Esta é uma análise em andamento. Estou publicando o que já apurei na esperança de que seja útil.
Todos os extensores que analisei até agora neste blog tinham em comum o fato de exigirem um par de cabos CAT5 ou CAT6. A adaptação nesse caso é mais simples, porque a quantidade de fios em um cabo HDMI (19) é quase a mesma de dois cabos de rede (16). Transportar todos os sinais HDMI com apenas 8 fios (um cabo) é consideravelmente mais complicado e por isso esses extensores costumam ser bem mais caros. Por isso fiquei surpreso ao encontrar um extensor desse tipo custando o equivalente a apenas R$20 na aliexpress.
Sim, R$20 pelo par, TX e RX. Eu comprei dois pares, de vendedores diferentes, para me certificar de que um possível defeito não comprometesse minha análise.
Eu estou fazendo testes usando este splitter HDMI ligado ao TX e um monitor de 18″ ligado ao RX. A resolução é de no máximo 1360×768 por enquanto.
Com um cabo CAT5e de 7m Furukawa Multilan o funcionamento é errático. Hora funciona na primeira tentativa, hora não. E um dos TX apresenta diferença de comportamento com relação ao outro. No meu primeiro teste essa diferença era apenas o aparecimento de “ruído” na forma de pontos coloridos piscando na imagem. Em outro teste dias depois o segundo TX sequer deu imagem com esse cabo;
Com um cabo CAT6 de 16m Furukawa Gigalan tudo parece funcionar direito. Os dois TX funcionam, sem ruído.
Nenhum dos cabos testados tem blindagem. Uma coisa que descobri ao crimpar um dos cabos errado é que se você inverter o par azul a imagem fica verde.
Neste ponto é preciso observar que só funcionar com CAT6 já complica bastante a relação custo-benefício. Um cabo HDMI de 15m custava aqui em Recife (admito que antes da pandemia e de procedência duvidosa) R$50. Aparentemente o metro de cabo CAT6 de boa procedência está custando R$2 se você comprar a caixa de 305m. Isso dá R$30 só de cabo. Somando conectores e mais R$20 do extensor, já passamos dos R$50. Usar CAT5/CAT6 é vantajoso por você poder passar cabo por lugares onde o danado do plug HDMI não passaria e poder cortar o cabo exatamente no tamanho desejado, sem ter que comprar um cabo até cinco metros maior e depois não saber onde esconder a sobra. Mas nem sempre isso é o mais importante.
Eu emprestei os dois pares e os dois cabos para o meu amigo José Carneiro testar. Ele não conseguiu imagem de jeito nenhum, com um PS3 ligado ao TX e uma TV fullHD ao RX.
Eu ainda pretendo fazer mais testes, com distâncias maiores que 16m e resoluções até o FullHD. O veredito até agora é: “funciona, mas com ressalvas” .
Por dentro
Ao desmontar o extensor fica claro porque é tão “barato”. O que não fica claro é como é possível que funcione!.
O único componente ativo é um mero regulador de tensão, marcado 662K. Provavelmente um LM6206N3 ou equivalente. As placas são identificadas como KY-16TX e KY-16RX.
Eu levantei um diagrama parcial do TX e cheguei à conclusão de que esse extensor talvez só funcione se estiver ligado a um splitter onde pelo menos uma das portas esteja ligada diretamente a um monitor (sem esse extensor). Isso porque o extensor pode ser incapaz de passar as informações de resolução da TV/monitor do RX para o TX.
E faz sentido que eu não tenha notado isso no meus testes, porque é justamente assim que está minha configuração. Eu tenho dois monitores ligados a um splitter, sendo um bem ao lado do receptor de TV, ligado por um cabo HDMI normal, e estou testando o extensor no monitor que fica mais longe. Para comprovar isso eu experimentei desconectar o monitor mais próximo e de fato o monitor remoto não exibiu mais imagem, estando ligado sozinho ao splitter via extensor.
Note que os pares que transportam os sinais DATA1 e DATA2 foram encarregados também de transportar os sinais SCL e SDA que são responsáveis por comunicar ao dispositivo “source” as características do monitor/tv/projetor. Isso parece engenhoso. Os pares funcionariam como SCL/SDA no momento da conexão e depois passariam imediatamente ao papel de DATA1/DATA2. Mas não estou certo de que isso realmente esteja funcionando.
