 Jefferson,  01 de agosto de 2013, 
A Telexfree se parece com uma seita religiosa em muitos aspectos. Das apresentações em auditórios, chamadas de “palestras motivacionais”, que mais parecem um pastor pregando para suas ovelhas à “fé” ilimitada que os divulgadores oferecem ao que foi dito a eles por esses pastores.
E olha que até mesmo uma pessoa religiosa, mas inteligente, é capaz de perceber que há algo errado aí. Os divulgadores da Telexfree afirmam que estão sendo perseguidos por:
- Bancos;
- Rede Globo;
- Portal IG;
- Polícia Federal;
- Governo do PT;
- Skype;
- As operadoras de telefonia;
- Ministérios públicos de pelo menos seis estados;
- Procons de pelos menos seis estados;
- Todos os desembargadores e vários juízes do Acre;
- E todo o resto do mundo, que fala mal porque tem inveja.
A qual conclusão se chega? Que Carlos Costa é ninguém menos que a segunda vinda de Jesus Cristo e seus seguidores são a reencarnação do povo judeu do livro do Exodo. Porque não há outra explicação possível para uma perseguição tão massiva e implacável. E não é a própria bíblia que diz para “tomarmos cuidado com falsos profetas”?
Outro dia eu tentei explicar a situação da Telexfree para algumas pessoas que haviam investido dinheiro lá. Algumas rapidamente entenderam meus argumentos e se conformaram de que tinham perdido o dinheiro. Mas com uma, não teve jeito. Ela teima, por exemplo, na tese de que a Telexfree existe em mais de 40 países, quando uma simples busca no Google Trends mostra que só no Brasil se faz buscas por essa palavra. Insiste que a empresa existe há mais de 10 anos, quando uma consulta ao Whois mostra que o domínio foi registrado em janeiro de 2012. Insiste que a empresa opera nos EUA do mesmo jeito que aqui mas não é perseguida lá, mesmo quando uma consulta nas principais publicações de economia do mundo ( Financial Times, The Wall Street Journal, Business Week, Forbes) retornam ZERO resultados para o termo “telexfree” (é só clicar nos links). E cadê as menções a esse gigante do voip que ameaça a Skype nos principais sites de tecnologia do mundo (slashdot, The Register)? ZERO também!
Coletar evidências de que cada coisa dita pelo Carlos Costa e seus zumbis é mentira é muito fácil. Difícil é fazer isso entrar na cabeça de algumas pessoas.
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 Jefferson,  28 de junho de 2013, ViciadoEmAbas Encontrei duas novas extensões que podem me ajudar com problemas que a minha “tara” por abas provoca:
LinksWatched
O complemento avisa toda vez que eu abro uma página que já está aberta em outra aba, me dando a opção de fechá-la e saltar para a mesma. Infelizmente o aviso é dado por meio de uma notificação discreta que fica pouco tempo ativa. Melhorando isso, ficaria perfeito.
All Tabs Helper
Esse complemento é um espetáculo. Esbarrei nele procurando resolver um problema e acabei resolvendo três!
Abas inativas voltaram a ficar “apagadas” – O bartab fazia isso, mas desde que comecei a usar o Firefox 4.x e tive que usar o recurso de abas inativas nativo do browser, precisei conviver com as abas ativas e inativas indistinguíveis. All Tabs Helper trouxe essa distinção visual de volta.
Fechar abas diretamente pela lista vertical – Esse era outro aborrecimento frequente. Sempre que eu decidia fazer um expurgo dos assuntos que não me interessavam, era obrigado a praticamente iniciar a abertura de toda aba que eu queria fechar, num vai e vem irritante.
Busca em abas – Para isso eu usava o Search Tab, que tem uma deficiência irritante: não lista todas as abas que conferem. Isso te obriga a saltar de aba por aba procurando a certa. O pior disso é que cada aba por onde você passa vai sendo ativada, consumindo recursos do sistema e banda de download. All Tabs Helper faz diferente: exibe uma lista instantânea com os títulos de todas abas que tem o termo e você pode visitá-las e até fechá-las a partir dessa lista. Isso torna LinksWatched um tanto desnecessário, mas eu o mantive assim mesmo. Mas All Tabs Helper tornou Search Tab inútil e já desativei.
E o melhor: Mesmo com cerca de 1400 abas divididas em duas janelas, All Tabs Helper só provocou um retardo de 1s na abertura da lista vertical e mais nada. É comum esses complementos não suportarem minha quantidade obscena de abas e criarem mais problemas.
