 Jefferson,  03 de março de 2012, Hostgator, malware É dureza lidar com os falsos positivos dos antivírus.
Hoje a Hostgator me mandou uma mensagem de violação do TOS dizendo ter encontrado malware na minha conta. Por um instante eu fiquei preocupado, porque só me faltava outro incidente como a massiva infecção causada por Krisbarteo em maio de 2009. Mas uma rápida olhada na explicação me deixou aliviado. Uma grande quantidade de antivirus está marcando como malware um simples arquivo batch usado para remover o Gbplugin. Apenas cinco linhas de texto em um arquivo .cmd
movefile.exe C:\PROGRA~1\GBPLUGIN\bb.gpc “”
movefile.exe C:\PROGRA~1\GBPLUGIN\gbieh.dll “”
movefile.exe C:\PROGRA~1\GBPLUGIN\gbieh.gmd “”
movefile.exe C:\PROGRA~1\GBPLUGIN\gbpdist.dll “”
movefile.exe C:\PROGRA~1\GBPLUGIN\GbpSv.exe “”
E olha que o arquivo “malicioso” estava dentro de um arquivo RAR.
Relatório do Virustotal para esse “perigoso” arquivo
Por um lado, é interessante ver mais empresas trabalhando ativamente para conter a praga do malware. Por outro lado, se torna necessário tomar medidas para que sites técnicos onde se discute código malicioso não acabem sendo penalizados com remoção de arquivos, bloqueio de acesso ou blacklisting. No mínimo, é preciso criptografar os arquivos sabidamente maliciosos com senha pública para evitar a detecção automática
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 Jefferson,  26 de fevereiro de 2012, documentários, tvseries Acabo de assistir aos 12 primeiros episódios da série Time Warp e gostei do que vi.

Eu conheci por acaso, quando meu cunhado estava demonstrando a recepção da Sky na sua casa. O danado é que a dublagem brasileira da Discovery “mata” o entusiasmo de qualquer show. Preferi deixar para quando pudesse assistir ao original em inglês.
A premissa do show parece maçante a princípio: dois caras equipados com câmeras de alta velocidade mostrando o que nem o olho humano nem equipamentos tradicionais conseguem enxergar. Uma hora isso tem que perder a graça, certo?
Não com essa turma. A dupla realmente mostra entusiasmo com o que faz e até as coisas mais simples ficam divertidas.
Mas nem tudo é igualmente interessante. Meus preferidos foram:
S1E01
- Misturando Diet Coke e Mentos – Mais por aprender que a reação que ocorre é física e não química.
S01E03
- O poder do gelo seco – O que realmente me chamou a atenção é que os “profissionais” cometem um erro perigoso, ao não perceberem que duas das três bombas que eles armaram não haviam explodido ainda. E colocaram no ar o erro deles para reforçar o “do not try this at home”.
- Bolhas de sabão – Impressionante ver como as bolhas realmente “explodem”.
S01E05
S01E07
- Os truques de uma profissional de sinuca ficam ainda mais impressionantes em câmera lenta;
S01E09
- Aprendi que o som característico do estalar de um chicote ocorre porque a ponta quebra a barreira do som.
- A dupla comete outro erro e causa um incêndio ao testar fogos de artifício.
S01E11
- O que acontece com uma bala quando entra na água
S01E12
- Como uma simples película de plástico PET transforma vidro comum em um vidro capaz de resistir a furacões;
- A demonstração do dispositivo SAWSTOP. O inventor inclusive coloca o seu próprio dedo na serra;
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 Jefferson,  25 de fevereiro de 2012, Filmes 
A premissa do filme não é nova. Depois de passar 4 dias em coma, um homem acorda para descobrir que nem mesmo a sua esposa o reconhece. Em um momento, me lembrou de “The Net” com Sandra Bullock.
Não que eu seja um dos radicais que acham que filme para ser bom tem que ser original, mas a trama do filme não se compara a Taken na capacidade de prender a atenção de espectador. Eu me encontrei na raríssima situação de ficar dando “fast forward” nas cenas maçantes, até que a trama melhorou. Mas só fica interessante mesmo lá pelo último quarto do filme, quando uma reviravolta explica pelo menos três situações WTF que estiveram me fazendo questionar a seriedade do diretor.
Só se salva mesmo por causa do final inesperado. Senão seria apenas mais um filme de ação.
spoilers
No final, descobrimos o filme que está mais para “The Long Kiss Goodnight” que “The Net“. Embora seja muito diferente de ambos.
Os momentos WTF “esclarecidos” aos quais me referi foram:
- Como um doutor em biotecnologia de meia idade consegue travar combate com um assassino profissional? Tudo bem que sem ajuda ele teria morrido, mas não era para ele durar nem 10 segundos;
- Como um doutor em biotecnologia de meia idade consegue pilotar (aquilo não é “dirigir”) um táxi daquele jeito? E a garota sequer pergunta “onde você aprendeu a dirigir assim?!”, aceitando tudo com uma naturalidade que desviava a atenção da real identidade do “doutor” (isso era intenção do diretor) para uma provável incompetência do redator do script (é claro que isso não era). Infelizmente, poucos sabem desviar a atenção como o diretor de O Sexto Sentido;
- Por que nas lembranças dele, sua esposa loira em um momento aparecia com o cabelo preto?
Infelizmente, restam outros WTF que são apenas WTF mesmo, como:
- Por que o agente da Seção 15 “Professor Cole” simplesmente se trancou dentro do furgão esperando para ver o que acontecia (e acabou morto “de bobeira”);
- Como Martin e Gina conseguem avançar tanto em um hotel onde existe uma recepção para um príncipe saudita. Eles são apanhados, eu sei, mas não deveriam ter chegado nem ali;
- A explicação para Liz ter ido desativar a bomba não foi das mais convincentes;
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 Jefferson,  23 de fevereiro de 2012, ADSL, hardware, Wifi 100V-240V 54M Wireless ADSL2 Modem Router EP-DL520G New – BuyinCoins.com.

Eu já me desfiz desse modem e testei-o por pouco tempo, por isso não vou poder falar muito dele. E só me lembro de algumas coisas:
- Feito sob encomenda para um provedor chamado “Qwest”;
- Aparentemente é o mesmo modem que o Actiontec GT701-WG – Firmware disponível aqui (não testei);
- Opções de configuração limitadas, comparando com roteadores modernos;
- Configuração confusa;
- O alcance me pareceu ruim;
- Apesar do que diz o anúncio, não encontrei opção para WPA2. Apenas WPA;
- Metade dos “LEDs” na frente são só enfeite;
- usuário padrão: “edup”, sem senha.
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 Jefferson,  22 de fevereiro de 2012, fotografia Eu estou avaliando a substituição da minha Canon A630, que embora funcione muito bem tem “limitações da idade” que estão limitando minha criatividade. Por enquanto a SONY DSC-W570 avaliada por Luciano Sturaro é uma forte candidata que cabe no meu limitado orçamento, mas estou avaliando opções. Tive a oportunidade de testar por alguns minutos uma Fujifilm S4000. A danada da câmera tem um porte que impressiona. Você consegue posar de profissional na frente de qualquer um que não saiba o que é uma câmera profissional. Deve fazer sucesso nas festas.

Mas o resultado, apesar de ter parecido bom à primeira vista, não resistiu a uma análise cuidadosa.
As duas câmeras foram usadas em “full auto”, sem zoom, na máxima resolução e qualidade possíveis. O ponto de onde foram tiradas as fotos foi rigorosamente o mesmo.
Canon A630

Fujifilm S4000

Graças ao tipo de lente, a S4000 me permitiu fotografar boa parte do quarteirão sem que eu precisasse me afastar mais (o que seria impraticável). Isso é uma coisa que me faz falta na A630, com sua lente “tradicional” que captura mais informação nas direções que geralmente não importam (para baixo e para cima), a não ser que você esteja se fotografando na frente da torre eiffel.
Ponto positivo.
Mas a S4000 tem 14Mpx contra 8Mpx da A630. A resolução 70% mais alta deveria me proporcionar mais detalhes, não é mesmo?
Não é bem assim. Veja um detalhe das duas fotos. A foto da A630 parece maior por causa da lente da S4000, que “afasta” tudo, mas ambas estão com zoom “100%” (ou seja: nenhum):
Canon A630

Fujifilm S4000

Ué… cada as placas dos carros? Cadê o nome “World” na frente do ônibus?
Parece proposital, mas não é. E, não, não é efeito da compressão que usei para reduzir e postar as fotos. É desse jeito mesmo nas originais. A foto toda é menos nítida. Note como na foto da A630, com um pouco de esforço dá até para ler a placa do ônibus.
Randal Munroe explica:

Nota: essa foi uma comparação rápida, sem o meu rigor costumeiro. A S4000 poderia estar com algum ajuste errado. Meio difícil, já que as duas estavam em “auto”.
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 Jefferson,  22 de fevereiro de 2012, privacidade Há semanas a Google vinha me enchendo o saco com avisos sobre sua nova política de privacidade. Eu até tentei dar uma olhada, mas o blá-blá-blá me desinteressou rapidamente. Só hoje, lendo o slashdot, foi que eu entendi qual era a maior mudança: a Google tem coletado o histórico das pesquisas que você faz e isso vai ser associado ao seu perfil no dia 1 de março.
Para ser bem franco, eu só notei que a Google mantinha um registro das minhas pesquisas há umas poucas semanas, quando percebi que os resultados de buscas no Google sinalizavam sites que eu já tinha visitado, mesmo quando tinha sido em um computador diferente. Pensar que tudo o que eu pesquiso vai ser associado à minha conta, embora não seja nada aterrorizante, também não me deixa muito contente. Honestamente, eu prefiro o histórico das minhas pesquisas no meu computador apenas.
Eu segui a sugestão da EFF e apaguei o histórico. Deixei pausado até encontrar alguma utilidade para ele.
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 Jefferson,  22 de fevereiro de 2012, Recife, WTF Desde o dia 19 não sai do noticiário local a história do doido transtornado que esfaqueou a irmã, matou uma vizinha de 64 anos e só foi parar quando foi baleado quando invadiu o apartamento de outro vizinho.
A polêmica maior fica por conta do delegado, que numa atitude de no mínimo excesso de zelo, autuou em flagrante por homicídio o homem que matou o monstro, com um único tiro, dentro de sua própria casa e em legítima defesa sua e de sua família.
Ninguém nem lembrou de mencionar que o animal raivoso era paraibano.
Aí eu vejo essa manchete em um jornal online da Paraíba:
Universitário paraibano é assassinado com um tiro no peito em bairro, no Recife
Universitário paraibano é assassinado com um tiro no peito em bairro de classe média alta no Recife
Um estudante universitário paraibano de classe média alta foi assassinado no sábado à noite (19) por um auditor fiscal da Fazenda Estadual, no bairro do Parnamirim, Zona Norte do Recife, Capital de Pernambuco…
“assassinado”… é mole?
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 Jefferson,  19 de fevereiro de 2012, linux, Redes, Segurança, wi-fi Cuidado: a fonte usada por padrão neste tema do wordpress não diferencia bem a letra “o” do número “0”. Eu tentei contornar isso usando texto pré-formatado onde era mais ambíguo.
“reaver-wps” é o programa Linux que explora a vulnerabilidade dos roteadores Wi-Fi que comecei a comentar neste post.
Este tutorial é destinado a usuários avançados e técnicos do mundo Windows. O tutorial é inteiramente baseado em Linux, mas se você já instalou o Linux alguma vez na vida e prestar atenção não deverá ter problemas. Não uso Linux mas mesmo assim consegui, então você também consegue.
Dicas para uma adaptação mais rápida:
- Trate tudo no Linux como “case sensitive”. Assim “wget” e “Wget” são duas coisas completamente diferentes;
- O comando similar ao ipconfig do Windows é “ifconfig”;
- O prompt de comando chama-se “terminal”;
- Você pode usar CTRL+C para copiar de um browser ou outro texto e CTRL+SHIFT+V para colar no terminal;
- Para executar um comando como administrador você precisa antecedê-lo com o comando “sudo”, assim: “sudo reaver”;
- Para executar um programa que esteja no diretório atual você precisa anteceder seu nome com “./” assim: “./configure”. Do contrário o Linux irá procura o programa no path e ignorar o diretório atual. Isso vale mesmo quando o comando é precedido por “sudo”.
Glossário
- BSSID: O endereço MAC da interface wireless
Do que você precisa:
Atenção: No mundo Linux não se preza por retrocompatibilidade como no Windows, então use exatamente as versões indicadas para evitar problemas!
- Uma cópia do Live CD do Kubuntu 11.10 – Eu estou usando o Ubuntu neste tutorial porque aprendi com um tutorial que o usa, mas outras distros (como a Backtrack) poderiam eventualmente ser mais “fáceis”;
- Um ou mais adaptadores Wi-Fi compatíveis com Linux que possam operar no modo “monitor”. Eu estou usando dois deste aqui;
- Uma conexão com a internet até o momento da instalação do Reaver.
Instale o Kubuntu no disco rígido (requer conexão com a internet)
Isso não é realmente necessário. Você pode pular essa parte e instalar o reaver-wps enquanto roda o Linux a partir do LiveCD. Mas não conheço modo de fazer isso sem ter que fazer de novo a instalação do reaver-wps toda vez que reiniciar. Eu optei por instalar em um notebook velho com dicos de 80GB e deixei o Ubuntu criar uma partição de 10GB para ele. Ele fez isso sem danificar a instalação do Windows XP que já existia.
Não vou ensinar aqui como se instala o Linux. Um usuário avançado Windows conhece todos os conceitos necessários para compreender o processo. Mas lembre-se de sempre usar o comando ifconfig quando precisar saber se, e como, seus adaptadores de rede foram reconhecidos.
Neste ponto eu preciso fazer um elogio ao instalador do Kubuntu 11.10. É a primeira vez que eu vejo um instalador de SO fazer perguntas de configuração enquanto copia os arquivos.
Instale o reaver-wps (requer conexão com a internet)
A partir deste ponto, lembre-se de que pode se poupar de muita digitação e frustração usando CTRL+C e CTRL+SHIFT+V. Abra esta página no browser da máquina Linux e copie e cole os comandos, adaptando onde necessário.
Só por precaução, dê o seguinte comando para atualizar o banco de dados de repositórios:
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<em>sudo apt-get update</em> |
Baixe o reaver 1.4 (mude o nome do arquivo para baixar outra versão. Confirme a mais recente aqui):
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<em>wget http://reaver-wps.googlecode.com/files/reaver-1.4.tar.gz</em> |
Extraia
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<em>tar -xzvf reaver-1.4.tar.gz</em> |
Instale as dependências e ferramentas
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<em>sudo apt-get install libpcap-dev aircrack-ng sqlite3 libsqlite3-dev</em> <em>sudo apt-get install make </em>(a instalação padrão do Kubuntu não instala o make. Se já tiver instalado, ignore) |
Compilar e instalar
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<em>cd reaver-1.4</em> <em>cd src</em> <em> ./configure</em> <em>make </em> <em>sudo make install</em> |
Usando o reaver-wps
Dê o comando “ifconfig” no terminal para saber que interfaces WiFi estão disponíveis. Elas serão listadas como “wlan0”, “wlan1” e assim por diante. Na maioria das vezes será “wlan0”, mas nem sempre. Por exemplo, meu notebook emachines tem um adaptador embutido que o Linux nomeou “wlan0”, mas que eu não posso usar porque a sequencia de teclas FN+F2 desse notebook não é reconhecida pelo Linux. Então eu tive que instalar um outro adaptador, que foi nomeado “wlan1”.Mas neste tutorial eu vou considerar o deafult: wlan0
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<em>sudo airmon-ng start wlan0</em> |
Preste atenção à resposta que esse comando dá. Ele dirá se está monitorando como “mon0”, “mon1″, etc”. No meu caso foi mon0 (mon-zero)

Agora você precisa saber qual o MAC da interface wireless (BSSID) do roteador que você deseja testar. Se você tem acesso ao roteador, basta entrar no seu setup e olhar isso (lembre-se: é o MAC da interface WIRELESS). Mas também é possível obter isso remotamente com o comando:
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<em>sudo airodump-ng mon0</em> |
O programa vai exibir uma lista de todas as redes ao alcance, atualizada em tempo real, com o BSSID (MAC) do lado esquerdo e o ESSID (o nome da rede) na outra extremidade. Exemplo abaixo.

Você também pode usar o programa wash, que vem com o reaver-wps. O programa tem a vantagem de só listar as redes que tem WPS habilitado (dica de tarcisiocjr):
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<em>sudo wash -i mon0 --ignore-fcs </em> |

Quando tiver o BSSID da que você quer, termine o programa com CTRL-C.
Agora você está pronto para executar o reaver:
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<em>sudo reaver -i mon0 -b 00:00:00:00:00 -v</em> |
Onde 00:00:00:00:00 é o BSSID obtido no passo anterior
Após um ou dois minutos se auto ajustando, o reaver decidiu usar um intervalo de 4s entre tentativas. Agora aguarde enquanto ele faz sua “mágica”.
Extras
Para atualizar o reaver
Você deve fazer tudo de novo exceto o passo “instale as dependências”, mas mudando os comandos para bater com a nova versão.
Como testar mais de um roteador ao mesmo tempo
Basta instalar dois ou mais adaptadores WiFi compatíveis e abrir um terminal para cada um deles e repetir apenas os passos em “usando o reaver-wps”, ajustando os parâmetros “wlan” e “mon” de acordo. Eu testei com dois ao mesmo tempo, ligados a um hub USB.
E se eu tiver que parar o teste?
Não é problema. O reaver-wps grava tudo o que já fez e na próxima vez que você pedir para testar o mesmo BSSID ele vai se oferecer para continuar de onde parou. Você pode continuar (default) ou começar de novo.
Como saber se o WPS está ativo ou não?
No meu caso, quando eu desligo o WPS o reaver fica testando o PIN 1234567890 em loop
Créditos:
Meu tutorial se baseou neste, que está desatualizado (há uma versão mais nova do reaver) e incompleto (entre outras coisas não prevê a ausência de make numa instalação limpa do kubuntu)
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 Jefferson,  18 de fevereiro de 2012, Fica até difícil decidir. Tem “trocentas” opções.
13″ Laptop Soft Sleeve Bag Netbook Case+ Hide Handle For 13.3″ HP Palvilion dm3 | eBay.

Só não comprei porque senti falta do bolso interno (ou externo) para colocar a fonte. Comprei uma na DX (feia em comparação) que tem, e me acostumei com a praticidade.
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 Jefferson,  18 de fevereiro de 2012, hardware, Wifi O TL-WR1043ND foi comprado em conjunto com o TL-WR841ND do qual comecei a falar em outro post e pelo mesmo motivo: alcance. Eu tenho três clientes residenciais com problemas e quero ter opções a oferecer. A TP-LINK jura que esse modelo, com suas três antenas e a tal tecnologia SST oferece o máximo em alcance. Vamos ver.
Custou R$135. R$55 (70%) a mais que o 841ND. Foi adquirido no mesmo vendedor e veio no mesmo pacote para diluir o frete.
Diferenças entre ele e o 841ND:
- Uma antena a mais (mas são menores que as do 841ND);
- Permite a conexão de um HDD USB ou pendrive para funcionar como Media Server, File Server ou FTP server;
- Todas as portas são gigabit;
- LEDs na frente do aparelho. Os LEDs do 841ND, em cima do aparelho, são irritantes.
- Fonte de energia: 12V x 1.5A (o 841ND requer 9V x 0.6A) Tenha em mente que a fonte precisa ser capaz de alimentar o roteador mais qualquer geringonça USB que você conecte a ele. Gosto de aparelhos que usam 12V.
Tirando o menu que trata da porta USB, todas as outras funcionalidades parecem idênticas. Haviam umas poucas diferenças, mas sumiram quando atualizei o firmware do 841ND.
O roteador realmente só me importa se tiver um alcance maior que o 841ND. Nem gigabit, nem porta USB me interessam (nunca botei muita fé no desempenho), mas já que estou com o aparelho vou testar.
Atenção ao usar o setup do aparelho. O design é em três colunas, sendo que a da direita, com a Ajuda, muitas vezes fica “por cima” das opções na coluna central. É preciso ficar atento à barra de rolagem horizontal para perceber que existem mais opções ocultas.
É possível acessar qualquer funcionalidade, usando além do endereço IP do roteador, o nome de domínio “tplinklogin.net”. Essa funcionalidade está vindo nos novos firmwares TP-LINK aparentemente para todos os roteadores desde o ano passado.
Para acessar o setup: http://tplinklogin.net/
Para acessar o drive USB: \\tplinklogin.net\
É claro que isso só funciona na rede local.
Testando a porta USB
Antes que alguém pergunte: não, o roteador não suporta impressoras, nem qualquer outra coisa que não seja do perfil Mass Storage! Edit: suporta impressoras sim, nas versões mais recentes do firmware oficial. Leia a seção de comentários.
Me conectei direto a uma das portas gigabit, por cabo. Na porta USB eu conectei um HDD de notebook, que funcionou normalmente alimentado apenas pelo roteador.
Quando o roteador “monta” o volume, acende um LED rotulado “USB”.
Suporta volumes NTFS. Testado com uma única partição de 60GB.
Velocidade de gravação do HDD USB quando conectado ao desktop: 22MB/s
Velocidade de gravação do HDD USB quando conectado ao roteador: 2.5MB/s
Notar que espera-se de uma rede de 100Mbps bem configurada apenas 8MB/s, que ainda é o triplo do alcançado. Mas eu estava conectado a 1000Mbps (gigabit), que costumeiramente oferece pelo menos 50MB/s. Percebe-se com isso que o desempenho da porta USB para gravação é patético, só servindo para casos específicos (usar como FTP server, por exemplo).
Na hora de ler o que está gravado o desempenho é um pouco melhor. Variou de 4.8MB/s a 6MB/s (não fica estável, mesmo transferindo arquivos grandes).
O volume pode ser acessado com facilidade de qualquer computador da rede apenas digitando o IP do roteador no explorer. O nome do compartilhamento (o default é “Volume1”) vai aparecer na lista.
Controle de acesso ao drive
É possível criar usuários (com respectivas senhas) que terão acesso ao drive USB, com permissões somente leitura ou acesso total. Aparentemente quem não tem a senha sequer consegue listar o conteúdo. Essa funcionalidade já bate muito dispositivo metido a NAS que vi por aí, que escancara o conteúdo para qualquer um com acesso à rede.
Inicialmente eu levei uma surra, porque após habilitar o acesso o dispositivo recusava qualquer par usuário/senha que eu usasse. Mas reiniciar o roteador e o PC resolveu o problema.
Não é possível determinar que usuário tem acesso ao que. Todo usuário cadastrado tem acesso ao drive inteiro. Só o que muda é se tem permissão de escrita ou não.
O firmware instalado no aparelho, apesar de ser de abril de 2011, ainda é o mais recente disponível hoje, 18/02/2012.
| Firmware Version: |
3.13.4 Build 110429 Rel.36959n
|
| Hardware Version: |
WR1043ND v1 00000000
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É uma boa série. Pena que foi cancelada cedo demais (3 temporadas, 33 episódios).
E achei bem legal esse SAWSTOP. Não conhecia.
Eu já conhecia a SAWSTOP do filme Arthur: O Milionário, mas pensei que fosse coisa de filme mesmo, bem interessante pra quem trabalha na área!
O “problema” do SAWSTOP é que cada gatilhamento custa 63 dólares (lá “nos states”) em peças de reposição. Numa empresa brasileira você precisa instalar junto com o SAWSTOP uma câmera, para quando houver o prejuízo ser possível provar que o funcionário meteu o dedo na serra.
Eu já trabalhei em indústria e sei que é praticamente garantido o funcionário dizer que o dispositivo foi acionado “do nada”. Tanto que quando eu me acidentei numa lâmina e tive que levar pontos no dedo indicador direito e me ausentar da empresa por mais de 15 dias, meu chefe me parabenizou na frente de todos por eu ter assumido minha negligência. Eu tinha 19 anos.
A SAWSTOP é bem interessante viu, chega da medo… pior que tem um vídeo que ela ainda chega a dar um pequeno corte na salsicha… tudo bem, melhor um pequeno corte do que o dedo todo. Mas putz…
Alias, 63 dólares por parada? Impressionante… é grana demais!
Mas vale um dedo, com certeza.