Ontem eu precisei transformar um chip micro SIM em nano SIM e ao usar uma ferramenta própria para isso o resultado foi esse:
Foto tirada com um Samsung Galaxy A11 no modo macro
O problema não foi necessariamente culpa da ferramenta. Esse SIM foi comprado antes mesmo de existir o formato micro SIM e talvez o chip não tivesse cola no fundo dele porque o fabricante não achou necessário. Mas enquanto eu examinava o cartão desmontado e comparei com um modelo de corte manual me ocorreu que a ferramenta não sabe como o cartão foi cortado antes; e se você fez esse corte no limite da tolerância para fazer contato, a ferramenta poderia complicar ainda mais. Você está sujeito a exatamente o mesmo problema se cortar simplesmente seguindo o modelo de corte manual cegamente.
Não, eu não vou explicar com fazer esse corte. Tem gente que explica melhor do que eu. O vídeo a seguir ensina o que está em jogo e você vai entender quais contatos do chip são importantes e até onde você pode cortar. Com a ajuda do que foi explicado eu consegui fazer a conversão de outro SIM com uma tesoura mesmo.
Clique para comentar
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
Nota: fotos tiradas no modo macro do Samsung Galaxy A11. No tamanho original dá para ler todos os CIs;
O circuito é divido em duas placas de dupla face.
Estas são as duas faces da placa inferior:
Aqui temos:
chip leitor de tarja magnética VIKINTEK BS300E;
um slot de cartão SIM.
Aqui temos:
leitor de tarja magnética;
buzzer;
bateria CR2032;
microcontrolador ATMEL/Microchip AT83C26
E estas são as duas faces da superior:
Note que embora o display tenha Test Points facilmente acessíveis, o mesmo não ocorre com o teclado. Com um multímetro eu constatei que dos 17 botões, 16 são ligados numa matriz de 4×4. O único botão que fica de fora é o verde (ENTRA) e que não parece ser excepcionalmente difícil soldar 10 fios do lado dos contatos dos botões. Na imagem abaixo os pontos azuis indicam os pontos sugeridos para soldar os quatro fios correspondentes às linhas e os pontos vermelhos, as colunas da matriz:
Mas não há garantia que dê certo sem remover os componentes do outro lado da placa que possam interferir. Para referência, os botões são ligados da seguinte forma:
Microcontrolador BGA “seguro” IC0400C. O acesso aos terminais do teclado deve estar debaixo dele mas não creio que eu tenha a a habilidade para fazer essa solda.
Um chip de flash BGA spansion AL015J70BF102 – Provavelmente do tipo “seguro” também;
Um chip de RAM BGA desconhecido com as inscrições 037 55LF EM680FU16A 0190040;
Os dois equipamentos são muito parecidos por fora. Os dois são conhecidos popularmente como “a maquininha de cartão”, mas o POS não tem conexão com a rede do estabelecimento comercial e imprime recibo. O operador do caixa (ou o entregador) precisa digitar o valor da compra e guardar o recibo da operação, que o depto financeiro precisa conferir na hora de fechar o caixa. O pinpad não tem impressora própria, é conectado ao computador do caixa e recebe do sistema comercial o valor a pagar e depois responde com o código da autorização (tem um nome particular do qual não lembro agora) que é armazenado automaticamente no banco de dados e facilita a conferência pelo financeiro. O POS é prático, portátil e qualquer um pode usar, sem precisar de um sistema comercial compatível. Pinpads são geralmente adotados por operações comerciais maiores, onde já existe um sistema comercial e a transferência automática dos dados evita erros e deve dar uma economia enorme em horas de trabalho no final do mês. Eu tenho um cliente com um supermercado “pequeno”, com 15 caixas, mas quando eu olho o movimento imagino o trabalho que seria a conferência de recibos para fazer o fechamento dos caixas no final do dia.
Voltando a assunto do post, somente do pinpad Gertec PPC900 eu tenho acesso a pelo menos 24 unidades bloqueadas, o que impede o meu cliente de reutilizá-las. A maioria é serial RS232, mas tem algumas USB.
Com a desculpa de garantir a segurança, se você abrir um equipamento desses ele é imediatamente bloqueado, mas o que aconteceu com essas unidades é ainda pior: se você não usar por mais de x meses, são bloqueados automaticamente, cortesia da Gertec. E aparentemente o desbloqueio custa cerca de R$380, por unidade! Ainda bem que esses aparentemente foram fornecidos “de graça” pela Cielo, mas uma pesquisa no Google me mostrou que isso também acontece com pinpads Gertec adquiridos no varejo.
