 Jefferson,  24 de fevereiro de 2011, lisarb, Recife
Aqui em Recife algumas revendas de veículos decidiram tomar posse da via pública. Você não encontra onde estacionar nas proximidades delas porque o meio fio nas vias próximas está todo tomado por veículos à venda. E não é nada discreto não: todos pintados com ano e preço e uma já chegou ao descaramento de botar uma rampa para "levantar a bunda" do carro e deixá-lo mais visível.
Alguém sabe a que órgão da prefeitura se presta queixa disso? E, melhor, se surte algum efeito?
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 Jefferson,  23 de fevereiro de 2011, O nosso “hacker honorário”, Rictad, está de volta. Novamente surpreendeu fazendo o primeiro hack de firmware para receptor de TV digital brasileiro:
https://ryan.com.br/smf/index.php?topic=692.0
As inscrições no fórum estão temporariamente reabertas para atender os interessados no trabalho de Rictad.
Liked by: Saulo Benigno, Geraldo Sales, Julio Cesar Sys
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 Jefferson,  23 de fevereiro de 2011, Acho que a maioria dos leitores já devem conhecer o útil Muambator http://www.muambator.com/
Mas uma coisa que me faz falta desde que eu conheço o serviço é a capacidade de "compartilhar" o rastreamento com outra pessoa, sem que ela precise se cadastrar. Algo útil quando você vende coisas pela Internet.
Pois o Daniel Plácido, leitor antigo do meu blog, deve ter sentido falta disso também e lançou um serviço que faz isso mesmo: http://tracker.digipaperinformatica.com/
A página é bem espartana, mas quem precisa de layout bonitinho quando "o que importa" são os e-mails enviados?
Porém eu acho que mesmo no serviço de Daniel, o cadastro faz falta. Quem envia gosta da possibilidade de ver uma lista de seus despachos, do contrário ele ainda precisa fazer um controle manual do que ainda não chegou. Seguindo esse raciocínio, basta que o muambator inclua a opção de enviar um e-mail para uma segunda pessoa, por encomenda, para "recuperar a dianteira".
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 Jefferson,  23 de fevereiro de 2011, Entre os usuários comuns parece generalizada a crença de que "DVD" é para gravar "filme".
Todos se espantam quando eu digo que podem gravar seus arquivos diversos em DVDs, mais rápido, mais conveniente e por um custo muito mais baixo do que gravando em CDs.
E muito menos parecem saber que num DVD cabem no mínimo 6 CDs.
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 Jefferson,  23 de fevereiro de 2011, dealextreme, FaltamComentarios Post tira-dúvidas.
Muitos posts meus sobre compras feitas na DX estão sendo poluídos pelas mesmas perguntas de sempre sobre a empresa, quando o foco da discussão deveria ser o produto. A partir de hoje eu vou direcionar quaisquer perguntas desse tipo em posts antigos para este post e novos posts já virão com um link para cá.
É importantíssimo ler a portaria norma da Receita sobre compras no exterior pelo correio: http://www.receita.fazenda.gov.br/aduana/rts.htm
Perguntas frequentes
Vou pagar imposto? Qualquer mercadoria enviada da DX para você, quer custe 50 centavos ou 500 dólares, está sujeita a 60% de imposto de importação. Se você vai pagar ou não depende exclusivamente do critério dos fiscais da Receita Federal para escolher sua mercadoria no meio das milhares que chegam diariamente nos Correios.
Mas me disseram que eu só pago imposto para encomendas a partir de US$50! Está mal informado. Pare de obter respostas no Yahoo Answers e consulte a portaria norma da Receita. Eu compro no exterior há uns 20 anos e nunca foi assim, pois esse critério está em vigor há muuuuuito tempo. Note que a atual norma está em vigor desde 1999.
Minha mercadoria pode ser confiscada? Existem produtos ilegais no Brasil que são vendidos livremente na DX. Por exemplo, você não pode comprar armas de brinquedo que sequer pareçam com armas de verdade. Você também não deve comprar falsificações, principalmente se tiverem a marca falsificada estampada no produto. Mesmo estando perfeitamente ciente de que se trata de falsificação você não pode comprar tal coisa, mesmo para uso pessoal. O problema nesse caso é o uso indevido de uma marca registrada.
