Windows 8.1 de 32bits. A troca foi de uma PCWare PW-945GCX para uma Biostar G31D-M7. Ambas igualmente velhas (a Biostar tem chipset superior) e com southbridge Intel ICH7. Mas aí nem mesmo um teclado PS/2 funcionava após entrar no Windows. Você já notava o problema pela luz do mouse acender ao ligar o computador mas apagar durante a carga do Windows. Dando boot por um Windows live-USB (Sergei Strelec) tudo funcionava e mesmo no Windows problemático, plugar um pendrive que nunca havia sido plugado mostrava o ícone de instalação de driver, sinalizando que a port USB estava funcionando e o problema era apenas com os dispositivos de interface humana (HID).
Neste ponto é importante lembrar que no caso do Windows 8.1 o fato do teclado PS/2 não estar funcionando pode ser proposital e não ter relação com a falha USB.
Para resolver o problema, primeiro eu forcei a entrada no modo de recuperação do Windows. O único jeito que encontrei foi apertar o botão de reset durante a inicialização do sistema (com os pontinhos ainda girando na tela). De lá eu acessei as Opções Avançadas e pude entrar no Modo de Segurança. Mouse e teclado USB continuaram sem funcionar, mas o teclado PS/2 funcionou. Com isso eu pude executar devmgmt.msc e conferir que havia problemas nos drivers USB.
Então ainda no modo de segurança eu usei o teclado PS/2 para a abrir meu ISO do Snappy driver R1909 e instalar os drivers USB. A instalação falhou acusando erro. Desconfiado de que podia ser um driver muito novo para a placa, abri o ISO do meu Driverpack Solution 11 (a versão mais antiga que tenho) e mandei instalar os drivers. Isso resolveu o problema.
É possível operar tanto o Driverpack 11 quanto o Snappy Driver R1909 usando apenas o teclado, mas é um saco. Só observe que quando ENTER não funcionar experimente teclar ESPAÇO. Se eu tivesse à mão um mouse PS/2 talvez tivesse sido mais fácil. Porém ainda foi muuuuito mais fácil e rápido do que reinstalar o Windows e todos os programas.
Se isso não funcionasse, antes de partir para o caminho de reinstalar tudo eu iria tentar trocar o arquivo C:\windows\system32\config\SYSTEM pelo backup em c:\windows\system32\config\RegBack e se isso também não funcionasse (afinal, era o backup da placa mãe anterior) eu iria tentar com o arquivo SYSTEM de outra máquina rodando a mesma versão do Windows.
Pensando bem… hora de colocar no meu kit de ferramentas arquivos SYSTEM de diversas máquinas diferentes. Isso pode me tirar de um sufoco um dia.
A propósito, eu soube que na versão mais recente do Windows 10 o atalho WINDOWS+PAUSE deixou de funcionar como nas últimas décadas. Se você usa isso como atalho para chegar ao Gerenciador de Dispositivos, é melhor se acostumar com o nome devmgmt.msc, porque você vai precisar dele mais vezes no futuro.
É fácil. Basta decorar mgmt.msc (ManaGeMenT) e adicionar alguns prefixos para ter acesso a algumas partes importantes do Windows sem precisar lembrar o caminho em cada versão:
Jeff, pra escapar dessa situação, comprei adaptadores: 1 de ps/2 para usb (vem com 2 entradas, uma pra mouse e outra para teclado), e também o inverso, de usb para ps/2 (individuais).
Ignore o hype que diz que a série se parece com Game of Thrones porque as únicas semelhanças notáveis são os peitos de fora (e os únicos que são minimamente interessantes são os de Anya Chalotra) e a direção e roteiro fracos das duas últimas temporadas de GoT.
No primeiro episódio já temos a corcunda que se teleporta diante de duas testemunhas que a conhecem e… ninguém comenta a respeito depois. Mousesack simplesmente desaparece durante sua fuga com a princesa como se tivesse ido bater um papo com os soldados inimigos. E você só vai chegar a esse ponto se não tiver desistido da série logo nos dois primeiros minutos, ao testemunhar a batalha de Gerart na água que em um momento é funda como uma piscina olímpica e no outro não passa de uma poça.