E são bloqueados mesmo. Não é que você não possa mais fazer uma operação com cartão: você não pode usar o aparelho para nada. Nem mesmo como um teclado/display. Exibe uma mensagem “EQUIPAMENTO BLOQUEADO”. Eu entendo que você não possa mais ler cartões, mas por que bloquear o resto da funcionalidade? Por que não fazer o fallback para um modo limitado de operação e evitar a criação de lixo eletrônico? Com um pinpad novo da mesma empresa custando R$646 quantas pessoas vão pagar R$380 (mais da metade) pelo desbloqueio de um velho? Há um motivo justo para isso ou é só falta de concorrência mais ganância? É ainda pior que isso: aparentemente, se o pinpad foi fornecido pela Cielo, após o desbloqueio só funcionará com a Cielo como intermediária. Até onde sei o pinpad novo não tem essa limitação. E pela diferença que eu vi entre as taxas praticadas pela Cielo e, digamos, a Stone, é preciso um motivo muito bom (ou ignorar as opções) para usar a Cielo.
Como estava bloqueado mesmo eu abri um deles para ver o que podia ser aproveitado (fotos aqui) e não encontrei nada. O teclado não fica em uma placa separada e o display tem um código que eu não pude encontrar com a ajuda do Google. É realmente uma pena ver isso ser vendido por quilo para um comerciante de sucata.
E esses são os pinpads. O cliente tem outra caixa com dezenas de unidades de POS que eu mesmo embalei, mas se perdeu na mudança da loja e ainda estou tentando achar onde foi guardada. Desses pelo menos a bateria de li-ion e as fontes se aproveitam.
Eu tinha a idéia de que Lucifer era algo parecido com Sobrenatural e não estava com humor para investir meu tempo nesse tipo de coisa (Não me entenda mal: eu gosto muito de Sobrenatural). Eu só comecei a assistir recentemente porque não havia nada de mais interessante na TV por assinatura então deixei rolando enquanto fazia outra coisa. Apesar de flertar com temas sérios a ênfase de Lucifer é na comédia. Gostei do que ouvi.
O danado é que só assim, ouvindo, para realmente apreciar a série. Quando eu comecei a dar minha total atenção aos episódios, os erros flagrantes de direção e enredo começaram a ficar evidentes. O problema é que os episódios seguem a vida da detetive de homicídios Chloe Decker, mas cada um deles é só uma desculpa para explorar a vida da “família mais disfuncional do universo” (Deus, Lucifer, etc). Em cada episódio vítimas, vilões e motivos são escolhidos cuidadosamente para chamar a atenção para os conflitos entre os personagens. É tudo tão “descartável” que os buracos no roteiro são evidentes.
São muitas as situações absurdas e isso já descontando toda a fantasia. Uma das mais espetaculares ocorreu no apartamento de Candy em S03:E06. Foi doloroso continuar assistindo a cena e acho que nem no Brasil a Polícia é tão “banana”. Por outro lado um dos melhores episódios é S02:E14 e eu me senti na obrigação de assistir de novo para apreciar todo o desempenho de Candy. E não, não estou falando apenas dos dotes físicos dela
Eu assisto basicamente pela comédia, as “metáforas”, os personagens e atores. Mazekeen poderia ser melhor, mas escalar “Cylon Six” como “mom” foi muito bom. O relacionamento de Lúcifer com a detetive é possivelmente mais engraçado que o de Castle (faz tempo que não assisto). O fato de que ele sempre diz a verdade para ela, que se sente na obrigação de achar que ele está mentindo ou falando por metáforas é muito engraçado.
Como você eu ligo o modo “ignorar” e sigo me divertindo. Já estou na segunda volta da série. Gosto muito principalmente que as piadas não são políticas, são sempre sobre o relacionamento humano, e divino.
Alerta de Spoiler nesta 5ª temporada, Deus vai dar o ar da graça. Pena que a Netflix empurrou a segunda metade para 2021.
Essa realmente é a melhor serie de comédia que já assisti.
Eu sei que é altamente improvável que uma app “respeitável” esteja acompanhando minhas conversas no whastapp, mas bastou um amigo meu mencionar o c6bank em uma conversa que minutos depois eu abri a app nuBank e apareceu uma mensagem dizendo que meu limite de crédito tinha sido aumentado. Algo que nunca aconteceu desde que recebi o cartão, em julho de 2018. E a última vez que abri a app foi ontem, para me cadastrar no Pix.