Me disseram que se eu adicionar "drop shipping" o risco de ser taxado tributado é menor! Delírio. Puro delírio. A intenção do "drop shipping" não é e nem nunca foi te ajudar com taxação tributação. O objetivo é deixar mais difícil para a pessoa que receber a mercadoria descobrir onde você comprou. Os fiscais da Receita passaram em um dos concursos públicos mais difíceis do país e é delirante achar que eles possam ser enganados por artifícios desse tipo.
Quanto tempo demora para chegar? Há épocas em que leva apenas 15 dias desde a postagem pela DX até chegar na minha porta aqui em Recife, mas esteja preparado para esperar meses. Tive encomendas que levaram quatro meses em trânsito. Faça o possível para que suas encomendas tenham tracking pois estas os Correios tem mais pressa em entregar, mas mesmo assim demora muito. Se você é do tipo ansioso, não compre no exterior.
Fiz a besteira de enviar sem tracking! E agora? Grande besteira mesmo. A minha experiência diz que a coisa chega (os correios são de uma honestidade espantosa nesse sentido) mas que demora horrores. E sem o código de tracking você fica o tempo todo no mais completo escuro. Nem certeza de que postaram você tem. Se sua encomenda for de menos de US$15, acrescente alguma coisa que totalize US$15 e a DX te dará tracking gratuito. Eu tenho uma lista de coisinhas de US$2 a US$4 na minha Wish List que sempre acrescento a uma encomenda para completar os US$15.
Mas faz duas semanas que eu comprei e a DX nem enviou ainda! Embora isso não seja regra, é normal. A DX não trabalha com estoque próprio e faz o pedido ao fornecedor depois que recebe o seu. Se o fornecedor não tiver para entregar, seu pedido ficara "pending" até que o produto chegue na empresa. O que pode levar dias, semanas ou meses. Se não concordar com a espera, solicite o cancelamento e o reembolso ou troca por outro produto. Tenha em mente que o reembolso pode levar um loooongo tempo. Aqui no Brasil mesmo, ser reembolsado de uma compra no cartão de crédito pode levar uns 60 dias. Não espere que no exterior, com o Paypal no meio, fique mais ágil.
HELP! A DX não responde minha reclamação! Também é normal. Eles devem lidar com centenas ou milhares de reclamações por dia (a maioria relacionada com demora de postagem e envio, provavelmente). Tenha paciência e insista com eles se for o caso. Não adianta ficar chorando em fóruns que não tem nada a ver com a DX.
A DX é honesta? Para mim, é. Ainda não vi um único indício de desonestidade vinda deles e já comprei uma centena de bugigangas lá.
E sobre a qualidade dos produtos? Varia muito. Leia os reviews e posts do fórum sobre o produto e decida se é o que você quer. Atente para o fato de que muitas vezes as descrições de produto (quase todas vem dos fornecedores e não da DX) estão completamente erradas e isso é apontado nos reviews. Se você é do tipo chorão, nunca compre nada que não tenha uma porção de reviews confirmando que se trata do que você quer. Comprar um produto "às cegas", do outro lado do mundo, é para os bravos, que tem dinheiro sobrando.
O que você acha do produto "X"? Compre um para mim de presente e eu lhe direi. Ou pergunte à Mãe Diná. 
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 Jefferson,  22 de fevereiro de 2011, Noções de bi-amplificação
Me ocorreu escrever sobre isso por causa de algo que está discutido no post sobre o Samsung C460. Eu vou apenas rascunhar aqui, porque não me lembro de toda a teoria.
O primeiro contato que tive com a expressão "bi-amplificação" foi na adolescência (faz tempo "pracarai") em artigos do genial Cláudio César Dias Baptista (http://pt.wikipedia.org/wiki/Cl%C3%A1udio_C%C3%A9sar_Dias_Baptista) publicados na extinta revista Nova Eletrônica. CDDB explicava alguns conceitos interessantíssimos de psicoacústica e como eles eram relevantes na construção de amplificadores decentes. É muito importante frisar que na época você tinha que estar envolvido com som profissional para tirar proveito disso porque nenhum fabricante de som doméstico dava a mínima.