Inconsistências demais. Num episódio Gerart é praticamente invencível mesmo enfrentando sozinho monstros formidáveis e no outro apanha ou é quase derrotado por um humano qualquer. Numa hora Yennefer pode fazer coisas inacreditáveis e em outra fica parada como se fosse impotente. Aprendemos de forma bem didática que a mais simples magia requer sacrifício enquanto vemos grandes feitos não parecerem requerer sacrifício nenhum. Num episódio Gerart tem o nariz de um cão farejador e no outro parece que está com o nariz entupido. Criaturas “míticas” fazem coisas “impossíveis” (palavras do próprio Gerart) e nem o Lobo Branco, nem mais ninguém faz qualquer comentário posterior a respeito. Num universo sem regras não há emoção, porque o roteirista pode inventar qualquer coisa, qualquer problema e qualquer solução para o mesmo.
Constrangedor. Eu me considero uma pessoa de mente aberta mas da forma brusca e absurda como foi apresentado o romance de Duny com Pavetta até eu ia querer arrancar a cabeça dele, repetidas vezes.
A linha do tempo é propositalmente confusa. Passado e presente se misturam e só fui notar isso no episódio quatro. E continuou me confundindo até o episódio sete, quando passado e presente parecem ter finalmente se encontrado. O que o diretor tinha na cabeça quando decidiu fazer dessa maneira ainda é um mistério para mim. E mesmo quando estamos vendo apenas o passado, anos se passam de uma cena para a cena seguinte com os mesmos personagens, sem aviso, porque ninguém parece envelhecer nessa série. A Yennefer do episódio quatro é pelo menos trinta anos mais velha que a Yennefer do episódio três e mesmo prestando atenção ao diálogo você acha mais fácil acreditar que não entendeu o que foi dito do que acreditar que 30 anos se passaram de uma cena para outra. Eu achei que ela estava falando de modo figurado. Na minha opinião, cada flashback precisava vir acompanhado do texto “xx dias antes da invasão de Cintra”. Agora eu preciso assistir de novo só para colocar os eventos em seu devido contexto, mas não vejo nenhum ganho com isso. Em muitas obras o diretor me fez assistir de novo e eu fiquei grato pela surpresa mas o caso de Witcher é o primeiro em que eu fiquei p*to. Se isso for explicável por causa da minha notória dificuldade para lembrar de rostos eu aceito retirar a reclamação.
Os atores não são grande coisa. Henry Cavill, que é o único rosto conhecido, continua interpretando Henry Cavill. Pode ter sido a escolha perfeita para o papel de superman rabugento, mas tirando o mau humor não parece diferente de nenhum outro papel dele. E no quesito interpretação Anya Chalotra estava melhor antes de sua transformação.
Estou curioso para ver o que acontece na segunda temporada, mas só curioso. Se a série tivesse sido cancelada não ia me fazer a menor falta.
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Se tem está bem escondida, porque não aparece no manual também. Você não pode desabilitar o servidor DHCP nem definir uma faixa de endereçamento (pool DHCP). Até o mais vagabundo roteador que já configurei tinha a capacidade de desabilitar o DHCP para usar como um AP. E olha que o GF1200 custa mais de R$ 220!
Fiquei esperando a loja de um cliente fechar para eu poder instalá-lo como roteador principal (gateway) da empresa e quebrei a cara quando cheguei na parte de definir a faixa de endereçamento. Sem isso inevitavelmente o roteador vai dar a alguém um IP reservado para os servidores. Não avancei para a parte de definir DMZ e encaminhamentos mas pelo que eu vi, acho bem provável que eu teria outra decepção mais adiante.
A propósito, nunca testei um roteador Intelbras que não me causasse frustrações. Nunca causou arrependimento porque em nenhuma situação foi compra ou recomendação de compra minha. O campeão de decisões estúpidas de design é o AP300. Eu sinceramente não sei o que se passa na cabeça da divisão de software da Intelbras que é encarregada dos roteadores.
Eu até des-recomendo Intelbras. Toda vez é algo problemático. Tive um PABX em garantia que o suporte deles recusou a ajudar até eu pagar R$ 3500 por um treinamento online: “Sem treinamento no equipamento, não damos suporte” foi o que ouvi do SAC lá em 2011. desde então eles estão na minha “black list”.
Então a Intelbras está agindo como a Siemens? É bom saber. Mas evidentemente se trata de um produto corporativo pois se o treinamento *online* custava R$3500, eu chuto que essa central não deveria custar menos de 10mil. No meio corporativo eu “meio que” já espero esse tipo de golpe. A propósito, aprendi em 10 anos trabalhando na indústria que se você colocar no rótulo a palavra “industrial” pode ser até uma lata de cocô que alguém vai estar disposto a pagar 5mil reais por ela.
Os dois últimos episódios exageraram no dramalhão e eu não estou certo de que entendo por que o império precisava da ajuda de caçadores de recompensas para ir buscar a criança, mas com todos os defeitos essa série ainda tem melhor enredo e direção que muitos filmes do universo Star Wars.
Menção honrosa para Gina Carano. Estou tão acostumado com vê-la entrar muda e sair calada nos filmes que o desempenho dela me surpreendeu. Será que o diretor fez ela repetir as falas 30 vezes até ficar bom? Ou ela realmente sabe falar e ninguém dá chance a ela? Pensando bem, talvez eu a esteja confundindo com outra atriz…
Bom dia. Jefferson, essa série se passa após a queda do Império… o que ficou para trás são, digamos, “Senhores da Guerra”, ex-oficiais do Império com tropas ainda leais…
Eu me expressei mal. Até o momento em que o “cliente” era apenas um cara, um médico/cientista e meia dúzia de stormtroopers apelar para os caçadores de recompensas fazia sentido, mas depois que entrou em cena o Moff Gideon e somos apresentados ao armamento e tropa sob as ordens dele, deixa de fazer.
Ainda mais vendo que ele tem tanta gente sobrando que pode se dar ao luxo de (e tem o poder para) ordenar a morte de seu próprio pessoal só para “fazer uma entrada triunfal” sem temer deserção ou motim. Isso é para quem tem ainda mais cartas na manga do que o que estamos vendo.
Eu tive alguns problemas com os episódios de S02E01 a S02E03:
1)Logo nos primeiros minutos do primeiro episódio eu me aborreci quando vi ele usar uma arma que supostamente era muito cara e ele já havia exaurido, sem explicação de como ele arrumou dinheiro para recarregá-la.
2)Me incomodou o fato de que a criança não usou mais seus poderes (exceto a capacidade que ele tem de escapar de onde foi guardado, mas sempre para efeito cômico);
3)A batalha com o dragão mostrou muito a mão da Disney para o meu gosto. Quantos morreram naquela batalha? Ninguém? Dúzias? O cuspe do dragão derretia as pessoas ou só sujava de verde?
4)Para um experiente assassino e sobrevivente, ele parece cair em armadilhas muito estúpidas. A primeira foi com a bike no deserto e a segunda no navio.
Mas apesar disso eu gostei bastante. Continua tendo um nível mais alto que a maioria das coisas que tenho tentado assistir ultimamente.
Pois é, e mais uma: o “Baby Yoda” comer descaradamente os ovos da “Lady Frog”? O Mandaloriano simplesmente o repreende? A mãe não dá falta de uns quantos ovos? Quando vi aquilo fiquei até pasmo! E depois o Baby ir comer o ovo da aranha deu m****… tá faltando um “corretivo” nesse guri…
Concordo. Quando eu vi ele comendo o primeiro ovo eu já achei uma temeridade e me surpreendi com a falta de “ênfase” na resposta (eu tentaria fazê-lo vomitar). Daí em diante o comportamento do Mandaloriano quanto a isso foi ainda mais repreensível.
Quando vi aquilo fiquei até pasmo! E depois o Baby ir comer o ovo da aranha deu m****… tá faltando um “corretivo” nesse guri…
Eu tive a mesma impressão! E agora que ele não está ajudando em nada (exceto dedurar a escapada da mamãe sapo) devia ficar engaiolado o tempo todo.
Eu também não assisti a nenhuma animação do universo Star Wars. Para mim Tano até agora é apenas mais um personagem secundário, menos interessante que Kuiil e Peli.
Ah, mas essa é a questão… que é, digamos, “fã da franquia” vibrou com a aparição da Ahsoka… ela é um dos personagens “secundários” com mais potencial que apareceu até agora!
O termo “resenha” do título foi bem escolhido. Eu teria uma objeção pronta se ele tivesse chamado o que escreveu de “crítica” ou até de “análise”. Fanboy em ação
Com os episódios 6 e 7 da segunda, Mandalorian começa a abusar da minha paciência.
No episódio 6:
1)Aquele campo de energia provoca amnésia temporária? Ou seria um loop temporal? Só isso justifica o comportamento repetitivo de Mando.
