Problemas desenvolvidos pelo A5 (2016) que me levaram a trocar de aparelho
O GPS, que funcionava até com o telefone debaixo do banco do carro, passou a funcionar “quando queria”. E na maior parte do tempo não queria. Eu tinha que me certificar de decorar a rota antes de começar a viagem e estava “vendo a hora” disso me gerar um grande transtorno;
Mesmo colocando todos os dados que podia em um cartão externo, eu estava no limite dos 16GB da memória interna e tendo que apagar apps menos usadas para liberar espaço. O maior vilão é o whatsapp, que não permite colocar a mídia no cartão externo e vai crescendo até ocupar todo o espaço disponível;
Provável mau contato ou solda fria no leitor de cartão microSD faz meu cartão desaparecer periodicamente. Em conjunto com a limitação de espaço interno isso me criava transtornos periódicos porque eu perdia acesso a arquivos. Na maior parte do tempo, minhas músicas. E por conta disso eu passei a andar com um walkman;
Se eu ficasse com a perna suada com o telefone no bolso podia perder a capacidade de usar a touchscreen por um curto intervalo de tempo. O suficiente para não conseguir atender a ligações. Possivelmente causado por uma fratura do vidro que protege a tela;
Autonomia reduzida. Quando chegava aos 20% da bateria despencava rapidamente.
Avanços:
64GB de memória interna contra os 16GB do A5;
Aceita dois chips e o cartão de memória ao mesmo tempo, porém faz tempo que uso apenas um chip;
Cabe um pouco mais de texto na tela mesmo com o mesmo tamanho de fontes;
Bateria está durando até dois dias inteiros. Facilmente um dia mesmo com uso frequente, dados móveis e serviço de localização ligados permanentemente.
Retrocessos:
Automatic Call Recorder não funciona mais. Infelizmente parecem não existir opções no mercado porque isso é um problema das novas versões do Android. Até onde sei para recuperar essa funcionalidade é preciso acesso root;
Não tem bússola nem giroscópio. Essa foi uma grande mancada minha, pois se eu tivesse notado isso teria investido mais e comprado o A31;
Eu ainda não sei dizer onde está o problema, mas a “pegada” do aparelho é incômoda. Parece ter melhorado quando coloquei uma capa;
Leitor biométrico no fundo do aparelho é inconveniente;
Até eu comprar um ou mais cabos USB-C decentes (longos e flexíveis) e espalhar pela casa, mochila, carro e locais de trabalho, o conector USB-C vai contar como retrocesso. Entretanto os dois dias de duração da bateria minimizam o problema.
Notas:
A falta de um display Amoled deveria contar como retrocesso, mas até agora não consegui notar diferença.
ACR: Também fiquei frustrado com essa perda de funcionalidade nos Androids recentes. E nem sempre o root resolve: no meu Xiaomi, fiz root somente por causa disso e não consegui ativar. Não me lembro mais o que deu errado. Só sei que perdi algumas informações por teimar em não fazer backup antes de destravar o bootloader (ele formata o telefone após isso!)
Então se for por esse caminho, talvez valha a pena checar os passos antes pra ver se as chances são boas.
Ricardo eu tenho um Xiaomi e ele possui recurso de gravar chamadas nativo. Só ir nas configurações e pesquisar “gravação de chamadas” e ativar “gravar chamadas automaticamente”. O meu modelo é um Mi 9 SE com o a versão 12 do MIUI, porém esse recurso já existia em versões anteriores.
O meu (MI A1, Android One) tenho certeza que não tem. Minha namorada tem um Xiaomi com MIUI (não sei exatamente o modelo). A primeira vista, o dela também não tem esse recurso, já que não aparece nada relacionado no app do telefone. Vou ver se, por acaso, não está desativado.
Ricardo, tenho um RedMi Note 5 e nele também existe nativamente a gravação de chamadas. O meu está com a MIUI 11. Aqui basta clicar no botão telefone, na parte inferior logo abaixo do teclado de discagem tem o ícone do menu (três barras horizontais), no meu é a segunda opção do menu. A única coisa que me incomoda é que ele salva as gravações na memoria interna, eu gostaria de poder escolher gravar no cartão de memória.
Jeff, em janeiro saí do LG e finalmente peguei um Xiaomi, e o ACR realmente não rodou nele.
