 Jefferson,  29 de julho de 2014, Livros Se você pretende ler a trilogia (eu realmente espero que não), pare de ler este post agora mesmo. Os spoilers são muitos. Se você só leu o primeiro livro e pretende ler os outros em busca de respostas para os mistérios da trama, desista. Nem o autor sabe as respostas.
Eu ia dizer que estava “desapontado”, mas isso é pouco para descrever o que senti quando li três livros à espera de uma explicação racional para o banho de sangue com requintes de crueldade que perdurou durante quase toda a saga. É muito mais que isso: eu me senti enganado por James Dashner.
- No final do primeiro livro eu fiquei pensando: “que po**a é essa?!” Mas como haviam mais dois livros dava tempo de explicar;
- No final do segundo eu pensei “OK. Ainda brutal demais, mas o livro é melhor e ainda dá para salvar tudo se eu gostar das explicações no terceiro”;
- No final do terceiro: “Que po**a é essa?!!!”
O que dá a entender após lermos a última página da série é que o autor chegou ao terceiro livro sem idéias de como explicar as maluquices que ele inventou nos dois primeiros e por isso mudou de rumo completamente e arrematou com um final que não tem conexão com a estória. 99% do que se passa nos três livros ficou sem explicação.
Convenientemente, Dashner fez com que Thomas não quisesse ter sua memória restaurada e que os personagens que recuperaram as memórias (em especial, Teresa) “desaparecessem” durante quase todo o terceiro livro. Assim ele conseguiu justificar mais três centenas de páginas de “não sei”, “não lembro” e “isso me parece familiar”.
Foram 376+368+336= 1080 páginas do meu tempo que perdi.
Da metade do terceiro livro em diante eu já estava cansado da rotina de violência sem sentido (e sem lógica narrativa) e pulava parágrafos inteiros sem ler quando Dashner começava a narrar mais uma desventura de Thomas. Aliás, a trilogia começou a me lembrar de “Desventuras em série”: aquela série de livros onde os personagens principais “só se f**em”. Esse é mais um problema da narrativa de Dashner: praticamente o tempo todo os personagens principais apenas mal e mal sobrevivem. Até quando eles parecem ter uma vitória, isso faz parte dos planos da WICKED. Não dá para aguentar 1080 páginas de derrotas!
A não ser que você seja sádico, é claro.
Mas o principal motivo para eu me sentir enganado é que foram dadas dicas na narrativa de que pelo menos boa parte das mortes tenha sido uma ilusão. O leitor é levado a acreditar que as mortes, por mais sem sentido e cruéis, talvez não tenham realmente ocorrido. São vários os pontos que me levaram a acreditar nisso:
- Gally, que se não tivesse morrido no ataque ao Glade deveria ter morrido pela forma brutal como seu corpo foi levado embora, apareceu vivo, andando e falando, logo no final do primeiro livro;
- WICKED tem uma tecnologia quase sobrenatural e ficou claro que a organização era capaz de incríveis ilusões;
- Todos os gladers tinham implantes em seus cérebros;
- Teresa insiste na mensagem de que “WICKED is good”;
- E finalmente, as palavras de Janson (The Rat Man) no início do segundo livro – o destaque é meu:
“As you make your way through the Trials, you have seen and will continue to see evidence of this technology and the resources behind it. If I can tell you anything today, it is that you should never, ever believe your eyes. Or your mind, for that matter. This is why we did the demonstration with the hanging bodies and the bricked-up windows. All I will say is that sometimes what you see is not real, and sometimes what you do not see is real. We can manipulate your brains and nerve receptacles when necessary. I know this all sounds confusing and a little scary, perhaps.”
Mas no final todo mundo que morreu, morreu MESMO! Não foi mostrada nenhuma evidência, além da “ressurreição” de Gally, de que a WICKED estivesse manipulando o que todo mundo estava vendo.
Outra coisa estúpida é a idéia de que o governo tenha liberado o vírus “Flare” como “controle populacional” após o desastre (como se após um desastre dessa magnitude ficasse “sobrando” gente) sem ter uma cura para ele já pronta! É como se não existissem outras armas químicas e biológicas mais eficazes, que matassem apenas os infectados de forma realmente “controlada”. É preciso ser muito, muito, muito imbecil para expor propositalmente sua população a um agente infeccioso com contágio pelo ar para o qual não há cura nem vacina. Teria sido muito melhor ter mantido a idéia original de que o vírus “escapou” de um centro de pesquisa no tumulto provocado pela catástrofe solar.
Eu até poderia pensar que isso é o que eu mereço por ficar lendo literatura infanto-juvenil (ou de “jovens adultos”) depois de velho mas, caramba! The Maze Runner conseguiu me causar pior impressão que Percy Jackson! E tentar comparar com Artemis Fowl, Harry Potter e The Hunger Games (que poderia ter terminado melhor) já é covardia. Como contador de estórias James Dashner perde feio para Eoin Colfer, J.K. Rowling e Suzanne Collins.
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 Jefferson,  22 de julho de 2014, tools O log de eventos do Windows é muito útil, mas sofre de um sério problema: você só lembra (quando lembra) que ele existe quando percebe que há algo errado no computador. Até lá, erros menores vão se acumulando e quando você finalmente olha o log já é tarde ou sua análise fica sobrecarregada por erros que se referem a condições que já nem existem mais (software que você desinstalou, hardware que não está plugado, etc). Seria interessante você tomar conhecimento dos eventos, principalmente dos que são erros, à medida que acontecessem, não?
Ué… você não sabia que a maioria dos erros registrados no log de eventos nunca gerou uma mensagem para o usuário?
Contorne essa limitação do Windows com o MyEventViewer.
