Retomando o hábito de salvar páginas da internet

Quando tudo o que eu tinha era internet discada e praticamente só podia navegar de madrugada e nos fins de semana por causa do custo eu tinha o hábito de salvar no HDD toda e qualquer página que achasse interessante para poder ler em qualquer lugar ou horário. Depois que uma conexão à internet permanente e de baixo custo se tornou algo quase onipresente e com a facilidade de achar algo imediatamente usando o Google e/ou fazendo uma busca no histórico do meu navegador eu fui perdendo esse hábito. Acho que desde 2008 eu não salvava mais páginas só por serem interessantes.

Mas hoje em dia eu tenho esbarrado com freqüência cada vez maior em links quebrados no meu próprio site. Referências que dei há apenas dois anos não podem mais ser consultadas, porque o autor do texto (ou o dono do site) não dá importância ao que foi escrito, o cache do Google só funciona até um certo ponto e nem sempre a wayback machine tem uma cópia funcional arquivada.  Já tentou encontrar um tópico especifico do forumpcs lá?

Como a tendência é só piorar, pois as redes sociais incentivam as pessoas a tratar toda informação como papo de botequim (na verdade elas incentivam as pessoas a não pensarem), decidi retomar o velho hábito. Bastam três cliques no navegador e é muito melhor do que me frustrar depois.

19 comentários
  • Fernando Di Ramos - 29 Comentários

    Somos antigos, ao menos na internet. Lembramos de comportamentos que não foram apresentados aos novatos.

    Comecei internet pelo mIRC. Conteúdo não-indexado. Compartilhamento de arquivos, links e bookmarks.

    A velharia migrou para blogs: Compartilhamento de arquivos, links e bookmarks.

    Hoje, um primo de 11 anos me visitou, falei que haviam vídeos que eu gostaria que ele visse mas que não estão na Youtube. Ele não entendeu.

    Internet está muito mais pessoal – antes anônima -, muito mais social – antes pesquisa solitária -, mais cercada – antes conteúdo pago não funcionava e servidores não eram derrubados.

    Websearch está quebrado. Não acho mais nada no Google e nem encontro concorrente. Muita frustação com buscador querendo me apresentar o que ele acha que eu quero encontrar e não o que eu escrevi.

    Eu gostei da “Internet 2.0”. A capacidade de se interagir no Web ao invés de apenas nos Instant Messaging foi positiva. Mas se a internet se tornar apenas rede-social, apenas interação e ao prejuízo de conteúdo. Então, internet estará morta.

    Addendum: (a) Uma coisa que há muitos anos digo: tudo o que temos e sabemos está no google, seja informação privada ou pública. Por enquanto tudo corre bem. Mas empresas tendem a acabar, a mudar de dono e mudar de comportamento. Quem será o próximo a ter acesso a todas informações que por anos confiamos ao Google?

    (b) Normalmente acesso esta página por procurar no Google: “Professor Jefferson Ryan”. Hoje apareceu um candidato de Rondônia. Google não me atende mais.

    (c) Feliz ano novo!

    abraços

    • João Batista - 30 Comentários

      Eu também sou dos antigos , mais só que comecei na era do BBS conhece ?! Esta época a conta telefônica vinha bem alta com ligações internacionais

      • Fernando Di Ramos - 29 Comentários

        BBS é anterior ao meu acesso. Conheço por vídeos, por ouvir dizer.

        Tenho 20 anos de internet. Comecei pelo discado por volta de 97/98.
        Migrei para o ADSL com modem bridge. Demorei a conhecer um router.

        Chegou a usar a BBS do Mandic?

        Feliz ano novo!

        • João Batista - 30 Comentários

          Não sei se usei ou não o BBS Mandic , porque já foi a um bom tempo atrás , mais eu sei que usei vários como eu falei e a conta telefônica vinha bem alta com as ligações internacionais

      • Jefferson - 6.606 Comentários

        Eu comecei com BBS. Modem de 2400bps. Acho que na época Recife tinha apenas um BBS: O Brainstorm. Como na época (antes da privatização) uma linha telefônica custava o mesmo que um carro ou um imóvel, BBS era passatempo de adolescente nerd filho de gente rica. E Recife não tinha muitos.

        Eu participava de grupos de discussão usando o software bluewave. Era possível mandar mensagens para o exterior, mas isso dependia dos “eventos de trocas de mensagens” onde os sysops de BBSs do mundo inteiro se conectavam para trocar pacotes de mensagens. A comunicação com alguém no exterior sempre tinha um delay de horas ou dias. E assim eu comprei meus primeiros livros de informática lá fora numa loja especializada em livros técnicos que era muito recomendada pelos seus baixos preços. Não era a Amazon, mas não consigo me lembrar do nome agora. Acho que a gente conversava com o próprio dono.

        Se um dia eu achar meus backups do bluewave eu acho o nome.

        • Jefferson - 6.606 Comentários

          Como na época (antes da privatização) uma linha telefônica custava o mesmo que um carro ou um imóvel, BBS era passatempo de adolescente nerd filho de gente rica. E Recife não tinha muitos.

          Eu não fui claro nessa frase. Embora acessar um BBS tivesse como requisito ter um computador e uma linha telefônica, o que já excluía 99% da população no início da década de 90, eu estava me referindo ao dono do BBS, o sysop. Que além de computador, precisava ter várias linhas telefônicas (acho que o Brainstorm tinha vinte) e fazer interurbanos regularmente para os eventos de trocas de mensagens.

          • Ioram Sette - 1 Comentário

            Alo Jefferson! Obrigado pela lembrança. :) Sou o SysOp da Brain Storm BBS, que continua no ar, mas agora através de conexões SSH ou telnet/ssl (http://www.bsbbs.com.br). A BBS que tinha 20 linhas era a NetPE, onde eu também era um dos SysOps. A Brain Storm só chegou a 2 linhas, e funcionou a maior parte do tempo (naquela época) no OS/2. De 2004 pra cá, rodo com Linux e Windows. Apareça lá para visitar.

        • Saulo Benigno - 279 Comentários

          Eita época boa de BBS. NetPE, os IRContros no Boliche do Shopping Recife, os “Vampiros da Noite”, lembra de tudo isso? :)

      • Luciano - 493 Comentários

        Eu cheguei a usar um BBS local que tinhamos aqui na cidade, isso foi por volta de 1997… bons tempos. Peguei toda fase do mIRC, ICQ… os quais ainda uso! Dou risada quando alguém vem me falar do msn… que veio e foi-se e o ICQ continua firme e forte.

    • Sidmar - 21 Comentários

      Eu seu a URL do Ryan de cabeça. Nem favoritos eu uso mais.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Comecei internet pelo mIRC. Conteúdo não-indexado. Compartilhamento de arquivos, links e bookmarks.

      Nunca cheguei a usar IRC. Acho que foi uma questão de “timing”. A “internet” demorou a chegar aqui em Recife e quando chegou já existiam meios de comunicação mais pessoais como o ICQ.

      Hoje, um primo de 11 anos me visitou, falei que haviam vídeos que eu gostaria que ele visse mas que não estão na Youtube. Ele não entendeu.

      A propósito, tudo que eu acho interessante no youtube eu sempre salvei.

      Addendum: (a) Uma coisa que há muitos anos digo: tudo o que temos e sabemos está no google, seja informação privada ou pública. Por enquanto tudo corre bem. Mas empresas tendem a acabar, a mudar de dono e mudar de comportamento. Quem será o próximo a ter acesso a todas informações que por anos confiamos ao Google?