Os pontos de que me lembro agora são:
*Graves requerem muito mais potência que médios e agudos (chamarei apenas de "agudos"); *Graves não são direcionais. Agudos é que são; *Uma elevada distorção de graves pode ser mascarada por uma boa reprodução de agudos
A consequência direta de se ignorar o primeiro desses três pontos é achar que se pode colocar todos os alto-falantes ligados ao mesmo amplificador e só separar as frequências usando filtros passivos (bobinas e capacitores). Não nego que funciona, mas como agudos requerem muito menos energia, no ponto em que você obtém um bom volume em um, está sobrecarregando o outro. Os efeitos são distorção e desperdício de potência.
O segundo ponto já se tornou facilmente verificável hoje em dia. A maioria das pessoas que comprou um som 5.1 já percebeu que não faz nenhuma diferença significativa para onde "aponta" o subwoofer.
CDDB já explicava na época que o melhor resultado, com melhor relação entre qualidade, custo e eficiência, se dava ao usar amplificadores separados para graves, médios e agudos. Assim era recomendável dedicar seu caríssimo amplificador de alta potência (que você precisava de duas pessoas para carregar) apenas para graves e ter um amplificador bem mais simples, mas com maior atenção à fidelidade, cuidando apenas dos agudos (para aproveitar o terceiro ponto que citei)
Em equipamentos feitos para o público doméstico era impossível obter isso na época. Você tinha que ir para o mercado profissional e, no mínimo, desembolsar uma boa grana comprando crossover e amplificadores feitos para festas. Ter um som minimamente decente em casa requeria um rack enfeitado de marcas como Cygnus, Nashville e Quasar.
Hoje, qualquer som 5.1 de marcas "domésticas" como Philips, Samsung e Sony se aproveita do conceito de bi-amplificação. Você pode notar a diferença brutal entre o tamanho das caixinhas "satélite" usadas hoje e o tamanho das caixas que tinha que usar no passado, para obter o mesmo resultado. E não é porque esses satelitezinhos usem uma tecnologia mais eficiente de alto-falante. Basta desligar o subwoofer para perceber que a potência emitida pelas caixinhas é comparativamente "débil". É quase como se os agudos só existissem para "preencher detalhes".
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 Jefferson,  22 de fevereiro de 2011, minhasburradas Quando fui dormir, meu computador principal estava perfeito. Quando acordei, não quis ligar mais. O cooler da CPU dava um pequeno sinal de vida e mais nada.
Eu já esperava o pior (regulador da placa-mãe em curto) mas depois de perder um tempo desnecessário desplugando e plugando coisas e ser enganado duas vezes (o computador ainda deu partida duas vezes, só para me despistar) decidi ir buscar no carro o teste ATX: http://www.google.com/buzz/117578158927571476541/jZ6HUokiW6W/ que de cara me mostrou que a fonte estava com defeito. Power Good falhando e faltando +5V e +12V. De vez em quando funcionava, mas na maioria das vezes falhava.
Sem estresse… era só uma fonte velha e eu vinha abusando dela faz tempo.
Fui buscar minha única fonte reserva. Mas quando pluguei na tomada para testar, BUUUUUUMMMM.
Eu esquecera que no meu quarto quase tudo é 220V. A fonte estava setada para 110V.
Levei um susto danado. A fonte estava na minha mão. Nunca tinha ouvido uma explosão de fonte tão espalhafatosa. Lá da sala minha mãe gritou pelo meu nome e quando eu saí ela já estava vindo ver o que tinha acontecido.
Sabe como é… depois de fazer uma m**da dessas, é melhor esfriar a cabeça, porque outra vai estar a caminho. Abandonei do jeito que estava e fui pro notebook.