MyEventViewer não tem opção para executar automaticamente com o Windows, mas eu coloquei um atalho para ele no grupo Inicializar e estou usando assim. Também programei para exibir os eventos como balões e o exemplo abaixo é de um erro que foi registrado agora mesmo:

Se esse erro não fosse visto imediatamente eu jamais saberia do que se tratava. O tal “HardDisk4” é um HDD que geralmente eu deixo offline e para o qual neste momento eu estou movendo arquivos. E quatro mensagens foram registradas enquanto durou a movimentação de 70GB. Daqui a uma hora o HDD vai ser retirado e essas mensagens deixarão de fazer sentido. Tendo visto agora, eu posso agendar uma verificação do HDD e da porta SATA onde ele foi conectado.
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 Jefferson,  22 de julho de 2014, Redes, tools Há muito tempo eu venho usando o NetMeter em todas as situações onde preciso ficar de olho no uso da banda de rede, mas sempre tive um problema com ele: assim como a maioria dos similares o programa não diferencia entre o tráfego na rede local do tráfego para a internet. Então se, por exemplo, eu deixar meu programa de monitoramento do DVR aberto para observar as câmeras da casa, não consigo perceber imediatamente se algum processo em meu computador está usando indevidamente minha banda de internet. A visualização das câmeras ocupa 280KB/s contínuos, o que é mais de três vezes a capacidade máxima de download (80KB/s) que a Telemar me dá. E esse é só um exemplo. Diversos são os usos que faço da minha rede local que podem mascarar um processo roubando minha banda extena.
NA semana passada eu encontrei um programa simples que resolve parcialmente o problema: Traffic Watcher
Para fazer a distinção entre os tráfegos o programa usa recursos do Winpcap, que precisa ser instalado também.

Minimizado ele deixa um ícone na barra de tarefas para exibir os tráfegos:

Você pode definir também quais são os limites de banda separadamente.

E talvez o mais interessante de todos é que Traffic Watcher pode diferenciar entre vários tipos de tráfego:

Na figura acima o tráfego gerado pelo meu uTorrent é exibido na seção UDP (e às vezes na seção Other).
Lá atrás eu disse que o programa resolve parcialmente meu problema, apesar de tudo isso. Bem… é que eu gostaria que ele tivesse um conjunto separado de ícones na systray que piscasse apenas quando houvesse tráfego para a internet. Exatamente como funciona com o ícone de rede do XP, só que limitado a tráfego externo. O problema é que nesses programas que usam barras é muito fácil um tráfego pequeno, mesmo contínuo, passar despercebido.
E caso você não tenha percebido ainda, vigiar isso é uma das minhas linhas de defesa contra malware.
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 Jefferson,  19 de julho de 2014, malware Eu acredito que já comentei antes, aqui mesmo ou no Buzz, sobre como malware vem bloqueando a execução de antivirus através da corrupção dos descritores de segurança (NTFS) do diretório. Ontem eu esbarrei em um método mais sutil mas igualmente eficaz: aplicar uma diretiva de segurança no Registro que impeça o software de rodar.
É claro que isso só é possivel se o malware estiver rodando com privilégios de administrador, o que é a situação da grande maioria dos usuários no Windows XP e depende de um descuido do usuário no Vista em diante. Coisa muito fácil ocorrer.
Eu já havia eliminado manualmente a infecção da máquina quando esbarrei nesse problema. Se você não remover o malware antes, fazer o que está explicado aqui pode ser perda de tempo.
Sintomas
O ícone do Avast não aparecia na barra de tarefas mas o diretório estava lá, com aparentemente todos os arquivos e acessível para inspeção. Uma checagem com o Autoruns mostrou que o Avast estava configurado para ser executado, mas não rodava.
O HDD do cliente era FAT32, logo o problema dos descritores de segurança NTFS não se aplicava.
Desinstalei o Avast. Toda a desinstalação correu bem exceto por uma estranha mensagem dizendo que regsrv32.exe, no diretório do Avast, não podia ser executado devido a uma diretiva de restrição de software. Fui olhar o diretório e este estava vazio. Até esse ponto eu ainda não havia entendido o que estava ocorrendo.
Por precaução, rodei também o desinstalador completo do Avast. Nenhum erro foi exibido.
Mas depois de reinstalar o Avast o problema persistiu. O programa não rodou após a instalação, mesmo após reiniciar o PC. Nenhuma mensagem de erro era exibida.
Decidi executar manualmente e foi somente então que eu descobri o que estava ocorrendo. Assim que eu tentei rodar AvastUI.exe, foi exibida a mesma mensagem que eu havia visto antes a respeito de regsrv32.exe, mas indicando que desta vez AvastUI.exe é que estava bloqueado por uma diretiva de restrição de software. O diretório inteiro devia estar bloqueado.

“O Windows não pode abrir este programa devido a uma diretiva de restrição de software”
A mensagem também dizia que eu olhasse no log de eventos para mais informações. Eu olhei e não vi nada que parecesse útil.
Executei secpol.msc (é um programa nativo do Windows XP professional) e procurei por uma diretiva bloqueando o Avast. Não achei nada. Pior que isso, secpol.msc dizia “Nenhuma diretiva de restrição de software definida”.

Ou eu estava procurando no lugar errado ou era mais um caso onde o malware consegue fazer algo e esconder isso da GUI do Windows.
