 Jefferson,  30 de julho de 2020, Talvez seja eu que não sou inteligente o suficiente e estou procurando uma funcionalidade em “Contas a Pagar” que seria de outro módulo financeiro.
Estou com um problema em um de meus clientes pessoa jurídica que parece ser muito comum: se o boleto não chegar, ele esquece de pagar. E aí só descobre quando o serviço é bloqueado, o que pode gerar de meros inconvenientes a grandes prejuízos. Eu achei que isso fosse apenas falta de empenho do funcionário encarregado desse controle mas agora que eu comecei a analisar opções de software gratuitos com a finalidade expressa de fazer o controle das contas a pagar, descobri que o problema é mais sério do que me parecia.
Por exemplo, no controle de contas a pagar da Nextar, que foi o melhorzinho que achei até agora, se você disser que é um boleto não consegue prosseguir se não tiver um código de barras. E mesmo que você tenha um boleto em mãos e insira o código, não tem a opção de dizer que é um pagamento recorrente (despesas fixas). O único jeito de cadastrar um pagamento recorrente que seja por boleto é cadastrá-lo como “outros documentos” e aí você perde a capacidade de inserir o código de barras quando o boleto chegar, para poder pagar online no dia do vencimento sem ter que procurá-lo depois e até mesmo para ter um controle de que boletos já chegaram.
É melhor do que nada, porque existem opções piores: o Siscontrole e o Sige Lite vão além nas limitações e nenhum pagamento recorrente pode ser configurado. Neste vídeo o cara oferece uma planilha excel para esse controle mas apesar de reconhecer a existência de pagamentos recorrentes, parece que o modo de implementá-la é copiar e colar linhas alterando a data de vencimento. Isso ainda é melhor que o caso do Siscontrole e Sige Lite, onde nem isso você pode fazer e tem que redigitar tudo. Está parecendo que vou ter que fazer meu próprio software de contas a pagar.
Estou procurando a funcionalidade no lugar errado? Sugestões?
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 Jefferson,  29 de julho de 2020, Estamos nos preparando para uma ampliação da cozinha e outras alterações e preciso de uma planta por variadas razões:
- Visualizar como os móveis vão ficar posicionados para poder determinar a melhor localização para tomadas, pontos de rede e TV, lâmpadas e tubulações de água e esgoto;
- Ter onde fazer anotações com um guia visual. Eu comecei meses atrás anotando tudo o que precisava ser feito em um arquivo texto, mas semanas depois ao tentar ler eu já não conseguia mais entender a que eu estava me referindo;
- Poder mostrar ao danado do pedreiro do que eu estou falando com uma possibilidade menor (mas infelizmente não-nula) dele depois fazer de conta que não entendeu. Se você já teve que lidar com pedreiros, sabe do que estou falando.
Eu geralmente desprezo software que só existe como um serviço online (SaaS) mas eu lembrei que em 2015 floorplanner.com tinha sido a melhor opção gratuita que encontrei e decidi experimentar de novo. Já tive uma surpresa agradável ao descobrir que minha planta de cinco anos atrás ainda estava disponível e ao descobrir que eu tinha uma visualização 3D do resultado acabei me empolgando e fazendo quase a planta da casa inteira.
Essa é a visualização 2D (incompleta) do térreo:

E aqui uma renderização em 3D com destaque para a região da reforma:

A renderização em 3D é muito legal mesmo. Você move com o mouse a casa de um lado para o outro e até a incidência de iluminação pelas janelas e portas o software mostra como vai ficar. Uma representação fixa como a acima não faz jus à experiência. Você pode ter uma idéia de como é usando o demo. Eu poderia passar um “link de colaboração” para meu projeto que permitiria interagir com minha planta, mas qualquer pessoa acessando poderia fazer alterações. Não existe um modo de simples “compartilhamento”.
Exibição automática de cotas ao mover paredes
Ao observar as sugestões feitas nos comentários eu percebi que um recurso que acho muito útil no software não é tão comum quanto eu achei que fosse. Ao clicar em uma parede o sofware exibe suas dimensões e externa automaticamente e ao arrastá-la todas as distâncias relevantes e novos tamanhos para outras paredes são exibidas em tempo real.