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 Jefferson,  20 de fevereiro de 2011, dealextreme 2-Port eSATA + 2-Port SATA PCI-E Express Expansion Card $12.71 http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.15351
Comprei 26/12 Chegou 11/02
Essa eu "matei" em menos de 24h.
Logo de cara a placa não quis colaborar. Nenhum HDD conectado a ela aparecia no Windows. Durante o POST ela detectava os HDDs corretamente e no próprio Windows, usando o utilitário da Silicon Image que aparece no Painel de Controle ("Silicon Image ATA Controllers") eu via que os HDDs estavam lá, mas para o Explorer era como se não houvesse nada.
Tentei outro driver, mas o Windows insistia que o que eu tinha instalado era o melhor.
Então eu parti para uma atualização do BIOS. Baixei o arquivo direto do site da Silicon Image e fiz o update usando o utilitário oficial.
Matei a placa. Agora o Windows a vê como "PCI card" ou algo assim e não instala drivers.
Eu posso consertar isso usando meu gravador de EPROM, mas vai ser um saco ressoldar por causa do espaço apertado. E não ter certeza de qual BIOS é o correto me desanima ainda mais. Por enquanto vai ficar encostada até eu estar "inspirado".

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 Jefferson,  14 de fevereiro de 2011, hardware Uma surpresa que um amigo teve uma vez que eu estive na casa dele me fez pensar em deixar uma coisa clara aqui, senão vocês não vão entender algumas coisas que eu digo pelos meus reviews.
O HDD SATA de 2,5 (notebook) usa exatamente o mesmo conector SATA que o HDD de 3,5".
Então você pode pegar o HDD de notebook e conectar direto no desktop, sem conversores. Que são necessários para HDDs IDE de 2,5".
Já o DVD SATA do notebook, por motivos que eu ignoro, usa um conector diferente. O que pode ser um dos motivos para você acabar achando que o HDD também é diferente.
O oposto também vale. Respeitadas as limitações de tamanho e consumo, você pode conectar um HDD de 3,5" em um aparelho que espera um HDD de 2,5". Por exemplo, em teoria dá para plugar um HDD de 3,5" no mediaplayer S9. O maior problema é que fica feio prá danar 
Mas poder tirar o seu HDD de 1.5TB e plugar direto no bicho ocasionalmente pode valer a pena.
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 Jefferson,  13 de fevereiro de 2011, hardware Desde a chegada do HDD externo de 500GB eu estive tentando decidir o que fazer com ele, pois em geral eu não uso HDDs externos USB. São convenientes, mas lentos.
Normalmente, tudo o que eu preciso fazer no dia-a-dia pode ser feito com um pendrive de 4GB. Para casos que envolvem quantidades maiores de arquivos ou eu uso um HDD IDE de notebook de 80GB num conversor USB ou arranco o HDD que tem os arquivos e espeto direto na máquina destino.
De onde resultou minha questão: o que fazer com um HDD de 500GB quando raras são as vezes que eu preciso de um HDD de 80GB?
Me ocorreu que eu poderia fazer um upgrade no meu notebook:
Notebook
Hitachi
320GB
7200RPM
700mA
HDD Externo
Hitachi
500GB
5400RPM
600mA
Percebam que a troca é favorável para o notebook, pois a capacidade é maior, com um consumo menor de energia. Fiz um teste rápido e não percebi diferença na velocidade dos dois HDDs. Porém colocar o HDD de 700mA no case reduziria suas chances de ser detectado numa porta USB qualquer. Qualquer coisa acima de 500mA se torna um problema e nada mais inútil (na minha opinião) que um HDD externo que não funciona quando você precisa dele (por isso eu uso pendrives).
Ô decisão difícil… Deixar o HDD de 500 ou o de 320GB no case?…
Foi então que eu me lembrei do motivo número dois para eu não gostar de HDDs externos: vírus!
Se eu tiver um HDD externo de 500GB ou 320GB é óbvio que eu vou andar com ele entupido de ferramentas, drivers, máquinas virtuais, etc. E também é óbvio que se eu ficar com receio de plugá-lo nos computadores de clientes para não me infectar eu “não fiz nada”. E um HDD externo pode ser inteiramente infectado em segundos por um FDP como o win32/slugin. O pior disso é depois sair infectando outras pessoas sem saber.
