Os usuários que atualizaram o SO começam a dar notas negativas às apps porque deixaram de funcionar!
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 Jefferson,  15 de outubro de 2016, E de qualquer entusiasta amador disposto a gastar a partir de R$600 em uma câmera LPR (Licence Plate Reader).

Por módicos 165 dólares você pode adquirir na China uma câmera 1080p, h.264 com interfaces IP e vídeo composto capaz de ler placas de veículos se movendo a até 50km/h. Quer gastar menos? Por R$135 dólares você leva um modelo mais modesto de menor resolução e sem conectividade com a rede, que se comunica por RS485. Tem até um joystick no cabo para você poder configurar sem precisar de computador.
Isso é tudo o que, por exemplo, o dono de um estacionamento precisa. Já numa aplicação mais profissional onde você não tem controle sobre o ambiente pode precisar desembolsar mais de 400 dólares por um modelo imune a ofuscamento por faróis e capaz de ver carros se movendo a mais de 100km/h como se estivessem parados. Procure por “plate capture camera” ou “plate recognition camera” no seu site chinês preferido. Mas cuidado: tem umas ofertas ainda mais baratas de camera supostamente LPR, por 90 ou até mesmo 35 dólares, mas que não faço a menor idéia de como o número das placas é obtido porque as cameras não tem qualquer tipo de interface de comunicação.
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 Jefferson,  14 de outubro de 2016, O exemplo a seguir abre a porta de entrada TCP 3050, que é a porta default requerida para a operação do Firebird.
netsh advfirewall firewall add rule name=”Firebird 3050″ dir=in action=allow protocol=TCP localport=3050
requer permissões de administrador
Em “name” você pode escrever o que quiser. É apenas o nome que vai aparecer na lista de exceções do firewall.
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 Jefferson,  14 de outubro de 2016, Eu não sei quanto a você, mas eu acho irritante e frustrante o default do Windows desde a versão 7 de esconder os ícones da barra de tarefas agrupando-os em um menu. Toda vez que instalo ou reinstalo o Windows eu preciso procurar pela opção. É mais fácil colocar em um arquivo batch de instalação a seguinte linha:
reg add “HKCU\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Explorer” /f /v EnableAutoTray /t REG_DWORD /d 0
Que vai colocar o valor zero na opção “EnableAutoTray” do Explorer.
Só vale para o usuário corrente. Só começa a valer após fazer logoff e logon novamente.
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Gostei desse ProduKey! Vou testar por aqui em mais notebooks.