Silenciando o smartphone Android automaticamente em certos horários

Quando eu comecei a faculdade surgiu a necessidade de colocar o telefone no modo silencioso todas as noites antes de começar a primeira aula e tirar desse modo no final da última. Eu poderia adiantar o modo “não perturbe” nativo do Android para começar às 18h (o meu já ativa às 22h), mas isso deixaria um intervalo de entre uma hora e cinco horas quando o telefone entraria ou permaneceria no silencioso desnecessariamente, porque não tenho aulas todos os dias nem em todos os horários.

A solução que encontrei para isso foi a app Silent Scheduler.  Com ela você pode programar perfis diferentes para cada dia. Estou usando a versão 2.7, que funciona bem exceto por um bug: em ocasiões aparentemente aleatórias a app deixa de restaurar o volume ao terminar um perfil.  Quando o próximo período começar vou testar outra app.

Edit: lendo alguns reviews notei que o desenvolvedor parece realmente empenhado em resolver os problemas da app. Eu vou tentar entender melhor o bug e pedir ajuda a ele para resolver, antes de tentar outra app.

4 comentários
  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Hoje deve ter sido a primeira vez que executei a app desde que configurei os perfis, meses atrás. E só agora a app me pediu para dar permissão “não perturbe” a ela, dizendo que preciso disso para funcionar bem. Dei a ela essa permissão e vou esperar para ver se essa era a causa do problema.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      O problema voltou logo em seguida. Minha “solução” foi evitar a sobreposição de horários. O meu “não perturbe” começava todos os dias às 22h e eu tinha configurado a app para silenciar o telefone até as 22h nos dias em que eu tinha aula até esse horário. Então eu configurei o Não Perturbe para iniciar apenas às 23h, o que eu deveria ter feito desde o início.

      Isso parece ter resolvido ou pelo menos minimizado muito o problema. Nesse meio tempo eu flagrei o telefone de novo com o volume baixo quando não deveria estar, mas isso pode ter sido causado por outra coisa. Por exemplo, eu tenho usado bastante headsets bluetooth e quando eles estão ativos os botões de volume do celular funcionam mesmo com o aparelho bloqueado.

  • Snow_man - 310 Comentários

    Fiquei com vontade de testar agora esse app;
    A Tim insiste em mandar SMS de madrugada, e ontem acordei com um bip + claridão do smartphone ao receber um. :rtfm:

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Finalmente cursando uma faculdade

Tomei a decisão enquanto estava em Dublin. É difícil não ficar encantado com a vida em um país do “primeiro mundo” e a não ser que você goste do “jeitinho” brasileiro (eu detesto) não desejar ficar lá permanentemente. Mas mesmo com minha irmã morando lá minhas chances de conseguir um emprego seriam pequenas, pois em primeiro lugar me falta a “coragem” da minha irmã de “meter a cara” e em segundo lugar sem um diploma de nível superior as vagas mais prováveis para um brasileiro em Dublin são de lavador de pratos ou garçom, dependendo do nível do seu inglês. Eu ficaria arrasado se em uma das minhas futuras viagens para levar mamãe aparecesse uma oportunidade de emprego na minha área e eu a perdesse por não ter o danado do diploma.

Então decidi fazer Análise e Desenvolvimento de Sistemas na modalidade Tecnólogo, que dura apenas dois anos e meio. Lá fora eles sabem que o grau de tecnólogo é um curso superior “meia boca” (na melhor hipótese deve equivaler a um Associate Degree), mas minha idéia é primeiro assegurar um diploma tão rápido quanto possível e em seguida fazer uma segunda graduação e/ou uma pós. Estou ciente de que dois (ou três) diplomas de tecnólogo não vão necessariamente substituir um bacharelado, mas é o que no momento se encaixa na minha disposição. E um diploma tem outros usos, mesmo esquecendo a Europa.

Estou contando isso para vocês agora porque finalmente saiu minha última nota. Sim, eu acabo de terminar o primeiro período da faculdade. Voltei ao Brasil no dia 29/08, na semana seguinte estava fazendo o “vestibular” e no dia 10/09 comecei a freqüentar as aulas. Não contei antes por dois motivos:

  • Vocês já devem ter notado que usualmente eu nunca falo do que vou fazer ou estou fazendo. Eu normalmente escrevo sobre o que já fiz e isso é mais ou menos proposital;
  • Nas primeiras semanas de aula eu não estava certo de que conseguiria sobreviver ao primeiro período.

