 Jefferson,  22 de fevereiro de 2012, fotografia Eu estou avaliando a substituição da minha Canon A630, que embora funcione muito bem tem “limitações da idade” que estão limitando minha criatividade. Por enquanto a SONY DSC-W570 avaliada por Luciano Sturaro é uma forte candidata que cabe no meu limitado orçamento, mas estou avaliando opções. Tive a oportunidade de testar por alguns minutos uma Fujifilm S4000. A danada da câmera tem um porte que impressiona. Você consegue posar de profissional na frente de qualquer um que não saiba o que é uma câmera profissional. Deve fazer sucesso nas festas.

Mas o resultado, apesar de ter parecido bom à primeira vista, não resistiu a uma análise cuidadosa.
As duas câmeras foram usadas em “full auto”, sem zoom, na máxima resolução e qualidade possíveis. O ponto de onde foram tiradas as fotos foi rigorosamente o mesmo.
Canon A630

Fujifilm S4000

Graças ao tipo de lente, a S4000 me permitiu fotografar boa parte do quarteirão sem que eu precisasse me afastar mais (o que seria impraticável). Isso é uma coisa que me faz falta na A630, com sua lente “tradicional” que captura mais informação nas direções que geralmente não importam (para baixo e para cima), a não ser que você esteja se fotografando na frente da torre eiffel.
Ponto positivo.
Mas a S4000 tem 14Mpx contra 8Mpx da A630. A resolução 70% mais alta deveria me proporcionar mais detalhes, não é mesmo?
Não é bem assim. Veja um detalhe das duas fotos. A foto da A630 parece maior por causa da lente da S4000, que “afasta” tudo, mas ambas estão com zoom “100%” (ou seja: nenhum):
Canon A630

Fujifilm S4000

Ué… cada as placas dos carros? Cadê o nome “World” na frente do ônibus?
Parece proposital, mas não é. E, não, não é efeito da compressão que usei para reduzir e postar as fotos. É desse jeito mesmo nas originais. A foto toda é menos nítida. Note como na foto da A630, com um pouco de esforço dá até para ler a placa do ônibus.
Randal Munroe explica:

