Testado no Windows 10. Se não me engano também funciona com o Windows 8.1.
E normalmente o Windows faz uma tentativa de iniciar normalmente, dá erro, reseta automaticamente e entra no modo de reparo automático, não resolve nada e o ciclo se reinicia. Na maioria das vezes, o erro do Windows aparece tão rápido que você só vê a tela piscar azul. No caso onde testei esse método nem parecia que um erro estava sendo exibido. O Windows entrava em “Preparando Reparo Automático” em 100% dos boots.
Ao final da tentativa de reparo, entre nas opções avançadas e escolha a opção do prompt de comando. Então digite o seguinte:
bcdedit /set {default} RecoveryEnabled no
O que isso faz é desabilitar o modo de recuperação automático do Windows, que do ponto de vista de um sistema que é administrado por um técnico somente atrapalha. Francamente, até o usuário comum essa recuperação automática atrapalha.
Saia da recuperação e dê boot. Agora o Windows vai parar mostrando o erro.
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Nota: se você precisar por alguma razão configurar uma entrada que não seja a default, a sintaxe é esta:
bcdedit /set {identificador} RecoveryEnabled no
Onde “identificador” é o identificador da sua instalação. Para obter todos os identificadores, use o comando:
bcdedit /enum
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Apesar de não simpatizar com o filho de Will Smith, não sei por que esse filme só ganhou 11% da crítica e 36% da audiência no Rotten Tomatoes. Sim, acontece muita coisa difícil de engolir, mas o filme consegue me deixar entretido o bastante para eu “deixar para lá”.
Eu tive esse problema várias vezes nos últimos meses, principalmente com a faculdade onde era provavelmente proposital e eu não conseguia salvar material de aula nem meus testes online. Nem mesmo em PDF. O sintoma era salvar apenas a primeira página e ainda assim parcialmente. Esta semana tive o mesmo problema com uma página da Vivo. Eu queria guardar uma cópia de um cadastro que havia acabado de fazer, com os detalhes do que a Vivo estava oferecendo. O melhor jeito que encontrei em todos esses casos foi usar a extensão singlefile. que existe também para chrome.
Como vantagem adicional, tudo é armazenado em um único arquivo HTML que é compatível com as versões modernas do Chrome e Firefox .
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A premissa é interessante: um milhão de pessoas desapareceram da face da terra repentinamente, incluindo Lois Lane, enquanto o Superman estava fora do planeta em uma missão (e uma estória mal contada) de resgate.
Mas é só a premissa que é interessante. Os longos diálogos pseudo-intelectuais (sempre é possível que o roteirista seja muito mais inteligente do que eu mas nesse caso eu duvido) entre Superman e o padre são cansativos. Muita coisa não é explicada e o que é, o destino dos desaparecidos, não convence. Aliás, a estória desanda justamente quando a verdade começa a ser revelada. Até então você é mantido intrigado com as pistas mostradas, formulando hipóteses… O roteirista até faz você desconfiar dos mocinhos mas em vez de você se sentir apenas surpreso com a reviravolta, você se sente enganado pela falta de explicações (Como eles sabiam? Por que esconderam de Kal-el?). A maior parte do terceiro ato é uma batalha cansativa. Não gaste seu dinheiro com isso.
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É mais uma estória alternativa da origem do Superman. Disponível também em português. É moderna, bem escrita, com bons diálogos e acima de tudo não tem a pieguice habitual. Gostei principalmente das vezes que o roteirista me surpreendeu nas mudanças que fez para a estória original. Tem seus defeitos, mas é uma leitura agradável e me fez querer ver mais desde o final do primeiro volume.
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Não, você não vai usar o mouse para apontar para as funções do forno e clicar. Hogwarts não abriu uma filial no Vale do Silício.
ATENÇÃO: O que vou explicar aqui é “coisa de nerd”. Dá trabalho e não é prático. Requer habilidade com soldagem, saber como não ser eletrocutado e como usar um multímetro. É só para quem encontra satisfação em resolver problemas por meios não convencionais ou não tiver mesmo outra alternativa.
A maioria de vocês provavelmente vai decidir que o resultado não vale o trabalho que dá, até mesmo porque é perigoso: se seu forno não usar a mesma placa que o meu, você vai precisar determinar quais são as combinações necessárias com a placa energizada em 110 ou 220V (destruir a membrana original e seguir os fios é mais seguro). Isso sem contar que os 3000V do magnetron assustam até a mim.
Eu tenho um forno aqui cujo teclado não responde mais. Um teclado novo custando entre R$20 e R$30 não é exatamente “caro”, mas quando somamos o frete esse conserto já sai por mais de 10% do valor de um forno novo e isso se você conseguir o teclado certo para o seu forno. Por R$20 eu compraria o teclado na hora, se a questão fosse só consertar o forno, mas eu queria também aprender alguma coisa sobre o funcionamento.
