Eu acho que vou fazer uma lista dos filmes onde meus gostos mostram ser substancialmente diferentes da maioria, para complementar minha lista de fracassos de bilheteria que gostei de assistir. Porque se dependesse do IMDB (nota 6.4) e do Rotten Tomatoes (43%/49%) eu também não teria assistido a esse filme. Também foi por acaso, zapeando entre os canais da TV por assinatura. Gostei do elenco, dos personagens principais e das surpresas.
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O filme tem uma classificação apenas razoável no IMDB (nota 6.0) e péssima no Rotten Tomatoes (18%, com 43% da audiência) mas gostei do elenco (principalmente da dupla Vin Diesel e Rose Leslie), da estória e com uma ou duas exceções, da direção também. Uma coisa que sempre me chama a atenção quando assisto (já vi umas quatro vezes) é a diferença brutal entre a atuação de Julie Engelbretch (irreconhecível) no papel da rainha bruxa e a atuação às vezes ridícula de Cara Delavigne em um papel similar em Esquadrão Suicida.
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Se eu fosse me basear na classificação do Rotten Tomatoes (16%) ou do IMDB (nota 5.4) eu nunca teria assistido, mas ocorreu de ser a única coisa interessante na TV por assinatura um ano atrás e decidi dar uma chance. Tive uma grata surpresa. mas só agora depois de assistir pela terceira vez decidi que era justo falar sobre ele aqui.
Gostei do elenco, dos personagens, da estória, da direção e particularmente da mistura de drama, comédia e ação.
Meu soprador térmico pifou e como eu sequer consigo desmontá-lo estou tentando contornar o problema com secador de cabelos até eu achar um soprador decente com um preço razoável. Não é qualquer secador de cabelos que pode fazer o trabalho de um soprador mas eu testei um desses em algumas tarefas com tubos termoencolhíveis e vi que ele podia dar conta do serviço apesar de ser muito mais barulhento e aparentemente consumir muito mais. Tenho que checar a potência do meu soprador mas eu nunca desarmei um disjuntor com ele e esse secador é de 2100W o que me fez desarmar disjuntores em uns três lugares da casa onde tentei usá-lo. Eu sou bem conservador ao escolher a capacidade dos disjuntores da casa.
Nota: É um aparelho caro. Eu não compraria um novo para usar como soprador térmico.
Minha tarefa era consertar uma unidade do mesmo modelo que estava esquentando, mas como o motor da turbina não funcionava saia fumaça segundos após ligado.
Desmontagem
Abrir esse aparelho já foi difícil, mas desmontá-lo e remontá-lo depois exigiu muita paciência. Não existe espaço o bastante dentro dele para organizar as peças e fios de uma maneira que facilite a manutenção. Houve um momento em que eu achei que ia ter que aplicar cola quente para manter os danados dos fios no lugar para poder fechar.
Nota: Isso não é usual, mas eu não tenho fotos do interior do aparelho agora. Eu decidi escrever sobre ele apenas depois de terminar o conserto e vocês vão ter que se contentar com uma descrição e com o esquema que levantei até eu ter disposição para desmontar de novo.
O aparelho tem três parafusos visíveis e duas borrachas laterais que quando removidas mostram mais dois parafusos. Isso me me fez pensar que era preciso remover esses parafusos ocultos para poder abrir o aparelho, o que depois se mostrou falso. Eu só consegui deixar o motor solto dentro do secador. Remova os três parafusos visíveis, as duas borrachas e com a ajuda de um cartão de crédito ou algo do tipo desencaixe as duas partes do corpo. Existem quatro travas plásticas no perímetro da parte circular.
Diagrama e funcionamento
As chaves S1 e S3 são especiais. Na primeira posição estão desligadas. Na segunda posição são conectados os pontos 1 e 2 e na terceira posição são conectados 1, 2 e 3.
Ao avançar S1 para a primeira posição o motor liga através do diodo, em velocidade reduzida. Na próxima posição o motor é ligado na velocidade máxima. Para ter aquecimento é preciso ficar pressionando a chave s2 e a temperatura depende da posição da chave S3. Você pode ter nada (chave S3 em “off”) apenas R1 ou R1 e R2 ligadas.