2)A nave de Moff Gideon pôde destruir a de Mando com apenas um disparo, mesmo de algum ponto acima das nuvens, mas não fez *nada* contra a de Bobba Fett, que estava claramente ajudando Mando, mesmo quando este chegou bem perto dela.
3)Por que o poder de fogo usado para destruir a nava de Mando não foi usado para matar o próprio? Não havia risco de matar o garoto porque eles claramente sabiam onde o garoto estava (do contrário não teriam atirado na nave).
4)O garoto não fez nada para impedir sua captura, mas mais adiante se mostra bem capaz de lidar com inimigos. Claro, para isso a desculpa vai ser cansaço.
Etc, etc… isso é só do que me lembro uma semana depois de assistir ao episódio.
No episódio 7
1)É para a gente acreditar que o Império não tem os recursos materiais e pessoais para dar uma escolta para os transportes de minério ou reagir prontamente a um ataque? Que cada transporte que consegue chegar das minas é uma vitória? Mas tem os recursos materiais e pessoais para continuar construindo e perdendo transportes e respectivos condutores? Aqueles dois Tie Fighters estavam guardados para ocasiões especiais?
2)Qualquer que tenha sido o processo mental que levou Mando a mostrar seu rosto para múltiplos indivíduos, não houve o devido desenvolvimento. Sabemos que é imperativo para Mando salvar o garoto, mas era necessário deixar claro o conflito interno dele, porque também é um imperativo para um Mandaloriano que ninguém nunca veja seu rosto. O autor do script simplesmente jogou pro alto o desenvolvimento do personagem.
3)Faltou Mayfeld demonstrar o devido espanto com relação ao ponto anterior
4)Que espécie de sistema de reconhecimento facial é esse que dá acesso a um *total* estranho, desde que mostre o rosto?
5)Mando nem tem mais nave própria, depende de carona, e “lidera” um grupo de três pessoas contando com ele mas acha adequado ficar mandando mensagem “ameaçadora” para Moff Gideon? O cara que chutou a bunda dele pelo menos duas vezes?
O episódio 8 foi muito melhor que os últimos quatro. Aquele, sim, foi um momento adequado para Mando mostrar o rosto.
Mas ainda tenho reclamações a fazer:
1)Para onde foi Fett? Por que ele não reapareceu depois que as defesas da nave de Gideon foram desabilitadas? Poderia ter ajudado com os droides.
2)Como é que Mando assume que simplesmente jogar os droides para fora da nave vai surtir efeito?
3)Como é que surte efeito por tanto tempo? Os droides demoraram muito para se dar conta de que tinham a capacidade de navegar no espaço? Estavam esperando convite ou permissão para entrar na nave?
1) a desculpa seria de que se ele estivesse na nave quando a pessoa deus ex machina aparecesse, iriam se reconhecer e ia dar treta.
É uma “desculpa” para fans. Eu não faço idéia de qual a familiaridade de Fett com o “Deus ex machina” do episódio
E coloquei “desculpa” entre aspas porque o fato do roteirista não saber o que fazer nunca é desculpa válida. No mínimo o roteiro precisaria explicitar uma razão para Fett não ter voltado para ajudar, porque o óbvio seria justamente ele voltar.
Puxando pela memória e tentando me lembrar onde se encaixam na linha de tempo Jango Fett e Boba Fett eu consegui, sem pedir a ajuda ao Google, entender porque seria melhor Fett não estar na nave
Mas insisto que não é desculpa para não fornecerem uma desculpa.
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Eu comprei este por apenas 10 dólares na aliexpress. Saiu com frete grátis porque comprei outras coisas junto.
A idéia geral desse tipo de dispositivo é gerar um sinal de áudio que você injeta em uma das pontas do cabo e vai tentar ouvir do outro lado. É conveniente, mas não indispensável, porque em muitos casos (notadamente, telefonia, que tem apenas dois fios por circuito) você poderia colocar até um rádio a pilhas (qualquer coisa com um jack de saída de áudio) numa ponta e testar na outra com um headphone. O meu primeiro contato com esse tipo de coisa foi justamente quando eu estava aprendendo manutenção de redes telefônicas e o técnico mais antigo usava um gerador de áudio montado por ele mesmo (baseado em chip 555) alimentado por uma bateria de 9V. Qualquer aparelho telefônico servia como receptor, mas pela praticidade eu usava um telefone do tipo gôndola que tem todo o circuito no monofone como este no papel de “badisco”.
Entretanto o localizador feito em casa tem uma limitação: você precisa encostar as pontas do receptor nos fios já desencapados do outro lado. Localizadores especializados como este geram o sinal também na faixa de RF, que o receptor é capaz de detectar apenas encostando sua ponta no isolamento do cabo ou até mesmo a centímetros de distância do mesmo. Isso deixa o trabalho muito mais rápido e mais versátil, pois você pode localizar um cabo até no meio do caminho se, por exemplo, você precisar cortá-lo ali, sem precisar cortar todos os cabos até achar o certo.
Este modelo inclui como bônus um testador de cabos de rede perfeitamente usável, o que te poupa de carregar uma ferramenta extra. Ele pode ser usado também como teste de continuidade e de polaridade, mas nessas funções é tão “tosco” e de uso pouco intuitivo que eu nem vou falar delas. Um multímetro barato faz isso muito melhor e com maior versatilidade.
Como localizador de cabos
O cabo pode ser detectado a vários centímetros de distância, se uma das pontas estiver solta. Por exemplo, se for um cabo CAT5 e uma das pontas estiver plugada em um switch, só detecta encostando o receptor no cabo;
O tom gerado não muda se o cabo estiver conectado a um switch. Eu tenho um outro localizador cujo tom muda e achei isso útil porque às vezes ao conectar o cabo ao transmissor e perceber o tom diferente do que você esperava você já percebe que está plugando no cabo errado;
Função lanterna que ilumina o ponto onde você está apontando o receptor. Isso pode ser útil em locais pouco iluminados;
Saída para fone de ouvido, para as situações em que você não está sozinho e o ruído do testador vai incomodar terceiros;
Existem dois modos de ligar o receptor. Ao ligar a lanterna o receptor fica acionado o tempo todo, mas se você mantiver a lanterna desligada ele só opera enquanto você estiver com o botão “Push to test” pressionado.
Como testador de cabos de rede
Duas velocidades. Basta apertar o botão no transmissor para alternar entre elas. Mas ainda não é rápido o bastante, pois entre o LED 8 e o LED 1 ainda faz uma pausa incômoda;
Reconhece a presença de um switch na outra ponta como se fosse o receptor e faz o teste normalmente. Isso também ocorre com testadores comuns;
O receptor não precisa estar sequer com bateria para essa função, assim como um testador comum.
Análise geral
Requer duas baterias de 9V (uma, se você quiser usar apenas como teste de cabos);
Receptor encaixa no transmissor virando um objeto só, como é comum com testadores de cabo de rede;
Cabos inteiramente destacáveis. Você pode fazer os seu próprios se desejar. Não sou fã dos localizadores que tem os cabos fixos no transmissor;
Os conectores de bateria são frágeis. Eu tenho o hábito de deixar as baterias fora do aparelho, porque às vezes passo semanas sem usar e não quero que um erro de projeto ou esquecer o aparelho ligado me faça descobrir justamente na hora que preciso que as baterias não prestam mais. Isso também facilita o compartilhamento das baterias com outros aparelhos. Porém a fragilidade dos conectores sugere que para continuar fazendo isso eu vou precisar separar uma ferramenta só para a remoção dos conectores;
Não vem com estojo;
Eu preferia que a ponta do receptor não fosse tão “saliente”. Temo que em caso de queda ela possa quebrar;
Vem com um manual de instruções em um inglês ruim mas compreensível.
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Eu comprei esse cabo na aliexpress por apenas 4.29 dólares. Não paguei frete porque comprei junto com outros produtos totalizando 15 dólares e ganhei frete grátis. O mesmo anúncio tem dois produtos mas eu comprei o que tem suporte a fonte externa, porque permite usar HDDs de 3.5″. O cabo não vem com fonte, o que barateia o produto e de qualquer forma eu prefiro usar fontes de minha confiança.
A idéia é usar como substituto das docking stations, que mesmo no modelo USB 2.0 custam pelo menos quatro vezes isso.
Resultado dos testes até agora:
Velocidade de gravação sustentada de 110MB/s (é realmente USB 3.0);
Integridade dos dados preservada. O checksum de 170GB de dados copiados conferiu com o original. Pode parecer estranho eu testar isso, mas já comprei cases USB que corrompiam os dados.
Apesar dos problemas com o correio o pacote com todos os itens chegou em apenas 24 dias e não fui tributado.
Eu tenho muitas fontes 12V para escolher. Para essa finalidade, geralmente uso fontes de roteadores sagemcom velhos de pelo menos 2A que tenho aqui, embora essa capacidade de corrente não seja realmente necessária para alimentar um único HDD. Eu uso porque estão sobrando e confio nelas, pois posso colocar até em curto que isso não as danifica.
Comprei uma destas e utilizei por duas semanas sem problema, até que resolvi ligar na TVbox para assistir um filme que tinha digitalizado do VHS. Nos 30 minutos, de 140, travou. Liguei no computador e travou no mesmo tempo. Copiei o arquivo para o computador em problema com control C / control v e o filem foi exibido sem problemas. Digitalizei outra fita VHS, assisti no computador e depois copiei para outro HDD, esse novo, zero bala. Travou nos 30 minutos também. Desisti de assistir filmes por ele.
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Encontrei na Netflix. Até agora só assisti a dois episódios mas estou gostando do enredo, dos valores de produção, dos atores e da direção. Com exceção de William, ainda não estou certo de que gosto dos personagens.
Em S01E08, Niko não ter aproveitado para ajudar Cas a neutralizar Sasha e ao invés disso deixá-lo “preso” justamente onde ele tinha controle da nave foi inacreditável.
Depois de tudo por que passaram em S03E03, o comportamento deles em S03E05 é de uma estupidez assombrosa. Pontos especiais para Bernie, cuja irresponsabilidade contribuiu para a catástrofe em S01E08. Essa gente definitivamente não parece ter nenhum treinamento. Parecem um monte de civis que foram escolhidos em sorteio de acordo com suas especialidades e jogados dentro da nave.
E após a tripulação encontrar um planeta habitável e deserto se comporta como se fosse Star Trek, onde esse tipo de ocorrência é corriqueira. Nada do assombro e euforia que esse tipo de coisa deveria provocar.
O problema apareceu repentinamente enquanto eu estava usando o computador ligado ao no-break. Eis o que diz o manual a respeito:
O primeiro problema que eu tive ao ler isto foi entender: como eu diferencio bip curto do bip “normal” (os bips que eu ouvia não eram o que eu chamaria de “longos”)? O que significa “desliga a entrada do no-break”? Quem escreveu esse manual precisa se colocar no lugar do usuário.
Mas após ponderar sobre os dois você só chega a uma conclusão: em qualquer caso é defeito do no-break e deve ser levado para conserto.
Porém, apesar do que diz o manual, pode ser a bateria.
Se você já abriu um número suficiente de no-breaks para trocar a bateria já deve ter se deparado com a cena: em um dos terminais se formou uma crosta azul-esverdeada, que também ocorre com baterias automotivas, que em alguns casos já destruiu a capa plástica do terminal e nos casos mais severos já rompeu o fio e danificou o terminal da bateria. Foi isso o que aconteceu no meu no-break. A bateria original estava muito danificada para testar com ela mas com outra bateria o no-break parece operar normalmente.
Meu melhor palpite é que a “engenharia” da APC (que comprou a Microsol e deve estar empregando os mesmos engenheiros) não sabe (ou não quer) detectar um mero mau contato na bateria. Eu entendo que o sensor pode mesmo detectar uma sobretensão caso o terminal seja desconectado porque a tensão de carga, que não deveria passar de 13.6V, é de 15.6V com a bateria desconectada (confira aos 2min44s deste vídeo). Mas o manual poderia dizer “verifique a conexão da bateria interna” antes de “encaminhe para a autorizada”.
Já peguei alguns nobreaks assim por aqui, alguns tive que trocar o conector que vai na bateria de tão danificado que estava. Você tem usado alguma marca em particular para reposição?
Aqui em casa e nos clientes eu tive boas experiências com essa estacionária da Moura: (https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-904620538-bateria-selada-agm-moura-7ah-12v-brinquedo-nobreak-lanterna-_JM#position=1&type=item&tracking_id=e11e9a53-0b6f-463c-a7b7-18147d94bdaa). Acho que a que estou usando aqui já está com mais de 3 anos num SMS 600VA e ainda está segurando bem as quedas de energia já que não tive muita sorte com outras marcas como CSB e Unipower, que param de funcionar com pouco mais de 1 ano.
Um cliente meu tem um nobreak industrial com 16 baterias de 220Ah da Freedom e também tem durando mais de 5 anos tranquilamente.