Se a maioria dos usuários de forno micro-ondas for como eu, só três botões do forno são usados no dia-a-dia:
LIGAR
+1 (minuto)
CANCELAR
Eu passei dois dias matutando sobre que tipo de botões e caixa usar na minha gambiarra para deixar a coisa prática até me dar conta que um mouse velho atendia a todos os meus requisitos. É feito para aguentar abusos do usuário, você não precisa apertar exatamente em cima da chave para fazer o acionamento e não é a coisa mais feia que você poderia colar no forno
Aliás, mouses velhos oferecem um suprimento quase ilimitado de interfaces de três botões para automação, desde que o defeito deles não seja justamente nos botões, claro.
Um pouco sobre a teoria de funcionamento do forno
Do ponto de vista da automação, o forno de micro-ondas é um dispositivo decepcionantemente simples. O magnetron, que é a válvula que produz o aquecimento, só tem uma potência: a máxima especificada para ela. A potência do forno é variada alterando o ciclo de trabalho, ou seja, o tempo que o magnetron efetivamente fica ligado durante o tempo programado. Por exemplo, se você especificar 10 minutos a 50% de potência, o magnetron fica ligado por apenas 5 minutos. Detalhe importante: esses cinco minutos precisam ser uniformemente espaçados pelos 10 minutos. Deixar o magnetron ligado por cinco minutos seguidos e depois desligar por cinco minutos deixando o prato girando “não vale”. Mesmo assim é algo muito fácil de automatizar. O prato onde você coloca a comida e o ventilador que resfria o magnetron devem ficar girando durante todo o tempo e o resto do circuito são proteções: um punhado de chaves para impedir que o forno seja ligado com a porta aberta e sensores térmicos no magnetron e no forno para evitar superaquecimento.
Basicamente o que a placa eletrônica do forno faz é ligar e desligar o magnetron através do seu transformador. Isso faz do micro-ondas um dos equipamentos mais simples de você automatizar completamente por wifi e passar a operar usando uma app no seu telefone, se você achar que isso vale a pena. Nem mesmo os sensores dependem da inteligência da placa eletrônica. A segurança do forno é praticamente autônoma, pelo menos nos diagramas que olhei.
Se a placa do meu forno estivesse com defeito e eu não pudesse arrumar outra por um preço razoável, eu partiria para o controle via celular, mas como era só o teclado e eu gosto da praticidade de enfiar algo no forno, dar dois ou três toques nos botões e ir fazer outra coisa, decidi colocar somente o mouse por ora.
O mapa do teclado e um pouco da teoria sobre seu funcionamento eu decidi publicar no automalabs, por achar mais adequado.
Sabendo que as combinações eram essas:
5-4: +1
9-1: Liga
8-1: Cancelar
Adaptar um mouse fica “fácil”. E como o fio 1 se repete eu só precisei de cinco fios. Pena que não sejam quatro, porque aí eu poderia aproveitar até o cabo do mouse.
É importante que as três chaves do mouse sejam completamente desligadas do resto do circuito. Eu inicialmente deixei algumas trilhas intactas por achar que não ia interferir em nada mas quebrei a cara porque os botões eram ignorados. Use um estilete.
Funcionou, mas infelizmente tive que tirar o forno da cozinha de novo. Um defeito pré-existente voltou ainda mais assustador que antes: às vezes, ao apertar o botão liga o forno dá um estalo resultante de vazamento de alta tensão assustador, acompanhado de um clarão no fundo do forno. Depois disso funciona normalmente sem dar mais estalos. Eu fiz uma pesquisa e todas as referências que achei a vazamento de alta tensão em forno de micro-ondas eram na ponta da antena do magnetron e supostamente o clarão deveria ser visível dentro do compartimento onde é colocada a comida. Mas o meu parece estar ocorrendo na região do trafo e capacitor. Quando eu estiver especialmente “inspirado” vou desmontar o forno para procurar onde é esse vazamento. Como eu disse antes, não gosto de trabalhar com 3KV e esse estalo com o forno fechado já é de matar do coração. Imagine com o forno aberto, ocorrendo “na minha cara” :P
FAN-TÁS-TI-CO! Nunca teria coragem de fazer algo assim, mas imagino que seja uma baita peça para piadas práticas: amigo vem visitar e quer esquentar água para um café? “claro, coloca a xícara e faz um duplo-clique na direita”
Sobre a questão do magnetron funcionar sempre na potência máxima: você tem alguma informação sobre como funcionam os aparelhos de micro-ondas anunciados como “inverter”? Seriam realmente capazes de modular a potência, ou apenas usam um PWM com uma frequência de trabalho mais alta, de forma que “pareça” mais suave a modulação?
