O cliente ligou à tarde dizendo que desde o início do dia não conseguia transmitir nenhuma NF-e para a Secretaria da Fazenda. E para atender as regras desse nosso país corrupto os caminhões de mercadorias estavam parados na porta da fábrica sem poder sair. O suporte do desenvolvedor do programa já havia olhado o problema e dito que me chamassem porque “algo estava bloqueando o envio”.
Logo que a funcionária do faturamento me mostrou o problema e eu vi a mensagem “403: Forbidden” eu já fiquei achando que o problema não era o que o suporte estava dizendo. Não se tratava de “bloqueio” porque “forbidden” quer dizer “proibido”. A SEFAZ estava recusando a operação.
Uma pesquisa rápida com o Google me levou a esta página. Todas as possíveis razões tinham a ver com certificado digital, mas uma delas mencionava SSL. Data e hora da máquina estavam corretas e desativar o anti-virus não surtia efeito, então decidi procurar por malware na máquina. Como vocês podem lembrar do que escrevi no meu post sobre o Superfish, malware parasitando o protocolo SSL se tornou algo comum.
No Gerenciador de Tarefas já dava para perceber algo errado. Rodei JRT e Adwcleaner e ambos encontraram porcarias, mas nada “diferente” do que eu estava acostumado. Rodei o Autoruns e uma entrada estranha me levou até Arquivos de Programas, onde encontrei os dois diretórios mostrados na imagem abaixo. Perceba que os dois programas parecem ter a mesma origem (mesmos arquivos) e ambos fazem uso da biblioteca OpenSSL.
Quando eu vi o primeiro diretório pensei que poderia ser algo do desenvolvedor do emissor de NF-e, porque alguns arquivos começam com “nf”. Mas ao encontrar o outro diretório ficou estranho demais. Agora eu estou convencido de que “nf” é a abreviação de “net filter”. Ora… a única razão que eu conheço para um programa desconhecido querer usar OpenSSL é parasitar a conexão de outros programas.
Os dois diretórios foram renomeados no modo de segurança (o “_” inicial foi acrescentado por mim) porque não podiam ser apagados no modo normal do Windows e por precaução eu dei um reset no protocolo TCP-IP com o comando “netsh int ip reset”. Mas o log do netsh não mostrou nada particularmente estranho por isso tenho razoável certeza de que a culpa era desses dois programas, porque depois disso o emissor de NF-e passou a funcionar normalmente.
Aparentemente a SEFAZ é capaz de perceber que algo parasitava a conexão SSL. Eu não cheguei a testar se os certificados da empresa funcionavam em outros lugares. Eu não lembro os detalhes do funcionamento do protocolo SSL, mas se o servidor for capaz de checar toda a cadeia de certificação até a raiz (e não se contentar apenas o fato de que “alguém” está atestando a validade do certificado cliente) ele pode detectar que um ataque MITM está em andamento ao encontrar um certificado que não deveria estar ali e abortar a conexão.
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Eu sempre me orgulhei de poder remover malware que os anti-virus não detectam, manualmente. E disse mais de uma vez no Geringonças e Gambiarras que não aprovava ferramentas automáticas (e geralmente paranóicas e/ou burras ) como o cCleaner. Minhas principais ferramentas para isso por muitos anos foram o Autoruns e o Process Explorer.
Porém desde o Windows 7 vem ficando cada vez mais difícil localizar as porcarias se escondendo na máquina. São muitas, com muitos lugares onde se esconder. Usar apenas o Autoruns tem sido tedioso e ineficaz. Quando, em setembro de 2013 lá no falecido Google Buzz, snowzpoc sugeriu o Junkware Removal Tool – JRT e Vagner sugeriu o AdwCleaner eu comecei a testar os programas e desde então tenho usado sempre. Os dois se complementam. Eu sempre uso o JRT primeiro e o Adwcleaner depois (porque este sempre reinicia a máquina ao terminar) e AdwCleaner sempre acha alguma coisa que o JRT não viu.
E uma funcionalidade que me agrada em ambos é o log que eles fazem explicando tudo o que fizeram. O Adwcleaner vai mais além listando tudo o que achou de errado antes de tomar qualquer providência e te dá a oportunidade de evitar que certas modificações sejam feitas. Mas na minha experiência eles acertam o que deve ser removido em quase 100% dos casos. Nestes seis meses em que uso as duas ferramentas, nunca o computador ficou pior depois da execução delas.
Já o que chama atenção no JRT é o fato de ser na verdade um arquivo comprimido auto-extraível composto de um monte de arquivos .bat que você pode editar para remover ou acrescentar funcionalidade.
A especialidade de ambos é aquela classe “cinza” de software que os anti-virus geralmente não tocam com medo de serem processados: os “Programas Potencialmente Indesejáveis” (PUPs na sigla em inglês). São programas que geralmente parasitam os browsers mas como vem de empresas “legítimas” como a ASK e supostamente tem o objetivo de “aperfeiçoar a experiência de navegação do usuário” não podem ser removidos pelos anti-virus a menos que se comportem de forma inequivocamente (que possa ser provado em um tribunal) maliciosa.
Mas mesmo usando ambos ainda é necessário fazer uma busca manual com o Autoruns e o Process Explorer. Muita coisa ainda passa pelo radar de ambos, mas sem todo o lixo que eles removeram o trabalho fica mais fácil.