Nesse mesmo cliente quando algumas baterias começaram falhar, o técnico/eletricista que fez a instalação foi trocou elas, mais um tempo depois viram que quando caia a energia o nobreak desligava. Chamaram o técnico novamente, ele checa todos os conectores e tenta religar o nobreak novamente, ele liga normal. Ele sai de perto e uma das baterias explode, sujando tudo e fincando a tampa da bateria no forro de gesso(que ainda está fincada lá, 2 anos depois).
Depois do susto, contataram a empresa que fornece o nobreak e o técnico disse que não se pode substituir só algumas do grupo, quando começa a falhar alguma tem que trocar todas, para que não haja uma carga/descarga desigual(quem estalou não sabia O_o).
Você tem usado alguma marca em particular para reposição?
Não. Eu coloco o que tiver disponível.
Acho que a que estou usando aqui já está com mais de 3 anos num SMS 600VA e ainda está segurando bem as quedas de energia já que não tive muita sorte com outras marcas como CSB e Unipower, que param de funcionar com pouco mais de 1 ano.
Para essa categoria de bateria eu só compro Moura. Também não confio nessas outras marcas.
Nesse mesmo cliente quando algumas baterias começaram falhar, o técnico/eletricista que fez a instalação foi trocou elas, mais um tempo depois viram que quando caia a energia o nobreak desligava. Chamaram o técnico novamente, ele checa todos os conectores e tenta religar o nobreak novamente, ele liga normal. Ele sai de perto e uma das baterias explode, sujando tudo e fincando a tampa da bateria no forro de gesso(que ainda está fincada lá, 2 anos depois).
Depois do susto, contataram a empresa que fornece o nobreak e o técnico disse que não se pode substituir só algumas do grupo, quando começa a falhar alguma tem que trocar todas, para que não haja uma carga/descarga desigual(quem estalou não sabia O_o).
Não é a primeira vez que me dizem que todas tem que ser trocadas, mas é a primeira vez que alguém me diz que pode explodir. E por falar nisso, em muitos aparelhos eletrônicos que usam pilha AA ou AAA existe a recomendação para nunca misturar pilhas novas com velhas e eu sempre fiz isso impunemente. Nunca estive numa posição de ter que decidir entre trocas todas as baterias de um banco ou apenas algumas e sabendo que um conjunto de apenas oito baterias estacionárias Freedom de um de meus clientes sai por uns R$8000 eu também estaria inclinado a trocar apenas as que falharam, antes de você ter me dito que a coisa explode.
Aqui na empresa (e em casa também) eu meio que “padronizei” no-breaks e estabilizadores com o fabricante NHS… acho que esses ainda são os “melhorzinhos”…
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Para agilizar a reinstalação do Windows para o cliente do qual falei no post anterior, eu tenho uma imagem Trueimage (poderia ser qualquer outro software, como o Macrium Reflect) das instalações para cada modelo de placa mãe usada na empresa. Com isso uma reinstalação que demoraria normalmente entre 40 minutos e uma hora, sujeita a erros (muitos detalhes de configuração do Windows específicos para esse cliente) e exigindo minha atenção durante uma boa parte desse processo, fica reduzida a apenas uns 10 minutos, durante os quais eu posso fazer outra coisa. E já fica tudo pronto. O único problema é a licença do Windows, que precisa ser a que está atrelada a cada máquina para evitar problemas com a ativação.
Para contornar esse problema eu aproveito que em todas as máquinas eu já divido o HDD em duas partições para colocar na segunda, que eu não preciso apagar ao reinstalar, dois arquivos .bat:
Em cada máquina este segundo .bat contém a sua chave correta de licença. Eu não sei se realmente eu preciso apagar a licença existente antes de instalar a correta, mas faço assim mesmo por precaução.
Então após restaurar a imagem eu inicio o Windows com a máquina desconectada da rede, rodo apagar_chave_windows.bat e em seguida instalar chave windows.bat
O correto mesmo é apagar a licença do Windows antes de criar a imagem, para evitar iniciar o Windows com a licença errada e a máquina acidentalmente conectada à rede. Eu faço isso, quando lembro.
Até agora eu não tive problema com a ativação usando esse processo. Em teoria você pode acelerar a ativação rodando o seguinte comando:
slmgr.vbs /ato
Mas não funcionou comigo. A ativação sempre ocorre “quando quer”.