Logo na primeira aula tive um choque. Era Matemática Computacional e o professor estava explicando Análise Combinatória. Um assunto que qualquer um cursando a faculdade não deveria estar precisando ver de novo (afinal, é matéria do segundo grau) mas que eu nunca estudara oficialmente porque não fazia parte do currículo de Eletrotécnica.  Eu achei fácil, mas além de fazer uma pergunta estúpida ao professor que se eu tivesse pensando por mais dez segundos não teria feito, esbarrei em problemas do exercício que eu não conseguia responder de jeito nenhum.

Não era apenas o problema de ter passado 28 anos sem usar o que aprendi no segundo grau: eu tinha que lidar com meu próprio nervosismo. O mesmo que mais de trinta anos antes me fez passar mal em dois exames para a ETFPE. Eu estava me sentindo inadequando e incapacitado para a tarefa. Havia momentos em que eu sentava para tentar resolver exercícios e meu cérebro demorava a “focar”. Eu lia o parágrafo mas não conseguia absorver nada. Percebi então que além de absorver o conteúdo das matérias eu tinha que controlar meus nervos ou do contrário tudo estaria perdido. Não adiantaria nada saber responder a prova (se eu chegasse a esse ponto) se fosse para dar “um branco” na hora ou, pior, eu ir bater na enfermaria. E estou muito velho para esses constrangimentos. “Relaxar” era imperativo.

Não pareceu que ia ser fácil. Quando entrei na faculdade o período letivo já tinha começado há pelo menos duas semanas e eu perdera várias aulas. Para terminar de “lascar” com meus nervos, na segunda semana, durante uma aula de matemática eu recebi um email da faculdade dizendo que o período de provas já tinha começado! Nem consegui assistir a aula direito. Depois, mais calmo, eu me dei conta de que não era coisa para pânico pois se tratava da disciplina que era ministrada por EAD e essa prova era apenas uma avaliação preliminar, que eu tinha quase dois meses para fazer. Se eu fosse cardíaco a faculdade teria me matado do coração com essa!

Mas para resumir, senão esse post vai ficar muito longo: o diabo não era tão feio assim. Depois de entender as regras de avaliação da faculdade e traçar um plano de ação eu consegui a segurança necessária para controlar meu nervosismo. Eu tive que botar na cabeça que:

  • Tomar nota baixa (não estou acostumado) não seria o fim do mundo. Eu teria outras chances;
  • Ser reprovado em uma matéria (nunca aconteceu) não seria o fim do mundo. Eu poderia pagar a cadeira de novo;
  • Se no final eu me declarasse incapaz para a tarefa isso também não seria o fim do mundo.

E tudo acabou dando certo. Essas foram as minhas notas:

Eu não pretendo informar aqui que faculdade estou cursando, em primeiro lugar para preservar minha privacidade (os leitores com os quais eu já troco mensagens privadas podem perguntar por email, se quiserem) e em segundo lugar porque formei uma opinião bastante crítica sobre ela e parte dos problemas me beneficiam. Nesse caso eu acho que seria anti-ético, como cuspir no prato que estou comendo. Além disso minhas críticas poderiam atingir alguns inocentes pois eu posso facilmente julgar o que está errado, mas determinar por que está errado requer muito mais informação e eu sinto que algumas “falhas” tem múltiplas explicações. Por isso é melhor não falar nada sobre a instituição, mas vocês devem esperar por futuros posts sobre assuntos tratados na faculdade. Existem posts anteriores relacionados que eu publiquei sem mencionar a razão mas que agora vão ganhar uma tag.

23/06/2019 – Terminei o segundo período (e o terceiro)

A faculdade que estou cursando é uma bagunça. Nós começamos o primeiro período no meio de 2018 matriculados nas disciplinas do segundo, o que já era questionável; mas quando começou o período seguinte em vez de sermos matriculados nas disciplinas do primeiro período fomos automaticamente matriculados no terceiro. Isso desencadeou uma onda de protestos e insatisfação geral, porque claramente algumas disciplinas do terceiro período não podiam ser cursadas sem o básico ensinado no primeiro. A justificativa era de que a faculdade não tinha aberto turmas ainda para o primeiro período (faltavam alunos novos). Por conta disso vários de meus colegas trocaram de faculdade e outros ficaram em casa à espera da abertura das turmas mas eu preferi ficar assistindo às aulas do terceiro período enquanto esperava. Como eu já tenho uma base extensa o conteúdo das aulas não parecia nada especialmente difícil e quando as disciplinas do primeiro começaram a aparecer eu percebi que elas se encaixavam nos meus horários vagos e decidi simplesmente acrescentá-las. Eu acabei conseguindo cursar ao mesmo tempo o terceiro e o primeiro períodos inteiros, com exceção de uma disciplina do primeiro e uma do terceiro, cada uma de 44h.