Na fraudemia precisei gravar vídeos pra igreja, aí instalei um gravador de voz que também grava ligações, sem precisar de root (que não fiz no xiaomi).
O nome do app é Parrot voice recorder; se eu tivesse seu whatsapp, mandava um apk direto.
Outro retrocesso do A11, que provavelmente é culpa da tela não ser AMOLED, é que o nível mínimo de iluminação do display ainda produz muita luz. Isso fica evidente quando estou lendo no escuro.
O consumo de bateria usando o Waze com a tela ligada chega a ser tão bom quanto oito minutos para cada % de bateria. Ou seja, ter a assistência do Waze por seis horas e meia (390 minutos) teoricamente me custaria apenas 50% da bateria.
Mais um possível retrocesso: O WiFi do A11 parece não ser capaz de operar a mais que 30Mbps. Embora para navegar na internet seja mais do que suficiente, eu não posso mais usar o telefone para testar a velocidade do WiFi. Eu descobri isso ontem ao testar a velocidade de um acesso Vivo fibra de 100Mbs. Se não fosse pelo telefone do cliente chegar aos 100Mbps eu ia acabar ligando para a Vivo para reclamar indevidamente.
Clique para comentar
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
Me deparei com esse caso bizarro 30 dias atrás. O cliente tem 11 licenças do Office 2013 FPP (licença eterna) compradas na Kabum (São Paulo) que eu gerencio desde a aquisição. Nunca foram instaladas em outro lugar que não fosse a empresa, em desktops que nunca foram movidos e sempre no mesmo endereço. Ainda assim quando precisei trocar dois computadores ambos passaram a se recusar a ativar acusando esse erro. Não permitia sequer a ativação por telefone. A explicação oficial é inútil e o que pareceu mais promissor foi a resposta para esta questão, que pelo menos indicou que até mesmo se eu estivesse tentando ativar em outro país isso ainda seria possível.
Mas ainda assim eu resolvi esperar, porque na minha cabeça isso só podia ser doideira nos servidores da MS e eu não queria passar pelo aborrecimento de ligar para eles pois na minha experiência ligar para qualquer suporte é quase sempre desagradável. Alguns dias depois o problema persistia mas 30 dias depois, quando finalmente o modo trial expirou e o cliente ligou para mim, fiz nova tentativa e a ativação pela internet aconteceu normalmente.
Então, se você se deparar com essa mensagem e tiver motivos para acreditar que não faz nenhum sentido, tente de novo outro dia.
Bom dia. Sim, eu também não gosto de ligar para suportes, mas a experiência que eu já tive com a MS (a uma empresa terceirizada que pagamos e que precisou usar MUITO o suporte deles recentemente) foi muito positiva: pessoal qualificado e que realmente se interessa em resolver seu problema, eles acompanham os chamados, retornam ligações, não se importam em atender fora do horário (para não comprometer o funcionamento de sistemas de empresas, etc. Claro que estou falando de situações plenamente legalizadas (o que é o caso aqui). Portanto eu lhe sugeriria que no futuro se precisar “desse uma chance” para o suporte MS…
Clique para comentar
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
Porque o que vem com ela é uma bomba. E a situação fica especialmente complicada se quem for usar a TV for uma pessoa idosa.
Um cliente que tem mais de 80 comprou um modelo desses e já me pediu ajuda duas vezes porque não consegue fazer nem a mais simples das operações com o controle. Ele tem uma grande dificuldade para fixar que aquele círculo é um controle direcional e para navegar pelo menu “home”, porque entre outras coisas falta deixar mais claro qual item está selecionado (o item deveria “pulsar” ou algo assim)
Eu, que me considero razoavelmente inteligente, levei minutos para descobrir como se mudava o canal e o volume, porque eu insistia em apertar os respectivos botões. Na verdade esses botões são “joysticks” (na falta de um nome melhor) e apertando você só encontra uma função. Para encontrar as outras você tem que empurrar os botão para cima e para baixo.
Eu tentei usar os comandos de voz, mas acho que é preciso ler o manual antes, porque apesar da TV entender metade do que eu pedi (e isso até me surpreendeu) requer muita tentativa e erro para acertar o que pedir. O cliente havia perdido o manual ou não o recebeu.
