 Jefferson,  13 de março de 2012, Arduino, bluetooth, eletrônica, uc Estes módulos foram adquiridos na Goodluckbuy e chegaram em junho de 2011. Só consegui testar na semana passada (imagine a quantidade de coisas atrasadas que tenho aqui) e agora estou registrando.
Slave USD 10.40
Master USD 10.40

Os dois módulos são praticamente idênticos. Mudam alguns componentes na placa base e a programação na placa bluetooth (que você não pode mudar facilmente). O que basicamente diferencia o Master é a presença do botão ( o retângulo rotulado “K1” na placa). Note que o segundo chip é uma memória flash de 1MB (MXIC MX29LV800 no slave). Essas coisinhas minúsculas tem firmware, que é diferente em cada papel. Não adianta colocar os componentes que faltam no módulo slave e esperar que funcione como master.

Na maior parte dos casos você pode ignorar os pinos STATE e WAKE/ON/OFF. Só os pinos VCC, GND, TXD e RXD são indispensáveis.
Para entender o propósito e aplicação desses módulos, basta assimilar o seguinte:
- O master só pode se comunicar com um (e apenas um) slave;
- O slave pode se comunicar com um (e apenas um) master ou um (e apenas um) computador com suporte bluetooth, que nesse caso atua como master;
- Não pode haver comunicação entre dois slaves ou dois masters. É preciso um de cada. Salvo engano, é uma limitação do protocolo BT;
- Tanto o master quanto o slave podem ser conectados fisicamente a qualquer coisa que ofereça uma porta serial RS232 TTL. Isso pode ser um computador com um adaptador USB – serial TTL ou microcontroladores e dispositivos prontos que tenham portas seriais, mesmo se forem “caixas pretas”. Se a porta é RS232, deve funcionar;
Funcionamento do módulo master
É preciso prestar atenção ao LED:
- Piscando rapidamente (várias vezes por segundo): O master nunca foi pareado com um slave;
- Piscando devagar (aprox. uma vez por segundo): O master “lembra” de ter pareado com um dispositivo, mas não está pareado no momento;
- Aceso: pareado
Uma vez que o master nunca tenha sido pareado com um slave, o pareamento ocorrerá automaticamente quando um slave for ligado no alcance dele. Ele sempre lembrará desse slave pelo seu endereço MAC e não pareará com nenhum outro que apareça, a não ser que se aperte o botão, que apagará o MAC gravado (você pensou que o botão servia para parear, né? Eu também!).
Funcionamento do módulo slave
- LED piscando: a porta não está “aberta” ainda. Simplesmente parear não adianta;
- LED aceso: porta serial aberta
Uso no PC
Você pode usar tanto o master quanto o slave no PC, desde que use um adaptador USB ou algo do gênero. A vantagem de usar esses módulos no PC é que o computador nem precisa saber o que é BT, livrando você de se envolver com configurações do stack, pareamento, etc. Nada de mexer com Bluesoleil ou com o stack padrão do Windows. Só é preciso instalar o driver do adaptador que você escolheu, que vai criar uma porta serial que você vai usar. Mas para o caso de você querer economizar um módulo, eis o que eu fiz:
- Liguei o slave nas proximidades do computador;
- No meu PC rodando XP e já preparado para comunicação bluetooth eu iniciei o Bluesoleil e mandei procurar novos dispositivos;
- Achou um de propósito deconhecido (simbolizado com uma interrogação);
- Mandei fazer o pairing e usei como passcode (no chute) “1234”. Funcionou;
- Feito o pairing, fiz um “Refresh Services” e o Bluesoleil mostrou que havia uma porta serial disponível;
- Pedi para usá-la e uma porta COM6 foi criada no meu PC (O bluesoleil informa qual é a porta).
Depois de tudo isso o LED do slave ainda pisca vermelho. É normal. No PC você vai agora abrir um programa para se conectar a essa porta serial criada. Você ira se comunicar com o que quer que seja que esteja conectado fisicamente ao slave.