Nota: essa foi uma comparação rápida, sem o meu rigor costumeiro. A S4000 poderia estar com algum ajuste errado. Meio difícil, já que as duas estavam em “auto”.
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 Jefferson,  22 de fevereiro de 2012, privacidade Há semanas a Google vinha me enchendo o saco com avisos sobre sua nova política de privacidade. Eu até tentei dar uma olhada, mas o blá-blá-blá me desinteressou rapidamente. Só hoje, lendo o slashdot, foi que eu entendi qual era a maior mudança: a Google tem coletado o histórico das pesquisas que você faz e isso vai ser associado ao seu perfil no dia 1 de março.
Para ser bem franco, eu só notei que a Google mantinha um registro das minhas pesquisas há umas poucas semanas, quando percebi que os resultados de buscas no Google sinalizavam sites que eu já tinha visitado, mesmo quando tinha sido em um computador diferente. Pensar que tudo o que eu pesquiso vai ser associado à minha conta, embora não seja nada aterrorizante, também não me deixa muito contente. Honestamente, eu prefiro o histórico das minhas pesquisas no meu computador apenas.
Eu segui a sugestão da EFF e apaguei o histórico. Deixei pausado até encontrar alguma utilidade para ele.
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 Jefferson,  22 de fevereiro de 2012, Recife, WTF Desde o dia 19 não sai do noticiário local a história do doido transtornado que esfaqueou a irmã, matou uma vizinha de 64 anos e só foi parar quando foi baleado quando invadiu o apartamento de outro vizinho.
A polêmica maior fica por conta do delegado, que numa atitude de no mínimo excesso de zelo, autuou em flagrante por homicídio o homem que matou o monstro, com um único tiro, dentro de sua própria casa e em legítima defesa sua e de sua família.
Ninguém nem lembrou de mencionar que o animal raivoso era paraibano.
Aí eu vejo essa manchete em um jornal online da Paraíba:
Universitário paraibano é assassinado com um tiro no peito em bairro, no Recife
Universitário paraibano é assassinado com um tiro no peito em bairro de classe média alta no Recife
Um estudante universitário paraibano de classe média alta foi assassinado no sábado à noite (19) por um auditor fiscal da Fazenda Estadual, no bairro do Parnamirim, Zona Norte do Recife, Capital de Pernambuco…
“assassinado”… é mole?
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 Jefferson,  19 de fevereiro de 2012, linux, Redes, Segurança, wi-fi Cuidado: a fonte usada por padrão neste tema do wordpress não diferencia bem a letra “o” do número “0”. Eu tentei contornar isso usando texto pré-formatado onde era mais ambíguo.
“reaver-wps” é o programa Linux que explora a vulnerabilidade dos roteadores Wi-Fi que comecei a comentar neste post.
Este tutorial é destinado a usuários avançados e técnicos do mundo Windows. O tutorial é inteiramente baseado em Linux, mas se você já instalou o Linux alguma vez na vida e prestar atenção não deverá ter problemas. Não uso Linux mas mesmo assim consegui, então você também consegue.
Dicas para uma adaptação mais rápida:
- Trate tudo no Linux como “case sensitive”. Assim “wget” e “Wget” são duas coisas completamente diferentes;
- O comando similar ao ipconfig do Windows é “ifconfig”;
- O prompt de comando chama-se “terminal”;
- Você pode usar CTRL+C para copiar de um browser ou outro texto e CTRL+SHIFT+V para colar no terminal;
- Para executar um comando como administrador você precisa antecedê-lo com o comando “sudo”, assim: “sudo reaver”;
- Para executar um programa que esteja no diretório atual você precisa anteceder seu nome com “./” assim: “./configure”. Do contrário o Linux irá procura o programa no path e ignorar o diretório atual. Isso vale mesmo quando o comando é precedido por “sudo”.
Glossário
- BSSID: O endereço MAC da interface wireless
Do que você precisa:
Atenção: No mundo Linux não se preza por retrocompatibilidade como no Windows, então use exatamente as versões indicadas para evitar problemas!
- Uma cópia do Live CD do Kubuntu 11.10 – Eu estou usando o Ubuntu neste tutorial porque aprendi com um tutorial que o usa, mas outras distros (como a Backtrack) poderiam eventualmente ser mais “fáceis”;
- Um ou mais adaptadores Wi-Fi compatíveis com Linux que possam operar no modo “monitor”. Eu estou usando dois deste aqui;
- Uma conexão com a internet até o momento da instalação do Reaver.
Instale o Kubuntu no disco rígido (requer conexão com a internet)
Isso não é realmente necessário. Você pode pular essa parte e instalar o reaver-wps enquanto roda o Linux a partir do LiveCD. Mas não conheço modo de fazer isso sem ter que fazer de novo a instalação do reaver-wps toda vez que reiniciar. Eu optei por instalar em um notebook velho com dicos de 80GB e deixei o Ubuntu criar uma partição de 10GB para ele. Ele fez isso sem danificar a instalação do Windows XP que já existia.
Não vou ensinar aqui como se instala o Linux. Um usuário avançado Windows conhece todos os conceitos necessários para compreender o processo. Mas lembre-se de sempre usar o comando ifconfig quando precisar saber se, e como, seus adaptadores de rede foram reconhecidos.
Neste ponto eu preciso fazer um elogio ao instalador do Kubuntu 11.10. É a primeira vez que eu vejo um instalador de SO fazer perguntas de configuração enquanto copia os arquivos.
Instale o reaver-wps (requer conexão com a internet)
A partir deste ponto, lembre-se de que pode se poupar de muita digitação e frustração usando CTRL+C e CTRL+SHIFT+V. Abra esta página no browser da máquina Linux e copie e cole os comandos, adaptando onde necessário.
Só por precaução, dê o seguinte comando para atualizar o banco de dados de repositórios:
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<em>sudo apt-get update</em> |
Baixe o reaver 1.4 (mude o nome do arquivo para baixar outra versão. Confirme a mais recente aqui):
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<em>wget http://reaver-wps.googlecode.com/files/reaver-1.4.tar.gz</em> |
Extraia
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<em>tar -xzvf reaver-1.4.tar.gz</em> |
Instale as dependências e ferramentas
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<em>sudo apt-get install libpcap-dev aircrack-ng sqlite3 libsqlite3-dev</em> <em>sudo apt-get install make </em>(a instalação padrão do Kubuntu não instala o make. Se já tiver instalado, ignore) |
Compilar e instalar
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<em>cd reaver-1.4</em> <em>cd src</em> <em> ./configure</em> <em>make </em> <em>sudo make install</em> |
Usando o reaver-wps
Dê o comando “ifconfig” no terminal para saber que interfaces WiFi estão disponíveis. Elas serão listadas como “wlan0”, “wlan1” e assim por diante. Na maioria das vezes será “wlan0”, mas nem sempre. Por exemplo, meu notebook emachines tem um adaptador embutido que o Linux nomeou “wlan0”, mas que eu não posso usar porque a sequencia de teclas FN+F2 desse notebook não é reconhecida pelo Linux. Então eu tive que instalar um outro adaptador, que foi nomeado “wlan1”.Mas neste tutorial eu vou considerar o deafult: wlan0
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<em>sudo airmon-ng start wlan0</em> |
Preste atenção à resposta que esse comando dá. Ele dirá se está monitorando como “mon0”, “mon1″, etc”. No meu caso foi mon0 (mon-zero)

