Acho que esbarrei no limite de abas suportado pelo Firefox 11 no Windows XP: 2300 abas.

E não é que a dupla Firefox 11 + Session Manager não seja capaz de suportar mais abas. Talvez até seja, mas não no Windows XP de 32 bits. O sintoma é que com o Firefox aberto o resto do Windows começa a ter um comportamento bizarro. Programas não querem mais abrir ou começam a travar, elementos visuais não aparecem mais… Os sintomas se parecem muito com o de esgotamento de recursos do qual o Windows 9x sofria. Infelizmente o problema de recursos do Windows 9x era documentado e podia ser mantido sob controle, mas não existe qualquer informação sobre como acompanhar isso no XP.

Tentei atualizar para o Firefox 31, mas este não conseguiu funcionar sequer com uma sessão reduzida de 1400 abas. O programa até roda, mas fecha sem aviso várias vezes por dia.

O jeito foi dividir minha sessão de 2300 abas em duas e alternar entre elas.

4 comentários
  • Pereirão - 10 Comentários

    Desculpe a curiosidade de um cara que, apesar de acompanhar seu blog já a algum tempo, não tem nada a ver com isso, mas você precisa dessa quantidade pornográfica de abas e, se precisa, por que?

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu prefiro chamar de “obscena”. Mas acho que “pornográfica” também se aplica :D

      Eu já expliquei algumas vezes, aqui mesmo ou no Buzz. O problema é que “bookmarks” não se ajustam ao meu modo de fazer pesquisa. Quando estou lendo um texto e esbarro em links interessantes, abro tudo em abas e vou ler depois. Daí cada aba aberta pode desencadear uma ou mais abas. Até aí nada diferente do que muita gente faz. Porém o mecanismo de sessões do Firefoxx mantém todas as abas agrupadas naturalmente por assunto (eu sempre sei, ao chegar a uma aba, que o que me levou a abri-la foi algo que li em uma aba à sua esquerda) e memoriza a posição da página em que você estava lendo. No mecanismo normal de bookmarks se eu salvasse a página e reabrisse poderia não saber onde eu parei de ler nem por que razão achei o texto interessante. Mas no mecanismo de sessões a página é reaberta exatamente sobre o parágrafo certo.

      E tudo isso sem que eu precise fazer nada a mais. Nada para salvar. Nenhuma nota explicativa é requerida. Nada de pensar em uma descrição para a página ou motivo para o bookmark. Tudo se auto-explica pela relação entre as abas e a posição em que as páginas estão abertas.

      Isso preserva um rastro do meu raciocínio que eu hoje acho indispensável.

  • Joca - 1 Comentário

    Acho que o problema aqui nem é a quantidade de abas no Firefox e sim que em 2014 você ainda utilize Windows XP…

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu e mais “alguns” milhões de pessoas (cerca de 300 milhões de computadores ainda rodam XP). O market share do XP ainda estava em 23% em agosto.

      E o que eu usaria? Linux? Mac OS?

      Porque eu já perdi a conta das vezes em que expliquei aqui e no Sete Problemas porque eu não me adapto ao 7. E o 8 é ainda pior.

      E sou inteligente o suficiente para a suposta vulnerabilidade do XP ser irrelevante. O *único* problema que me incomoda é a falta de suporte a mais que 4GB de RAM. Nada mais.

      Então, é uma questão de pesar prós e contras. Enquanto eu não encontrar meios de tornar a experiência com o 7 tolerável no dia a dia, vou usar XP.

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Site da Intelbras se recusa a aceitar minha visita se eu não atualizar o browser

Se fosse um banco ou outra instituição do governo (quem nunca teve problemas com as frescuras da Caixa, BNB e Banco do Brasil não usa esses bancos) eu não me surpreenderia. Mas eu rotineiramente uso browsers antigos e nunca antes na história da minha navegação pela internet (e eu navego por sites do mundo inteiro, há muito tempo) eu esbarrei em um site que se recusou ativamente a me deixar ler o conteúdo por causa da versão do meu browser.

intelbras_navegador _desatualizado_ryan.com.br

Não adianta dar ESC, clicar, tentar uma página que não seja a inicial. O site sempre me bloqueia com essa mensagem.

  • Eu tentei com Firefox 11 (dois anos e meio) e fui barrado;
  • Eu tentei com IE 8 (é a útima versão que funciona no XP) e fui barrado;
  • Aí eu tentei com o Google Chrome 36.0.1985.143 e finalmente pude entrar.

Ainda se fosse para fazer login e fazer algo privilegiado, vá lá… mas olhar os produtos? Baixar manuais? Que p**ra é essa?

O danado é que eu só atualizo o Chrome porque este é quase irrelevante para mim. Eu uso apenas o Firefox no dia a dia e minhas tentativas de atualizar sempre fracassam por falta de suporte às extensões que eu uso ou incapacidade de lidar com a quantidade de abas que eu abro.

Se só fosse possível fornecer uma versão do conteúdo eu entenderia. Afinal privar todo mundo de conteúdo mais “rico” (ou cheio de firulas, dependendo do ponto de vista) porque alguns não se atualizam não é justo. Mas desde que a web é web você pode fornecer conteúdo diferenciado e não querer ter esse trabalho só se justifica se quem faz o site é o sobrinho do dono, de graça. Se há uma empresa sendo paga para isso aí…

Que danado de funcionalidade indispensável a Intelbras colocou no site que uma simples nota  “Seu browser está desatualizado.  Você está navegando com funcionalidade prejudicada” não resolve? SE eu não conseguir achar o que quero, tento com outro browser. Mas até o Gmail, que é um exemplo do poder e da complexidade do Ajax funciona sem reclamar de nada com o Firefox 11.

Será que essa estupidez de “atualizar, atualizar, atualizar!” vai invadir até a mentalidade dos webdesigners? Eu esperava que pelo menos nessa classe de profissionais, aumentar a compatibilidade para não perder nenhuma visita fosse o mais importante. Qual será a próxima proeza do webdesigner? Colocar imagens sem compressão (BMP, TIF…) e dizer que eu preciso “atualizar minha internet”? Criar animações em flash que rodam em câmera lenta se eu estiver usando um AMD X2 e dizer que preciso atualizar meu computador?

Não duvidem. Afinal, estupidez é mais abundante no universo que o hidrogênio.

5 comentários
  • Luciano - 493 Comentários

    Jefferson, não sei se te ajuda, mas com o Firefox 12, não há a mensagem chata. Mas te dou uma dica. Usando ADBLOCK sempre é possível bloquear a porcaria do script que faz a checagem. Já fiz uso disso em váááários sites que vem com essas frescuras de barrar visitas, baseado na versão do navegador.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu também poderia fazer isso usando um modificador de USER-AGENT. Mas você encontrou outros sites que barram as visitas? Andamos por lugares muito diferentes :)

  • Luciano - 493 Comentários

    Que me lembro, o Radar Tecnológico começou a uns tempos atrás com uma frescura de querer que eu assinasse não sei o que. Simplesmente bloqueei o script que fazia o overlay com a tela. Outro foi o site da folha, vinha com um overlay chato dizendo que eu só podia ver uma noticia por dia sem ser assinantes. Novamente, bloqueei a nhaca.

    E assim caminha os bloqueios aqui. Apareceu uma coisa que não agrada? Adblock nele.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu lembrei de um site que sou impedido de usar com o Firefox 11, mas nesse caso parece ter cabimento: O mega.co.nz. O site faz um uso de javascript que nunca vi em nenhum outro site.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    A Intelbras parece ter corrigido esse absurdo. Testei hoje com o Firefox 11 e não fui barrado.

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Perdi a paciência com Agents of S.H.I.E.L.D.

Agents_of_SHIELDEu juro que tentei, mas não deu.

E olha que sou fã de quadrinhos e apesar de preferir o estilo DC Comics ao da Marvel, leio muita coisa da segunda. Mas eu acho que Agents of S.H.I.E.L.D. só confirma o estereótipo de que essas estórias são feitas para adolescentes.

A estranheza começou já no primeiro episódio, mas acabei fisgado pelo humor e pela Agente May. Quem consegue dizer que Ming-Na Wen tem 50 anos?! E ela não despertou um décimo do meu interesse com sua participação em Stargate Universe.

Esperei pacientemente que a coisa melhorasse mas eu mal consegui terminar o episódio 14 (T.A.H.I.T.I).

Pontos positivos:

  • Agente Coulson;
  • Agente May;
  • O humor;
  • Agente May;
  • Os efeitos especiais;
  • Agente May;
  • Agente May.

Pontos negativos:

  • Não consegui gostar de nenhum outro personagem ou atuação excetuando Coulson e May;
  • Ciência absurda em uma série com ênfase em ciência e que tem a coragem de dizer repetidamente que poderes extra sensoriais não existem. Caramba… eles sequer tentam convencer a audiência de que os gadgets tem origem alienígena. A série tem mais tecno-baboseiras que Star Trek! Mas pelo menos Kirk, Scott e Spock tem a desculpa de viverem centenas de anos no futuro;
  • Enredo fraco;
  • A Agente May não aparece o bastante.