Isso permite que eu saia construindo paredes e cômodos inteiros sem me preocupar muito com a precisão das informações que tenho, porque depois fazer os ajustes necessários é muito fácil. Por exemplo, embora no Sweet Home 3D você possa redimensionar cômodos facilmente com o mouse a falta de exibição automática das cotas durante o processo torna o trabalho mais cansativo. A única cota automática que o desenvolvedor achou importante mostrar é o arco de curvatura da parede (ambos os softwares permitem curvar paredes com o mouse), que é a única informação que o floorplanner não exibe.
Geração automática de cotas externas
Com três cliques você gera as cotas externas do projeto inteiro (Menu dos dois pontos -> Draw Dimension -> Generate Dimension Lines) : 
Inserir as mesmas cotas da figura acima no Sweet Home 3D requer treze cuidadosas operações manuais, que o floorplanner também permite você fazer, se precisar de algum outro detalhe ou tiver tendências masoquistas.
Prós:
- Você pode procurar itens usando uma visualização 2D, útil para determinar o “footprint” do item (vista por cima), ou 3D para ver se o item vai ficar correto na renderização tridimensional;
- Você pode exportar os projetos como imagens, mas a exportação na conta gratuita é de tão baixa resolução que se você usar um monitor FullHD (1920×1080) e tirar um printscreen da tela obtém um resultado muito melhor;
- Ampla geração de cotas automáticas, mas se você precisar pode usar a ferramenta “tape measure” para fazer qualquer medição extra;
- Na visualização 3D você pode observar de dentro do cômodo. Basta selecionar a câmera 2;
- É muito fácil construir paredes e cômodos com as dimensões corretas. O software mostra para você as dimensões externas (leva em conta a espessura da alvenaria, que é ajustável por você) e internas;
- Você pode trabalhar com outra pessoa no mesmo projeto, passando para ela um link de “colaboração”. Ela não precisa ter conta e todas as alterações serão salvas no seu projeto. Mas não está claro o que acontece se ambos estiverem mexendo ao mesmo tempo, porque as alterações não aparecem em tempo real. Recomendo ao usar a colaboração se certificar de que não estão usando simultaneamente;
- Você pode editar as dimensões dos móveis para as dimensões exatas dos seus. E definir a altura de instalação para posicionar com precisão itens que estão presos na parede ou sobre outros móveis. Você pode até inserir alturas negativas para posicionar objetos sob o andar onde você está trabalhando. Eu usei essa capacidade para poder contornar de forma limitada a incapacidade da conta gratuita de trabalhar com mais de um andar. No exemplo abaixo o carro e a escada foram inseridos com “raise from floor” negativos.

Contras:
- É um serviço online. Todo o tempo que você investir aprendendo a usar e todos os seus projetos (exceto as “impressões”) serão perdidos se o serviço deixar de existir;
- Você precisa se registrar para salvar o projeto;
- Você não pode salvar o projeto no seu computador;
- Você só pode fazer um andar e um design (versão do mesmo projeto) na conta gratuita. Mas você pode fazer os diferentes andares em projetos diferentes;
- É um pouco difícil encontrar os itens que você quer na biblioteca, até mesmo porque os nomes estão em inglês. E como são muitos itens porque a intenção do software é ter uma enorme variedade para assegurar uma renderização 3D mais realista, procurar um a um pode requerer paciência;
- Na conta gratuita você não pode copiar itens entre projetos, nem criar um novo projeto baseado em outro. Na conta “Pro” que custa 29 dólares mensais você pode criar modelos de aposentos inteiros e reutilizá-los. Para meu propósito isso é caro, mas quem trabalha com isso pode achar até muito barato. É certamente uma pechincha se compararmos com os 210 dólares mensais da assinatura do Autocad.