Leia também meus outros posts sobre o assunto:
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 Jefferson,  25 de junho de 2013, Alcançou massa crítica.
http://acertodecontas.blog.br/economia/so-um-milagre-salva-a-telexfree-um-milhao-de-pessoas-envolvidas-na-maior-piramide-financeira-da-historia-do-brasil/
São tão incrivelmente cínicos e cheios de si que não perceberam que exibir o endosso falso de uma grande empresa seria como jogar cocô no ventilador.
http://acertodecontas.blog.br/economia/mapfe-diz-que-seguro-da-telexfree-e-fraude/
http://acertodecontas.blog.br/economia/cuidado-liminar-que-proibe-telexfree-nao-caiu/
http://acertodecontas.blog.br/economia/justica-proibe-funcionamento-da-telexfree/
Parabenizo o Pierre Lucena, do blog Acerto de Contas, por ter tido coragem de denunciar o golpe. Apesar de Rodrigo Leone ter se manifestado muito antes, depois ficou quieto.
Falar mal de Esquemas Ponzi como o elaborado pela Telexfree é complicado. Muito complicado. Como toda pirâmide, o golpe se baseia em recrutar uma legião de seguidores que ao ganhar dinheiro com o esquema tratarão de defender a empresa das maneiras mais insanas possíveis. Ao ler os argumentos de defesa postados em blogs e no Facebook você chega à conclusão que os divulgadores ou são espantosamente burros ou espantosamente cínicos, porque não há posição intermediária possível. Vejam por exemplo o caso do abaixo assinado pelo fim da perseguição contra a empresa.
Curiosamente, até mesmo a grande imprensa tem ficado longe dessa encrenca. O máximo que eu vi até agora foi uma comentarista de economia no Jornal da Globo, semanas atrás, tratar do assunto com certo receio e tendo o cuidado de não mencionar o nome da Telexfree, apesar de ficar claro para quem assistia de que “investimento” eles estavam falando.
E havendo dinheiro envolvido, quem não entrou no esquema estava com medo de denunciar. Você acaba atraindo para si a fúria de amigos e familiares que apesar de todos os avisos entraram no esquema. Se não for porque sua denúncia vai fazê-los pararem de ganhar mais dinheiro, vai ser porque vão responsabilizá-lo você por não terem tido tempo de pelo menos recuperar o investido.
A culpa é sempre dos outros, claro.
Afirmam que falamos mal por inveja, por não termos dinheiro para entrar no esquema. Não, meus queridos. Não entramos no esquema por não termos a desonestidade necessária.
E por falar em desonestidade, muitos outros negócios do mesmo caráter da Telelexfree tem pipocado pelo país afora. Alguns onde a pirâmide é ainda mais evidente e outros, que vão ser muito mais difíceis de derrubar, onde o golpista tratou de reforçar o caráter de “Marketing Multinivel” da empreitada para resistir melhor às investigações. Não vou citar nomes aqui a não ser que estejam sendo oficialmente investigados porque, como eu sugeri antes, falar mal desses esquemas dá medo. Eu não tenho carro blindado nem guarda-costas.
Mas eu vou me aventurar a dizer o que eu gostaria que acontecesse. Eu gostaria que ao ser batido o martelo final contra a Telexfree, ficasse decidido de alguma forma que todos os divulgadores entrariam na cláusula da “responsabilidade compartilhada” do Código de Defesa do Consumidor, fossem convocados judicialmente a devolver o dinheiro investido por todas as pessoas que entraram no esquema por convocação direta deles e ficariam aguardando ser ressarcidos pela Telexfree. Nem precisam ser responsabilizados pelas indiretas.
Somente isso já faria esse povo parar de se exibir de Camaro e arrotar os ganhos desonestos no Facebook. E inibiria drasticamente o crescimento de outros esquemas.
Nota: Quero lembrar aos zumbis da Telexfria o seguinte:
- Eu sou blogueiro e não jornalista. Não tenho obrigação nenhuma de publicar opiniões contrárias à minha.
- Minha política anti-troll estabelece claramente quem manda aqui.
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 Jefferson,  23 de junho de 2013, Nota: essas apps operam via rede local, por isso só adianta testá-las se sua TV tem conexão com a rede (com ou sem fio). Pelo mesmo motivo nenhuma app é capaz de ligar a TV. Você pode desligar, mas para ligar precisa do controle remoto convencional ou ir até a TV.
Eu comprei um smartphone novo para a minha mãe (Samsung Galaxy Grand DUOS) e estou tentando agregar funcionalidade a ele. Como minha mãe tem uma UN40ES6500 no quarto, decidi testar se as apps específicas para Samsung disponíveis no Play/Market realmente funcionavam. Acabei testando também com os seguintes aparelhos:
- Motorola Razr D1
- Tablet Ainol Fire
Não é que minha mãe realmente “precise” substituir o controle remoto convencional, mas existem certas operações que até hoje a confundem e dependendo da esperteza dessas apps, a vida dela (e a minha, por tabela) ficaria mais fácil. Uma dessas operações é selecionar entre as versões analógica e digital do mesmo canal, que na UN40ES6500 só pode ser feito pelo uso da tecla “-” do remoto. Então em todos os testes eu verifico a capacidade de se selecionar os canais analógicos da TV.
Na primeira conexão a TV pergunta se eu quero dar acesso à função. Após dar o OK ela não pergunta mais para as outras apps, no mesmo celular/tablet.
Em alguns casos a app é incapaz de localizar a TV automaticamente na rede, sendo preciso configurar o IP da mesma.
Apps que realmente funcionam
É a mais bem feita de todas que testei. Oferece uma mistura de controles fixos (volume, canal) e criados pelo usuário. Eu pude criar botões que selecionavam instantaneamente os canais preferidos da minha mãe, analógicos e digitais, pois o programa entende o “-“.

A imagem acima mostra duas versões da aparência na tela limitada do Razr D1 com todos os canais que me interessavam já configurados. O programa permite mais botões, mas vai ser preciso rolar a tela. Note que é possível escolher ícones para os botões (e a app busca automaticamente no Google baseado no nome do botão!), mas que o ícone substitui o nome.
Note também o botão Power, que na imagem esquerda está vermelho. Isso significa que a app está conectada à TV. Se estiver branco, não adianta tentar enviar comandos. Para configurar a conexão com a TV dê um rápido toque nesse botão. Para desligar a TV, toque e segure.
Falta na app uma opção de escolher o tamanho da fonte usada nos botões e a posição do texto. Note que não houve espaço para escrever “RedeTV HD” e “Record HD”.
Mas isso no tablet e no Razr D1, porque no Grand Duos, o teclado virtual exibido não habilita a digitação do “-“. Razr e Grand Duos tem a mesma versão do Android (4.1.2) mas a app exibe teclados diferentes em cada um.
Abaixo, o teclado numérico exibido pelo Razr D1:

Quando eu ainda não tinha testado no Razr estava certo de que a culpa era da app, mas quando vi funcionar no telefone da Motorola avaliei melhor o problema e descobri que isso é culpa do teclado virtual default da Samsung e consegui resolver instalando o Go Keyboard.
Nota: eu não posso endossar inteiramente o Go Keyboard, porque não gosto do fato de que a app pede permissão para ver os contatos. Deve existir outra app que resolva o problema sem exigir permissões suspeitas. Como se trata do telefone da minha mãe e não há muita coisa que a app possa fazer com os contatos que estão lá, não esquentei minha cabeça. Mas não gostaria de ter que instalar isso no meu.
Abaixo, screenshots mostrando o antes (esquerda) e o depois da instalação do Go Keyboard no Grand Duos:

Todos os botões mais escuros na imagem da esquerda estão desabilitados.
Você também pode selecionar as entradas com facilidade. Basta clicar no ícone quadrado com uma seta apontando para dentro que se abre a tela de seleção de entradas:

Todas as entradas podem ser renomeadas. Você pode escrever “PS3”, “XBOX”, “DVD”, etc. Mas segundo o autor do programa (eu não testei), as portas HDMI são selecionadas através de uma gambiarra. Se seu aparelho estiver conectado a HDMI4 mas for o único, será selecionado pelo botão HDMI 1. Leia a documentação para entender melhor.
Através do botão SMART você tem acesso a três outras telas: “Text”, “Media” e “Smart”.

A imagem abaixo mostra o controle remoto virtual inteiro em um Razr D1, depois de rolar a tela duas vezes:

Também não cabe inteiro no Grand Duos. Ele até caberia inteiro em um tablet, mas por alguma razão fica dividido em três pedaços. Isso pode eventualmente ser resolvido em outra versão.
Oferece apenas a funcionalidade de um controle remoto e ainda assim pode não ser a do seu controle. Você pode escolher entre três layouts de remoto, mas nenhum deles tem a tecla “-“. Assim não serviu para atender o meu caso.
Funcionou em todos os aparelhos testados.
Outras menções
Remote Gestures (v 1.0)
O autor desse parece ser o que mais entende das possibilidades de comunicação, porque a lista de comandos disponíveis é impressionante. Porém programar um remoto nesse programa é uma tarefa muito chata. E é pouco intuitivo: Levei um tempo desnecessáriamente longo para descobrir como fazer uma sequência de teclas ser enviada com um único gesto. Eu só teimei que era possível porque as imagens no Market mostravam que era.
Além disso, eu não gostei da idéia dos gestos. Eu não sei se conseguiria me lembrar de gestos suficientemente diferentes para todas as opções que eu gostaria de programar. O programa dá a opção de escolher e enviar os comandos programados através de um menu, mas aí ele se torna uma versão feia dos outros programas. Ele só leva vantagem porque tem opções de comando inexistentes nos outros, mas que eu nem tenho certeza de que funcionem mesmo. E não encontrei na longa lista de comandos a opção da tecla “-“.
Samsung Smartview (v 4.0.2) e Samsung SmartView-Tab (v 2.0.7)
Apesar de serem apps da própria Samsung, acusam incompatibilidade (a versão -tab até dá para entender) com o Samsung Grand Duos. É mole?
Também não instalam em nenhum dos meus outros dispositivos Android.
Smart Remote Control (v 1.1)
Não funcionou em nenhum dos aparelhos. Possivelmente eu entendi errado seu propósito.
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 Jefferson,  11 de junho de 2013, É, por mais esse golpe eu realmente não esperava.
Eu frequentemente compro e vendo coisas minúsculas pelo correio. Coisas que pesam menos de 100g e poderiam ser enviadas numa caixa de fósforos. Mas depois da proibição de enviar objetos por Carta Registrada, ficamos limitados ao mínimo de 300g da já muito cara Encomenda PAC. Já era dureza.
Agora, nem isso. Se eu quiser comprar um transistor pelo correio em São Paulo, tenho que pagar um mínimo de R$23 de frete.
E quando eu falo mal deste país, aparece um idiota para dizer que tenho complexo de vira-lata.
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 Jefferson,  08 de junho de 2013, OBS.: O problema descrito neste post parece ter sido corrigido hoje, 11/o6/2013. Clicar nos links leva agora aos sites corretos.
E não, eu não estou falando de “banners” de propaganda em sites do governo. A empresa tem controle sobre os sites!
Aqui ele usa o site da prefeitura de Ibiporã, no Paraná:
http://www.transparencia.ibipora.pr.gov.br/
E aqui o site da prefeitura de Itapetininga da Serra, em São Paulo.
http://www.portal.itapetininga.sp.gov.br/
Ambos mostram conteúdo idêntico ao desta página:
http://www.classificadosmaringa.com.br/

Um hacker invadiu os dois sites ou é um funcionário da empresa de criação que tem mais ganância que juízo?
Aparentemente esse tal “Classificados Maringá” é uma franquia. Veja no fundo da página quantos sites o “negócio” tem. Mas a responsável especificamente pelo “Classificados Maringá” é a tal Vivaweb/Classitec.
OBS.: Existe pelo menos um “erro honesto” que poderia levar a essa situação. Se os sites das prefeituras estiverem hospedados no mesmo servidor que o tal Classificados Maringá e este for o principal site do servidor, um erro na configuração do redirecionamento dos hosts (normalmente em diretivas no arquivo .htaccess) pode fazer com que tudo que não tenha destino definido caia no site principal. Mas o que dois sites oficiais de duas cidades de estados diferentes estariam fazendo como sites “secundários” no mesmo host em que um site comercial desse calibre é o principal? Além disso, classificadosmaringa.com.br tem como servidor DNS a Dreamhost, o que significa que está hospedado nos EUA. As prefeituras precisariam estar hospedadas no mesmo servidor da Dreamhost nos EUA, o que me parece bizarro.
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 Jefferson,  04 de junho de 2013, Há dois anos um cliente decidiu, contra minhas recomendações, ouvir o canto de sereia de um vendedor e trocar todo cabeamento de rede e telefonia de sua empresa. Tudo foi trocado por um cabo rotulado como CAT5e que até então eu nunca tinha visto. Marca BST. Preto e estranhamente fino.
Os problemas, em uma rede que anteriormente não dava nenhum problema, não demoraram muito a aparecer.
Começou em uma emenda que eles fizeram em um dos ramais de telefone. A cada “n” meses o fio aparecia quebrado na emenda, em um lugar onde supostamente ninguém entra nem mexe. Parecia que o fio estava “apodrecendo” porque na emenda o fio estava preto e frágil. Depois a rede de um dos computadores do Comercial ficou extremamente lenta e teve que ser usado um ponto reserva. Em seguida o ramal da telefonista parou de funcionar e foi constatado que o par estava aberto.
Nesse meio tempo, achando que o problema tinha sido provocado por manipulação grosseira dos cabos na instalação, eu comprei 20 metros desse mesmo cabo por sem bem mais barato (metade do preço) para fazer uma pequena rede, em uma sala com um switch de 1Gbps.
Mas quem disse que eu consegui 1Gbps com o danado do cabo “CAT5e” da BST? Só consegui mais que 100Mbps quando eu coloquei o cabo velho, CAT5, da Furukawa.
Nesse ponto eu já tinha certeza: Não foi a instalação. O danado do cabo não presta.
Na empresa, mais e mais falhas foram aparecendo e chegou a um ponto em que o dono não podia mais ignorar o problema. Ele estava desperdiçando dinheiro comigo trocando pares, mas precisava mesmo é trocar a fiação toda por uma nova.
A empresa que instalou? Não se responsabiliza e quer R$400 para fazer um orçamento e R$50 mais o preço do cabo por cada ponto que consertar. E até onde sei foi ela que escolheu o cabo. Mas como o meu cliente é do tipo que não foge de uma briga mas não decidiu processá-los por isso, eu é que não vou me meter no mérito dessa questão.
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 Jefferson,  04 de junho de 2013, E não estou falando apenas da parte sem fio ou do acesso à internet. Toda a rede (DVR, sistema comercial, relógio de ponto) pode parar de funcionar. Nem estou falando de atos propositais, pois o que vou relatar foi um acidente.
Tomar cuidado com os chamados “rogue devices” (dispositivos mal comportados conectados à rede) sempre foi um problema para administradores de rede, desde quando só existiam redes por cabo. Começou a ficar mais complicado quando as redes sem fio começaram a surgir e funcionários bem intencionados, almejando pura conveniência, passaram a trazer de casa seus roteadores Wi-Fi para plugar na rede da empresa e assim poder ter “wireless” para usar no departamento sem precisar pedir verba para isso. Dois problemas já surgem aí: você tem um ponto de acesso externo à rede que você não controla, de segurança incerta, e o funcionário, que muitas vezes não sabe o que está fazendo, pode plugar a porta errada do roteador na rede da empresa, gerando o problema do “rogue DHCP server”. Mas você acha que se o único ponto wireless da rede for “oficial” com criptografia de trocentos bits está tudo bem? Nem um pouco.
O cliente me chamou dizendo que a internet na empresa dele só funcionava quando queria. Como eu já tinha agendado a troca por um modem ADSL novo fornecido pela OI, ao chegar à empresa nem fui conferir os sintomas e já fui instalando o modem novo que eu havia pré-configurado. Ao testar, uma surpresa: também não tinha acesso à internet. Pior que isso: eu mal conseguia acessar a GUI do modem para ver o status da conexão. Um simples PING para o modem era rejeitado. A mesma coisa acontecia quando eu tentava acessar o DVR para ver as câmeras.
Não era a OI. Alguma coisa estava muito errada na rede da empresa.
Também não era cabeação. Eu conseguia acessar outros computadores e o modem estava do lado do switch.
Depois de andar bastante de um lado para outro tentando entender o que se passava, tive um estalo. Rodei no servidor o Softperfect Network Scanner (SNS) e lá estava: havia um dispositivo na rede da empresa que não estava nos meus registros. Mais claro ainda: ele estava respondendo em dois endereços IP e um deles era o que deveria ser do modem ADSL, que também é o servidor DHCP de toda a rede. Ora, duas máquinas já não podem ter o mesmo IP de jeito nenhum e se uma delas é servidor e gateway da empresa as consequências se multiplicam.
Mas quem seria?
Peguei o endereço MAC reportado pelo SNS e procurei o fabricante. Era um dispositivo Samsung.
Ahhh… eu pensei: isso já simplifica muito! alguém com um celular samsung mal comportado descobriu a senha da rede wireless e está derrubando a rede!
Pequeno problema: Parece que todo mundo naquela empresa tem smartphone Samsung! Dos diretores às funcionárias. Somente no Departamento Comercial eu contei cinco!
Pedi permissão e saí conferindo o endereço MAC de um por um. Acabei encontrando com a funcionária do Financeiro. Bastou desligar o acesso Wi-Fi dele e os problemas desapareceram.
OBS: Esqueci de anotar o modelo. Mas é um aparelho pequeno, rodando Android. [27/07: Foi um Samsung Galaxy Pocket Duos (GT-S5302B)]
Como aquela funcionária tinha a senha da rede sem fio? Não sei. Não era para ter. As únicas pessoas que poderiam ter dado (da família do dono) me disseram que não deram. Quando eu anunciei publicamente que era um aparelho Samsung que estava derrubando a rede essa funcionária foi fuçar (eu soube depois) no Samsung Grand Duos da diretora. Existem apps Android que exibem todas as senhas armazenadas então ela talvez tenha instalado lá e apagado. Também é possível que ela tenha configurado o telefone da diretora como Access Point para ela. Ela também poderia ter obtido facilmente sentando em qualquer máquina Windows 7 com acesso de administrador (as da diretoria). Não sei como ela fez e se a diretoria não perguntou, problema deles. O meu trabalho eu fiz e não vou pressionar funcionário dos outros em uma empresa onde sou só prestador de serviços.
Eu poderia ter “resolvido” simplesmente mudando a senha do roteador wi-fi? Sim. Mas assim como resolver problemas de computador formatando, isso seria uma solução “meia-boca” porque:
- Tem muita coisa acessando o roteador legitimamente cuja senha precisaria ser mudada também. Incluindo uma impressora sem fio HP que só pode ser configurada plugando a USB (é mole?);
- Nada impede o culpado de obter a senha outra vez;
- Eu não aprenderia quem foi e não teria a oportunidade de deixar todo mundo preocupado com as consequências. Quando eu anunciei o que eu estava procurando a maioria já estendeu o telefone para que eu olhasse, mas justamente a culpada tirou o dela da mesa e colocou no bolso num gesto suspeitíssimo.
Obviamente a interferência na rede foi um acidente. Algum bug no celular dela. Estava criando apenas problemas específicos mas logo ela estaria interferindo com cada uma das máquinas da rede, por estar impedindo o servidor DHCP de funcionar. Imagine se fosse alguém que quisesse prejudicar a operação da empresa. Poderia fazer isso com o telefone dentro do carro, no estacionamento.
03/04/2015 – Esqueci de mencionar que nessa empresa o roteador Wi-Fi é configurado para funcionar como Access Point (rede da empresa em uma das portas LAN) porque há uma necessidade disso. Se estivesse configurado como roteador mesmo (rede da empresa na porta WAN) o celular dessa funcionária teria derrubado apenas todo mundo conectado ao roteador (o que também seria ruim, mas muito mais fácil de diagnosticar). Ela não poderia interferir com a rede principal. Então um modo relativamente simples de evitar que isso ocorra e continuar dando acesso aos funcionários é não usar dispositivos do tipo Access Point. Use apenas roteadores, configurados como tal.
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 Jefferson,  25 de maio de 2013, De vez em quando eu sou chamado para resolver um problema do Windows 7 no qual o PC ficou preso em um loop onde a cada vez ele passa uma eternidade dizendo que encontrou um problema de inicialização e está tentando consertar, mas nunca consegue. Aliás eu não sei o que tanto o Windows faz nesse processo. Ele deve estar contando quantas fotos de mulher pelada o usuário tem no HDD, porque eu não encontro uma explicação melhor para o sistema ficar uns 10 minutos ocupado nisso.
E muitas vezes a gente consegue consertar o problema manualmente em segundos com dois simples comandos: bcdedit.exe /fixmbr e bcdedit.exe /fixboot no console, que equivalem aos antigos fixboot e fixmbr do XP. Por que a recuperação automatica não faz o mesmo sozinha, nem pergunta se você quer que ela faça por você, é um mistério. E não é porque ele tenha medo de fazer algo drástico, porque ele não tem, pois na semana passada eu me deparei com uma evidência assustadora disso.
Eu recebi um servidor NAS Western Digital Netcenter de 500GB com a missão de tentar salvar os arquivos que haviam sumido. Não havia nenhuma partição no HDD. Testdisk não conseguia resolver o problema mas após eu indicar que a partição que eu estava procurando poderia ser do Mac OS (eu testei todas as opções de detecção), ele sugeriu que o sistema de arquivos presente pudesse ser o ReiserFS (linux).
Uma rápida pesquisa usando isso como dica confirmou que realmente era esse o sistema de arquivos e explicou como eu poderia consertar.
Fiquei animado. Mas por precaução decidi fazer uma cópia setor-a-setor do disco para outro HDD de 500GB e trabalhar apenas na cópia. Como eu só tenho segurança do que estou fazendo quando estou usando o Windows, fui usar ferramentas Windows e coloquei o HDD do cliente como escravo em um desktop reserva onde tenho dual-boot Seven e XP. Achei que não haveria problema algum já que para o Windows o HDD estava não-particionado e teoricamente o Windows não faz nada em um HDD assim sem o seu conhecimento e permissão.
Descobri que isso só é verdade até o XP.
O boot primário desse desktop era o Seven, porque foi o último SO a ser instalado. Em um momento eu me esqueci disso, reiniciei a máquina e saí. O Windows 7 iniciou automaticamente. Isso também não deveria ser problema, mas por alguma razão bizarra, apesar do bootloader ter sido carregado do HDD certo, o boot manager (que é carregado pelo bootloader) pensou que o HDD do Windows 7 era o outro, sem partição. A recuperação de boot do Seven foi acionada automaticamente e tentou “consertar” o problema.
Quando eu vi o que estava acontecendo já era tarde. Desliguei a máquina e rodei o Testdisk de novo no HDD com a esperança de que ele ainda me desse a dica de que o sistema era ReiserFS.
NADA!
Para o Testdisk, não havia mais nada no HDD. O Seven destruiu o resto da tabela de partições e algo que eu poderia ter resolvido em no máximo algumas horas se tornou um enorme problema.
Para a minha sorte ReiserFS é um sistema de arquivos obscuro mas nem tanto. Encontrei um programa de recuperação comercial específico para lidar com ele: o Raise Data Recovery for ReiserFS. Quando eu vi a versão demo, que roda sob Windows, abrir sem qualquer dificuldade um “Explorer” exibindo as pastas que eu sabia existirem no HDD, achei até barato os 21 euros que ele custa. Paguei com Paypal, recebi a licença segundos depois (não precisei fazer ativação online nem qualquer outra frescura) e em poucas horas eu já tinha os cerca de 400GB de dados do HDD copiados para outro.