O extensor nem tenta transportar o sinal CEC. O pino 13 não está ligado a nada.
Eu estava precisando de mais um multímetro basicamente por causa do detector de continuidade, que eu uso muito para fazer levantamento de diagramas. Os últimos que comprei ou tem o bip muito baixo, que você só consegue ouvir num ambiente silencioso, ou tem um retardo entre o momento do contato e o bip que dificulta muito o trabalho. Isso quando não sofrem de ambos os problemas. Eu não tenho um perfil que justifique o investimento de R$300 ou mais em um multímetro Fluke, até mesmo porque eu preciso de vários instrumentos desse tipo. Eu tenho dois em casa, um no carro e outro em um cliente que visito muito. Eu já usei os famosos multímetros Fluke e tirando a qualidade das pontas e durabilidade não vi muita diferença para multímetros vagabundos em um trabalho típico de manutenção eletro-eletrônica. Na verdade tenho até a impressão (foi há mais de 10 anos) de ter me irritado com as limitações desses modelos “baratos” de R$300 da empresa.
Alimentado com uma bateria de 9V.
Prós:
Neste o bip do teste de continuidade é alto o bastante para que eu ouça mesmo com a TV ligada e toca no momento que há contato;
O capacímetro funciona. Leu 0.988uF para um capacitor de 1uF;
O teste de transistores bipolares funciona. Não posso dizer se a medição de ganho está correta, mas pelo menos você consegue ver que o transistor funciona e até identificar rapidamente se é NPN ou PNP e quais são os terminais E,C, e B por tentativa e erro;
Preço baixo para as funcionalidades. Meu multímetro anterior, comprado numa casa chinesa, custou a mesma coisa e é inferior.
Problemas:
Às vezes dá uma leitura que não faz sentido (por exemplo, no teste de continuidade acusar 048 mesmo com as pontas encostadas) e você precisa mover a chave seletora para outra posição e voltar para tornar a funcionar direito (no exemplo, acusar 000). É como se houvesse mau contato na chave seletora. Mas esse problema não acontece com frequência suficiente para me incomodar. Esse tipo de problema tende a não existir em multímetros autorange (chave seletora minimalista) mas estes costumam ser lentos demais para o meu gosto;
Pontas vagabundas. O que é normal em multímetros nessa faixa de preço. Um bom par de pontas pode custar mais que esse aparelho;
O Auto Power Off desliga o multímetro após x minutos esteja você no meio de um trabalho ou não. Eu ainda não encontrei um multímetro barato inteligente o bastante para não fazer isso;
Não tem bip avisando que vai desligar. Outros multímetros burros ainda avisam que isso está perto de acontecer mas esse simplesmente apaga.
A tensão de circuito aberto nas pontas com o teste de continuidade selecionado é de 2.96V. Na escala 200R é de 0.55V. A corrente de teste com as pontas em curto é limitada a 2.5mA. Eu medi isso porque ultimamente eu tenho me preocupado com a possibilidade de danificar circuitos sensíveis, especialmente os que são alimentados com 1.5V ou menos, com a tensão presente nas pontas durante o teste de continuidade.
Uma coisa que me irrita em muito dos testes de continuidade desses multimetros muito baratos é que ele muitas vezes não é um teste de continuidade e sim um teste de baixas resistencias. Tem algums que qualquer coisa perto de 100 ohms ele já indica continuidade, o que muitas vezes pode nem ser, e sim um baita mal-contato. Os analógicos tendem a ser melhor nesse quesito.
Comecei a ter problemas com o multímetro na escala de tensão CC. Ao medir uma simples pilha recarregável com 1.35V o multímetro fica acusando mais que 3V na escala de 20V ou overload na escala de 2V. Mudar a escala parece consertar o problema.
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Os atores e a direção poderiam ser melhores mas o filme conseguiu prender minha atenção do início ao fim. Não espere por muitos efeitos especiais, nem por diálogos memoráveis. O filme se torna interessante quando você começa a pensar nas consequências da situação em que os jovens se encontram e se/como eles vão sair dela. O final foi satisfatório.
Meus maiores problemas com o filme são:
A idéia de que os veículos pudessem ficar tanto tempo no que é visivelmente uma clareira sem serem vistos, a uma distância inferior a 8h de viagem (claramente os jovens não planejavam passar a noite fora) de uma cidade povoada nos dias de hoje. Ainda mais num lugar de tão fácil acesso que pode ser alcançado por um veículo não-especializado;
O comportamento do professor ao encontrar os veículos ao sair da caverna.