Agora você precisa saber qual o MAC da interface wireless (BSSID) do roteador que você deseja testar. Se você tem acesso ao roteador, basta entrar no seu setup e olhar isso (lembre-se: é o MAC da interface WIRELESS). Mas também é possível obter isso remotamente com o comando:
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<em>sudo airodump-ng mon0</em> |
O programa vai exibir uma lista de todas as redes ao alcance, atualizada em tempo real, com o BSSID (MAC) do lado esquerdo e o ESSID (o nome da rede) na outra extremidade. Exemplo abaixo.

Você também pode usar o programa wash, que vem com o reaver-wps. O programa tem a vantagem de só listar as redes que tem WPS habilitado (dica de tarcisiocjr):
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<em>sudo wash -i mon0 --ignore-fcs </em> |

Quando tiver o BSSID da que você quer, termine o programa com CTRL-C.
Agora você está pronto para executar o reaver:
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<em>sudo reaver -i mon0 -b 00:00:00:00:00 -v</em> |
Onde 00:00:00:00:00 é o BSSID obtido no passo anterior
Após um ou dois minutos se auto ajustando, o reaver decidiu usar um intervalo de 4s entre tentativas. Agora aguarde enquanto ele faz sua “mágica”.
Extras
Para atualizar o reaver
Você deve fazer tudo de novo exceto o passo “instale as dependências”, mas mudando os comandos para bater com a nova versão.
Como testar mais de um roteador ao mesmo tempo
Basta instalar dois ou mais adaptadores WiFi compatíveis e abrir um terminal para cada um deles e repetir apenas os passos em “usando o reaver-wps”, ajustando os parâmetros “wlan” e “mon” de acordo. Eu testei com dois ao mesmo tempo, ligados a um hub USB.
E se eu tiver que parar o teste?
Não é problema. O reaver-wps grava tudo o que já fez e na próxima vez que você pedir para testar o mesmo BSSID ele vai se oferecer para continuar de onde parou. Você pode continuar (default) ou começar de novo.
Como saber se o WPS está ativo ou não?
No meu caso, quando eu desligo o WPS o reaver fica testando o PIN 1234567890 em loop
Créditos:
Meu tutorial se baseou neste, que está desatualizado (há uma versão mais nova do reaver) e incompleto (entre outras coisas não prevê a ausência de make numa instalação limpa do kubuntu)
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 Jefferson,  18 de fevereiro de 2012, Fica até difícil decidir. Tem “trocentas” opções.
13″ Laptop Soft Sleeve Bag Netbook Case+ Hide Handle For 13.3″ HP Palvilion dm3 | eBay.