      Eu não daria ao governo um centésimo da informação que dou voluntariamente ao Google. A empresa sabe mais sobre mim que minha família e amigos.

      (b) Normalmente acesso esta página por procurar no Google: “Professor Jefferson Ryan”. Hoje apareceu um candidato de Rondônia. Google não me atende mais.

      Achei o problema. O Google descobriu que eu não sou professor :lol:

      Mas falando sério: a palavra “professor” aparece pouco nos meus blogs. Acho natural que eventualmente o Google conclua que você não está procurando por mim.

  • João Batista - 30 Comentários

    Feliz ano novo , e eu faço se for possível a cópia completa do site ou uma ( mirror local ) usando para isto o famoso wget , e tem para o windows ok

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu nem sabia que o wget podia salvar páginas recursivamente, mas olhando o manual vi que tem essa e muitas outras opções.

      É bom saber disso mas eu não usaria o wget no Windows para isso. Não com softwares de uso mais “são” como o httrack (que inclusive é open source) disponíveis.

      • Luciano - 493 Comentários

        Ehehe.. achei mais um que usa o httrack! Eu em geral ainda salvo paginas completas e até mesmo sites, por um motivo, as coisas andam muito voláteis, desaparecem de uma hora pra outra. E isso já me salvou algumas vezes.

  • VR5 - 397 Comentários

    Jefferson: você disse que salva vídeos do Youtube. Eu gosto muito de fazer isso (principalmente om palestras, videoclipes de músicas, ETC.). Mas de uns tempos para cá isso está ficando difícil: os programas que fazem isso começaram a ser todos pagos, e as versões gratuitas estão cheios de restrições: ou limitam a qualidade de vídeo (no máximo 720p, ou então a versão paga, e as vezes somente 360p!), ou a fonte (arquivos do VEVO somente em versão paga) ou o tamanho (acima de 30 minutos somente versão paga)… mesmo os sites de download que não usam programas fazem isso (“forçando” a comprar a versão paga)… você usa ainda alguma coisa (ou tem algum “macete”) que burle isso?

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Na maior parte do tempo eu uso a extensão Video Downloadhelper 6.3.3 para Firefox (versão xul). Quando ele se recusa a baixar algo, como os vídeos da VEVO, eu uso o aTube Catcher 3.8.9152. Praticamente 100% do que me interessa é coberto por essa dupla. De cabeça eu não consigo lembrar de nada que um dos dois não tenha conseguido baixar.

    • Sidmar - 21 Comentários

      É muito raro eu baixar alguma coisa do Youtube mas o JDownloader tem me suprido satisfatoriamente.

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Minhas impressões sobre o ventilador ARNO Silence Force 40cm VF40

O ponto forte desse ventilador para o fabricante é a suposta operação silenciosa, mas eu não tenho como avaliar isso sem um referencial porque barulho é impossível o ventilador não fazer. Ar em movimento gera ruído e de fato o ventilador faz barulho. Mas de qualquer forma na minha aplicação eu prefiro que não seja silencioso pois eu uso para dormir e o ruído contínuo do ventilador abafa outros ruídos que poderiam me acordar ou me impedir de cair no sono, como uma TV ou rádio ligado no quarto ao lado. Ventilação silenciosa só é útil para mim na sala onde assisto a filmes.

Todas as peças acessíveis externamente são de plástico. Impossível levar choque sem fazer uma besteira grande (nem sei se é permitido hoje fabricar de outra forma). Quando eu era adolescente quase morri agarrado a um ventilador na época em que era habitual que fossem totalmente metálicos e minha família não tinha dinheiro para descartar um eletrodoméstico “só” porque sabidamente dava choque.

Fácil de lavar. A grade é facilmente removível soltando algumas presilhas e a hélice pode ser retirada com uma chave de boca para remover a porca  que a segura. É claro que poderia ser ainda mais fácil pois em muitos modelos de ventilador a porca é parte de um botão que pode ser desenroscado com a mão.

Historicamente a propaganda de ventiladores sempre focou em tamanho e número de hélices, que são duas características largamente irrelevantes. Agora aparentemente o Inmetro obriga a constar no selo Procel a vazão, que é a única coisa além do consumo que realmente pesa na minha escolha. Esse tem uma vazão de 1.25m3/s (1250 litros por segundo). Minha última compra de ventilador ocorreu há sete anos e na época raros fabricantes publicavam isso.

Consumo de energia

O valor indicado no selo Procel não significa nada para mim. Eu faço minhas próprias medições com um medidor como o PMM2010 ou outro de meus medidores com precisão semelhante.

Valores medidos em um ventilador novo, com menos de uma hora de uso.

  • Velocidade 1: 91W
  • Velocidade 2: 104W
  • Velocidade 3: 122W
10 comentários
  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Depois de postar eu descobri que a Procel publica uma lista onde constam as potências em cada velocidade. Mas as potências indicadas para esse modelo conferem apenas parcialmente:

    76,50W
    105,00W
    126,00W

    O consumo que medi nas velocidades 2 e 3 corresponde ao registrado pela Procel mas o da velocidade 1 é muito diferente. Eu verifiquei que após alguns minutos ligado o consumo na velocidade 1 caiu para 86W, mas ainda assim é uma diferença de 10W. Eu vou deixar o medidor ligado no ventilador hoje à noite e refazer as medições.

  • Jorge Mendonça - 60 Comentários

    Coincidência, ontem comprei um desses. Tenho um Arno modelo mais antigo de 40 e achei esse novo ligeiramente mais barulhento, porém ambos são MUITO mais silenciosos que um Britania Ventus 40 que também tenho.

  • VR5 - 397 Comentários

    Não gosta de ventilador de teto?

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Não gosto da relação custo/benefício deles. Ventiladores de teto são mais difíceis de instalar e manter e não tem portabilidade. Segundo esta tabela do Inmetro a maioria dos modelos no mercado hoje tem uma vazão superior à do ARNO VF40 mas eu nunca senti isso na prática. A única vantagem deles é não ocupar espaço no chão, que para mim é irrelevante.

  • Carlos Eduardo Vieira - 2 Comentários

    AUMENTOU MUITO A CONTA DE LUZ DEPOIS Q COMEÇOU A USAR ESTE VENTILADOR?

  • Carlos Eduardo Vieira - 2 Comentários

    Nao entendi….qual seu perfil de consumo?

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      A conta de energia aqui oscila em torno de R$500. Temos muito equipamento eletro-eletrônico, esse ventilador foi colocado em substituição a outro e não é usado um número fixo de horas por dia. Tentar avaliar o quanto a conta de luz “aumentou” porque troquei um ventilador não faz sentido. Mesmo que eu tivesse acrescentado o ventilador o consumo dele poderia ficar invisível no meio da oscilação mensal da conta.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Depois de pouco mais de dois anos, o ventilador começou a me incomodar. Eu usava apenas no quarto, para dormir e já não estava mais usando na velocidade máxima porque estava barulhento demais. Aí “morreu completamente” porque provavelmente superaqueceu e queimou o fusível térmico embutido. Fiz ligação direta no fusível e agora só uso enquanto estou acordado, porque virou um risco de incêndio.