A solução
Então eu fui olhar manualmente no Registro. Depois de procurar onde eu supunha que ia achar as diretivas e não achar nada, decidi fazer uma busca por todas as referências a AvastUI.exe. Encontrei algo suspeito em
HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths
Veja o conteúdo completo do backup que fiz antes de fazer modificações:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
|
Windows Registry Editor Version 5.00 [HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths] [HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths\{00000001-2352-4E27-0000-A78FA6846795}] "ItemData"="C:\\Arquivos de programas\\Norton Internet Security\\Engine\\21.4.0.13\\NIS.exe" "Description"="" [HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths\{00000001-2352-4E27-0001-A78FA6846795}] "ItemData"="C:\\Arquivos de programas\\Norton Internet Security\\Engine\\21.4.0.13\\symerr.exe" "Description"="" [HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths\{00000080-2352-4E27-0000-A78FA6846795}] "ItemData"="C:\\Arquivos de programas\\AVAST Software\\Avast\\avastui.exe" "Description"="" [HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths\{00000080-2352-4E27-0001-A78FA6846795}] "ItemData"="C:\\Arquivos de programas\\AVAST Software\\Avast\\AvastSvc.exe" "Description"="" [HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths\{00000080-2352-4E27-0002-A78FA6846795}] "ItemData"="C:\\Arquivos de programas\\AVAST Software\\Avast\\AvastEmUpdate.exe" "Description"="" [HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths\{00000080-2352-4E27-0004-A78FA6846795}] "ItemData"="C:\\Arquivos de programas\\AVAST Software\\Avast\\*.exe" "Description"="" [HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths\{dda3f824-d8cb-441b-834d-be2efd2c1a33}] "Description"="" "SaferFlags"=dword:00000000 "ItemData"=hex(2):25,00,48,00,4b,00,45,00,59,00,5f,00,43,00,55,00,52,00,52,00,\ 45,00,4e,00,54,00,5f,00,55,00,53,00,45,00,52,00,5c,00,53,00,6f,00,66,00,74,\ 00,77,00,61,00,72,00,65,00,5c,00,4d,00,69,00,63,00,72,00,6f,00,73,00,6f,00,\ 66,00,74,00,5c,00,57,00,69,00,6e,00,64,00,6f,00,77,00,73,00,5c,00,43,00,75,\ 00,72,00,72,00,65,00,6e,00,74,00,56,00,65,00,72,00,73,00,69,00,6f,00,6e,00,\ 5c,00,45,00,78,00,70,00,6c,00,6f,00,72,00,65,00,72,00,5c,00,53,00,68,00,65,\ 00,6c,00,6c,00,20,00,46,00,6f,00,6c,00,64,00,65,00,72,00,73,00,5c,00,43,00,\ 61,00,63,00,68,00,65,00,25,00,4f,00,4c,00,4b,00,2a,00,00,00 "LastModified"=hex(b):cc,8a,7d,24,24,84,cb,01 |
Apesar de não haver nenhuma indicação nessa chave de que se tratava de um bloqueio, achei suspeito que existisse referência aos dois antivirus que estavam instalados na máquina (eu já havia desinstalado o Norton por também não estar funcionando). Fiz o backup, apaguei todas as chaves exceto a última (a que não faz referência a nenhum diretório) e reiniciei o PC. Problema resolvido.
Note que uma das chaves faz referência a todos os executáveis do diretório Avast através de coringa (*.exe). Então eu tive sorte de encontrar procurando por AvastUI.exe.
A razão para isso não aparecer em secpol.msc? Eu fiz um pequeno teste aqui e constatei que, para decidir o que bloquear, o Windows somente olha as chaves sob a chave indicada aqui. Mas na hora de listar, ele começa por outra chave onde ele espera encontrar “links” para essas. Como o malware somente cria as mostradas aqui, as diretivas ficam “invisíveis” para a ferramenta nativa.
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Texto de Jefferson Ryan - cópias fora de ryan.com.br não são autorizadas. |
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 Jefferson,  06 de julho de 2014, Como anunciado pela Microsoft o WLM realmente parou de funcionar para mim por volta de março do ano passado. Mas seu substituto oficial, o Skype, é tremendamente inferior quando o assunto é conversar pelo teclado, entre outros problemas (o Skype não permite arrastar e soltar imagens, por exemplo). Então quando eu descobri que um amigo meu ainda usava, meses depois do bloqueio, decidi descobrir como ele fez (o safado fez “charme” e não quis dizer… ).
É tão incrivelmente fácil que espanta. Basta instalar o Windows Live Messenger normalmente e depois rodar o Messenger Reviver, que o WLM parará de dar a mensagem de que você tem que baixar a versão nova (o Skype) e rodará normalmente.
Estou usando desde março de 2014, sem problemas.
É claro que isso só é possível porque os servidores da Microsoft ainda estão funcionando e o bloqueio do WLM é artificial. Uma mera imposição de “upgrade”.
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 Jefferson,  05 de julho de 2014, A necessidade surgiu em visita a um novo cliente. Ele tem uma casa grande e gostaria de poder escutar sua seleção musical armazenada no PC quando estivesse na piscina com os amigos. Isso é até fácil: basta colocar alto falantes do lado de fora. Mas e se você puder acrescentar um ponto de sofisticação e ter o recurso de ver no smartphone/tablet o que está tocando e escolher o que vai tocar, como se seu dispositivo móvel fosse um sofisticado controle remoto?
O hardware do cliente:
Note que tudo o que está listado acima suporta DLNA. E os Airport suportam inclusive Airplay.
Existem diversas maneiras de se fazer isso, mas um dos requerimentos que eu mesmo estabeleci já eliminava várias delas: a coleção de músicas não pode ir para o dispositivo móvel. Além de serem 260GB de MP3, colocar em UM (ou copiar em mais um) dispositivo complicaria mais do que ajudaria. Existe a possibilidade de eu colocar toda a coleção do cliente em um dispositivo NAS em algum lugar da rede (o Airport Extreme suporta isso), mas por hora eu estabeleci que o desktop Windows 7, onde a coleção já está, será o servidor. Numa rápida olhada no manual, descobri que o receiver Onkyo tinha suporte a DLNA, então será que eu poderia usar o PC como “server”, o tablet como “controller” e o Onkyo como “renderer” (os três papéis do DLNA)?
Numa rápida experiência que fiz aqui em casa descobri que por hora eu posso até mesmo ignorar a capacidade DLNA do Onkyo. Instalei a app BubbleUPNP no meu Grand Duos e após configurar um notebook com Windows 7 como server usando o recurso embutido no próprio Windows Media Player (WMP) 12, descobri que o WMP aparecia listado como opções de server e renderer na app.