No Seven, usando o stack do próprio Windows, o processo foi mais enrolado. Vou deixar registrado aqui porque pode ser útil:
- Mandei procurar dispositivos. O Seven encontrou o “linvor”;
- Cliquei com o botão direito e pedi Propriedades;
- Cliquei em Serviços;
- Habilitei “Serial Port (SPP) ‘Dev B'” (é o único que aparece). O Windows diz que é COM15;
- Até aí, eu estava achando estranho porque faltava parear;
- Abri o programa de comunicação, pedi para abrir a mesma COM15. Foi nesse momento que o Seven me perguntou se eu dava permissão de acesso a Bluetoth. Eu autorizei e só então foi perguntado o passcode. Entrei “1234”.
Daí em diante passou a funcionar.
Note que essas diferenças de comportamento são “de matar” se você precisar dar suporte, o que já justifica plugar um módulo BT especifico no computador.
Comandos
Quando o módulo não está pareado, você pode mandar alguns comandos AT para ele. Esses comandos variam dependendo da empresa que criou o firmware e muito do que você vai encontrar por aí (inlcuindo os links que vou fornecer) não funciona com estes módulos específicos. Os seguintes foram comandos que funcionaram comigo:
Comando AT+NAME : muda o nome com que o módulo se apresenta. Default desses módulos: “linvor”.
Exemplo: AT+NAMEBTslaveGLB
Resposta: OKsetname
Muda o nome para “BTslaveGLB”
OBS: Talvez seja necessário apagar algum cache no bluesoleil para que a mudança fique visível;
Comando AT+PIN: muda o PIN (senha do pareamento)
Exemplo: AT+PIN1234
Resposta: OKsetPIN
Muda a senha BT para 1234
Comando AT+VERSION : Diz a versão do firmware. Pode ser útil para checar se dois módulos são “compatíveis” quando algo não estiver funcionando;
Exemplo: AT+VERSION
Resposta: OKlinvorV1.5
Links úteis
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 Jefferson,  13 de março de 2012, energia, hardware, wfs Preço quando comprei: USD 3.70

Meu GPS de 7″, se não estiver completamente carregado, drena uns 800mA. Conectado ao carregador de 2 dólares da DX (que em outras situações funciona muito bem), ele fica ligando e desligando, porque o carregador não suporta a corrente. Eu precisei fazer uma gambiarra com dois carregadores em paralelo para que funcionasse.
Então eu comprei este, me baseando nos reviews. Até agora está funcionando direito.
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 Jefferson,  11 de março de 2012, hacks, hardware No mínimo, vai ser necessário usar um adaptador wireless compatível, porque TVs vendidas sem DLNA não tem conexão ethernet (não que eu saiba).
As informações vem deste site. As dicas estão nas tabelas de compatibilidade da série B (2009) e da série C (2010). Por exemplo, aqui estão instruções para as séries C350 e C450.
Eu tenho uma LN40C530 e poderia testar isso, mas a TV já saiu de garantia e só quem a usa são meus pais. É um brinquedo muito caro para eu fazer uma experiência que vai me trazer zero de retorno. Eu precisaria ter uma razoável certeza de que mudar o modelo para C550 no menu de serviço é seguro. E para isso é preciso ler mais.
O amigo José Carneiro tem uma TV série B e uma série C, mas como ele tem vários media players eu não creio que o “risco x benefício” seja interessante para ele também.
Algumas TVs também podem ganhar PVR (gravação em HDD USB). Veja as tabelas. As nossas não podem e isso valeria a pena.
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 Jefferson,  11 de março de 2012, hardware Eu precisei pesquisar a compra de um adaptador desses para um cliente e os preços variavam de R$93 na Fastshop a R199 no Submarino. Pesquisando opções, descobri que muitas pessoas reportaram sucesso com adaptadores com chipset Ralink RT2870. O danado é que não é fácil também achar um adaptador que explicitamente use esse chipset. Nenhum dos que eu tinha em casa usa.