Mas apesar disso não estar escrito no manual em PDF no site da Samsung, a TV é compatível com a maioria das funções de um controle remoto infravermelho de TV Samsung. Foi muito, mas muito mais fácil mesmo explicar ao cliente como operar a TV com um remoto que tem os botões SOURCE, TV, MUTE, CH+, CH-, VOL+, VOL-, CH LIST, GUIDE, 0-9 e um direcional marcado com setas! O botão MENU substitui o botão HOME do original então praticamente só fica faltando o microfone.
Mas para não dizer que só critico, parabéns à Samsung por ter o bom senso de além de manter a compatibilidade suportar uma grande quantidade de funções do remoto padrão em vez de se limitar apenas ao básico.
O controle original da LN40C530 (10 anos) funciona quase totalmente com a QN50Q60TAG.
Outras queixas:
A TV chama no menu a TV aberta de “TV ao Vivo”. Eu sou capaz de entender que isso é só estupidez da Samsung e saber que não se trata de “ao vivo”, mas isso complica bastante e desnecessariamente na hora de explicar a uma pessoa idosa, principalmente quando está conectado um receptor de TV por assinatura. Qual a diferença entre a TV aberta e a por assinatura para especificamente a TV aberta ser classificada de “ao vivo”?
A TV não tem um único LED para indicar que está energizada.
Isso vem bem à calhar porque eu tenho uma TV Samsung que usa um controle desses (sem o microfone, mais antiga) e o “joystick” do volume está requerendo muita força pra responder (ainda não tentei abrir e limpar o contato). Eu estava pensando no custo que seria a compra de um outro controle igual, bom saber que existem alternativas mais genéricas.
O que que eu gosto nesse controle é ser minimalista, e o fato de operar via radio-freqüência, ou seja, você não precisa apontar para a TV, dá pra operar em qualquer posição.
Falando em controles-remotos, outro controle RF que eu experimentei e gostei o controle do (falecido) BoxeeBox, que na parte frontal era semelhante a um controle de Apple TV, mas no verso tinha um mini-teclado query, super conveniente para digitar o nome do filme num campo de pesquisa – e para isso é fundamental ser RF e não precisar ficar apontando enquanto tecla …
O que que eu gosto nesse controle é ser minimalista,
Eu sou do time adversário. Detesto controles minimalistas.
e o fato de operar via radio-freqüência, ou seja, você não precisa apontar para a TV, dá pra operar em qualquer posição.
Eu reconheço que essas duas características juntas (minimalista e por RF) tem algum atrativo para mim. Pois eu poderia ficar com o braço que está com o controle preguiçosamente jogado para trás da cabeça e ainda poder operar a TV. Mas ainda assim eu prefiro um controle entulhado de botões, mesmo que tenha que ser por IR. É uma pena que a Samsung pareça ter abandonado o recurso de controlar a TV por uma app no celular/tablet.
e para isso é fundamental ser RF e não precisar ficar apontando enquanto tecla
Como essas TVs costumam suportar o padrão USB HID, você pode ter parte dessa funcionalidade com um mini-teclado sem fio qualquer, daqueles que tem até touchpad ou até um air mouse. Infelizmente fica faltando um jeito de ativar o menu HOME, a não ser que a Samsung tenha sido bacana o bastante para associar HOME a uma tecla de função do teclado convencional. Isso é algo que pretendo testar da próxima vez que eu tiver acesso à QN50Q60TAG.
Lembrando que não precisa ser o controle remoto “original” da Samsung: a minha TV de perto de 10 anos tempos atrás estava falhando algumas teclas e a Samsung ia me enviar um novo por quase R$ 150,00! Minha esposa foi na eletrônica perto de casa e comprou um igualzinho (mas sem marca nenhuma) por menos de R$ 30,00! E ele está funcionando até hoje!
Aqui em Recife eu comprava antes da epidemia controles Samsung smart (os grandes como o da foto) “paralelos” por R$10 no varejo e R$4,50 a partir de seis unidades. Não sei como está agora porque a maioria dos chineses ficou com medo de abrir as portas mesmo depois da liberação do comércio.
E estão atendendo varejo? Ou só atacado? Da última vez que fui lá em várias que estavam abertas você não passava da porta se não fosse para comprar no mínimo seis unidades de cada peça. Principalmente na Galeria Sá da Rua direita, mas também em lojas da Rua do Nogueira.
Esse controle original é quase idêntico ao que tem aqui em casa de uma TV Samsung comprada há mais de 10 anos. Os botões são(ou ficaram) duros quase como pedras. Tem que apertar com muita força pra funcionar.
Fiquei espantado com a baixa qualidade, e desde então quero distância dessa marca.
O único problema que tive com os remotos Samsung foi com a da TV 3D de minha mãe, que não é nem tão velha assim mas 14 teclas já estão ilegíveis. Porém até a última vez que olhei, a qualidade da imagem das TVs Samsung (pelo menos as FullHD) até 40″ não tinha concorrência. Toda TV LG que examinei me fez torcer o nariz após alguns minutos e não boto fé nas outras marcas.
> a qualidade da imagem das TVs Samsung
> (pelo menos as FullHD) até 40″ não
> tinha concorrência.
(não lembro a tag para blockquote e o link “essas tags HTML” não abriu nada aqui; vai assim)
Concordo 100% em se tratando de LCD! Tenho bastante vontade de experimentar OLED, as demos que se vê em loja são impressionantes, mas ainda não tenho confiança na maturidade da tecnologia para suportar o período que eu quero que uma TV dure, algo entre 5 e 10 anos …
Minha única queixa (no caso, com uma Samsung 49K6500) é em relação ao software decoder dela para mídia local … O mesmo video rodando num pendrive espetado na USB ou num micro (VLC) via HDMI tem uma diferença enorme na qualidade de imagem, artefatos, etc. Eu achava que eu estava baixando umas versões com excesso de compressão, mas ao fazer a experiência de rodar pelo micro notei uma considerável diferença. Uma pena, já que nesse momento não tenho um media-player dedicado :/
Ok, não é a única queixa, tem mais uma: o SW dela é lento e “single-threaded”: quando ele resolve fazer alguma coisa a interface toda da TV “congela” por algum tempo. As LGs usam o WebOS (ex-Palm), que está anos-luz à frente em termos de tecnologia e recursos.
é justamente blockquote e /blockquote. Não funciona para você?
e o link “essas tags HTML” não abriu nada aqui
Mais um problema para diagnosticar quando eu tiver tempo…
Ok, não é a única queixa, tem mais uma: o SW dela é lento e “single-threaded”: quando ele resolve fazer alguma coisa a interface toda da TV “congela” por algum tempo. As LGs usam o WebOS (ex-Palm), que está anos-luz à frente em termos de tecnologia e recursos.
A Samsung melhorou muito desde os seus DivX players, mas desde essa época sempre levou uma surra da LG no quesito software. Excetuando seja lá que mágica a Samsung faz para ter uma imagem tão perceptivelmente superior, uma TV Samsung com o software da LG seria algo bem interessante. Mas como o mais difícil é a qualidade de imagem e do receptor de TV, eu compraria uma Samsung “burra” antes de comprar qualquer outra TV “smart”.
é justamente blockquote e /blockquote. Não funciona para você?
Funciona sim! Eu é que não lembrava (raramente escrevo HTML “na mão”) e como o link com a lista de tags não abriu, acabei sem saber o que usar.
Mais um problema para diagnosticar quando eu tiver tempo…
Dei uma espiada no markup da página montada e nesse link tem apenas um onclick=”return false;”, está faltando algo aí mesmo.
E falando na questão da qualidade de imagem, uma coisa que me incomoda é como a configuração “padrão” da maioria das TVs é ruim, elas sempre exageram num recurso de aumento de nitidez, e daí quando a cena mostrada tem grandes blocos de cor sólida (ex: gramado de um campo de futebol), tudo o que contrasta com essa cor sólida aparece com um contorno artificial por conta do excesso de processamento. Mas nada que um pouco de paciência nos ajustes não conserte.
Bem, cada um tem uma opinião. Mas vou dar a minha. Desde que tomei o hábito de “embrulhar” os controles em plástico filme (uso aquele mais grosso), sabe quantas vezes eu precisei desmontar um controle pra fazer limpeza de teclado? ZERO!
Tem gente que não gosta, acha “coisa de pobre”, por mim pode achar o que quiser, mas se pegar os meus controles e olhar, você fala que ele é novo!
O que detona os controles é a própria transpiração do usuário. O simples fato de segurar o controle você já o está emporcalhando. Quando eu ainda consertava TV, o que vinha de controle pra consertar (nessa época não tinha o chines pra vender controle genérico de 10 reais) era bastante comum pegar controles que parecia que tinha derramando silicone liquido dentro dele. ECA!