Eu tanto podia:
- Tocar as músicas armazenadas no meu telefone pelos alto-falantes do notebook;
- Tocar as músicas do notebook pelos alto-falantes do celular;
- Tocar as músicas do notebook, no notebook;
No caso do cliente eu certamente poderia enviar o som para outro dispositivo DLNA ( o Onkyo), mas por que fazer isso via rede, se o media server já está ligado por cabo HDMI ao Onkyo mesmo? Essa capacidade poderá ser interessante, porém, se e quando for decidido colocar a coleção em um NAS.
BubbleUPNP foi apenas a primeira app que testei, apenas para ter uma idéia do que eu podia fazer com DLNA, já que nunca tinha encontrado aplicação para isso antes. E gostei do que vi. Até as capas dos CDs embutidas nos arquivos (recurso do MP3 ID3 v2) aparecem na tela de seleção de músicas. Mas a versão gratuita tem limitações chatas, como o limite de apenas 16 músicas na aba Playlist. Eu testei também o Toaster Cast DLNA UPNP Player, mas somente para poder acessar o notebook como media server já exigia que eu comprasse a versão Pro.
Que outras apps para Android e para IOS vocês sugerem?
Nota: Para o WMP aparecer como server na rede, basta que o usuário esteja logado. Mas para que apareça como renderer o WMP precisa estar rodando. Preciso de um comportamento melhor.
Media servers que testei, no meu Windows XP:
- Songbird v2.2.0 – Funcionou como server, mas não encontrei opção de usá-lo como renderer.
- XBMC Portable v9.11 – Tem as opções de server e renderer, mas só consegui fazer funcionar como renderer. Ao escolhê-lo como server, nenhuma das músicas da biblioteca aparece;
- XBMC v12.3 (não encontrei no site oficial, por isso baixei do oldapps. A versão mais recente do XBMC, 13.0, não instala mais no XP) – Mesmo problema da versão 9.11.

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 Jefferson,  05 de julho de 2014, Além dessa versão consertar muitos bugs (e naturalmente introduzir outros, mas temos que conviver com isso) uma coisa me chamou a atenção no changelog: é ainda mais fácil adicionar imagens aos posts do que era na versão 3.6. Agora basta arrastar para o editor, enquanto estou escrevendo.
Fiz um backup completo antes, mas não fiz um teste rigoroso depois. Por favor, avisem se encontrarem algo anormal.
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 Jefferson,  04 de julho de 2014, Livros Mas continuo sem saber se isso é bom ou ruim.
Como Odd Thomas terminou com um desfecho altamente desagradável e deixando muitas pontas soltas eu me senti compelido a ler a continuação, Forever Odd, em busca de respostas e, talvez, uma declaração do autor do tipo “just kiddding!” que revertesse a grande tristeza que encerrou a saga anterior. Nada disso aconteceu, mais pontas ficaram soltas e agora é que “o bicho pegou” mesmo. Forever Odd termina de forma surpreendente mas não desagradável. Bom… pelo menos não será desagradável se até o sexto livro o autor explicar o que danado aconteceu, porque ninguém mais sabe! Nem Odd, nem os leitores.
Uma coisa mudou radicalmente: enquanto no primeiro livro eu esperava um inimigo sobrenatural e não havia nenhum, no segundo livro eu esperava que o inimigo fosse apenas doido varrido, para acabar sendo revelado bem no finzinho que ele tinha de fato poderes sobrenaturais. E não, nenhum Bodach aparece no livro inteiro.
Eu até desconfiei de algo sobrenatural, mas usei o raciocínio errado. Eu desconfiei que Cheval Robert e Cheval Andre fossem fantasmas, mas isso não podia fazer sentido, já que Datura podia vê-los.
A comédia continua, mas do ponto de vista da ação o livro é frustrante. Houve momentos em que eu pensei que estava lendo de novo “O Senhor dos Anéis” de tão longas eram as passagens que só descreviam a paisagem. Eu esperei até o finzinho que Odd estivesse sendo procurado e que a “cavalaria” fosse aparecer a qualquer momento, mas Odd estava completamente só. Pense no anti-climax que senti quando Odd estava à beira da morte no esgoto e foi revelado que todo mundo que podia ajudá-lo estava jantando em casa nessa hora.
Tá difícil, muito difícil eu dizer que “gostei” dessa série. Mas me sinto compelido a continuar lendo os livros seguintes só pela comédia e para ver se o autor salva a trama!
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 Jefferson,  04 de julho de 2014, Isso aconteceu ontem em duas máquinas distintas rodando Windows XP SP3 e conectadas a um servidor de domínio (não sei se é relevante). Ambas desenvolveram problemas sérios que me fizeram decidir substituir o hive SYSTEM do Registro pela cópia de backup e reinstalar tudo que precisasse de drivers. Ao tentar reinstalar o VirtualCloneDrive, a surpresa:
- Instalador acusa “Installation Failed!” mas prossegue aparentemente normalmente;
- Toda tentativa de montar um ISO acusava o erro “Unable to mount VCD”;
- Driver do VirtualCloneDrive aparecia com uma exclamação no Gerenciador de Dispositivos.
O mesmo problema, igualzinho, nas duas máquinas. Desinstalar e reinstalar o programa não surtia efeito. Para prosseguir com a instalação dos drivers (quase todo o meu kit de ferramentas está em arquivos ISO agora) tive que instalar o Daemon Tools nas duas, mas isso é meu “Plano B”, pois prefiro o VirtualCloneDrive. Quando a poeira baixou e eu tinha resolvido os problemas que me levaram a apelar para os backups do Registro, parei para tentar solucionar o problema criado pela minha decisão.
Encontrei este post, que falava do mesmo sintoma, com causa diferente. Mas que me fez olhar de perto os drivers. O virtualclonedrive instala dois (e não ter notado isso me confundiu por alguns minutos):
Ao clicar com o botão direito para checar as propriedades dos arquivos, descobri que ambos estavam dando aviso de que “eu não tinha permissão para ver as propridades de segurança mas que ue poderia me tornar proprietário do arquivo e blá-blá-blá… ” Isso certamente estava errado porque eu estava logado como Administrador e localmente (não no domínio – será que fazia diferença?). Provavelmente instalação e desinstalação estavam esbarrando no mesmo problema.