Não querendo esperar, o cliente acabou comprando o adaptador na Fastshop. No dia da instalação eu aproveitei para plugá-lo no meu notebook e assim coletar dados sobre ele do Registro do Windows.
Chave completa exportada do Registro (sem instalar driver):
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26
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Windows Registry Editor Version 5.00 [HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\ControlSet001\Enum\USB\VID_04E8&PID_2018] [HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\ControlSet001\Enum\USB\VID_04E8&PID_2018\1.0] "DeviceDesc"="802.11 n WLAN" "Capabilities"=dword:00000014 "HardwareID"=hex(7):55,00,53,00,42,00,5c,00,56,00,49,00,44,00,5f,00,30,00,34,\ 00,45,00,38,00,26,00,50,00,49,00,44,00,5f,00,32,00,30,00,31,00,38,00,26,00,\ 52,00,45,00,56,00,5f,00,30,00,31,00,30,00,31,00,00,00,55,00,53,00,42,00,5c,\ 00,56,00,49,00,44,00,5f,00,30,00,34,00,45,00,38,00,26,00,50,00,49,00,44,00,\ 5f,00,32,00,30,00,31,00,38,00,00,00,00,00 "CompatibleIDs"=hex(7):55,00,53,00,42,00,5c,00,43,00,6c,00,61,00,73,00,73,00,\ 5f,00,46,00,46,00,26,00,53,00,75,00,62,00,43,00,6c,00,61,00,73,00,73,00,5f,\ 00,46,00,46,00,26,00,50,00,72,00,6f,00,74,00,5f,00,46,00,46,00,00,00,55,00,\ 53,00,42,00,5c,00,43,00,6c,00,61,00,73,00,73,00,5f,00,46,00,46,00,26,00,53,\ 00,75,00,62,00,43,00,6c,00,61,00,73,00,73,00,5f,00,46,00,46,00,00,00,55,00,\ 53,00,42,00,5c,00,43,00,6c,00,61,00,73,00,73,00,5f,00,46,00,46,00,00,00,00,\ 00 "ContainerID"="{4a105cca-9a45-539b-8225-5b4d6b05772f}" "ConfigFlags"=dword:00000040 "LocationInformation"="Port_#0004.Hub_#0007" [HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\ControlSet001\Enum\USB\VID_04E8&PID_2018\1.0\LogConf] [HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\ControlSet001\Enum\USB\VID_04E8&PID_2018\1.0\Control] |
O mumbo-jumbo em hexadecimal se traduz nisso:
Hardware ID
USB\VID_04E8&PID_2018&REV_0101
USB\VID_04E8&PID_2018
Compatible IDs
USB\Class_FF&SubClass_FF&Prot_FF
USB\Class_FF&SubClass_FF
USB\Class_FF
Mas o que realmente importa, pelo menos a princípio, é isto: VID_04E8 e PID_2018
De posse dessa informação eu consegui encontrar sites de pessoas que realmente sabem do assunto e não estão apenas chutando, como este aqui.
Lista resumida de adaptadores compatíveis (todos tem ressalvas – verifique o site):
- Dlink DWA-125 UK – USA – AU – Muitos erros
- Dlink DWA-140 UK – USA – AU -Depende da revisão
- Dlink DWA-160 UK – USA – AU
- Edimax EW-7718Un (requer um hack confirmado nesta página)
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 Jefferson,  10 de março de 2012, blog, wordpress O WordPress tem uma limitação irritante, que não descobri ainda como contornar. Como os comentários são moderados, eu recebo um e-mail pedindo minha aprovação com um link explicitamente marcado “Aprovar”. Só que ao contrário do Blogspot, onde clicar no link de aprovação é suficiente para aprovar o comentário se você estiver logado na sua conta, o WordPress abre uma página de administração perguntando se você confirma essa aprovação.
Eu geralmente esqueço disso, clico no link e continuo a ler meus e-mails, sem notar que uma nova abra abriu pedindo a danada da confirmação. Para mim, o comentário foi aprovado. E eu só percebo que não foi se encontrá-lo por acaso na fila, dias depois. Isso aconteceu agora mesmo com um comentário de Ricardo Menzer, que para mim tinha sido aprovado quatro dias atrás.