Eu acho que é coisa de pobre
Mesmo assim passei a fazer aqui em casa (eu uso uma capa industrializada) há pelo menos um ano para proteger os controles contra meu pai, que é alcoólatra. Ainda assim, uma das capas, da TV da cozinha, meu pai destruiu com uma faca meses atrás.
Eu também acho que é coisa de pobre, mas… funciona! Quanto a capinha industrializada, já experimentei algumas, mas nao gostei, acho que tira um pouco da ergonomia do controle, as que usei tinha bordas salientes costuradas, não gostei. Já o filme plastico o controle fica com a mesma ergonomia.
Quanto quanto a seu pai… sei o que é isso. Penei até os 38 anos com isso (já estou com 45). É duro. Só quem está dentro da situação pra entender.
Em novo teste na casa do cliente o botão MENU do remoto não abriu mais o menu HOME. Abriu as configurações (não sei se eu me enganei ou algo mudou lá). Para chegar ao menu HOME foi preciso usar o botão SOURCE.
Clique para comentar
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
Porque o problema pode ser a bateria, ainda que você já tenha colocado uma nova. E você pode ter esse mesmo problema com outros aparelhos que usem bateria CR2032.
Eu esbarrei nesse problema com duas balanças que eu havia sucateado para usar depois em um projeto com Arduino. Depois de meses guardadas eu testei por acaso com uma bateria que tinha 2.9V (a CR2032 nova tem até 3.3V) e uma balança ligou, mas acusou “Lo” (bateria baixa) em seguida, o que já era esperado. Coloquei então uma bateria com 3V. Nem acendeu. Coloquei de novo a de 2.9V. Acendeu e acusou “lo”. Testei com várias outras baterias. Nada. Só funcionava com aquela de 2.9V.
Aí fui buscar no carro uma cartela de baterias novas e testei com duas. Nada. Conferi a tensão: 3.3V. Coloquei de novo a bateria com 2.9V e a balança tornou a ligar acusando “lo”.
Como é que pode a balança ligar com uma bateria velha com 2.9V mas ignorar as baterias novas com 3.3V?
A qualidade das baterias. Eu fiz um teste rápido aqui e o multímetro acusou um pico de corrente de 35mA ao ligar a balança, apesar de estabilizar em 7mA em seguida. Provavelmente essas baterias vagabundas não conseguem suprir essa corrente inicial. Numa placa mãe de computador esse surto inicial de corrente não existe e por isso você não nota o problema ao usá-las para esse fim.
Mas para a sua balança você vai ter que procurar uma bateria realmente decente.
Improvisei uma fonte de 3V com uma fonte de 3.6V e um diodo e testei as duas balanças. Ambas funcionando.
Agora são três balanças “consertadas”. Mas acho que vão ser mais quando eu finalmente encontrar a caixa que tenho com pelo menos mais duas que estava usando com meus experimentos com o módulo de pesagem hx711 do arduino.
Eu não sei quando isso mudou, mas da última vez que precisei, há pelo menos dois anos (talvez mais) a única solução era configurar um cliente de email IMAP como o Thunderbird para baixar todos os seus emails e depois exportar apenas a pasta que você queria. Mas hoje eu pesquisei como fazer a mesma coisa e descobri que o Google Takeout permite que você selecione um marcador específico do gmail para baixar, que é baixado no formato .mbox zipado. Com isso eu pude baixar de uma vez todos os 203 backups automáticos que eu tinha dos meus blogs e isso me permitiu reduzir em 2GB o espaço ocupado na minha conta Google.
Privacidade e personalização -> Gerenciar seus dados e a personalização -> Fazer o download dos seus dados ;
Clique em desmarcar tudo;
Clique em email ->Todos os dados de email incluídos; (Contra intuitivo. Deveria ser “selecionar os dados de email incluídos”)
Desmarque “Incluir todas as mensagens” e todo o resto que você não quiser;
Selecione o marcador que realmente você quer baixar e clique em OK;
Role a página até o fim e clique em Próxima etapa;
O resto é auto-explicativo
Novamente, dãaaa…
Em seguida eu instalei a versão 68 do Thunderbird portable, a extensão importExportTools NG para importar o arquivo .mbox e a extensão AttachmentExtractor Continued para extrair de uma vez todos os anexos e assim poder apagar o arquivo .mbox, o Thunderbird e a pasta no gmail (após conferir que pelo menos alguns anexos realmente abriam).