Fica então o alerta: cuidado com o bootloader do Windows 7. Infelizmente não dá para simplesmente descartar o Seven como ferramenta de análise porque o XP é incapaz de enxergar partições GPT criadas pelo Vista/7/8 e faz você achar que um HDD perfeitamente OK está vazio. Mas se você tem certeza de que a partição não é GPT, não deixe o seu HDD chegar nem perto do Windows 7!
Por que eu não usei o próprio Linux para resolver o problema, economizando assim os 21 euros?
Eu até tentei, mas não encontrei nada amigável. Tudo era para fazer por linha de comando. Para quem tem proficiência no Linux isso pode não ser problema, mas quando você está tentando fazer recuperação de dados, não ter 110% de certeza do que você está fazendo não é opção. Ora, se até usando uma interface gráfica eu consegui confundir os discos e provoquei aquele desastre de 2007, imagine em um sistema onde estou só seguindo instruções que nem podem ser aplicáveis à distro ou hardware específico que estou usando? Meu HDD origem é o hda? hdb? sda? sdb? hd0? hd1? Eu não sou o único a achar isso confuso.
Antigamente era mais simples fazer uma imagem setor-a-setor de um disco
Eu fiquei impressionado com a incapacidade de vários programas de clonagem modernos, inclusive os comerciais caros para Windows, de fazer uma cópia setor-a-setor. Testei um punhado de programas e até o Clonezilla (LiveCD do Linux) foi incapaz de me dar a opção de clonar um disco “aparentemente” vazio. Sem uma partição compatível os discos só aparecem na listagem como “alvo”. E olha que em qualquer prompt de linha de comando do Linux isso é teoricamente possível usando o comando dd, que eu não usei por cair na mesma insegurança do problema anterior.
Eu só me lembrei que o HDD RAW Copy faz isso depois que o Seven complicou tudo. E eu ainda vou usá-lo para ver se eu poderia ter recuperado a partição do HDD do Netcenter “na munheca”.
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 Jefferson,  24 de maio de 2013, Infelizmente, a imagem feita por cada software e gravada no seu HDD só poderá ser lida pelo mesmo software.
HDD Raw Copy – Gratuito
Apesar do nome, esse software também copia cartões. Foi ele que usei para clonar o cartão deste tablet Android, para trocar o cartão do meu Motorola Quench sem perder as configurações e venho usando sempre que tenho trabalho para criar um pendrive de boot e quero guardar uma imagem dele pronto no meu HDD. Suporta múltiplas partições no cartão sem problemas.
Win32 Disk Imager (Ex Win32 Image Writter – Gratuito
Apenas grava da imagem para o disco. Só usei ele hoje, porque comecei a brincar com o Raspberry Pi e este é o software oficial para gravar quando você está no Windows.
15/06/2016 – Eu aparentemente me enganei e o programa também pode criar imagens. Mas não é muito intuitivo. O mesmo botão que intuitivamente tem a função “ler de…” também tem a função de “salvar como….”.
WinHex – Comercial
Este software tem características especiais que o tornam necessário em alguns casos. Por exemplo, quando você precisa transformar um cartão de 4GB em um cartão de 1GB (para enganar o bootloader de um tablet), esse software tem os recursos necessários.
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Jefferson, isto não é novo, lembra da Amway? Eis um link deste caso (ainda não li), mas acho que serve de exemplo:
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/sobre-o-marketing-multinivel-e-o-caso-da-amway
Eu conhecia a Amway, mas não em detalhes. Essa estória de pagar uma grana pelo material motivacional me lembrou o esquema que um tal “Grupo Odorizzi” tentou criar no Brasil há quase 20 anos. Para entrar era preciso comprar um “kit” que ensinava os detalhes do negócio. E emprestar seu kit para os amigos era algo abominável: você tinha que convencê-los a comprar cada um o seu.
As imagens imponentes da “sede” da empresa publicadas no site deles e em vídeos no youtube na verdade se tratam de um condomínio de escritórios. As salas de reunião, recepção e até do cafézinho mostradas são áreas de usos comum desse condomínio. A intenção é ostentar uma sede gigante, quando não passa de apenas uma sala alugada que pela região afastada do centro deve custar merrecas.
Sim, são 500 dólares por mês de aluguel compartilhado (pelo menos 22 empresas dividem a tal “suite 200”). E o nome da Telexfree nem aparece na lista. O que aparece é o nome da “Disk A Vontade”.
A informação está em português para quem quiser ver, porém a lavagem cerebral típica de uma seita diz que a mídia brasileira foi comprada pelos bancos, pela skype, pelas operadoras… Restaria a imprensa internacional, mas é extraordinariamente conveniente que os zumbis não saibam inglês, não é verdade?