Isso foi completamente inesperado. Eu não contava com ter um problema de permissões ao restaurar um backup do Registro. Ainda mais um problema cujo sintoma não menciona permissões. E apenas o VirtualCloneDrive me criou esse problema. Todo o resto dos drivers foi resinstalado sem erro.
Apaguei manualmente os dois arquivos e reinstalei. Problema resolvido.
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 Jefferson,  04 de julho de 2014, Esse problema é um velho conhecido meu que aparentemente só acontece com impressoras HP. Você manda imprimir algo, vê o trabalho aparecer no gerenciador de impressão do Windows por um breve instante e sumir em seguida, sem que nada tenha sido impresso.
A máquina rodava Windows XP SP3. Instalei a impressora usando a opção “Rede”, sem usar o cabo USB. Tudo transcorreu bem e a página de teste foi impressa, mas foi a única coisa que a impressora se dignou a imprimir desse computador. Desinstalei e instalei usando a opção USB. Dessa vez nem a página de teste foi impressa.
Para testar se a impressora novinha já estava com defeito, fiz a instalação em outra máquina, também Windows XP SP3, via rede. Imprimiu normalmente todas as vezes que testei. Isso confere com o que acontece com a Laserjet P1005: algo que o driver da HP faz no Windows bloqueia definitivamente a impressão.
Mas ao contrário do que acontece com a P1005, onde usar o desinstalador e reinstalar depois efetivamente resolve o problema (até acontecer de novo semanas ou meses depois por razões desconhecidas), usar o desinstalador da M127fn não resolveu nada.
É importante notar que o scanner sempre funcionou e a impressora sempre aparecia online. A multifuncional era vista perfeitamente pelos drivers.
Tentei usar a Recuperação do Sistema para voltar para quando eu ainda não havia instalado a impressora, já que pelo menos havia impresso uma vez antes de parar, mas, como de costume, a recuperação não funcionou, mesmo tentando voltar para apenas um dia antes da instalação da impressora (raras são às vezes que funciona comigo, quando eu realmente preciso dela). Baixei e instalei a última versão do firmware da impressora, tentei o driver do CD, o driver do site e até o driver que vem dentro da própria impressora em um CD ROM virtual, mas nada surtiu efeito.
Eu até tentei editar na munheca o Registro, removendo todas as referências a “Packard” e “HP” (prestando atenção ao que estava fazendo, claro) que eram muuuuuitas, mesmo com todo o software da HP devidamente desinstalado (a HP emporcalha o Registro de qualquer máquina Windows) inclusive com a ajuda do Revo Uninstaller, mas como eu até já esperava, só piorou a situação. Você pode até retirar tudo o que explicitamente se refere à HP, mas não tem como acompanhar manualmente todos os links internos não explicitos que você está quebrando ao fazer isso. O resultado é que muita coisa fica órfã e o instalador da HP não perdoa: A instalação da HP nem funciona mais se você tentar se livrar do lixo manualmente. É claro que eu tinha feito uma cópia do Registro antes de me aventurar nisso.
No segundo dia na empresa do cliente, sem outras idéias, parti para a ignorância. Substituí o hive SYSTEM inteiro do Registro pela cópia de backup em %Windir%\repair, reinstalei todos os drivers e a impressora.
Aí funcionou normalmente.
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E o filme vem aí, já viu o trailer?
Pior que o ator principal tem a cara do ator do filme de Percy Jackson lembra ele e muito. Em vários momentos do trailer pensei que fosse o mesmo…
Vi faz pouco tempo o trailer aqui
http://omelete.uol.com.br/comic-con/cinema/correr-ou-morrer-assista-ao-novo-trailer-do-filme/
Eu me apressei para ler The Maze Runner justamente por causa do filme. Se eu tiver assistido a um filme dificilmente tenho paciência para ler o livro que deu origem a ele.
Eu já tinha visto o trailer e uma coisa eu adianto: várias cenas do trailer não existem no livro. Mas pode ser para melhor! A trama da trilogia é tão esburacada que há espaço para melhorias no filme.
Porém… conhecendo o final “brochante” que tem a trilogia se o filme não tiver uma direção e atuação impecáveis eu vou desistir dele em 20 minutos ou menos. Foi o que aconteceu quando tentei assistir a Percy Jackson e The Host (e olha que eu adorei o livro).
Olá, Jefferson!
Não querendo me gabar, mas você vai aproveitar muito mais o meu pequeno livro.
Ele provavelmente não será o melhor livro que você vai ler, mas com certeza será muito melhor que esse, pois adoro dar explicações para as coisas e amarrar as pontas soltas.
São só 144 páginas, é muito menos perda de tempo se você não gostar, mas pode começar só com o primeiro conto, que tem 3 páginas de texto e uma de figura. Na minha opinião, os melhores são “Terror no teletransporte” e “Bolhas de nada”, mas alguns preferem a “Floresta mutante”, onde também há uma boa explicação para viajar do Brasil à Alemanha apenas caminhando por uma floresta.
Abraço!
é por isso que velhos não leem YA. o cérebro de vcs não consegue acompanhar.
tenha um bom dia
E é por isso que gente da sua capacidade intelectual não é levada a sério. A sua incapacidade de entender o que está escrito no último parágrafo e de articular um argumento é assombrosa!
Tenha um bom dia!
OBS.: Seus próximos comentários serão ignorados, conforme as Regras de Participação. Eu só publiquei seu comentário porque hoje estou no humor certo para dar bordoada em trolls e crianças mimadas.