Clique para comentar
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
Eu comprei esse kit por R$52 na Aliexpress com frete incluso. Por causa da variação do dólar está mais caro agora, mas ainda assim uma pechincha se comparado com o preço do Maxxi Gold. Esse modelo opera por RF e não IR.
Não existem componentes do outro lado da placa.
Não veio com manual. Os três primeiros botões são o óbvio: subir, descer e parar. O quarto botão provavelmente serve para parear um novo controle. O terminal marcado como “Aiddle” deve ser ligado ao “comum” da tela. Ele é conectado internamente ao terminal “220v” esquerdo e o terminal direito é chaveado pelos relés para os terminais “Rise” e “Drop”. O componente marcado BLX-A é um porta fusíveis de 30mm. Os três CIs são uma eeprom AT24C02, o microcontrolador (sem identificação) e um receptor RF SYN470R.
Note que como a fonte é sem transformador, esse dispositivo não vai funcionar em 110V.
Eu não liguei a uma tela ainda, mas testei na bancada e não vejo razão para que não funcione bem.
Clique para comentar
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
Ontem eu precisei transformar um chip micro SIM em nano SIM e ao usar uma ferramenta própria para isso o resultado foi esse:
Foto tirada com um Samsung Galaxy A11 no modo macro
O problema não foi necessariamente culpa da ferramenta. Esse SIM foi comprado antes mesmo de existir o formato micro SIM e talvez o chip não tivesse cola no fundo dele porque o fabricante não achou necessário. Mas enquanto eu examinava o cartão desmontado e comparei com um modelo de corte manual me ocorreu que a ferramenta não sabe como o cartão foi cortado antes; e se você fez esse corte no limite da tolerância para fazer contato, a ferramenta poderia complicar ainda mais. Você está sujeito a exatamente o mesmo problema se cortar simplesmente seguindo o modelo de corte manual cegamente.
Não, eu não vou explicar com fazer esse corte. Tem gente que explica melhor do que eu. O vídeo a seguir ensina o que está em jogo e você vai entender quais contatos do chip são importantes e até onde você pode cortar. Com a ajuda do que foi explicado eu consegui fazer a conversão de outro SIM com uma tesoura mesmo.
Clique para comentar
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
Nota: fotos tiradas no modo macro do Samsung Galaxy A11. No tamanho original dá para ler todos os CIs;
O circuito é divido em duas placas de dupla face.
Estas são as duas faces da placa inferior:
Aqui temos:
chip leitor de tarja magnética VIKINTEK BS300E;
um slot de cartão SIM.
Aqui temos:
leitor de tarja magnética;
buzzer;
bateria CR2032;
microcontrolador ATMEL/Microchip AT83C26
E estas são as duas faces da superior:
Note que embora o display tenha Test Points facilmente acessíveis, o mesmo não ocorre com o teclado. Com um multímetro eu constatei que dos 17 botões, 16 são ligados numa matriz de 4×4. O único botão que fica de fora é o verde (ENTRA) e que não parece ser excepcionalmente difícil soldar 10 fios do lado dos contatos dos botões. Na imagem abaixo os pontos azuis indicam os pontos sugeridos para soldar os quatro fios correspondentes às linhas e os pontos vermelhos, as colunas da matriz:
Mas não há garantia que dê certo sem remover os componentes do outro lado da placa que possam interferir. Para referência, os botões são ligados da seguinte forma:
Microcontrolador BGA “seguro” IC0400C. O acesso aos terminais do teclado deve estar debaixo dele mas não creio que eu tenha a a habilidade para fazer essa solda.
