Encontrei na Netflix. Até agora só assisti a dois episódios mas estou gostando do enredo, dos valores de produção, dos atores e da direção. Com exceção de William, ainda não estou certo de que gosto dos personagens.
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Encontrei na Netflix. Até agora só assisti a dois episódios mas estou gostando do enredo, dos valores de produção, dos atores e da direção. Com exceção de William, ainda não estou certo de que gosto dos personagens.
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O problema apareceu repentinamente enquanto eu estava usando o computador ligado ao no-break. Eis o que diz o manual a respeito:
O primeiro problema que eu tive ao ler isto foi entender: como eu diferencio bip curto do bip “normal” (os bips que eu ouvia não eram o que eu chamaria de “longos”)? O que significa “desliga a entrada do no-break”? Quem escreveu esse manual precisa se colocar no lugar do usuário. Mas após ponderar sobre os dois você só chega a uma conclusão: em qualquer caso é defeito do no-break e deve ser levado para conserto. Porém, apesar do que diz o manual, pode ser a bateria. Se você já abriu um número suficiente de no-breaks para trocar a bateria já deve ter se deparado com a cena: em um dos terminais se formou uma crosta azul-esverdeada, que também ocorre com baterias automotivas, que em alguns casos já destruiu a capa plástica do terminal e nos casos mais severos já rompeu o fio e danificou o terminal da bateria. Foi isso o que aconteceu no meu no-break. A bateria original estava muito danificada para testar com ela mas com outra bateria o no-break parece operar normalmente. Meu melhor palpite é que a “engenharia” da APC (que comprou a Microsol e deve estar empregando os mesmos engenheiros) não sabe (ou não quer) detectar um mero mau contato na bateria. Eu entendo que o sensor pode mesmo detectar uma sobretensão caso o terminal seja desconectado porque a tensão de carga, que não deveria passar de 13.6V, é de 15.6V com a bateria desconectada (confira aos 2min44s deste vídeo). Mas o manual poderia dizer “verifique a conexão da bateria interna” antes de “encaminhe para a autorizada”.
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Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioPara agilizar a reinstalação do Windows para o cliente do qual falei no post anterior, eu tenho uma imagem Trueimage (poderia ser qualquer outro software, como o Macrium Reflect) das instalações para cada modelo de placa mãe usada na empresa. Com isso uma reinstalação que demoraria normalmente entre 40 minutos e uma hora, sujeita a erros (muitos detalhes de configuração do Windows específicos para esse cliente) e exigindo minha atenção durante uma boa parte desse processo, fica reduzida a apenas uns 10 minutos, durante os quais eu posso fazer outra coisa. E já fica tudo pronto. O único problema é a licença do Windows, que precisa ser a que está atrelada a cada máquina para evitar problemas com a ativação. Para contornar esse problema eu aproveito que em todas as máquinas eu já divido o HDD em duas partições para colocar na segunda, que eu não preciso apagar ao reinstalar, dois arquivos .bat: apagar_chave_windows.bat instalar chave windows.bat Em cada máquina este segundo .bat contém a sua chave correta de licença. Eu não sei se realmente eu preciso apagar a licença existente antes de instalar a correta, mas faço assim mesmo por precaução. Então após restaurar a imagem eu inicio o Windows com a máquina desconectada da rede, rodo apagar_chave_windows.bat e em seguida instalar chave windows.bat O correto mesmo é apagar a licença do Windows antes de criar a imagem, para evitar iniciar o Windows com a licença errada e a máquina acidentalmente conectada à rede. Eu faço isso, quando lembro. Até agora eu não tive problema com a ativação usando esse processo. Em teoria você pode acelerar a ativação rodando o seguinte comando: slmgr.vbs /ato Mas não funcionou comigo. A ativação sempre ocorre “quando quer”.
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioUm de meus clientes tem cerca de 17 computadores em um ambiente agressivo que me obriga a reinstalar o Windows com certa regularidade e um dos momentos mais chatos é ter que digitar as licenças. Como se não bastasse a licença ser enorme e difícil de lembrar, com tantas fontes que poderia ter escolhido a MS usou justamente uma onde é difícil distinguir entre os caracteres “B”, “8” e “3”. Eu consegui reduzir bastante meus episódios de frustração usando um leitor de código de barras comum USB do tipo HID (emula um teclado) e codificando as licenças do cliente no formato Code-128.
O código vai aparecer à direita. Clique em download para salvar como um arquivo GIF.