Estou numa fase agora onde estou percorrendo sebos (tanto virtuais como físicos) para adquirir livros de ficção científica antigos. E não falo só dos “mestres” Isaac Asimov, Arthur C. Clarke, Robert A. Heinlein, etc. Existem livros EXCELENTES escritos por autores praticamente desconhecidos (pelo menos para a maioria dos brasileiros) nas décadas de 1950, 1960, 1970, etc. E em língua portuguesa! Jefferson: se um dia passares por um sebo (ou uma livraria que negocia livros usados) experimente. Caso queiras, posso te indicar alguns. Abraço (de alguém que se orgulha de “não conseguir acompanhar a surpreendente literatura enlatada de hoje em dia”)!
Cara em primeiro lugar: não é uma trilogia, tem 4 livros da série:correr ou morrer, prova de fogo, a cura mortal e ordem se exterminio. Em segundo lugar: procure algum curso de português porque não acredito que um adulto escreve ”istória” ao invés de ”história”, é por isso que velhos não gostam de distopias.. Pense bem nisso que eu te falei!
Olha, eu vou dar um desconto porque claramente pela sua foto no Facebook você é um menino e ainda tem muito o que aprender.
E quem decide isso? Você? No site oficial de James Dashner o conjunto dos três livros que li é chamado de “trilogia”:
“A prequel to the Maze Runner trilogy, The Kill Order…”
31/12/2017: O site de James Dashner mudou desde então, mas vocês ainda podem encontrar a página a que me referi na Wayback Machine.
E a Wikipedia também se refere aos três volumes como trilogia:
“The Maze Runner is the first book in a young-adult post-apocalyptic science fiction trilogy of the same name by James Dashner.”
Dica: aprenda inglês antes de vir discutir com alguém que se informa direto na fonte, sem depender de traduções.
Essa foi hilária. Eu escrevi “istória” em algum lugar? Se tivesse, teria sido claramente erro de digitação. Não, eu escrevi “estória” e vou continuar escrevendo assim quando me referir a uma narrativa de ficção:
Fonte
Sei que os etimologistas não gostam, mas eu quero que eles e a reforma ortográfica se danem, sacou?
A fonte que indiquei para o problema estória x história não existe mais. Vejam este outro texto, onde o autor prefere usar “história” mas aceita que “estória” não está “errado”:
E ainda errou ao usar “ao invés de” quando claramente deveria ter usado “em vez de”
Uma dica para os “jovens adultos” e pros adultos também: Se você não é professor de Português, querer bancar o inteligente corrigindo o que os outros dizem pode, e vai, mostrar o quanto você é ignorante na realidade.
Olha ok cara, mas eu acho que um cara como você (velho) não deveria ler esse tipo de coisa! vcs nãoa companha a historia ‘-‘
Garoto, eu vou dar mais uma dica para você, desta vez sobre algo chamado “argumentação”. Se você deseja convencer alguém de que ele está errado, precisa apresentar argumentos. Pegue os defeitos da trama que eu fui apresentando no meu texto, um por um, e mostre onde eu erro. Mostre o que eu deixei de ver, preferencialmente citando a página do livro.
Isso aí de você se limitar a dizer que eu estou errado e, num arroubo de autoritarismo e arrogância, sugerir que eu nem deveria ter lido o que li, (coisas que você acha que são argumento) pode funcionar numa conversa entre pessoas da sua idade, mas não funciona com alguém (mentalmente) adulto. Você não vai ser levado a sério, porque não dá para levar você a sério. Eu sei que provavelmente você é muito novo para entender que sua argumentação é falaciosa e é por isso que eu continuo dando um “desconto” para você. Mas não vou mais perder meu tempo contigo, porque não vai demorar para meus colegas indagarem por quê eu estou “me trocando” (acho que essa é a expressão) com uma criança. Porém eu já tive a sua idade e queria ser aceito pelos adultos e só por isso dei atenção a você até agora, mas não mais.
Sua participação acaba agora e deixo avisado para outros “jovens adultos” que críticas ao meu texto sem argumentação sólida (e quem decide isso sou eu) serão ignoradas.
Que “internetês” (coloquei entre aspas de propósito) horrível, Gustavo Henrique… e quanto a não gostarmos de distopias: muito antes de vocês nascer já se escreviam excelentes (MUITO melhores que as atuais e “descartáveis”) distopias: conheces algum dos autores que citei mais acima? Já leu algum? Já percorrestes sebos atrás destes livros (ou mesmo já os leu digitalmente – existem vários deles em PDF)? Conselho de um “tio”…
Vi o filme Maze Runner, e achei a premissa e a ambientação interessantes, a ponto de utilizá-las justamente em seu público alvo…
Por muita insistência de minha afilhada (13 anos), para que eu mestrasse uma sessão de RPG de mesa na semana que ela passaria em minha casa, acabei usando como referência este filme, aproveitando que ela não havia assistido.
Joguei a pestinha no hostil ambiente do labirinto, no papel do Thomas e mantive a narrativa muito próxima ao que foi apresentado na tela, alterando somente as coisas conforme as decisões que ela tomava.
O sucesso foi garantido, passamos ótimos momentos de diversão, ela simplesmente adorou!!!
Porém, pelo que li acima precisarei mudar tudo se quiser dar sequencia a esta aventura, pois vendo o filme eu já havia achado muito estranho o que estava sendo sugerido como motivação da tal organzação que colocou a garotada no labirinto, e agora tenho certeza que as explicações ficaram todas muito toscas, se é que algo ficou explicado nesta trilogia.
Seria possível alguém me explicar melhor o que é a tal CRUEL e porque colocou os jovens naquele labirinto?
Agradeço desde já.
Oi Jefferson!
Meu sentimento por james Dashner é o mesmo: ele é uma enganação!!!!!
Vc fica os tres livros inteiros esperando alguma explicação e não existe nenhuma.Ele é apenas um sádico.
Ainda bem que resolvi pesquisar antes mesmo de começar a ler o segundo livro!!!
No primeiro eu já estava me chateando com o fato de estar chegando no final,e nada de realmente importante acontecer.