Meu problema com o episódio 14 foi que o show cruzou uma linha que eu acho difícil de aceitar. Para salvar Skye eles invadiram um centro de pesquisa aliado (se pelo menos fosse no quintal de um vilão) e mataram dois soldados que apenas estavam cumprindo sua função. No final a base é completamente destruída numa explosão e toda a pequisa feita lá se perde, mas eles comemoram porque a droga que eles conseguiram tirar de lá salva Skye. É egoísmo demais para não ser acompanhado de uma reflexão, mas os personagens não perdem um segundo tentando explicar por que trocaram a possibilidade de salvar uma vida por duas outras vidas (que não foram sacrificadas espontaneamente, é bom frisar) e mais uma pesquisa inteira. E não é porque Skye fosse um personagem super importante. Se fosse para salvar a vida de alguém como Thor eu até poderia entender, porque do ponto de vista do utilitarismo se uma centena morrer para salvá-lo o saldo ainda pode ser positivo. Mas quem é “Skye”?!

E não é só isso. No mesmo episódio o Agente Coulson, que deveria ser mais responsável, decide invadir uma sala selada com um grande aviso de risco biológico na porta, apesar dos avisos do agente Finn. E depois o show sequer se dá ao trabalho de mostrar os agentes passando por algum inacreditável processo de descontaminação antes de voltar. Ora… essa manobra para salvar Skye poderia custar toda a raça humana. Um agente nível 8 da S.H.I.E.L.D deveria saber que invadir uma base secreta, num lugar remoto, guardada por soldados treinados e ainda abrir uma sala selada onde está escrito “risco biológico” lhe garantiria o prêmio humanitário “12 Macacos” ou pelo menos um Darwin Award.

Mas tudo isso se passou na tela sem consequência alguma. Há um ponto em que eu tenho que me perguntar se vale a pena torcer pelos supostos mocinhos da estória.

Perdi a paciência e dei uma olhada na internet para ver se havia alguma surpresa que compensaria isso lá na frente. Pelo contrário: a trama dá uma virada desagradável adiante.

Já estou assistindo a outra série.

2 comentários
  • Havokdan - 13 Comentários

    Eu parei no primeiro episódio, que coragem a sua, série de quadrinhos vai pipocar um bocado, estou adorando a série do Arqueiro Verde (Arrow) que vai para sua terceira temporada.

  • Paulo Bonfim - 11 Comentários

    Continue assistindo, a partir dessa episódio até o final da temporada muitas reviravoltas vão acontecer e tem uma ligação direta com o Capitão América 2: O Soldado Invernal.

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Whatsapp é substituto para SMS e MSN, não para o email.

whatsapp_logo_320_ryan.com.br

Eu gosto muito do Whatsapp (e do Viber e de qualquer outra app que me permita troca de mensagens instantâneas), mas algumas vezes eu acabo me recusando a compartilhar meu número e me privando da sua conveniência porque é muito comum as pessoas terem uma noção completamente diferente da minha de para que serve o serviço e como este deve ser usado.

Eu uso o Whatsapp exclusivamente para mensagens do tipo:

  • “Estou saindo”;
  • “Chego em 10min”;
  • “Estou no estacionamento”;
  • “Vou me atrasar”;
  • “Onde está você?”;
  • etc;

Em resumo, frases de até umas quatro palavras em diálogos que não passam de três mensagens de cada lado e sempre em situações onde agilidade é importante.

Mas tem gente que parece querer arrastar você do email para o Whatsapp.

Eu suponho que seja por um ou mais dos seguintes motivos:

  • As pessoas estão trocando o PC/notebook pelo tablet/celular e nesses aparelhos acham mais conveniente usar Whataspp;
  • São pessoas que sempre mantém suas caixas de email limpas apagando tudo que recebem depois de ler e por isso não entendem que outras pessoas podem gostar de manter o registro de toda conversação (eu não apago emails) para consultar, encaminhar, imprimir, etc. Já tentou fazer isso no Whatsapp? E depois de perder o aparelho?
  • São pessoas acostumadas a ficar horas conversando banalidades pelo telefone e acreditam que todo mundo está disponível para isso.

Depois de ler essa lista você pode até pensar que eu tenho algo contra essas pessoas e/ou esses comportamentos. Não tenho. Eu vivo pela filosofia do “viva e deixe viver”. Mas isso também significa não ter que me submeter aos caprichos e à falta de educação de terceiros.

Sim, falta de educação. Como regra geral, ninguém pergunta se eu me incomodo de ficar meia hora lendo e teclando em uma telinha minúscula. Nem se indaga se eu não teria algo mais importante para fazer nessa meia hora. Se perguntassem eu não teria nenhuma razão para estar escrevendo este texto.

Ora… eu estou discutindo algo com um estranho por email e o individuo pergunta “você tem whatsapp?” Dá vontade de responder: “Cara, eu tenho um teclado de mais de 102 teclas, um mouse e duas telas de 22 polegadas na minha frente. Você acha que eu tenho algum motivo para me permitir ser arrastado para o Whataspp?”

Caramba… houve um indivíduo que estava no meio de uma cotação de preços comigo e me arrastou para o Whatsapp. Em vez de copiar e colar itens em segundos, eu tive que perder minutos fazendo digitação. E não, copiar e colar no telefone não é tão fácil quanto no computador, principalmente quando todas as suas listas estão no computador.

Perceba que quando você arrasta uma conversa para o Whatsapp (ou, a propósito, para o telefone) você está pensando na sua conveniência. Educado seria no mínimo perguntar: “Eu gostaria de continuar essa conversa por telefone/whataspp, o que você acha?”.

Formulada desse jeito a pergunta não me perturba, porque demonstra sensibilidade para o que me importa. E minha resposta fica mais simples: “Eu prefiro usar email para esse tipo de contato”. É menos constrangedor do que, para não mentir, responder algo como “Whatsapp, MSN, Skype, telefone e Facebook invadem a minha privacidade. Para que finalidade você precisa dessa informação?”. Note que é uma resposta honesta e merecida, mas até eu que sou um nerd de personalidade que às vezes beira o autismo reconheço que é uma resposta que não devo dar.

Quando eu peço o Whatsapp de alguém é sempre quando eu antecipo que seu uso vai ser conveniente para ambas as partes. E sempre acompanho meu pedido de uma explicação.

Mas infelizmente o Whatsapp não tem uma “mensagem de boas vindas” que eu possa configurar para lembrar as pessoas de que a visão delas do mundo e da sociedade não é universal.

9 comentários
  • Wagner Matuto - 129 Comentários

    Jefferson, eu venho notando que depois do surgimento do whatsapp, a maioria dos clientes fazem contato por ele. Seja para trazer um micro no laboratório ou para tirar uma dúvida rápida.

    Alguns deles eu nem falo por telefone e nem vejo, porque em alguns casos eles pagam com depósito bancário e eu deixo o equipamento com alguém ou na portaria.

    E logicamente que alguns estendem a conversa e eu acabo perdendo a paciência com o teclado e ligo para o cliente.

    O jeito que dei foi deixar um smartphone com whatsapp SÓ pra clientes. Daí nos dias que não estou trabalhando, eu desligo.

    Mas voltando a falar do TEU caso, acho que tu vai ter que acostumar com isso. As vezes o cliente tá no trabalho ou em algum local que não pode falar ou enviar e-mail, daí o whatsapp é a solução.

    Eu mesmo já estou acostumado a enviar fotos de placa-mãe ou HD via whatsapp! hehehee

    Essa tecnologia ainda acaba com meu bom humor!

  • Daniel Plácido - 68 Comentários

    Compartilho com você deste sentimento
    eu já não passo meu número do whatsapp para clientes pois pros poucos que passei virou festa ficar dando dicas (ou um curso rápido pra ser mais exato) na hora que o cliente quer, aí como a mensagem é de graça a pessoa acaba achando que o tempo e conhecimento não tem validade..
    mas existe a frase de Status, que pode funcionar como uma mensagem de boas-vindas.

  • VR5 - 397 Comentários

    Então sou um “troglodita”, um autêntico “homem das cavernas digital”: possuo internet a disposição no meu serviço liberado e ilimitado, meu PC cm tela de 22″ sempre está ligado em casa… resumo: NÃO tenho SEQUER internet no meu celular… não vou me sujeitar a pagar mais um plano não tão veloz e ainda com “franquia” de dados… se, repito, SE um dia lançarem um plano 3G, 4G, 5G, ZG, o diabo, que me ofereça internet ILIMITADA DE VERDADE para meu celular, daí sim vou pensar no caso…

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Muita gente que abandonou o desktop/notebook para usar celular/tablet não está necessariamente usando a internet da operadora. Usa em casa ou no trabalho usando o acesso WiFi.

      Por causa do meu tipo de trabalho eu tenho as senhas Wi-Fi de praticamente todo lugar onde posso estar durante o dia, então só preciso do “meio G” quando estou na rua mesmo.

  • Bruno - 10 Comentários

    Jefferson quando eu preciso digitar rápido no celular, eu uso o aplicativo myphoneexplorer pra conectar ao celular, assim posso usar o teclado do computador no celular.