OBS: O trailer acima é uma bagunça de edição e as legendas nem sempre correspondem ao que é dito. A minha necessidade de procurar um trailer legendado ou dublado (só se não tiver jeito) me obriga a ser menos exigente.
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Eu ainda não sei dizer exatamente qual a configuração está errada, mas me deparei com diversos casos nas últimas semanas trabalhando para o mesmo cliente e em todos eles o problema foi resolvido usando a opção “Load Optimized Defaults” ou similar do setup do BIOS. A lógica diz que de alguma forma as portas haviam sido configuradas para USB 1.1, mas não vi isso nas configurações. Exemplo de motherboard onde ocorreu: MSI G41M-S01.
Eu suponho que o problema tenha a ver com a descarga da bateria e sua substituição sem carregar o default. Eu admito que sou culpado de fazer isso. Eu criei o hábito de ao trocar a bateria só ir no setup mudar alguma coisa se algo der errado no boot, porque até a data/hora o Windows tem se encarregado de atualizar no BIOS há muitos anos quando está configurado para sincronizar o horário pela internet (o padrão). Eu assumia que o BIOS auto carregava o default automaticamente ao notar que os dados na CMOS estavam zerados, porque se não fosse assim trocar a bateria sem carregar o default deveria provocar toda sorte de problemas esquisitos no computador por causa dos valores corrompidos de configuração presentes na memória CMOS. E até hoje o único problema com o qual me deparei foi esse. E somente nas últimas semanas.
Houve uma situação em que o BIOS se ofereceu para carregar o default durante o BOOT e eu aceitei, mas isso não resolveu o problema. Talvez o BIOS tenha carregado o “fail safe default”, porque para resolver eu ainda tive que manualmente carregar o “optimized default”. Eu me deparei com esse problema agora porque esse cliente tinha dezenas de máquinas estocadas há anos e grande parte delas estava com a bateria esgotada.
Comentário paralelo, mas um pouco dentro do assunto, desde que coloquei windows 7 64bits num pc aqui, não consigo mais fazer atualização de hora via servidor UDP em um programa externo, diz que o servidor não responde. Já liberei o programa no firewall do windows e não vai. Outro PC com windows 2000 e outro pior.. com Windows Me, atualiza. Alguma idéia?
Ah… a atualização do windows, funciona, demora pra atualizar coisa de minutos, e só funciona se eu fizer manualmente, mesmo deixando automatico, não atualiza.
A única razão que me vêm à mente agora não está relacionada com a versão do Windows, mas com a possibilidade de você ter mais de uma interface de rede e na reinstalação o seu programa ter feito o “bind” com a interface errada, que não tem conexão com a internet.
Pertence a: A Divisão Serviço da Hora (DSHO) do Observatório Nacional (ON) , conforme Legislação Brasileira, é a única instituição legalmente designada para Gerar, Conservar e Disseminar a Hora Legal Brasileira (HLB), bem como realizar Pesquisa e Desenvolvimento no campo da metrologia de Tempo e Frequência.
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Windows 8.1 de 32bits. A troca foi de uma PCWare PW-945GCX para uma Biostar G31D-M7. Ambas igualmente velhas (a Biostar tem chipset superior) e com southbridge Intel ICH7. Mas aí nem mesmo um teclado PS/2 funcionava após entrar no Windows. Você já notava o problema pela luz do mouse acender ao ligar o computador mas apagar durante a carga do Windows. Dando boot por um Windows live-USB (Sergei Strelec) tudo funcionava e mesmo no Windows problemático, plugar um pendrive que nunca havia sido plugado mostrava o ícone de instalação de driver, sinalizando que a port USB estava funcionando e o problema era apenas com os dispositivos de interface humana (HID).
Neste ponto é importante lembrar que no caso do Windows 8.1 o fato do teclado PS/2 não estar funcionando pode ser proposital e não ter relação com a falha USB.
Para resolver o problema, primeiro eu forcei a entrada no modo de recuperação do Windows. O único jeito que encontrei foi apertar o botão de reset durante a inicialização do sistema (com os pontinhos ainda girando na tela). De lá eu acessei as Opções Avançadas e pude entrar no Modo de Segurança. Mouse e teclado USB continuaram sem funcionar, mas o teclado PS/2 funcionou. Com isso eu pude executar devmgmt.msc e conferir que havia problemas nos drivers USB.
