 Jefferson,  24 de junho de 2012, Só que talvez não valha mais a pena. Pelo menos não para o usuário final.
Há décadas técnicos, entusiastas e curiosos em eletrônica no mundo todo (principalmente em países ainda em desenvolvimento como o nosso) buscam por isso como um “santo graal” . É claro que isso já foi muito mais importante e desejável. Hoje você compra um notebook bastante razoável por R$1000 e um monitor para desktop do mesmo tamanho a partir de R$250. Há dez anos, um notebook razoável custava R$5000 e o preço de um monitor LCD para desktop era absolutamente proibitivo. Há dez anos, uma solução para aproveitar telas de notebook teria deixado qualquer um rico.
Mas deixa eu parar de enrolação e explicar o que eu encontrei.
Uma empresa lá de Hong Kong chamada njytouch desenvolveu uma espécie de “controladora universal” para displays LCD. Tudo o que você precisa para transformar o display que salvou de um notebook em um monitor básico é o seguinte:
- Uma fonte de 12V;
- Uma controladora (preços a partir de USD30, mas você encontra itens “com arranhões” por USD15);
- Um cabo específico para o seu tipo de display (preços a partir de USD7);
- Um inversor para o backlight (a partir de USD10). Você pode até aproveitar o original da sua tela, mas não vai poder fazer o controle do brilho.
Confira os itens à venda na loja da njytouch no ebay.
Exemplo da gambiarra:

Ainda existe um pequeno problema: O firmware na controladora precisa ser específico para o modelo de display que você tem, daí antes de comprar a controladora você tem que dizer ao vendedor qual é o modelo de display que você tem para ele checar se pode fornecer a controladora com o firmware certo já gravado. De cara isso já inviabilizaria o uso dessas controladoras em assistências técnicas para testar displays, mas por 61 dólares extras o vendedor oferece uma solução: um programador que você pode usar para gravar você mesmo o firmware adequado na controladora.

Eu não sei ainda se com a compra do programador você recebe todos os firmwares ou se existe uma “taxa” cobrada por cada firmware. Eu perguntei isso ao vendedor mas a resposta foi evasiva. Vou tentar de novo, porque é possível que seja mais um problema de comunicação com chineses.
E para quem estiver pensando em usar isso para consertar uma TV de 40″, um alerta: Apesar de metade dos modeloes FullHD, eles admitem que qualquer tela menor que 12″ ou maior que 19″ pode estar fora do alcance da solução deles. As palavras do site:
we can help select suitable controller kit for most 12 inch to 19 inch LCD panels(suitable LCD cable and inverter included) based on our experience. For smaller or larger size, we will have to turn to other solutions because suitable LCD cable and inverter may be unavailable.
O texto indica que é um problema de cabo e inversor, mas e se o inversor original estiver disponível e você tiver o conhecimento necessário para criar seu próprio cabo? Existe um outro problema: as controladoras só suportam as interfaces TTL e LVDS. Se seu painel for TMDS, sem chance. E como TMDS é o mesmo protocolo básico da interface HDMI eu não me espantaria em um pouco ao encontrar apenas painéis com interface TMDS em TVs.
Eu estou pensando em adquirir um kit desses, mas primeiro quero botar as mãos em uma tela compatível. Já desmontei dois notebooks pifados e suas telas não aparecem na lista publicada pelo fabricante (no anúncio do programador).
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 Jefferson,  24 de junho de 2012, A idéia não é nova: eu é que nunca havia tentado. O danado do cabo CAT5 tem muito mais aplicações do que a maioria imagina.
Eu finalmente fiz o teste porque este adaptador à venda na BIC deixa a coisa ao alcance de qualquer preguiçoso:

Para substituir inteiramente o cabo do seu monitor, você precisa de dois machos como o da foto. Se você por alguma razão precisar emendar com o cabo original do monitor, vai precisar de um adaptador macho e um fêmea. Eu comprei dois adaptadores macho.
O resultado me surpreendeu. Primeiro eu testei com um cabo CAT5 de 6m, interligando a saída secundária do meu PC (1680×1050) no quarto à TV na sala. A imagem apareceu nítida, mas com “fantasmas” visíveis para quem prestasse atenção. Mas eu esperava fantasmas bem mais evidentes. Então eu testei com um cabo de 10m. A duplicação da imagem ficou bem mais evidente, porém ainda assim a imagem ficou perfeitamente aceitável para a maioria das aplicações. A única anomalia perceptível eram os fantasmas. Não havia problema de cor que eu pudesse notar no meu teste rápido e muito menos ondulações ou qualquer anomalia “móvel”.