    O barulho que ele faz na máxima pode ser vibração causada por dano nas buchas. Eu coloquei óleo e por alguns minutos o barulho pareceu ter sumido, mas depois voltou. A queima do fusível também pode ter sido em decorrência da vibração, que causa maior esforço e consequentemente maior aquecimento do motor.

    Não estou inclinado a comprar outro ARNO. Meu Mallory Boreal tem pelo menos nove anos, é usado por várias horas todos os dias e continua funcionando bem!

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Livros: Annihilation não é o que eu esperava

Após ler as cerca de 200 páginas de Annihilation, o primeiro de uma trilogia, eu me senti incomodado. E rapidamente me lembrei de outro autor que tinha me causado a mesma sensação: James Dashner com a trilogia Maze Runner. O que me incomodou: o livro termina e ninguém sabe o que está havendo, especialmente os leitores. É claro que como se trata de uma trilogia as respostas podem estar nos dois livros seguintes, mas se você leu minha opinião sobre Maze Runner sabe que ao terminar o último livro daquela saga eu me senti enganado.

Annihilation não é uma leitura “fácil”. É intrigante, sim (assim como Maze Runner), mas na maior parte do tempo é monótono e parte da narrativa parece depender de “escritos” que se parecem com salmos de uma bíblia desconhecida, um soneto de Shakespeare, poesia (é sério: a maior parte do que é chamado “poesia” eu não consigo entender) ou com o resultado de um gerador de cadeia de Markov. A narradora, apesar de ser bióloga e não lingüista, poeta ou mesmo escritora parece ser capaz de relacionar o mumbo-jumbo que leu com os eventos que ocorrem depois, o que me faz sentir como se eu fosse muito menos inteligente do que imagino (é provável) ou o autor está trapaceando (mais provável ainda).

A única passagem memorável do livro é quando descobrimos por que ele tem esse nome. Até mais da metade da estória eu fiquei me perguntando o que “aniqulação” tinha a ver com o que estava lendo, já que baseando-se na narração a humanidade parecia ir muito bem. É uma revelação surpreendente, mas não ajuda a salvar o livro.

O que me impulsionou a colocar Annihilation no topo da minha longa fila de leitura foi o trailer do filme baseado nele que será lançado em fevereiro.

Mas o filme é significativamente diferente do livro e a maior parte do que ocorre do trailer não existe na estória. Ou ele é uma mistura de eventos dos três livros ou decidiram que Annihilation era muito chato para virar um filme interessante.

3 comentários
  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Depois de ver o trailer você pode ter a impressão de que se trata de mais uma tentativa idiota de Hollywood de agradar o movimento feminazi. Eu tenho alergia a essas imbecilidades SJW mas no caso dessa estória há uma boa razão, implícita no livro, para uma equipe formada apenas por mulheres ser propositalmente colocada na linha de frente de uma situação perigosa (segundo o trailer, suicida) e não, não é uma equipe do exército israelense e essa estória não tem nada a ver com “Y: the Last Man“.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Terminei o segundo livro da série: Authority (352 páginas). A estória agora é contada do ponto de vista do diretor da Southern Reach (a “autoridade”), a agência governamental que supervisiona a “anomalia”. Muitas respostas a questões do primeiro livro são dadas, mas muitas outras questões são levantadas. É uma leitura mais interessante mas ainda cansativa. Vandermeer dedica muitas linhas a uma descrição de cenário que é irrelevante para a estória. Eu entendo que isso faz a leitura parecer mais inteligente mas do meu ponto de vista é só “encher linguiça”.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Terminei de ler as 341 páginas do último volume da série, “Acceptance” e concluí que ler a trilogia foi uma absoluta perda do meu tempo. Eu vejo duas alternativas:

    1) Eu não sou inteligente o suficiente para entender;
    2) A série é voltada para um público que não tem nada a ver comigo.

    O autor “fisolofa” (eu sei) demais. Perde muito tempo descrevendo cenários e os pensamentos mais esdrúxulos dos personagens e dispensa pouco tempo tentando realmente dar explicações para a trama. No final, muita coisa fica sem explicação e como eu acredito que “a diferença entre realidade e ficção é que a ficção precisa fazer sentido” quero distância desse tipo de narrativa.

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A explicação para o OVNI de Elon Musk / SpaceX

Se eu tivesse visto apenas essa parte, minha reação também seria “What the fuck is this?”

Video completo do lançamento, visto de longe. É mais fácil entender que se trata de um foguete, mas o efeito final continua sendo bizarro:

Realmente deve ter sido uma imagem impressionante. Lamento mas não tem legendas. O narrador explica como o efeito foi criado pela separação dos dois estágios do foguete.

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Continuo gostando de Alien Nation (Nação Alien, 1988)

Ter assistido a Bright me fez querer assistir a Alien Nation outra vez. Mesmo sendo uma ficção científica com quase trinta anos o filme envelheceu bem. Algumas cenas poderiam ter sido melhor dirigidas, mas para algo que foi produzido provavelmente com um orçamento pequeno na década de 80, dá para ignorar.

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Apesar dos problemas eu gostei de Spectral 2016

É difícil assistir a Spectral e não lembrar de Final Fantasy: The Spirits Whitin. O filme é no geral bom, mas eu fiquei incomodado com o excesso de mortes de soldados no roteiro, a maioria das quais por decisões estúpidas, e com as soluções “MacGyverianas”.

1 comentário
  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Esqueci de mencionar o enorme buraco no roteiro envolvendo o círculo de proteção em torno da fábrica, como em várias cenas os soldados pareciam poder ver os espectros sem ajuda e a cena em que os dois soldados com péssima pontaria conseguiram sobreviver a um espectro com agilidade sobre humana por vários minutos, mesmo depois de não poder mais enxergá-lo.

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Eu estou gostando de The Orville

Eu comecei a assistir The Orville meses atrás depois de uma sugestão de Rodrigo Motta. Não são todos os episódios que me agradam mas um em especial me chamou a atenção e por ter me lembrado dele hoje outra vez eu achei interessante registrar minhas impressões aqui.

“S01E07 – Majority Rule” (Governo da Maioria) nos mostra um mundo onde a tecnologia permite uma forma de democracia direta como nunca existiu no nosso (nem na Grécia antiga teria dado certo) e espero que nunca exista. Cada cidadão tem nas pontas dos dedos a capacidade de votar a favor ou contra em todas as questões, incluindo problemas ambientais, médicos e criminais. Isso parece bom até você pensar em todas as pessoas que você conhece e como elas votariam. Em cinco minutos você percebe que democracia direta é uma idéia terrível e que a democracia representativa é “menos ruim” e fica melhor com gente que dedica suas vidas a esses assuntos tomando essas decisões por nós.  Mas fica pior que isso: nesse mundo você pode votar positivo ou negativo em cada ato de uma pessoa, conhecida ou estranha. E após x milhões de votos negativos qualquer pessoa é automaticamente “disciplinada”.

A idéia de que um mundo possa ter chegado no nível tecnológico que alcançou com uma população tão tacanha exercendo democracia direta é absurda. Eu não esperaria nada mais avançado que a idade média. Mas o exemplo é interessante e vale a pena conferir.

 

3 comentários
  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Eu assisti os 12 episódios e gostei de todos eles, de alguns mais do que outros (é claro), achei a série melhor que o Star Trek Discovery (apesar de ter gostado também mesmo cheia de furos). Achei Orville muito bem humorada e bastante interessante, pena que foram só 12 episódios, espero que tenha uma segunda temporada, de preferência mais longa, 12 episódios é muito pouco!

    Achei surreal este episódio da “democracia” direta, bem insano, e gostei também do episódio da mudança de sexo (4º episódio), bastante surreal, que retrata um problema bem serio do nosso tempo, a discriminação racial (acho que nesse caso a mudança de sexo é uma metáfora para falar de descriminação racial).

  • Walter - 140 Comentários

    Jefferson, você ainda não assistiu Black Mirror? Tem um episódio que é até pior do que democracia direta. As pessoas são avaliadas segundo os “likes” que recebem em uma mídia social.

    Recentemente eu tentei postar um comentário sobre séries da Netflix no tópico de off topic, mas acabei postando em lugar errado, acho que você nem chegou a ver.

    Vou aproveitar esse post para comentar, se me permite.

    Se você gosta de viagem no tempo, recomendo Dark, gostei bastante da primeira temporada. E fora da seara da ficção científica, se é que você já não viu, MindHunter merece uma conferida.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Jefferson, você ainda não assistiu Black Mirror?

      Está na minha lista faz tempo, mas não vi nenhum episódio ainda.

      Recentemente eu tentei postar um comentário sobre séries da Netflix no tópico de off topic, mas acabei postando em lugar errado, acho que você nem chegou a ver.

      Eu vejo todos os comentários. Alguns eu posso demorar a ver porque caíram em uma lista de SPAM. Eu não respondi o seu porque estava muuuuito off topic e movê-lo para o tópico certo não é tão fácil quanto eu gostaria.

      Eu soube de Dark ontem, assim como Travelers. Mindhunter eu não conhecia.

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Apesar dos muitos problemas no roteiro eu gostei de Bright

Bright se passa em uma realidade alternativa onde personagens de fantasia como orcs, elfos, centauros e fadas são parte da sociedade e dois mil anos atrás em vez de Jesus Cristo (“The Lord”) o mundo conheceu (e derrotou) um elfo maligno chamado Dark Lord. O filme é rico em detalhes e cheio de possibilidades. Gostei da maquiagem, dos efeitos especiais, da música, da fotografia e dos personagens mas parte do roteiro, em especial as partes relacionadas com a varinha mágica, é um desastre de lógica que arrisca descarrilar nossa imersão o tempo todo.

Nota: eu acho que a tradução oficial de “magic wand” como “varinha mágica” é infeliz, já trazendo o peso de uma conotação infantil, apesar de wand ser um objeto real que essencialmente nada tem a ver com crianças. Mas para quem não gosta de fantasia isso não faz diferença mesmo porque todo o conceito vai parecer infantil de qualquer forma.

Os críticos detonaram o filme, mas como o modelo de mercado da Netflix não se importa com isso já foi anunciada a produção de Bright 2. Eu espero que nessa continuação eles evitem responder a grande questão que ficou no ar ao final de Bright: “como é que os orcs se reproduzem?”. :lol:

3 comentários
  • VR5 - 397 Comentários

    Teria tido como certa inspiração o filme (e a série homônima) “Alien Nation”?

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Eu vou apontar os vários problemas de roteiro relacionados com a varinha. SPOILER ALERT: Se pretende assistir ao filme, não leia.

    Tikka claramente faz um carro explodir (acidentalmente) com a varinha. E no final do filme todo mundo fica surpreso ao saber que ela é uma Bright? Sim, ela está usando luvas quando isso acontece, mas como então ela explodiu o carro?

    Tikka tem o treinamento para criar uma obra de arte pós-moderna com o corpo de sua perseguidora, regenerar o corpo de Jakoby e trazê-lo de volta à vida usando a varinha, mas não para fugir da polícia?

    Se a varinha é um artefato tão poderoso e raro por que Leilah a entregou a outra elfo para caçar Tikka com ela. Não é que Leilah gostasse dessa outra elfo, pela forma como a matou. E a varinha não pode sequer ficar alguns minutos de carro longe de sua “dona” então que sentido faz delegar uma missão com ela?

    Por que Tikka se rende e entrega a varinha à policia, mesmo tendo ficado claro no final que ela não confiava na polícia?

    Se a varinha é um artefato tão poderoso, como a posse dela por uma elfo maligna como Leilah não gerou caos no mundo? Afinal o agente Kandomere diz que a está caçando há 20 anos.

    Muitos problemas podem ser explicados se for estabelecido que usar a varinha tem “um preço”. Isso fica mais ou menos implícito depois que Tikka ressuscita Jakoby (não está claro, porque Tikka pode ter ficado doente por ter usado a varinha que já está “ligada” a outro Bright (Leilah), mas o roteiro precisa estabelecer esse preço, que aparentemente deve ser menor quando se usa a varinha para matar/destruir ou depende da experiência do usuário, o que pode também explicar porque a própria Leilah não podia ser o “Dark Lord” mas apenas um de seus seguidores.

    Isso é do que me lembro agora, uma semana depois de ter assistido. Se eu assistir outra vez devo poder citar outros problemas.

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Virtualbox: Compartilhe arquivos entre host e guest usando Pastas Compartilhadas

Esse é um recurso muito útil do Virtualbox que acaba sendo pouco utilizado por ser um pouco confuso. Baseando-se apenas nas instruções da interface você tem uma boa chance de não acertar na primeira tentativa e ficar frustrado mas se você parar um pouco para entender como funciona percebe que é simples.

O que vou explicar aqui permitirá que você compartilhe arquivos entre um Sistema Operacional (SO) host Windows e guests Windows e Linux

O processo se divide em dois passos:

  1. Criar o compartilhamento no SO host
  2. Acessar/montar esse compartilhamento no SO guest

O passo 1 precisa ser feito usando a interface do Virtualbox pois esse compartilhamento é “virtual”, só existindo dentro do ambiente do VB e só é visível para o guest ao qual foi associado.

Em “Caminho da Pasta” você aponta a pasta do host quer você quer que apareça no guest

Em “Nome da Pasta” você dá um nome qualquer a esse compartilhamento. Poderia ficar mais intuitivo se o VB chamasse de “nome do Compartilhamento”.

Marcar qualquer uma das três caixas seguintes é opcional, mas deixe as duas últimas marcadas até você ter certeza de que entende o funcionamento. Essa configuração precisa ser feita em cada guest e pode ser diferente em cada um deles.

Isso conclui o passo 1, mas ao executar o guest nem sempre esse compartilhamento aparece automagicamente, apesar de estar lá. Você pode precisar executar um procedimento dentro do guest. Seja qual for o SO do guest os “adicionais de convidado” precisam estar instalados.

No Guest Windows:

O compartilhamento aparece como uma unidade de rede no caminho \\vboxsrv\nome_do_compartilhamento. No exemplo dado na imagem, fica acessível em \\vboxsrv\shared_rw. E se você marcou “montar automaticamente” na configuração a unidade já aparecerá montada no explorer logo ao rodar o guest:

Note que “vboxsrv” é um servidor virtual criado pelo mecanismo de pastas compartilhadas do virtualbox.  Você não precisa fazer nada específico para que ele exista.

No Guest Linux:

Eu não testei extensivamente o recurso no Linux e o caráter mutante desse SO não me permite garantir nada, mas pelo menos no Ubuntu 10 funcionou na primeira tentativa abrindo um terminal no seu diretório home e executando os seguintes comandos:

O primeiro comando cria uma pasta chamada “compartilhado_host” no diretório home

O segundo comando “monta” o seu compartilhamento “shared_rw” no diretório “compartilhado_host”

A partir daí ao acessar o diretório virtual ~/compartilhado_host/ você está acessando o diretório que foi compartilhado como “shared_rw” no host.

Ainda não acabou. Não é tão fácil quanto no Windows

Isso é suficiente para você constatar que funciona, mas assim que você reiniciar o guest linux o mapeamento se perde. Se não quiser digitar o comando mount toda vez que reiniciar o guest você tem que editar o arquivo fstab. Na verdade aquela configuração “montar automaticamente” também funciona no guest linux, mas o ponto de montagem fica em /media/sf_[nome_do_compartilhamento] e só pode ser acessado como usuário root, que você geralmente não é (dá acesso negado).

Outra hora eu concluirei este texto explicando como se fazer com que seja permanente e acessível sem permissões de root.

Perceba que no Linux a coisa não funciona do mesmo jeito que no Windows. Depois de fazer no Windows você fica inclinado a imaginar que vai precisar ter o SAMBA instalado no guest para acessar o compartilhamento, mas não é assim. O virtualbox apresenta para o guest Linux o compartilhamento de uma forma diferente e mais apropriada  para ele.

17 comentários
  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Para dar acesso ao ponto de montagem criado pelo virtualbox o meio mais fácil parece ser editar o arquivo /etc/group. No Ubuntu 10 funciona assim:

    cd /etc
    sudo nano group

    O arquivo vai abrir no editor “nano”. Se você rolar até o fim vai encontrar uma linha começando com “vboxsf”. Acrescente a essa linha “:nome_do_usuario_linux”.

    Por exemplo, como meu usário é “ryan”:

    Linha original: vboxsf:x:1001
    Linha modificada: vboxsf:x:1001:ryan

    Salve com CTRL-O e saia com CTRL-X. Reinicie o Ubuntu.

    Você agora pode acessar /media/sf_[nome_do_compartilhamento]

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Encontrei um jeito mais fácil de fazer isso. Basta dar o comando:

      sudo adduser $USER vboxsf

      e reiniciar. Esse comando edita o arquivo group por você, adicionando $USER ao grupo vboxsf

      A variável $USER contém o nome do usuário corrente.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Para mudar o ponto de montagem, se você quiser que fique no seu diretório home em vez de em /media, você precisa dar o seguinte comando no terminal:

    sudo VBoxControl guestproperty set /VirtualBox/GuestAdd/SharedFolders/MountDir /home/ryan/

    Troque “ryan” pelo seu nome de usuário. Reinicie o linux. O ponto de montagem agora será /home/ryan/sf_[nome_do_compartilhamento]

  • Snow_man - 311 Comentários

    Boa noite
    Jeff, aqui não deu certo, fiz no Virtualbox, mas no windows 7 o caminho \\vboxsrv\ não aparece na minha rede; que será que tô fazendo errado???

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      \\vboxsrv\ não aparece “na sua rede”. Ele aparece exclusivamente no guest.

      • Snow_man - 311 Comentários

        Mas sua imagem do Windows Explorer aí no artigo mostra esse caminho, ainda não consegui replicar isso aqui.

        • Jefferson - 6.606 Comentários

          A imagem é do sistema operacional guest (convidado). Não estou entendendo a sua dúvida.

        • Jefferson - 6.606 Comentários

          Você experimentou digitar \\vboxsrv\ na barra de endereços do Explorer ou está esperando que uma máquina chamada VBOXSRV apareça automaticamente sob “rede”?

          • Snow_man - 311 Comentários

            Não funciona, ainda hoje final de 2019 :S :S :dashhead1:

            • Jefferson - 6.606 Comentários

              Alguma coisa nas minhas instruções você não entendeu e está fazendo diferente. Acabo de retestar em uma instalação completamente nova do host Windows 8.1 e com um guest XP e um guest Windows 7. Em ambos funcionou na primeira tentativa.

              • Snow_man - 311 Comentários

                Não descarto de forma alguma minha inabilidade com Virtualbox; tem um roteiro de como você fez, pra retentar aqui? A iso que instalei é do Lubuntu.

                • Jefferson - 6.606 Comentários

                  Sua dúvida inicial era com o Windows 7 e agora envolve linux. Você já fez funcionar com host e guest Windows? Se seu problema é com o Virtualbox o “roteiro” é o que está escrito no post. Ontem eu não lembrava como fazer e segui o que está escrito. Mas se o problema é saber usar o Linux aí complica, porque o que eu sei mal dá para meu uso.

        • Jefferson - 6.606 Comentários

          Eu não me lembro se testei todas as possibilidades de conexão de rede entre o host e o guest, mas é possível que esse problema ocorra se você estiver usando “NAT”. Eu geralmente uso “placa em modo BRIDGE”. Se for esse o problema me avise porque meu tutorial estará incompleto. “NAT” é o default.

  • DanDaniel - 1 Comentário

    :dashhead1: nao consigo compartilhar o arquivo do host para o guest pois sempre pede um ponto de montagem. o que eu faço?

  • Dennis - 1 Comentário

    Valeu!!! Não tava conseguindo acessar aqui e seguindo o seu passo-a-passo me ajudou!

  • Ismael - 1 Comentário

    Boa tarde …
    Aqui funcionou corretamente
    no Editar compartilhamento do windows preencha da seguinte forma:
    caminho da pasta: [procure a sua pasta] C:\users\doc…\shared (exemplo)
    Nome da Pasta: sharedVM (exemplo)
    *montar automaticamente
    Ponto de montagem: /media/fs_ismael (exemplo)
    Pronto… no guest linux execute o comando ja mencionado anterior mente useradd vboxfs ismael
    Aqui funcionou perfeitamente

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Um dia de más notícias para a tecnologia, a comunicação e o entretenimento

  • A compra da Fox pela Disney não pode ser boa para o público;
  • O fim da neutralidade da rede nos EUA promete ser um desastre sem precedentes para a internet. E o mundo inteiro vai sentir os efeitos.
26 comentários
  • Alexandre Pereira - 10 Comentários

    Na minha opinião, a tal “neutralidade de rede” é um tremendo engodo. Antes das canetadas do Obama, em 2015, a internet já era assim e tudo funcionava sem problema.
    Lá nos EUA, bem como aqui, isso não passa de uma desculpa para dar ao governo poder de controlar a internet, conforme deseja Mr. Soros.
    Não sei se você já procurou ouvir opiniões contrárias sobre o assunto (coisa que você não vai encontrar na Globo News) mas segue uma para reflexão.
    De qualquer maneira, bom Natal, um excelente 2018 e um forte abraço daqui de São Paulo.
    ;)

    https://www.youtube.com/watch?v=Vguz5CuATEE

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu só consegui assistir até a metade. Eu geralmente tenho dificuldade para levar a sério alguém que oculta os olhos e a atitude e postura dele é de um boçal, o que dificulta bastante ganhar credibilidade. Tentando ignorar isso e prestar atenção à mensagem, eu já rangi os dentes quando ele disse que a neutralidade da rede “impede os provedores de vender um serviço onde a Netflix seja mais rápida”.

      Essa é uma noção insana.

      Se você vende um acesso de, por exemplo, 25Mbps, isso é suficiente para até cinco streams Netflix HD. Se você vende um acesso de 5Mbps isso só é suficiente para um stream. A neutralidade da rede não muda nada disso. O provedor não pode te vender um acess de 5Mbps e te dar cinco streams HD de Netflix, nem pode vender um de 25Mbps e te dar 50 streams. A física determina isso e não a neutralidade da rede. Agora, se o provedor está vendendo para todo mundo acesso de 25Mbps, 50Mbps ou até 100Mbps e não tem backbone para que todo mundo possa usar a capacidade comprada ao mesmo tempo, esse é um problema inteiramente diferente, que ele pode resolver simplesmente não vendendo uma capacidade que não pode fornecer ou impondo uma franquia de dados. Eu sou absolutamente contrário a um sistema de franquias, mas considero uma solução muito melhor que abrir essa Caixa de Pandora que é tornar legal os provedores de acesso inspecionarem pacotes para saber do que se trata e olharem de onde vem ou para onde vão. Isso não pode acabar bem. Não pode ser bom nem para o mercado, nem para a privacidade do cidadão.

      • Jefferson - 6.606 Comentários

        ahhhh.. agora foi que percebi que esse tal “milo” é o Milo Yiannopoulos. Um jornalista da alt-right e apoiador de Donald Trump. Eu conhecia ele das opiniões e nunca tinha visto em vídeo. Me desculpe, mas com essa gente eu me permito o atalho do ad hominem. Só o fato de a essa altura do campeonato uma pessoa ainda apoiar Trump já é razão para eu não levar a sério o que ele diz. Eu nem teria começado a ver o vídeo se soubesse que era o Yiannopoulos.

  • Alexandre Pereira - 10 Comentários

    Cara… Me desculpe.
    Eu só escolhi um dos muitos vídeos de pessoas defendendo o fim da neutralidade da rede. Como eu disse, há outros, só não tem na mídia ‘mainstream’.
    Infelizmente, com a ‘ad hominem’ é difícil de argumentar.

    (Só a título de curiosidade, uma vez que não entendo nada de redes, acho que o que ele quis dizer com “vender Netflix mais rápida” está relacionado com priorização de pacotes, QoS, ‘traffic shaping’ e coisas do tipo. Isso pode acontecer ou estou escrevendo bobagem?)

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      acho que o que ele quis dizer com “vender Netflix mais rápida” está relacionado com priorização de pacotes, QoS, ‘traffic shaping’ e coisas do tipo. Isso pode acontecer ou estou escrevendo bobagem?

      Sim, isso pode acontecer, mas não creio que seja do jeito que você imagina e certamente não de um jeito que beneficie o consumidor ou a sociedade. A menor das verdades ainda faz sombra o suficiente para esconder um monte de mentiras.

      A própria definição de Traffic Shapping já diz tudo:

      Traffic shaping é uma técnica de gerenciamento de banda usada em redes de computadores que atrasa alguns ou todos os datagramas para deixá-los em conformidade com um perfil de tráfego desejado.

      A palavra chave é “atrasa”.

      Minha argumentação se baseia em três pontos:

      1) Não é possível priorizar tráfego sem atrasar outro tráfego.

      2) Traffic Shapping só faz sentido se você não tem banda suficiente. Porque se você tem as únicas aplicações da tecnologia são claramente malignas.

      3) Se o provedor de acesso vende uma conexão de 10Mbps sem franquia de dados, o consumidor tem direito a 10Mbps 24 horas por dia, sete dias por semana.

      Só adianta prosseguir se você concorda com os três pontos acima. Se não concorda, questione-os antes de ler o resto.

      Traffic Shapping é uma técnica muito útil quando sob o controle do consumidor. Eu adoraria ter meios simples e baratos de definir, por exemplo, que todo stream do youtube seja paralisado quando alguém estiver tentando receber ou enviar email. Mas a mesma técnica sob o controle do provedor de acesso não me traz benefício algum. Muito pelo contrário. Ainda que o provedor de acesso seja bem intencionado, a tendência é ele priorizar justamente o oposto. E você confia nas boas intenções da OI, VIVO e telefónica? E mais: uma hora eu posso querer que seja justamente o oposto! Mas quem sabe da minha necessidade sou eu e por isso sou eu quem deve ter o controle de como minha banda é usada.

      Ora, eu sei que banda é finita e tem seu preço. E também sei que o provedor de acesso, assim como uma concessionária de energia elétrica, não dimensiona sua rede para o pior caso. Estimativas de consumo são feitas e os investimentos são realizados de acordo com elas. Mas a falta de banda é um problema de infraestrutura que se resolve com mais infraestrutura ou deixando de vender o que você não pode fornecer. Com o fim da neutralidade da rede o provedor não tem mais qualquer incentivo para investir em infraestrutura, porque ele ganha mais se inventar uma dificuldade para vender uma facilidade (algo muito conhecido pelo cidadão brasileiro).

      O único “problema” da neutralidade da rede é que ela supostamente impede as operadoras de dar tráfego grátis para certas aplicações. Mas o conceito da neutralidade existe no Brasil e todas as operadoras celulares fazem isso abertamente. Então ou existe um “porém” no Marco Civil da Internet ou enquanto essas “promoções” não forem evidentemente anti-consumidor nenhum dos órgãos de fiscalização quer se meter.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Ainda falando de Netflix e pensando exclusivamente no mercado dos EUA.

      Para a Netflix poder atender a todos os seus usuários ela precisa de banda que comporte a utilização. Não me parece fazer sentido que a Netflix com a “mixaria” (11 dólares mensais) que recebe de cada usuário possa pagar pelos royalties, pela banda, pelos outros custos operacionais e ainda ter lucro, mas os provedores de acesso, cobrando mais caro que a Netflix (a Comcast cobra 40 dólares mensais pelo plano de 25Mbps), fiquem de chorôrô por causa da Netflix e não tenham soluções de infraestrutura (veja bem: estão todos nos EUA) para atender a demanda sem apelar para o fim da neutralidade da rede. E não dá nem para dizer que é muito tráfego vindo de um lugar só, que requer um backbone específico, porque a Netflix usa a estrutura de “cloud” da Amazon e os streams vem do servidor mais próximo do usuário. E como Comcast e Verizon são conhecidas pela vilania fica ainda mais difícil dar ouvidos aos argumentos dessas empresas.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Como eu disse, há outros, só não tem na mídia ‘mainstream’.

      Confiar cegamente na mídia de massa é bobagem. Mas confiar cegamente em peças opinativas contrárias à mídia de massa é uma bobagem ainda maior.

      Explicando de outra forma: A mídia de massa diz muita bobagem principalmente, mas não apenas, quando fala sobre questões técnicas. Mas fora da mídia de massa se publica milhares de vezes mais bobagem! E isso na quantidade. A diferença no nível médio de estupidez é ainda mais brutal.

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    No final vamos mesmo é nos ferrar, pois vai ser fácil por exemplo inviabilizar a telefonia pelo WhatsApp, ou pelo Skype, ou qualquer serviço de telefonia ou Internet ou outro que esteja incomodando. É também um prato cheio para a censura!

    E ainda pode por exemplo inviabilizar o acesso ao blog do Paulo Henrique Amorim ou outros que estejam incomodando, ou inviabilizar o acesso ao canal dele no Youtube.

    Tratar diferenciado o trafego de Internet (não importa quem tenha este controle), pode e será algo muito ruim para a democracia no mundo!

  • intruder_a6 - 194 Comentários

    Posso não concordar com tudo que PHA diz mas acho que ele tem razão em muitas coisas (isto é uma opinião pessoal). Mas o que me preocupa de verdade é a direção que o mundo esta tomando, estamos caminhando aceleradamente para uma forte retomada do fascismo no mundo. E esta determinação dos EUA acelera tremendamente isso! Ainda acho que estamos no caminho acelerado para “1984”, se você viu o filme você sabe o que estou falando! Se os cidadãos do 1. mundo (não tenho a menor esperança de que isto aconteça com os brasileiros) não acordarem e reagirem de forma enérgica, nos mergulharemos em muitas décadas de fascismo! Nuvens negras estão vindo e começou com o atentado de 11/09/2001, ninguém me engana, mas eu nunca vi a CIA, a Mossad e o MI-6 (eles trocam informações entre si) falharem de forma tão gritante! Será que foi realmente uma falha?????

  • Walter - 140 Comentários

    Pra quem acredita na lenda de que o Deus Mercado se auto regula e é benéfico para o consumidor, basta ver o exemplo recente do fim da franquia de bagagens pelas aéreas, com o argumento de que o preço seria reduzido. Não só não foi reduzido como sofreu aumentos, e aumentos superiores aos dos preços dos combustíveis para aviação.

    O fim da neutralidade de rede no Brasil, se vier a acontecer, vai se tornar um pesadelo para os consumidores.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Eu acredito no “Estado mínimo” e quero os dedos do governo longe das empresas privadas. Porém não sou ingênuo. Sem regulação o cidadão se submete a todo tipo de barbaridade. Por exemplo, alguém acredita que, por conta própria, as empresas deixariam de:

    1)Usar amianto nas caixas d’agua?

    2)Usar tinta com chumbo em brinquedos?

    3)Descartar resíduos em rios?

    4)Fazer cobranças indevidas, por desleixo ou pilantragem?

    5)Fazer propaganda de serviços telefônicos pagos destinados a crianças?

    6)Fazer propaganda enganosa, por desleixo ou pilantragem?

    7)Fazer conluio para combinar preços?

    etc, etc, etc…

    Esses serviços que tem grandes “barreiras de entrada” e por isso pouca concorrência como telecomunicações e aviação comercial precisam de regulação ou “a vaca vai pro brejo”.

    Caramba… bloquear um serviço de comunicação precisa ser declarado ilegal com todas as letras, de forma inequívoca, até para evitar que juízes prejudiquem milhões de pessoas de uma canetada só ordenando o bloqueio de serviços como o Whatsapp!

  • intruder_a6 - 194 Comentários

    O estado mínimo e sem intervenção do governo, num país como o nosso, tem forte probabilidade dos serviços largados para o mercado “regulamentar” desandar, por estas e outras que eu tenho a certeza de quando finalmente privatizarem a Petrobras (ela já está sendo privatizada aos pedaços e a preço de negociata), vamos realmente ver o que é combustível caro, mas ai a vaca já estará instalada e atolada no brejo!

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu concordo com a privatização da Petrobras pelo fato dela como estatal não estar funcionando a favor do cidadão. Na última eleição o governo fez propaganda (com dinheiro dos nossos impostos) para dizer que o Brasil “ganhou auto suficiência” mas de que isso adianta, se é que é verdade, se os preços da gasolina aqui variam com os preços do mercado internacional?

      Eu não tolero vestir o nariz de palhaço.

      • Snow_man - 311 Comentários

        Petrobras, e, se Deus quiser, o benedito dos Correios, estatal com monopólio que só serve pra roubar e atrasar a vida do cidadão;

        Estou pretendendo importar pra revende ano que vem, mas a ineficiência de entregas interno é absurda e atrapalha os negócios. Se tem gente comprando no Brasil e sem receber direito, imagina de fora.

  • VR5 - 397 Comentários

    Jefferson, bom dia! Acho que tu tinhas aberto um tópico sobre isso, mas não achei. Como geralmente muitas decisões nos EUA nos influenciam, acho que isso pode ser uma voa notícia para nós, não achas? http://idgnow.com.br/internet/2018/05/17/senado-americano-vota-a-favor-da-neutralidade-da-rede-nos-eua/

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      A matéria do idgnow está, como era de se esperar, incompleta. Além de ser preciso conseguir o apoio de 22 republicanos na próxima votação (eles só tiveram 3 no senado) a medida tem que ser aprovada por Trump. Como se diz por lá “são as mesmas chances de um floco de neve no inferno”.

  • Walter - 140 Comentários

    O Marco Civil da Internet já garante a neutralidade da rede no Brasil, Marcelo. Inclusive a Dilma foi muito criticada pela grande imprensa pela defesa dele, vai entender. O lobby das operadoras tem forçado mudanças na lei, e o atual governo é propenso à aceitá-las. Talvez seja um ponto relevante para se levar em consideração na escolha do candidato para as próximas eleições.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Quais foram as críticas e quais órgãos, Walter? Eu não me lembro de nenhuma crítica recorrente leviana e nenhuma crítica pontual que não pudesse ser atribuída à conhecida incompetência da imprensa leiga quando o assunto é técnico. E como os dois maiores veículos críticos do governo (deste e do anterior), Organizações Globo e Grupo Abril, não tem até onde sei envolvimento com provedores de acesso (pelo contrário, podem ser prejudicados por estes) eu não vejo como eles teriam alguma agenda secreta nesse sentido que seria contrária aos interesses da população em geral.

      O lobby das operadoras tem forçado mudanças na lei, e o atual governo é propenso à aceitá-las.

      Links? Desde 2014 eu não vejo notícias envolvendo as operadoras e o Marco Civil.

  • Walter - 140 Comentários

    Segundo a pt.wikipedia (que é uma b*sta como referência), a Globo tem apenas 7% de ações da Sky Brasil (que não é exatamente “provedor de internet”) e uns 2% da NET. Considerando que seja verdade está loooonge de ser razão para eu dar atenção a alguma teoria desse tipo.

    Você diz que eu preciso de referências melhores e usa a wikipedia? Ok. Não muda o fato que a Globo tem interesse no negócio.

    “No fim do marco civil” (e não no fim de uma regra específica) é uma posição bem radical. Links?

    Leia-se fim da Neutralidade de Rede.

    Links?

    https://mises.jusbrasil.com.br/noticias/113804478/contra-a-neutralidade-de-rede

    https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2806

    A mesma CBN que contratou a farsante Bel Pesce para comandar o programa “Caderninho da Bel”? Na sua opinião, a contratação de Pesce ocorreu por causa de alguma agenda oculta das Organizações Globo? Eu acho que foi mera e gritante incompetência.

    Não sei o que a Bel Pesce pode ter a ver com a presente discussão. Se você a usou como exemplo da baixa credibilidade que a CBN tem, perdeu seu tempo, ao menos comigo, já que há anos não a sintonizo.

    No entanto, eu não posso negar a influência que a emissora tem, principalmente em São Paulo. E é bom lembrar que muita gente comprou a Bel Pesce até ela ser desmascarada.

    As intervenções as quais me referi, contrárias a neutralidade da rede, foram feitas por jornalista como Merval Pereira (que tem assento importante no conselho editorial das organizações Globo) e Carlos Alberto Sardenberg.

    Muito bá-blá-blá vitimista e a acusação menos vaga foi dizer que existiam na época (2016) 32 projetos de lei propondo “graves alterações” à lei.