Então ainda no modo de segurança eu usei o teclado PS/2 para a abrir meu ISO do Snappy driver R1909 e instalar os drivers USB. A instalação falhou acusando erro. Desconfiado de que podia ser um driver muito novo para a placa, abri o ISO do meu Driverpack Solution 11 (a versão mais antiga que tenho) e mandei instalar os drivers. Isso resolveu o problema.
É possível operar tanto o Driverpack 11 quanto o Snappy Driver R1909 usando apenas o teclado, mas é um saco. Só observe que quando ENTER não funcionar experimente teclar ESPAÇO. Se eu tivesse à mão um mouse PS/2 talvez tivesse sido mais fácil. Porém ainda foi muuuuito mais fácil e rápido do que reinstalar o Windows e todos os programas.
Se isso não funcionasse, antes de partir para o caminho de reinstalar tudo eu iria tentar trocar o arquivo C:\windows\system32\config\SYSTEM pelo backup em c:\windows\system32\config\RegBack e se isso também não funcionasse (afinal, era o backup da placa mãe anterior) eu iria tentar com o arquivo SYSTEM de outra máquina rodando a mesma versão do Windows.
Pensando bem… hora de colocar no meu kit de ferramentas arquivos SYSTEM de diversas máquinas diferentes. Isso pode me tirar de um sufoco um dia.
A propósito, eu soube que na versão mais recente do Windows 10 o atalho WINDOWS+PAUSE deixou de funcionar como nas últimas décadas. Se você usa isso como atalho para chegar ao Gerenciador de Dispositivos, é melhor se acostumar com o nome devmgmt.msc, porque você vai precisar dele mais vezes no futuro.
É fácil. Basta decorar mgmt.msc (ManaGeMenT) e adicionar alguns prefixos para ter acesso a algumas partes importantes do Windows sem precisar lembrar o caminho em cada versão:
Jeff, pra escapar dessa situação, comprei adaptadores: 1 de ps/2 para usb (vem com 2 entradas, uma pra mouse e outra para teclado), e também o inverso, de usb para ps/2 (individuais).
Ignore o hype que diz que a série se parece com Game of Thrones porque as únicas semelhanças notáveis são os peitos de fora (e os únicos que são minimamente interessantes são os de Anya Chalotra) e a direção e roteiro fracos das duas últimas temporadas de GoT.
No primeiro episódio já temos a corcunda que se teleporta diante de duas testemunhas que a conhecem e… ninguém comenta a respeito depois. Mousesack simplesmente desaparece durante sua fuga com a princesa como se tivesse ido bater um papo com os soldados inimigos. E você só vai chegar a esse ponto se não tiver desistido da série logo nos dois primeiros minutos, ao testemunhar a batalha de Gerart na água que em um momento é funda como uma piscina olímpica e no outro não passa de uma poça.
Inconsistências demais. Num episódio Gerart é praticamente invencível mesmo enfrentando sozinho monstros formidáveis e no outro apanha ou é quase derrotado por um humano qualquer. Numa hora Yennefer pode fazer coisas inacreditáveis e em outra fica parada como se fosse impotente. Aprendemos de forma bem didática que a mais simples magia requer sacrifício enquanto vemos grandes feitos não parecerem requerer sacrifício nenhum. Num episódio Gerart tem o nariz de um cão farejador e no outro parece que está com o nariz entupido. Criaturas “míticas” fazem coisas “impossíveis” (palavras do próprio Gerart) e nem o Lobo Branco, nem mais ninguém faz qualquer comentário posterior a respeito. Num universo sem regras não há emoção, porque o roteirista pode inventar qualquer coisa, qualquer problema e qualquer solução para o mesmo.
Constrangedor. Eu me considero uma pessoa de mente aberta mas da forma brusca e absurda como foi apresentado o romance de Duny com Pavetta até eu ia querer arrancar a cabeça dele, repetidas vezes.