Eu acho isso beeeeem estúpido, mas não consegui desligar esse comportamento. Está sendo minimizado pelo fato de que todos os que já tiveram um comentário aprovado escapam da fila. Mas leitores “novos”, mesmo que me sigam há muitos anos em outros blogs, ou que incluam palavras e links que sejam apanhados pela moderação automática, podem ser apanhados.
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 Jefferson,  10 de março de 2012, Firefox Eu comecei a falar sobre essa minha necessidade em julho de 2010 no Buzz. Nada do que eu testei na época conseguiu me agradar. Mas há algumas semanas eu fiz nova pesquisa e encontrei duas extensões que aparentemente funcionam bem.
Nota: estou usando o Firefox Portable 3.6.25
- Internote v3.01 – Eu havia testado o Internote antes, mas o programa ainda estava na V2 e os bugs eram muitos. Agora funcionou direito na primeira tentativa, mesmo com 900 abas abertas;
- FloatNotes 0.7.0.6 – Não funcionou na primeira tentativa. Nenhuma anotação era criada. Passou a funcionar “do nada” depois que eu abri uma página em uma nova janela. Aí o complemento passou a funcionar mesmo com uma única janela;
Eu prefiro o Internote porque ele tem um gerenciador de anotações onde eu posso ver tudo o que anotei e exportar para vários formatos e importar do formato próprio do complemento.
As anotações ficam “ancoradas” no ponto da página onde você as coloca. Assim você pode ter uma anotação para a página, no topo dela, e anotações para parágrafos e fotos espalhadas por ela.
Isso está sendo muito útil quando analiso produtos no mercadolivre, ebay, bic, dx, glb, etc. Às vezes o produto parece interessante, mas há um detalhe importante que o desqualifica mas não se percebe imediatamente. Eu faço notas sobre isso para evitar que eu compre o produto mais tarde, por engano. Também anoto quando eu vi algo melhor em outra loja.
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 Jefferson,  10 de março de 2012, android, Tablets, WTF Eu não vi em outros sites, mas a descrição no site das Americanas é cômica:
“O único Smartphone Touchscreen do mundo com caneta para escrita na tela acaba de chegar ao mercado! “
Se eles dissessem “única touchscreen capacitiva…” estariam mais perto da realidade. Ignoram a existência da linha Treo e a capacidade de boa parte dos smartphones Windows Mobile nos últimos oito anos.

Eu imagino o quanto dá para confiar no resto 
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 Jefferson,  09 de março de 2012, android Há duas semanas, investigando um problema esquisito no meu Quench (ele reinicia sozinho algumas vezes por dia), descobri que existia um firmware mais recente do que o que eu estava usando e, apesar de não ser nenhum fã dessas mudanças, resolvi instalá-lo. Passei do CyanogemMod 7.0 baseado no Android 2.3.5 (instalado em 7 de agosto de 2011) para o CyanogenMod 7.1.0 baseado no Android 2.3.7, usando estas instruções.
Como eu já tinha uma CyanogemMod instalada, o procedimento era simples demais, porém tive problemas. Na primeira tentativa de instalação o telefone ficou um loooongo tempo parado em 50% do processo. Após checar que poderia me recuperar disso, abortei e tentei de novo. Na segunda tentativa a instalação se completou, mas todas as apps da Google deixaram de funcionar, incluindo o Market. Ao acessá-lo eu recebia a mensagem: “You must add an account to the device to continue.Do you want to add one now?” . Clicar em Yes me jogava de volta para a Home. Se me recordo bem bastou instalar o pacote Google Apps usando o menu de recuperação (o mesmo usado para instalar o novo firmware) para resolver o problema. Isso apesar do tutorial sugerir que não seria necessário.
O problema de reiniciar não desapareceu, mas o danado do firmware é bem melhor do que o que eu estava usando.
- Visualmente já deu outra vida ao telefone. O papel de parede é mais bonito, o boot e o destravamento do telefone tem animações.