No Windows o arquivo GIF abre por padrão no Internet Explorer e se você tentar imprimir sem fazer nenhum ajuste o leitor não vai reconhecer o código, porque um pedaço dele vai se perder na impressão. Para imprimir corretamente vá na configuração de impressão do IE e coloque uns 15mm de margem esquerda. O código é enorme, ocupando quase toda a largura de uma folha de papel A4, mas com um editor de imagens você pode colocar pelo menos 10 códigos em uma página se não quiser sacrificar a altura deles (são impressos com 2cm). Reduzindo a altura pela metade você não deve ter nenhum problema para ler e cabem mais licenças numa única folha de papel. Notas
Uma impressão menor seria mais elegante, mas para não dificultar desnecessariamente a leitura eu imagino que teria que usar algo como um QR Code. E infelizmente não conheço uma solução prática de leitor de QR Code com saída emulando um teclado. 2 comentários
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioProblemas desenvolvidos pelo A5 (2016) que me levaram a trocar de aparelho
Avanços:
Retrocessos:
Notas:
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Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioMe deparei com esse caso bizarro 30 dias atrás. O cliente tem 11 licenças do Office 2013 FPP (licença eterna) compradas na Kabum (São Paulo) que eu gerencio desde a aquisição. Nunca foram instaladas em outro lugar que não fosse a empresa, em desktops que nunca foram movidos e sempre no mesmo endereço. Ainda assim quando precisei trocar dois computadores ambos passaram a se recusar a ativar acusando esse erro. Não permitia sequer a ativação por telefone. A explicação oficial é inútil e o que pareceu mais promissor foi a resposta para esta questão, que pelo menos indicou que até mesmo se eu estivesse tentando ativar em outro país isso ainda seria possível. Mas ainda assim eu resolvi esperar, porque na minha cabeça isso só podia ser doideira nos servidores da MS e eu não queria passar pelo aborrecimento de ligar para eles pois na minha experiência ligar para qualquer suporte é quase sempre desagradável. Alguns dias depois o problema persistia mas 30 dias depois, quando finalmente o modo trial expirou e o cliente ligou para mim, fiz nova tentativa e a ativação pela internet aconteceu normalmente. Então, se você se deparar com essa mensagem e tiver motivos para acreditar que não faz nenhum sentido, tente de novo outro dia. 1 comentário
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![]() Fonte: manual samsung Porque o que vem com ela é uma bomba. E a situação fica especialmente complicada se quem for usar a TV for uma pessoa idosa. Um cliente que tem mais de 80 comprou um modelo desses e já me pediu ajuda duas vezes porque não consegue fazer nem a mais simples das operações com o controle. Ele tem uma grande dificuldade para fixar que aquele círculo é um controle direcional e para navegar pelo menu “home”, porque entre outras coisas falta deixar mais claro qual item está selecionado (o item deveria “pulsar” ou algo assim) Eu, que me considero razoavelmente inteligente, levei minutos para descobrir como se mudava o canal e o volume, porque eu insistia em apertar os respectivos botões. Na verdade esses botões são “joysticks” (na falta de um nome melhor) e apertando você só encontra uma função. Para encontrar as outras você tem que empurrar os botão para cima e para baixo. Eu tentei usar os comandos de voz, mas acho que é preciso ler o manual antes, porque apesar da TV entender metade do que eu pedi (e isso até me surpreendeu) requer muita tentativa e erro para acertar o que pedir. O cliente havia perdido o manual ou não o recebeu. Mas apesar disso não estar escrito no manual em PDF no site da Samsung, a TV é compatível com a maioria das funções de um controle remoto infravermelho de TV Samsung. Foi muito, mas muito mais fácil mesmo explicar ao cliente como operar a TV com um remoto que tem os botões SOURCE, TV, MUTE, CH+, CH-, VOL+, VOL-, CH LIST, GUIDE, 0-9 e um direcional marcado com setas! O botão MENU substitui o botão HOME do original então praticamente só fica faltando o microfone. Mas para não dizer que só critico, parabéns à Samsung por ter o bom senso de além de manter a compatibilidade suportar uma grande quantidade de funções do remoto padrão em vez de se limitar apenas ao básico. ![]() O controle original da LN40C530 (10 anos) funciona quase totalmente com a QN50Q60TAG.