A linha do tempo é propositalmente confusa. Passado e presente se misturam e só fui notar isso no episódio quatro. E continuou me confundindo até o episódio sete, quando passado e presente parecem ter finalmente se encontrado. O que o diretor tinha na cabeça quando decidiu fazer dessa maneira ainda é um mistério para mim. E mesmo quando estamos vendo apenas o passado, anos se passam de uma cena para a cena seguinte com os mesmos personagens, sem aviso, porque ninguém parece envelhecer nessa série. A Yennefer do episódio quatro é pelo menos trinta anos mais velha que a Yennefer do episódio três e mesmo prestando atenção ao diálogo você acha mais fácil acreditar que não entendeu o que foi dito do que acreditar que 30 anos se passaram de uma cena para outra. Eu achei que ela estava falando de modo figurado. Na minha opinião, cada flashback precisava vir acompanhado do texto “xx dias antes da invasão de Cintra”. Agora eu preciso assistir de novo só para colocar os eventos em seu devido contexto, mas não vejo nenhum ganho com isso. Em muitas obras o diretor me fez assistir de novo e eu fiquei grato pela surpresa mas o caso de Witcher é o primeiro em que eu fiquei p*to. Se isso for explicável por causa da minha notória dificuldade para lembrar de rostos eu aceito retirar a reclamação.
Os atores não são grande coisa. Henry Cavill, que é o único rosto conhecido, continua interpretando Henry Cavill. Pode ter sido a escolha perfeita para o papel de superman rabugento, mas tirando o mau humor não parece diferente de nenhum outro papel dele. E no quesito interpretação Anya Chalotra estava melhor antes de sua transformação.
Estou curioso para ver o que acontece na segunda temporada, mas só curioso. Se a série tivesse sido cancelada não ia me fazer a menor falta.
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Se tem está bem escondida, porque não aparece no manual também. Você não pode desabilitar o servidor DHCP nem definir uma faixa de endereçamento (pool DHCP). Até o mais vagabundo roteador que já configurei tinha a capacidade de desabilitar o DHCP para usar como um AP. E olha que o GF1200 custa mais de R$ 220!
Fiquei esperando a loja de um cliente fechar para eu poder instalá-lo como roteador principal (gateway) da empresa e quebrei a cara quando cheguei na parte de definir a faixa de endereçamento. Sem isso inevitavelmente o roteador vai dar a alguém um IP reservado para os servidores. Não avancei para a parte de definir DMZ e encaminhamentos mas pelo que eu vi, acho bem provável que eu teria outra decepção mais adiante.
A propósito, nunca testei um roteador Intelbras que não me causasse frustrações. Nunca causou arrependimento porque em nenhuma situação foi compra ou recomendação de compra minha. O campeão de decisões estúpidas de design é o AP300. Eu sinceramente não sei o que se passa na cabeça da divisão de software da Intelbras que é encarregada dos roteadores.
Eu até des-recomendo Intelbras. Toda vez é algo problemático. Tive um PABX em garantia que o suporte deles recusou a ajudar até eu pagar R$ 3500 por um treinamento online: “Sem treinamento no equipamento, não damos suporte” foi o que ouvi do SAC lá em 2011. desde então eles estão na minha “black list”.
Então a Intelbras está agindo como a Siemens? É bom saber. Mas evidentemente se trata de um produto corporativo pois se o treinamento *online* custava R$3500, eu chuto que essa central não deveria custar menos de 10mil. No meio corporativo eu “meio que” já espero esse tipo de golpe. A propósito, aprendi em 10 anos trabalhando na indústria que se você colocar no rótulo a palavra “industrial” pode ser até uma lata de cocô que alguém vai estar disposto a pagar 5mil reais por ela.
Os dois últimos episódios exageraram no dramalhão e eu não estou certo de que entendo por que o império precisava da ajuda de caçadores de recompensas para ir buscar a criança, mas com todos os defeitos essa série ainda tem melhor enredo e direção que muitos filmes do universo Star Wars.
Menção honrosa para Gina Carano. Estou tão acostumado com vê-la entrar muda e sair calada nos filmes que o desempenho dela me surpreendeu. Será que o diretor fez ela repetir as falas 30 vezes até ficar bom? Ou ela realmente sabe falar e ninguém dá chance a ela? Pensando bem, talvez eu a esteja confundindo com outra atriz…
Bom dia. Jefferson, essa série se passa após a queda do Império… o que ficou para trás são, digamos, “Senhores da Guerra”, ex-oficiais do Império com tropas ainda leais…
Eu me expressei mal. Até o momento em que o “cliente” era apenas um cara, um médico/cientista e meia dúzia de stormtroopers apelar para os caçadores de recompensas fazia sentido, mas depois que entrou em cena o Moff Gideon e somos apresentados ao armamento e tropa sob as ordens dele, deixa de fazer.