Observe que quando o ventilador está em velocidade reduzida a temperatura máxima das resistências é cortada pela metade através do mesmo diodo. Então podemos dizer que o aparelho tem quatro temperaturas.
Eu não estou certo do que seja “F” no circuito. Sua posição indica que se trata de uma chave térmica mas não consegui determinar se é um termostato (desliga em caso de superaquecimento mas religa quando esfriar) ou se é um fusível térmico (inutiliza o aparelho).
O gerador de ions é algo que eu nunca tinha visto antes e não sei qual o benefício em um secador de cabelos. o fio branco que sai dele fica estendido dentro do conjunto de resistências como se fosse uma antena.
O motor é um modelo comum do tipo AC universal (com escovas). Baseado no desenho fica claro que se o motor não liga em nenhuma posição de S1 mas o aparelho aquece, o problema deve estar no motor, que realmente estava aberto. Com o multímetro foi fácil isolar o problema a uma das bobinas e após desmontar parcialmente o motor foi possível achar o fio esmaltado quebrado exatamente na solda. Raspei a ponta, soldei de novo e isolei. Problema resolvido. Mas ainda perdi mais de uma hora para remontar porque eu não consegui recolocar as peças nas posições originais de jeito nenhum. Tive que dessoldar todos os fios das chaves, cabo de força e gerador de íons, colocar as peças no lugar, acomodar os fios e só então soldar de novo.
Para desmontar o motor eu tive girar os parafusos com um alicate de bico. A turbina impede o uso de uma chave de fenda convencional e eu não estava certo de que conseguiria removê-la puxando sem quebrá-la.
Se você ligar o motor fora do aparelho pode ter a impressão de que está girando ao contrário porque ventila na direção errada. Dentro do aparelho o sentido da movimentação de ar se corrige.
Nota para mim mesmo no futuro: numa próxima necessidade que eu tiver de consertar o mesmo defeito, abrir o aparelho e providenciar a remoção do motor sem mexer no resto da fiação, nem que requeira cortar os dois fios, pode me poupar de muita frustração.
Consertar esse defeito é muito fácil se você tiver alguém que desmonte e remonte o danado do secador por você.
Seja bem vindo de volta, Rodrigo. Eu tenho que me lembrar de dar uma olhada no seu blog de vez em quando. Parece que você colocou muita coisa lá ultimamente.
O F1 costuma ser um interruptor bi-metálico enfiado/rebitado dentro da resistência. Ele serve pra desligar em caso de sobreaquecimento, falha, etc. E rearma sozinho apos esfriar. Proteção simples, mas eficiente.
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Esse dispositivo é usado para automatizar a subida e descida de telas de projeção motorizadas. O princípio de funcionamento desses receptores é decepcionantemente simples para o preço que se cobra por eles nas empresas “especializadas”.
Princípio de funcionamento das telas motorizadas
A tela de projeção pode ter três ou quatro fios. Os primeiros três costumam ter as seguintes funções:
Comum
Subir
Descer
O quarto, quando existe, é o terra.
Tudo o que você precisa fazer é ligar o neutro da alimentação ao comum e o fase a um dos outros dois fios dependendo de que movimento você deseja. O modo mais simples de fazer isso com segurança é usar dois interruptores de campainha, mas aí você vai precisar ficar segurando o interruptor até chegar na posição desejada. Para evitar isso você pode usar um interruptor de duas posições com “off” central. Uma “chave gangorra” de R$5 como esta serve.
Isso funciona porque, pelo menos em todas as telas que chequei, existem “chaves de fim de curso” embutidas que desligam a respectiva alimentação do motor quando a tela está completamente recolhida ou estendida. Então não faz mal algum colocar a chave numa certa posição e dar as costas. O motor vai parar automaticamente quando chegar ao fim do curso. A posição central serve como comando “STOP” caso você queira parar o movimento no meio do caminho. Alguns fabricantes de telas inclusive oferecem como acessórios interruptores específicos para isso com marcações “up” e “down” que provavelmente custam mais do que merecem.