Um chip de flash BGA spansion AL015J70BF102 – Provavelmente do tipo “seguro” também;
Um chip de RAM BGA desconhecido com as inscrições 037 55LF EM680FU16A 0190040;
Os dois equipamentos são muito parecidos por fora. Os dois são conhecidos popularmente como “a maquininha de cartão”, mas o POS não tem conexão com a rede do estabelecimento comercial e imprime recibo. O operador do caixa (ou o entregador) precisa digitar o valor da compra e guardar o recibo da operação, que o depto financeiro precisa conferir na hora de fechar o caixa. O pinpad não tem impressora própria, é conectado ao computador do caixa e recebe do sistema comercial o valor a pagar e depois responde com o código da autorização (tem um nome particular do qual não lembro agora) que é armazenado automaticamente no banco de dados e facilita a conferência pelo financeiro. O POS é prático, portátil e qualquer um pode usar, sem precisar de um sistema comercial compatível. Pinpads são geralmente adotados por operações comerciais maiores, onde já existe um sistema comercial e a transferência automática dos dados evita erros e deve dar uma economia enorme em horas de trabalho no final do mês. Eu tenho um cliente com um supermercado “pequeno”, com 15 caixas, mas quando eu olho o movimento imagino o trabalho que seria a conferência de recibos para fazer o fechamento dos caixas no final do dia.
Voltando a assunto do post, somente do pinpad Gertec PPC900 eu tenho acesso a pelo menos 24 unidades bloqueadas, o que impede o meu cliente de reutilizá-las. A maioria é serial RS232, mas tem algumas USB.
Com a desculpa de garantir a segurança, se você abrir um equipamento desses ele é imediatamente bloqueado, mas o que aconteceu com essas unidades é ainda pior: se você não usar por mais de x meses, são bloqueados automaticamente, cortesia da Gertec. E aparentemente o desbloqueio custa cerca de R$380, por unidade! Ainda bem que esses aparentemente foram fornecidos “de graça” pela Cielo, mas uma pesquisa no Google me mostrou que isso também acontece com pinpads Gertec adquiridos no varejo.
E são bloqueados mesmo. Não é que você não possa mais fazer uma operação com cartão: você não pode usar o aparelho para nada. Nem mesmo como um teclado/display. Exibe uma mensagem “EQUIPAMENTO BLOQUEADO”. Eu entendo que você não possa mais ler cartões, mas por que bloquear o resto da funcionalidade? Por que não fazer o fallback para um modo limitado de operação e evitar a criação de lixo eletrônico? Com um pinpad novo da mesma empresa custando R$646 quantas pessoas vão pagar R$380 (mais da metade) pelo desbloqueio de um velho? Há um motivo justo para isso ou é só falta de concorrência mais ganância? É ainda pior que isso: aparentemente, se o pinpad foi fornecido pela Cielo, após o desbloqueio só funcionará com a Cielo como intermediária. Até onde sei o pinpad novo não tem essa limitação. E pela diferença que eu vi entre as taxas praticadas pela Cielo e, digamos, a Stone, é preciso um motivo muito bom (ou ignorar as opções) para usar a Cielo.
Como estava bloqueado mesmo eu abri um deles para ver o que podia ser aproveitado (fotos aqui) e não encontrei nada. O teclado não fica em uma placa separada e o display tem um código que eu não pude encontrar com a ajuda do Google. É realmente uma pena ver isso ser vendido por quilo para um comerciante de sucata.
E esses são os pinpads. O cliente tem outra caixa com dezenas de unidades de POS que eu mesmo embalei, mas se perdeu na mudança da loja e ainda estou tentando achar onde foi guardada. Desses pelo menos a bateria de li-ion e as fontes se aproveitam.
Eu tinha a idéia de que Lucifer era algo parecido com Sobrenatural e não estava com humor para investir meu tempo nesse tipo de coisa (Não me entenda mal: eu gosto muito de Sobrenatural). Eu só comecei a assistir recentemente porque não havia nada de mais interessante na TV por assinatura então deixei rolando enquanto fazia outra coisa. Apesar de flertar com temas sérios a ênfase de Lucifer é na comédia. Gostei do que ouvi.
O danado é que só assim, ouvindo, para realmente apreciar a série. Quando eu comecei a dar minha total atenção aos episódios, os erros flagrantes de direção e enredo começaram a ficar evidentes. O problema é que os episódios seguem a vida da detetive de homicídios Chloe Decker, mas cada um deles é só uma desculpa para explorar a vida da “família mais disfuncional do universo” (Deus, Lucifer, etc). Em cada episódio vítimas, vilões e motivos são escolhidos cuidadosamente para chamar a atenção para os conflitos entre os personagens. É tudo tão “descartável” que os buracos no roteiro são evidentes.