Ainda mais vendo que ele tem tanta gente sobrando que pode se dar ao luxo de (e tem o poder para) ordenar a morte de seu próprio pessoal só para “fazer uma entrada triunfal” sem temer deserção ou motim. Isso é para quem tem ainda mais cartas na manga do que o que estamos vendo.
Eu tive alguns problemas com os episódios de S02E01 a S02E03:
1)Logo nos primeiros minutos do primeiro episódio eu me aborreci quando vi ele usar uma arma que supostamente era muito cara e ele já havia exaurido, sem explicação de como ele arrumou dinheiro para recarregá-la.
2)Me incomodou o fato de que a criança não usou mais seus poderes (exceto a capacidade que ele tem de escapar de onde foi guardado, mas sempre para efeito cômico);
3)A batalha com o dragão mostrou muito a mão da Disney para o meu gosto. Quantos morreram naquela batalha? Ninguém? Dúzias? O cuspe do dragão derretia as pessoas ou só sujava de verde?
4)Para um experiente assassino e sobrevivente, ele parece cair em armadilhas muito estúpidas. A primeira foi com a bike no deserto e a segunda no navio.
Mas apesar disso eu gostei bastante. Continua tendo um nível mais alto que a maioria das coisas que tenho tentado assistir ultimamente.
Pois é, e mais uma: o “Baby Yoda” comer descaradamente os ovos da “Lady Frog”? O Mandaloriano simplesmente o repreende? A mãe não dá falta de uns quantos ovos? Quando vi aquilo fiquei até pasmo! E depois o Baby ir comer o ovo da aranha deu m****… tá faltando um “corretivo” nesse guri…
Concordo. Quando eu vi ele comendo o primeiro ovo eu já achei uma temeridade e me surpreendi com a falta de “ênfase” na resposta (eu tentaria fazê-lo vomitar). Daí em diante o comportamento do Mandaloriano quanto a isso foi ainda mais repreensível.
Quando vi aquilo fiquei até pasmo! E depois o Baby ir comer o ovo da aranha deu m****… tá faltando um “corretivo” nesse guri…
Eu tive a mesma impressão! E agora que ele não está ajudando em nada (exceto dedurar a escapada da mamãe sapo) devia ficar engaiolado o tempo todo.
Eu também não assisti a nenhuma animação do universo Star Wars. Para mim Tano até agora é apenas mais um personagem secundário, menos interessante que Kuiil e Peli.
Ah, mas essa é a questão… que é, digamos, “fã da franquia” vibrou com a aparição da Ahsoka… ela é um dos personagens “secundários” com mais potencial que apareceu até agora!
O termo “resenha” do título foi bem escolhido. Eu teria uma objeção pronta se ele tivesse chamado o que escreveu de “crítica” ou até de “análise”. Fanboy em ação
Com os episódios 6 e 7 da segunda, Mandalorian começa a abusar da minha paciência.
No episódio 6:
1)Aquele campo de energia provoca amnésia temporária? Ou seria um loop temporal? Só isso justifica o comportamento repetitivo de Mando.
2)A nave de Moff Gideon pôde destruir a de Mando com apenas um disparo, mesmo de algum ponto acima das nuvens, mas não fez *nada* contra a de Bobba Fett, que estava claramente ajudando Mando, mesmo quando este chegou bem perto dela.
3)Por que o poder de fogo usado para destruir a nava de Mando não foi usado para matar o próprio? Não havia risco de matar o garoto porque eles claramente sabiam onde o garoto estava (do contrário não teriam atirado na nave).
4)O garoto não fez nada para impedir sua captura, mas mais adiante se mostra bem capaz de lidar com inimigos. Claro, para isso a desculpa vai ser cansaço.
Etc, etc… isso é só do que me lembro uma semana depois de assistir ao episódio.
No episódio 7
1)É para a gente acreditar que o Império não tem os recursos materiais e pessoais para dar uma escolta para os transportes de minério ou reagir prontamente a um ataque? Que cada transporte que consegue chegar das minas é uma vitória? Mas tem os recursos materiais e pessoais para continuar construindo e perdendo transportes e respectivos condutores? Aqueles dois Tie Fighters estavam guardados para ocasiões especiais?