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Um de meus clientes tem cerca de 17 computadores em um ambiente agressivo que me obriga a reinstalar o Windows com certa regularidade e um dos momentos mais chatos é ter que digitar as licenças. Como se não bastasse a licença ser enorme e difícil de lembrar, com tantas fontes que poderia ter escolhido a MS usou justamente uma onde é difícil distinguir entre os caracteres “B”, “8” e “3”. Eu consegui reduzir bastante meus episódios de frustração usando um leitor de código de barras comum USB do tipo HID (emula um teclado) e codificando as licenças do cliente no formato Code-128.
Cole ou digite a licença no campo Data (preferencialmente sem os traços);
Clique em refresh;
O código vai aparecer à direita. Clique em download para salvar como um arquivo GIF.
No Windows o arquivo GIF abre por padrão no Internet Explorer e se você tentar imprimir sem fazer nenhum ajuste o leitor não vai reconhecer o código, porque um pedaço dele vai se perder na impressão. Para imprimir corretamente vá na configuração de impressão do IE e coloque uns 15mm de margem esquerda. O código é enorme, ocupando quase toda a largura de uma folha de papel A4, mas com um editor de imagens você pode colocar pelo menos 10 códigos em uma página se não quiser sacrificar a altura deles (são impressos com 2cm). Reduzindo a altura pela metade você não deve ter nenhum problema para ler e cabem mais licenças numa única folha de papel.
Notas
É recomendável usar uma impressora laser que esteja imprimindo bem. Não sei se uma impressora jato de tinta qualquer vai dar conta do recado;
Testado no instalador do Windows 8.1. No Windows 10 isso é menos importante porque você pode postergar a digitação da licença para quando estiver dentro do Windows, podendo usar então copiar e colar;
Antes de testar no instalador do Windows, teste no Bloco de Notas. Se não funcionar neste não vai funcionar no outro. O problema mais comum é justamente a impressão “engolir” uma parte do código à esquerda. Se o código não estiver sendo reconhecido e você tiver certeza de que codificou com Code-128 e a impressão está boa, confira se os primeiros traços à esquerda do código na imagem salva correspondem aos primeiros traços que você vê na impressão;
Você pode codificar com os traços também, mas ó código vai ficar mais longo e mais difícil de ler;
Você pode colocar várias licenças de uma vez no campo Data, uma por linha, marcar “Generate one barcode per row” e clicar em refresh. Apenas um código vai aparecer na visualização, mas quando você clicar em download vai baixar um arquivo zip com todos os códigos em imagens distintas;
Clique no ícone de engrenagem no canto superior direito da visualização para acesso a opções. Uma delas é poder salvar em outros formatos.
Uma impressão menor seria mais elegante, mas para não dificultar desnecessariamente a leitura eu imagino que teria que usar algo como um QR Code. E infelizmente não conheço uma solução prática de leitor de QR Code com saída emulando um teclado.
Se estiver errado me avisa. Eu tenho um cliente com esse problema, então eu coloquei toadas as licenças em um TXT e mandei para um pendrive. Após a instalação do windows, coloco o pendrive e copio e colo a licença. Que eu saiba, só o windows server 2016 não permite iniciar a instalação sem uma chave.
O Windows 8.1 usando a mídia original não permite a instalação sem chave. Para instalar sem chave você precisa estar usando uma mídia modificada. Eu suponho que o mesmo se aplique ao server 2012.
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A propósito, eu soube que na versão mais recente do Windows 10 o atalho WINDOWS+PAUSE deixou de funcionar como nas últimas décadas. Se você usa isso como atalho para chegar ao Gerenciador de Dispositivos, é melhor se acostumar com o nome devmgmt.msc, porque você vai precisar dele mais vezes no futuro.
É fácil. Basta decorar mgmt.msc (ManaGeMenT) e adicionar alguns prefixos para ter acesso a algumas partes importantes do Windows sem precisar lembrar o caminho em cada versão:
comp…mgmt.msc
disk…mgmt.msc
dev…mgmt.msc
fs…mgmt.msc
Jeff, pra escapar dessa situação, comprei adaptadores: 1 de ps/2 para usb (vem com 2 entradas, uma pra mouse e outra para teclado), e também o inverso, de usb para ps/2 (individuais).
Boa a ideia de guardar a pasta system.
Eu nem sabia que isso existia. Obrigado por me chamar a atenção para isso.
Eu me referi ao arquivo SYSTEM e não à pasta system. Se você quiser guardar a pasta inteira, deve ser a system32