Implicâncias diversas:
- Por default o software define a cor das portas como sendo a mesma que a das paredes e a porta padrão (acho que qualquer uma que não tenha vidro) fica invisível quando você visualiza em 3D. Você pode constatar na minha primeira renderização que um dos banheiros parece não ter porta. Facilmente contornável com no máximo dois cliques para cada porta;
- A falta de uma opção “somente visualizar” para a colaboração;
- Sinto falta de uma opção para ocultar toda a mobília, deixando apenas as paredes e cotas;
- Não permite que você apague rótulos de aposentos. Para contornar isso eu estou renomeando todos para ” “;
- De vez em quando, ao mover paredes, o software decide redefinir as categorias dos aposentos adjacentes. Mas corrigir isso é rápido;
- Faltam dicas (hints) do significado dos ícones quando você pára o mouse sobre eles.
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 Jefferson,  14 de julho de 2020, PorDentro, produtos, reviews 
Esse splitter pode ser encontrado em uma loja chinesa aqui do Recife por R$30. Supostamente compatível com 4K e 3D, mas não testei com nenhum dois dois.


O LED vermelho acende tanto na conexão do cabo HDMI (energizado) de entrada quanto da fonte USB. Os LEDs verdes acendem na inserção de cada cabo de saída.
Componentes mais importantes
- Microcontrolador de 8 bits STM8S003F3 – Necessário caso o projetista queira implementar DHCP por software. Mas até agora a única utilização que identifiquei foi a detecção dos cabos nas portas de saída;
- Lontium LT861025X – O Datasheet embora não esclareça muito informa que realmente se trata de um produto compatível com 4K;
- EEPROM 24C08 – 8Kbit (1KB) – Usada pelo chip splitter;
- AMS1117 – Regulador LDO (linear) de 3.3V;
- Componente marcado A16F – CI regulador chaveado de 1.8V não identificado.
O footprint para um conector de 4 pinos tem as marcações SWIM e NRST, que são indicação de que se trata da porta de debug/comunicação do microcontrolador, usando o protocolo STM8 SWIM.
Os diagramas a seguir foram levantados por mim e não são rigorosos.
 Diagrama parcial da alimentação (falta o circuito de 1.8V)
 Diagrama parcial do microcontrolador. Possíveis conexões com o CI de processamento de vídeo não são exibidas.
Conforme você pode notar pelos dois diagramas, toda a alimentação pode vir tanto da porta HDMI de entrada quanto da entrada USB. A queda de tensão no diodo schottky é de cerca de 0.3V. Isso implica que a tensão fornecida pela porta HDMI precisa ser 0.3V mais alta que a fornecida pela porta USB para que a primeira possa contribuir com alguma corrente para o circuito.
Como os LEDs verdes só acendem se o microcontrolador estiver alimentado, o fato deles não acenderem quando você plugar os cabos de saída é uma boa indicação de que o splitter não está recebendo alimentação suficiente. Isso é particularmente provável de acontecer se estiver alimentado apenas pela porta HDMI. Mas perceba que o uC se baseia nos sinais de hot plug da saídas o que implica que com certos cabos o respectivo LED pode nunca acender ou, pior, a respectiva saída nunca ser ativada. Eu pensei que isso seria um problema com extensores HDMI mas ao checar os levantamentos que fiz neste modelo e neste, constatei que o sinal hot plug (também chamado de HPD) é preservado.
Consumo de energia
- Sem entrada de vídeo: Consumo inferior a 10mA. Meu medidor USB não consegue medir nada;
- Com entrada de vídeo e conectado ao meu HT Samsung (apenas áudio): 170mA;
- Mesmo setup anterior acrescentando um conversor HDMI-VGA à outra saída: 280mA;
- Trocando o HT Samsung por outro conversor HDMI-VGA: 410mA.
Obviamente o aumento da corrente ao acrescentar conversores HDMI-VGA nas saídas se deve ao menos em parte ao consumo dos conversores. Eu estava tentando determinar se o consumo do próprio splitter aumenta também, mas não consegui com esse setup. Eu preciso de dois monitores DVI/HDMI.
Pelo menos usando resoluções de até 1360×768 o chip fica apenas levemente morno. Não consegui notar diferença na temperatura do chip usando apenas uma ou as duas saídas. Talvez com 4K precise de dissipador, mas só testando.