JRT tem um bug que pode impedi-lo de rodar em algumas máquinas. Ele descompacta e roda de dentro do diretório temporário do usuário corrente e às vezes isso não é possível. Apagar todo o conteúdo do seu diretório TEMP (verifique onde ele realmente fica com o comando SET) descompactar o JRT lá e executar o .bat correto pode resolver o problema. Eu já fiz isso uma vez mas não lembro o procedimento exato.
Jefferson você já conseguiu identificar “na unha” o Ardamax?
Não é um vírus nem adaware e tal, mas é um keylogger que acho um exemplo de um ppi bem camuflado, eu já instalei ele pra ver se conseguia remover manualmente mas ele não deixa nenhum vestígio aparente nem no Autoruns nem no Process Explorer, fico impressionado com ele..
Eu não conhecia o Ardamax. Instalei numa VM XP SP3 e realmente o bicho é esperto e pode escapar facilmente de uma verificação casual. Porque no momento que entra no modo oculto ele desaparece até do Process Explorer.
Mas se você estiver procurando por ele, acha.
Por exemplo, se você teclar CTRL-ATL-SHIFT-H ele sempre sai do modo oculto. A menos que exista opção para mudar isso e ela for usada, é muito fácil fazê-lo se apresentar.
Ele oculta a pasta onde está mas ela continua visível para quem pode ver pastas ocultas. Ele sequer parece tentar randomizar os nomes dos arquivos, então se você usar o Everything para procurar por “dfq.*”, vai achar o danado. Eu instalei, desinstalei e instalei de novo. Os mesmos arquivos foram criados.
Sim mas da pra criar uma instalação personalizada dele já com as teclas de atalho diferentes, eu lembro que tinha muita coisa que dava pra deixar pré-configurada na instalação personalizada como enviar os logs por SMTP ou FTP direto e outras coisas, daí esta instalação é só executar e pronto
Eu não lembro bem pois tem muito tempo que mexi com ele mas acho que em cada instalação ele se instala numa pasta diferente dentro da system32, pelo menos com a instalação personalizada tenho quase certeza que ele fazia isso.
Mas veja que da pra encontrar se tiver procurando por ele em específico, sabendo onde ele se instala e a nomenclatura que ele costuma usar nos arquivos, mas outros malwares com este mesmo “poder” complicam se não estiver procurando especificamente por eles, o Ardamax mesmo é encontrado por qualquer antivírus mas mesmo assim o bicho é bem sagaz.
Ambos são sensacionais, eu usava antigamente o Malwarebytes, mas ele foi crescendo e virando uma bomba, vem carregado de propaganda da versão full e demora muito para terminar.
Adwcleaner e JRT são super rápidos. Só uma vez eles falharam em localizar um “malware”, acabei achando com um tal de Shortcut Cleaner, também disponível no site “BleepingComputer”, tentei de tudo para limpar o Chrome de uma amiga, quando na verdade era o atalho modificado, apenas o Shortcut limpou. Então começo executando ele, depois JRT e depois o Adwcleaner
O Bleeping Computer é um site que une o pessoal que trabalha com segurança de software, e tem ferramentas excelentes de manutenção por lá. Bom ver que pegou minha dica Eis minha lista:
– ComboFix (ele é uma espécie de “bezetacil” – localiza boa parte de malwares e ajuda a remoção. Uso quando noto que o computador teve alguma infecção severa, como keyloggers). Recomendo ler um pouco mais sobre ele (uma coisa que preciso fazer de novo)
– AdwCleaner (Como o nome diz, é um LimpadordePropagandas. Como o HAO123, websearches, etc… ele não é um removedor de malware como o ComboFix, porém é bem eficiente e limpa bastante, menos ASK e adwares mais “comuns” e “aceitos”. Ao contrário de ti, uso antes de usar o JRT.).
– JRT (ou Junkware Removal Tool) – como o nome diz, também é uma Ferramenta de REmoção de Lixoware (ou Lixograma) . Remove também quase a mesma coisa que o AdwCleaner, mas não com a mesma eficiência e com o log aberto (usa a tela de console do Windows em compensação). E também limpa o Ask.
– RKill – é um programa que encerra programas considerados suspeitos – incluí malwares. Claro que por ser um programa antigo, alguns malwares consegue passar pelo programa ou até impedir a execução (pode ser usado no modo de segurança, neste caso). É interessante usar ele antes de passar qualquer um dos programas acima.
– TDSSKiller – é um programa que remove rootkits (os vírus de inicialização). Caso note que fica voltando os vírus, tente ele.
– DelFix – removedor dos programas ComboFix, AdwCleaner e outros da Bleeping após o uso. Não sei se notou, mas os programas deixam uma pasta de trabalho no pc. E ela pode ser detectada por antivírus, já que é uma quarentena.
Costumo acompanhar de vez em quando o Bleeping Computer para ver se tem programas novos para manutenção de computadores. Apesar de ser em inglês, é bem compreensível e os programas são práticos em sua maioria. É quase igual ao Linha Defensiva e o Hardware, só que bem mais ativo que ambos.
Complemento: muitas vezes também o cliente pede para tirar programas que veio com a máquina. Prefiro não reinstalar e apenas remover os programas. Nisso, tem alguns programas extras que ajudam com isso:
– PC Decrapifier – é um removedor de programas em lote. Ao invés de ir no “Programas” (no Painel de Controle) e desinstalar um por um, o PC Decrapfier ajuda a remover “em lote” os programas. Agiliza bastante.
– Revo Uninstaller – é também um removedor de programas, mas individual. Diferente do Decrapifier, o interessante neste é que ele ajuda a remover “resquícios” de instalação, inclusive no Registro.