2)Qualquer que tenha sido o processo mental que levou Mando a mostrar seu rosto para múltiplos indivíduos, não houve o devido desenvolvimento. Sabemos que é imperativo para Mando salvar o garoto, mas era necessário deixar claro o conflito interno dele, porque também é um imperativo para um Mandaloriano que ninguém nunca veja seu rosto. O autor do script simplesmente jogou pro alto o desenvolvimento do personagem.
3)Faltou Mayfeld demonstrar o devido espanto com relação ao ponto anterior
4)Que espécie de sistema de reconhecimento facial é esse que dá acesso a um *total* estranho, desde que mostre o rosto?
5)Mando nem tem mais nave própria, depende de carona, e “lidera” um grupo de três pessoas contando com ele mas acha adequado ficar mandando mensagem “ameaçadora” para Moff Gideon? O cara que chutou a bunda dele pelo menos duas vezes?
O episódio 8 foi muito melhor que os últimos quatro. Aquele, sim, foi um momento adequado para Mando mostrar o rosto.
Mas ainda tenho reclamações a fazer:
1)Para onde foi Fett? Por que ele não reapareceu depois que as defesas da nave de Gideon foram desabilitadas? Poderia ter ajudado com os droides.
2)Como é que Mando assume que simplesmente jogar os droides para fora da nave vai surtir efeito?
3)Como é que surte efeito por tanto tempo? Os droides demoraram muito para se dar conta de que tinham a capacidade de navegar no espaço? Estavam esperando convite ou permissão para entrar na nave?
1) a desculpa seria de que se ele estivesse na nave quando a pessoa deus ex machina aparecesse, iriam se reconhecer e ia dar treta.
É uma “desculpa” para fans. Eu não faço idéia de qual a familiaridade de Fett com o “Deus ex machina” do episódio
E coloquei “desculpa” entre aspas porque o fato do roteirista não saber o que fazer nunca é desculpa válida. No mínimo o roteiro precisaria explicitar uma razão para Fett não ter voltado para ajudar, porque o óbvio seria justamente ele voltar.
Puxando pela memória e tentando me lembrar onde se encaixam na linha de tempo Jango Fett e Boba Fett eu consegui, sem pedir a ajuda ao Google, entender porque seria melhor Fett não estar na nave
Mas insisto que não é desculpa para não fornecerem uma desculpa.
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Eu comprei este por apenas 10 dólares na aliexpress. Saiu com frete grátis porque comprei outras coisas junto.
A idéia geral desse tipo de dispositivo é gerar um sinal de áudio que você injeta em uma das pontas do cabo e vai tentar ouvir do outro lado. É conveniente, mas não indispensável, porque em muitos casos (notadamente, telefonia, que tem apenas dois fios por circuito) você poderia colocar até um rádio a pilhas (qualquer coisa com um jack de saída de áudio) numa ponta e testar na outra com um headphone. O meu primeiro contato com esse tipo de coisa foi justamente quando eu estava aprendendo manutenção de redes telefônicas e o técnico mais antigo usava um gerador de áudio montado por ele mesmo (baseado em chip 555) alimentado por uma bateria de 9V. Qualquer aparelho telefônico servia como receptor, mas pela praticidade eu usava um telefone do tipo gôndola que tem todo o circuito no monofone como este no papel de “badisco”.
Entretanto o localizador feito em casa tem uma limitação: você precisa encostar as pontas do receptor nos fios já desencapados do outro lado. Localizadores especializados como este geram o sinal também na faixa de RF, que o receptor é capaz de detectar apenas encostando sua ponta no isolamento do cabo ou até mesmo a centímetros de distância do mesmo. Isso deixa o trabalho muito mais rápido e mais versátil, pois você pode localizar um cabo até no meio do caminho se, por exemplo, você precisar cortá-lo ali, sem precisar cortar todos os cabos até achar o certo.
Este modelo inclui como bônus um testador de cabos de rede perfeitamente usável, o que te poupa de carregar uma ferramenta extra. Ele pode ser usado também como teste de continuidade e de polaridade, mas nessas funções é tão “tosco” e de uso pouco intuitivo que eu nem vou falar delas. Um multímetro barato faz isso muito melhor e com maior versatilidade.
Como localizador de cabos
O cabo pode ser detectado a vários centímetros de distância, se uma das pontas estiver solta. Por exemplo, se for um cabo CAT5 e uma das pontas estiver plugada em um switch, só detecta encostando o receptor no cabo;
O tom gerado não muda se o cabo estiver conectado a um switch. Eu tenho um outro localizador cujo tom muda e achei isso útil porque às vezes ao conectar o cabo ao transmissor e perceber o tom diferente do que você esperava você já percebe que está plugando no cabo errado;
Função lanterna que ilumina o ponto onde você está apontando o receptor. Isso pode ser útil em locais pouco iluminados;
Saída para fone de ouvido, para as situações em que você não está sozinho e o ruído do testador vai incomodar terceiros;
Existem dois modos de ligar o receptor. Ao ligar a lanterna o receptor fica acionado o tempo todo, mas se você mantiver a lanterna desligada ele só opera enquanto você estiver com o botão “Push to test” pressionado.
Como testador de cabos de rede
Duas velocidades. Basta apertar o botão no transmissor para alternar entre elas. Mas ainda não é rápido o bastante, pois entre o LED 8 e o LED 1 ainda faz uma pausa incômoda;
Reconhece a presença de um switch na outra ponta como se fosse o receptor e faz o teste normalmente. Isso também ocorre com testadores comuns;
O receptor não precisa estar sequer com bateria para essa função, assim como um testador comum.
Análise geral
Requer duas baterias de 9V (uma, se você quiser usar apenas como teste de cabos);
Receptor encaixa no transmissor virando um objeto só, como é comum com testadores de cabo de rede;
Cabos inteiramente destacáveis. Você pode fazer os seu próprios se desejar. Não sou fã dos localizadores que tem os cabos fixos no transmissor;
Os conectores de bateria são frágeis. Eu tenho o hábito de deixar as baterias fora do aparelho, porque às vezes passo semanas sem usar e não quero que um erro de projeto ou esquecer o aparelho ligado me faça descobrir justamente na hora que preciso que as baterias não prestam mais. Isso também facilita o compartilhamento das baterias com outros aparelhos. Porém a fragilidade dos conectores sugere que para continuar fazendo isso eu vou precisar separar uma ferramenta só para a remoção dos conectores;
Não vem com estojo;
Eu preferia que a ponta do receptor não fosse tão “saliente”. Temo que em caso de queda ela possa quebrar;
Vem com um manual de instruções em um inglês ruim mas compreensível.
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Eu comprei esse cabo na aliexpress por apenas 4.29 dólares. Não paguei frete porque comprei junto com outros produtos totalizando 15 dólares e ganhei frete grátis. O mesmo anúncio tem dois produtos mas eu comprei o que tem suporte a fonte externa, porque permite usar HDDs de 3.5″. O cabo não vem com fonte, o que barateia o produto e de qualquer forma eu prefiro usar fontes de minha confiança.
A idéia é usar como substituto das docking stations, que mesmo no modelo USB 2.0 custam pelo menos quatro vezes isso.
Resultado dos testes até agora:
Velocidade de gravação sustentada de 110MB/s (é realmente USB 3.0);
Integridade dos dados preservada. O checksum de 170GB de dados copiados conferiu com o original. Pode parecer estranho eu testar isso, mas já comprei cases USB que corrompiam os dados.
Apesar dos problemas com o correio o pacote com todos os itens chegou em apenas 24 dias e não fui tributado.
Eu tenho muitas fontes 12V para escolher. Para essa finalidade, geralmente uso fontes de roteadores sagemcom velhos de pelo menos 2A que tenho aqui, embora essa capacidade de corrente não seja realmente necessária para alimentar um único HDD. Eu uso porque estão sobrando e confio nelas, pois posso colocar até em curto que isso não as danifica.
Comprei uma destas e utilizei por duas semanas sem problema, até que resolvi ligar na TVbox para assistir um filme que tinha digitalizado do VHS. Nos 30 minutos, de 140, travou. Liguei no computador e travou no mesmo tempo. Copiei o arquivo para o computador em problema com control C / control v e o filem foi exibido sem problemas. Digitalizei outra fita VHS, assisti no computador e depois copiei para outro HDD, esse novo, zero bala. Travou nos 30 minutos também. Desisti de assistir filmes por ele.
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Acrescentei a seção “por dentro” com o início da análise do hardware.