- As aplicações podem ser agora divididas por categorias, chamadas de “catalogs”. Após criar as categorias, você passeia por elas movendo a tela de aplicações para a esquerda e direita.
- Agora basta segurar qualquer ícone de aplicação, em qualquer tela, para ter acesso à tela “Application Info” e ao Market. Antes era preciso dar uma volta grande para isso;
- Com um movimento de pinça com os dedos na Home você tem acesso a uma tela com os thumbnails de todas as 5 telas virtuais que a compõem. Com uma animação agradável;
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 Jefferson,  09 de março de 2012, Livros 
The Power of Six (que é oficialmente traduzido como “O Poder dos Seis”, mas eu discordo) ficou no mesmo nível que o primeiro livro da série. Nem melhor, nem pior. A estória vai ficando mais interessante, mas a quantidade de furos vai aumentando com o número de personagens. “Pittacus Lore” (um pseudônimo para os dois escritores que são autores da saga) continua bem longe da qualidade narrativa de J.K. Rowling, mas é bem melhor do que ler um livro de Rick Riordan.
Coisas que me incomodam:
- Como os gardes parecem escapar por pouco de morrer ao enfrentar grupos com meia dúzia de inimigos para depois derrotar grupos com centenas deles com relativa facilidade;
- Por que os inimigos são tão burros para atacar antes de pedir reforço. E nunca usam armas realmente destrutivas;
- Como o inimigo transporta tantas feras pelo país com tanta rapidez;
- Especifico deste livro: como Hector Ricardo se aliou a Clayton tão facilmente? Cadê a desconfiança natural nesse tipo de situação?
Por que discordo de “O poder dos Seis”?
“The Power of Six” pode ser traduzido como “O Poder de Seis” ou “O Poder dos Seis”. O único argumento a favor de “dos” é o livro se referir aos seis gardes ainda vivos. Mas esse argumento tem problemas:
- No livro descobrimos que na verdade 10 gardes chegaram à terra. Então restam 7 gardes vivos;
- No livro ficamos conhecendo mais três gardes, além dos dois que já conhecíamos. O leitor é apresentado ao poder de cinco e não de seis;
Então eu não sei de onde vem “o poder dos seis”. Já a garde número seis, que até a metade do segundo livro nem nome tinha, sendo chamada apenas de “seis”, demonstra mais de uma vez durante o livro ser a mais poderosa garde conhecida, sem nem mesmo ter acesso ao seu “baú” roubado há muito pelo inimigo, o que para mim corrobora “O poder de Seis”.
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 Jefferson,  09 de março de 2012, fotografia, ofertas Pois é. Um dia depois de eu ter cancelado a compra da bomba cor de rosa, o amigo José Carneiro me passou um link do Submarino com um cupom (mas eu não sei para quantas compras esse cupom funciona), que me permitiu comprar novamente a câmera e por R$90 mais barato. Porque além do desconto, não paguei frete. No carrinho há cobrança de frete, mas ao finalizar a compra o frete aparece como gratuito. Comprei com meu VISA.

Como vocês podem ver, agora eu estou prestando atenção às fotos :P
Não, por esse preço a decoração extravagante não me incomoda. Rosa com florzinhas é que não dava mesmo!
Notar que esta oferta não inclui o cartão de 4GB como na oferta das Americanas, mas eu acho irrelevante depois de ter comprado um cartão de 8GB Classe 10 por menos de R$20 na DX. Notar também que o cartão que vem com a câmera das Americanas é exibido como sendo um mísero Classe 2.
Agradeço ao amigo José Carneiro pela dica.
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Dá para usar o modulo slave sem precisar do master em micro com bluetooth ? Se for é realmente um dispositivo bem interessante. Acho que pode ser muito útil como uma serial sem fio.
Se você quer dizer colocar o módulo slave em um micro que já tem bluetooth, sim, pode.
Inclusive foi assim que testei o módulo slave, conectando com o adaptador BT do mesmo computador. E duas instâncias do mesmo programa de comunicação serial ligadas nas reepectivas portas.
Veja isto aqui => http://www.ebay.com/itm/New-Ultra-U12-40929-X-Connect-Wireless-USB-Data-Kit-/230760823279?pt=LH_DefaultDomain_0&hash=item35ba6ab9ef , comprei um destes para mim no ebay neste mesmo vendedor.
Isto é um adaptador usb sem fio, que serve para ligar quase qualquer coisa (existem algumas restrições) USB 1.0 ou 2.0 no computador sem precisar de fio, mas nem tudo é perfeito, por exemplo: além do custo alto o alcance é pequeno (não consegui conexão com uma coluna de concreto no meio do caminho), mas se estiver no alcance dá para ligar até um HD externo USB e transferir arquivos com boa velocidade (no padrão USB2.0), praticamente como se estivesse conectado diretamente na interface USB do micro, e infelizmente precisa instalar um driver, acho que ele não funciona no Linux (não testei isto ainda).
Este seu aparelho tem um funcionamento semelhante, mas tem uma grande vantagem, o protocolo é aberto (bluetooth), o que acaba sendo uma grande vantagem, seria ótimo se conseguisse algo parecido usando USB (bluetooth para USB ou USB para bluetooth). Imagino que até possa existir, mas até agora não encontrei nada.
Esses módulos são programados para serem um link RS232 sem fio. Nada mais. Tem mais utilidade em aplicações comerciais e industriais que para o usuário comum, embora, teoricamente*, fosse possível até fazer a recuperação do firmware de um DVD player Mediatek via BT com eles.
*Se já é difícil fazer o cabo com fio funcionar direito, imagine sem fio.
A DX tem o módulo slave um pouco mais barato.
E para quem precisar conectar diretamente a uma porta RS232, a DX tem uma solução completa, por um preço razoável.
Falta entender qual é o seu papel. Como tem um botão eu suponho que seja master. Mas seria legal se pudesse operar nos dois.
O problema é a demora da DX para postar.
Mas barato mesmo é usar apenas a placa base, que custa apenas USD 6.60 na DX. Você basicamente só precisa lembrar que a aplaca opera a 3.3V, incluindo TX e RX. Lembrando que o Arduino também fornece essa tensão e se não me engano já reconhece 3.3V como HIGH.
[img]https://ryan.com.br/blogs/quicktalk/wp-content/uploads/2012/03/sku_80711_1.jpg[/img]
Fiquei realmente curioso, encomendei um para testar (o preço é muito baixo), um destes pode até servir como uma forma de ter uma interface serial numa máquina em que isto não está disponível (já tive este problema, atualmente tenho uma serial numa placa PCIE para monitorar um nobreak SMS antigo). O melhor é que ainda é sem fio e ainda usa um protocolo aberto, melhor impossível.
Como é a fonte de energia dele ? é pela serial ?
Não. Você precisa providenciar 3.3V para alimentação. Do lado do PC isso não é problema porque como você vai obrigatoriamente conectar através de um adaptador USB-SERIAL, os 3.3V devem estar disponíveis em algum dos fios do adaptador. Eu recomendo um como este.
[img]https://ryan.com.br/blogs/quicktalk/wp-content/uploads/2012/03/cp2102-6pin-module_01.jpg[/img]
hummm… posso ter entendido errado.
Imagino agora que você tenha comprado apenas um slave, para ligar do lado do nobreak, e fazer o link com o PC usando um adaptador BT genérico.
Nesse caso você vai precisar usar mais conhecimentos de eletrônica. Se o nobreak opera dentro da norma, a tensão na sua porta RS232 pode variar em todos os terminais de +12V a -12V. O módulo BT vai fritar se você tentar plugá-lo diretamente.
E preciso instalar o módulo antes da seção RS232 do nobreak, quando o sinal ainda é TTL.
Ou você pode usar a solução completa da DX.
O conversor é este
,
imagino que ele seja seja feito para conectar numa serial padrão.