Ambos, sugiro que puxe versões antigas. As novas são mais chatas de usar e até insistem no uso da versão paga. As antigas são mais abrangentes
Se você tentar executar o adwcleaner e o JRT e (absolutamente) nada acontecer, como se o mouse e o teclado estivesse com defeito, pode ser culpa do maldito Gbplugin. Eu não tenho certeza ainda, mas ocorreu ontem e eu só consegui rodar os programas depois que deletei o Gbplugin.
Esse era um recurso esperado há muito tempo e pelo pouco que vi a Whatsapp resolveu o problema de autenticação de forma perfeita. Mas você precisa de um smartphone com câmera. O processo é semelhante ao usado pelo Airdroid.
Um código QR vai aparecer na tela, que o seu smartphone precisará “ver”.
O código acima foi propositalmente corrompido.
Esse código muda a cada n segundos, mas se você demorar muito ele apaga e pede para você carregar outro manualmente.
O recurso está na versão mais recente do Whatsapp. No menu da app, escolha a opção “Whatsapp Web”.
Enquadre o código QR na câmera que vai se abrir (requer que o smartphone tenha acesso à internet a partir deste momento).
Pronto! Suas conversas do WhatsApp irão aparecer no browser. E o que é melhor: sem instalar nada no computador e quando você fizer o logout tudo será apagado. Perfeito para usar na rua!
O envio de imagens é fácil demais. Basta arrastar e soltar ou usar o menu. Também há suporte a usar a câmera do computador, mas isso eu não testei.
Se esquecer de fazer o logout em algum computador, não tem problema. A app oferece a opção de fazer logout de todos os lugares.
O Whatsapp está se tornando o que o Live Messenger poderia ter sido, se a Microsoft não tivesse achado que o Skype era uma opção melhor para os usuários (HA!).
Os inconvenientes que encontrei até agora foram pequenos:
Não funciona em nenhuma versão do IE;
Não funciona com versões do Chrome abaixo da 36 (a atual é 41 mas eu uso bastante a 28);
Não funciona com o Pale Moon;
Aparentemente não saiu ainda versão para iPhone (não que isso me afete);
Você precisa manter o whatsapp no telefone conectado à internet. Não dá para desligar o telefone. O repositório de mensagens é no seu smartphone e o browser só mantém uma cópia temporária;
Essa nova facilidade do Whatsapp é uma faca de dois gumes. Agora a velocidade com que você vai receber bobagens tende a aumentar! E seria interessante que o Whatsapp colocasse um ícone mostrando quem está em um computador. Eu acho educado ao menos perguntar isso antes de começar uma longa conversa, porque detesto ter que ficar digitando em teclado virtual.
Acho que é mais rápido abrir o Bluestacks e clicar no ícone do Whatsapp. E de qualquer maneira, não tenho smartphone. Se não existisse esse programa, eu nem saberia o que é usar Whatsapp.
Ahhhh… mas então o whatsapp não tem a segurança que eu pensei que tivesse. Eu pensei que a app se esforçasse para que você estivesse realmente de posse (permanente) do número indicado.
Então se você pode digitar o número de telefone que quiser na app, receber a confirmação em outro aparelho (o que realmente está com o chip) e depois a app fica funcionando indefinidamente, isso não só facilita o uso em emuladores (o que é bom), quanto permite o roubo (ao menos temporário) de identidade (o que é muito ruim).
Opa, opa! Acho que vocês podem me tirar uma dúvida que tem me atormentado ultimamente. Eu não tenho whatsapp por um simples motivo: Ter que agüentar qualquer pessoa que tenha meu número me pentelhando.
Bloquear seria uma saída, mas eu acho deselegante.
Eu pensei em comprar um chip qualquer, colocar no celular e ativar o whatsapp com esse numero, e simplesmente voltar depois o meu chip.
A pergunta é… uma vez registrado, me falaram que ele fica atrelado ao simcard. Isso é verdade ou tem como passar por cima disso? Rodar o whattsapp registrado com um numero em cima de um simcard com um numero diferente?
O motivo disso é que eu compraria então um chip de uma operadora qualquer, ativaria o whatsapp, passaria esse numero somente para quem me interessa e guardaria esse chip na gaveta, continuando a usar meu numero antigo.
Dá certo ou tem alguma forma de mascarar pra todos que eu tenho o whatsapp instalado e usar com somente as pessoas que me interessam?
Não vejo por quê não funcionaria. O cenário descrito por Paulo é ainda mais estranho e funciona. Você sequer precisa estar com o chip no telefone no momento do registro. Você só precisa que o chip esteja em um telefone qualquer ligado, para poder receber o SMS de confirmação.
Aparentemente, enquanto o Whatsapp permitir que você declare o número que você quiser no registro, isso vai funcionar.
Exato, não só funciona, como hoje a tarde eu comprovei. Comprei um simcard de uma operadora qualquer aqui na cidade, coloquei no celular ativei o simcarad e ativei a conta do whatsapp com ele. Uma vez ativado simplesmente removi o simcard novo e coloquei o meu de uso.
Está funcionando perfeitamente. Logo isso me fez ver uma brecha de segurança grotesca. Se eu colocar o simcard de outra pessoa em um celular meu, atirar o whatsapp e devolver o o simcard, se eu não fizer o logoff e a pessoa não forçar o logoff de todos os lugares, penso que eu receberei as mensagens dessa pessoa.