Só não comprei porque senti falta do bolso interno (ou externo) para colocar a fonte. Comprei uma na DX (feia em comparação) que tem, e me acostumei com a praticidade.
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 Jefferson,  18 de fevereiro de 2012, hardware, Wifi O TL-WR1043ND foi comprado em conjunto com o TL-WR841ND do qual comecei a falar em outro post e pelo mesmo motivo: alcance. Eu tenho três clientes residenciais com problemas e quero ter opções a oferecer. A TP-LINK jura que esse modelo, com suas três antenas e a tal tecnologia SST oferece o máximo em alcance. Vamos ver.
Custou R$135. R$55 (70%) a mais que o 841ND. Foi adquirido no mesmo vendedor e veio no mesmo pacote para diluir o frete.
Diferenças entre ele e o 841ND:
- Uma antena a mais (mas são menores que as do 841ND);
- Permite a conexão de um HDD USB ou pendrive para funcionar como Media Server, File Server ou FTP server;
- Todas as portas são gigabit;
- LEDs na frente do aparelho. Os LEDs do 841ND, em cima do aparelho, são irritantes.
- Fonte de energia: 12V x 1.5A (o 841ND requer 9V x 0.6A) Tenha em mente que a fonte precisa ser capaz de alimentar o roteador mais qualquer geringonça USB que você conecte a ele. Gosto de aparelhos que usam 12V.
Tirando o menu que trata da porta USB, todas as outras funcionalidades parecem idênticas. Haviam umas poucas diferenças, mas sumiram quando atualizei o firmware do 841ND.
O roteador realmente só me importa se tiver um alcance maior que o 841ND. Nem gigabit, nem porta USB me interessam (nunca botei muita fé no desempenho), mas já que estou com o aparelho vou testar.
Atenção ao usar o setup do aparelho. O design é em três colunas, sendo que a da direita, com a Ajuda, muitas vezes fica “por cima” das opções na coluna central. É preciso ficar atento à barra de rolagem horizontal para perceber que existem mais opções ocultas.
É possível acessar qualquer funcionalidade, usando além do endereço IP do roteador, o nome de domínio “tplinklogin.net”. Essa funcionalidade está vindo nos novos firmwares TP-LINK aparentemente para todos os roteadores desde o ano passado.
Para acessar o setup: http://tplinklogin.net/
Para acessar o drive USB: \\tplinklogin.net\
É claro que isso só funciona na rede local.
Testando a porta USB
Antes que alguém pergunte: não, o roteador não suporta impressoras, nem qualquer outra coisa que não seja do perfil Mass Storage! Edit: suporta impressoras sim, nas versões mais recentes do firmware oficial. Leia a seção de comentários.
Me conectei direto a uma das portas gigabit, por cabo. Na porta USB eu conectei um HDD de notebook, que funcionou normalmente alimentado apenas pelo roteador.
Quando o roteador “monta” o volume, acende um LED rotulado “USB”.
Suporta volumes NTFS. Testado com uma única partição de 60GB.
Velocidade de gravação do HDD USB quando conectado ao desktop: 22MB/s
Velocidade de gravação do HDD USB quando conectado ao roteador: 2.5MB/s
Notar que espera-se de uma rede de 100Mbps bem configurada apenas 8MB/s, que ainda é o triplo do alcançado. Mas eu estava conectado a 1000Mbps (gigabit), que costumeiramente oferece pelo menos 50MB/s. Percebe-se com isso que o desempenho da porta USB para gravação é patético, só servindo para casos específicos (usar como FTP server, por exemplo).
Na hora de ler o que está gravado o desempenho é um pouco melhor. Variou de 4.8MB/s a 6MB/s (não fica estável, mesmo transferindo arquivos grandes).
O volume pode ser acessado com facilidade de qualquer computador da rede apenas digitando o IP do roteador no explorer. O nome do compartilhamento (o default é “Volume1”) vai aparecer na lista.
Controle de acesso ao drive
É possível criar usuários (com respectivas senhas) que terão acesso ao drive USB, com permissões somente leitura ou acesso total. Aparentemente quem não tem a senha sequer consegue listar o conteúdo. Essa funcionalidade já bate muito dispositivo metido a NAS que vi por aí, que escancara o conteúdo para qualquer um com acesso à rede.
Inicialmente eu levei uma surra, porque após habilitar o acesso o dispositivo recusava qualquer par usuário/senha que eu usasse. Mas reiniciar o roteador e o PC resolveu o problema.
Não é possível determinar que usuário tem acesso ao que. Todo usuário cadastrado tem acesso ao drive inteiro. Só o que muda é se tem permissão de escrita ou não.
O firmware instalado no aparelho, apesar de ser de abril de 2011, ainda é o mais recente disponível hoje, 18/02/2012.
| Firmware Version: |
3.13.4 Build 110429 Rel.36959n
|
| Hardware Version: |
WR1043ND v1 00000000
|
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 Jefferson,  17 de fevereiro de 2012, hardware, wi-fi Por sugestão do amigo José Carneiro Neto, que disse conseguir alcances muito bons com esse modelo no seu local de trabalho, comprei e estou testando o roteador Wi-Fi TP-LINK TL-WR841ND