Sabendo que nada fica explicado,parei por aqui.
Grata.
Para mim esse autor aproveitou a onda de filmes infanto-juvenis baseados em livros e escreveu rápido 3 livros mas já pensando nos filmes…. acho o mesmo desse tal de divergente e alguns….
Resumo, ficou uma obra mal feita visando apenas o lucro….
Bom mesmo é achar uma crítica como a sua: nem preciso me dar ao trabalho de dizer mais nada. Senti exatamente o mesmo ao final da série. Putz.
As vezes me sinto meio velha para ler livros com conteúdo “juvenil adulto” afinal tenho 33 anos, mas não posso negar que gosto. Seguindo a linha futuro distopico, e por ter curtido bastante Jogos Vorazes o filme, resolvi comprar os livros,inclusive Divergente e Maze Runner…e confesso que diferente de Jogos, que o filme é bem fiel ao livro e Divergente na minha opinião o filme é melhor que o livro Maze me decepcionei, resolvi ler o livro antes do filme ( imaginando que seria tão bom qt o trailer, que foi o que me chamou atenção) mas já adianto que não me prendeu…linguagem me parece infantil com os “trolhos” e “mertilas” pra lá e pra ca. As transformações que deveriam servir pra algo só apresentam sentido quando Thomas passa por ela…quer dizer 2 anos e ninguém nunca pensou que as lembranças serviriam pra algo….e a telepatia de Teresa e Thomas serve pra algo mais além de conversarem? Estava a muito buscando resenhas sobre o filme, pois achava que uma hora a coisa toda ia funcionar…mas pelo que vi por aqui..acho que não.
amanda, siga minha sugestão: vá aos “sebos”… garanto que vais te surpreender!
Jefferson, não dê muita ideia para essa galera cujos critérios para ler um livro é que ele tenha menos de 200 páginas e seja “modinha” ,não entendem coisíssima nenhuma de literatura, não vale a pena discutir. Concordo que MR tem buracos enormes, um desfecho risível e que The Hunger Games poderia, com toda certeza , ter recebido um desfecho melhorzinho. Só aceito opiniões literárias de quem é realmente alfabetizado, consegue ler e compreender os clássicos da literatura universal e não desanima só porque o livro tem mais 200 páginas, o que já exclui mais da metade da garotada que eu vi comentando aqui dizendo que “velho ” não gosta de distopias. Ridículos.
Eu prefiro nem usar o termo “literatura” porque soa elitista e acho que o simples fato do povo estar lendo um livro, qualquer que seja, já é um avanço.
Eu simplesmente gosto de ler e já li (e me emocionei com) até aqueles livretos de romance massificado das séries “Sabrina”, “Júlia” e “Bianca”. Mas era uma época em que eu tinha menos opções. Não sei se gostaria hoje.
Eu não tenho nenhum problema com as as pessoas lerem a trilogia inteira “The Maze Runner” e gostarem da obra, apesar de seus problemas. O que me incomoda mesmo é as pessoas se recusarem a enxergar esses problemas mesmo quando estes são detalhadamente explicados e ainda por cima terem a audácia de virem aqui no meu blog disputar o meu direito de criticar, sem sequer se darem ao trabalho de serem respeitosos e educados.
Ler gente passar atestado de imaturidade ao mesmo tempo que me chamam de imaturo (eu não publiquei isso) é no mínimo bizarro.
Caro
Gostaria de uma sugestão de trilogia adulta, visto que vejo muito divulgação das trilogias juvenis e particularmente não gosto muito de histórias “água com açucar”.
concordo com o jefersom pois o livro nao tem sentido ….. ja li os 4 e ainda nao vi soluçao nem uma para a doença ….. fiquei muito bolado e o livro ORDEM DE EXTERMINIO nao tem nem um sentido …….. mais vou ler os ARQUIVOS ja q cheguei até aqui ….. tbm nao entemdo muito de literatura e nem sou muito bom cm gramatica mais as palavras de jefersom sao sabias em relaçao ao livro e concordo plenamente cm ele…….
concordo com o jefersom pois o livro nao tem sentido ….. ja li os 4 e ainda nao vi soluçao nem uma para a doença ….. fiquei muito bolado e o livro ORDEM DE EXTERMINIO nao tem nem um sentido …….. mais vou ler os ARQUIVOS ja q cheguei até aqui ….. tbm nao entemdo muito de literatura e nem sou muito bom cm gramatica mais as palavras de jefersom sao sabias em relaçao ao livro e concordo plenamente cm ele…….
Olha eu tenho 20 e tbm não me agradei da trilogia, realmente sem noção, fiquei tipo: ” que m*** é essa minha gente?” kkk. Concordo plenamente com cada parágrafo do seu post, até Jogos Vorazes é melhor (tbm não gostei mt da trilogia, na minha opinião gostei apenas do 1 livro).
Apesar da maioria estar criticando, gostei da trilogia. Realmente algumas coisas ficaram bem vagas, e alguns fatos como ele não recuperar a memória também me irritaram kkkk, mas acho que no geral vale a pena ler sim. Gostei do Universo do livro, achei bem interessante como sempre existia um mistério. Ainda não li a Ordem de Extermínio e ano que vem vão lançar um novo livro. Talvez tenham algumas explicações rs.
Tive o mesmo sentimento do autor desse texto em relação a Jogos Vorazes. Quando terminei de ler, fiquei meio indignado kkkk, não é possível que o fim era tão ruim daquele jeito. E na parte de maior ação, também achei que a Collins fracassou.
Voltando ao Maze Runner, respeito as opiniões acima, mas acho que quem gosta de ficção pode ler sim. De 0 a 5, daria uma nota 4 ou 4,5 rs. Abraços.
Obrigado pela contribuição, João. Você é a primeira pessoa em meses a vir aqui dar uma opinião diferente da minha mas sem partir para me ofender ou questionar meu direito a ter uma opinião. Se mais leitores de Dashner fossem assim equilibrados…
Eu apenas não concordo com o “velho” demais para esse tipo de livro. Leio muito desde meus 13 anos e hoje tenho 20 anos porém nunca me interessei por este estilo de trilogia, de resto concordo com tudo. Acho que não existiu uma estória consistente, pareceu que o James Dashner apenas foi inventando e acabou por se perder e arrumou uma “saída pela tangente” devido a provável pressão da editora para o termino do livro. Admito que sou meio suspeita porque desde do início não gostei muito do enredo porém preferi conferir para depois concluir minha opinião e a conclusão foi que o livro serviu apenas para criar questões que nunca serão respondidas.
Gente, leiam prestando atenção aos detalhes e leiam os livros 4 e 5. Foi explicado nos livros o passado deles antes do labirinto, e que havia SIM uma cura para o vírus, mas por conta de suas mutações a cura parou de fazer efeito.
Ok, eu acabei de ver o primeiro filme de Maze Runner, achei um poço de ação sem sentido e nada me conquistou no filme (exceto o ator que faz o Thomas, hehehe), e vim dar uma espiada pra ver se o livro valeu a pena..
Pelo que você disse, não vale. Eu só não consigo ficar o tempo inteiro vendo ação, ação e ação… o filme parece tão barato, tão raso, tão vazio de mensagem. Eu não sei como expressar isso e você obviamente é melhor com palavras e obcecado com argumentos então você consegue.
De qualquer modo, obrigado por me salvar de várias páginas de frustração.
O primeiro filme é mediano e poderia ter sido bom, se não fosse o final forçado para ter continuação.O segundo é bem melhor, mas pelo que você diz, teremos um terceiro filme bem ruim por causa dos livros que não tem explicação alguma.É Lost e Prometeus p adolescentes, ou seja, roteiro vazio e muita enrolaçao.
É triste ver que Lost, que começou tão bem, agora é um dos primeiros exemplos que vem à mente quando pensamos em “enrolação”.
Paulo, é justamente o contrário. O segundo filme foi ruim. Comparando o livro com o filme parece que o diretor do filme usou drogas antes de fazer o roteiro. No filme o propósito da viagem foi completamente mudado.
Vi o 1o filme e li o 2o livro. Extremamente frustada de ter perdido um sábado sem ter respostas. Decidida a não ler o proximo sem algum fundamento fui ao google em busca de spoilers. Mas nenhum fica claro, logo, não vou nem ler os outros. Argh! Concordo contigo. E pra mim o óbvio, foi uma trilogia comercial. Já que terminou de ler, poderia me contar: quem morreu? Quem sobreviveu? Como terminou enfim…
Jogos Vorazes terminou morno mas teve lógica. Divergente foi triste o fim mas razoável. Agora esse Maze Runner…
Além de Thomas eu não lembrava de mais ninguém, mas dei uma olhada no terceiro livro e o resumo é este:
Dos personagens principais, salvam-se Apenas Thomas, Frypan, Minho e Brenda (que é introduzida no segundo livro). Teresa morre no final do terceiro livro.
Esses quatro e mais um grupo de cerca de 200 imunes escapam para um santuário no que parece ser uma ilha. Sem uma cura, todo o resto da humanidade caminha para a extinção.
Concordo plenamente. O livro final de Jogos Vorazes é “esquisito”, mas o final é satisfatório.
Eu parei de ler Divergente a 1/3 do terceiro livro. Estava monótono demais e não gostei do rumo que a trama estava tomando.
Não perca mais do seu tempo com ele.
É uma otima opinião… Bem formulada e rica de detalhes… Você só se esqueceu de um bem visível: literarura infanto juvenil, ou seja destinadas para esse público, então de certo modo não me adimira que você não tenha entendido o significado por trás do livro; se você perceber todos os personagens principais do livro são adolecentes e eles se sentem confinados e precionados por todo o mundo para serem cada vez melhores e alguns vão ficando para trás por “armas”, “venenos”, e simples “más influências”… Está fazendo sentido o MEU jeito de pensar sobre esses livros? Um conselho quando ler algum llivro destinado ao publico infanto juvenil tente pensar como nós meu caro, quem sabe assim faça mais sentido. Mais se você ainda tiver dúvidas sobre os “mistérios” deixados PROPOSITALMENTE pelo autor leia o quarto livro, ele explica muito bem a história. E espero que entenda meu comentário como eu entendi o seu, como uma opinião e sem julgar quem eu sou pelo que eu penso sobre esse fato em particular.
Não. Eu não lembro disso e francamente essa explicação está mais para o que os adultos gostariam que os adolescentes lessem. Como em “O senhor das moscas”. Eu fico tentando entender como essa sua teoria justifica aquela equipe que resgata os garotos no fim do primeiro livro se transformar em um monte de cadáveres no início do segundo livro e não consigo.
Não, eu não vou ler o quarto livro. “Engane-me uma vez e a vergonha é sua. Engane-me duas vezes e a vergonha é minha”. Se o autor fez isso PROPOSITALMENTE eu certamente não vou ficar menos indignado. Você ficaria? Mesmo?
Mas se você acha que esse tal quarto livro explica cada uma das objeções que fiz à narrativa, por favor fique à vontade para explicar. Não se preocupe com spoilers. E cite páginas para que eu possa confirmar o que você diz.
Tenha em mente que isso não muda o que aconteceu na trilogia. Nenhuma explicação mirabolante publicada depois fará a trilogia ser menos sádica e ter um fim menos trágico.
A propósito, o adolescente em mim compreende Rowling, Colfer e Collins. Para ele Dashner é um sádico repulsivo.
Quase dois anos se passaram e “Amanda” não apresentou nenhuma citação para corroborar seus argumentos.
Opa! Ressuscitando esse antigo tópico chegou a assistir a algum filme? Eu acabei de assistir ao terceiro (e último)…
Eu vi apenas o primeiro. Melhor que o livro mas ainda assim não me empolguei para ver os outros.