Sim, esse será o mais fácil de usar na sua aplicação. Porém é bem provável que você tenha que providenciar alimentação externa, porque a não ser que a porta serial do nobreak tenha uma capacidade de corrente acima do determinado pelo padrão, não irá conseguir alimentar um módulo BT.
Perceba o conector de 4 pinos no fundo. Dois deles estão marcados + e -. Eu suponho que é por aí que a alimentação externa deverá entrar.
Neste site tem algumas informações interessantes sobre o módulo Bluetooth que tem nessas placas: http://byron76.blogspot.com
Olá tenho mt curiosidade sobre o assunto, ja tenho os modulos mais queria saber se ha como fazer uma comunicação entre 2 uC cada com 1 modulo bluetooth, tipo para usar em uma automatização qualquer sem fio! Ja teve alguma experiencia sobre isso?? Ate breve!!
Bom dia comprei dois modulos bluetooth estou querendo ligar numa placa de carrinho de controle remoto,um modulo na do controle e um na do carrinho,mas nao vai ter um visor.
Gostaria de saber se tem como fazer eles se sincronizar sem pedir uma senha,mas so se conectaria o modulo que queria um certo nome.tem como?
É possível realizar a configuração automática da taxa de transmissão do modem bluetooth para 19200 bps (mais rápido). O tutorial e os programas estão disponíveis no link:https://dl.dropbox.com/u/101922388/ModemBluetooth19200.zip e no link:https://dl.dropbox.com/u/101922388/sanusbee.zipLigações dos pinos:JY-MCU——–ArduinoRX————— PINO 3TX—————-PINO 2GND—————GNDVCC—————–5V
Boa tarde
Adquiri um modulo bluetooth slave e gostaria de saber como entro em modo AT, este esta ativo por default?
Em outro módulo que adquiri que é máster tenho que alterar o estado do pino 34 para nível alto para que ele entre em modo AT.
Grato pela atenção
Jefferson, note que ambas as plaquinhas, master e slave, possuem o chip de memória flash 28LV800, é que no master está mais escondido de ler o código do chip.
Também que na plaquinha “master” (figura abaixo) existe um resistor a mais que talvez esteja conectando +5V ao pino 18. Quem sabe você possa conferir com multimetro. Se estiver, então essa é a explicação que existe em alguns websites, que é o que converte a placa de slave (sem resistor) para master (com resistor). Veja que na plaquinha slave esse resistor não está instalado.
Wagner,
Desculpe, esqueci seu comentário na fila de moderação.
Sim, eu percebi tudo isso. Mas os firmwares de ambos ainda podem ser completamente diferentes. Pode não ser o bastante fazer essas modificações para transformar um modelo em outro.
srsrrs
postei a pergunta no tópico errado!! Foi MAL!!
Cara uma duvida,
é possível fazer 2 módulos conversarem? Tipo tenho dois desse módulos será que consigo fazer os dois se comunicarem sem a necessidade de um celular ou notebook?
Se usar um master e um slave, pode. Isso está no texto.
OLÁ BOM DIA!
SÃO REALMENTE MUITO DIDÁTICOS E ÚTEIS OS SEUS POSTS.
GOSTARIA DE SABER SE EXISTE ALGUMA LITERATURA A RESPEITO DE COMO PROGRAMAR UM DISPOSITIVO MASTER E SLAVE PORQUE PRECISO UTILIZÁ-LOS EM UM PROJETO DE COMUNICAÇÃO SEM FIO, DEIXAR UM BT LIGADO SOMENTE A UM OUTRO BT NO CASO SLAVE.
JA TENTEI PEGAR ALGUNS PROGRAMAS NA NET MAS NÃO CONSEGUI FAZER NENHUM FUNCIONAR!
OBRIGADO E PARABENS PELO BELO TRABALHO!
Você não “programa” esses dispositivos. Você os “usa”.
Como vai fazer isso depende do resto do seu hardware. Se é um arduino você precisa saber programar comunicação serial em um arduino. Se for outro microcontrolador você precisa saber como usá-lo.
Não escreva em maiúsculas. Isso é considerado GRITAR e portanto falta de educação.