Tenha em mente que Pix não tem nada a ver com crédito.
Relaxa. Nunca mencionei o c6bank em nenhuma de minhas conversas e meu limite também foi aumentado. Provavelmente alguém lá rodou a aplicação de recalcular o limite de crédito dos clientes.
Engraçado que na semana que eu me cadastrei no banco Inter, o Banco do Brasil me oferece sair do pacote de tarifas em que estava, pois “meu perfil não precisava daquele pacote”. Ou seja, estamos sendo monitorados.
Eu estava lendo um artigo de 2014 no hackaday sobre um cara que descobriu como emular a identificação da fonte com um microcontrolador e encontrei um comentário de 2019 apontando para isto na aliexpress.
Parece um adaptador comum, mas dentro existe um circuito eletrônico que simula a fonte Dell. Aparentemente a fonte de 90W, que até onde sei funciona sem problemas também nos notebooks de 65W.
Se você procurar com cuidado também acha o adaptador que serve para as fontes novas da Dell com plug mais fino. O anúncio sugere que a HP começou com essa fuleiragem também.
Eu acho mais confiável usar esse adaptador e uma fonte original usada de outro notebook (tenho uma caixa cheia aqui) do que arriscar comprar uma fonte falsificada Dell.
Comprei o adaptador, já recebi e testei. Realmente funciona e emula uma fonte original de 90W. Você só precisa tomar cuidado com o fato de que sua fonte precisa ter uma saída com plug “P4” com diâmetro interno de 2.1mm. Esse é um plug muito comum, fácil de adquirir e que pode ser aproveitado de uma fonte velha mas que é difícil de distinguir visualmente do modelo cujo diâmetro interno é de 2.5mm. Este último plug encaixa mas pode dar mau contato durante a operação ou nem funcionar. Dos cinco adaptadores que comprei dois não funcionaram e achei que estavam com defeito até eu perceber que estava usando o plug errado.
Se você tiver um modem ADSL Siemens Speedstream 4200 pode usá-lo para diferenciar os plugs. Nele só encaixam os de 2.5mm. Se não me engano o mesmo ocorre com o D-LINK DSL-500B.
Aviso: tome cuidado ao usar uma fonte de menos de 90W com o adaptador em um notebook Dell que espera uma fonte de 90W. O adaptador vai enganar o notebook dizendo que a fonte é de 90W e não sei que resultado isso pode ter, mas entre outras coisas pode queimar a fonte.
Pix é um sistema de pagamentos instantâneos implementado pelo Banco Central que vai estar disponível em novembro e todas as instituições financeiras com mas de 500 mil clientes vão ter que oferecer. Com ele você você vai poder fazer pagamentos ou mandar dinheiro para pessoas físicas e jurídicas e só precisa saber o CPF/CNPJ, telefone ou e-mail. Isso mesmo: se seu telefone estiver cadastrado como uma “chave pix”, qualquer pessoa pode mandar dinheiro para você apenas sabendo o seu telefone. Não existem taxas para quem manda o dinheiro e a expectativa é de que a taxa para quem recebe seja inferior às taxas cobradas para operações de débito hoje. E o dinheiro cai na conta do recebedor em até 10s.
Segundos, não semanas :D.
Você pode cadastrar até cinco chaves pix em cada instituição financeira. Essas chaves podem ser das categorias telefone, CPF e e-mail ou chaves personalizadas por você. Se você cadastrar um telefone o sistema manda um SMS com o código para checar se você possui mesmo o número. Eu suponho que se eu cadastrar um e-mail seja a mesma coisa. Essas três categorias principais já devem ter sido criadas por facilitar a criação de chaves únicas.
Você não pode ter a mesma chave pix em mais de uma instituição, porque a chave funciona como “endereço de destino” para o dinheiro. Assim se você cadastrar o CPF em um banco, vai receber o dinheiro por esse banco. Foi por isso que o Nubank ficou me incentivando a cadastrar minhas chaves Pix. Agora que eu cadastrei meu CPF e telefone no Nubank, vai ser vetado o cadastro no Bradesco. Esperto, mas não é um real problema para o usuário, porque segundo o FAQ você pode depois “migrar” chaves.
Também vai ser possível gerar chaves aleatórias. Uma para cada transação.
Achei muito interessante primeiramente por uma questão de privacidade, porque eu posso criar um e-mail só para receber pagamentos e divulgar esse e-mail sem, teoricamente, divulgar outros dados a meu respeito. Resta saber se na hora que a pessoa que vai transferir para mim digitar esse e-mail se o sistema vai pedir uma confirmação exibindo meus dados… Eu acho praticamente certo que o sistema precisa de alguma confirmação, porque telefone e e-mail não tem checksum, por isso seria muito fácil mandar o pagamento para a pessoa errada.
Quem não deve estar gostando nada disso é a Cielo e outras operadoras de “maquininhas”. As operações de crédito não vão ser afetadas, mas o Pix deve roubar uma grande parcela das operações de débito. Eu suponho que até a Visa vai perder no Visa Eletron. O Pix acaba com os intermediários e só quem vai cobrar taxas de você agora é o banco.
oops… ainda há espaço para as maquininhas como “provedor de serviço de pagamento”. Da minha conta Nubank, por exemplo, eu vou poder fazer uma transferência Pix sem precisar de intermediários, mas ainda vão existir os casos em que isso não vai ser possível ou prático e aí os intermediários entram.
Segundo este artigo (item 14) não há conferência dos dados e você precisa ter certeza de que a chave digitada é mesmo da pessoa que vai receber.
Por um lado eu aprovo a total privacidade que isso confere. De posse apenas de uma chave você não vai obter nenhuma outra informação sobre o recebedor.
Por outro lado, vai ser um prato cheio para fraudes. Por exemplo, você pode até gerar um QRCode para evitar que seu cliente digite errado sua chave, mas vai ter que ficar atento contra tentativas de substituir seu QrCode. E seu cliente vai ter que estar atento a essa possibilidade também.
Sem contar que muita gente vai ter dor de cabeça para recuperar dinheiro transferido meramente por engano.
Contrariando o artigo, a app do Nubank informa que ao usar uma chave a pessoa verá o nome completo, parte do CPF e o nome da instituição financeira. Isso resolve o problema de segurança, mas incomoda na questão da privacidade. Eu reconheço que segurança é muito mais importante nesse caso.
Eu acho que o novo imposto pode estar de olho no pix, mas não creio que o pix tenha sido criado pensando no imposto..
Se o novo imposto for igual ao antigo, no sentido de taxar todas as operações financeiras (e não os “pagamentos eletrônicos”, como o governo tenta maquiar o bicho) a existência do pix só vai aumentar a receita nos casos em que a transferência de fundos não seria realizada por meio eletrônico se o pix não existisse. Eu prevejo que mais gente vai passar a usar meios eletrônicos por causa do pix, mas será que esse incremento é significativo diante do colossal volume de dinheiro que já é movimentado eletronicamente hoje?
Por outro lado, como esse tipo de imposto serve como meio da máquina arrecadadora do governo burlar o sigilo bancário (pelo valor arrecadado ele sabe exatamente quanto foi movimentado), ele pode fazer mais gente preferir usar dinheiro “em espécie”.
Eu sou o que prefere usar o dinheiro “em espécie”. Isso inclusive as vezes me concede umas situações engraçadas e boas pra mim. Não foi uma nem duas vezes que ao entrar em uma loja e comprar um produto, na hora de pagar vem a pergunta de praxe: Débito ou crédito?
Eu já devolvo na lata, dinheiro e já emendo a pregunta: Tem descontinho pra pagamento em dinheiro? As vezes sai um desconto.
Por outro lado o mercado tem um hábito estranho, pelo fato de pagar muita coisa no dinheiro e raramente fazer parcelamentos ou crediário, isso as vezes rende umas situações inusitadas com o fato de ter um crediário… recusado! Imagino que porque eles vão consultar meu cpf e não acha nada!
Eu nunca passei por isso porque não faço o tal crediário há décadas. Quando eu não pago à vista em dinheiro (é assim que prefiro também), pago com meu cartão de crédito que tem um limite alto, herança de quando eu tinha um emprego formal bem remunerado. Eu deveria passar por isso na hora de obter outros cartões de crédito, mas parece que essas instituições “adivinham” que você tem crédito com os concorrentes.
O tal do cadastro positivo promete mudar isso, mas não conto com isso.
Bem pensado. Mas é bom ter em mente que nem todo provedor de email suporta “plus addressing”. Por exemplo, a MS só começou a dar suporte a isso nas contas do Office 365 este ano.
O problema da privacidade existe. De posse de um número de telefone você pode saber o nome completo e parte do CPF do titular da linha, se este tiver cadastrado seu número no pix. E você não precisa gastar um centavo para obter essas informações, porque são exibidas antes de você confirmar a transferência.