Uma curiosidade, pelo menos aqui eu nem recebi o SMS, a ativação do whatsapp foi totalmente automática. Ele só pediu pra aguardar enquanto registrava. Penso que ele interceptou a mensagem automaticamente e pegou o código de ativação.
Você não precisa tirar o Simcard. Basta ter acesso por alguns minutos ao celular da pessoa. Você pode fazer isso na frente dela e ela não vai perceber. É só baixar o volume to telefone para ela sequer ouvir que chegou um SMS. Anotar o código e apagar o SMS.
só se for com Android, no WP não, ele envia o SMS que eu tenho que ler e digitar nele, então pode sim usar o numero de qualquer celular não tem nenhum vinculo com o chip, pode comprar um chip só pra ativar e jogar fora, pelo menos no WP que ele não tem essa característica de ler os SMS
Fazendo um flood… nisso eu pensei em uma coisa pra lá de estranha! Como Paulo disse, se ele tentar enviar o SMS e não funcionar, o whatsapp faz uma ligação de voz pra informar o código, logo se ele não verificar a mascara do número informado, tecnicamente seria possível ativar uma conta usando um número de um telefone fixo!
algo que acho bem chato é que as notificações chegam no telefone e no navegador, ai fica os dois apitando quando chega uma mensagem
e também que os vídeos na versão web vão sendo carregador por straming na hora que está sendo visto, enquanto no telefone eles já baixam pra ver offline, o que seria muito bom pra poder assistir vários vídeos de uma vez pela web na tela do PC fica chato pois se quiser avançar o vídeo demora
algo que acho bem chato é que as notificações chegam no telefone e no navegador, ai fica os dois apitando quando chega uma mensagem
Eu gosto disso.
Nos clientes: eu ativo a interface web no notebook, coloco o telefone no bolso e sou avisado da mensagem mesmo quando estou longe do notebook, andando pela empresa.
Em casa: deixo o telefone carregando na sala e sou avisado também no desktop no quarto.
Eu prefiro que seja assim e poder baixar o volume em um dos dois à opção contrária: não pode escolher.
e também que os vídeos na versão web vão sendo carregador por straming na hora que está sendo visto, enquanto no telefone eles já baixam pra ver offline, o que seria muito bom pra poder assistir vários vídeos de uma vez pela web na tela do PC fica chato pois se quiser avançar o vídeo demora
Porque o local de armazenamento é o telefone e o Whataspp trabalha em um esquema de “empurra primeiro, pede permissão depois” e tem que decidir para que local vai empurrar. Para evitar isso ele teria que fazer o upload para as duas interfaces, ocupando duas vezes a banda do remetente.
Diferente do que acontecia com o Live Messenger, onde a mídia ficava no remetente até o destinatário aceitar recebê-la. O que certamente tinha seus problemas de sincronização se você acessasse o WLM em mais de um computador, mas pelo menos você podia escolher onde e quando baixar.
Já faz algum tempo que, pelo menos no programa para Windows, a notificação chega primeiro no Windows e se você não for ver a mensagem após um certo tempo notifica também no celular. Não ocorrem ao mesmo tempo.
O Whatsapp está funcionando há dias no meu notebook sem precisar fazer nova autenticação. Entro e saio da hibernação sem problemas. Gostei disso, mas é algo para se ter em mente: se não fizer o logoff sua sessão pode durar muito mais do que você espera e alguém pode estar acompanhando em tempo real suas conversas no Whatsapp.
A app no telefone deveria dar uma indicação bem clara de que há uma sessão aberta em outro dispositivo. A menos que o Whatsapp web só funcione se os dois dispositivos estiverem na mesma sub-rede. Aí eu fico tranquilo.
Isso é fácil de testar. Conecte o celular pela rede da operadora de celular, entre o whatsapp e faça o pareamento com o PC conectado pela internet. Não vejo o porque não funcionar.
Uma dúvida, seria então possível habilitar o whatsapp simultaneamente em dois dispositivos (no celular e no computador através do Bluestacks? Possibilitando que as conversas sejam interceptadas por terceiro?
Eu imagino que não. Pelo menos na versão atual do Whatsapp, se você ativar um número em um aparelho a instalação no anterior reclama disso e não funciona.
Você pode “seqüestrar” um número com certeza, mas cloná-lo, aparentemente não.
Ola, o BlueStacks pediu para verificar o Whatsapp por SMS, e não chegou mensagem,
tem a opção de “Ligar” tbm não deu certo, pediu um prazo de 48h, tem alguma outra forma?
Me enganei sobre o “não é preciso instalar”. A Whatsapp parece ter se inspirado em mais um mau hábito da Google e o programa se instala silenciosamente em %localappdata%, sem perguntar absolutamente nada. Dá a impressão que é “portable” por causa disso.
Olá.. e não dá pra saber quando outra pessoa esta acessando o meu watts pelo computador ,né ??
pq de casa alguem pode ler td que eu escrevo.. e eu nem estou sabendo ..é isso mesmo?
No item do menu “Whatsapp Web” aparece uma lista dos computadores cadastrados para acompanhar a conversa, com cidade e sistema operacional. Se tocar neles você vê até a localização desses computadores em um mapa. E se você não autorizou pode derrubar todos eles com um toque.
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Você pode tentar com o Dia (o nome complica buscas em português), mas apesar do software trabalhar com vetores os diagramas salvos em raster (jpg e png) são feios de doer, com diagonais serrilhadas (até no modo vetorial você vê serrilhado) e o programa não parece funcionar bem no monitor secundário.
Você pode tentar também o Inkscape, que faz coisas realmente muito bonitas mas não tem ferramentas específicas para fluxograma e é leeeento que dói. Se eu botar uma dúzia de gráficos SVG em uma página meu Core i3 com 6GB de RAM pede um upgrade.
Eu soube que o OpenOffice tem algo assim, mas não quis instalar aquele mamute (ainda usa Java?) só para isso.
Ou você pode se registrar gratuitamente no Gliffy e em minutos ter um diagrama razoável prontinho. Eu não gosto de fazer online o que posso fazer offline mas para meu espanto o Gliffy rodando dentro do Pale Moon (Firefox) funciona melhor que outras ferramentas nativas para Windows que já testei. O diagrama para o diagnóstico de detecção USB foi meu primeiro uso do Gliffy. Absolutamente nada para se gabar, mas espantosamente melhor que as outras opções.
Eu usava o Gliffy também, até descobrir o http://draw.io, que é completo, gratuito e não precisa de registro nenhum, além de exportar para PNG, JPG, XML, HTML… Costumo salvar os diagramas no Evernote, que possui OCR de imagens e, por isso, permite busca pelos termos contidos nos diagramas – e isso facilita bastante as consultas.
Durante uma discussão sobre instalação de dispositivos USB eu percebi a necessidade de criar um roteiro que um leigo pudesse seguir para pelo menos excluir algumas possibilidades e colocá-lo no caminho certo. O procedimento abaixo é apenas de detecção, que já confunde muita gente. Identificação e instalação de driver somente são possíveis depois que a detecção foi um sucesso (você chegou à parte mais baixa do diagrama).
Em outras palavras: é impossível instalar driver antes de haver detecção. Isso pode parecer o óbvio ululante para alguns de vocês (eu espero que boa parte de minha audiência seja de usuários avançados do Windows), mas criei esse diagrama justamente por ter me deparado com um grupo de pessoas notoriamente inteligentes (alguns muito) que aparentemente rejeitavam esse fato. Não sei como funciona no Mac OS ou no Linux, mas é assim em todas as versões do Windows do XP ao 8.1 de 64 bits (ou seja: há pelo menos treze anos o Windows funciona assim).
…é impossível instalar driver antes de haver detecção.
Eu não lembro mais sob que contexto eu fiz essa declaração, mas hoje isso soa claramente errado para mim. É claro que você pode instalar o driver sem sequer ter o dispositivo. Isso depende do software de instalação. Será que eu quis dizer carregar o driver?
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John McClane é um pobre coitado diante de John Wick. Duro de Matar 5 só duraria 20 minutos se o personagem de Bruce Willis tivesse que enfrentar o de Keanu Reaves (sim, não podemos esquecer que Wick era matador da máfia). É mais fácil apreciar o filme se você pensar que Wick tem algum poder extra-sensorial que dá a ele onisciência do que ocorre em sua volta quando ele está em combate.
Mas isso infelizmente não explica como ele foi apanhado de pijama em sua casa e levou uma surra de quatro “pivetes”. Ele até tenta explicar isso ao longo do filme, insistindo que está “enferrujado”, mas seria melhor que a cena do roubo do carro e da morte do cachorro tivesse sido testemunhada por câmeras. O super fodástico Wick caiu rápido demais logo no início.
Ok… Talvez o problema é que ele não estava “em combate” nem esperava por isso, já que havia se “aposentado” há pouco mais de cinco anos e evidentemente todo mundo na cidade o respeitava ou temia. Porém novamente o diretor decepciona ao deixar Wick ser capturado de uma forma ridícula depois da metade do filme.
E eu disse “capturado”?
Sim, eu disse.
Quem em sã consciência “capturaria” John Wick? Algum pobre tolo que não conhecesse sua fama? Não. Foi justamente o cara que sabia que John Wick era o cara certo para matar até o bicho papão.
Mas deixemos os cochilos do diretor de lado. Eu gostei do filme. As cenas de luta foram bem dirigidas e é difícil notar uma coreografia. E como eu estava prestando bastante atenção ao drama da morte da esposa dele, não pude deixar de me emocionar quando ele recebeu o cartão com a margarida depois do funeral. A cena realmente me convenceu.
Mas bem que a relação dele com o cão poderia ter se estendido um pouco mais na tela. E sim, eu sei que era um cadela.
Em uma discussão recente em uma lista de eletrônica um dos técnicos demonstrou surpresa quando eu mencionei isso, então eu me dei conta de que eu já deveria ter comentado isso aqui no blog há muito tempo. Sem muita fanfarra, apresento o dispositivo USB mais simples que existe:
Um resistor de 1k5 entre +5V e D+
Não, não tem nada aí além do que você está vendo. Não há nenhum circuito dentro do plug, como naqueles leitores de cartão microSD miniaturizados. Você está vendo um plug USB com um resistor de 1k5 soldado entre +5V e D+ (DATA+).
Isso não tem utilidade alguma, mas é detectado como um dispositivo pelo Windows, que também não deixa de avisar que há algo errado:
O comportamento é o mesmo (o texto pode mudar) do XP ao Windows 8.1. Eu acho que é assim até no Windows 9x, mas só vou ter certeza depois que refrescar minha memória com uma máquina virtual.
Isso acontece porque é justamente esse resistor que a porta USB procura para detectar a inserção de um dispositivo. Não é culpa do Windows detectar isso como um dispositivo, mas ele não passa na próxima fase, que é se identificar por meio do par de códigos VID (Vendor ID) e PID (Product ID), que formam o tal Descritor de Dispositivo.
Saber disso é útil ao fazer diagnóstico. Como se pode ver, mesmo que o fio do negativo e/ou o fio do sinal D- estejam com mau contato ou partidos no cabo, ainda existe detecção. Mesmo que o dispositivo esteja completamente morto, pode haver detecção. Mas não confundam detecção com identificação.
É preciso que o dispositivo “se apresente” formalmente. Ele precisa implementar o protocolo USB o suficiente para apresentar um par VID/PID ao Windows. Você compra dispositivos de um dólar na China que fazem muito mais que isso.
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O anúncio, dois dias atrás, de que a nova versão do uTorrent está incluindo um garimpador de bitcoins (não para você, é lógico) não me deixou diretamente preocupado porque como vocês devem saber eu tenho desprezo pela idéia de ficar atualizando software “porque o mais novo é melhor”. Eu ainda uso a versão 3.1.2 (três anos) do programa.
O que me deixou preocupado é que esse tipo de pilantragem pode estar em qualquer lugar, incluindo nas apps que você baixa para o seu smartphone. Como garimpar bitcoins essencialmente requer processamento, lá se vai a bateria e o desempenho do aparelho. Não é uma jogada das mais espertas porque para valer a pena isso precisa ser instalado em dezenas ou centenas de milhares de aparelhos. Precisa ser uma app popular e passar um bom tempo sem ser detectado. Porém ganância e inteligência não são necessariamente parentes próximos e enquanto isso, sobra frustração para “as vítimas”.
Agora fiquei interessado em como detectar e bloquear isso. O engraçado é que até explicaria porque o malware da GAS informatica deixa a máquina tão lenta. Seria divertido descobrir que o principal módulo de segurança bancário brasileiro secretamente garimpa uma moeda que existe fora do sistema financeiro tradicional.
E enquanto lia sobre isso fiquei sabendo que a versão 2.2 do uTorrent ainda funciona muito bem e pode ser ainda melhor que a 3.1.2. Hora de fazer um downgrade.
Uso a versão 2.2.1 faz muito tempo, um tracker que eu uso não aceita nenhuma versão acima da 2 porque afetava o tracker(?!?!)e ela ainda é bem mais rápida que as novas. Plus não tem as firulas desnecessárias das novas das novas
É um cliente do Transmission ( feito em QT ) para Windows, que segue o projeto oficial do famoso Trnamission para Linux/*BSDs/*Nix
Não tenho do que reclamar, não é pesado – interface simples, mas faz exatamente o que quero, e o gerenciamento remoto é igual a gerenciar o oficial do linux, seja por apps, por web qualquer coisa.
Recomendo testar ( para windows ainda tem x32 ou x64 ).
Pra mim, tanto nos trackers privados que tem banimento de dth e etc, quanto nos abertos ( pirate bay ) funciona perfeitamente.
Acho que vou largar o uTorrent, ele era muito bom mas transformam ele num maldito spyware (eu posso até não ter nenhum prejuízo com isso mas eles não tem o direito de fazer isto com minha maquina).
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Mas não se anime. Não funciona para quem tem o Windows OEM.
Esta semana mesmo eu comentei como era importante, ao receber um computador novo, formatar e instalar uma cópia limpa do Windows. Mas longos anos se passaram desde a última vez que vi um fabricante fornecer um disco original da mesma versão instalada do Windows junto com o produto. O máximo que eles fazem é proporcionar um processo de recuperação que reinstala o Windows do jeito que saiu da fábrica, com todas as porcarias “originais” que o fabricante decidiu que poderiam ser úteis (HAHAHA) para o comprador. A Dell até fornece o disco, mas a única vez que consegui isso foi quando o HDD do notebook Dell pifou em garantia e o suporte perguntou se eu queria um disco para poder fazer a reinstalação. O disco foi entregue pelo técnico que veio trocar o HDD.
Há muito tempo é possível baixar cópias originais do Windows no site da MS, mas são cópias supostamente destinadas apenas a assinantes Technet / MSDN. Não são destinadas ao público em geral e há uma certa dificuldade para acertar baixar a cópia certa, referente à licença que você tem.
Não sei se isso tem algo a ver com o escândalo Superfish , mas isso pode estar mudando para proprietários do Windows 7 original. Nesta página da MS você pode agora fornecer o serial do seu Windows 7 e baixar um ISO correspondente. Porém eu testei com o serial do meu notebook com Windows 7 Home Basic e a resposta da MS foi que eu procurasse o suporte do fabricante do computador.
Pois é, a imensa maioria das licenças são OEM e esse serviço não serve. Eu nunca comprei porque sempre veio instalado de fábrica nos computadores. Existe o mesmo serviço para Windows 8.1 e não é nem mesmo preciso entrar com um chave. Microsoft, thanks but no thanks.
Ryan, na verdade já existe(ia) há um bom tempo um jeito de puxar as isos originais do Windows 7 por meio de “revendedores digitais” sem tanta complicação (na verdade, a única complicação era puxar a iso certa que queria puxar). Eles fornecem a iso, e depois é só comprar com eles o serial (caso precise) ou usar o seu próprio serial.
Salvo engano, é a Digital River…. ops…
enquanto digitava o comentário, vi uma coisa no How To Geek, que é justamente o link que você deixou.
Complemento ao comentário anterior: as isos da Digital River podiam ser usadas em OEM sem problemas. Usei uma delas para reinstalar meu notebook.
Noto que as instalações do Windows 7 em si permite a instalação de qualquer serial com o mesmo DVD, inclusive alternando entre versões x64 e x86.
Com este novo método da Microsoft (Que ainda não experimentei), imagino a seguinte situação: posso puxar uma iso com uma serial de sistema “retail”, mas tenho que registrar esta cópia (vou ser obrigado a passar dados). Na Digital River não tinha isso, e imagino que este seja o motivo de terem interrompido.
Em compensação, imagino que diferente do Windows 8 (que dependendo da iso, pede um serial baseado no tipo de licença), posso puxar a iso com o serial “retail”, porém na hora de instalar, posso usar qualquer serial, OEM, volume ou box/retail.
O Mediainfo já foi a melhor opção gratuita para quem quisesse obter mais informações sobre arquivo de áudio e vídeo, mas em algum ponto do desenvolvimento a coisa degenerou e agora o instalador virou fonte certa de spyware. Eu notei isso desde a versão 0.7.42 em março de 2011, quando ele instalava um tal de Positive Finds. Mas a versão mais recente fornecida hoje (0.7.72) tenta instalar tantas porcarias diferentes que você se desorienta no meio das perguntas do instalador. A diferença para o que aconteceu com o kmplayer é que aparentemente se você prestar bastante atenção e tomas as decisões corretas, as porcarias não são instaladas.
A última versão “limpa” que tenho aqui no meu arquivo é a 0.7.7.8, de 2008.
Tanto o MPC-HC quanto o VLC (os únicos players multiformato que confio “cegamente”) possuem opções “Mediainfo” (sendo a do MPC-HC bem mais completa). Já cogitou usá-los para este fim?
Acho muito inconveniente abrir um player para isso. O MediaInfo me diz quase tudo o que quero saber em uma tooltip no Explorer e o resto está a dois cliques de distância.
Ainda dá para ficar preocupado, porque cada versão “without installer” tem ao lado “Ad suppported”, mas eu testei a versão de 64bits aqui e aparentemente está OK.
Esses spywares que são instalados juntos com outros softwares, hoje em dia, me dão muito dinheiro! Hehehehehe
As vezes chega notebook ou desktop de cliente aqui, que logo ao iniciar o Windows, já abrem vários softwares inúteis e “quase” não dá pra fazer nada.
Eu ainda explico pros clientes que é sempre melhor baixar do site do fabricante, que preste atenção, mas eles insistem em gerar renda pra minha pessoa! hehehe
Infelizmente o usuário médio é incapaz de determinar qual é o site do desenvolvedor. Não saber inglês já é 80% do problema. Aí fazem uma busca no Google e os menos espertos clicam nos anúncios e baixam algo que é 100% pilantragem. Os mais espertos vão no Baixaqui e baixam algo que é 70% pilantragem…
Normalmente 90% das buscas de qualquer driver para qualquer notebook vendido aqui no Brasil cai no BaixaAqui ou SuperDownloads. O que sempre vem com um programa próprio deles para download e instalar alguns malwares.
Esses sites devem ser muitos felizes em ganhar uma grana com isso.
Eu estou até pensando em deixar pelo menos o site do Java e do Adobe Flash Player nos favoritos do Firefox, de uma nova instalação de sistema operacional dos clientes. Pelo menos esses dois aplicativos poderão ser baixados sem problemas.
É verdade. Eu não lembro se é na hora de baixar ou instalar, mas é preciso ter uma certa compreensão do que você está baixando/instalando para recusar a instalação da ASK junto com o JAVA. E a maioria dos usuários não tem.
Ahhh… e o Adobe Flash também. Vem com o Mcafee Scanner junto, que embora não esteja no topo da minha lista de crapware, eu recomendo que o usuário não instale.
Jefferson,
por incrível que pareça, logo após a aprovação do comentário, recebi um email de propaganda da McAfee oferecendo antivirus, que eu nunca havia recebido antes. Uma incrível coincidência. Até pensei, brincando, que até os sites estão vindo com spanware. Grande abraço,
Eu espero que isso seja mesmo coincidência. Teoricamente uma extensão maliciosa do WordPress poderia fazer isso (você está certo ao fazer essa associação) mas eu não atualizo nada neste blog há vários meses e você é o primeiro a me chamar a atenção para isso.
Além disso fui eu quem mencionou o mcafee. Eu precisaria estar sendo vítima de uma extensão muito esperta ou meu site estar comprometido de outra forma por um malware muito esperto.
Acaba de me ocorrer que plugins do wordpress baixados do repositório (todos os que uso são) são sempre open source. Seria muito difícil incluir um malware junto. É mais fácil o meu blog estar vulnerável a algo.
Se não fosse o fato de você estar usando gmail, que usa HTTPS permanentemente, eu desconfiaria de algo no caminho até você que interceptou o e-mail automático do meu comentário mencionando “Mcafee Scanner” e introduziu uma “oferta” para você.
Mas como o gmail usa HTTPS, não sendo coincidência isso precisaria estar ocorrendo no meu servidor ou você tem um malware do tipo SUPERFISH instalado, interceptando todo o seu tráfego SSL.
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Jefferson você já conseguiu identificar “na unha” o Ardamax?
Não é um vírus nem adaware e tal, mas é um keylogger que acho um exemplo de um ppi bem camuflado, eu já instalei ele pra ver se conseguia remover manualmente mas ele não deixa nenhum vestígio aparente nem no Autoruns nem no Process Explorer, fico impressionado com ele..
Eu não conhecia o Ardamax. Instalei numa VM XP SP3 e realmente o bicho é esperto e pode escapar facilmente de uma verificação casual. Porque no momento que entra no modo oculto ele desaparece até do Process Explorer.
Mas se você estiver procurando por ele, acha.
Por exemplo, se você teclar CTRL-ATL-SHIFT-H ele sempre sai do modo oculto. A menos que exista opção para mudar isso e ela for usada, é muito fácil fazê-lo se apresentar.
Ele oculta a pasta onde está mas ela continua visível para quem pode ver pastas ocultas. Ele sequer parece tentar randomizar os nomes dos arquivos, então se você usar o Everything para procurar por “dfq.*”, vai achar o danado. Eu instalei, desinstalei e instalei de novo. Os mesmos arquivos foram criados.
Sim mas da pra criar uma instalação personalizada dele já com as teclas de atalho diferentes, eu lembro que tinha muita coisa que dava pra deixar pré-configurada na instalação personalizada como enviar os logs por SMTP ou FTP direto e outras coisas, daí esta instalação é só executar e pronto
Eu não lembro bem pois tem muito tempo que mexi com ele mas acho que em cada instalação ele se instala numa pasta diferente dentro da system32, pelo menos com a instalação personalizada tenho quase certeza que ele fazia isso.
Mas veja que da pra encontrar se tiver procurando por ele em específico, sabendo onde ele se instala e a nomenclatura que ele costuma usar nos arquivos, mas outros malwares com este mesmo “poder” complicam se não estiver procurando especificamente por eles, o Ardamax mesmo é encontrado por qualquer antivírus mas mesmo assim o bicho é bem sagaz.
Perfeito.
Ambos são sensacionais, eu usava antigamente o Malwarebytes, mas ele foi crescendo e virando uma bomba, vem carregado de propaganda da versão full e demora muito para terminar.
Adwcleaner e JRT são super rápidos. Só uma vez eles falharam em localizar um “malware”, acabei achando com um tal de Shortcut Cleaner, também disponível no site “BleepingComputer”, tentei de tudo para limpar o Chrome de uma amiga, quando na verdade era o atalho modificado, apenas o Shortcut limpou. Então começo executando ele, depois JRT e depois o Adwcleaner
Ótima dica Ryan.
O Bleeping Computer é um site que une o pessoal que trabalha com segurança de software, e tem ferramentas excelentes de manutenção por lá. Bom ver que pegou minha dica
Eis minha lista:
– ComboFix (ele é uma espécie de “bezetacil” – localiza boa parte de malwares e ajuda a remoção. Uso quando noto que o computador teve alguma infecção severa, como keyloggers). Recomendo ler um pouco mais sobre ele (uma coisa que preciso fazer de novo)
. Remove também quase a mesma coisa que o AdwCleaner, mas não com a mesma eficiência e com o log aberto (usa a tela de console do Windows em compensação). E também limpa o Ask.

– AdwCleaner (Como o nome diz, é um LimpadordePropagandas. Como o HAO123, websearches, etc… ele não é um removedor de malware como o ComboFix, porém é bem eficiente e limpa bastante, menos ASK e adwares mais “comuns” e “aceitos”. Ao contrário de ti, uso antes de usar o JRT.).
– JRT (ou Junkware Removal Tool) – como o nome diz, também é uma Ferramenta de REmoção de Lixoware (ou Lixograma)
– RKill – é um programa que encerra programas considerados suspeitos – incluí malwares. Claro que por ser um programa antigo, alguns malwares consegue passar pelo programa ou até impedir a execução (pode ser usado no modo de segurança, neste caso). É interessante usar ele antes de passar qualquer um dos programas acima.
– TDSSKiller – é um programa que remove rootkits (os vírus de inicialização). Caso note que fica voltando os vírus, tente ele.
– DelFix – removedor dos programas ComboFix, AdwCleaner e outros da Bleeping após o uso. Não sei se notou, mas os programas deixam uma pasta de trabalho no pc. E ela pode ser detectada por antivírus, já que é uma quarentena.
Costumo acompanhar de vez em quando o Bleeping Computer para ver se tem programas novos para manutenção de computadores. Apesar de ser em inglês, é bem compreensível e os programas são práticos em sua maioria.
É quase igual ao Linha Defensiva e o Hardware, só que bem mais ativo que ambos.
Complemento: muitas vezes também o cliente pede para tirar programas que veio com a máquina. Prefiro não reinstalar e apenas remover os programas. Nisso, tem alguns programas extras que ajudam com isso:
– PC Decrapifier – é um removedor de programas em lote. Ao invés de ir no “Programas” (no Painel de Controle) e desinstalar um por um, o PC Decrapfier ajuda a remover “em lote” os programas. Agiliza bastante.
– Revo Uninstaller – é também um removedor de programas, mas individual. Diferente do Decrapifier, o interessante neste é que ele ajuda a remover “resquícios” de instalação, inclusive no Registro.
Ambos, sugiro que puxe versões antigas. As novas são mais chatas de usar e até insistem no uso da versão paga. As antigas são mais abrangentes
Se você tentar executar o adwcleaner e o JRT e (absolutamente) nada acontecer, como se o mouse e o teclado estivesse com defeito, pode ser culpa do maldito Gbplugin. Eu não tenho certeza ainda, mas ocorreu ontem e eu só consegui rodar os programas depois que deletei o Gbplugin.
A versão mais recente do adwcleaner é capaz de se livrar do malware por trás de jogostempo.com e possivelmente top8844.com e 123rede.com.