    Não diz quais projetos e muito menos por que são alterações “graves”.

    Eu acho fundamental que exista um grupo constituído e preocupado em defender a neutralidade da rede, entre outras questões. Se são vitimistas, não sei dizer, não faço juízo de caráter nesse assunto. O link da página que explica quais são os projetos está quebrado. Realmente seria interessante saber quais são eles.

    O que diz o artigo me parece razoável. Por favor indique o problema.

    “…o bloqueio de acessos a determinados conteúdos ou aplicativos, a degradação da velocidade de navegação ou o pagamento extra para que determinados aplicativos de vídeo ofereçam a entrega de filmes em alta definição mais rápido que pelas conexões convencionais.

    …a decisão da agência americana permitirá esse tipo de situação e abre espaço para que o decreto no Brasil seja revisto até o fim do primeiro trimestre de 2018.”

    Se você não vê um problema aí, não sei sobre o que estamos discutindo.

    Você precisa de referências melhores.

    Não, eu não preciso, sei o que li e sei o que ouvi. Sinto muito se não tenho nem tempo nem paciência para pesquisar mais e trazer todos os links e referências que você deseja. Estou dando minha opinião baseado nas informações que colhi ao longo dos anos, você não é obrigado a concordar com ela.

    Veja bem: É evidente que os provedores de internet brasileiros consideram certas regras do marco civil como obstáculos ao aumento de seus lucros. Minha objeção é quanto à idéia de Globo e Abril lucrarem com isso.

    E eu não disse que elas lucrariam com isso. Eu disse que elas, por princípio, são simpáticas a ideia do fim da Neutralidade da Rede. No melhor dos cenários, nada fariam para influenciar em uma decisão pelo fim da regra.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Você diz que eu preciso de referências melhores e usa a wikipedia?

      Eu admiti que considero a pt.wikipedia uma b*sta como referência. Por outro lado você poderia citar suas referências que mostram que a Globo tem uma participação maior no negócio, mas não citou.

      Ok. Não muda o fato que a Globo tem interesse no negócio.

      Como assim? O fim da neutralidade na rede interessa a provedores de acesso. A Globo é uma criadora de conteúdo. Você pode explicar como a Globo ter ações em um provedor de acesso torna vantajoso para ela incentivar algo que vai ser prejudicial para o seu negócio primário?

      Links?

      https://mises.jusbrasil.com.br/noticias/113804478/contra-a-neutralidade-de-rede

      https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2806

      Numa olhada superficial seus dois links nada tem a ver com sua declaração “Ambas as empresas são patrocinadoras de diversas entidades liberais que defendem o fim da neutralidade da rede. ”

      Eu acho fundamental que exista um grupo constituído e preocupado em defender a neutralidade da rede,

      Eu também!. O problema aqui é que suas referências não suportam suas afirmações.

      As intervenções as quais me referi, contrárias a neutralidade da rede, foram feitas por jornalista como Merval Pereira (que tem assento importante no conselho editorial das organizações Globo) e Carlos Alberto Sardenberg.

      Merval Pereira é um jornalista político e Sardenberg trata de economia. Você realmente espera que eles entendam de neutralidade da rede? Jornalistas falam bobagens o tempo todo e basta que eles consultem a pessoa errada na hora de dar seus pitacos.

      entre outras questões. Se são vitimistas, não sei dizer, não faço juízo de caráter nesse assunto. O link da página que explica quais são os projetos está quebrado. Realmente seria interessante saber quais são eles.

      O texto fala sobre o Marco Civil. O marco não trata apenas de neutralidade da rede. Vários projetos que tramitam/tramitavam no congresso tratam das regras de privacidade, que são atacadas pelo próprio Estado, representado pelas polícias e o MP. Eu quero saber quais são os projetos patrocinados pelo “lobby das teles”, que, segundo você, o atual governo tende a aprovar.

      “…o bloqueio de acessos a determinados conteúdos ou aplicativos, a degradação da velocidade de navegação ou o pagamento extra para que determinados aplicativos de vídeo ofereçam a entrega de filmes em alta definição mais rápido que pelas conexões convencionais.

      …a decisão da agência americana permitirá esse tipo de situação e abre espaço para que o decreto no Brasil seja revisto até o fim do primeiro trimestre de 2018.”

      Se você não vê um problema aí, não sei sobre o que estamos discutindo.

      As afirmações do texto são vagas. Sabemos quais são os malefícios do fim da neutralidade da rede para o usuário e no meu post eu afirmo que o fim da neutralidade da rede nos EUA será ruim para o Brasil. O que eu quero saber é especificamente o que as teles brasileiras estão “fazendo lobby” para conseguir.

      Você precisa de referências melhores.

      Não, eu não preciso, sei o que li e sei o que ouvi. Sinto muito se não tenho nem tempo nem paciência para pesquisar mais e trazer todos os links e referências que você deseja. Estou dando minha opinião baseado nas informações que colhi ao longo dos anos, você não é obrigado a concordar com ela.

      Se você não tivesse entrado em contato comigo por e-mail eu desconfiaria que se trata de outra pessoa se passando por você, Walter. Você conhece as regras dos meus blogs. Se vai discordar de mim, precisa embasar suas afirmações. Isto aqui não é o Facebook.

      Eu também estava vivo e consciente durante a discussão do Marco Civil. E devido à grande desconfiança que tenho de qualquer coisa patrocinada pelo PT eu, ao contrário de você que tem grande simpatia pelo mesmo, fiquei surpreso ao não ver nenhuma crítica significativa à lei na grande imprensa e mais surpreso ainda quando dei uma olhada por alto no texto e realmente não vi nada de flagrantemente errado, por isso apesar de ter sido anos atrás eu tenho uma boa lembrança. Mas você viu/ouviu as críticas que supostamente demonstram uma agenda negativa da imprensa (e não a falta de conhecimento do repórter) e não me dá referências. Como você espera que eu reaja?

      E eu não disse que elas lucrariam com isso. Eu disse que elas, por princípio, são simpáticas a ideia do fim da Neutralidade da Rede. No melhor dos cenários, nada fariam para influenciar em uma decisão pelo fim da regra.

      Sua afirmação inicial foi “a Dilma foi muito criticada pela grande imprensa pela defesa dele”. Eu assumi que quando se fala de “grande imprensa” e “criticar Dilma” os órgãos mais relevantes são a Globo e a Abril. Eu ainda não consegui ver como criadores de conteúdo podem ser simpáticos ao fim da neutralidade da rede, mesmo sendo enormes como esses dois. Nos EUA nenhum deles é. A simpatia vem dos provedores de acesso e de fabricantes do hardware para infraestrutura de rede como a CISCO.

      • Walter - 140 Comentários

        Jefferson, como eu disse antes, infelizmente não estou com tempo para levar esta discussão adiante.

        A Neutralidade da Rede vai acabar sendo rediscutida no Congresso, disso eu não tenho dúvidas e creio que você também não. Isso pode acontecer até de forma leviana, através de um jabuti inserido em algum projeto já em tramitação.

        Lamento se minhas referências não foram suficientes para você, mas não tenho mais nada para acrescentar sobre o tema no momento.

      • Jefferson - 6.606 Comentários

        Eu dei um pouco mais de atenção ao link de mises.org e a quantidade de desinformação existente nele é vergonhosa.

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