Chaves aleatórias aparentemente ainda não funcionam. Pelo menos no Bradesco eu só tenho a opção de transferir para celular, email ou CPF.
Eu gostei do fato de que com o Pix eu tenho liberdade para transferir dinheiro entre minhas contas sem nenhum custo. Fica mais conveniente ter contas gratuitas em bancos virtuais como o Nubank e o C6.
Clique para comentar
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
Mas ontem eu finalmente liguei. Os pontos negativos:
A ligação durou 12 minutos. Cinco minutos driblando o atendimento virtual e mais sete para convencer a humana a abrir o chamado;
Eu tive que seguir a sugestão de Gustavo Sarmento e fingir que estava fazendo o que era pedido para não me estressar. Eu já havia determinado que o defeito era na rua, mas não adianta dizer isso a eles.
Mas aberto o chamado tudo foi surpreendentemente positivo (algumas coisas até durante a abertura):
Eu recebi o número do protocolo de atendimento por SMS durante o chamado. Não tive que anotar nada;
Ninguém fez objeção por eu estar ligando de um celular desconhecido e de outra operadora e até me foi pedido para cadastrar o número como contato adicional do fixo;
Ninguém fez objeção por eu não ser o titular da linha;
O atendimento já foi marcado para o dia seguinte e eu podia escolher entre manhã ou tarde;
Ao terminar a abertura eu recebi um contato pelo whatsapp do sistema automatizado pedindo para que confirmasse a abertura, me ofereceu um link para reagendar ou desmarcar sem precisar encarar o atendimento telefônico de novo e avisando que no futuro eu poderia solicitar suporte pelo whatsapp mesmo;
No dia seguinte recebi uma mensagem pelo whatsapp informando que o técnico já estava a caminho, com um link para uma página que quando atualizada me informava o status do andamento do serviço;
Após o conserto recebi uma ligação no fixo perguntando se estava satisfeito e depois uma mensagem no whatsapp pedindo para avaliar.
Eu moro no interior do interior. Em 2012 eu era cliente da Oi Velox, era monopólio aqui na cidade. Fazia jus a aquela reputação de pior empresa de telefonia do Brasil: Internet péssima, caindo toda semana, faturas alterando mensalmente (inclusão de “pacotes” que eu jamais pedi), suporte impossível. Depois veio a GVT e eles tomaram um carrinho da cidade inteira.
Em 2019 a Oi cabeou com fibra ótica de cabo a rabo a cidade, até naqueles bairros cuja última rua fica no mato. Me convenceram a assinar. Pedi via online, confirmaram via Whatsapp, o instalador veio aqui pontualmente (ele inclusive entendia da coisa, veja só!). Depois me consultaram via whatsapp se eu aprovei o serviço todo. A internet é impecável, até hoje zero quedas, velocidade sempre superior ao contrato, nem um centavo a menos na fatura. Não sei o que aconteceu, mas parece que a diretoria foi abduzida e trocaram o modo de fazer as coisas na empresa. Chega a ser até estranho falar bem da Oi, dado um histórico de décadas de descaso e mediocridade. E eu espero sinceramente que continuem prestando esse serviço nesse nível de qualidade aqui na cidade, porque a Vivo virou a Oi de dez anos atrás.
Chega a ser até estranho falar bem da Oi, dado um histórico de décadas de descaso e mediocridade.
O atendimento da OI ligou pedindo que eu desse uma nota de 0 a 9 ao atendimento. Dei 9. Essa nota não pediu confirmação.
Em seguida me perguntou qual era a possibilidade de eu recomendar a OI para um amigo ou parente. Dei zero. Essa nota o sistema pediu que eu confirmasse.
Vai ser preciso eu passar por uma série de experiências positivas antes de poder voltar a recomendar a OI.
Sou power user de internet pelo meu trabalho. Tenho Oi fibra, 400/200 Mbps em Belo Horizonte e está redondo a três meses. Ficou mais barato que a Net/Claro de 240 e, principalmente, acabou o traffic Shaping. Está bom de mais!
Bem-vindo de volta, Trabanom. Há oito anos você não comentava aqui.
Eu não me lembro de já ter tido algum problema com os produtos da OI. Ela sempre entregou o que havia sido ofertado. O problema da OI para mim sempre esteve concentrado na assistência ao cliente. Você está feliz com o serviço até ele parar de funcionar ou, muito pior, passar a funcionar erraticamente.
