 Jefferson,  05 de julho de 2014, Além dessa versão consertar muitos bugs (e naturalmente introduzir outros, mas temos que conviver com isso) uma coisa me chamou a atenção no changelog: é ainda mais fácil adicionar imagens aos posts do que era na versão 3.6. Agora basta arrastar para o editor, enquanto estou escrevendo.
Fiz um backup completo antes, mas não fiz um teste rigoroso depois. Por favor, avisem se encontrarem algo anormal.
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 Jefferson,  04 de julho de 2014, Livros Mas continuo sem saber se isso é bom ou ruim.
Como Odd Thomas terminou com um desfecho altamente desagradável e deixando muitas pontas soltas eu me senti compelido a ler a continuação, Forever Odd, em busca de respostas e, talvez, uma declaração do autor do tipo “just kiddding!” que revertesse a grande tristeza que encerrou a saga anterior. Nada disso aconteceu, mais pontas ficaram soltas e agora é que “o bicho pegou” mesmo. Forever Odd termina de forma surpreendente mas não desagradável. Bom… pelo menos não será desagradável se até o sexto livro o autor explicar o que danado aconteceu, porque ninguém mais sabe! Nem Odd, nem os leitores.
Uma coisa mudou radicalmente: enquanto no primeiro livro eu esperava um inimigo sobrenatural e não havia nenhum, no segundo livro eu esperava que o inimigo fosse apenas doido varrido, para acabar sendo revelado bem no finzinho que ele tinha de fato poderes sobrenaturais. E não, nenhum Bodach aparece no livro inteiro.
Eu até desconfiei de algo sobrenatural, mas usei o raciocínio errado. Eu desconfiei que Cheval Robert e Cheval Andre fossem fantasmas, mas isso não podia fazer sentido, já que Datura podia vê-los.
A comédia continua, mas do ponto de vista da ação o livro é frustrante. Houve momentos em que eu pensei que estava lendo de novo “O Senhor dos Anéis” de tão longas eram as passagens que só descreviam a paisagem. Eu esperei até o finzinho que Odd estivesse sendo procurado e que a “cavalaria” fosse aparecer a qualquer momento, mas Odd estava completamente só. Pense no anti-climax que senti quando Odd estava à beira da morte no esgoto e foi revelado que todo mundo que podia ajudá-lo estava jantando em casa nessa hora.
Tá difícil, muito difícil eu dizer que “gostei” dessa série. Mas me sinto compelido a continuar lendo os livros seguintes só pela comédia e para ver se o autor salva a trama!
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 Jefferson,  04 de julho de 2014, Isso aconteceu ontem em duas máquinas distintas rodando Windows XP SP3 e conectadas a um servidor de domínio (não sei se é relevante). Ambas desenvolveram problemas sérios que me fizeram decidir substituir o hive SYSTEM do Registro pela cópia de backup e reinstalar tudo que precisasse de drivers. Ao tentar reinstalar o VirtualCloneDrive, a surpresa:
- Instalador acusa “Installation Failed!” mas prossegue aparentemente normalmente;
- Toda tentativa de montar um ISO acusava o erro “Unable to mount VCD”;
- Driver do VirtualCloneDrive aparecia com uma exclamação no Gerenciador de Dispositivos.
O mesmo problema, igualzinho, nas duas máquinas. Desinstalar e reinstalar o programa não surtia efeito. Para prosseguir com a instalação dos drivers (quase todo o meu kit de ferramentas está em arquivos ISO agora) tive que instalar o Daemon Tools nas duas, mas isso é meu “Plano B”, pois prefiro o VirtualCloneDrive. Quando a poeira baixou e eu tinha resolvido os problemas que me levaram a apelar para os backups do Registro, parei para tentar solucionar o problema criado pela minha decisão.
Encontrei este post, que falava do mesmo sintoma, com causa diferente. Mas que me fez olhar de perto os drivers. O virtualclonedrive instala dois (e não ter notado isso me confundiu por alguns minutos):
Ao clicar com o botão direito para checar as propriedades dos arquivos, descobri que ambos estavam dando aviso de que “eu não tinha permissão para ver as propridades de segurança mas que ue poderia me tornar proprietário do arquivo e blá-blá-blá… ” Isso certamente estava errado porque eu estava logado como Administrador e localmente (não no domínio – será que fazia diferença?). Provavelmente instalação e desinstalação estavam esbarrando no mesmo problema.
Isso foi completamente inesperado. Eu não contava com ter um problema de permissões ao restaurar um backup do Registro. Ainda mais um problema cujo sintoma não menciona permissões. E apenas o VirtualCloneDrive me criou esse problema. Todo o resto dos drivers foi resinstalado sem erro.
Apaguei manualmente os dois arquivos e reinstalei. Problema resolvido.
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 Jefferson,  04 de julho de 2014, Esse problema é um velho conhecido meu que aparentemente só acontece com impressoras HP. Você manda imprimir algo, vê o trabalho aparecer no gerenciador de impressão do Windows por um breve instante e sumir em seguida, sem que nada tenha sido impresso.
A máquina rodava Windows XP SP3. Instalei a impressora usando a opção “Rede”, sem usar o cabo USB. Tudo transcorreu bem e a página de teste foi impressa, mas foi a única coisa que a impressora se dignou a imprimir desse computador. Desinstalei e instalei usando a opção USB. Dessa vez nem a página de teste foi impressa.
Para testar se a impressora novinha já estava com defeito, fiz a instalação em outra máquina, também Windows XP SP3, via rede. Imprimiu normalmente todas as vezes que testei. Isso confere com o que acontece com a Laserjet P1005: algo que o driver da HP faz no Windows bloqueia definitivamente a impressão.
Mas ao contrário do que acontece com a P1005, onde usar o desinstalador e reinstalar depois efetivamente resolve o problema (até acontecer de novo semanas ou meses depois por razões desconhecidas), usar o desinstalador da M127fn não resolveu nada.
É importante notar que o scanner sempre funcionou e a impressora sempre aparecia online. A multifuncional era vista perfeitamente pelos drivers.
Tentei usar a Recuperação do Sistema para voltar para quando eu ainda não havia instalado a impressora, já que pelo menos havia impresso uma vez antes de parar, mas, como de costume, a recuperação não funcionou, mesmo tentando voltar para apenas um dia antes da instalação da impressora (raras são às vezes que funciona comigo, quando eu realmente preciso dela). Baixei e instalei a última versão do firmware da impressora, tentei o driver do CD, o driver do site e até o driver que vem dentro da própria impressora em um CD ROM virtual, mas nada surtiu efeito.
Eu até tentei editar na munheca o Registro, removendo todas as referências a “Packard” e “HP” (prestando atenção ao que estava fazendo, claro) que eram muuuuuitas, mesmo com todo o software da HP devidamente desinstalado (a HP emporcalha o Registro de qualquer máquina Windows) inclusive com a ajuda do Revo Uninstaller, mas como eu até já esperava, só piorou a situação. Você pode até retirar tudo o que explicitamente se refere à HP, mas não tem como acompanhar manualmente todos os links internos não explicitos que você está quebrando ao fazer isso. O resultado é que muita coisa fica órfã e o instalador da HP não perdoa: A instalação da HP nem funciona mais se você tentar se livrar do lixo manualmente. É claro que eu tinha feito uma cópia do Registro antes de me aventurar nisso.
No segundo dia na empresa do cliente, sem outras idéias, parti para a ignorância. Substituí o hive SYSTEM inteiro do Registro pela cópia de backup em %Windir%\repair, reinstalei todos os drivers e a impressora.
Aí funcionou normalmente.
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 Jefferson,  04 de julho de 2014, Livros E ainda não sei se isso é bom ou ruim.
OBS.: Eu até tento evitar os spoilers, mas não dá para realmente criticar o livro usando indiretas o tempo todo.
Não leia o livro se não gostar de uma trama com pontas soltas. Se você espera que em um best seller de suspense todas as coisas esquisitas que acontecem ao longo da trama sejam explicadas, preferencialmente de uma forma surpreendente, no fim do livro, esqueça Odd Thomas. Eu li o segundo livro esperando ter explicações para os mistérios do primeiro e só o que encontrei foram mais pontas soltas.
No cinema, quando o diretor ocupa preciosos segundos da trama com um evento aparentemente banal, supérfluo, como quando o personagem de Wesley Snipes passa mal e vai ao hospital em The Art of War, você fica se perguntando o que aquela cena de 1 minuto tem a ver com a trama e no final do filme descobre que nessa visita implantaram nele um rastreador. Em filmes, cada segundo tem que ser explicado no orçamento. Já em livros, infelizmente, o autor pode se dar ao luxo de escrever páginas e páginas sobre algo e depois esquecer ou desistir de fazer o desenvolvimento.
E aí vem o maior problema de Odd Thomas. No início da trama, Odd esbarra em um portal que funciona mais ou menos como uma máquina do tempo. Mas é tão perigosa que uma pessoa sã somente recorreria a ela em caso de vida ou morte. E o que acontece quando no final do livro Odd se depara com um desfecho estarrecedor que poderia ser desfeito com uma máquina do tempo? Ele parece esquecer que conheceu tal coisa e a vida prossegue. Não se desperdiça uma linha sequer racionalizando isso, nem explicando que medidas foram tomadas para, em outro extremo, evitar que o portal fosse reaberto.
Aliás, o final da estória é brochante. Apesar de suspeitar que ia acontecer exatamente o que aconteceu, dadas as diversas dicas ao longo da narração, ainda fui apanhado de surpresa. Me senti trapaceado pelo autor. E isso mesmo tendo suspeitado, sim, que pudesse estar sendo usado o recurso do “unreliable narrator” e Odd (o narrador) estivesse escondendo algo dos leitores. Odd não apenas estava sendo um narrador não confiável, mas ainda confessa isso com todas as letras para o leitor quando a verdade é descoberta. Eu poderia ter gostado, como gostei de ser enganado pelo diretor em O Sexto Sentido, mas não gostei. Acho que faltou me enganar “do jeito certo”.
Outra coisa que me incomodou na trama foram os tais Bodachs. Ora, a menos que todos eles estivesse conspirando para enganar Odd, qual a explicação para que eles seguissem o Fungus Man (que nunca havia matado ninguém, ainda) às centenas, mas que nem umzinho sequer fosse visto perto dos outros (muito mais perigosos) envolvidos na trama? Fungus Man era apenas o doido financiador da operação e aprendiz de monstro enquanto os outros já eram monstros.
E o que eles faziam nas casas das pessoas que iam ainda morrer? Os Bodachs vem do futuro?
A necessidade de ler o livro surgiu quando vi o trailer do filme e descobri que era baseado em um best seller. Nunca havia lido nada antes de Dean Koontz e não gosto de ler algo depois de ter visto o filme. Mas justamente ter visto o trailer do filme me levou a outra frustração: as cenas cuidadosamente escolhidas do trailer me levaram a crer que Odd estivesse lidando com uma ameaça sobrenatural. Não era! Todos os antagonistas da estória eram homens sem poder sobrenatural algum. Os Bodachs, apesar de Odd sabiamente não querer descobrir do que eles são capazes, são meros espectadores, que no fim das contas só são relevantes quando as mortes começam porque Odd pode vê-los e essa visão atrapalha o seu foco inclusive literalmente!
E as coisas inacreditavelmente burras, para alguém que dá todos os sinais de ser muito inteligente, que Odd faz? Eu pensava no ator Karl Urban dizendo “Unbeliavable” e balançando a cabeça o tempo todo:
- A decisão de se livrar do corpo de Fungus Man em vez de simplesmente “se mandar” já é altamente questionável, mas dá até para aceitar a racionalização que ele faz. Porém o que ele faz em seguida…
- Leva a arma que supostamente matou Fungus Man, que não era sua, juntamente com o cadáver, mas se livra do cadáver e continua com a arma. Logo a arma que foi usada em um assassinato preparado para incriminá-lo e quando ele ainda não tinha “pisado na armadilha” e dava tempo de recuar. Mesmo sem ter intenção de usá-la (como realmente não usou) e tendo recusado a oferta de amigos que ofereceram armas para sua proteção;
- Tendo decidido enfrentar os loucos sem armas de fogo a abandonado a arma que matou Fungus Man no seu carro, Odd decide de repente sair com a arma (outra) que ele sabia ter sido usada para matar três seguranças segundos antes.
Ou seja: ele não tinha culpa de nada e saiu criando um rastro que o incriminava. E isso com o chefe de polícia, o único na organização que tinha grande probabilidade de acreditar na sua inocência, entre a vida e a morte no hospital vítima de um crime que poderia também ser atribuído a ele!
O livro não é um caso inteiramente perdido, porém. Odd é muito bem humorado e os diálogos dele com todos os outros personagens são engraçados e memoráveis. Eu gosto do estilo que mistura drama com comédia (Harry Potter, Supernatural, Castle, Rizzoli & Isles…) e ultimamente tenho sentido dificuldade para ler estórias ou assistir a séries que sejam puro drama apesar de saber que são boas (Fringe, Game of Thrones…).
O bom humor, que inclui referências a outras obras relevantes (como O Sexto Sentido) salva o livro.
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 Jefferson,  16 de fevereiro de 2014, Hostgator Não, não foi por isso que eu não tenho escrito aqui no blog. É que eu tenho andado ocupado. Mas o que a Hostgator fez me deixou assustado porque bloqueou o acesso de todos vocês ao que já foi publicado. E isso é ruim, muito ruim! 
A primeira vez foi há um mês. O staff da Hostgator bloqueou, alegando excesso de uso de CPU, o acesso à parte principal do domínio ryan.com.br com centenas de páginas em wordpress. Como eu nunca tinha tempo *e* paciência para seguir as instruções para “sanar o problema”, o bloqueio perdurou por um mês (perdi posição no ranking do Google, receita do adsense, etc) Sentei, conferi o longo checklist deles à procura de problemas e não achei nada. Tudo o que podia fazer era atualizar o WP-Super-cache e pedir para desbloquearem. E eles desbloquearam.
Isso foi na semana passada. Hoje eu descubro que a Hostgator, alegando novamente uso excessivo de CPU, bloqueou minha conta inteira. No mínimo 4 domínios (incluindo o da empresa de um cliente) saíram do ar.
Como não tinha a menor lógica isso ser minha culpa, eu educadamente “rodei a baiana”. Expliquei em resposta ao ticket que há meses eu não fazia qualquer modificação em qualquer dos domínios (“tá tudo no piloto automático”) e não sabia nem por onde começar a resolver um problema surgido “do nada” que afetava minha conta inteira. Deixei claro que achava mais fácil mover tudo para a Dreamhost.
E até comecei a pesquisar o que era preciso para fazer essa migração. É um saco, porque a Dreamhost não usa cPanel, então cada instalação do wordpress e cada banco de dados precisam (precisa?) ser exportados e importados individualmente (até onde cheguei a ver).
Horas depois, quando eu já achava que o staff estava “de pirraça” por causa de minha ameaça porque não tive notícias e eles geralmente respondem rápido, recebi uma atualização de ticket dizendo que localizaram o problema. Um único endereço IP, tentando baixar um de meus arquivos (um pacote de firmwares da Dyomate), estava disparando milhares de solicitações a um script php do wordpress. Eles então bloquearam o IP que estava fazendo isso e liberaram a minha conta.
Mas o correto não teria sido fazer essa checagem logo no início? Quer dizer que um único indivíduo consegue derrubar um site hostgator e o cliente é que tem que investigar isso? Fui vítima de um ataque DoS que qualquer um poderia fazer?
Só não mudo para a Dreamhost já porque não tenho *certeza* de que lá seja diferente.
PS.: O IP era de Singapura. Investigando os logs percebi outro problema também originado em Singapura, por outro IP mas tendo como alvo o mesmo arquivo. Como eu não posso bloquear um país inteiro por causa disso, decidi tirar do ar o arquivo.
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 Jefferson,  15 de dezembro de 2013, Este problema é causado por um recurso antigo do IE e possivelmente muitos dos meus leitores já sabem como se resolve. Mas como eu apanhei bastante ontem com isso, vou registrar aqui para que não aconteça de novo.
Entre outros problemas, o cliente se queixou de ver este erro ao acessar sua conta do Mercado Livre, usando o Internet Explorer 8:

Perceba que o banner de propaganda não aparece. A princípio suspeitei de algo relacionado ao Flash, mas o mesmo funcionava em outros sites e desistalar e reinstalar não surtiu efeito.
Clicando no banner encontramos a opção “Exibir conteúdo bloqueado”, que não faz nenhum efeito. A página é recarregada, mas a mensagem reaparece e nada de exibir o banner.
Eu não tinha outro computador disponível para fazer comparações. Desinstalei o IE, reinstalei, apliquei todos os patches que eu tinha, mandei redefinir todas as opções, reinstalei certificados… nada resolveu o problema.
Chegando em casa, testei em uma instalação “virgem” do XP com IE8 e imediatamente entendi de onde vinha o problema. Logo ao entrar na conta, o IE exibe a seguinte mensagem:

Se você responder SIM, estabelece esse comportamento bizarro do IE. Então em algum momento o usuário havia escolhido essa opção.
Por que chamo de bizarro?
- Por que desinstalar, reinstalar e redefinir as opções do IE não surtiu efeito?
- Custava ao IE dar um explicação clara sobre a origem da mensagem? O browser nem diz que opção ativou esse comportamento, nem que conteúdo está sendo bloqueado.
- Por que o IE não me dava a opção, ao clicar na mensagem, de escolher novamente?
- Por que “Exibir conteúdo bloqueado” não surte efeito?
Eu não estava ciente desse comportamento porque sempre respondi “não” a essa pergunta. Mas é curioso que não tenha me deparado antes com ele no computador de outras pessoas.
P.S: Embora eu agora saiba por que acontece, eu ainda não sei como se reverte. Este post da MS mostra onde está a opção que habilita ou desabilita o prompt, mas não surte efeito. No meu computador está configurado para “prompt”, mas o site do Mercado Livre não mostra mais prompt algum agora que respondi “Sim”. Este outro post explica várias coisas por trás da criação do prompt, mas ainda não sei como consertar o problema.
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 Jefferson,  06 de novembro de 2013, Eu admito que realmente não esperava que a Google fizesse isso. Depois de desabilitar o serviço mas manter os textos no ar, eu acreditei que continuaria assim indefinidamente. Nada disso. Em agosto eu precisei fazer um novo link para um texto meu no Buzz e no lugar das páginas havia uma mensagem de que a Google estava “reorganizando” as coisas mas dava a entender que ela voltaria com novo endereço.
Mas dois meses se passaram e agora nem essa mensagem se vê mais.
Isso me incomoda bastante. São centenas de postagens e milhares de comentários de vocês que estão indisponíveis para consulta geral. Eu ainda posso olhar no meu backup, mas para mim isso não basta.
Irei disponibilizar esse backup em breve, na forma de um arquivo RAR ou ZIP. Mas aproveito para solicitar a ajuda dos leitores. Preciso de alguém com conhecimento em PHP e WordPress que possa fazer a importação de todos os textos para o Quicktalk. Detalhe: eu preciso que todos os comentários sejam importados também, preferencialmente fazendo com que todos os comentários de uma mesma pessoa sejam interconectados.
Não posso pagar por isso. Só ofereço um pouco de visibilidade por meio de agradecimento permanente no blog.
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 Jefferson,  15 de outubro de 2013, Essa é mais uma lição sobre como as coisas nem sempre são o que parecem.
Há mais ou menos uma semana eu levei um susto. Ao ligar meu desktop o HDD principal, de 1TB, fez um barulho “TEC, TEC, TEC, TEC, TEC, TEC…” (o ruído conhecido como “click of death“) e não inicializou. Desliguei o computador, liguei de novo e novamente “TEC, TEC, TEC, TEC, TEC, TEC…” e não inicializava. Desconectei todos os outros 5 HDDs que estavam naquele momento ligados e tentei de novo. Desta vez deu apenas uns dois TECs e inicializou. Certo de que essa podia muito bem ser minha última chance de salvar os dados, comecei então uma maratona para fazer o backup de cerca de 800GB de dados via USB. O computador chegou a ficar umas 48h sem desligar, porque depois que eu fiz uma cópia, só por precaução extra comecei outra.
Obs: Esse “TEC” (já aviso que não sou bom com onomatopéias) é o ruído da cabeça se movendo da posição de repouso até o disco e voltando para tentar de novo, porque por uma razão qualquer não conseguiu alinhar com o disco na tentativa anterior.
Depois que eu estava certo de que tinha um backup confiável de tudo comecei a fazer experiências e constatei que era uma loteria. Tanto fazia o HDD iniciar de primeira, depois de dois ou três “TEC” ou simplesmente não inicializar. Isso pareceu descartar a fonte estar sendo incapaz de inicializar os HDDs, já que agora apenas um HDD dos seis que eu tinha (e que sempre inicializavam sem qualquer problema) estava ligado. Eu já estava pensando que tipo de aplicação eu poderia dar ao HDD até ele morrer de vez (possivelmente ia ligar a um media player).
Mas aí eu coloquei meu HDD externo de 2.5″ em uma das portas USB3.0 (que naturalmente podem fornecer mais energia que portas USB 2.0) e ele não conseguiu inicializar.
Com uma pulga atrás da orelha, removi o HDD suspeito e coloquei no docking USB, que tem fonte própria. Inicializou sem dar nenhum TEC a mais que o normal. Tentei mais de uma vez.
Então eu troquei a fonte do desktop e há dias o HDD vem inicializando normalmente.
HDD de 1TB não está barato não. Pense num cara aliviado!
http://www.youtube.com/watch?v=vbq8vfs1wYY
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 Jefferson,  10 de outubro de 2013, blog, smilies, wordpress Eu geralmente só atualizo qualquer software quando tenho um motivo bom. E no caso de um software como o wordpress onde uma atualização pode dar uma tremenda dor de cabeça, o motivo precisa ser muito bom. Eu esbarrei nesse motivo essa semana: o Media Manager do 3.6 é bem melhor que o da versão 3.2 que ainda estou usando e deve facilitar minhas postagens.
Fiz diversos backups para o caso de algo dar errado, principalmente com os plugins que considero importantes. Vamos ver o que acontece.
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gostei muto da seri , mas só os livros que sairão aqui no Brasil , gostaria de ler os outro mas não sei ler inglês .