O Controle Maxxigold
Se você quiser fazer esse controle da tela sem precisar ir até o interruptor, pode usar um receptor de controle remoto por infravermelho ou RF. Mas agora que eu expliquei como o acionamento da tela funciona, tente justificar como o controle IR pode valer quase R$600 (não vou colocar links diretos). Isso vai ficar ainda mais difícil quando eu mostrar como é por dentro.
Nota: O controle descrito a seguir foi adquirido há mais de 7 anos. Possivelmente mais de 10. O vendido atualmente pode ser completamente diferente por dentro apesar de ser idêntico por fora. Mas eu não apostaria nisso.
Marcações no placa: DC160/DC87, DESIGN: WCX, V1.2
Considerando a complexidade do circuito não é nenhuma surpresa que você possa comprar algo similar por R$52 (sim, menos que um décimo do preço) na Aliexpress.
Nota: nesse ponto eu acho importante frisar que sou contra expressões do tipo “isso é um roubo!”. Eu considero que quem oferece o produto ou serviço deve ter total liberdade de fazer seu preço enquanto você mantiver a sua liberdade de comprar se quiser e meu blog existe entre outras coisas para mostrar que opções você tem. Os restantes R$550 podem ser atribuídos até ao “amor e carinho” que o fabricante dedica a cada peça que para mim não importa. Eu só vejo realmente problemas quando começam as afirmações falsas sobre uma suposta superioridade técnica do produto, que até onde sei esse fabricante nunca fez.
Um cliente teve um problema com o dele que se manifestou da seguinte maneira: Ao apertar o botão “down” a tela descia apenas alguns centímetros e podia-se ouvir claramente que o relé estava desligando sozinho. Para continuar descendo era preciso apertar “stop” e “down” repetidamente até a tela desenrolar completamente. O comando de subir funcionava normalmente.
Como na ocasião eu não sabia o que sei agora sobre a motorização das telas, não queria arriscar a tela caríssima com palpites e o cliente não tinha tempo para esperar o diagnóstico e os R$600 para pagar por uma reposição não representam nenhum incômodo para ele, compramos um kit novo, mas eu fiquei com o antigo para estudar. A primeira coisa que decepciona é que sequer a fonte tem um transformador. Para o usuário nunca levar um choque na ponta do jack de 3.5mm, que fica saliente, é preciso que a polaridade da instalação elétrica seja respeitada. Com a ligação na entrada invertida o voltímetro mede 220V entre a ponta do jack e o terra.
O jack existe porque o receptor de IR fica na ponta de um cabo, para você poder posicionar onde for mais conveniente. O receptor tem três botões que permitem o controle da tela sem precisar do controle remoto, o que se mostrou muito útil quando o remoto pifou sete anos atrás. Quem precisar de uma reposição para ele só precisa desembolsar a bagatela de R$230 (por um controle de apenas três botões).
O footprint para chave S4 (ausente, entre o capacitor amarelo e os relês) fica exatamente sob um furo que existe na parte de trás da caixa. Esta chave poderia ser acionada com um palito de dentes sem abrir o aparelho. Qual o propósito que tinha essa chave em outra versão do projeto eu não sei, mas geralmente é um reset.
Não é possível ver isso na foto (está debaixo do grande capacitor amarelo), mas como se pode conferir pelo diagrama que levantei pelo menos tomaram o cuidado de incluir um “bleed resistor” (R2 e R3) para descarregar Cx1 após ser desligada a alimentação, evitando assim um choque ao tocar nos fios 1 e 2. O motivo de serem usados usualmente dois ou mais resistores em série nessa função em vez de um resistor com o valor total é dividir a tensão entre eles. Um único resistor SMD pode não suportar as centenas de volts acumuladas no capacitor.
A causa do defeito no aparelho não foi nenhuma surpresa para mim apesar do sintoma ter me feito suspeitar de algo mais complicado. Medindo a tensão sobre os relês descobri que após o primeiro acionamento esta caia de 12V para 5V. Apenas o bastante para o microcontrolador continuar funcionando, mas colocar os dois relês de 12V operando numa região de incerteza. Ambos poderiam ter falhado igualmente. A causa estava no suspeito usual: o capacitor de entrada da fonte, que de 680nF nominais estava medindo apenas 170nF. Alguns de vocês talvez lembrem que esse é o defeito usual dos medidores de energia PMM2010. Com a substituição do capacitor o aparelho voltou a funcionar normalmente.