1. graças a Deus, estou vivo, passando longe do virus chines
2. ultima participação foi em abril
3. não abandonei o blog, na realidade abandonei meu note em lugar do note do trabalho, e fiquem em home office até julho.
4. espero ter tempo para participar ativamente como antes; já li 4 páginas pra me atualizar.
Estive lendo seu blog todos os dias, só não tinha tempo de responder algo. Agora na pandemia, meu serviço subiu mais ainda, sou técnico de redes de computadores autônomo. Esses dias, parei para tirar uma folga ou iria a exaustão. As pessoas estão descobrindo que comprar roteador de R$ 50 não funciona para atender 2 adolescentes com aula online e mais dois adultos em home office.
Tenho recomendado a Oi e a Vivo como provedores de conexão a internet pelo fato de estarem bem avançados na região com a fibra óptica. Aqui em Belo Horizonte, os técnicos das duas operadoras agora tem deixado o número do telefone celular, seu e do supervisor imediato, para suporte por 2 meses. Vi isso em primeiro lugar na Oi e depois na Vivo. Isso também me surpreendeu. Aconteceu aqui de eu ter problema e ligar diretamente para o técnico que instalou e em menos de uma hora o problema estava resolvido.
Já da Claro, quando a Oi me ofereceu a fibra 400/200, eu liguei para saber se haveria algo que eles pudessem fazer para, pelo menos, igualar a oferta, mas escutei “o preço é esse, se não quiser cancela”. Bom cancelei na hora.
Até hoje a Claro me liga três ou quatro vezes ao dia querendo que eu volte. Já me ofereceram 500Mbps na fibra, nem sabia que a Claro tinha fibra em Belo Horizonte, grátis por 2 meses, mas depois o preço vai para as alturas, R$ 419,99. Pago R$ 149.99 por 400, vou pagar quase 3x por 100 mbps a mais?
Aqui em Belo Horizonte, os técnicos das duas operadoras agora tem deixado o número do telefone celular, seu e do supervisor imediato, para suporte por 2 meses.
Aqui eu vejo há anos o técnico deixar o seu próprio telefone (e apenas o dele). Como essa pratica começou com a OI eu sempre vi com muita desconfiança. Coisa de quem é capaz de sabotar a linha para ganhar um por fora pelo pronto atendimento.
No passado, quando ter e usar celular era caro, técnicos da OI eram capazes de abrir um armário e usar sua linha fixa para fazer ligações particulares para celulares. Sei disso porque aconteceu com um fixo aqui de casa. Minha confiança neles não aumentou desde então.
Legal! Infelizmente eu vivo na selva…perto da lapa, centro do Rio de Janeiro e só tem 5mb de velocidade máx. do velox p/ minha linha! Até agora eu não sei exatamente onde tem oi fibra!
No meu bairro o máximo é 2Mbps. Eu uso um provedor de bairro, amigo, que me oferece 25Mbps simétrico por R$40. Não é estável como normalmente é um serviço de uma operadora tradicional (você fica sem internet se faltar energia na casa dele, quando ele precisar fazer manutenção, etc, etc, etc) e de vez em quando eu tenho que resetar meu roteador por que algo mudou lá, mas ainda assim é muuuuito melhor que o serviço da OI aqui no meu bairro. E a Vivo não chegou aqui ainda.
Na verdade, dois links. Instalados pela Vivo recentemente nas empresas de dois de meus clientes. Eu só posso usar 100Mbps na rede cabeada (os 150Mbps estão disponíveis pelo Wifi do roteador da Vivo) porque os switches dos clientes não são gigabit, mas transferir arquivos entre empresas a uma velocidade sustentada de 11MiB/s já é fantástico. É quase como uma rede local com 11 quilômetros entre os nós.
Quase mesmo. Entre os dois links o ping varia de 3 (sim, três) a 38ms fora do horário de expediente.
Da minha casa para um deles varia de 30 a 34ms.
E com um custo de apenas R$150 mensais com plano de telefonia fixa com ligações ilimitadas para o Brasil inteiro incluso. Ô inveja…
Como o link da minha casa é de 25Mbps simétrico eu pelo menos posso transferir dados com esses clientes a 2.1MiB/s (testado). O que também é muito bom.
Clique para comentar
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
Esses equipamentos possuem uma bateria, todo mês é bom ligar ele na energia (USB), caso essa bateria descarregue, os equipamentos ficam bloqueados.