Tive medo de “estar dando um passo maior que minhas pernas”, mas no final correu tudo bem:

As duas disciplinas com apenas uma nota são as online, que só tem uma prova mesmo. E essa nota que está destoando das outras eu vou tentar consertar na semana que vem. Vou fazer a “AV3”, que pelas regras da faculdade substitui a menor nota que eu tiver (se for maior, claro).

O único real inconveniente é que fui separado dos meus colegas do primeiro período por mais da metade do semestre e agora me distanciei ainda mais deles por ter avançado um período.

18/11/2019 – Terminei o quarto período

Depois de entrar para a faculdade eu já consegui fazer o que me pareceu impossível umas três vezes. A mais recente veio com este boletim:

As disciplinas que só tem uma nota são as disciplinas que paguei por EAD. Não sei se consigo e nem realmente se devo manter esse ritmo. “Passar” nessa faculdade (a média é 6) é muito fácil. Tão fácil que para mim é quase uma questão de honra tirar nota 10. Mas isso é muito estressante, principalmente nesse ritmo de oito disciplinas por semestre.

O semestre que vem é o último e também vai ter oito disciplinas. Se tudo correr como planejado eu vou terminar a faculdade seis meses antes do previsto na estrutura curricular.

15 comentários
  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Para ilustrar o quanto uma nota baixa é algo complicado para mim: antes de sequer pensar em entrar na faculdade eu já tinha dois temas recorrentes em meus pesadelos:

    1)Um grande prejuízo com o carro
    2)Estar às vésperas de uma ou mais avaliações na escola e, por razões nunca definidas, não ter estudado nada

  • Matuto - 129 Comentários

    Com relação a ser reprovado em alguma cadeira, vou dar uma dica que me serviu muito quando eu cursei universidade (me formei em 2007 em Comunicação Social). Um certo dia eu estava preocupado porque eu precisaria pagar três cadeiras no último período e a minha preocupação maior era se eu teria tempo para estudar as três cadeiras e ainda fazer o meu trabalho de conclusão do curo (o último para se formar). Foi aí que um professor me disse mais ou menos isso:

    “Fica tranquilo que no último período, se tu for um bom aluno, os professores não vão te prejudicar. Então se tu reprovar alguma cadeira, não tem problema”.

    Em resumo, no último período eu paguei as três cadeiras na parte da manhã (eu estudava a noite) e realmente os professores se mostraram bem amigáveis, chegando ao ponto de uma das provas, a professora me deixou fazer com consulta. E em outra cadeira, o professor substituiu a prova por um trabalho que fiz em dupla com outro colega que estava no último período.

    Então eu acredito que na maioria das Faculdades ou Universidades (não sei bem a diferença até hoje), se você chegar no último período devendo alguma cadeira, se tu for um bom aluno e não causar problema pro professores, eles não vão dificultar pro teu labo.

  • Claudio - 13 Comentários

    Acho que essa coisa dos pesadelos deve ser bem normal … Estou formado faz quase 20 anos, e vez ou outra (umas 2-3x ao ano) ainda tenho um sonho no qual eu esqueci que estava cursando uma cadeira do último semestre, não apareci nas aulas, e chegou a hora das avaliações. Relaxa e aproveita a experiência em si, que é tão válida quanto o objetivo final :-)

    • VR5 - 397 Comentários

      Cacetada, achei que isso só era comigo… também tenho sonhos que estou indo super mal numa prova da cadeira de Matemática III (Integral Dupla)… e olha que me formei em 2002… deve ser mais comum do que pensava isso… kkk :lol:

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Acabo de descobrir que é mesmo “normal” ou pelo menos “comum”.

      Uma cena aos 28m20s do episódio S02E06 de The Magicians mostra justamente um pesadelo assim, o que me fez fazer uma rápida pesquisa e encontrei várias páginas como esta.

  • Ricardo Menzer - 143 Comentários

    No meu primeiro período da faculdade, tinha uma matéria de programação em que o sistema de avaliação consistia em escrever programas e enviar para um sistema automatizado que fazia a compilação e aplicava várias (em geral, 10) entradas para o programa e avaliava a saída, comparando com as respostas certas cadastradas pelo monitor da aula. Os alunos não tinham acesso aos testes, apenas sabiam se a resposta do programa estava certa ou errada para cada teste.