Com a ligação na entrada invertida o voltímetro mede 220V entre a ponta do jack e o terra.
Ler isso é desesperador!
Provavelmente deve ser ilegal vender isso hoje, se já não era quando ele foi produzido anos atrás.
Fiquei curioso: os 220V em Recife são Fase-Neutro? Os 220V que eu conheço (em SP e MG) são todos fase-fase.
Este aparelho custa R$22 nas lojas chinesas aqui de Recife. A minha aplicação para ele é usar em conjunto com um receptor ISDB-T ou de satélite e um conversor HDMI-VGA para aproveitar como TVs os muitos monitores que tenho. Pode não estar tão fácil hoje por causa da pandemia, mas eu costumava comprar com certa facilidade monitores de 15″ por R$50 e de 19″ por R$80 na OLX. Monitores com som são mais práticos mas ainda não encontrei um que não tivesse um áudio péssimo e o dessa caixinha rivaliza com o de muitas TVs
O que diz o marketing ou pode se supor olhando para o aparelho:
Suporte a bluetooth com reprodução de mídia e atendimento de chamadas;
Rádio FM;
Porta USB para pendrives;
Conector microSD;
Entrada auxiliar P2 (3.5mm) – imprescindível na minha aplicação;
A embalagem faz uma referência a “autodyne”, mas esse termo se refere a um tipo de circuito de amplificação de rádio que até onde sei é obsoleto.
Por default opera no modo bluetooth. Um ou dois segundos após ligar dá a mensagem “the bluetooth device is ready to pair” em um inglês com forte sotaque chinês. Se houver um plug inserido (ou se este for inserido depois) o modo muda automaticamente e a mensagem é “AUX input mode”.
Funciona também enquanto está carregando, mas só se a bateria não estiver completamente descarregada. Testado na função AUX.
Na minha aplicação eu não consigo usar no volume máximo. O aparelho produz um ronco alto que desaparece quando dou cinco toques no botão de baixar o volume. Aparentemente o aparelho lembra a última configuração de volume pois eu só preciso fazer isso uma vez. Mesmo sem estar no volume máximo o resultado ainda impressiona.
Qualidade e volume
Nos dois quesitos a caixinha se sai muito bem. O volume é o suficiente para minha mãe no quarto ao lado fazer comentários sobre eu estar assistindo TV “muito alto” à noite. Eu possivelmente não acharia a qualidade aceitável se o objetivo fosse ouvir música mas para assistir TV é melhor que muitas TVs pequenas.
Como rádio FM
Para fazer a sintonia automática de estações FM, ao entrar no modo FM dê um toque no botão PLAY. O aparelho vai fazer a varredura e depois parar em uma estação. Mas eu encontrei um problema nesse modo que pode ser defeito da unidade que comprei: não consigo alterar o volume enquanto no modo rádio. Sempre avanço ou retrocedo nas estações. Esse problema não ocorre no modo bluetooth, entretanto. E o aparelho tem um som tão alto que esse problema pode inviabilizar o uso do rádio.
Eu constatei olhando na internet que em alguns lotes dessa caixa não há alça de pulso e o fio da antena FM é o único fio saindo da caixa, em outros ele sai junto com a alça de pulso e no meu caso a antena corre por dentro da alça e você só percebe que ela existe se procurar.
A bateria
A duração da bateria assistindo a TV é impressionante na minha aplicação. Fiquei dias usando com uma carga.
Em teoria você deveria ficar sabendo que a bateria está carregada pelo apagamento do LED vermelho, mas aparentemente um erro de projeto impede isso. Mas parece ser possível checar a carga da bateria no modo bluetooth com a app BatON. Testei no meu Samsung A5 que não tem bluetooth 4.0 e parece funcionar.