Eu tirei uma foto do resultado. Clique na imagem para ver o original de 16mp. Perceba que mesmo com as anomalias acrescentadas pela câmera fotográfica e pela compressão JPG, a imagem ainda está boa:
Foto tirada com uma SONY DSC-W570
Curiosamente, apesar da reprodução acrescentar problemas que não existem no original, também remove os que existem: não adianta procurar na foto os fantasmas.
Decidi ir além e com o auxílio de uma emenda RJ45 juntei os cabos de 6 e 10m. Aí, com 16m, o resultado já foi ruinzinho. Além de aparecerem fantasmas múltiplos (a mesma borda de objeto se duplicava em mais duas posições com diferentes intensidades), a cor começou a falhar. O problema da cor pode ser um mau contato na emenda, que nunca foi 100% confiável, mas só os fantasmas múltiplos já tornariam o uso do monitor incômodo.
Tenho dois clientes que podem fazer uso disso:
- Uma médica otorrinolaringologista que faz a captura no PC dos exames de garganta de seus pacientes, mas tem se valido de gambiarras de baixa qualidade porque o PC fica bem longe da cadeira de exames. Com um teclado sem fio e um segundo monitor no modo clone, ela vai poder usar o PC de qualquer posição do consultório;
- Uma empresa que comprou um equipamento DVR para seu sistema CFTV e quer colocar o monitor do DVR na sala do diretor (apesar do DVR ter conexão com a rede) a vários metros de distância.
Sai muito mais barato que o cabo manga apropriado para VGA e com resultado até melhor. Já vi cabo de chaveador KVM grosso e caro dar mais fantasmas a 3m e 1024×768 do que esse arranjo com CAT5 deu a 6m e 1680×1050.
31/10/2012: Pinagem do adaptador
Para resolver um problema que tive com um aparelho cuja saída VGA estava invertendo o vermelho com o azul, usei esses adaptadores e um cabo CAT5 emendado para identificar que fios eram responsáveis por essas cores e inverter, assim acabei descobrindo o papel de todos os fios:
Considerando um cabo crimpado seguindo a norma, começando com o par BC-LR
BC-LR : GND analógico AZUL
LR : AZUL
BC-VD: GND analógico VERMELHO
VD: VERMELHO
BC-AZ : GND analógico VERDE
AZ : VERDE
BC-MR : sincronismo horizontal
MR: sincronismo vertical
Como as cores vermelha e azul usam os pares verde e laranja, bastou usar um cabo cruzado padrão para consertar o erro de cor do dispostivo.
Notar que cada sinal analógico vai em seu par, com seu próprio GND, para aproveitar os benefícios do entrelaçamento dos fios.
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 Jefferson,  31 de maio de 2012, Preciso comprar mais de 30 itens em soldafria.com.br para fazer um trabalho, mas ainda assim o frete (e-sedex, quase o mesmo valor do PAC) vai ficar em 20% do valor da mercadoria.
Por acaso existe outro recifense leitor do meu blog interessado em dividir o frete comigo?
Eu sei que seria muita coincidência, mas não custa tentar 
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 Jefferson,  12 de maio de 2012, Tenho andado ocupado, mas devo voltar ao blog dia 21/05 com novidades interessantes em variados assuntos.
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 Jefferson,  23 de abril de 2012, Paint.Net Ultimamente eu tenho precisado bastante de digitalizar imagens impressas para aplicar sobre textos no Word e o efeito fica bem melhor se elas forem transparentes.
O modo habitual de se fazer isso no Paint.Net é usar a ferramenta Magic Wand para selecionar as áreas que você quer tornar transparentes e pressionar DEL, depois salvar como PNG. Funciona muito bem com imagens simples, mas é um trabalho danado de chato quando a imagem é complexa. E hoje eu estava trabalhando com umas imagens danadas de complexas.
Decidi parar para ver se havia um meio de automatizar isso. Rapidamente encontrei algo ainda melhor: o cut color effect
Basta descompactar e colocar o .DLL (xmario_cut_color_en.dll) na pasta effects do Paint.Net. O efeito aparecerá em Effects – Color – Cut Color (Xmario)


A ferramenta não tem o seu próprio Color Picker, mas basta usar o Color Picker do Paint.Net antes de chamá-la que a cor que você quer já estará selecionada.