“claro, coloca a xícara e faz um duplo-clique na direita”
Dá para fazer
mas requer que você substitua toda a placa pelo seu próprio projeto com um arduino/esp8266
O que é relativamente simples e em peças dá para fazer com touchscreen até mais barato (na aliexpress) que uma placa original de reposição.
você tem alguma informação sobre como funcionam os aparelhos de micro-ondas anunciados como “inverter”? Seriam realmente capazes de modular a potência, ou apenas usam um PWM com uma frequência de trabalho mais alta, de forma que “pareça” mais suave a modulação?
Eu não tenho uma resposta definitiva para isso, mas o que eu li dá a entender que o inversor produz uma saída PWM numa frequência acima dos 20KHz (para não ser audível). Alguns dizem 30KHz.
Também entendi que o magnetron não pode ser controlado dessa forma para potências entre 30 e 50% (depende de quem fala) da máxima, porque aí o filamento da válvula não recebe mais energia suficiente. Para contornar isso, na faixa dos 10-30% (ou 10-50%) o magnetron é ligado-desligado da forma tradicional (PWM de baixíssima frequência) em conjunto com o PWM de alta frequência. A seguinte tabela esta na página 5 do primeiro PDF das minhas referências:
A coluna “Cycle” se refere ao controle tradicional. Notar que os valores nessa tabela se referem à PWM de controle da placa e não à PWM na saída de alta tensão. 1.5ms com 33% de duty cycle dá 222Hz apenas.
A contadora da empresa estava tentando fazer um parcelamento de débito pelo eCAC da Receita Federal e estava há semanas se deparando com um erro desse tipo:
A página https://www2.dataprev.gov.br/Ecac/LoginServlet pode estar temporariamente indisponível ou pode ter sido movida permanentemente para um novo endereço da Web.
A frase exata varia de acordo com o navegador.
Me baseando apenas na mensagem eu diria que não é algo que pode ser resolvido pelo cliente. Até mesmo porque é um problema comum da Dataprev. Mas a contadora me disse que pediu a um advogado para fazer por ela e este conseguiu. Isso me deixou com uma pulga atrás da orelha.
Instalei então o Chrome Portable v36 (agosto de 2014). Problema resolvido.
Esse site, além do certificado “de qualidade” utilizado por entidades brasileiras, usa um tipo de criptografia que já foi dado de baixa e não é mais suportado em navegadores recentes, só em versões antigas.
Eu comecei a assistir a esse filme na TV por assinatura alguns minutos depois de começar e estava dividindo minha atenção com outra coisa, por isso não posso realmente criticar direção e roteiro. Do que eu vi eu gostei. No início eu achei que o roteiro era ruim por causa do erro estúpido do líder da rebelião que ninguém aponta no filme. Mas minutos depois comecei a desconfiar que o erro foi proposital e no final do filme descobri que foi mesmo. Até o fato de ninguém notar que o erro foi estúpido tem explicação.
Outro dia vou sentar para assistir desde o início, prestando atenção.
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Eu prefiro comprar sem fonte se tiver escolha porque a qualidade das fontes que vem “de brinde” nessas coisas é altamente questionável.
Segundo os Product Briefs, ambos suportam 4K/2K.
Vou começar pelo que comprei em Recife.
A foto mostra duas unidades, uma sobre a outra, para mostrar os dois lados.
O LED vermelho, contra intuitivamente (você imagina que seja o Power), é o LED correspondente à entrada HDMI. Existe previsão para um LED Power no circuito (canto inferior direito da foto acima), mas este não foi instalado pelo fabricante. Entretanto é possível soldar um (canto inferior direito da foto) e fazer um pequeno furo na frente do aparelho. Até o resistor já está no lugar.
Lontium LT86104NX – HDMI/DVI/DisplayPort 1:4 Splitter (daqui em diante chamado de SoC)
Como o fabricante do chip principal é o mesmo, o projeto parece ser o mesmo que o do splitter de 2 saídas mas com um modelo de chip que suporta o dobro de saídas.
Como se pode ver do lado esquerdo do detalhe abaixo, existe previsão para a instalação de um botão interno e três conectores: J2, J3 e J9. Veremos o propósito deles ao analisar o esquema.
O esquema
Neste aparelho o splitter nem tenta tirar sua alimentação da porta HDMI de entrada, mas há uma previsão para isso no circuito que poderá ser vista no diagrama do microcontrolador (procure por D4 no pino 5). Também há previsão para um LED POWER na linha de 5V. J10 é no projeto o lugar para se colocar um conector para uma chave liga-desliga, mas foi soldado um resistor de 0R no lugar.
O propósito de J9 ainda é incerto. Parece ser um canal de comunicação entre o SoC e o uC que você pode usar para debug.