  • Eduardo Camilotti - 1 Comentário

    Jefferson eu nunca vou ser adepto do WhatsAPP, tem pessoas tentando me arrastar para dentro mas não vou, eu prefiro ter a conversa em LOG num e-mail para posterior consulta do que ter que ficar enrolando para digitar algo ou copiar e colar algo. WhatsAPP não substitui uma boa ligação telefônica ou e-mail. Onde esse povo ta parando, eles estão mais na tela do celular do que no mundo real. eu só tenho celular com Android só por causa do PABXIP Da empresa onde falo de graça com os ramais via IP, senão eu estava com um 1100 de lanterna.

  • Ricardo Menzer - 143 Comentários

    Não quero sugerir que ninguém que não goste passe a usar o Whatsapp, mas aqui vai uma informação que talvez seja útil para aqueles que usam: é possível enviar uma conversa por e-mail. Basta abri-la, pressionar Menu, Mais, Enviar conversa por e-mail.

    Usei uma vez para testar, então não me lembro exatamente como fica, mas pode ser útil para guardar alguma coisa.

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Eu por exemplo demorei a aderir ao celular, e em certos lugares é muito mais prático usar o WhatsApp do que mandar e-mail ou telefonar (em uma reunião por exemplo), e também é bem mais fácil mandar umas fotos de problemas no trabalho ou outros assuntos do que conectar o computador no celular, transferir as fotos para ele anexar ao e-mail (não tenho cadastrado e-mail no celular, só no tablet) e depois enviar. Enviei muita foto quando estava no meio do deserto do Atacama (longe do computador) para pessoas que eu sabia que se interessariam pelo lugar só para tirar onda e mostrar como o lugar era interessante.

    Tem situações e lugares em que o WhatsApp é imbatível em é bem mais prático e barato que usar o telefone (e onde estava seria bem mais caro, pois estava em outro pais) ou computador. Por causa de softs como o WhatsApp e o Waze (entre outros motivos mais) é que eu comprei um chip 3G da Movistar pré-pago na minha viajem ao Chile (por sinal, a cobertura e a qualidade da conexão deles é muito melhor que a nossa, pegava bem mesmo no meio do deserto, mesmo que e a 50 km de distância da cidade mais próxima que era San Pedro do Atacama, e que tem só tem 3000 habitantes).

    Uso bastante o WhatsApp no trabalho pois o meu celular é pré-pago (a ligação sai caríssima e as mensagens SMS também), mas mesmo com a limitadíssima banda (tráfego de 200MB por mês da Vivo) ainda dá para mandar muita mensagem (e algumas fotos) sem esgotar a banda, ao invés de telefonar, que para mim sai muito caro. E no meu caso passo boa parte do dia longe de um computador mas junto de um celular e às vezes preciso mandar informações para alguém e não seria conveniente esperar eu retornar a minha sala.

  • VR5 - 397 Comentários

    Só para complementar: minha irmã mora na Califórnia (LosAngeles). Ela paga US$ 75,00 por um plano de internet ilimitada MESMO (SEM franquia, SEM redução de velocidade, etc.), com chamadas ILIMITADAS e SMS ILIMITADOS… é mole ou quer mais???

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Livros: A trilogia The Maze Runner é terrível!

Se você pretende ler a trilogia (eu realmente espero que não), pare de ler este post agora mesmo. Os spoilers são muitos. Se você só leu o primeiro livro e pretende ler os outros em busca de respostas para os mistérios da trama, desista. Nem o autor sabe as respostas.

Eu ia dizer que estava “desapontado”, mas isso é pouco para descrever o que senti quando li três livros à espera de The Maze Runner cover.pnguma explicação racional para o banho de sangue com requintes de crueldade que perdurou durante quase toda a saga. É muito mais que isso: eu me senti enganado por James Dashner.

  • No final do primeiro livro eu fiquei pensando: “que po**a é essa?!” Mas como haviam mais dois livros dava tempo de explicar;
  • No final do segundo eu pensei “OK. Ainda brutal demais, mas o livro é melhor e ainda dá para salvar tudo se eu gostar das explicações no terceiro”;
  • No final do terceiro: “Que po**a é essa?!!!”

O que dá a entender após lermos a última página da série é que o autor chegou ao terceiro livro sem idéias de como explicar as maluquices que ele inventou nos dois primeiros e por isso mudou de rumo completamente e arrematou com um final que não tem conexão com a estória. 99% do que se passa nos três livros ficou sem explicação.

Convenientemente, Dashner fez com que Thomas não quisesse ter sua memória restaurada e que os personagens que recuperaram as memórias (em especial, Teresa)  “desaparecessem” durante quase todo o terceiro livro. Assim ele conseguiu justificar mais três centenas de páginas de “não sei”, “não lembro” e “isso me parece familiar”.

Foram 376+368+336= 1080 páginas do meu tempo que perdi.

Da metade do terceiro livro em diante eu já estava cansado da rotina de violência sem sentido (e sem lógica narrativa) e pulava parágrafos inteiros sem ler quando Dashner começava a narrar mais uma desventura de Thomas. Aliás, a trilogia começou a me lembrar de “Desventuras em série”: aquela série de livros onde os personagens principais “só se f**em”. Esse é mais um problema da narrativa de Dashner: praticamente o tempo todo os personagens principais apenas mal e mal sobrevivem. Até quando eles parecem ter uma vitória, isso faz parte dos planos da WICKED. Não dá para aguentar 1080 páginas de derrotas!

A não ser que você seja sádico, é claro.

Mas o principal motivo para eu me sentir enganado é que foram dadas dicas na narrativa de que pelo menos boa parte das mortes tenha sido uma ilusão. O leitor é levado a acreditar que as mortes, por mais sem sentido e cruéis, talvez não tenham realmente ocorrido. São vários os pontos que me levaram a acreditar nisso:

  • Gally, que se não tivesse morrido no ataque ao Glade deveria ter morrido pela forma brutal como seu corpo foi levado embora, apareceu vivo, andando e falando, logo no final do primeiro livro;
  • WICKED tem uma tecnologia quase sobrenatural e ficou claro que a organização era capaz de incríveis ilusões;
  • Todos os gladers tinham implantes em seus cérebros;
  • Teresa insiste na mensagem de que “WICKED is good”;
  • E finalmente, as palavras de Janson (The Rat Man) no início do segundo livro – o destaque é meu:

“As you make your way through the Trials, you have seen and will continue to see evidence of this technology and the resources behind it. If I can tell you anything today, it is that you should never, ever believe your eyes. Or your mind, for that matter. This is why we did the demonstration with the hanging bodies and the bricked-up windows. All I will say is that sometimes what you see is not real, and sometimes what you do not see is real. We can manipulate your brains and nerve receptacles when necessary. I know this all sounds confusing and a little scary, perhaps.”

Mas no final todo mundo que morreu, morreu MESMO! Não foi mostrada nenhuma evidência, além da “ressurreição” de Gally, de que a WICKED estivesse manipulando o que todo mundo estava vendo.

Outra coisa estúpida é a idéia de que o governo tenha liberado o vírus “Flare” como “controle populacional” após o desastre (como se após um desastre dessa magnitude ficasse “sobrando” gente) sem ter uma cura para ele já pronta! É como se não existissem outras armas químicas e biológicas mais eficazes, que matassem apenas os infectados de forma realmente “controlada”. É preciso ser muito, muito, muito imbecil para expor propositalmente sua população a um agente infeccioso com contágio pelo ar para o qual não há cura nem vacina. Teria sido muito melhor ter mantido a idéia original de que o vírus “escapou” de um centro de pesquisa no tumulto provocado pela catástrofe solar.

Eu até poderia pensar que isso é o que eu mereço por ficar lendo literatura infanto-juvenil (ou de “jovens adultos”) depois de velho mas, caramba! The Maze Runner conseguiu me causar pior impressão que Percy Jackson! E tentar comparar com Artemis Fowl, Harry Potter e The Hunger Games (que poderia ter terminado melhor) já é covardia. Como contador de estórias James Dashner perde feio para Eoin Colfer, J.K. Rowling e Suzanne Collins.

43 comentários
  • Saulo Benigno - 279 Comentários

    E o filme vem aí, já viu o trailer?

    Pior que o ator principal tem a cara do ator do filme de Percy Jackson lembra ele e muito. Em vários momentos do trailer pensei que fosse o mesmo…

    Vi faz pouco tempo o trailer aqui

    http://omelete.uol.com.br/comic-con/cinema/correr-ou-morrer-assista-ao-novo-trailer-do-filme/

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu me apressei para ler The Maze Runner justamente por causa do filme. Se eu tiver assistido a um filme dificilmente tenho paciência para ler o livro que deu origem a ele.

      Eu já tinha visto o trailer e uma coisa eu adianto: várias cenas do trailer não existem no livro. Mas pode ser para melhor! A trama da trilogia é tão esburacada que há espaço para melhorias no filme.

      Porém… conhecendo o final “brochante” que tem a trilogia se o filme não tiver uma direção e atuação impecáveis eu vou desistir dele em 20 minutos ou menos. Foi o que aconteceu quando tentei assistir a Percy Jackson e The Host (e olha que eu adorei o livro).

  • Sony Santos - 58 Comentários

    Olá, Jefferson!

    Não querendo me gabar, mas você vai aproveitar muito mais o meu pequeno livro. :) Ele provavelmente não será o melhor livro que você vai ler, mas com certeza será muito melhor que esse, pois adoro dar explicações para as coisas e amarrar as pontas soltas.

    São só 144 páginas, é muito menos perda de tempo se você não gostar, mas pode começar só com o primeiro conto, que tem 3 páginas de texto e uma de figura. Na minha opinião, os melhores são “Terror no teletransporte” e “Bolhas de nada”, mas alguns preferem a “Floresta mutante”, onde também há uma boa explicação para viajar do Brasil à Alemanha apenas caminhando por uma floresta.

    Abraço! :)

  • Lais - 1 Comentário

    é por isso que velhos não leem YA. o cérebro de vcs não consegue acompanhar.
    tenha um bom dia

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      E é por isso que gente da sua capacidade intelectual não é levada a sério. A sua incapacidade de entender o que está escrito no último parágrafo e de articular um argumento é assombrosa!

      Tenha um bom dia!

      OBS.: Seus próximos comentários serão ignorados, conforme as Regras de Participação. Eu só publiquei seu comentário porque hoje estou no humor certo para dar bordoada em trolls e crianças mimadas.

  • VR5 - 397 Comentários

    Estou numa fase agora onde estou percorrendo sebos (tanto virtuais como físicos) para adquirir livros de ficção científica antigos. E não falo só dos “mestres” Isaac Asimov, Arthur C. Clarke, Robert A. Heinlein, etc. Existem livros EXCELENTES escritos por autores praticamente desconhecidos (pelo menos para a maioria dos brasileiros) nas décadas de 1950, 1960, 1970, etc. E em língua portuguesa! Jefferson: se um dia passares por um sebo (ou uma livraria que negocia livros usados) experimente. Caso queiras, posso te indicar alguns. Abraço (de alguém que se orgulha de “não conseguir acompanhar a surpreendente literatura enlatada de hoje em dia”)!

  • Gustavo Henrique - 6 Comentários

    Cara em primeiro lugar: não é uma trilogia, tem 4 livros da série:correr ou morrer, prova de fogo, a cura mortal e ordem se exterminio. Em segundo lugar: procure algum curso de português porque não acredito que um adulto escreve ”istória” ao invés de ”história”, é por isso que velhos não gostam de distopias.. Pense bem nisso que eu te falei!

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Olha, eu vou dar um desconto porque claramente pela sua foto no Facebook você é um menino e ainda tem muito o que aprender.

      Cara em primeiro lugar: não é uma trilogia,

      E quem decide isso? Você? No site oficial de James Dashner o conjunto dos três livros que li é chamado de “trilogia”:

      “A prequel to the Maze Runner trilogy, The Kill Order…”

      31/12/2017: O site de James Dashner mudou desde então, mas vocês ainda podem encontrar a página a que me referi na Wayback Machine.

      E a Wikipedia também se refere aos três volumes como trilogia:

      “The Maze Runner is the first book in a young-adult post-apocalyptic science fiction trilogy of the same name by James Dashner.”

      Dica: aprenda inglês antes de vir discutir com alguém que se informa direto na fonte, sem depender de traduções.

      procure algum curso de português porque não acredito que um adulto escreve ”istória” ao invés de ”história”,

      Essa foi hilária. Eu escrevi “istória” em algum lugar? Se tivesse, teria sido claramente erro de digitação. Não, eu escrevi “estória” e vou continuar escrevendo assim quando me referir a uma narrativa de ficção:

      A palavra estória, comumente aceita como sendo um relato de fatos não comprovados (ou fictícios), fora designada para tal fim no início do século XX, por um acadêmico brasileiro – mas sem respaldo etimológico.

      Fonte

      Sei que os etimologistas não gostam, mas eu quero que eles e a reforma ortográfica se danem, sacou?

      • Jefferson - 6.606 Comentários

        A fonte que indiquei para o problema estória x história não existe mais. Vejam este outro texto, onde o autor prefere usar “história” mas aceita que “estória” não está “errado”:

        Os adeptos do uso de “estória” me parecem francamente minoritários. De todo modo, depois que Guimarães Rosa usou a palavra no título de seu livro “Primeiras estórias”, de 1962 – cujo primeiro conto começa com a frase “Esta é a estória” – não se pode dizer que estejam desprovidos de credenciais literárias. No fim das contas, trata-se de mais um daqueles casos em que cada um deve decidir com a própria consciência e o próprio gosto seu caminho no mundo da língua.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      não acredito que um adulto escreve ”istória” ao invés de ”história”

      E ainda errou ao usar “ao invés de” quando claramente deveria ter usado “em vez de”

      Uma dica para os “jovens adultos” e pros adultos também: Se você não é professor de Português, querer bancar o inteligente corrigindo o que os outros dizem pode, e vai, mostrar o quanto você é ignorante na realidade.

  • Gustavo Henrique - 6 Comentários

    Olha ok cara, mas eu acho que um cara como você (velho) não deveria ler esse tipo de coisa! vcs nãoa companha a historia ‘-‘

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Garoto, eu vou dar mais uma dica para você, desta vez sobre algo chamado “argumentação”. Se você deseja convencer alguém de que ele está errado, precisa apresentar argumentos. Pegue os defeitos da trama que eu fui apresentando no meu texto, um por um, e mostre onde eu erro. Mostre o que eu deixei de ver, preferencialmente citando a página do livro.

      Isso aí de você se limitar a dizer que eu estou errado e, num arroubo de autoritarismo e arrogância, sugerir que eu nem deveria ter lido o que li, (coisas que você acha que são argumento) pode funcionar numa conversa entre pessoas da sua idade, mas não funciona com alguém (mentalmente) adulto. Você não vai ser levado a sério, porque não dá para levar você a sério. Eu sei que provavelmente você é muito novo para entender que sua argumentação é falaciosa e é por isso que eu continuo dando um “desconto” para você. Mas não vou mais perder meu tempo contigo, porque não vai demorar para meus colegas indagarem por quê eu estou “me trocando” (acho que essa é a expressão) com uma criança. Porém eu já tive a sua idade e queria ser aceito pelos adultos e só por isso dei atenção a você até agora, mas não mais.

      Sua participação acaba agora e deixo avisado para outros “jovens adultos” que críticas ao meu texto sem argumentação sólida (e quem decide isso sou eu) serão ignoradas.

    • VR5 - 397 Comentários

      Que “internetês” (coloquei entre aspas de propósito) horrível, Gustavo Henrique… e quanto a não gostarmos de distopias: muito antes de vocês nascer já se escreviam excelentes (MUITO melhores que as atuais e “descartáveis”) distopias: conheces algum dos autores que citei mais acima? Já leu algum? Já percorrestes sebos atrás destes livros (ou mesmo já os leu digitalmente – existem vários deles em PDF)? Conselho de um “tio”… ;)

  • Fabiano Silveira - 1 Comentário

    Vi o filme Maze Runner, e achei a premissa e a ambientação interessantes, a ponto de utilizá-las justamente em seu público alvo…
    Por muita insistência de minha afilhada (13 anos), para que eu mestrasse uma sessão de RPG de mesa na semana que ela passaria em minha casa, acabei usando como referência este filme, aproveitando que ela não havia assistido.
    Joguei a pestinha no hostil ambiente do labirinto, no papel do Thomas e mantive a narrativa muito próxima ao que foi apresentado na tela, alterando somente as coisas conforme as decisões que ela tomava.
    O sucesso foi garantido, passamos ótimos momentos de diversão, ela simplesmente adorou!!!
    Porém, pelo que li acima precisarei mudar tudo se quiser dar sequencia a esta aventura, pois vendo o filme eu já havia achado muito estranho o que estava sendo sugerido como motivação da tal organzação que colocou a garotada no labirinto, e agora tenho certeza que as explicações ficaram todas muito toscas, se é que algo ficou explicado nesta trilogia.
    Seria possível alguém me explicar melhor o que é a tal CRUEL e porque colocou os jovens naquele labirinto?

    Agradeço desde já.

  • Rogerio - 1 Comentário

    Oi Jefferson!
    Meu sentimento por james Dashner é o mesmo: ele é uma enganação!!!!!
    Vc fica os tres livros inteiros esperando alguma explicação e não existe nenhuma.Ele é apenas um sádico.

  • Luanda - 1 Comentário

    Ainda bem que resolvi pesquisar antes mesmo de começar a ler o segundo livro!!!
    No primeiro eu já estava me chateando com o fato de estar chegando no final,e nada de realmente importante acontecer.
    Sabendo que nada fica explicado,parei por aqui.
    Grata.

  • Francisco - 1 Comentário

    Para mim esse autor aproveitou a onda de filmes infanto-juvenis baseados em livros e escreveu rápido 3 livros mas já pensando nos filmes…. acho o mesmo desse tal de divergente e alguns….

    Resumo, ficou uma obra mal feita visando apenas o lucro….

  • Carla - 1 Comentário

    Bom mesmo é achar uma crítica como a sua: nem preciso me dar ao trabalho de dizer mais nada. Senti exatamente o mesmo ao final da série. Putz.

  • amanda - 1 Comentário

    As vezes me sinto meio velha para ler livros com conteúdo “juvenil adulto” afinal tenho 33 anos, mas não posso negar que gosto. Seguindo a linha futuro distopico, e por ter curtido bastante Jogos Vorazes o filme, resolvi comprar os livros,inclusive Divergente e Maze Runner…e confesso que diferente de Jogos, que o filme é bem fiel ao livro e Divergente na minha opinião o filme é melhor que o livro Maze me decepcionei, resolvi ler o livro antes do filme ( imaginando que seria tão bom qt o trailer, que foi o que me chamou atenção) mas já adianto que não me prendeu…linguagem me parece infantil com os “trolhos” e “mertilas” pra lá e pra ca. As transformações que deveriam servir pra algo só apresentam sentido quando Thomas passa por ela…quer dizer 2 anos e ninguém nunca pensou que as lembranças serviriam pra algo….e a telepatia de Teresa e Thomas serve pra algo mais além de conversarem? Estava a muito buscando resenhas sobre o filme, pois achava que uma hora a coisa toda ia funcionar…mas pelo que vi por aqui..acho que não.

  • Fabi - 1 Comentário

    Jefferson, não dê muita ideia para essa galera cujos critérios para ler um livro é que ele tenha menos de 200 páginas e seja “modinha” ,não entendem coisíssima nenhuma de literatura, não vale a pena discutir. Concordo que MR tem buracos enormes, um desfecho risível e que The Hunger Games poderia, com toda certeza , ter recebido um desfecho melhorzinho. Só aceito opiniões literárias de quem é realmente alfabetizado, consegue ler e compreender os clássicos da literatura universal e não desanima só porque o livro tem mais 200 páginas, o que já exclui mais da metade da garotada que eu vi comentando aqui dizendo que “velho ” não gosta de distopias. Ridículos.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu prefiro nem usar o termo “literatura” porque soa elitista e acho que o simples fato do povo estar lendo um livro, qualquer que seja, já é um avanço.

      Eu simplesmente gosto de ler e já li (e me emocionei com) até aqueles livretos de romance massificado das séries “Sabrina”, “Júlia” e “Bianca”. Mas era uma época em que eu tinha menos opções. Não sei se gostaria hoje.

      Eu não tenho nenhum problema com as as pessoas lerem a trilogia inteira “The Maze Runner” e gostarem da obra, apesar de seus problemas. O que me incomoda mesmo é as pessoas se recusarem a enxergar esses problemas mesmo quando estes são detalhadamente explicados e ainda por cima terem a audácia de virem aqui no meu blog disputar o meu direito de criticar, sem sequer se darem ao trabalho de serem respeitosos e educados.

      Ler gente passar atestado de imaturidade ao mesmo tempo que me chamam de imaturo (eu não publiquei isso) é no mínimo bizarro.

  • Priscila - 1 Comentário

    Caro
    Gostaria de uma sugestão de trilogia adulta, visto que vejo muito divulgação das trilogias juvenis e particularmente não gosto muito de histórias “água com açucar”.

  • luan - 1 Comentário

    concordo com o jefersom pois o livro nao tem sentido ….. ja li os 4 e ainda nao vi soluçao nem uma para a doença ….. fiquei muito bolado e o livro ORDEM DE EXTERMINIO nao tem nem um sentido …….. mais vou ler os ARQUIVOS ja q cheguei até aqui ….. tbm nao entemdo muito de literatura e nem sou muito bom cm gramatica mais as palavras de jefersom sao sabias em relaçao ao livro e concordo plenamente cm ele…….

  • luan - 1 Comentário

    concordo com o jefersom pois o livro nao tem sentido ….. ja li os 4 e ainda nao vi soluçao nem uma para a doença ….. fiquei muito bolado e o livro ORDEM DE EXTERMINIO nao tem nem um sentido …….. mais vou ler os ARQUIVOS ja q cheguei até aqui ….. tbm nao entemdo muito de literatura e nem sou muito bom cm gramatica mais as palavras de jefersom sao sabias em relaçao ao livro e concordo plenamente cm ele…….

  • Roberta - 1 Comentário

    Olha eu tenho 20 e tbm não me agradei da trilogia, realmente sem noção, fiquei tipo: ” que m*** é essa minha gente?” kkk. Concordo plenamente com cada parágrafo do seu post, até Jogos Vorazes é melhor (tbm não gostei mt da trilogia, na minha opinião gostei apenas do 1 livro).

  • João - 1 Comentário

    Apesar da maioria estar criticando, gostei da trilogia. Realmente algumas coisas ficaram bem vagas, e alguns fatos como ele não recuperar a memória também me irritaram kkkk, mas acho que no geral vale a pena ler sim. Gostei do Universo do livro, achei bem interessante como sempre existia um mistério. Ainda não li a Ordem de Extermínio e ano que vem vão lançar um novo livro. Talvez tenham algumas explicações rs.

    Tive o mesmo sentimento do autor desse texto em relação a Jogos Vorazes. Quando terminei de ler, fiquei meio indignado kkkk, não é possível que o fim era tão ruim daquele jeito. E na parte de maior ação, também achei que a Collins fracassou.

    Voltando ao Maze Runner, respeito as opiniões acima, mas acho que quem gosta de ficção pode ler sim. De 0 a 5, daria uma nota 4 ou 4,5 rs. Abraços.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Obrigado pela contribuição, João. Você é a primeira pessoa em meses a vir aqui dar uma opinião diferente da minha mas sem partir para me ofender ou questionar meu direito a ter uma opinião. Se mais leitores de Dashner fossem assim equilibrados…

  • Beatriz - 1 Comentário

    Eu apenas não concordo com o “velho” demais para esse tipo de livro. Leio muito desde meus 13 anos e hoje tenho 20 anos porém nunca me interessei por este estilo de trilogia, de resto concordo com tudo. Acho que não existiu uma estória consistente, pareceu que o James Dashner apenas foi inventando e acabou por se perder e arrumou uma “saída pela tangente” devido a provável pressão da editora para o termino do livro. Admito que sou meio suspeita porque desde do início não gostei muito do enredo porém preferi conferir para depois concluir minha opinião e a conclusão foi que o livro serviu apenas para criar questões que nunca serão respondidas.

    • Thiago - 2 Comentários

      Gente, leiam prestando atenção aos detalhes e leiam os livros 4 e 5. Foi explicado nos livros o passado deles antes do labirinto, e que havia SIM uma cura para o vírus, mas por conta de suas mutações a cura parou de fazer efeito.

  • Tatata - 1 Comentário

    Ok, eu acabei de ver o primeiro filme de Maze Runner, achei um poço de ação sem sentido e nada me conquistou no filme (exceto o ator que faz o Thomas, hehehe), e vim dar uma espiada pra ver se o livro valeu a pena..
    Pelo que você disse, não vale. Eu só não consigo ficar o tempo inteiro vendo ação, ação e ação… o filme parece tão barato, tão raso, tão vazio de mensagem. Eu não sei como expressar isso e você obviamente é melhor com palavras e obcecado com argumentos então você consegue.

    De qualquer modo, obrigado por me salvar de várias páginas de frustração.

  • paulo - 1 Comentário

    O primeiro filme é mediano e poderia ter sido bom, se não fosse o final forçado para ter continuação.O segundo é bem melhor, mas pelo que você diz, teremos um terceiro filme bem ruim por causa dos livros que não tem explicação alguma.É Lost e Prometeus p adolescentes, ou seja, roteiro vazio e muita enrolaçao.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      É triste ver que Lost, que começou tão bem, agora é um dos primeiros exemplos que vem à mente quando pensamos em “enrolação”.

    • Thiago - 2 Comentários

      Paulo, é justamente o contrário. O segundo filme foi ruim. Comparando o livro com o filme parece que o diretor do filme usou drogas antes de fazer o roteiro. No filme o propósito da viagem foi completamente mudado.

  • Nayara - 1 Comentário

    Vi o 1o filme e li o 2o livro. Extremamente frustada de ter perdido um sábado sem ter respostas. Decidida a não ler o proximo sem algum fundamento fui ao google em busca de spoilers. Mas nenhum fica claro, logo, não vou nem ler os outros. Argh! Concordo contigo. E pra mim o óbvio, foi uma trilogia comercial. Já que terminou de ler, poderia me contar: quem morreu? Quem sobreviveu? Como terminou enfim…
    Jogos Vorazes terminou morno mas teve lógica. Divergente foi triste o fim mas razoável. Agora esse Maze Runner…

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      quem morreu? Quem sobreviveu? Como terminou enfim…

      Além de Thomas eu não lembrava de mais ninguém, mas dei uma olhada no terceiro livro e o resumo é este:

      Dos personagens principais, salvam-se Apenas Thomas, Frypan, Minho e Brenda (que é introduzida no segundo livro). Teresa morre no final do terceiro livro.

      Esses quatro e mais um grupo de cerca de 200 imunes escapam para um santuário no que parece ser uma ilha. Sem uma cura, todo o resto da humanidade caminha para a extinção.

      Jogos Vorazes terminou morno mas teve lógica.

      Concordo plenamente. O livro final de Jogos Vorazes é “esquisito”, mas o final é satisfatório.

      Divergente foi triste o fim mas razoável.

      Eu parei de ler Divergente a 1/3 do terceiro livro. Estava monótono demais e não gostei do rumo que a trama estava tomando.

      Agora esse Maze Runner…

      Não perca mais do seu tempo com ele.

  • Amanda - 1 Comentário

    É uma otima opinião… Bem formulada e rica de detalhes… Você só se esqueceu de um bem visível: literarura infanto juvenil, ou seja destinadas para esse público, então de certo modo não me adimira que você não tenha entendido o significado por trás do livro; se você perceber todos os personagens principais do livro são adolecentes e eles se sentem confinados e precionados por todo o mundo para serem cada vez melhores e alguns vão ficando para trás por “armas”, “venenos”, e simples “más influências”… Está fazendo sentido o MEU jeito de pensar sobre esses livros? Um conselho quando ler algum llivro destinado ao publico infanto juvenil tente pensar como nós meu caro, quem sabe assim faça mais sentido. Mais se você ainda tiver dúvidas sobre os “mistérios” deixados PROPOSITALMENTE pelo autor leia o quarto livro, ele explica muito bem a história. E espero que entenda meu comentário como eu entendi o seu, como uma opinião e sem julgar quem eu sou pelo que eu penso sobre esse fato em particular.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      e alguns vão ficando para trás por “armas”, “venenos”, e simples “más influências”… Está fazendo sentido o MEU jeito de pensar sobre esses livros?

      Não. Eu não lembro disso e francamente essa explicação está mais para o que os adultos gostariam que os adolescentes lessem. Como em “O senhor das moscas”. Eu fico tentando entender como essa sua teoria justifica aquela equipe que resgata os garotos no fim do primeiro livro se transformar em um monte de cadáveres no início do segundo livro e não consigo.

      Mais se você ainda tiver dúvidas sobre os “mistérios” deixados PROPOSITALMENTE pelo autor leia o quarto livro, ele explica muito bem a história.

      Não, eu não vou ler o quarto livro. “Engane-me uma vez e a vergonha é sua. Engane-me duas vezes e a vergonha é minha”. Se o autor fez isso PROPOSITALMENTE eu certamente não vou ficar menos indignado. Você ficaria? Mesmo?

      Mas se você acha que esse tal quarto livro explica cada uma das objeções que fiz à narrativa, por favor fique à vontade para explicar. Não se preocupe com spoilers. E cite páginas para que eu possa confirmar o que você diz.

      Tenha em mente que isso não muda o que aconteceu na trilogia. Nenhuma explicação mirabolante publicada depois fará a trilogia ser menos sádica e ter um fim menos trágico.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      A propósito, o adolescente em mim compreende Rowling, Colfer e Collins. Para ele Dashner é um sádico repulsivo.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Quase dois anos se passaram e “Amanda” não apresentou nenhuma citação para corroborar seus argumentos.

  • VR5 - 397 Comentários

    Opa! Ressuscitando esse antigo tópico chegou a assistir a algum filme? Eu acabei de assistir ao terceiro (e último)…

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Fique de olho nos eventos do Windows com MyEventViewer

O log de eventos do Windows é muito útil, mas sofre de um sério problema: você só lembra (quando lembra) que ele existe quando percebe que há algo errado no computador. Até lá, erros menores vão se acumulando e quando você finalmente olha o log já é tarde ou sua análise fica sobrecarregada por erros que se referem a condições que já nem existem mais (software que você desinstalou, hardware que não está plugado, etc). Seria interessante você tomar conhecimento dos eventos, principalmente dos que são erros, à medida que acontecessem, não?

Ué… você não sabia que a maioria dos erros registrados no log de eventos nunca gerou uma mensagem para o usuário?

Contorne essa limitação do Windows com o MyEventViewer.

MyEventViewer não tem opção para executar automaticamente com o Windows, mas eu coloquei um atalho para ele no grupo Inicializar e estou usando assim. Também programei para exibir os eventos como balões e o exemplo abaixo é de um erro que foi registrado agora mesmo:

MyEventViewer_ryan.com.br

Se esse erro não fosse visto imediatamente eu jamais saberia do que se tratava. O tal “HardDisk4” é um HDD que geralmente eu deixo offline e para o qual neste momento eu estou movendo arquivos.  E quatro mensagens foram registradas enquanto durou a movimentação de 70GB. Daqui a uma hora o HDD vai ser retirado e essas mensagens deixarão de fazer sentido. Tendo visto agora, eu posso agendar uma verificação do HDD e da porta SATA onde ele foi conectado.

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Traffic Watcher

Há muito tempo eu venho usando o NetMeter em todas as situações onde preciso ficar de olho no uso da banda de rede, mas sempre tive um problema com ele: assim como a maioria dos similares o programa não diferencia entre o tráfego na rede local do tráfego para a internet. Então se, por exemplo, eu deixar meu programa de monitoramento do DVR aberto para observar as câmeras da casa, não consigo perceber imediatamente se algum processo em meu computador está usando indevidamente minha banda de internet. A visualização das câmeras ocupa 280KB/s contínuos, o que é mais de três vezes a capacidade máxima de download (80KB/s) que a Telemar me dá. E esse é só um exemplo. Diversos são os usos que faço da minha rede local que podem mascarar um processo roubando minha banda extena.

NA semana passada eu encontrei um programa simples que resolve parcialmente o problema: Traffic Watcher

Para fazer a distinção entre os tráfegos o programa usa recursos do Winpcap, que precisa ser instalado também.

TrafficWatcher_ryan.com.br

Minimizado ele deixa um ícone na barra de tarefas para exibir os tráfegos:

TrafficWatcher_Systray_ryan.com.br

Você pode definir também quais são os limites de banda separadamente.

TrafficWatcher_options_ryan.com.br

E talvez o mais interessante de todos é que Traffic Watcher pode diferenciar entre vários tipos de tráfego:

TrafficWatcher_Detailed_ryan.com.br

Na figura acima o tráfego gerado pelo meu uTorrent é exibido na seção UDP (e às vezes na seção Other).

Lá atrás eu disse que o programa resolve parcialmente meu problema, apesar de tudo isso. Bem… é que eu gostaria que ele tivesse um conjunto separado de ícones na systray que piscasse apenas quando houvesse tráfego para a internet. Exatamente como funciona com o ícone de rede do XP, só que limitado a tráfego externo. O problema é que nesses programas que usam barras é muito fácil um tráfego pequeno, mesmo contínuo, passar despercebido.

E caso você não tenha percebido ainda, vigiar isso é uma das minhas linhas de defesa contra malware.

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Avast antivirus impedido de executar por uma diretiva de segurança

Eu acredito que já comentei antes, aqui mesmo ou no Buzz, sobre como malware vem bloqueando a execução de antivirus através da corrupção dos descritores de segurança (NTFS) do diretório. Ontem eu esbarrei em um método mais sutil mas igualmente eficaz: aplicar uma diretiva de segurança no Registro que impeça o software de rodar.

É claro que isso só é possivel se o malware estiver rodando com privilégios de administrador, o que é a situação da grande maioria dos usuários no Windows XP e depende de um descuido do usuário no Vista em diante. Coisa muito fácil ocorrer.

Eu já havia eliminado manualmente a infecção da máquina quando esbarrei nesse problema. Se você não remover o malware antes, fazer o que está explicado aqui pode ser perda de tempo.

Sintomas

O ícone do Avast não aparecia na barra de tarefas mas o diretório estava lá, com aparentemente todos os arquivos e acessível para inspeção. Uma checagem com o Autoruns mostrou que o Avast estava configurado para ser executado, mas não rodava.

O HDD do cliente era FAT32, logo o problema dos descritores de segurança NTFS não se aplicava.

Desinstalei o Avast. Toda a desinstalação correu bem exceto por uma estranha mensagem dizendo que regsrv32.exe, no diretório do Avast, não podia ser executado devido a uma diretiva de restrição de software. Fui olhar o diretório e este estava vazio. Até esse ponto eu ainda não havia entendido o que estava ocorrendo.

Por precaução, rodei também o desinstalador completo do Avast. Nenhum erro foi exibido.

Mas depois de reinstalar o Avast o problema persistiu. O programa não rodou após a instalação, mesmo após reiniciar o PC. Nenhuma mensagem de erro era exibida.

Decidi executar manualmente e foi somente então que eu descobri o que estava ocorrendo. Assim que eu tentei rodar AvastUI.exe, foi exibida a mesma mensagem que eu havia visto antes a respeito de regsrv32.exe, mas indicando que desta vez AvastUI.exe é que estava bloqueado por uma diretiva de restrição de software. O diretório inteiro devia estar bloqueado.