    Lá pelo quarto ou quinto laboratório, eu já estava arrancando os cabelos porque meu programa não passava de 9 de 10 respostas certas. Os labs anteriores sempre obtive nota máxima. Era madrugada já quando um veterano chegou na sala de computadores e puxou papo, e eu expliquei a situação. Foi quando ele disse algo mais ou menos assim:
    – Cara, relaxa. Nem nessa matéria, nem nas outras você vai conseguir tirar 10 em tudo. Faz o que você consegue, procura entender e corrigir o que você não conseguir de primeira, mas não se mata por causa de 1 ponto no final, se sua nota já for suficiente.

    Essas palavras foram libertadoras. Saiu um peso das minhas costas e no final, deu tudo certo com a faculdade. E devo muito disso à esse veterano e ao que ele me disse.

  • Daniel Plácido - 68 Comentários

    Que coincidência, eu também agora com 33 anos tomei vergonha para entrar na faculdade neste mesmo curso, aqui na minha faculdade chamam de Tads – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de sistemas.

    Porém diferente de você notas baixas sempre foi meu ponto forte, sempre odiei estudar pois no ensino básico 90% é lixo então nunca consegui me concentrar em algo que eu julgava inútil. tanto que fiz quatro vezes a sexta série, e só concluí o segundo-grau este ano fazendo supletivo, mas agora na faculdade aprendendo o que gosto e que julgo útil está sendo bem diferente.

    As matérias no primeiro-semestre aqui são bem diferentes: Redes I, Design Web, Economia, Leitura e Produção de Texto e Sociologia (a última quase me fez desistir da faculdade, se tivesse mais um semestre com isso creio que eu pulava fora).

    • Intruder_A6 - 194 Comentários

      Eu pensava assim mesmo quando era mais novo (mas estudava mesmo assim). Só mais velho fui chegar a conclusão que biologia, português, história, e outras matérias serão sempre importantes para ter uma vida completa e poder ser um profissional e pessoa completa (mesmo fazendo engenharia).

      Estudar história (entendendo, e não apenas decorando) é bom para não ser facilmente manipulado pelos fake news (de todos os partidos e orientações) e ser uma pessoa crítica, não ser mais um cordeirinho ou animal irracional manipulável. Estudar biologia serve para não cair nas estórias de que vacina provoca altismo entre outras imbecilidades. Português (mesmo para um engenheiro) é muito importante para a comunicação fluir com qualidade, fazer relatórios que sejam bem compreendidos, uma ferramenta realmente indispensável em qualquer profissão (infelizmente é o meu ponto fraco, mas como eu leio muito o meu nível acaba sendo aceitável em português).

  • Jorge Mendonça - 60 Comentários

    Jefferson, seu curso mescla aulas presenciais e a distancia? Desculpe a curiosidade.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Atualizei o post com informações deste semestre

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Atualizei o post com informações do penúltimo semestre.

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Positivamente surpreso com o atendimento no IFPE (antiga ETFPE)

Eu estava precisando do certificado de conclusão do ensino médio e não estava achando a minha cópia. A última vez que eu o vira tinha sido no mínimo há 20 anos. Eu tenho certeza de que ele está em alguma pasta em um lugar seguro aqui em casa, juntamente com todos os outros certificados que obtive depois. O problema é descobrir onde.

Então eu decidi procurar uma cópia onde concluí o ensino médio, a Escola Técnica Federal de Pernambuco, hoje IFPE. A primeira impressão foi ruim, porque fui ao site da instituição e não encontrei lá qualquer informação sobre como proceder. Não achei sequer um telefone de contato ou endereço de e-mail apropriado para obter informações. Então eu fui pessoalmente. E preocupado porque as únicas coisas que eu lembrava eram meu curso e quando concluí: o segundo semestre de 1989. Vinte e nove anos atrás. E só sabia o ano porque usei como referência o ano em que fui servir ao exército: 1990. Não lembrava sequer o meu número matrícula. Acostumado com repartições públicas que usam todo tipo de desculpa para não te atender eu fiquei apreensivo.