J3 eu não faço idéia do que seja, principalmente porque tem conexão com o pino 14 da entrada HDMI, que não é usado exceto em cabos que tenham ethernet e ainda assim tem um papel limitado.
Também não faço idéia do propósito de S1;
Notamos que o uC toma conhecimento da conexão do dispositivo HDMI de entrada pelo pino 5 e responde no pino 13;
Não encontrei suporte a CEC (nenhuma conexão para os pinos 13).
Uma coisa que ainda não consegui entender foi a parte DDC do circuito. DDC é um canal de comunicação onde o dispositivo de saída (o monitor) diz ao dispositivo de entrada que resoluções suporta, para evitar que você tenha que ficar trocando manualmente resoluções no dispositivo de entrada até aparecer a imagem. Isso já é desagradável quando você só tem um monitor ligado ao dispositivo de entrada, mas imagine ter quatro monitores diferentes, com capacidades diferentes, e ter que escolher manualmente a resolução certa que vai dar imagem nos quatro. Em teoria o splitter se encarrega de fazer isso, mas eu não estou conseguindo enxergar na eletrônica como é feito.
A entrada faz sentido (figura abaixo, à esquerda), porque é ligada diretamente ao SoC, que se encarrega de dizer para o dispositivo na entrada que resoluções estão disponíveis. Mas como o SoC sabe quais são? Pelo que eu levantei das saídas (figura abaixo, à direita), estas não são ligadas ao SoC. Apenas os resistores de pull-up estão presentes. Então como o splitter consegue decidir que resolução aplicar aos monitores. Pode ser que exista uma conexão que não consegui achar, mas eu procurei nas quatro saídas.
Mas vemos aqui que o propósito de J2 parece ser debugar a comunicação DDC.
O OUTRO SPLITTER
O splitter que comprei na Aliexpress parece ser uma versão mais compacta do mesmo design. A única diferença funcional que notei foi que este tem um LED Power. Até o descaso do design visual com o poder das fontes de texto com contorno é o mesmo.
Entretanto, pela contagem de componentes dá para se ter a impressão de que o splitter maior tem também um circuito um pouco mais “caprichado”. Eu não chequei, mas imagino que vários capacitores SMD estão ausentes neste.
O chip principal deste é o LT86104SX. Ainda não sei a diferença entre os sufixos SX e NX.
Os dois splitters funcionaram igualmente bem na minha aplicação, não tendo o problema com cabos longos que encontrei no splitter de duas portas.
Tenho um na versão com 4 saídas, ele aceita 4K 60Hz como entrada, mas só entrega 1080p.
Já testei com cabos hdmi 2.0 de marcas diferentes, várias fontes de alimentação de 5v e em várias TVs 4k, mas o sinal de saída sempre em 1080p em qualquer uma das portas.
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Seguindo a tradição de que a DC não consegue trazer nada que preste para a telona (exceção: Man of Steel) roteiro, direção, personagens e elenco de Suicide Squad deixam muito a desejar.
Qualquer dos personagens poderia morrer que eu não estava nem aí (eu sei que o material fonte torna isso difícil);
Cara Delavigne oscila entre sem graça no papel de June e ridícula quando encarna a Enchantress. Nesse ponto eu atribuo a culpa à direção porque achei Cara adorável em Valerian e não conheço outros filmes dela;
Jared Leto fez o Coringa mais esquisito da estória recente;
Não acho que Margot Robbie conseguiu realmente captar a essência de Harley Quinn;
Não gostei de Viola Davis no papel de Amanda Waller;
Toda parte do enredo que envolve a bomba é ridícula;
Etc, etc, etc. Isso é só o que me lembro agora.
Mas é um filme que, na falta de algo mais interessante, eu não me incomodo de deixar rolando na TV enquanto faço outra coisa, só para exercitar meu inglês. Os diálogos são aceitáveis.
Está passando novamente no canal Warner. Outra coisa estúpida do roteiro é o resgate de Waller. Ora, se eles podiam levar helicópteros de transporte de tropas ao topo do prédio onde ela estava, por que o esquadrão foi buscá-la a pé? Por que o esquadrão foi necessário? Eu sei que o helicóptero do Esquadrão foi derrubado, mas pelo menos dois helicópteros chegaram até o topo do prédio e eles estavam tão certos da capacidade de chegar até lá que Waller disse que ia mandar um terceiro para buscá-los. O que também foi estúpido. Waller não é o tipo de pessoa que teria medo de dividir um helicóptero com os criminosos. Principalmente um espaçoso como aqueles. Então a única razão para deixar o esquadrão lá foi atender a uma idiotice do roteiro.
Mas continuo gostando de ficar ouvindo os diálogos.
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Já havia visto o filme tem uns dois anos e gostei da história.
Liguei o deixa pra lá também! Já que estou vendo ….