Então cheguei à conclusão de que é melhor ter o maior HDD possível no meu notebook, com mais espaço para meus drivers e ferramentas. Pois as chances do meu notebook ser infectado são só um pouco maiores do que as do meu desktop (às vezes eu deixo alguém acessar a internet nele).
E que é melhor colocar o HDD de 320GB no Media Player mesmo. E continuar usando HDDs “pequenos” de 80GB para transferências de arquivos.
Fiz a clonagem do disco do notebook e depois um teste grosseiro de velocidade para ver se o HDD de 5400RPM não iria me deixar com raiva do notebook. O Windowx XP no HDD de 7200RPM levou 55s para iniciar e no HDD de 5400RPM levou 60s. Desprezível.
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Ryan , no seu caso acho que é uma reclamação à ouvidoria da prefeitura e/ou email a CTTU (Companhia de Trânsito e Transporte Urbano). http://www.recife.pe.gov.br/index.php e http://www.recife.pe.gov.br/2007/07/11/mat_144982.php.
Aqui em Vila Velha/ES às vezes funciona , principalmente a ouvidoria. Outro caso é mandar um email a algum jornal ou telejornal em alguma sessão estilo "Denuncie !".
Prefeituras odeiam que as noticias saem em meios de comunicação e dão urgencia para abafar esses casos.
Rodrigo,
Reclamar à ouvidoria não deveria ser só para os casos onde estamos reclamando da própria prefeitura?
Jefferson, trabalhei em dois órgãos em que as denúncias de qualquer gênero eram registradas na ouvidoria.
Aqui em maringá-PR já houve um caso parecido (os carros ocupavam toda a calçada) e só foi resolvido de fato quando saiu na televisão, no jornal da hora do almoço. Resolveram rapidinho inclusive.
NETV, pelo pe360graus.com ;-)
(Para quem não é de Pernambuco, o NETV é o Jornal Regional da Rede Globo Nordeste – NE)
O editor é amigo meu, não gosto de fazer isso, mas posso falar com ele. Se o Jefferson ligar 1+2 vai saber do que estou falando.
Oxycad,
Isso não está me atrapalhando pessoalmente, neste momento. Eu quero denunciar porque acho um absurdo. Não é preciso envolver conhecidos nisso.
Bom, de toda forma, provavelmente você vai acabar conhecendo ele também. Tua coca-cola já tá separada.
Eu moro há dois anos no Canada, um belo dia decidi vender meu carro, fui na papelaria comprei uma placa vende-se e coloquei no carro, duras horas depois tinha uma multa, proibido anunciar venda de automovel em via publica…
Caramba!
Mas eu ainda prefiro os sustos com o excesso de regras do que a sensação de impotência com a falta delas.
O problema não é o excesso ou falta de regras. Nossas leis até que não são das piores. O problema é falta de fiscalização. Pelo visto no Canada essa parte funciona.
@oxycard: a melhor pauta para este tipo de assunto é o absurdo dos flanelinhas no bairro do Recife (Recife Antigo). Quem trabalha lá, no meu caso, sofre bastante com isso.
Um minidocumentário mostrando a máfia superorganizada (dá pra fazer em uma semana), ao meu ver, seria uma excelente matéria. Os absurdos que vejo todos os dias são incríveis!
Tanto que decidi não me estressar mais e estaciono meu carro a 450m de onde trabalho (sem exageros, medi pelo Google Maps).
A parte boa é que me exercito
#ficaadica
Carlos, eu também não suporto flanelinhas. Estaciono beeem longe, mas não me submeto a eles. Já fui ameaçado por um e a sensação de impotência (chamar a polícia vai resolver o problema ou criar um maior?) é muito ruim.
O "trabalho" de "flanelinha" deveria ser ilegal. Qualquer "informal", sob qualquer pretexto, deveria ser impedido de ficar "acompanhando pessoas" até seus carros na via pública.