Minha utilização
Eu tinha um receptor de satélite ligado à única entrada HDMI do meu HT Samsung e um monitor comum de 19″ ligado à saída do HT por meio de um conversor HDMI VGA. Mas essa configuração tanto podia funcionar sem dar problemas por meses quanto passar dias seguidos sendo uma fonte de frustrações, com a imagem no monitor ficando esverdeada logo ao ligar ou apresentando outro problema qualquer. Eu “aproveitei” que na semana passada o HT estava me dando nos nervos com esse problema e instalei esse splitter na saída do receptor. Usei uma saída para ligar ao meu monitor e a outra para ligar ao HT. O problema da tela esverdeada sumiu imediatamente. Então eu decidi “forçar a amizade” e instalei um splitter HDMI passivo que custa R$10 aqui em Recife na saída que vai ao monitor e liguei dois monitores, cada um com seu conversor HDMI-VGA. Pelo menos na resolução nativa desses monitores, 1360×768, funcionou surpreendentemente bem. Eu só tive problemas quando a fonte USB não estava dando conta do consumo e uma parte significativa da corrente estava vindo da porta HDMI do receptor de satélite. Como este geralmente não pode fornecer muita corrente (sequer suporta o conversor HDMI-VGA ligado diretamente a ele) o indício que eu tinha de que a alimentação era insuficiente era a imagem do monitor ligado via conversor HDMI-VGA piscando mas sem haver interrupção no som do HT. Isso me dizia que o splitter estava funcionando mas a tensão estava chegando muito baixa ao conversor HDMI-VGA. Melhorando a fonte USB o problema sumiu,
Ter dois monitores era um desejo antigo meu. O monitor fica voltado para onde fico sentado ao computador, mas quando eu me afasto para trabalhar na bancada consertando máquinas de clientes eu deixo de ver a imagem. Com o splitter eu pude colocar outro monitor, voltado para a bancada. E estou pensando em conectar um terceiro monitor, no recinto onde eu durmo.
Problema com cabos longos ao ligar
Um problema recorrente se manifestou na minha aplicação: embora o monitor mais próximo do splitter sempre funcione sem falhas, o monitor mais afastado, que está ligado com dois cabos de tamanho padrão conectados por uma emenda HDMI, invariavelmente liga com uma imagem semelhante a de um canal de TV analógico fora do ar. Eu admito que os leitores mais jovens nem deve saber como é isso, então aí vai uma foto:

Isso é contornado desplugando o cabo em qualquer lugar (na emenda, no splitter, etc) e conectando de novo ou desligando a fonte HDMI pelo controle remoto e ligando de novo. Até agora testado apenas com um receptor de satélite VIVO/GVT.
O problema parece ter sido resolvido definitivamente com o splitter de 4 portas. Na minha oficina tanto faz, mas tenho outra aplicação para a duplicação da cozinha onde pretendo colocar pelo menos três monitores e ligá-los em cascata com os splitters de duas portas além de economizar cabos simplifica a passagem dos mesmos, porque em vez da tubulação mais próxima do splitter ter que acomodar três cabos HDMI, só vai precisar acomodar um.
Análises feitas por terceiros de produtos semelhantes (praticamente os mesmos componentes) :
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 Jefferson,  11 de julho de 2020, manutenção 
Eu acho que já falei sobre isso mas não consigo encontrar o post. É coisa simples, mas como é pouco ou nada intuitivo eu já havia esquecido de como fazer e só lembrei de novo ao ler esta página da documentação do Winthor. Em resumo, você precisa acrescentar a unidade de rede à “zona da intranet local” usando as “Opções de Internet” do Internet Explorer.
Por ora não acho necessário repetir o procedimento aqui. Dêem uma olhada na explicação da TOTVS, que está bem feita.
Além do Windows parar de pedir confirmação para rodar o executável, a carga do mesmo fica nitidamente mais rápida.
Testado com clientes Windows 8.1 x64 e Server 2008 x64 e servidor de arquivos Linux (não que faça diferença).
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 Jefferson,  11 de julho de 2020, webmasterwork Eu publiquei meu primeiro site quando o Registro.br ainda não permitia que pessoas físicas tivessem domínios. Por isso meu primeiro domínio foi um .com, registrado com o primeiro Registrar do mundo: a Network Solutions. Alguns anos depois, incomodado com a anuidade cobrada por eles, eu me deparei com a Godaddy. A diferença de preço era tão absurda e o nome da empresa tão estranho (“vai, papai”) que eu fiquei receoso e passei um tempo pesquisando antes de tomar minha decisão. Sou cliente deles pelo menos desde 2005, com três domínios registrados e não me arrependo. A Network Solutions só se comparava à Verisign em ganância na época. Aliás, agora que mencionei a segunda não tenho certeza de qual das duas foi meu Registrar. Ou se ambas foram.
