Há anos Dogma tem estado na minha fila para assistir, mas a recente morte de Alan Rickman me fez colocar outros filmes dele na fila e dar prioridade a este. Eu tentei assisti-lo uma década atrás e não lembro por que parei, mas acho que na época eu tinha menos estômago para a brutalidade sem sentido de certos personagens. Hoje eu sou fã de Supernatural e diante dessa série a brutalidade de Dogma é até farsesca. Aliás, é possível enxergar os arcos mais recentes de Supernatural (desde que os anjos entraram em cena) como uma ampliação das idéias do filme de Kevin Smith.
É preciso ter em mente do primeiro ao último minuto que se trata de uma comédia de absurdos, estilo que não é exatamente do meu agrado, para não questionar a capacidade do diretor. E os efeitos especiais denunciam a idade do filme, mas os diálogos são interessantes (dá para pescar alguma filosofia no mar de palavrões) e é preciso prestar atenção, porque se fala muito e bem rápido em Dogma.
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Quando eu comecei a ganhar um dinheiro extra vendendo peças de automação aqui em Recife eu criei este blog para dar suporte aos meus clientes. Isso foi em 2012 e nunca divulguei aqui porque não quero misturar minhas atividades comerciais com as que faço sem nenhum intuito de ganhar dinheiro. Entretanto, essa separação da informação sempre me incomodou, por isso decidi por ora fazer um link “unidirecional”: vocês, leitores de longa data, podem saber sobre automalabs, mas prefiro que os leitores de automalabs não saibam nada sobre minhas outras atividades. Eu sei que é impossível garantir isso, mas pelo menos não quero deixar escancarado.
Sempre lembrando: eu sou um técnico em eletrônica medíocre. Estou sempre disposto a ensinar o que sei e me esforçando para não dizer bobagens, mas não esperem que o que eu digo sobre eletrônica seja a última palavra sobre o assunto.
As regras por enquanto são:
Eu só respondo questões nos comentários que sejam de clientes ou de leitores habituais que eu reconheça;
Ao comentar lá, use um endereço de e-mail que já tenha usado para comentar aqui, ou seu comentário terá grandes chances de nem ser publicado;
Nenhum comentário deve ser feito que permita fazer a ligação entre minhas atividades;
Nenhum comentário deve ser feito que indique competidores;
Eu mantenho meu direito geral de vetar e editar comentários por qualquer razão.
Eu tenho meia dúzia de unidades que comprei para revender, mas não uso o RPi para nada. Não sou proficiente em Linux, o RPi é muito fresco com alimentação e o GPIO opera a 3,3V sem tolerância a 5V. Acrescente a isso o fato de que é relativamente caro e difícil de consertar. Muitas complicações para o meu gosto.
E como media player básico ele apanha em desempenho da maioria dos Media Players (S9, Egreat)que tenho.
Eu posso a qualquer momento voltar a mexer com ele. Mas nunca me empolguei.
Muito bacana, Jefferson. Mas eu fiquei curioso, você poderia dar alguns exemplos aqui pra gente que é leitor antigo de quais projetos de automação você tem executado? Seus projetos são voltados para clientes pessoa jurídica ou tem algo que atenda pessoas físicas também?
Eu ainda não estou “vendendo” esse tipo de trabalho de automação. Eu só vendo peças. Minha automação com arduino por enquanto é para uso pessoal. Nas raras ocasiões em que eu faço um trabalho de automação para empresas é usando CLPs Mitsubishi e/ou Delphi, herança de meus dez anos como técnico em eletrônica industrial.
Tendo dito isso, uma vez um cara comprou uns R$500 em peças para fazer um projeto e me consultou se eu poderia mandar pronto, já programado com as especificações dele. Era algo simples. Eu aceitei sob a condição de que apenas garantia o funcionamento como especificado, mas não daria suporte, mandaria o código-fonte e ele se viraria para fazer qualquer debug no local. Ele aceitou minhas condições e o preço (apenas R$99 pelo programa) e então eu fiz.
Ele recebeu o pacote dia 21/03/14. No dia 23/05/14 (dois meses depois) veio pedir suporte porque não estava mais funcionando. E ele não tinha a menor idéia de como trabalhar com um Arduino. Eu me limitei a oferecer a ele que mandasse de volta para mim para que eu pudesse avaliar.
Para não ter esse tipo de aborrecimento eu não ofereço esse tipo de trabalho. Eu ainda não sou proficiente em C++ e tenho certeza de que o projeto vai precisar de ajustes quando colocado em condições reais de uso. Se o cliente for de Recife o custo de meu tempo para ficar indo ao local de instalação para fazer debug é alto. Muito mais alto que os R$99 que estou disposto a cobrar para desenvolver um software simples no meu tempo livre. E se não for de Recife o cliente vai se estressar.
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A Walmart compartilhou meu cadastro com os responsáveis pelo domínio “lugardedivulgar.com.br” e agora recebo SPAM querendo me vender o pacote NET COMBO da NET. Eu sei que foi a Walmart porque cada empresa onde me cadastro recebe um alias/forwarder único do meu domínio e o que dei para a Walmart é “inadivinhável”.
Por outro lado, hoje a maior quantidade de SPAM que recebo vem de um único spammer estrangeiro que descobriu meu endereço principal do gmail, o qual eu não divulgo[1]. O gmail classifica tudo corretamente como SPAM, mas eu gostaria que tudo fosse direto para o lixo. Se eu conseguisse filtrar todas as mensagens vindas dos seguintes TLDs:
.club
.date
.party
.science
.top
.xyz
.link
e enviadas diretamente para o meu endereço no gmail (e não para um de meus aliases), eu já poderia me livrar automaticamente de quase tudo, mas não estou acertando fazer esse filtro. Em teoria, bastaria por exemplo usar como filtro “from: *.date”, mas estou tendo resultados inconsistentes. O gmail encontra as mensagens quando faço uma busca na caixa de SPAM, mas especificamente as mensagens de *.date ele não está deletando automaticamente, embora apague as dos outros.
O caso mais difícil de entender é o de *.link. Não fiz um filtro com isso porque o gmail retorna mensagens na busca que não tem *.link no campo “from:”.
[1] Eu tenho algumas teorias para explicar como o spammer descobriu meu endereço:
Qualquer um dos desenvolvedores de apps para Android que autorizei a ver minha conta;
Uma das pouquíssimas pessoas a quem eu confiei meu endereço no gmail pode ter dado acesso à sua lista de contatos para um spammer;
Algum dos poucos blogs onde eu comento usando minha conta no gmail pode ter compartilhado meu endereço, talvez não voluntariamente. Eu imagino que não seja difícil o autor de um plugin de comentários qualquer ter o objetivo oculto coletar e vender essa lista de emails.
Uma suspeita quanto aos dominios “.date” e “.link”, cujos filtros não estão funcionando: pode ser que “date” e “link” sejam palavras reservadas internamente ao sistema de webmail do gmail.
É o melhor palpite até agora. Mas é curioso que .date não falhe completamente. Eu deixei esse filtro ativo e alguns emails vão para a lixeira e outros não.
Já .link eu sequer deixei ativo porque já mostra que não funciona quando você faz uma busca.
Parece que a Google fez algo a respeito dos TLDs que estavam sendo usados para SPAM. Já faz algum tempo que o SPAM não estava mais aparecendo nem na minha lixeira por isso experimentei remover alguns dos filtros e mesmo assim não recebo SPAM desses TLDs.
… ainda falta muita coisa para que eu possa dizer que é “bom”.
O maior problema do livro de Rick Yancey para mim pode ser que pela primeira vez a palavra “derivativo” não saiu da minha mente durante a leitura. E eu definitivamente não sou o tipo de pessoa obcecada por originalidade. O danado é que o livro parece copiar idéias demais. A estória se assemelha tanto a “The Host” (“A Hospedeira”) em certos momentos que parece até querer parodiar o livro de Stephenie Meyer.
Mas os problemas não acabam aí. Falta emoção, é sério demais e deprimente: o livro já começa com 7 bilhões de humanos mortos e prossegue com os que sobraram sendo caçados e mortos sem qualquer chance de sobreviver a não ser se manter escondidos até mesmo uns dos outros. Mais deprimente que isso, só copiando também o sadismo de James Dashner.
O primeiro terço do livro intriga e a estória em geral é inquietante. O autor sabe confundir o leitor. Uma hora você acha que sabe mais que os personagens e um momento depois você conclui que não faz idéia do que está havendo. Mas logo isso fica maçante e não me parece o tipo de obra que valha a pena passar mais de doze horas lendo. Tive a impressão que um filme de duas horas é perfeitamente capaz e mostrar tudo dele que vale a pena.
o trailer do filme chamou minha atenção (confesso, tem tempo que me falta ânimo para leitura), e eu também senti um dejavu com A Hospedeira. Começou a passar essa semana, vou tentar ir ver no cinema.
Assisti o filme neste sábado e ele lembra muito A Hospedeira, não acrescentou muita coisa. Achei o filme aceitável, mas achei “A Hospedeira” bem melhor.
Vi e achei muito água com açucar. Não entendi se vai ter continuação ou não. A hospedeira também não é uma obra prima mas também o achei “a bit more” interessante que esse.
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Prometheus deixou bastante a desejar, mas no quesito “supervalorização” acho que Interestellar ganha disparado. Apesar de alguns momentos “WTF!” Prometheus é interessante e consigo ter vontade de ver novamente. Interestellar? Meeehh… Não consigo lembrar de nenhuma cena ou diálogo do filme que valha a pena ver de novo.
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A premissa de The Time Traveler’s Wife (Te Amarei para Sempre – 2009) não faz nenhum sentido e para apreciar o filme você precisa estar no humor certo para contemplar as implicações para o romance e subseqüente casamento de um homem que salta involuntariamente para trás e para frente no tempo.
Existem uns poucos momentos que emocionam, mas não espere gastar muitos dos seus neurônios com ele e, no geral, é estória para assistir agarrado com a namorada mesmo.
Este é um daqueles receptores portáteis que permitem transformar seu headphone P2 preferido em bluetooth.
A caixa é fechada por três parafusos. Para ter acesso a eles você tem que descolar as duas partes da face do aparelho (onde ficam os botões) antes. Eu consegui usando apenas uma unha.
Este aparelho é carregado pelo mesmo conector por onde sai o áudio, por isso você precisa do cabo que vem com o aparelho para conseguir carregar a bateria. Outro problema que isso acarreta é que não é fácil usar esse receptor com a bateria descarregada/carregando.
Não notei diferença, mas não estava procurando nenhuma. Na minha experiência ter um fone de ouvido bom é que faz diferença. Eu tenho um fone de ouvido “vagabundo” que veio em um CD player chinês que é o “meu xodó”. Já tentei Senheiser, Philips, Sony, HP… e sempre volto para o meu vagabundo porque o áudio dos outros me incomoda.
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Este é um daqueles receptores portáteis que permitem transformar seu headphone P2 preferido em bluetooth.
Este aparelho é carregado pelo mesmo conector por onde sai o áudio, por isso você precisa do cabo que vem com o aparelho para conseguir carregar a bateria. Outro problema que isso acarreta é que não é fácil usar esse receptor com a bateria descarregada/carregando.
Marcação na placa: YH-BCK08-A1.
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Muito bom Jefferson! Vários artigos legais pra ler. Vlw!
Jefferson, meio que off-topic, mas e o Raspberry Pi?
Eu tenho meia dúzia de unidades que comprei para revender, mas não uso o RPi para nada. Não sou proficiente em Linux, o RPi é muito fresco com alimentação e o GPIO opera a 3,3V sem tolerância a 5V. Acrescente a isso o fato de que é relativamente caro e difícil de consertar. Muitas complicações para o meu gosto.
E como media player básico ele apanha em desempenho da maioria dos Media Players (S9, Egreat)que tenho.
Eu posso a qualquer momento voltar a mexer com ele. Mas nunca me empolguei.
Muito bacana, Jefferson. Mas eu fiquei curioso, você poderia dar alguns exemplos aqui pra gente que é leitor antigo de quais projetos de automação você tem executado? Seus projetos são voltados para clientes pessoa jurídica ou tem algo que atenda pessoas físicas também?
Agora que eu li mais artigos no blog, estou entendendo melhor. Você está vendendo peças para automação, e não projetos em si, é isso?
Eu ainda não estou “vendendo” esse tipo de trabalho de automação. Eu só vendo peças. Minha automação com arduino por enquanto é para uso pessoal. Nas raras ocasiões em que eu faço um trabalho de automação para empresas é usando CLPs Mitsubishi e/ou Delphi, herança de meus dez anos como técnico em eletrônica industrial.
Tendo dito isso, uma vez um cara comprou uns R$500 em peças para fazer um projeto e me consultou se eu poderia mandar pronto, já programado com as especificações dele. Era algo simples. Eu aceitei sob a condição de que apenas garantia o funcionamento como especificado, mas não daria suporte, mandaria o código-fonte e ele se viraria para fazer qualquer debug no local. Ele aceitou minhas condições e o preço (apenas R$99 pelo programa) e então eu fiz.
Ele recebeu o pacote dia 21/03/14. No dia 23/05/14 (dois meses depois) veio pedir suporte porque não estava mais funcionando. E ele não tinha a menor idéia de como trabalhar com um Arduino. Eu me limitei a oferecer a ele que mandasse de volta para mim para que eu pudesse avaliar.
Para não ter esse tipo de aborrecimento eu não ofereço esse tipo de trabalho. Eu ainda não sou proficiente em C++ e tenho certeza de que o projeto vai precisar de ajustes quando colocado em condições reais de uso. Se o cliente for de Recife o custo de meu tempo para ficar indo ao local de instalação para fazer debug é alto. Muito mais alto que os R$99 que estou disposto a cobrar para desenvolver um software simples no meu tempo livre. E se não for de Recife o cliente vai se estressar.