Eu comprei neste anúncio do ML. O vendedor pediu um frete justo para dois aparelhos (tem vendedor do ML trapaceando no frete), postou no primeiro dia útil seguinte e chegou na caixa. A única coisa estranha foi a falta do “miolo” da caixa: o roteador veio embrulhado em saco bolha dentro da caixa original
O meu interesse específico nesse roteador é exclusivamente alcance. Todo o resto é opcional. Eu improvisei uma prateleira de testes onde coloquei esse e mais dois roteadores e vou testar a diferença de alcance durante este carnaval.
Roteadores que serão comparados:
- D-Link DI-524
- TP-LINK TL-WR841ND
- TP-LINK TL-WR1043ND – falarei sobre ele em outro post
- OIWTECH OIW-2411APG – O roteador da casa
Nota: o sufixo “ND” da TP-LINK significa que as antenas são destacáveis. Contra-intuitivo, porque parece a a abreviação de “Not Detachable”.
Dispositivos que farão parte do teste
- Notebook HP Pavilion DM3 – Usa uma controladora Wi-Fi Intel 5100AGN;
- Motorola Quench
O 841ND tem suporte a WPS, que a TP-LINK sabe-se lá por que chama de “QSS” (Quick Secure Setup). Ainda não tenho como saber se o roteador resistiria a um ataque brute force, porque não tenho ainda o reaver-wps funcionando, mas pelo menos o suporte a WPS pode ser desligado.

O PIN que aparece na tela é o mesmo impresso no fundo do aparelho (é o default).
Outras funcionalidades interessantes que nem todo roteador tem:
- Bandwidth Control: supostamente você pode determinar, por IP, quem pode usar quanto da banda;
- WDS: Assim é possível cascatear dois ou mais roteadores para ter uma maior cobertura.
- IP Address Reservation: Você pode associar um IP a um MAC na tabela DHCP
- ARP Binding: A princípio parece a mesma coisa que IP Address Reservation, mas aqui a intenção é segurança
- Access Control: Pelo que eu entendi, você pode até mesmo configurar para que um determinado computador em sua rede só possa acessar os sites de uma lista (até quatro);
- Parental Control: Parece complementar o Access Control de uma forma que não é útil apenas para controlar o acesso de crianças. Depois vou examinar com mais atenção;
- MAC Cloning;
Foi assim que veio o roteador:
| Firmware Version: |
3.12.5 Build 100929 Rel.57776n
|
| Hardware Version: |
WR841N v6/v7 00000000
|
Como haviam duas atualizações posteriores a essa versão e com funcionalidades que me interessavam, fiz o upgrade. A parte perigosa do processo leva apenas 30s. Agora está assim:
| Firmware Version: |
3.13.9 Build 120201 Rel.54965n
|
| Hardware Version: |
WR841N v6/v7 00000000
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 Jefferson,  17 de fevereiro de 2012, android, apps Eu tive esse problema toda vez que precisei dar um wipe-all no Quench para recomeçar do zero. Nas primeiras vezes eu fiz gambiarras, incluindo usar minha conta na Appbrain, mas não fiquei satisfeito com nenhuma delas. Ontem, precisando fazer um novo wipe-all, fiz nova pesquisa e desta vez encontrei uma app que dá um resultado muito mais satisfatório: ShareMyApps.