Porém agora a situação mudou. Recebi hoje um email da Godaddy dizendo que um de meus domínios ia ser renovado em poucos dias e fiquei surpreso com o preço: 18 dólares por ano. Esses anúncios da Godaddy na TV não custam barato, né? Pela cotação atual isso dá em torno de R$100. Chequei alternativas e encontrei a namecheap cobrando apenas 9 dólares por ano. Como eu sei que o custo para registrar inclui um desconto para servir de “isca” e as empresas costumam esconder o custo de renovação, procurei uma análise isenta que me mostrasse se eu estava fazendo mesmo um bom negócio e acho que encontrei uma aqui. Parece que o custo de renovação da namecheap é de 11 dólares. Mais que R$35 de diferença para a Godaddy na cotação de hoje.
Fiz o procedimento de transferência. Se tudo correr bem vou transferir os outros domínios quando a hora deles chegar.
A não ser que vocês tenham uma sugestão melhor, claro.
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 Jefferson,  10 de julho de 2020, Ontem eu recebi uma ligação da “Área de Qualidade” do Itaú. Geralmente eu não atendo a essas ligações, mas como eu estava suspeitando que minha conta tinha ficado no vermelho, decidi ouvi o que tinham a dizer. Quando a moça disse que tinha uma “boa notícia” para mim eu ri por dentro (“boa notícia” de banco é sempre boa notícia para o banco) mas aí ela perguntou se eu gostaria de mudar o meu tipo de conta para deixar de pagar os R$22 da mensalidade. Como eu uso essa conta exclusivamente para depósitos, é claro que aceitei. Passei para um tipo de conta com limite na quantidade de saques e extratos mensais.
Mas estou com uma pulga atrás da orelha. Melhor começar a olhar essa conta de perto.
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 Jefferson,  09 de julho de 2020, energia, reviews, testes Eu comprei esse ventilador com a intenção de substituir o Arno Silence Force VF40 ou meu Mallory Boreal dependendo do resultado dos testes.
Eu comprei por R$85 com frete incluso na Amazon. A primeira impressão que tive ao pegar a caixa foi: “cabe um ventilador de 30cm aí dentro?” Cabe, porque o ventilador vem na forma de um kit para montar, que não me incomoda muito, mas tenho certeza que ia aborrecer muita gente que não sabe nem trocar lâmpada e prefere algo mais “plug and play”. O ventilador vem separado em cinco peças (base, corpo, hélice, grade traseira e dianteira) e você tem que passar o cabo pela base, encaixar a base, remover a porca da hélice, encaixar a grade traseira, encaixar a hélice, recolocar a porca e encaixar a grade dianteira. Eu não precisei seguir as instruções para isso, mas tenho certeza de que vai ter gente ligando para o suporte porque não consegue retirar a porca e não quer ler as instruções.
A base tem um recorte destinado a prender o ventilador em um parafuso na parede.
Ligado, o ventilador parece mais silencioso que o Mallory (que tem dez anos de uso e não é mais o mesmo) e certamente mais silencioso que o Arno, que já está com problema nos mancais de rolamento.
Consumo de energia
Entre parênteses, o consumo listado na tabela Procel. Fora dos parênteses o consumo medido por mim, usando dois medidores completamente diferentes: PMM2206/Powerbay-SSM.
- Velocidade Máxima: 51W / 55W (59,40W)
- Velocidade Média: 49W / 53W (49,50W)
- Velocidade Mínima: 47W / 51W (40,20W)
Como se pode ver não vale a pena, do ponto de vista do consumo, usar esse ventilador em nenhuma velocidade que não seja a máxima. A diferença de fluxo de ar é grande e a diferença no consumo máxima é de 4W. Pode parecer estranho, mas dependendo de como é feito o controle de velocidade de um motor elétrico isso é “normal”. Eu não sei explicar por que no teste da Procel a diferença é significativa. Note que a diferença entre meus medidores parece linear, fixa em 4W e que para ambos a diferença de consumo de uma velocidade para outra é de apenas 2W.
