 Jefferson,  16 de outubro de 2016, CFTV Sabe aquele desenvolvedor que tem trocentas apps para visualização de câmeras de vigilância que você não consegue diferenciar? MEye, VMEye, TMEye, VMeyeSuper, etc, etc, etc?
Várias apps dele pararam de funcionar no Android 5 e como ele parecia as ter abandonado achei que nunca iriam funcionar. Mas este mês finalmente ele começou a compatibilizar algumas. Se você precisava delas, dê uma olhada.
Aproveitando isso eu gostaria de comentar sobre o desgosto que tenho com o sistema de avaliação da Play Store. A Google faz uma modificação no Android que sai inutilizando apps no atacado e o que acontece? Os usuários que atualizaram o SO começam a dar notas negativas às apps porque deixaram de funcionar!
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 Jefferson,  15 de outubro de 2016, E de qualquer entusiasta amador disposto a gastar a partir de R$600 em uma câmera LPR (Licence Plate Reader).

Por módicos 165 dólares você pode adquirir na China uma câmera 1080p, h.264 com interfaces IP e vídeo composto capaz de ler placas de veículos se movendo a até 50km/h. Quer gastar menos? Por R$135 dólares você leva um modelo mais modesto de menor resolução e sem conectividade com a rede, que se comunica por RS485. Tem até um joystick no cabo para você poder configurar sem precisar de computador.
Isso é tudo o que, por exemplo, o dono de um estacionamento precisa. Já numa aplicação mais profissional onde você não tem controle sobre o ambiente pode precisar desembolsar mais de 400 dólares por um modelo imune a ofuscamento por faróis e capaz de ver carros se movendo a mais de 100km/h como se estivessem parados. Procure por “plate capture camera” ou “plate recognition camera” no seu site chinês preferido. Mas cuidado: tem umas ofertas ainda mais baratas de camera supostamente LPR, por 90 ou até mesmo 35 dólares, mas que não faço a menor idéia de como o número das placas é obtido porque as cameras não tem qualquer tipo de interface de comunicação.
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 Jefferson,  14 de outubro de 2016, O exemplo a seguir abre a porta de entrada TCP 3050, que é a porta default requerida para a operação do Firebird.
netsh advfirewall firewall add rule name=”Firebird 3050″ dir=in action=allow protocol=TCP localport=3050
requer permissões de administrador
Em “name” você pode escrever o que quiser. É apenas o nome que vai aparecer na lista de exceções do firewall.
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 Jefferson,  14 de outubro de 2016, Eu não sei quanto a você, mas eu acho irritante e frustrante o default do Windows desde a versão 7 de esconder os ícones da barra de tarefas agrupando-os em um menu. Toda vez que instalo ou reinstalo o Windows eu preciso procurar pela opção. É mais fácil colocar em um arquivo batch de instalação a seguinte linha:
reg add “HKCU\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Explorer” /f /v EnableAutoTray /t REG_DWORD /d 0
Que vai colocar o valor zero na opção “EnableAutoTray” do Explorer.
Só vale para o usuário corrente. Só começa a valer após fazer logoff e logon novamente.
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 Jefferson,  14 de outubro de 2016, Além daquelas apps “metro” do Windows 8 serem incrivelmente limitadas em um desktop, são uma grande fonte de distração em uma máquina corporativa. Você pode removê-las clicando em uma por uma com o botão direito e escolhendo “desinstalar”, mas é um saco, principalmente quando você vai fazer em dezenas de máquinas.
Até agora estou tendo sucesso com o seguinte, que é uma combinação de batch com powershell:
Salve a seguinte linha em um arquivo com extensão “.ps1”.
Get-AppxPackage | Remove-AppxPackage
E execute o arquivo a partir de um batch da seguinte forma:
powershell -executionpolicy bypass -File remove_modern_apps.ps1
No exemplo acima, “remove_modern_apps.ps1” foi o nome que dei ao primeiro arquivo
Não requer permissões de administrador. Mas desinstala apenas para o usuário corrente.
OBS.: Não desinstala o Internet Explorer, nem a Windows Store.