Na minha aplicação a bateria não ajuda em nada e me cria um pequeno inconveniente. Quando eu vou dormir ou saio de casa eu desligo os disjuntores do escritório, mas quando o receptor de TV é desenergizado a caixinha solta um ronco alto que requer que eu vá até ela desligar na chave. O que implica que sempre que eu volto preciso ir lá ligar novamente se quiser assistir TV.
Eu tentei resolver isso desconectando a bateria, mas o aparelho não funciona sem ela. O primeiro sintoma de que a bateria está desconectada ou com defeito é a mensagem de voz sair fortemente entrecortada. Não dá nem para distinguir que é uma voz. Tentei substituir a bateria por até 300uF em capacitores, mas a qualidade do resultado dependia da fonte usada.
Uma alternativa de qualidade similar e ainda mais barata que não sofre desse problema é usar a caixa EXBOM CS-39, mas isso requer que o adaptador VGA HDMI tenha uma saída de áudio funcional (muitos não tem) ou que você adapte o plug da caixa para a saída do receptor de TV.
Por dentro
Para abrir você solta três parafusos que estão ocultos sob a base emborrachada. No meu caso eu acabei arrancando pedaços da base procurando, mas com paciência deslizando um objeto pontudo você pode encontrar os orifícios dos parafusos e desparafusar sem causar danos. Passe o mouse sobre a imagem para ver a descrição das partes principais.
O chip principal é um AS19BP00237-28B4 fabricado pela JetLi. Infelizmente há praticamente zero informações sobre os produtos dessa empresa na internet.
O amplificador é um HAA2018 cujo fabricante também não ajuda. Os dois canais de entrada de áudio são interligados (em curto) já no conector de 3.5mm. Apesar de isso soar como algo ruim é comum em aparelhos desse tipo, que recebem um sinal estéreo mas produzem uma saída mono. Porém eu não arriscaria ligar nele um aparelho com saída amplificada, destinada a fones de ouvido, principalmente se for caro como um celular. Na minha aplicação com receptores de TV essas saídas são mais resilientes.
Eu acho que o “segredo” da caixa está no alto-falante, que pesa 94g. Mais da metade dos 165g do produto.
No diagrama da alimentação é possível ver que o propósito do LED vermelho deveria ser mostrar quando a bateria está carregada, apagando. Mas provavelmente calcularam errado os componentes.
Esta parte do diagrama mostra que o fabricante do CI principal usa um método baseado em capacitância para poder ler todos os botões usando apenas uma entrada.
Sobre o ruído ao desligar a fonte de áudio, talvez ligar um resistor de valor médio entre o sinal e o gnd possa ter algum resultado. É o que eu tentaria primeiro.
eu já tive uma caixinha que também compartilhava os botões de troca de estação com volume. Pra usar uma das funções, era só apertar rapidamente o botão. Pra usar a outra, apertar e segurar. Tentou usar dessa forma?
Sobre o ruído ao desligar a fonte de áudio, talvez ligar um resistor de valor médio entre o sinal e o gnd possa ter algum resultado. É o que eu tentaria primeiro.
Faz sentido. Vou testar.
eu já tive uma caixinha que também compartilhava os botões de troca de estação com volume. Pra usar uma das funções, era só apertar rapidamente o botão. Pra usar a outra, apertar e segurar. Tentou usar dessa forma?
Eu acho que poderia ter sido mais claro no texto. Sim, cada botão da caixa tem pelo menos duas funções e os botões de volume são os mesmos botões para avançar e retroceder. No modo BT ambas as funções funcionam. No modo FM o aparelho ignora o comando de volume e transforma em um comando de troca de estação.
Quanto ao ruído, tente verificar o cap, que fica entre os pinos de alimentação do Amp; pelo que vi num datasheet deve ser de 0,1micro, verifique se está legal ou tente colocar um eletrolitico, cuidado com a polaridade.
Bom dia, tudo bem Jefferson, eu achei o Datasheet desse microcontrolador AS19BP00237, depois de muita procura consegui achar em pdf. Se quiser te mando por email. Estou querendo iniciar na programação só pra conseguir retirar a interface de voz de “ready to pair” e pra que ela ligue diretamente no modo AUX. Valeu abraço !