Eu estive em uma “palestra motivacional” há uns 20 anos. Era a apresentação do tal “Grupo Odorizzi” aqui em Recife. E a pilantragem é sempre a mesma: o orador usa o ressentimento que as pessoas tem contra seus empregos e seus patrões para construir uma ilusão de que todo mundo pode viver sem emprego, sem patrão e até mesmo sem trabalhar ou estudar! Basta ter fé! No meu caso essas coisas entram por um ouvido e saem pelo outro, mas muita gente fica hipnotizada e para quebrar esse encanto não basta estalar os dedos.
E olha que eu não gosto da idéia de ter um chefe. É claro que eu acho que é possível viver sem emprego e sem patrão. Mas para isso é preciso ter estudo e trabalhar ainda mais! Não é ficando em casa e postando cinco anúncios por dia (um trabalho de não mais que cinco minutos) que você vai ganhar seu sustento.
Mas isso que chama atenção, imagina só, o cara desempregado e houve que é possível trabalhar 5 min por dia e ganhar mais de quem passa mais de 8h por dia em uma grande empresa, com um chefe no pé?
Muita gente fica louco!!
É preciso *ser* louco.
Eu costumo perguntar: “se você esbarrasse numa oportunidade única, fantástica, de ganhar muito dinheiro, você contaria a todo gato, cachorro e papagaio que encontrasse na rua ou *no máximo* chamaria a sua família e amigos muito próximos? O que você acha que normalmente *outras* pessoas fariam? Contariam a você?”
Isso costuma fazer as pessoas pensarem.
Uma amiga muito próxima e a família dela ficaram iludidas por um esquema chamado Multiclick, você tem que pagar em torno de 600 para entrar e compartilhar propaganda no facebook.. eu ja tentei de tudo pra impedir que eles entrem nessa.. não consegui.. fiquei triste e extremamente frustrado porque poxa, ta na cara que isso é roubada, que empresa que contrata a multiclick para divulgar compartilhamentos no face? eles afirmam que o google adwords combra mto mais caro sendo que não é vdd.. o esquema deles é tão fail, veja bem:
1 – o publico não é segmentado, qualquer um compartilha para qq um, uma empresa anunciante não tem como saber se o seu anuncio foi visto, se sim, foi pelo publico alvo (isso é, se a empresa anunciante realmente exitir ne pq suspeito q seja fachada)
2 – logo o facebook da um jeito de punir tal pratica, isso é fato, markinho scheinberg vai ficar mordido ao perceber que tem gente ganhando as custas da rede dele, anunciando, sem que seja pelo facebook ads
Ainda que o negócio fosse 100% honesto e o marquinho chumbrega fizesse vista grossa, esse modelo de negócio ainda estaria fadado ao fracasso. Imagine só: ficar recebendo diariamente uma tonelada de compartilhamentos pelo Facebook que são puro SPAM. Em vez de meu amigo compartilhar algo comigo porque gostou, vai compartilhar porque está ganhando dinheiro com isso. E diariamente!
É jeito garantido de ser excluído da minha lista de amigos.
SPAM só é lucrativo porque custa uma mixaria. SPAM que paga uma fortuna aos divulgadores? É uma idéia absurda.
Claro que explicar isso para zumbis não dá. Eles ignoram os mais básicos princípios da economia sob a premissa de que é uma idéia “revolucionária” e que tudo o que nós “trouxas” sabemos sobre economia e relações de consumo é lavagem cerebral do governo.
http://youtu.be/dNXzFQfLW3M
Aqui na região começou a aparecer um tal de Arita treinamentos.. é o mesmo esquema, movido por palestras motivacionais…
Segundo o Google, esse tal Arita vem fazendo estragos pelo menos desde 2008. E já ganhou até página na desciclopédia.
Olha, eu não sou exatamente contra as “palestras motivacionais”, mas o conteúdo de algumas delas vai de constrangedor a assustador. Com isso eu não concordo.
Fico pensando, imagina se isso se dissemina dentro das igrejas? Pastores mal intencionados imagina…
Não duvido nada, sério.
Pois a coisa é pior do que você imagina:
http://www.ofuxicogospel.com/2013/06/telexfree-enganou-ate-os-escolhidos-leia.html
http://www.wscom.com.br/noticia/paraiba/DIVULGADORES+MARCAM+PROTESTO+EM+JP-152209
http://www.ac24horas.com/2013/06/19/aviso-divino/
http://www.ricalex.eu/telexfree/2013/07/19/pastor-fala-toda-a-verdade-sobre-a-telexfree/
Jefferson… tenho nem o que falar dessa situação, é surreal.. quanta cara de pau.
formatem o mundo..
Na capa do NE10 hoje: