O problema acontece numa instalação limpa do XP SP3 e estava me impedindo de instalar o software necessário para configurar meu NVR.
Depois de apanhar por vários minutos descobri que precisava do “Visual C++ Redistributable”. Instalar as versões 2005, 2010 e 2013 não resolveu. Somente tive êxito ao instalar o “Microsoft Visual C++ 2008 Redistributable Package“, mas o seu caso específico pode requerer uma das outras versões.
Como esse é um instalador muito comum você pode até tê-lo guardado. O programa de instalação em todas as versões geralmente tem um nome que começa com “vcredist”.
Muito bom, Jefferson, são contribuições como essa que fazem seu blog se destacar. Foi por um post desses que cheguei aqui, ainda no Gambiarras, e fiquei, visitando todo dia.
Se você se deparar com um erro semelhante execute eventvwr.msc e procure por erros no log de sistema. Esses erros vão dar mais pistas sobre o que está faltando. No meu caso aparecem erros do tipo:
Tipo de evento: Erro
Fonte de evento: SideBySide
Categoria do evento: Nenhuma
Id. do evento: 32
Data: 5/8/2017
Hora: 19:58:44
Usuário: N/A
Computador: VIRTUALBOX
Descrição:
Não foi possível encontrar Assembly dependente Microsoft.VC90.CRT e o último erro foi A montagem a que foi feita referência não está instalada no sistema.
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Eu não sou dos motoristas mais cuidadosos e a buraqueira nas ruas e rodovias que cortam Recife de vez em quando me deixa “na lona” quer seja porque um pneu furou ou rasgou ou, com maior freqüência, porque a pancada fez o ar começar a vazar no ponto de contato com a roda. Para resolver esse segundo problema eu costumava usar uma bomba elétrica que eu comprara há muito anos por R$50. Enchia o pneu em menos de dez minutos.
Mas depois que a bomba quebrou eu não consegui encontrar nada por um preço razoável. Tudo o que eu vira era mais caro e de qualidade inferior. Cheguei a comprar uma mas como eu esperava durou muito menos que a primeira. Eu estava sendo obrigado a resolver o problema do jeito tradicional: trocar o pneu.
Aí esta semana eu fui apanhado com as calças abaixadas: de um dia para o outro meu pneu baixou e meu estepe estava vazio. Borracheiro mais próximo a um quilômetro de distância e num horário onde não dava para pedir carona a um amigo. Parti para experimentar algo que nunca havia tentado antes: encher com a bomba manual para pneu de bicicleta.
Eu esperava no mínimo dar pressão suficiente para tirar a roda do chão e poder chegar ao borracheiro. Levantei o carro com o macaco para pelo menos não ter que levantar o carro “no braço” bombeando e comecei a contar. Após bombear 100 vezes eu já estava cansado mas já parecia bom. Após descansar um pouco decidi bombear mais 100 vezes e ao terminar fui medir a pressão com um desses medidores manuais de plástico que você compra na China: 32 libras. Fiquei espantado e fui conferir com a pressão de outro pneu: realmente eu tinha ultrapassado as 28 libras requeridas para uso normal do meu UNO. E quando fui retirar o macaco, outra surpresa: eu tinha erguido o carro bombeando e o macaco estava solto.
Bombear 100 vezes já era o bastante para levar o carro até o borracheiro. A bomba de bicicleta agora virou item do meu kit de ferramentas lá no porta-malas.
Um macaco de caminhão também eleva um grande peso apenas bombeando óleo manualmente. É a mágica da multiplicação de forças. Penso em fazer uma automação aqui em casa com aqueles cilindros de ar comprimido. Abrir uma janela inacessível, por exemplo, bombeando ar pela mangueira.
Essa semana andei procurando um modelo de bomba de encher pneu que é movimentada pelo pé, o cilindro fica na horizontal e tem manômetro. A antiga de minha casa durou uns dez anos, com alguns remendos eventuais de solda. Na minha cidade só encontrei daquelas movimentadas com a mão, cilindro na vertical. Pela internet achei a que eu quero, mas o preço do frete é igual ao da bomba. Estava relutando, mas agora que você escreveu isso, pensei melhor e comprei.
Aqui em Recife eu encontro essa bomba de acionamento com o pé com facilidade. Um grande importador aqui perto vende mais de um modelo. Mas eu nunca dera muita confiança por causa do volume reduzido do cilindro. Agora que eu sei o que dá para fazer com uma bomba de bicicleta estou mais disposto a confiar nessa bomba de pé.
Quanto ao macaco, eu mantenho um pequeno macaco jacaré (é muito bicho junto) no porta malas. O esforço de retirar o macaco do porta-malas e depois guardá-lo é maior que o requerido para levantar o carro com ele.
Essas bombas de acionamento com o pé são muito boas! O segredo para durarem bastante é não esquecer de lubrificar o eixo que fica fixo e entra no corpo da bomba e quando ela parecer dura ou pesada de se acionar, verificar se não está faltando lubrificação interna ou desgaste do couro ou borracha.
Eu sempre levo no carro um “enchedor de pneus” em formato aerosol. Antes vendia no Carrefour, mas agora só encontro em lojas da internet.
Cada um custa cerca de R$ 30,00 com validade de 2 anos. Consegue encher um pneu de caminhonete, não precisa utilizar macaco e além de “ar” comprimido injeta um gel que tampa o furo do pneu.
Eu também ando com um desses amarrado em local escondido na moto. Só que eu acabo jogando ele fora pelo prazo de validade eheh… pois raramente furo pneu, mas não abro mão disso. Só não tenho certeza que esse tipo de enchedor funcione com pneu sem camara.
A primeira bomba manual quebrou em menos de seis meses. A parte de plástico que você empurra com as mãos arrebentou em um do lados. Somente fui comprar outra dois meses atrás e custou R$15.
Eu não estou mais me dando ao trabalho de levantar o carro com o macaco antes de encher o pneu. Mesmo com o pneu completamente vazio eu consigo levantar o carro bombeando até 150 vezes e acho mais rápido e cômodo do que ter que tirar o macaco.
Passados quase dois anos ainda estou com a mesma bomba de R$15 no porta malas, que já me quebrou o galho muitas vezes. Acho muito mais cômodo do que trocar o pneu.
A premiada obra de ficção científica de Masamune Shirow, que começou no Mangá e já produziu pelo menos dois filmes e duas séries de animação, deve finalmente alcançar a audiência dos preconceituosos (o pessoal que acha que animação e quadrinhos são coisa de criança) em 2017, quando sair o filme que por hora pretende colocar Scarlett Johansson no papel da major ciborgue Motoko Kusanagi.
No futuro de GitS a prostética é tão avançada que corpos inteiros podem ser substituídos. Mas é um processo caríssimo e o corpo adulto de Motoko é uma versão militar que o governo considera de sua propriedade e que a major pode perder e ter que conseguir um alojamento inferior para tudo o que lhe resta de humano, o cérebro, se deixar de trabalhar para eles.
Se você é fã de Sci-Fi, não tem nada contra animação e especialmente se aprecia a estética do Anime, recomendo fortemente que não espere pelo filme de 2017 e assista às duas temporadas da impressionante série Stand Alone Complex. O único problema para muitos vai ser não existir versão dublada. Ainda. Espero que com o possível sucesso desse filme surja o interesse por distribuir a animação oficialmente aqui no Brasil.
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O filme sequer se esforça para ser coerente. Acho que diante da idéia alucinada de que um homem possa encolher até ficar do tamanho de uma formiga e ainda manter sua massa e força diretor e roteiristas concluíram que valia tudo, desde que a ação fosse temperada com comédia. Quanto mais eu penso no enredo, mais eu acho idiota. Mas o diretor fez um trabalho incrivelmente competente para me manter entretido o bastante para ignorar isso. A pior parte do filme é o ataque à residência no fim, onde nenhum dos personagens age de forma realista, mas a forma irresponsável (em mais de um nível) como o tanque é usado pelos mocinhos da estória não me passou despercebida. Se o tanque tivesse saído pelo térreo eu não faria nenhuma objeção.
A propósito, quando eu vi aquele chaveiro pela segunda vez na tela eu já sabia do que se tratava. O diretor não soube fazer disso uma surpresa.