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Quem acompanha com atenção o que escrevo sabe que eu tenho o estranho hábito de manter de centenas a milhares de abas abertas no Firefox. No Chrome isso não é fácil por causa do exagerado consumo de RAM e de sua peculiar característica de reduzir o tamanho das abas até você não conseguir distinguir umas das outras na janela. O problema da RAM é o pior de todos porque mesmo limitado a não mais que 100 abas por janela (ainda assim se eu me contentar com distingui-las apenas pelo favicon) e tendo 16GB de RAM eu estava rotineiramente tendo que fechar o navegador e abrir de novo porque este estava consumindo toda a memória. Até 2014 eu podia ter 2100 abas abertas no Firefox com apenas 4GB de RAM na máquina.
Para o problema do consumo de RAM parece que encontrei a solução na extensão The Great Suspender, que descarrega todas as abas que não estão em uso após x minutos a não ser que você coloque o domínio na allowlist. Agora eu estou rotineiramente usando “apenas” metade dos meus 16GB.
E funciona no Edge baseado em Chromium também. Pelo menos até uma maldita atualização automática decidir que não.
A propósito, para não perder as abas entre sessões estou usando a Session Buddy.
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Mais uma razão para eu detestar atualizações automáticas.
Isso começou a acontecer de repente no último dia 30. Eu precisei reiniciar uma meia dúzia de vezes até me dar conta de que o problema era gerado pela digitação na barra de endereços e passei por mais alguns crashes até descobrir que podia contornar o problema configurando o BING como mecanismo de busca (eu tinha configurado o Google).
Mas como isso estava me enchendo o saco, fui pesquisar hoje como resolver e descobri que foi um problema generalizado, que a MS já consertou.
Com meus outros navegadores eu não tenho esse problerma porque uso versões portable que não conseguem se atualizar. Atá a última vez que olhei não existia uma versão portable confiável do Edge. Lá no portableapps eles não aceitam por causa dos termos da licença.
Eu também não achei, mas descobri que o Service Manual do modelo NN-ST357WRP (NN-ST357WRPH ou NN-ST357WRPK) é próximo o bastante pois usa a mesma placa, a F62607D40AP.
Tenha em mente que a última letra do modelo parece designar a tensão. NN-ST359WRUK é o modelo de 220V (o meu) e NN-ST359WRUN eu suponho que seja o de 110V.
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Minha familiaridade com o VMware é quase nula. Deixei de usá-lo desde a versão 2, quando na minha opinião a criação de VMs ficou desnecessariamente complicada.
O erro ocorria antes mesmo do “BIOS” virtual ser executado e não permitia nem mesmo acesso às configurações da máquina. O usuário original estava usando a versão 12 mas eu trouxe a VM para meu computador e instalei a última versão disponível, que é a 15. Mesmo problema. Fiz uma pesquisa e encontrei um monte de gente pedindo ajuda para problemas desse tipo há pelo menos nove anos, mas todas as sugestões (na maioria das vezes uma variação destas quatro) me pareceram sem sentido para o meu caso.
O que me colocou no caminho certo para resolver esse problema foi este texto, que não tinha a solução mas me chamou a atenção para o fato de que a pista poderia estar em um arquivo log que é criado no diretório TEMP do usuário. Infelizmente eu não consigo mais encontrar no log o que me fez achar o problema, mas a solução foi simples: apague qualquer pasta dentro da pasta da VM que tenha a extensão “.lck”.
Acho que um bug estúpido desses é vergonhoso para a VMWARE. Tanto o meu problema quanto qualquer uma das várias outras razões apontadas para esse erro deveriam garantir uma mensagem menos genérica que “erro interno”.
O nome e localização exata do arquivo de log muda dependendo do usuário logado e até de uma execução do player para outra. Para achar o arquivo de log rapidamente provoque o erro, feche o player, recorra ao Voidtools Everything, digite “vmware *.log” como filtro e ordene pelos arquivos mais recentes.
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Também não entendo o que o pessoal não gostou desse filme, gostei muito.