Eu ainda não estou certo de que o Mondial ventile mais que o Mallory. Se ventila, não é muito mais e não justifica o consumo maior (o Mallory consome 40W na máxima hoje, com o mesmo medidor). Se ainda existisse Malllory Boreal à venda, eu certamente teria comprado outro(s) e não esse Mondial.
Entretanto, acho importante comentar que esse Mondial me deu uma impressão muito melhor de robustez. Ele parece muito menos propenso a quebrar a grade à toa, que foi o que aconteceu com o Mallory vários anos atrás. Na ocasião do review do Mallory eu até comentei que não era um ventilador “para transportar na mala do carro” de tão frágil que parecia, mas não vejo esse problema no Mondial.
Minha utilização
Em qualquer situação eu sempre uso o ventilador fixo, nunca oscilando. E é sempre para o uso de apenas uma pessoa: eu.
- Na mesa de trabalho estava usando o Arno. Nesse local eu prefiro algo tão silencioso quanto possível porque é onde eu também assisto a TV e filmes. Não é porque ele seja especialmente silencioso que o Arno estava nessa posição, mas porque eu estava sem opções. Eu o usava para dormir, mas aí o fusível interno dele queimou e para recolocá-lo para funcionar eu tive que fazer um “bypass” que o tornou perigoso. É menos perigoso usá-lo para uma finalidade onde eu estou sempre acordado quando o ventilador está ligado;
- Para dormir estou usando o Mallory. Nessa aplicação eu prefiro, contraintutivamente, um ventilador barulhento. Mas que seja um barulho regular, do tipo provocado pelas hélices ao empurrar o ar. Esse tipo de barulho “abafa” os outros ruídos da noite, incluindo TV, conversas da família em outros cômodos, etc, e me ajuda a dormir e continuar dormindo.
No momento eu decidi usar o Mondial para substituir o Arno. Parece fazer na máxima mais ou menos o mesmo nível de ruído que o Arno faz na média, ventila mais ou menos o mesmo e consome a metade (105W contra 55W).
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 Jefferson,  05 de julho de 2020, Acontece no Windows 8.1 professional. Não lembro de ter acontecido quando eu usava o Enterprise. Nas últimas semanas tanto o atalho no desktop quanto o executável de um programa que uso de vez em quando estavam sumindo. Eu fazia a reposição a partir de um backup e depois de alguns dias acontecia de novo. Só hoje eu parei para investigar isso e descobrir que apesar de eu ter desativado a proteção em tempo real do Windows Defender, este continua colocando o programa que uso há 13 anos na quarentena depois de não mais que 3 dias.
Por que o Windows Defender continua bisbilhotando no conteúdo de meus arquivos quando foi instruído para não fazê-lo é um mistério para mim. Eu posso colocar o diretório desse programa específico em uma exclusão, mas isso provavelmente não vai impedir o Defender de continuar metendo o nariz onde não foi chamado. E não encontrei nenhuma outra configuração para desabilitar.
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 Jefferson,  05 de julho de 2020, This post is password protected. Enter the password to view comments.
 Jefferson,  03 de julho de 2020, Redes Desde que a VIVO comprou a GVT anos atrás todos os projetos de expansão tinham sido paralisados. A GVT tinha acabado de passar um cabo de fibra óptica na frente da minha rua quando foi adquirida e desde então nada foi oferecido no meu bairro. Mas esta semana um de meus clientes empresariais que também dependia de “internet de bairro” para ter algo decente pois lá só chegava ADSL da OI de 15Mbps (creio que 500Kbps de upload), recebeu uma ligação da VIVO oferecendo um plano de 100Mbps simétrico por R$150 mensais. Ele, que pagava R$450 por um quarto disso abraçou na hora. Fizeram a instalação no outro dia. Eu fiz a configuração do GPON ontem e é coisa “de outro mundo” poder fazer uploads a 90Mbps.
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Me desculpe a sinceridade, mas uma empresa não saber as dívidas futuras dela… essa empresa não tem Fluxo de Caixa? Qualquer programa de ERP possui isso (entre outras funcionalidades). E muitas vezes se pode somente adquirir os módulos pertinentes…
Nesse caso específico a mesma funcionária que já cuidava do RH, é secretária executiva do dono, já cuidava da administração geral da empresa e acabou acumulando o serviço do financeiro na epidemia. Quando existiam duas funcionárias no financeiro esse tipo de esquecimento já ocorria e agora ficou pior.
De qualquer forma, por mais que eu tenha uma mentalidade crítica (e vocês sabem que eu tenho) faz parte da minha profissão não ficar apenas desdenhando da aparente incompetência dos funcionários e procurar uma solução de automação para o problema. Esse cliente específico tem um contrato comigo que paga o bastante para que eu ocupe meu tempo livre pensando em resolver problemas que eles nem me pediram para resolver.
O sistema usado na empresa é o Winthor. No tutorial de contas a pagar não encontrei nada que sugira que você pode cadastrar uma despesa fixa. E é um sistema que custa R$1200 mensais para apenas cinco usuários.
“Contas a pagar” parece significar para os desenvolvedores: “Eu recebi uma conta. Tá aqui, na minha mão. E tenho uma data para pagar”. O único desenvolvedor que encontrei até agora com uma mentalidade diferente foi a Nextar.
Bom, caso você esteja interessado esse é o ERP que usamos. Coloquei aqui a parte específica do Controle Financeiro: https://www.rech.com.br/modulos/controladoria/controle-financeiro
Nesse programa você pode cadastrar um documento como um “provisionamento” e definir ele para todos os meses na mesma data. Assim ele entraria já no Fluxo de Caixa. Sugeriria também que trocasse algumas ideias (você e/ou a pessoa do Financeiro da empresa) com algum contabilista, pois tem detalhes que extrapolam o nosso conhecimento de TI…
Não consegui mais editar meu comentário anterior, mas sugeriria também que trocasse algumas ideias (você e/ou a pessoa do Financeiro da empresa) com algum contabilista, pois tem detalhes que extrapolam o nosso conhecimento de TI…
Ah, e me lembrei de mais uma coisa: como hoje 100% dos boletos DEVEM ser registrados em banco (exigência do governo) ele nem precisa mais deles: basta consultar (e pagar) via DDA diretamente no Internet Banking…
Como isso funciona? Se eu tenho uma conta no Bradesco e o Santander emite um boleto para mim isso aparece em uma lista em algum lugar na minha conta?
Eu nunca havia usado esse recurso, mas acabo de checar aqui na app do Bradesco e o boleto do Registro.br que paguei ontem não aparece na minha lista do DDA.
E eu vejo outro problema: alguns de meus clientes tem pelo menos três empresas. Eu nunca perguntei o motivo, mas imagino que em alguns casos é para pagar menos impostos. Eu não creio que cada uma dessas empresas tenha conta bancária e mesmo que tenha, depender de lembrar de consultar o DDA de cada uma delas é justamente o tipo de problema que um programa de contas a pagar deveria resolver.
Veja isso: https://portal.febraban.org.br/paginas/1088/pt-br/dda
Isso é interessante. Você tem que se cadastrar no serviço.
Eu vou checar com a funcionária a viabilidade de usar isso. Mas ainda existe um caso que o DDA não resolve. O boleto de hospedagem dos domínios está no nome do ex-gerente de TI, que mensalmente precisa lembrar de enviar o boleto para a empresa.
Ele não pode passar o controle da conta para nós, porque o domínio principal dessa conta é dele.
E eu não consegui mover os domínios do meu cliente ainda para outra hospedagem, porque são 24, com centenas de contas de email (não me perguntem a razão). É um trabalho lento.
Já trabalhei em empresas com o mesmo problema: a cada um mês, os emails paravam de funcionar por algumas horas, porque a pessoa responsável esquecia de fazer o pagamento. Mas não imaginei que fosse tão difícil assim fazer o controle.