Na entrada me indicaram como ir até a recepção e de lá me mandaram para a sala 14. Não esperei nem cinco minutos para ser atendido e me deram um formulário de requerimento para preencher. O problema: o único documento aceito era uma cópia do RG (carteira de motorista não serve) por isso tive que voltar no dia seguinte. O segundo problema: me avisaram que o prazo para atender o meu requerimento era de 20 dias úteis. O que caía um pouco depois do prazo limite que eu tinha.

No dia seguinte voltei com o requerimento preenchido e o documento pedido. Fui atendido assim que cheguei e rapidamente. A moça me disse que eu poderia pedir o certificado e o histórico no mesmo requerimento, mas o prazo para emitir o certificado era o maior. Perguntei se podia pegar separadamente e ela me disse que não. Quando eu apontei que o prazo de 20 dias úteis era muito arriscado para mim ela disse que não me preocupasse, porque eles davam aquele prazo mas usualmente os documentos eram entregues bem antes disso e pediu que eu telefonasse uma semana depois para o telefone que ela ia indicar perguntando se os documentos estavam prontos. Meu número de matrícula não foi exigido apesar de ser perguntado no formulário de requerimento.

Isso foi na semana passada. Hoje eu liguei e estava pronto. Perguntei se eles fechavam para o almoço e disseram que não. Mas não pude ir nesse horário e liguei de novo já pensando que eles iam dizer que fechavam às 17h (não ia dar para mim), mas a resposta foi 19h. Não fecha para o almoço e ainda fica aberto até as 19h? Cheguei lá por volta das 17h15 e novamente fui atendido em cinco minutos e já estou com a cópia de meus documentos que foram arquivados 29 anos atrás.

E não me cobraram um centavo por isso.

Como o atendimento poderia ser melhor? Se a informação sobre o procedimento estivesse presente no site ou existisse um contato para obter informações eu não teria desperdiçado a primeira viagem até lá.

11 comentários
  • Viktor - 1 Comentário

    Trabalhei num IF anteriormente (em outro estado) e o padrão de atendimento e trabalho não é o clássico do funcionalismo público. Existe um esforço ativo e constante para se distanciar dessa imagem e de ter uma imagem positiva para a população (muita gente não conhece as IFs e acham que são só mais uma escola pública). Nas aulas os alunos são prontamente punidos ou até expulsos por falhas que passam batido nas escolas públicas, atualmente dominados por delinquentes em formação. E os prazos seguem a política do prazo folgado, melhor prometer em 20 dias e entregar em 7 (avaliação positiva) do que prometer em 5 dias e demorar oito.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Mesmo durante o período de 1986 a 1989, enquanto estive lá, a instituição não parecia com uma “escola pública”.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      A propósito, eu sei a diferença porque frequentei duas estaduais. A primeira (5a série) tinha um ensino até razoável, com uma biblioteca de encher os olhos. Mas a segunda (1o Científico) era uma verdadeira “zona”.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Antes que alguém faça uma observação: sim eu sei que a carteira de motorista, mesmo vencida, deveria ser aceita como documento de identificação. Mas eu não estava disposto a criar um problema estando em busca de um documento com 29 anos de idade e de fato a carteira de identidade tem dois itens a mais: a anotação sobre minha certidão de nascimento e minha digital.

    Eu presumo que isso tenha alguma importância, porque de outra forma é uma regra estúpida.

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    A ETFBA, daqui de Salvador também era uma instituição muito séria e com ensino de qualidade na década de 80, hoje imagino que já não seja a mesma coisa!

  • MARCELO PEREIRA COUTINHO - 34 Comentários

    Neste ano (2018), eu tive que pedir ao IFF-RJ (antiga ETFC – Escola Técnica Federal de Campos), declaração de conclusão dos dois cursos técnicos que fiz lá: Eletroténica (conclusão em 1991) e Segurança do Trabalho (conclusão em 1994). Pedi a um sobrinho que fizesse a requisição na secretaria, pois não moro na cidade de Campos dos Goytacazes. Atualmente moro no Rio de Janeiro (capital). A secretaria informou ao meu sobrinho que seriam 90 dias para a entrega destas declarações. Na ficha de solicitação, informei apenas nome e CPF. E na retirada, apenas o próprio ex-aluno ou pessoa com autorização expressa para tal com firma reconhecida em cartório. O prazo para a retirada, foi durante a realização da copa do Mundo da Rússia. Daí viajei para a cidade e acabou coincidindo no dia útil para a retirada, num dia de jogo do Brasil. Aí eu pensei:
    – Duvido que vai ter alguém para me atender neste dia.
    Mas ainda assim com este pensamento, fui até a secretaria. E qual não foi a grande surpresa que a secretaria estava aberta e com funcionários. Me identifiquei e peguei as duas declarações sem pagar um mísero centavo à secretaria.
    Fiquei estupefato! Quase não acreditei que havia conseguido retirar as declarações num dia de jogo do BRASIL.

  • Leonardo - 1 Comentário

    Após ler o texto e os comentários, fiquei com algumas dúvidas sobre a necessidade de manter uma cópia do certificado de conclusão.

    Quem é formado (faculdade) precisa ter o certificado de conclusão do segundo grau ?
    Se eu entrar para outra faculdade, um novo curso, vou precisar do certificado ?

    O meu diploma universitario já não seria um certificado ? Ou tem mais algum documento que eu preciso ter ?

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      O meu caso é “especial”. Eu não tenho diploma de curso superior.

      E o caso genérico também é. O certificado das ETFs/IFs sempre vai ser importante a não ser que você tenha feito um curso superior na mesma área que o curso técnico.

      Quanto ao seu caso, é um tanto complicado responder.

      • VR5 - 397 Comentários

        Esse “curso técnico” a que te referes, Jefferson, seria o equivalente aos cursos técnicos ministrador pelo SENAI? Eu tenho (além do superior) um curso técnico, que equivale ao meu 2° Grau (atualmente conhecido como “Ensino Médio).

        • Jefferson - 6.606 Comentários

          Esse “curso técnico” a que te referes, Jefferson, seria o equivalente aos cursos técnicos ministrador pelo SENAI?

          Não sei se entendi sua pergunta.

          Se você está perguntando se faz diferença ter um curso técnico do SENAI ou de uma ETF quando tem um curso superior na mesma área, eu não creio que faça alguma.

          Agora, se você quer saber se há diferença entre um curso técnico do SENAI e o de uma ETF, eu acho que é grande. O vestibular difícil e extremamente concorrido das ETFs/IFs já dá uma boa idéia disso. Uma vez (muito tempo atrás, é verdade) eu fiz o teste para um curso técnico do SENAI e concluí duas coisas:

          1)Se você não tirar 10 já está eliminado
          2)Como o número dos que tiram 10 deve ser muito grande, a seleção é praticamente pela ordem de inscrição

          Eu era considerado inteligentíssimo por muita gente quando adolescente e ainda assim só consegui vaga na minha quarta opção de curso na ETFPE. Ou seja, de 120 a 159 adolescentes (considerando turmas de 40 alunos) tiraram nota mais alta que eu e escolheram as mesmas opções que eu.

          • VR5 - 397 Comentários

            Foi a segunda opção. Obrigado! Eu fiz o exame de seleção em 1985 e pelo menos naquela época o SENAI era considerado referência na minha região (comparado com um 2° Grau “normal”). Tanto é que as pessoas que depois iam melhores nos cursos superiores na área eram as que tinham curso técnico (que pensando bem, deveria ser lógico mesmo!). Meu curso técnico eram em turno integral (manhã e tarde), tanto é que nos anos finais (apesar de morar relativamente perto da cidade do SENAI) eu dividi um alojamento lá com outros estudantes. Ele me ajudou muito no meu curso superior depois apesar de não ter NADA a ver com o que estudei (mas a base científica era muito boa!). Creio que hoje em dia eles decaíram um pouco (como aliás toda a educação em geral): naquela época tínhamos um SENAI que ainda tinha cosas herdadas (POSITIVAMENTE, ressalto!) do Regime Militar…

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O Cittamobi é valioso para quem anda de ônibus, mas tem problemas irritantes

O Cittamobi é um serviço particular gratuito disponível em mais de 70 cidades brasileiras que permite que você faça o rastreamento das suas linhas de ônibus preferidas em tempo real usando uma app no smartphone ou no navegador em um desktop. Os ônibus são equipados com GPS e transmissores (provavelmente GPRS) e transmitem periodicamente suas posições para a central, de onde as apps obtém a informação. Isso é especialmente valioso no caso da linha que uso com frequência, que tem um intervalo de 50 minutos entre os ônibus. Perder um é um grande golpe no seu planejamento do dia.

É um grande avanço com relação à idéia estúpida anterior implementada aqui em Recife, que requeria que você mandasse um SMS, pago, dizendo em que parada estava e que ônibus queria e esperasse um SMS de retorno dizendo quanto tempo faltava para o ônibus chegar. Muitas vezes a resposta chegava depois do ônibus ter passado, se chegasse.