São muitas as situações absurdas e isso já descontando toda a fantasia. Uma das mais espetaculares ocorreu no apartamento de Candy em S03:E06. Foi doloroso continuar assistindo a cena e acho que nem no Brasil a Polícia é tão “banana”. Por outro lado um dos melhores episódios é S02:E14 e eu me senti na obrigação de assistir de novo para apreciar todo o desempenho de Candy. E não, não estou falando apenas dos dotes físicos dela
Eu assisto basicamente pela comédia, as “metáforas”, os personagens e atores. Mazekeen poderia ser melhor, mas escalar “Cylon Six” como “mom” foi muito bom. O relacionamento de Lúcifer com a detetive é possivelmente mais engraçado que o de Castle (faz tempo que não assisto). O fato de que ele sempre diz a verdade para ela, que se sente na obrigação de achar que ele está mentindo ou falando por metáforas é muito engraçado.
Como você eu ligo o modo “ignorar” e sigo me divertindo. Já estou na segunda volta da série. Gosto muito principalmente que as piadas não são políticas, são sempre sobre o relacionamento humano, e divino.
Alerta de Spoiler nesta 5ª temporada, Deus vai dar o ar da graça. Pena que a Netflix empurrou a segunda metade para 2021.
Essa realmente é a melhor serie de comédia que já assisti.
ACR: Também fiquei frustrado com essa perda de funcionalidade nos Androids recentes. E nem sempre o root resolve: no meu Xiaomi, fiz root somente por causa disso e não consegui ativar. Não me lembro mais o que deu errado. Só sei que perdi algumas informações por teimar em não fazer backup antes de destravar o bootloader (ele formata o telefone após isso!)
Então se for por esse caminho, talvez valha a pena checar os passos antes pra ver se as chances são boas.
Ricardo eu tenho um Xiaomi e ele possui recurso de gravar chamadas nativo. Só ir nas configurações e pesquisar “gravação de chamadas” e ativar “gravar chamadas automaticamente”. O meu modelo é um Mi 9 SE com o a versão 12 do MIUI, porém esse recurso já existia em versões anteriores.
O meu (MI A1, Android One) tenho certeza que não tem. Minha namorada tem um Xiaomi com MIUI (não sei exatamente o modelo). A primeira vista, o dela também não tem esse recurso, já que não aparece nada relacionado no app do telefone. Vou ver se, por acaso, não está desativado.
Ricardo, tenho um RedMi Note 5 e nele também existe nativamente a gravação de chamadas. O meu está com a MIUI 11. Aqui basta clicar no botão telefone, na parte inferior logo abaixo do teclado de discagem tem o ícone do menu (três barras horizontais), no meu é a segunda opção do menu. A única coisa que me incomoda é que ele salva as gravações na memoria interna, eu gostaria de poder escolher gravar no cartão de memória.
Redmi note 8 aqui, com interface Miui 11, aí essa opção nativa foi retirada.
Estou aguardando ver se liberam a 12 fim do mês, e se volta essa opção.
Jeff, em janeiro saí do LG e finalmente peguei um Xiaomi, e o ACR realmente não rodou nele.
Na fraudemia precisei gravar vídeos pra igreja, aí instalei um gravador de voz que também grava ligações, sem precisar de root (que não fiz no xiaomi).
O nome do app é Parrot voice recorder; se eu tivesse seu whatsapp, mandava um apk direto.
Outro retrocesso do A11, que provavelmente é culpa da tela não ser AMOLED, é que o nível mínimo de iluminação do display ainda produz muita luz. Isso fica evidente quando estou lendo no escuro.
O consumo de bateria usando o Waze com a tela ligada chega a ser tão bom quanto oito minutos para cada % de bateria. Ou seja, ter a assistência do Waze por seis horas e meia (390 minutos) teoricamente me custaria apenas 50% da bateria.
Quando atualizei o MiA2 para Android 10 o ACR parou de funcionar. Estou utilizando agora o Cube ACR e permaneço sem root.
Mais um possível retrocesso: O WiFi do A11 parece não ser capaz de operar a mais que 30Mbps. Embora para navegar na internet seja mais do que suficiente, eu não posso mais usar o telefone para testar a velocidade do WiFi. Eu descobri isso ontem ao testar a velocidade de um acesso Vivo fibra de 100Mbs. Se não fosse pelo telefone do cliente chegar aos 100Mbps eu ia acabar ligando para a Vivo para reclamar indevidamente.