“O Windows não pode abrir este programa devido a uma diretiva de restrição de software”

A mensagem também dizia que eu olhasse no log de eventos para mais informações. Eu olhei e não vi nada que parecesse útil.

Executei secpol.msc (é um programa nativo do Windows XP professional) e procurei por uma diretiva bloqueando o Avast. Não achei nada. Pior que isso, secpol.msc dizia “Nenhuma diretiva de restrição de software definida”.

secpol_SoftwarePolicies_NoPolicies_ryan.com.br

Ou eu estava procurando no lugar errado ou era mais um caso onde o malware consegue fazer algo e esconder isso da GUI do Windows.

A solução

Então eu fui olhar manualmente no Registro. Depois de procurar onde eu supunha que ia achar as diretivas e não achar nada, decidi fazer uma busca por todas as referências a AvastUI.exe. Encontrei algo suspeito em

HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths

Veja o conteúdo completo do backup que fiz antes de fazer modificações:

Apesar de não haver nenhuma indicação nessa chave de que se tratava de um bloqueio, achei suspeito que existisse referência aos dois antivirus que estavam instalados na máquina (eu já havia desinstalado o Norton por também não estar funcionando). Fiz o backup, apaguei todas as chaves exceto a última (a que não faz referência a nenhum diretório) e reiniciei o PC. Problema resolvido.

Note que uma das chaves faz referência a todos os executáveis do diretório Avast através de coringa (*.exe). Então eu tive sorte de encontrar procurando por AvastUI.exe.

A razão para isso não aparecer em secpol.msc? Eu fiz um pequeno teste aqui e constatei que, para decidir o que bloquear, o Windows somente olha as chaves sob a chave indicada aqui. Mas na hora de listar, ele começa por outra chave onde ele espera encontrar “links” para essas. Como o malware somente cria as mostradas aqui, as diretivas ficam “invisíveis” para a ferramenta nativa.

7 comentários
  • Everaldo Alvarenga - 1 Comentário

    Obrigado pelas informações, resolveu o meu problema que tenho o avast pago e nem o suporte deves havia conseguido resolver, apenas me mandaram desinstalar pelo modo de segurança e reinstalar desativando firewall e verificar se o usuário era adm do sistema.
    Muito obrigado

  • Daniel - 1 Comentário

    Muito bom obrigaduuuuu!

  • Tiago - 1 Comentário

    vlw tava com o mesmo problema e ao reinicia o pc ele voltou ao normal. exatamente isso q vc falo só esqueceu de fala pra acha os registros executar>regedit

  • Guilherme - 1 Comentário

    Resolveu o meu problema com o AVG. Obrigado.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Eu esqueci de registrar que a longa seqüência alfanumérica no último “ItemData” é apenas uma forma codificada da string:

    %HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Explorer\Shell Folders\Cache%OLK*

    Se você olhar pelo Regedit, é essa string que você vai ver. Mas o tipo de dado é REG_EXPAND_SZ e por isso quando é exportado para um arquivo .reg, a string é salva assim. A codificação é simples: cada dois bytes correspondem a um caractere ASCII codificado em hexadecimal. “25,00,48,00,4b,00” = “%HK”

  • lauro barros - 1 Comentário

    muito bom Jefferson…voce é o cara… também consegui liberar meu avast bloqueado com essas dicas de edição do registro.. li diversos post , todos muito confusos, precisando instalar outros programas, etc.. etc…

  • Idinho - 1 Comentário

    Cara você é fera, funcionou perfeitamente, obrigadoo!

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Mais de um ano depois, o Windows Live Messenger ainda funciona.

Como anunciado pela Microsoft o WLM realmente parou de funcionar para mim por volta de março do ano passado. Mas seu substituto oficial, o Skype, é tremendamente inferior quando o assunto é conversar pelo teclado, entre outros problemas (o Skype não permite arrastar e soltar imagens, por exemplo). Então quando eu descobri que um amigo meu ainda usava, meses depois do bloqueio, decidi descobrir como ele fez (o safado fez “charme” e não quis dizer… ).

É tão incrivelmente fácil que espanta. Basta instalar o Windows Live Messenger normalmente e depois rodar o Messenger Reviver, que o WLM parará de dar a mensagem de que você tem que baixar a versão nova (o Skype) e rodará normalmente.

Estou usando desde março de 2014, sem problemas.

É claro que isso só é possível porque os servidores da Microsoft ainda estão funcionando e o bloqueio do WLM é artificial. Uma mera imposição de “upgrade”.

14 comentários
  • Paulo - 46 Comentários

    Bom post. Após o “fim” do MSN, é o primeiro que admite que ele funciona.

    E o mistério continua. Ainda não encontrei nos blogs explicação sobre porquê ainda não desligaram os servidores.
    Disseram que seria no início de 2014. Já estamos em julho e até agora, nada. Pelo menos, bom pra mim e pra alguns amigos meus. Alertei todos a respeito do Reviver.
    Não gosto do Skype por ter muito menos funções. E o Facelixo não uso nem sob tortura. :P

    Viva o msn! :-)

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      E o mistério continua. Ainda não encontrei nos blogs explicação sobre porquê ainda não desligaram os servidores.

      Uma possibilidade é que para suportar a transição o Skype foi programado para usar os mesmos servidores e que o truque do Messenger Reviver envolva mudar a mensagem de versão que é transmitida para o servidor. Talvez a MS nem saiba que ainda tem gente usando o WLM, porque todos agora se apresentam como “Skype” para o servidor. Assim, pensando que todo mundo já está usando o Skype, a MS não vê motivo para se dar ao trabalho de fazer as mudanças de infraestrutura necessárias para desligar definitivamente os servidores antigos.

      Mas isso é só especulação.

  • Renan Birck Pinheiro - 6 Comentários

    Pois é…

    Qual não foi minha surpresa ao abrir o Pidgin esses dias, mandar conectar na minha conta do MSN (normalmente só uso o Gtalk ativado nele, eu já tinha aposentado o MSN lá em 2011 ou 2012) e ainda ver gente on-line lá.

    • Saulo Benigno - 279 Comentários

      Sim, mas essa turma 90% com certeza está usando o Skype. Você acessando os servidores pelo MSN ou alternativos vai encontrar as pessoas conectadas em qualquer programa, incluindo o Skype. Não são redes diferentes :)

      • Luciano - 493 Comentários

        Saulo, não é o que percebi por aqui. Muita gente que eu tinha e que sei que converteu a conta para skype, simplesmente sumiu do msn. O que eu desconfio é que de fato não houve conversão e sim quem fez a mudança a microsoft simplesmente criou uma conta no skype e importou os contatos, e verifica quem fez a migração.

        O fato aqui, já que uso o miranda-im, tem gente que ficou no msn e continua aparecendo sob esse protocolo, e tem gente que eu tive que adicionar ao skype. Pois eu tenho conta nos dois serviços de quando eram separados. E ambas as contas continuam ativas e não foram interconectadas. Assim, se algum amigo que migrou pro skype, eu tenho que adicioná-lo no skype como um novo contato.

        Outro detalhe importante. Continuo usando uma versão antiga do skype, a 3.8.0.188. Por enquanto esta funcionando e não apareceu nenhuma ameaça ou imposição de upgrade.

  • Ricardo Macagnan - 5 Comentários

    E pensar que quase me xingaram de velho quando comentei que estava usando o Trilian num note HP movido a Pentium IV! E não é que é um sério candidato a substituir o MSN mesmo?

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Velho? naaah…
      Esse pessoal não tem criatividade nem consciência ecológica e acha que dinheiro dá em árvore…

      Se eu tiver como encontrar um uso alternativo para algo supostamente obsoleto, vou dar. Qualquer que seja ele, é melhor do que jogar no lixo.

  • Luciano - 493 Comentários

    Tem que deixar uma coisa bem explicita. Eu estou com o protocolo do msn ligado no miranda-im até hoje e ainda tem gente que aparece no msn. Só que tem uma coisa… em geral são pessoas que não instalaram o skype e estão usando programas de terceiros (como eu) ou é via celular. O tal messenger reviver ai deve só remover a mensagem de upgrade forçado, mas não deve mexer em nada no protocolo. Pois o miranda-im como disse, continua funcionando e não mexi em nadica no protocolo dele (nem atualizei). O provável e que a microsoft deve ter enfiado os dois protocolos no mesmo servidor, e então, não tem bem o que desligar. Vamos ver até quando dura isso.

    Não sei quanto a conta do usuário, se durante a conversão é feita alguma coisa. O fato é que eu não converti minha conta, e junte isso ao fato de que o endereço de email que usei pra gerar o passport nem é do hotmail. O meu login no msn é com um email próprio.

  • VR5 - 397 Comentários

    Bom dia Jefferson!
    Sei que é off-topic, mas não achei o tópico certo, e sei que te interessas por isso: http://pcworld.com.br/noticias/2014/07/14/raspberry-pi-anuncia-novo-model-b-ainda-menor-com-mais-portas-por-us-35/

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu vi em uma lista onde participo. O upgrade é interessante e custando a mesma coisa é claro que é bem vindo, mas não muda muita coisa de fato no Pi. Um GPIO tolerante a 5V seria um salto muito maior, do meu ponto de vista.