Eu tenho usado muito ultimamente e realmente funciona, mas poderia ser muito melhor se não fossem algumas decisões contra-intuitivas de design. Notar que eu só conheço a versão 6.11.2 para Android.

Cada linha de ônibus é dividida em duas e você tem que descobrir sozinho o motivo 

Quando você faz uma busca por qualquer linha, pelo número, duas linhas aparecem. Eu levei um tempão (dias) para entender que a app diferencia assim o roteiro “indo” do roteiro “voltando”. A app não diz quem é quem e mesmo quando você salva nos favoritos a app não permite que você dê um nome ou inclua um comentário.  Você precisa escolher um dos itens, checar no mapa que se abre depois se é o sentido certo e se não for voltar e escolher o outro.

A linha acima (313) mostra sete ônibus em movimento, mas a que uso com maior frequência costumeiramente só mostra um em cada sentido (porque são poucos ônibus mesmo), some-se a isso o fato de que na tela pequena do celular é difícil notar as setas indicando o sentido e eu fiquei um tempão achando que as telas mostravam os ônibus separadamente (lembre-se: apenas dois ônibus). Demorei a me dar conta de que a linha era dividida em sentidos.

Na versão desktop, como eu descobri semanas depois, a app diferencia IDA e VOLTA claramente.

O que falta para essa informação aparecer na app Android é um mistério.

E para completar a confusão, quando o ônibus chega no ponto de retorno ele desaparece de um mapa e aparece no outro. Isso parece até um comportamento óbvio, mas tem um problema: se você estiver em uma parada a, digamos, 5 minutos do ponto de retorno, a app só “vê” seu ônibus quando ele está a 5 minutos de você. Quanto mais perto do ponto de retorno, com maior frequência você tem que checar a app para não perder o ônibus. E para piorar a situação mesmo com o rastreador do referido ônibus funcionando e a app sabendo onde ele realmente está, só porque ele ainda não cruzou o ponto de retorno ela “faz de conta que não sabe” e apresenta a você o horário estimado de chegada do ônibus baseado no horário publicado pela empresa. Então na mesma parada você olha a app e vê seu ônibus com uma chegada “estimada” dentro de 20 minutos e acha que é porque o rastreador do ônibus não está funcionando, mas no minuto seguinte ele aparece na real posição a 5 minutos de você porque ele cruzou o ponto de retorno. A única solução que encontrei para isso foi, quando a app me dá um horário apenas estimado, olhar onde o ônibus está no outro sentido. Eu perdi vários ônibus até descobrir isso.

No terminal o rastreador é desligado e o ônibus some

Possivelmente para poupar a bateria o rastreador só funciona com o ônibus ligado. Quanto mais perto do terminal você esperar o ônibus mais problemático isso fica. E nesse caso nem adianta checar o mapa do caminho contrário porque o ônibus que chega ao terminal geralmente não é o mesmo que sai (o motorista tem que descansar, ir ao banheiro, etc.). Quando o motorista da vez finalmente liga o ônibus para sair, o tempo que o rastreador leva para dar boot, fazer o “fix” GPS, enviar a posição para a central e essa posição chegar ao seu smartphone já compromete bastante suas chances de “ver” o ônibus no rastreamento antes dele passar pela sua parada. O que nos leva ao problema seguinte.

Falta uma opção de alarme de proximidade do ônibus

Os dois problemas anteriores seriam fortemente minimizados se você pudesse ajustar a app para tocar um alarme quando o ônibus aparecesse a, digamos, cinco minutos da sua posição. Mesmo que os problemas anteriores não existissem o alarme ainda seria útil, porque é muito mais confortável esperar o ônibus se você puder fazê-lo sentado, na sombra e sem precisar ficar atento o tempo todo. Com um alarme você pode escolher onde e como esperar. Mais incômodo do que ficar de pé esperando um ônibus por 50 minutos é não poder se entreter com um livro ou com o smartphone durante essa espera.

Nem todas as paradas tem a informação correta das linhas

Para você ver quanto tempo falta para seu ônibus chegar numa certa parada a Cittamobi precisa ter o cadastro daquela linha parando naquela parada e nem sempre essa informação está completa. Você não tem como reportar uma omissão para a Cittamobi nem como dizer “apenas para mim considere que essa linha pára nesse ponto”. Você tem que procurar outra parada que tenha a informação de que seu ônibus pára nela.

Você não pode selecionar paradas no mapa Itinerário

Isso é bastante confuso. Você pede para ver o itinerário de uma linha, vê as paradas, mas não pode selecionar uma delas para ver quanto tempo vai demorar para chegar ali e muito menos favoritar uma parada. Você só pode selecionar uma parada procurando no mapa “Vai para onde” e depois consultar de uma em uma parada na região desejada procurando em qual delas o ônibus que você deseja aparece listado. A solução para isso é primeiro consultar o itinerário do ônibus, memorizar no mapa qual a parada desejada e depois ir ao outro mapa para selecioná-la ou favoritá-la.

9 comentários
  • Luciano - 18 Comentários

    Já tentou usar o Google Maps?
    Em algumas localidades ele mostra o itinerário ao vivo (acredito por GPS).

    Outra solução que também testei um tempo foi o Moovit.

    Recentemente reduzi muito meus trajetos diários de ônibus, estou usando bastante as caronas oferecidas pelo Waze Carpool.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Já tentou usar o Google Maps?
      Em algumas localidades ele mostra o itinerário ao vivo (acredito por GPS).

      Acho que o serviço não está disponível em Recife. Nesta página existe até uma animação mostrando o funcionamento, mas não consegui ver isso nem usando o navegador no notebook, nem a app no celular.

      Outra solução que também testei um tempo foi o Moovit.

      Eu testara o Moovit meses atrás e testei de novo agora. Não encontrei informações em tempo real.

  • Ricardo Menzer - 143 Comentários

    Jefferson, suas sugestões são boas. Por curiosidade, você considerou enviar aos desenvolvedores para analisarem os problemas e suas sugestões de solução?

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu acho que os problemas do Cittamobi são tão “óbvios” para qualquer um que use a app que eles só existem por desinteresse do desenvolvedor.

  • Luciano - 18 Comentários

    O que me incomoda nestas soluções é que tentam reinventar a roda, cada um a sua maneira.

    Bastaria publicar as informações num formato conhecido que vários players como Google, Moovit e outros utilizariam os dados e apresentariam um produto melhor para os usuários.

    Um exemplo é o padrão utilizado pelo Google Maps:
    https://developers.google.com/transit/gtfs-realtime/?hl=pt-br

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Descobri hoje que o Cittamobi é uma solução “provisória”. O serviço oficial de monitoramento de ônibus no Grande Recife, SIMOP, que foi licitado em 2013, ainda não entrou em operação. Resta saber se esse serviço que vai custar 40 milhões dos nossos impostos vai ter uma interface aberta ou não.

      • Jefferson - 6.606 Comentários

        Estou dando uma olhada no Edital de Licitação do SIMOP e encontrei algumas coisas interessantes:

        O sistema deve ter métodos auxiliares ao GPS para localização dos ônibus, entre eles o uso do hodômetro e a identificação por tags no itinerário.

        Não é só rastreamento. O SIMOP envolve toda a operação do veículo, incluindo as câmeras, bilhetagem, sensores das portas, numero de passageiros, comunicações com o motorista, etc.

        Ao iniciar o turno de trabalho o motorista se identifica no computador de bordo e diz em que linha aquele ônibus vai operar.

        O tempo de boot do equipamento deve ser inferior a um minuto.

  • Augusto Zimiani - 1 Comentário

    Olá, Jefferson, como vai?

    Meu nome é Augusto Zimiani, sou UX/UI Designer no CittaMobi, e somente hoje encontrei seu post. Parabéns pela análise, é muito importante para nós encontrarmos opiniões sinceras e críticas ao trabalho que nos propomos a fazer, pois só assim poderemos melhorar definitivamente!

    Todos os comentários tem bastante valor pra nós e saiba que não passarão despercebidos. Existem várias justificativas pra cada coisa, mas nem é o caso também ficarmos rebatendo ou dando desculpas. Vamos avaliar cada comentário dado no seu post e buscar fazer o melhor app possível!

    Gostaria de te fazer um convite: tem interesse em se tornar beta tester?

    Mais uma vez, obrigado pelos feedbacks!

    :)

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Augusto, seu comentário se perdeu no sistema de moderação do blog e só hoje eu esbarrei nele e o publiquei. Nme mesmo o email que eu recebo para cada comentário postado eu consigo encontrar.

      Gostaria de te fazer um convite: tem interesse em se tornar beta tester?

      Desde que começou a pandemia eu parei de andar de ônibus. Talvez quando essa crise passar :)

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