Outras queixas:
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Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioPorque o problema pode ser a bateria, ainda que você já tenha colocado uma nova. E você pode ter esse mesmo problema com outros aparelhos que usem bateria CR2032. Eu esbarrei nesse problema com duas balanças que eu havia sucateado para usar depois em um projeto com Arduino. Depois de meses guardadas eu testei por acaso com uma bateria que tinha 2.9V (a CR2032 nova tem até 3.3V) e uma balança ligou, mas acusou “Lo” (bateria baixa) em seguida, o que já era esperado. Coloquei então uma bateria com 3V. Nem acendeu. Coloquei de novo a de 2.9V. Acendeu e acusou “lo”. Testei com várias outras baterias. Nada. Só funcionava com aquela de 2.9V. Aí fui buscar no carro uma cartela de baterias novas e testei com duas. Nada. Conferi a tensão: 3.3V. Coloquei de novo a bateria com 2.9V e a balança tornou a ligar acusando “lo”. Como é que pode a balança ligar com uma bateria velha com 2.9V mas ignorar as baterias novas com 3.3V? A qualidade das baterias. Eu fiz um teste rápido aqui e o multímetro acusou um pico de corrente de 35mA ao ligar a balança, apesar de estabilizar em 7mA em seguida. Provavelmente essas baterias vagabundas não conseguem suprir essa corrente inicial. Numa placa mãe de computador esse surto inicial de corrente não existe e por isso você não nota o problema ao usá-las para esse fim. Mas para a sua balança você vai ter que procurar uma bateria realmente decente. Improvisei uma fonte de 3V com uma fonte de 3.6V e um diodo e testei as duas balanças. Ambas funcionando.
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Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioDãaa… Eu não sei quando isso mudou, mas da última vez que precisei, há pelo menos dois anos (talvez mais) a única solução era configurar um cliente de email IMAP como o Thunderbird para baixar todos os seus emails e depois exportar apenas a pasta que você queria. Mas hoje eu pesquisei como fazer a mesma coisa e descobri que o Google Takeout permite que você selecione um marcador específico do gmail para baixar, que é baixado no formato .mbox zipado. Com isso eu pude baixar de uma vez todos os 203 backups automáticos que eu tinha dos meus blogs e isso me permitiu reduzir em 2GB o espaço ocupado na minha conta Google. Por alto:
O resto é auto-explicativo Novamente, dãaaa… Em seguida eu instalei a versão 68 do Thunderbird portable, a extensão importExportTools NG para importar o arquivo .mbox e a extensão AttachmentExtractor Continued para extrair de uma vez todos os anexos e assim poder apagar o arquivo .mbox, o Thunderbird e a pasta no gmail (após conferir que pelo menos alguns anexos realmente abriam). Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentário
Eu comprei esse kit por R$52 na Aliexpress com frete incluso. Por causa da variação do dólar está mais caro agora, mas ainda assim uma pechincha se comparado com o preço do Maxxi Gold. Esse modelo opera por RF e não IR.
Não existem componentes do outro lado da placa. Não veio com manual. Os três primeiros botões são o óbvio: subir, descer e parar. O quarto botão provavelmente serve para parear um novo controle. O terminal marcado como “Aiddle” deve ser ligado ao “comum” da tela. Ele é conectado internamente ao terminal “220v” esquerdo e o terminal direito é chaveado pelos relés para os terminais “Rise” e “Drop”. O componente marcado BLX-A é um porta fusíveis de 30mm. Os três CIs são uma eeprom AT24C02, o microcontrolador (sem identificação) e um receptor RF SYN470R. Note que como a fonte é sem transformador, esse dispositivo não vai funcionar em 110V. Eu não liguei a uma tela ainda, mas testei na bancada e não vejo razão para que não funcione bem. Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentário |
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Eu assisti isso no mês passado. Nota 3/5.
Você tem razão. Dou uma nota semelhante.
A direção/enredo na cena do suicídio coletivo de S01E03 falhou miseravelmente.
Em S01E08, Niko não ter aproveitado para ajudar Cas a neutralizar Sasha e ao invés disso deixá-lo “preso” justamente onde ele tinha controle da nave foi inacreditável.
Em S01E09, o modo como a Salvare foi salva, do re-estabelecimento de contato com William para diante, foi um absurdo só.
Em S01E10 com a solução para o problema de Javier a série entra no campo da fantasia disfarçada de ficção científica.
Os comentários, e os 2 trailers, me deixaram com uma vontade enorme de não assistir
Depois de tudo por que passaram em S03E03, o comportamento deles em S03E05 é de uma estupidez assombrosa. Pontos especiais para Bernie, cuja irresponsabilidade contribuiu para a catástrofe em S01E08. Essa gente definitivamente não parece ter nenhum treinamento. Parecem um monte de civis que foram escolhidos em sorteio de acordo com suas especialidades e jogados dentro da nave.
E após a tripulação encontrar um planeta habitável e deserto se comporta como se fosse Star Trek, onde esse tipo de ocorrência é corriqueira. Nada do assombro e euforia que esse tipo de coisa deveria provocar.
Eu já assisti… mas vou deixar você “sentir na pele”…
Já que você está com Netflix, assista a “3%”…