  • snowzpoc - 311 Comentários

    Bom post; eu acho que, como o skype ficou aceitando o email que era usado no msn, os servidores permaneceram ativos, independente da aplicação. Usei o Trillian um tempo, é bem interessante, mas acho que hoje o whatsapp engoliu tudo isso. Ah, também sou do time dos que não usam facebook.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Para as pessoas que usam primariamente um telefone para se comunicar, sim. O whatsapp é o grande responsável pelo declínio do uso do Live Messenger. Mas eu uso primariamente um desktop e apesar de achar o Whatsapp o melhor meio de comunicação quando estou na rua, acho difícil tolerar me comunicar por mensagens em um telefone quando estou em casa. Até mesmo quando estou fora, se for um lugar com WiFi onde eu possa abrir um notebook eu prefiro ter esse trabalho a ficar teclando em um telefone.

      Se o whatsapp tivesse uma versão para o desktop, seria um grande avanço.

  • Gilberto Aerguelho - 1 Comentário

    Mereço o premio da pá de ouro por desenterrar tópicos antigos :-P
    hoje dia 23/12/2015 o MSN ainda continua a funcionar, chupa Skype!!!

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Minha primeira experiência com DLNA

A necessidade surgiu em visita a um novo cliente. Ele tem uma casa grande e gostaria de poder escutar sua seleção musical armazenada no PC quando estivesse na piscina com os amigos. Isso é até fácil: basta colocar alto falantes do lado de fora. Mas e se você puder acrescentar um ponto de sofisticação e ter o recurso de ver no smartphone/tablet o que está tocando e escolher o que vai tocar, como se seu dispositivo móvel fosse um sofisticado controle remoto?

O hardware do cliente:

Note que tudo o que está listado acima suporta DLNA. E os Airport suportam inclusive Airplay.

Existem diversas maneiras de se fazer isso, mas um dos requerimentos que eu mesmo estabeleci já eliminava várias delas: a coleção de músicas não pode ir para o dispositivo móvel. Além de serem 260GB de MP3, colocar em UM (ou copiar em mais um) dispositivo complicaria mais do que ajudaria.  Existe a possibilidade de eu colocar toda a coleção do cliente em um dispositivo NAS em algum lugar da rede (o Airport Extreme suporta isso), mas por hora eu estabeleci que o desktop Windows 7, onde a coleção já está, será o servidor. Numa rápida olhada no manual, descobri que o receiver Onkyo tinha suporte a DLNA, então será que eu poderia usar o PC como “server”, o tablet como “controller” e o Onkyo como “renderer” (os três papéis do DLNA)?

Numa rápida experiência que fiz aqui em casa descobri que por hora eu posso até mesmo ignorar a capacidade DLNA do Onkyo. Instalei a app BubbleUPNP no meu Grand Duos e após configurar um notebook com Windows 7 como server usando o recurso embutido no próprio Windows Media Player (WMP) 12, descobri que o WMP aparecia listado como opções de server e renderer na app.

Eu tanto podia:

  • Tocar as músicas armazenadas no meu telefone pelos alto-falantes do notebook;
  • Tocar as músicas do notebook pelos alto-falantes do celular;
  • Tocar as músicas do notebook, no notebook;

No caso do cliente eu certamente poderia enviar o som para outro dispositivo DLNA ( o Onkyo), mas por que fazer isso via rede, se o media server já está ligado por cabo HDMI ao Onkyo mesmo? Essa capacidade poderá ser interessante, porém, se e quando for decidido colocar a coleção em um NAS.

BubbleUPNP foi apenas a primeira app que testei, apenas para ter uma idéia do que eu podia fazer com DLNA, já que nunca tinha encontrado aplicação para isso antes. E gostei do que vi. Até as capas dos CDs embutidas nos arquivos  (recurso do MP3 ID3 v2) aparecem na tela de seleção de músicas. Mas a versão gratuita tem limitações chatas, como o limite de apenas 16 músicas na aba Playlist. Eu testei também o Toaster Cast DLNA UPNP Player, mas somente para poder acessar o notebook como media server já exigia que eu comprasse a versão Pro.

Que outras apps para Android e para IOS vocês sugerem?

Nota: Para o WMP aparecer como server na rede, basta que o usuário esteja logado. Mas para que apareça como renderer o WMP precisa estar rodando. Preciso de um comportamento melhor.

Media servers que testei, no meu Windows XP:

  • Songbird v2.2.0 – Funcionou como server, mas não encontrei opção de usá-lo como renderer.
  • XBMC Portable v9.11 – Tem as opções de server e renderer, mas só consegui fazer funcionar como renderer. Ao escolhê-lo como server, nenhuma das músicas da biblioteca aparece;
  • XBMC v12.3 (não encontrei no site oficial, por isso baixei do oldapps. A versão mais recente do XBMC, 13.0, não instala mais no XP) – Mesmo problema da versão 9.11.

xbmc_confluence_network-settings_ryan.com.br

15 comentários
  • eduardocampos - 3 Comentários

    Já testei várias opções como Serviio, iSedora, TVersity, TVmobili e Mezzmo. Uso basicamente para minha TV acessar conteudo no meu PC.

    O Mezzmo e TVmobili foram os que se destacaram, de longe, principalmente em performance (Faz muita diferença quando se tem mais de 10TB de mídia) e features, como organização de playlists e categorização de filmes.

    Acabei optando pelo Mezzmo por ter conseguido uma licença oficial em uma promoção. O mezzmo recentemente lançou um app tb, inclusive com trial, mas não testei ainda.

    Os dois são pagos, mas isso não deve ser problema pro seu cliente. :-P

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Os dois são pagos, mas isso não deve ser problema pro seu cliente.

      Você reparou né? :P

      Mas eu fiquei muito interessado nesse tipo de coisa para mim também. Por exemplo, há muito tempo eu quero ter um servidor de TV em casa, para poder assistir o que eu quiser a partir de um tablet ou telefone em qualquer lugar da casa. Mas é impressionante como isso é complicado. Fazer o streaming de um canal fixo é até fácil. Dureza é poder escolher remotamente.

  • Umbanda - 1 Comentário

    Si tienen dispositivos apple, “itunes remote” es lo mas fácil me parece…

  • alexandreteles - 6 Comentários

    Jefferson, aproveitando o ensejo do post me diga: qual a possibilidade de utilizar um FIC Conectado como HTPC?

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Hoje, nenhuma. O FIC mal tem capacidade para reproduzir DivX com folga. x.264, nem pensar.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Um Raspberry Pi, apesar de ter algumas limitações, ainda é uma opção muito superior. Hoje eu usaria um FIC como terminal RPC, coletor de dados, servidor para pequenas automações… Aliás, ainda tenho três e acho que vou justamente colocá-los para trabalhar como terminais.

  • alexandreteles - 6 Comentários

    Meu único problema com o Pi é o preço que é muito salgado em terras tupiniquins xD

  • alexandreteles - 6 Comentários

    http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-569669396-thinclient-connec-ez350-adaptador-de-rede-usb-rj45-_JM

    O frete está com preço bem aceitável (moro em Salvador). Se tiver interesse, tá aí pra vc pegar xD

  • Walter - 140 Comentários

    Pena que você tem a necessidade do XP, hoje em dia o XBMC, que agora se chama Kodi, é muito mais que um media center.

    Aqui eu uso ele instalado em um mini pc da Zotac com Windows 7, dois NAS de 3T, um controle remoto logitech harmony e um receiver Denon. Existem diversos aplicativos para controlar o XBMC/Kodi nos dispositivos móveis, no Android eu uso o Yatse e no Ipad o Constellation.

    Para o seu cliente, seja qual for a solução que você vai adotar, eu recomendaria um cara desses aqui, estou pra receber um até o meio do mês:

    http://www.logitech.com/en-us/product/harmony-ultimate-hub

    Não só ele vai controlar o xbmc, como praticamente TODOS os dispositivos eletrônicos dele, de condicionador de ar até dimmer de luz, a partir de QUALQUER smartphone da casa. Sem contar o grande diferencial dos controles Harmony que é criar atividades, como ouvir música, ver tv, assistir filmes, etc, configurando corretamente como cada entrada e saída dos seus equipamentos devem se comportar.

    Voltando ao XBMC, você conhece esse fórum? http://xbmcbrasil.net/

  • Hítalo - 3 Comentários

    Jefferson, tive ótimas experiências com o “Plex”. Roda em Windows, Linux ou Mac. Baixa metadados para músicas, filmes ou seriados (inclusive legendas). Utilizei clientes em android, iOS e funcionou perfeitamente com o cliente nativo da minha TV LG (Media Link).
    O gerenciamento é feito por interface web e tem alguns serviços adicionais se for adquirido o serviço pago (não precisei).

    • Hítalo - 3 Comentários

      Olhaí um print: [img]https://ryan.com.br/blogs/quicktalk/wp-content/uploads/2014/08/1408458516598-3.jpg[/img]

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