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 Jefferson,  14 de outubro de 2016, Segundo o site da Argox isso poderia ser problema de comunicação, entulhamento de papel, ou algo que ia requerer uma visita à assistência técnica. Depois de apanhar uns bons minutos descobri que o problema só ocorria com o cabo plugado, mesmo que você não mandasse imprimir nada e só depois de entrar no Windows.
A impressora estava ligada pela porta serial. As instruções da Argox se limitam a dizer “checar a velocidade”. Ou seja: nada que se aproveite.
A usuária disse que no meio de uma impressão havia parado “do nada” e até me mostrou a etiqueta semi-impressa. Isso me tirou do caminho correto temporariamente, mas na primeira vez que reiniciei o computador vi uma “splash screen” bem grande de um programa da Filizolla executando automaticamente e desconfiei dele, mas a usuária novamente me colocou no caminho errado ao me dizer que a comunicação com as balanças era “pela rede”. Mais alguns minutos e descobri que havia um outro dispositivo serial na máquina, que era da comunicação com as balanças. Aí finalmente segui pelo caminho certo. O programa da Filizolla havia sido instalado horas antes e pode se comunicar com múltiplas balanças e por isso pode abrir múltiplas portas seriais ao mesmo tempo. E o técnico havia incluído na lista a porta onde estava a impressora.
Bastou achar a configuração, desmarcar e reiniciar o computador para resolver o problema.
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 Jefferson,  14 de outubro de 2016, Foi o Bradesco, que agora tem o http://bradesco.b.br e, mais estranho ainda, http://banco.bradesco.
Pior: você digita no seu browser bradesco.com.br e automaticamente vai para banco.bradesco e quando escolhe uma das opções de pessoa jurídica vai parar em bradesconetempresa.b.br. Você fica saltando de um domínio para outro, em três TLDs diferentes!
Você poderá entender minha “bronca” com esse comportamento ao reler o que eu disse em 2015 sobre gTLDs serem uma palhaçada (nos comentários) e em 2012 sobre uma empresa ter múltiplos domínios (também nos comentários).
O domínio .b.br, destinado exclusivamente a bancos, foi criado em 2008 e o Bradesco comprou o gTLD .bradesco em 2015.
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 Jefferson,  14 de outubro de 2016, É a segunda vez que isso acontece com um cliente e aparentemente só ocorre no Internet Explorer 11 ou mais recente.
Basta colocar o site do Bradesco na lista do Modo de Exibição de Compatibilidade para resolver o problema.
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 Jefferson,  07 de outubro de 2016, Filmes Eu estava querendo ver Midnight Special desde que vi o trailer em fevereiro e não me decepcionei. Durante metade do filme você fica se perguntando o que está havendo, porque os acontecimentos que levaram os personagens a agir como agem vão sendo narrados aos poucos. O ritmo é lento, mas satisfatório para um drama de ficção científica. A trilha sonora é boa, assim como os atores, incluindo o garoto. E a direção embora não seja um primor não me incomodou, o que já é muito bom considerando os últimos filmes que assisti. A única coisa que não entendi no roteiro foi como alguém que tem sua foto de procurado na TV não pensa em pelo menos cortar o cabelo.
Não adianta tentar explicar. Se gosta de ficção científica dramática, sem vilões [1] ou maniqueísmo de qualquer tipo mas um monte de perguntas sem resposta, dê uma chance a Midnight Special.
[1] mesmo quando parece haver, não há de fato. O que me surpreendeu positivamente.
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 Jefferson,  07 de outubro de 2016, Filmes Mas não deu.
A expectativa era elevada. Afinal decidiram fazer de conta que o segundo filme não existiu e não dava para fazer algo pior que Into The Darkness, certo?
Certo?
Aummmmm…
Por onde começo?
- O filme tenta demais ser engraçado e exagera. O encontro de Kirk com os Teenaxi e o de Scott com Jayla são exemplos embaraçosos disso;
- Eu entendo que apreciar um filme de ficção científica pode requerer altas doses de suspensão de descrença. Estou pronto para aceitar a gravidade artificial (porque é necessário para não engessar a maioria das tramas), que do espaço os sensores da Enterprise possam dizer ser há vida no planeta e onde e até localizar com precisão de metros um objeto minimamente radioativo (seguro para humanos) do tamanho de um ovo de codorna. Mas eu não acho que isso autorize o roteirista a me tratar como idiota e exigir que eu ignore tanto, tantas vezes e desnecessariamente os princípios fundamentais da física. Principalmente aqueles que um ser humano não pode ignorar se quiser viver. Eles nem tentam dizer que as naves, os salva-vidas e até os torpedos da enterprise são feitos de um tipo especial de borracha espacial capaz de anular os efeitos da inércia. Eles querem que eu veja gente saindo ilesa dos impactos sem que isso me distraia. Pior que isso é não haver consistência: Scott pode se salvar da queda de dezenas de quilômetros desde o espaço até a superfície do planeta dentro de um torpedo adaptado às pressas, mas aqueles últimos 200 metros de queda é que o teriam matado, né? Acho que “passar do chão” é o que mata no universo desse pessoal;
- Não podemos esquecer os drones minúsculos que tem sua própria atmosfera e que podem abrir uma porta para o espaço sem sufocar Bones e Spock. Duas vezes!
- O alto comando da federação é retratado como palerma. O quê? uma fêmea de uma espécie desconhecida chega pedindo ajuda que requer atravessar uma perigosa nebula que vai bloquear comunicações e ingressar em território nunca mapeado e o que fazem? Claro! Agora mesmo! Vamos mandar nossa melhor nave! E com a tripulação completa!
- Kirk é retratado como um palerma. Ao chegar nas vizinhanças de um planeta desconhecido eles são recebidos por uma força desconhecida. O que um comandante da frota estelar (aquela organização que supostamente é não-militar e atua como força de paz interestelar) deveria fazer? Recuar imediatamente, certo? O que Kirk faz? Ataca com tudo o que tem o que bem poderia ser (e de certa forma era mesmo) a força de defesa do planeta. Macacos me mordam, eu fiquei pensando na cadeira: recue, recue, RECUE! (eu estava ainda acreditando na seriedade do roteirista) E Kirk só tentou fazer isso quando percebeu que não era o maior cachorro naquela briga e não tinha mais como;
- Kirk tem uma idéia insana para fugir do planeta. Ele testa primeiro com a tripulação não essencial a salvo em algum lugar, já que o teletransporte está funcionando e o inimigo já está saindo do planeta mesmo? Claro que não. O filme só fica emocionante se você testar suas idéias insanas com toda a tripulação dentro da nave!
- Se você é obrigado a atravessar uma nebula é porque ela é tão enormemente larga que mesmo a velocidade de warp contorná-la levaria tempo demais. Mas no final do filme o diretor dá a impressão de que a estação Yorktown foi construída bem pertinho da nebula, o que seria algo bastante questionável do ponto de vista da segurança de todos os que vivem ali. O espaço é enorme! Onde será que devemos construir nossa imensa estação espacial e entulhar com milhões de civis? Bem do lado dessa imensa parede cujo outro lado não podemos ver e nossos sensores não alcançam, claro!
- Mas que “arma suprema” idiota…
- E que vilão sem graça é esse, gente!? Tragam Khan de volta!
Assistir de novo a um episódio qualquer de Enterprise é um uso muito melhor do meu tempo que ver esse filme. E olha que eu assisti a Star Trek 2009 umas cinco vezes e apreciei todas elas.
O que se salva no filme? A cena em que Bones e Spock discutem sobre o colar de Uhura.
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Acho a loja do Android uma verdadeira “Zona”: ali tem de tudo: tanto coisa boa como porcarias: já a loja do WM não tem quase nada mas tem muita coisa boa. E a loja do IOs realmente não conheço MAS, considerando o “controle” que a Apple tem sobre seu SO/hardware DEVE ter coisa boa…
O problema da loja do iOS comparada com a loja do Android é “fartura”. “Farta” muita coisa lá. Não tanto quanto na loja do WM, tenho certeza.