A intenção da app é divulgar para outras pessoas o que você tem instalado, mas ficou perfeito como modo de lembrar a você mesmo. ShareMyApps faz uma lista de todas as apps ou só as que você marcar, com links para as respectivas páginas no Market. Você também pode acrescentar notas, para lembrar a você mesmo por que usa aquela app específica.
Exemplo de e-mail enviado:
Facebook
Free Power Widget
Gmail
Mapas
MortPlayer Music
MSN: Mercury (Free)
My Data Manager Free – suporta wifi
Onavo
Ringdroid
ShareMyApps
Songbird – única com suporte a facebook
WhatsApp
Generated by ShareMyApps
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 Jefferson,  17 de fevereiro de 2012, Em outro post o leitor Marcello Chagas perguntou se eu havia notado que as entregas estavam mais rápidas. Até aquela data eu não notara nenhuma diferença. Mas na última semana os Correios tem me surpreendido.
Recebi duas encomendas internacionais que levaram apenas 16 dias corridos da postagem até minha porta. Esse era o padrão de mais ou menos 7 anos atrás, quando no máximo a encomenda levava 45 dias em trânsito.
E tenho uma encomenda grandinha (dois roteadores) vindo de São José do Rio Preto (SP) por PAC que levou apenas dois dias de trânsito entre o CTE de SP e o CTE de Recife. Normalmente isso leva pelo menos cinco dias.
Não que isso seja um feito extraordinário. Segundo o Google Maps, a distância entre as duas cidades é 2.584 km e pode ser percorrida em 1 dia e 7 horas*. O espantoso é ver os Correios fazendo algo de uma forma eficiente, porque para chegar nessa velocidade com certeza está havendo no mínimo troca de motoristas no caminho e caso haja conexões em outros CTEs no caminho as encomendas estão sendo descarregadas e carregadas com agilidade. È o mínimo que se espera de uma empresa competitiva, mas espanta quando vem dos Correios.
Espero que continue assim.
*É claro que isso não prevê paradas, nem que o expediente de um trabalhador é de 8h e nem os buracos e engarrafamentos das estradas brasileiras. Para alcançar essa marca é preciso manter 80Km/h sem parar.
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 Jefferson,  16 de fevereiro de 2012, android Essa é a segunda vez que esbarro nesse problema, sendo que na primeira eu contornei não usando o market.
O problema só acontece ao tentar instalar apps pelo browser no desktop. Usando o Market no celular tudo funciona normalmente. Em cada página de download no site aparece a mensagem “Você não possui dispositivos” na coluna esquerda e se você insistir e mandar instalar aparece a mensagem: “Não há telefone Android associado a esta conta. Por favor, faça login com uma conta diferente.”
Desta vez eu consertei fazendo o seguinte:
No fundo da página, cliquei em “minha conta do Market”
Cliquei na aba “Configurações”;
Fiquei surpreso ao constatar que meu telefone aparecia na lista, incluindo a nova operadora (OI). O que significava que o Market estava “vendo” minhas conexões pelo celular. Mas como o campo “Apelido” estava vazio, resolvi chutar. Cliquei em Editar, escrevi “Quench” como apelido e cliquei em Atualizar.
Problema resolvido.
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Opa, Jefferson, seguinte. Apesar de mais antiga, a A630 tem menor densidade de pixels que a S4000. Enquanto a A630 tem 8Mpx num sensor de cerca de 7mm, a enfiou 14Mpx (quase o dobro) num sensor com cerca de 6mm. Quanto maior a densidade de pixels, maior a perda de detalhes. Algumas câmeras se saem melhor que outras, mas não há milagre. Eu bem entendo a sua situação, tenho uma Fuji S9100, é uma máquina bem legal e versátil, gosto muito dela e sei que está ultrapassada (já tem 5 anos), mas uma DSLR é um investimento que eu não posso e não quero fazer e não existem opções para substitui-la, então vou levando até dar pau
Obrigado por me chamar a atenção para o tamanho do sensor!
Esse tipo de review me lembra o site do Ken Rockwell – http://www.kenrockwell.com/. Conhece?