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 Jefferson,  23 de abril de 2012, celulares, privacidade, Segurança Não adianta você se limitar a instalar no seu smartphone apenas apps populares, já testadas por muita gente e há muito tempo. A Path parecia ser uma app inocente o bastante, com mais de 24 mil avaliações, até um programador descobrir que a app copiava todo o catálogo de endereços do iPhone para os servidores da Path (detalhes técnicos no blog do programador). E o pior foi a resposta do CEO da Path, dizendo que isso era uma “industry best practice”.
Imagine só o que essas empresas andam fazendo. Ao dar acesso aos seus contatos de e-mail você geralmente só está dando e-mail e nome de todos eles. E isso já é ruim o bastante. Já no smartphone as chances são grandes de que existam além de todos os telefones, e-mail, endereço, aniversário, apelido, empresa onde trabalha e notas diversas sobre cada pessoa.
Ainda que não haja maldade nessa atitude (é ruim…), é preciso lembrar da lambança do QUIPTXT (por sinal, outra app para iPhone). Será que o catálogo de endereços de mais de 24 mil pessoas (e estou falando apenas de quem avaliou a app) está seguro nos servidores da Path? Ou qualquer funcionário da empresa ou hacker meia-boca tinha (o dono da empresa jura que apagou tudo) tem acesso a ele? Quantas estórias não já ouvimos sobre empresas que supostamente sabiam o que estavam fazendo mas deixaram vazar os números de cartão de crédito de todos os seus clientes?
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 Jefferson,  22 de abril de 2012, WTF E ainda por cima, é uma cobrança por algo que já foi pago!
É notícia velha, mas só fique sabendo agora e quero deixar registrada minha indignação. Todo mundo que já lidou com o ECAD sabe o quanto as práticas, supostamente amparadas por lei, dessa empresa são absurdas. Mas dessa vez parece que mexeram num ninho de vespas. No final do mês passado começaram a cobrar direitos autorais de qualquer blog que exibisse vídeos do youtube (ou similares). E assim como o ECAD cobra direitos das rádios e cobra também de qualquer estabelecimento que tenha uma TV ou rádio ligado, queriam cobrar dos blogueiros mesmo já tendo um acordo com o Youtube para receber da Google pelas exibições.
Com a repercussão negativa, voltaram atrás dizendo que foi um engano.
Esquecendo o fato de que fazer essa cobrança dupla era insano, o problema não é o pagamento de direitos. É a forma absurda de operação do ECAD. Se eu tiver que pagar direitos autorais, eu quero pagar diretamente ao autor da obra (mais ou menos como quando compro o CD ou DVD) e não a um escritório que cobra pelo fato de você ter música no seu estabelecimento ou evento, sem se preocupar com que música é. E depois “distribui” o dinheiro entre seus associados.
Vejam o exemplo da taxa de R$1800 que o ECAD cobrou para uma noiva ter música em seu casamento. Eu até concordo que o salão de festas não possa liberar a execução de música sem a comprovação de pagamento de direitos. Mas se esse dinheiro fosse pago diretamente aos compositores e intérpretes (e há meios de se fazer isso), usando mecanismos normais de mercado, seriam bom para o consumidor e para o artista, porque existiriam artistas competindo para ter suas músicas nesses locais/eventos, oferecendo pacotes de valores mais realistas, seja para os estabelecimentos ou direto para os seus clientes, e ficariam com todo o dinheiro! O consumidor, além de potencialmente pagar mais barato, iria colocar o dinheiro no bolso daquele artista de que ele já gosta (ou alguém bota para tocar em seu evento o que não gosta?). O papel do ECAD se limitaria a checar se os estabelecimentos tinham os comprovantes de pagamento.
Eu sei que esse comportamento nojento não é exclusivo do ECAD e nem mesmo do Brasil. Na Inglaterra, o equivalente ao ECAD de lá cobrou direitos de um mercadinho porque uma funcionária trabalhava cantarolando (não consegui achar o link)!
Fiquei sabendo disso lendo o blog de Daniel Quadros.
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 Jefferson,  22 de abril de 2012, privacidade, Segurança Eu estou pensando em fazer este texto há anos. Vai no “rascunho” mesmo porque não tenho tempo agora para “polir” isso.
Minha preocupação (e irritação) com isso começou em setembro de 2009, quando recebi uma mensagem do Facebook dizendo que um cara que eu havia conhecido através do meu trabalho com DivX players e que acabou se tornando um amigo me convidava para ser amigo dele na rede social.
Na época, eu nem tinha cadastro no Facebook e nem me interessave em ter. Não sou, nem nunca fui, fã de redes sociais. Eu tinha um perfil no Orkut, que era largamente mais popular no Brasil que o Facebook em 2009, mas só para poder achar (e não perder contato com) velhos colegas de escola, trabalho, etc.
Eu me perguntei por que meu amigo estaria me convidando para o Facebook, mesmo sabendo que eu sou nerd e (por definição) não gosto dessas coisas. A mensagem dizia o seguinte:
Olá xxxxxxxx@xxxxxxx.com,
Criei um perfil no Facebook com minhas fotos, vídeos e eventos e quero adicionar-lhe aos amigos para que você possa ver meu perfil. Primeiro, você precisa cadastrar-se no Facebook! Uma vez cadastrado, você também poderá criar o seu próprio perfil.
Obrigado,
xxxxxxxx
A mensagem foi feita para parecer pessoal, mas ainda soava impessoal para mim. Eu não acreditei que ele tivesse escrito mesmo o texto, apesar de estar “assinado” por ele.
Deixei de lado para pensar no assunto depois.
Mas o Facebook não quis me deixar esquecer. Me lembrou do “convite” novamente em outubro e, quando ele insistiu em novembro, desisti. Fiz o cadastro no Facebook para não decepcionar meu “amigo”.
E foi durante o cadastro que a ficha finalmente caiu quando, no final do processo, o Facebook pediu as minhas senhas do gmail e hotmail para poder convidar meus “amigos”.
Que enorme decepção. O Facebook era um spammer e meu amigo havia dado os meus dados a ele.
Está achando um exagero? Veja bem: até aquele momento eu pensava que o convite tinha sido direto e pessoal. Que meu amigo tinha especificamente me convidado para o Facebook. Descobri que ele havia convidado tudo quanto é gato, cachorro e papagaio no seu catálogo de endereços e que eu não era mais especial nesse sentido do que o SAC do Submarino. O Facebook não tem como saber quem é seu amigo no seu catálogo de endereços e nem quer saber. Ele só quer a valiosa combinação de endereços de e-mail válidos e nomes que pode obter lá. Afinal, de onde vem o lucro do Facebook? A capacidade de “atrair” milhões de pessoas e com isso “atrair” investidores e anunciantes baseado no grande número de usuários é um bom ponto de partida. Não importa para a empresa como foi feita essa “atração”.
Mas a irritação não acabou ai. Mesmo depois de cadastrado no Facebook, continuei recebendo os irritantes “lembretes” da empresa, para a mesma pessoa. O que acontece é que ao me cadastrar eu usei um e-mail especifico e o meu “convite” era para outro e-mail. O único jeito de parar de receber esse convites, sem bloquear possíveis convites legítimos, é dizer ao Facebook que aquele endereço de e-mail também é meu!
Um “prato cheio” para um spammer e “data minner”.
Desde então, eu ignoro todos os convites para redes sociais que recebo, se não tiver sido avisado antes de que ia ser convidado. E olha que não são poucos.
Meus “amigos” parecem felizes em dar meu e-mail para tudo o que é rede social ou serviço obscuro que aparece. Eu tenho uma pasta específica no gmail que rotulei “Spam Social” cheia desses convites e, pior, dos lembretes. Badoo (mando um cascudo todo especial para os “amigos” que formeceram meu e-mail para este), LinkedIn, Dropbox, Quepasa, UNYK, Orkut, Clickon, Windows Live, Myspace, Sonico…
E tem também os serviços de compra coletiva como o Peixe Urbano. Todo mês eu recebo pelo menos sessenta e-mails do Peixe Urbano, devidamente classificados pelo Gmail automaticamente como SPAM, sem jamais ter me cadastrado na empresa. E por um endereço que eu só dou a amigos. Tudo indica que um ou mais “amigos” me “presentearam” com esses sessenta SPAMs mensais ao dividir seus catálogos de endereços com o Peixe Urbano. E sabe-se lá de quantos outros serviços eu sou vítima de SPAM pela mesma razão.
Outro dia, um cliente mencionou o convite que supostamente eu havia mandado a ele para entrar no Facebook. Espantado, eu disse a ele que deveria haver algum engano, porque não é do meu feitio misturar trabalho com redes sociais e eu não faria isso sem permissão, por considerar o convite algo “intrusivo”*. Ele então procurou nos seus e-mails pelo convite e descobrimos que se tratava de um outro Jefferson, que ele nem conhecia. Aí eu expliquei a ele como essa coisa funcionava e que aquela pessoa que o estava “convidando” possivelmente nem sabia quem ele era também, e o convite havia sido enviado simplesmente porque ele algum momento havia entrado em contato com a empresa do meu cliente e o endereço de e-mail (comercial) do meu cliente estava em seu catálogo de endereços.
Eu fico me perguntando quantas pessoas não acabaram criando perfis no Facebook por causa da pressão “social” de convites de pessoas que nem sabiam que as estavam convidando. Não é à toa que Mark Zuckerberg está bilionário.
*A maioria das pessoas não parece entender o quanto um convite para uma rede social como o Facebook é intrusivo. Não se trata de apenas “declarar” que conhece a pessoa. Aceitar alguém como “amigo” ou “conhecido” em uma rede social dá a esse “conhecido” uma visão dos seus interesses e relacionamentos que pode ser extremamente incômoda.
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 Jefferson,  20 de abril de 2012, história Jordan Mechner havia dado o código-fonte da versão original para Apple II como perdido há oito anos, quando procurou por ele exaustivamente em casa e nos arquivos da Broderbund (esse nome me traz boas lembranças) e depois de ter enchido o saco de todo mundo que ele conhecia que poderia saber onde estava. Os discos foram encontrados por acaso em uma caixa no fundo de um armário no apartamento de seu pai. O mais interessante dessa estória foi a operação montada, com voluntários de alto calibre, para garantir a leitura de disquetes com 20 anos de idade, sem destrui-los!
Você pode encontrar todos os links relevantes a partir daqui.
Esbarrei nisso por acaso ao dar uma olhada no blog de Daniel Quadros.
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 Jefferson,  17 de abril de 2012, O danado é que não sai do papel.
Eu não consegui entender ainda como é que o “novo” (existe desde 2010) padrão HDBaseT consegue enfiar a mesma banda do HDMI em um “mero” cabo Cat5e (além de não ser “certificado” para tanta banda, tem metade dos fios) e ainda suportar de 100 a 800m e transportar energia junto com os dados!
Eu sei que HDMI já tem uma década, mas é um salto impressionante de qualquer maneira.
Olha, só pelo fato de eu poder crimpar meus próprios cabos, eu já preferiria esse padrão mesmo que exigisse passar vários cabos em vez de um!
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Jefferson, você conhece alguma solução inversa? Tenho alguns notebooks sem tela, sem saída vga auxiliar/secundária (ou com uma saída secundária desprezível, que não suporta a resolução do vídeo principal).
Pode existir, mas eu não conheço.
Existem as pseudo placas de vídeo USB, como estas:
http://www.dealextreme.com/p/usb-2-0-to-vga-display-adapter-cable-40cm-length-66873?item=60
http://www.dealextreme.com/p/usb-2-0-vga-dvi-hdmi-multi-display-adapter-81578?item=10
Desconheço o desempenho disto!
Jefferson existe projetores que faz o video ser enviado via USB,o projetor e da marca epson. espero ter ajudado
[…] disso, fui dar uma pesquisada e descobri no Ebay (através DESTE blog) um vendedor muito bem qualificado que vende estas placas, bastando que para isso se informe o […]
Queria saber eu acho esses produtos no mercado livre?
quantos amper a saida da fonte?
Fala Jefferson! Ótimo post! Não conhecia esse blog, a partir de hoje vou seguir! Aqui, uma dúvida, como vejo o firmware da tela? Valeu cara!
eu também estou querendo reaproveitar as telas de lcd….achei esse item…bem mais em conta…http://www.tmart.com/4pcs-Universal-Driven-Free-Board-Set-for-10-42-LVDS-LCD-Panel_p217112.html
acho que é similar…
Tenho uma tela LCD da LG modelo LP173WD1(TL)(C3. o que eu preciso para fazer dala um monitor auxiliar. Sei que tenho que detalhar au vendedor mas como detalhar o modelo de cado de saida ele é um cabo LX9LC003.