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A série até inspirava muita confiança. Fantasia com valores elevados de produção, visuais caprichados e lindas jovens esguias em roupinhas apertadas. O que mais eu poderia querer?
Infelizmente, um diretor melhor.
The Shannara Chronicles se passa no nosso planeta em um futuro distante, muito depois de um evento apocalíptico indefinido ter deixado a terra sem qualquer tecnologia e agora dividida entre punhados de humanos, elfos, gnomos, trolls e demônios. Já comecei impressionado pela seqüência de abertura mostrando ruínas convincentes da torre Space Needle em Seattle e segui gostando do que via, até o diretor começar a dormir no ponto.
Nos primeiros dois episódios meu problema foi com a edição ruim, provocando transições abruptas que quebravam minha imersão. E algumas atuações, sobretudo do druida, que me cheiravam a canastrice. Mas eu fui levando para ver se melhorava. Depois eu comecei a ficar incomodado com o “efeito 24H” da série: tudo é bem pertinho. Os personagens só podem se locomover a pé ou a cavalo mas de um momento para outro estão nas regiões mais remotas do reino. O próprio druida passou décadas desaparecido porque estava hibernando em uma caverna cuja abertura estava exposta para a mesma praia onde a mulher que o amava havia se auto-exilado (não espere entender se não tiver visto).
Mas foi no terceiro episódio (ou quarto, dependendo de como você contar) que eu perdi a paciência com o roteirista e com a direção. Além da espetacular facilidade com que uma humana conseguiu invadir um palácio elfo em estado de “Defcon 1” (é sério, como esse pessoal espera sobreviver a uma horda de demônios?) e da absurda incompetência de um demônio assassino que pode assumir a aparência de qualquer um em segundos, ainda tive que engolir o espantoso teleporte da comandante Tilton, que avisou Will da descoberta de um corpo no jardim e também estava com a princesa no santuário. Não há ninguém em toda a equipe capaz de notar um erro tão grosseiro de continuidade? Não é que a mulher simplesmente esteja nas duas cenas e passou despercebida: ela fala nas duas cenas.
Cansei. Tem muita coisa interessante na fila para assistir para que eu perca mais do meu tempo com isso.
Nas últimas semanas eu praticamente só tenho pensado em política. Estou me segurando para não publicar aqui minhas posições antigoverno e anticomunistas com eu fazia no Buzz.
“Hora de Aventura”, “Apenas um Show”, “Steven Universo”, “Os jovens Titans”, “Historietas Assombradas (para Crianças Malcriadas)”… estou aprendendo a voltar a ser criança com minha filha… rsrsrs…
“Hora de Aventura”, “Apenas um Show”, “Steven Universo”, “Os jovens Titans”, “Historietas Assombradas” te ensina a ser criança? Meu filho curte de fato esses desenhos, mas sério, eu prefiro “Papa-léguas”, “Pica-pau” e “Chaves” hehehehe
Eu entendo, mas a única hora que tenho para estar com minha filha é de noite, e nessa hora eu assisti com ela… por mim eu assistiria até “O Elo Perdido” (minha séria favorita da infância). Aliás: tem algum canal na TV por assinatura que passa esse seriado??
Arrisquei, acabei a 1a temporada, e realmente é bem ruinzinho hehehehe
O enrede desgrengola mais pra frente; e o gancho pra segunda temporária foi
muito sem sentido pra mim.
Já que vi que a 2a temporada concluiu, vou tentar maratonar (dia 8 é feriado local).
Sim, está para sair a continuação de Independence Day. E o que mais me chamou a atenção no trailer foi a nova versão do discurso do fictício presidente Thomas Whitmore. Sem a cara de Bill Pullman como pano de fundo ficou muito melhor.
“We will not go quietly into the night!”
“We will not vanish without a fight!”
Coragem e bravura me sensibilizam fortemente. Apesar de ter detestado cada dia que servi ao exército eu respeito bastante quem é militar por paixão e tenho zero problemas com o patriotismo dos norte-americanos. Daí esse tipo de chamado tem um efeito especial na minha mente.