Não conheço. Minha última grande pesquisa ocorreu no início de 2007, quando comprei minha A630. E as melhores fontes de análises naquela época eram
Steve’s Digicams
Digital Photography Review.
Imaging Resource
Digital Camera Resource Page
Daquelas coisas que esperamos nunca precisar, mas que devem tb ser levadas em conta: a Assistência Técnica das câmeras da Fuji Brasil é das coisas mais desorganizadas e incompetentes que já me deparei.
O conserto em si foi técnica e profissionalmente executado, reconheço, mas o gerenciamento foi deplorável: receber a câmera (‘perderam’ durante dias minha câmera, apesar de eu ter a confirmação do recebimento, no endereço que me foi indicado), enviar o orçamento (foram inúmeros outros e-mails até finalmente eles conseguirem localizar minha câmera, e me enviarem um orçamento), iniciar o conserto aprovado (mais outros inúmeros e-mails até finalmente darem início ao conserto) e, finalmente o envio da câmera consertada (para completar a trapalhada, enviaram para o endereço errado, somente resolvido por eu ter o telefone de contato da transportadora). Exaustivo.
Enfim: várias semanas de aborrecimentos e informações desencontradas, que desabonam as câmeras Fuji
obs.: a câmera em questão era uma FinePix S1 Pro, uma das primeiras SLR ‘Pro’ com preço razoável, utilizando minhas objetivas Nikon
Minha experiência é com câmeras digitais populares, mas vou deixar aqui meus 2 centavos. Tive uma Canon A430 (4MP) e uma A460 (5MP), e agora estou com uma Sony S3000 (10.1MP), um celular Motorola Defy com 5MP, e tive a oportunidade de testar algumas Samsungs. Eu, minha esposa e um amigo queremos voltar para a Canon. As Canons que tivemos foram as únicas que tinham qualidade a nível de pixel. Se você tirasse foto de uma grade distante, e com um suporte apropriado, você veria um pixel escuro e outro claro lado a lado. Os pixels eram reais! Cada um deles tinha uma informação própria, independente.
Eu e minha esposa ficamos muito decepcionados com a Sony. Mesmo em ambientes claros, muitas coisas viram borrões. Por exemplo, as ranhuras de um tijolo, com linhas horizontais alternando entre claro e escuro, viram um borrão de uma cor só. E o zoom óptico não ajuda! Ao contrário, os borrões aumentam na mesma proporção!
Dá a impressão arrepiante de que:
– O sensor não tem 16.7 milhões de cores, mas só 256, e todos os pixels com cores próximas viram um borrão só da mesma “cor média”.
– O zoom óptico é na verdade um zoom digital e as lentes se mexem apenas por enfeite. (Sim, isto é risível, mas é a impressão real que dá!)
Pensei que poderia ser a compressão JPEG, mas infelizmente essa câmera não disponibiliza as imagens em formato raw. Vou verificar esse recurso antes de adquirir a próxima.
Infelizmente as duas Canons tiveram o mesmo problema no obturador (listras horizontais e excesso de claridade). Fiz até um <a href=”http://ccd.sonylabs.net/”>corretor de fotos</a> para esse problema, mas… não dá pra depender disso para toda foto.
As fotos de celular com 2 e 5MP têm qualidade similar à da Sony com 10MP. Voltaremos à Canon na próxima oportunidade. (Anuncie quando quiser vender a sua, hehe!)
O link não “colou”… Veja o corretor de fotos em http://ccd.sonylabs.net/
Olá amigo, parabéns pela sua avaliação das cameras, então, eu tenho uma s4000 também, e ja tive uma canon como a sua, porém a s4000 tem um truquinho pra essas fotos, vc tem que usar uma lente polarizadora, senão fica assim mesmo, ela desfoca os detalhes. Infelizmente a fuji quer aumentar os megapixels sem aumentar a “compreensão” do sensor, e resulta nisso. Eu paguei 290 reais na minha, num leilão do ml, o que faz o custo beneficio ser excelente, sem falar que existe uma gama de adaptadores para ela, como anéis, lentes, tubos, e até recentemente descobri uma adaptção para objetiva de 300x. Parece incrível mas é verdade. Se vc for avaliar o software dela com qualquer outra máquina vai ver que é identico, e conta com os mesmos recursos, só o que deixa a desejar é a lente que não pode ser trocada, mas com os adaptadores fica tudo certo. Abraço