Eu mesmo, nas minhas contas pessoais, sofro do mesmo problema: se a cobrança não vier, muito provavelmente esquecerei de pagar. Meu controle faço deixando as contas visíveis (email ou penduradas na geladeira) até o pagamento. Quando faço o pagamento, escrevo com caneta a data nas contas físicas ou respondo o email pra mim mesmo nas digitais.
Infelizmente, não tenho nada a indicar no nível corporativo.
Como minhas contas pessoais são poucas eu uso um método simples: cadastro no calendário do google como um evento que se repete a cada 30 dias com notificações. X dias antes do vencimento eu recebo uma notificação no celular dizendo “procurar boleto tal”. Isso era especialmente importante com a faculdade porque a bolsa de 55% era atrelada ao pagamento em dia.
Mas isso não “escala” adequadamente para atender as necessidade de uma empresa.
Débito em conta corrente… simples assim…
Eu trabalho em banco e o DDA é uma solução simples e eficaz, eu a utilizo há alguns anos, mas devo alertar para alguns detalhes desse sistema:
Você faz a assinatura do serviço em um banco e ele migra para todos os outros que você tem conta;
Em se tratando de uma empresa, com muitos boletos a pagar, deve ser criado o hábito diário de olhar no sistema do banco quais os boletos estão vencendo no dia, até porque alguns deles deixam de serem emitidos (fisicamente) quando você opta pelo DDA;
Outro ponto é quando a geração do boleto não é feito de forma automática, eu explico: meu provedor de internet possui um aplicativo onde gerencio várias coisas da minha conta, inclusive a geração do boleto, porém tenho que entrar todo mês no aplicativo deles e gerar o boleto, pois só assim ele aparece no DDA do banco, sem isso, passo batido e fico inadimplente.
Além do problema do boleto que só é gerado sob demanda (um de meus provedores e a faculdade são assim) temos o problema do que não é cobrado por boleto, nem por conta de consumo.
Podem ser situações que não resultem em paralisação de serviços ou prejuizo financeiro mas que geram situações desagradáveis de qualquer forma. Não pega bem você ter que mensalmente ser chamado a atenção pelo seu senhorio, pelo restaurante onde você encomenda o almoço, etc, porque esqueceu de pagar a conta. Para contornar isso e botar a culpa no credor eu imagino que muita empresa exige “ser lembrada” através da entrega mensal de um orçamento ou documento similar antes de ter direito ao pagamento. O que não ajuda em nada quando você esqueceu de reservar o dinheiro.
A primeira coisa que pensei foi o DDA também.
Porém só vejo para boletos emitidos para meu CPF. Parece ser possível mas ainda não descobri como visualizar os boletos emitidos para o CPF da minha esposa.
Outra coisa é que tentei migrar para Nubank mas ele não tem DDA, então tenho que ficar passando TED pro BB para pagar contas.
No DDA da Caixa, é possível obter o código de barras, pode ser útil se não tiver boleto em mãos.
Qualquer solução que encontrar sera paliativo e apenas para tapar buraco já que o próprio backoffice da empresa deveria fazer isso.
Imagina eles cadastrando a mesmo conta em dois sistemas, rs … retrabalho que uma ligação ao suporte do sistema deles poderia resolver.
Para minhas contas pessoais eu uso o https://app.orcamentopessoal.net e recebo um e-mail toda semana me falando sobre as contas a pagar, tem a até a função de repetir a conta por X meses.
Curiosamente o backoffice da minha empresa tem um nome muito parecido, não é completo(nem complexo) e tem a função de conta fixa: Wintour
E mesmo com essa função já aconteceu na minha empresa algumas muitas vezes
Boa tarde. E aí? Conseguiu algo? Estou curioso agora…
Eu decidi fazer o meu próprio, baseado neste código fonte de 2004. Decidi reescrever a maior parte do programa e aproveitar basicamente apenas o conhecimento do autor original do que é necessário haver em um programa desse tipo mas esbarrei em bugs estranhos e acabei me ocupando com outras coisas. Só voltarei a esse projeto depois.
Ao se cadastrar na Nextar para poder usar o programa, recomendo que use um endereço de email descartável. Eu já devo ter pedido umas três vezes para parar de receber o SPAM deles, usadno o link de descadastramento, mas não teve jeito. Vou apagar o alias de email que eu criei para eles.