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Não, eu não estou dizendo que seja melhor que BSG. Para isso ainda falta muito, mas terminei ontem de assistir aos 10 episódios da primeira temporada de The Expanse e no geral eu gostei do que vi.
Prós
Efeitos especiais impressionantes – A computação gráfica é tão bem feita, incluindo a interação dos personagens com ela, que os “produtos” parecem reais. E as cenas em gravidade zero, com poucas exceções, parecem ter sido realmente feitas em gravidade zero ou no equivalente mais próximo que nós conhecemos: um Airbus em queda controlada;
Há um grande esforço para mostrar ciência real – Até mesmo nas três cenas em que eu achei que estivessem inventando, após ver a cena de novo e/ou fazer pesquisa vi que existe uma explicação possível. Exceto a cena aos 7m42s do episódio 6 quando o Tio Mateo abre seu capacete no espaço. Essa eu ainda não engoli;
Você está tão “no escuro” quanto a maioria dos personagens – O espectador não sabe realmente o que está acontecendo e se vê obrigado a prestar atenção a cada um dos eventos em cada um dos episódios, pois apenas no episódio 8 os eventos começam a se encaixar (embora tudo seja explicado com flashbacks nesse episódio). Por um lado isso é ruim, mas eu gosto desse tipo de narrativa;
A estória é interessante e o ritmo também. Porém começou a parecer desnecessariamente lento a partir do episódio 8.
Do que não gostei
Não consegui “gostar” de nenhum dos personagens ainda. Em BSG, Firefly e Killjoys, só para dar uns poucos exemplos, no segundo episódio eu já definitivamente gostava de algum deles. Mas se qualquer um dos personagens principais de The Expanse morrer, pode ser substituído por outro sem me fazer qualquer falta. Mais que isso: se a Rocinante explodir com todo o elenco principal dentro e um novo grupo se tornar o foco da trama eu talvez até fique mais empolgado. É claro que sei que como a série de TV é baseada em uma série de livros (que eu não li) o destino dos personagens já está traçado.
No meio do caminho
Os personagens não perdem tempo tentando explicar a ciência envolvida. Isso por um lado é bom porque permite um passo mais rápido da trama e reduz a quantidade de diálogos “não naturais” . Mas por outro lado você, acostumado com explicações, fica achando que deixou de ver/ouvir alguma coisa. Eu tive essa impressão nas cenas em que um líquido é injetado nos ocupantes das espaçonaves durante manobras. Eu conhecia a razão para isso mas não consegui ver que era isso na cena. Precisei fazer uma pesquisa no Google para “a ficha cair”: é parte do procedimento necessário para que um ser humano sobreviva a manobras de alta gravidade. Estamos tão “acostumados” com naves que aceleram à velocidade da luz impunemente na ficção científica que o “real” parece estranho.
Eu gostei da série, mas por causa da minha impressão dos personagens eu estou mais empolgado para assistir à segunda temporada de Killjoys.
Jefferson, concordo inteiramente com sua análise, o único personagem que me “apeguei” foi o Miller, o Holden ainda não disse para que veio, dou nota 8/10
Agora falando em cenas de gravidade zero (ou baixa): eu sei que nas naves (e estações espaciais) eles usam uma espécie de “botas magnéticas” (isso foi mostrado) mas… e nas estações nos asteroides? eLES não tem massa suficiente para gerar um campo gravitacional decente. Eles tem que usar botas 24X7? Isso a série não mostra/explica de forma convincente, né?
Não, os produtores da série tomam uma grande liberdade nesse sentido porque seria extremamente complexo e caro montar cenas com tanta gente em gravidade reduzida. Mas esse não é o único problema: no livro as pessoas que sempre viveram em gravidade reduzida são evidentemente “diferentes”, o que justifica em parte o preconceito terrestre: os belters tem corpos que não parecem realmente “humanos”. Na série todo mundo é igual.
Quanto à gravidade nos asteróides, em Ceres é 0.3g e em Eros o livro diz que a empresa responsável pela mineração colocou o asteróide para girar de modo a gerar uma gravidade que ele não tinha. Na prática isso seria um feito fabuloso de engenharia e o resultado ainda seria questionável.
Certo, a “liberdade poética às vezes se faz necessário”. Se não me engano no primeiro ou segundo episódio é mostrado um belter sendo interrogado na Terra e mostra como o corpo dele é humano mas totalmente, digamos, “frágil”, “elástico”. E em Eros (no universo do livro): além de ser um grande feito de engenharia o asteroide teria que ser meio “oco” e as pessoas teriam que viver na verdade como numa espécie de “centrífuga gigante” (bem diferente das instalações mostradas no filme) se é que me entende…
E bote licença poética nisso. Mas se eu for exigir precisão científica vou ter que abrir mão também de BSG. E aí não dá…
Sim, segundo as contas (não confirmadas) de um físico em uma discussão sobre o assunto, Eros precisaria rodopiar numa velocidade extraordinária (para um corpo de sua massa) para gerar gravidade. Eu penso nos habitats de gravidade simulada das naves em The Martian e Interestellar e imagino um asteróide inteiro girando naquela aparentemente baixa velocidade. Uma rotação por minuto ainda é fantástico nessa escala.
Acho importante ressaltar que o problema do comportamento “terrestre demais” das pessoas nas estações me passou completamente despercebido enquanto eu assistia. Eu só me dei conta que as pessoas deveriam no mínimo ser “muito leves” em Ceres quando pesquisava sobre outras dúvidas. Eu não sou físico e meu conhecimento do que é “ciência real” no espaço é bem mais limitado que o normal.
“…sobreviva a manobras de alta gravidade. Estamos tão “acostumados” com naves que aceleram à velocidade da luz impunemente na ficção científica que o “real” parece estranho.”
Em Stargate SG-1 tem isso também e chamam de “amortecedores inerciais”, não me lembro mais o ponto exato mas tem um episódio que citam a primeira vez nos testes na Terra de um “raptor” que fabricaram com tecnologia alienígena.
Eu comecei a assistir à segunda temporada na semana passada. Por um lado, melhorou porque agora existem dois personagens dos quais eu gosto: Alex e Amos. Por outro o roteiro começou a ficar absurdo demais a partir do episódio 5 “home”. Parte da estória somente se sustenta no fato de tanto a tripulação da Rocinante quanto a OPA se recusarem a revelar para Terra e Marte o que eles sabem. E os motivos para isso não me convencem.
Terminei a segunda temporada. No geral eu gostei e pretendo assistir à terceira, que foi anunciada para este ano.
Porém o roteiro tem mais buracos que na primeira temporada. Tirando os poderes sobrenaturais da protomolécula, que é melhor ignorar, alguns eventos ficam sem explicação, existem inconsistências e os personagens tomam decisões estúpidas.
Em S02E12, a Rocinante sai de um cerco contra, no mínimo, 17 naves de Marte usando apenas um discurso do tipo: “o meu é maior que o seu, vai encarar?”
Um minuto antes a poderosa Rocinante saiu bastante avariada do combate contra um único torpedo que sequer estava apontado para ela.
De onde a tripulação da Rocinante tira tanta munição (afinal é uma nave marciana) para no final da segunda temporada ter esses 17 torpedos disponíveis? Esse é um problema menor, mas precisa ir para a lista.
A atriz que faz a subsecretária não serve para fazer discursos ameaçadores. Em S02E06 eu esperei que o alvo do discurso fosse cair na risada.
Eu estou desistindo de muitas séries… estou numa fase que cheguei numa encruzilhada: ou ficava na frente do computador e/ou TV assistindo ou cuidava mais da minha saúde e ia pedalar, ficar mais com minha mulher e filha, passear, etc. Optei por “puxar” o freio de muitas séries… e acho que saí ganhando…
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Depois de ter assistido à decepção que é Spectre, assistir a O Agente da U.N.C.L.E. (The Man From U.N.C.L.E. – 2015) foi um alívio. Gostei da mistura de aventura, ação e comédia e não ver ridículas coreografias de luta foi um bônus. O filme tem suas situações altamente improváveis, mas o impacto delas é fortemente diluído pelo tom de comédia e elas não chegam ao ponto de ser absurdas como em O Esquadrão Classe A. A única seqüência que eu achei realmente dispensável foi a última perseguição com veículos. Recomendo para quem gosta do gênero.
vi em 2 partes (popcorn com defeito rs) e terminei ontem. Concordo com os comentários, tem cara que vai ter continuação ou virar série. A moça é a mesma de Ex-Machina?!
Eu sei que toda a série se baseia em absurdos, como o poder sobrenatural de Q de sempre adivinhar exatamente do que Bond vai precisa para se safar de uma encrenca no futuro próximo, mas Spectre abusou da repetição sem acrescentar nada de novo e ainda fez Bond (e o MI6) parecer estúpido e “fora do personagem” repetidas vezes. Até o vilão é insosso.
1)Que diabos Bond tinha em mente quando ameaçou a vida de tanta gente naquela praça mexicana com aquela luta no helicóptero? Porque “M” disse antes de morrer que ele tinha que matar o cara? Porque o cara menciona brevemente que planeja explodir um estádio? Ainda bem que o filme reconhece que Bond se excedeu, mas apenas porque era importante para a trama ter um pretexto para desativar o projeto duplo zero. Entretanto fazer um personagem que está longe de ser idiota agir como idiota para atingir um objetivo da trama perde muitos pontos para mim.
2)No final da perseguição do avião, o capanga/montanha/gorila é jogado para fora do carro pelo pára-brisas. O que um agente duplo zero faria? Daria um tiro na cabeça dele só para se certificar. O que esse Bond fez? Deu uma olhada a metros de distância, deu as costas e foi embora;
3)Para que raios Bond foi levar Madeleine para o covil do mega-super-hiper vilão, no meio do deserto africano?
4)Aquela cena patética que terminou com ele pedindo que Madeleine não visse o vídeo da morte do pai é indigna de James Bond. O super assassino virou um bebê chorão sem nenhuma explicação plausível. Bond teve uma dúzia de oportunidades de quebrar o pescoço do vilão, mas só tentou quando o vídeo começou a ser exibido e estava longe demais para ter sucesso;
5)Aliás, como se explica o extraordinário e repentino (levou o quê? 48 horas?) interesse do mulherengo Bond pela filha de um vilão? É só a necessidade irritante de agradar a mulherada na platéia que espera por um romance ou existe alguma coisa na estória de Bond para explicar isso?
6)Eu fiquei até três quartos do filme esperando que o MI6 fosse uma organização “temível”. Mas depois do baque ocorrido no filme anterior parece que só resta aos super-espiões e assassinos do MI6 com seus super gadgets, “smart blood” e super-carros-protótipo de 3 milhões de libras esperar que a aposentadoria tenha um bom plano odontológico. Eu sei que o foco dos filmes é em Bond, mas fazer a organização que ele representa parecer um bando de patetas por dois filmes seguidos é “prá se lascar”!
7)Depois da explosão do relógio, Bond tem tempo para parar e admirar o rosto de Madeleine, mas não tem tempo para ir em direção ao vilão e terminar o serviço. Tem dois guarda-costas armados ali semi-desacordados cujas armas ele pode roubar, mas nãooo… pela segunda vez no filme Bond dá as costas para o vilão desacordado. Logo o super-mega-hiper vilão que já tinha admitido estar por trás de todo o sofrimento dele nos últimos filmes. E desta vez ele sai desarmado na direção em que certamente existe um monte de capangas armados que estão bem acordados.
8)A cena em que tiram Bond encapuzado do caminhão e ele mata os dois capangas é ridícula. O diretor deve ter deixado o estagiário cuidar dessa.
9)E no final ele novamente deixa o super-mega-hiper vilão vivo. Um indivíduo que está tão alto na hierarquia do crime que pôde fazer o MI6 de idiota duas vezes.
Tenho certeza de que se eu prestar atenção encontro muito mais problemas.
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Muito bom, Jefferson, são contribuições como essa que fazem seu blog se destacar. Foi por um post desses que cheguei aqui, ainda no Gambiarras, e fiquei, visitando todo dia.
Se você se deparar com um erro semelhante execute eventvwr.msc e procure por erros no log de sistema. Esses erros vão dar mais pistas sobre o que está faltando. No meu caso aparecem erros do tipo: